O documento discute os contrastes internos do Brasil em relação à sua dívida externa. A dívida externa aumentou significativamente nos governos militares e do Plano Real, sem que tenha havido ganhos equivalentes em infraestrutura ou desenvolvimento. Isso levou a um crescimento da dívida interna também, comprometendo recursos sociais. Há grande desigualdade e concentração de renda no Brasil, que permanece um país rico com a maioria da população em situação de pobreza.