Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
CLIPPING – 21/07/2014
Acesse: www.cncafe.com.br
MG recebe autorização para usar inseticida para combater a broca do café
Assessoria de Comunicação da CNA
21/07/2014
Outubro marca o início da formação dos grãos da próxima safra de
café, período também em que se iniciam as aplicações de produto
para o controle da broca-de-café nos Estados da Bahia, Espírito
Santo, São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Este foi o único Estado
que conseguiu autorização para utilizar um inseticida à base de
Ciantraniliprole, de baixa toxidade, para combater a praga
Hypothenemus hampei, conhecida como a broca-do-café.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sugere
que os outros Estados entrem em contato com as Secretarias Estaduais de Agricultura para que seja
declarada emergência sanitária. “Ainda dá tempo de conseguir a autorização para utilização do
inseticida importado e evitar prejuízos nesta safra”, diz Natália Sampaio Sene Fernandes (foto:
reprodução Facebook), assessora técnica da Comissão Nacional de Café da CNA.
As medidas de defesa sanitária vegetal e o manejo da praga Hypothenemus hampei foram
publicados no Diário Oficial da União, na Portaria nº 711 (acesse o documento através do link:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=18/07/2014&jornal=1&pagina=6&totalA
rquivos=124).
O inseticida já é registrado nos EUA, na União Europeia, no Canadá e no Japão. A expectativa é que
o inseticida seja registrado definitivamente no Brasil até o final do ano.
O produto foi aprovado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Organização das Nações
Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e previamente autorizado pelos órgãos de saúde e
meio ambiente.
Café: lançamento da Femagri 2015 celebra sucesso e reúne mais de 100 empresas
Notícias Agrícolas
21/07/2014
Talita Benegra
A quinta-feira (17) foi marcada pelo lançamento da
Femagri – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos
Agrícolas. Mais de cem empresas, que já participaram
como expositoras, estiveram presentes no evento, que foi
realizado pela Cooxupé – maior cooperativa de café do
mundo – e noticiado ao vivo pelo site Notícias Agrícolas.
A feira será realizada de 18 a 20 de março de 2015, mas
dirigentes da cooperativa organizaram a reunião
antecipadamente para “celebrar o sucesso da feira de
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
2014”, disse José Eduardo Santos, responsável pela Femagri. Além disso, outro fator impulsionou a
data prematura. “A Alemanha ganhou a Copa porque teve planejamento prévio. E a Femagri é um
sucesso também por isso”, destacou o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino.
Com o avanço da cafeicultura no Brasil e no mundo, novas técnicas precisam ser exploradas para
que o produtor possa ter maior custo-benefício. “A feira vai trazer o que há de melhor dentro do
segmento. A inovação tecnológica que o mercado exige para que o cooperado obtenha lucros”, disse
Carlos Augusto, vice-presidente da Cooxupé. Segundo ele, “esse é o pontapé inicial para que a
Femagri seja produtiva e traga resultados”.
José Eduardo explica também que as máquinas modernas são úteis para o cafeicultor tanto quando o
mercado está em cenário positivo, quanto do lado negativo. “Quando o preço do café está bom, o
produtor investe porque tem capital. Quando os valores estão ruins, ele é obrigado a utilizar
tecnologia para reduzir mão-de-obra, consequentemente custos também”.
Para ajudar na aquisição de maquinário, a Cooxupé tem o programa “Café com Lucro”, que garante a
oportunidade de pagamento feito na moeda nacional, em três anos, com possibilidade de escambo
em sacas de café.
Bureau divulga novo Relatório Internacional de Tendências do Café
Bureau de Inteligência Competitiva do Café
21/07/2014
O Bureau de Inteligência Competitiva do Café publicou um novo relatório de
tendências. O trabalho é uma compilação das principais notícias nacionais e
internacionais relacionadas ao café, divididas em tópicos como produção,
indústria e consumo. Muitas das informações contidas no documento são
inéditas em português.
O relatório é desenvolvido pelo Bureau de Inteligência Competitiva do Café,
programa desenvolvido no Centro de Inteligência de Mercados (CIM) da
Universidade Federal de Lavras (UFLA), instituição que possui longa
tradição de pesquisas cafeeiras.
Veja a íntegra do documento em: http://www.icafebr.com.br/publicacao2/Relatorio%20v3%20n6.pdf
Colômbia supera 3 bilhões de pés de café renovados
CaféPoint
21/07/2014
Tradução por Juliana Santin
Entre o começo de 2009 e junho de 2014, a Colômbia, maior produtor mundial de café
arábica suave, renovou 3,051 bilhões de pés de café, o que constitui uma
transformação produtiva sem precedentes em um cultivo de rendimento tardio que
beneficia os cafeicultores de todos os tamanhos.
Esses esforços fazem parte da estratégia de aumentar a produtividade das plantações
colombianas, lutar contra o fungo da ferrugem e contar com uma cafeicultura melhor preparada para
a variabilidade climática que afeta atualmente a agricultura na Colômbia e no mundo. Dessa forma,
575 mil hectares – 60% da área total cultivada na Colômbia – foram renovadas com maior densidade
de cultivo, que permitiu elevar o nível de tecnificação do parque cafeeiro.
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
Do total de plantas renovadas, 74% correspondem a variedades resistentes à ferrugem, ou seja,
2,262 bilhões de plantas. No mesmo período, a idade média dos cafezais se reduziu de 12,4 para 7,3
anos, o que se traduz em um parque cafeeiro mais jovem e produtivo.
Essa importante política de renovação cafeeira foi adotada e intensificada por causa dos estragos da
Onda Invernal ocasionada pelo fenômeno La Niña, registrado entre 2009 e 2012, e que gerou um
aumento de mais de 30% nos níveis de afetação do fungo da ferrugem e uma redução significativa na
radiação solar, o que reduziu de forma significativa a produtividade das plantações e o volume de
produção nesses anos. Durante esse período, adotou-se e implementou-se o programa de renovação
do parque cafeeiro com o propósito de converter os hectares existentes, mediante cultivo de novas
variedades de café arábica resistentes desenvolvidas pelo Cenicafé.
Os resultados desse esforço de longo prazo começou a dar frutos importantes nos dois últimos anos,
período a partir do qual muitas das plantações jovens renovadas começaram seus ciclos produtivos.
A produção cafeeira da Colômbia continua crescendo graças à renovação. Até junho de 2014, a
produção dos últimos 12 meses chegou a 11,5 milhões de sacas, 27% a mais que no mesmo período
de 2013 e a produtividade média dos cafezais aumentou de 11,1 sacas de café verde por hectare
para 14,5 sacas, o que significa um aumento de 31%, indicador que se espera continue aumentando
com a entrada na produção de plantações renovadas.
Igualmente, o aumento na produtividade cafeeira tem sido possível graças ao trabalho de mais de
1.500 extensionistas, dos Comitês de Cafeeiros, ao trabalho cientifico do Cenicafé e às alianças
público-privadas que têm sido lideradas pela Federação com diferentes instâncias do governo,
incluindo as administrações regionais e locais, bem como com clientes, empresas do setor privado e
organismos de cooperação internacional, que contribuíram com recursos e esforços complementares.
Dessa forma e graças a esse contínuo investimento em produtividade, a tendência na produção para
o primeiro semestre de 2014 tem ultrapassado de forma significativa os índices registrados em anos
anteriores, com áreas produtivas, inclusive, inferiores.
Os dados são do http://www.federaciondecafeteros.org/.
Camarões: exportação de café arábica recua 73% até junho
Agência Estado
21/07/2014
As exportações de café arábica de Camarões caíram 73% na atual temporada até junho, enquanto as
de robusta diminuíram 1,8%, informou o Conselho Nacional de Café e Cacau (OCIN, na sigla em
inglês).
Para o arábica, cuja temporada começa em outubro e termina em setembro, o volume exportado caiu
para 487 toneladas, ante 1.798 toneladas em igual período da temporada anterior. Produtores
concordam que o desempenho é fraco, mas lembram que a colheita ainda não atingiu seu auge.
Ainda assim, afirmam que, se o governo não agir para estimular a expansão, os próximos meses não
serão muito animadores.
A queda do preço do café também vem afetando a produção, levando muitos agricultores de
Camarões a migrar para outras culturas mais lucrativas neste momento.
No caso do robusta, cuja temporada vai de dezembro a novembro, as exportações até junho foram de
10.479 toneladas, ante 10.678 toneladas no mesmo período da temporada anterior. A queda de preço
também tem levado agricultores a trocar de cultura. Eles estão migrando principalmente para inhame,
legumes e mandioca.
O governo local trabalha com um plano de estímulos cuja meta é chegar a 2020 com uma produção
anual de 25 mil toneladas de arábica e 100 mil toneladas de robusta. Fonte: Dow Jones Newswires.

Clipping cnc 21072014 versao de impressao

  • 1.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 21/07/2014 Acesse: www.cncafe.com.br MG recebe autorização para usar inseticida para combater a broca do café Assessoria de Comunicação da CNA 21/07/2014 Outubro marca o início da formação dos grãos da próxima safra de café, período também em que se iniciam as aplicações de produto para o controle da broca-de-café nos Estados da Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Este foi o único Estado que conseguiu autorização para utilizar um inseticida à base de Ciantraniliprole, de baixa toxidade, para combater a praga Hypothenemus hampei, conhecida como a broca-do-café. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sugere que os outros Estados entrem em contato com as Secretarias Estaduais de Agricultura para que seja declarada emergência sanitária. “Ainda dá tempo de conseguir a autorização para utilização do inseticida importado e evitar prejuízos nesta safra”, diz Natália Sampaio Sene Fernandes (foto: reprodução Facebook), assessora técnica da Comissão Nacional de Café da CNA. As medidas de defesa sanitária vegetal e o manejo da praga Hypothenemus hampei foram publicados no Diário Oficial da União, na Portaria nº 711 (acesse o documento através do link: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=18/07/2014&jornal=1&pagina=6&totalA rquivos=124). O inseticida já é registrado nos EUA, na União Europeia, no Canadá e no Japão. A expectativa é que o inseticida seja registrado definitivamente no Brasil até o final do ano. O produto foi aprovado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e previamente autorizado pelos órgãos de saúde e meio ambiente. Café: lançamento da Femagri 2015 celebra sucesso e reúne mais de 100 empresas Notícias Agrícolas 21/07/2014 Talita Benegra A quinta-feira (17) foi marcada pelo lançamento da Femagri – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas. Mais de cem empresas, que já participaram como expositoras, estiveram presentes no evento, que foi realizado pela Cooxupé – maior cooperativa de café do mundo – e noticiado ao vivo pelo site Notícias Agrícolas. A feira será realizada de 18 a 20 de março de 2015, mas dirigentes da cooperativa organizaram a reunião antecipadamente para “celebrar o sucesso da feira de
  • 2.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck 2014”, disse José Eduardo Santos, responsável pela Femagri. Além disso, outro fator impulsionou a data prematura. “A Alemanha ganhou a Copa porque teve planejamento prévio. E a Femagri é um sucesso também por isso”, destacou o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino. Com o avanço da cafeicultura no Brasil e no mundo, novas técnicas precisam ser exploradas para que o produtor possa ter maior custo-benefício. “A feira vai trazer o que há de melhor dentro do segmento. A inovação tecnológica que o mercado exige para que o cooperado obtenha lucros”, disse Carlos Augusto, vice-presidente da Cooxupé. Segundo ele, “esse é o pontapé inicial para que a Femagri seja produtiva e traga resultados”. José Eduardo explica também que as máquinas modernas são úteis para o cafeicultor tanto quando o mercado está em cenário positivo, quanto do lado negativo. “Quando o preço do café está bom, o produtor investe porque tem capital. Quando os valores estão ruins, ele é obrigado a utilizar tecnologia para reduzir mão-de-obra, consequentemente custos também”. Para ajudar na aquisição de maquinário, a Cooxupé tem o programa “Café com Lucro”, que garante a oportunidade de pagamento feito na moeda nacional, em três anos, com possibilidade de escambo em sacas de café. Bureau divulga novo Relatório Internacional de Tendências do Café Bureau de Inteligência Competitiva do Café 21/07/2014 O Bureau de Inteligência Competitiva do Café publicou um novo relatório de tendências. O trabalho é uma compilação das principais notícias nacionais e internacionais relacionadas ao café, divididas em tópicos como produção, indústria e consumo. Muitas das informações contidas no documento são inéditas em português. O relatório é desenvolvido pelo Bureau de Inteligência Competitiva do Café, programa desenvolvido no Centro de Inteligência de Mercados (CIM) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), instituição que possui longa tradição de pesquisas cafeeiras. Veja a íntegra do documento em: http://www.icafebr.com.br/publicacao2/Relatorio%20v3%20n6.pdf Colômbia supera 3 bilhões de pés de café renovados CaféPoint 21/07/2014 Tradução por Juliana Santin Entre o começo de 2009 e junho de 2014, a Colômbia, maior produtor mundial de café arábica suave, renovou 3,051 bilhões de pés de café, o que constitui uma transformação produtiva sem precedentes em um cultivo de rendimento tardio que beneficia os cafeicultores de todos os tamanhos. Esses esforços fazem parte da estratégia de aumentar a produtividade das plantações colombianas, lutar contra o fungo da ferrugem e contar com uma cafeicultura melhor preparada para a variabilidade climática que afeta atualmente a agricultura na Colômbia e no mundo. Dessa forma, 575 mil hectares – 60% da área total cultivada na Colômbia – foram renovadas com maior densidade de cultivo, que permitiu elevar o nível de tecnificação do parque cafeeiro.
  • 3.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Do total de plantas renovadas, 74% correspondem a variedades resistentes à ferrugem, ou seja, 2,262 bilhões de plantas. No mesmo período, a idade média dos cafezais se reduziu de 12,4 para 7,3 anos, o que se traduz em um parque cafeeiro mais jovem e produtivo. Essa importante política de renovação cafeeira foi adotada e intensificada por causa dos estragos da Onda Invernal ocasionada pelo fenômeno La Niña, registrado entre 2009 e 2012, e que gerou um aumento de mais de 30% nos níveis de afetação do fungo da ferrugem e uma redução significativa na radiação solar, o que reduziu de forma significativa a produtividade das plantações e o volume de produção nesses anos. Durante esse período, adotou-se e implementou-se o programa de renovação do parque cafeeiro com o propósito de converter os hectares existentes, mediante cultivo de novas variedades de café arábica resistentes desenvolvidas pelo Cenicafé. Os resultados desse esforço de longo prazo começou a dar frutos importantes nos dois últimos anos, período a partir do qual muitas das plantações jovens renovadas começaram seus ciclos produtivos. A produção cafeeira da Colômbia continua crescendo graças à renovação. Até junho de 2014, a produção dos últimos 12 meses chegou a 11,5 milhões de sacas, 27% a mais que no mesmo período de 2013 e a produtividade média dos cafezais aumentou de 11,1 sacas de café verde por hectare para 14,5 sacas, o que significa um aumento de 31%, indicador que se espera continue aumentando com a entrada na produção de plantações renovadas. Igualmente, o aumento na produtividade cafeeira tem sido possível graças ao trabalho de mais de 1.500 extensionistas, dos Comitês de Cafeeiros, ao trabalho cientifico do Cenicafé e às alianças público-privadas que têm sido lideradas pela Federação com diferentes instâncias do governo, incluindo as administrações regionais e locais, bem como com clientes, empresas do setor privado e organismos de cooperação internacional, que contribuíram com recursos e esforços complementares. Dessa forma e graças a esse contínuo investimento em produtividade, a tendência na produção para o primeiro semestre de 2014 tem ultrapassado de forma significativa os índices registrados em anos anteriores, com áreas produtivas, inclusive, inferiores. Os dados são do http://www.federaciondecafeteros.org/. Camarões: exportação de café arábica recua 73% até junho Agência Estado 21/07/2014 As exportações de café arábica de Camarões caíram 73% na atual temporada até junho, enquanto as de robusta diminuíram 1,8%, informou o Conselho Nacional de Café e Cacau (OCIN, na sigla em inglês). Para o arábica, cuja temporada começa em outubro e termina em setembro, o volume exportado caiu para 487 toneladas, ante 1.798 toneladas em igual período da temporada anterior. Produtores concordam que o desempenho é fraco, mas lembram que a colheita ainda não atingiu seu auge. Ainda assim, afirmam que, se o governo não agir para estimular a expansão, os próximos meses não serão muito animadores. A queda do preço do café também vem afetando a produção, levando muitos agricultores de Camarões a migrar para outras culturas mais lucrativas neste momento. No caso do robusta, cuja temporada vai de dezembro a novembro, as exportações até junho foram de 10.479 toneladas, ante 10.678 toneladas no mesmo período da temporada anterior. A queda de preço também tem levado agricultores a trocar de cultura. Eles estão migrando principalmente para inhame, legumes e mandioca. O governo local trabalha com um plano de estímulos cuja meta é chegar a 2020 com uma produção anual de 25 mil toneladas de arábica e 100 mil toneladas de robusta. Fonte: Dow Jones Newswires.