O documento discute a glossolalia, ou falar em línguas, na igreja primitiva de Corinto. A glossolalia originalmente simbolizava a graça divina universal, mas em Corinto tornou-se um símbolo de poder que favorecia um grupo seleto sobre os demais. Paulo aborda a questão em sua epístola aos coríntios, orientando um uso estruturado da glossolalia para evitar divisões.