O documento discute como os rácios da dívida pública em relação ao PIB são frequentemente mal interpretados. As principais ideias são: (1) não há nada especial sobre o uso de um ano como unidade de medição para estes rácios; (2) estes rácios dependem fortemente das unidades escolhidas e podem ser manipulados; (3) os mercados reagem de forma exagerada a estes rácios devido a mecanismos de realimentação social.