O documento discute a psicogênese da língua escrita e seus equívocos na alfabetização. Aborda como a criança constrói o conhecimento da escrita de forma autônoma, com o professor como mediador, e como a segmentação silábica é importante. Também destaca consequências negativas de interpretações equivocadas, como dificuldades na definição de alfabetização e letramento e no ensino sistemático da escrita.