SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 44
Baixar para ler offline
ATMOSFERA,
ELEMENTOS E FATORES DE CLIMA
1
A Atmosfera terrestre, uma fina camada
gasosa que ….
2
envolve a Terra …
e que é composta por
diferentes camadas.
3
Constituição da Terra
Nota: A atmosfera está representada de forma desproporcionada
4
http://qnint.sbq.org.br/sbq_uploads/layers/imagem1083.jpg
C
o
m
p
o
s
i
ç
ã
o
d
a
A
T
M
O
S
F
E
R
A
Caraterísticas das camadas atmosféricas
Troposfera
Espessura média de 10 km desde o nível do mar. Nela
ocorrem todos os fenômenos climáticos (ventos, chuvas,
formação de nuvens, relâmpagos). As temperaturas podem
variar de 40°C até –60°C e diminuem com a altitude.
Estratosfera
Ocupa uma faixa que vai da troposfera até 50 km acima do
solo. As temperaturas variam de –5°C a –70°C. Aqui se
localiza a camada de ozono, que funciona como uma
espécie de filtro natural, protegendo a Terra do excesso de
raios ultravioletas.
5
Mesosfera
Da estratopausa até 80 km acima do solo. A temperatura
varia entre –10°C até –100°C . A temperatura é
extremamente baixa, pois não há gases capazes de absorver
a energia solar.
Termosfera
Desde a mesopausa até 500 km do solo. É a mais extensa. A
temperatura atinge valores muito altos – pode atingir os 1
000ºC - devido ao oxigénio atómico (absorve a energia solar).
Exosfera
É formada metade por gás hélio e metade por hidrogénio.
Nela ocorrem as auroras boreais. Aqui permanecem os
satélites de transmissão de informações e os telescópios
espaciais.
6
CLIMA – sucessão de estados de tempo registados
ininterruptamente durante, pelo menos, 30 anos.
http://www.ipma.pt/pt/oclima/normais.clima/1981-2010/003/
7
8
CLIMA - Uma caracterização obtida a partir de valores
médios dos dados recolhidos.
http://www.ipma.pt/pt/oclima/normais.clima/1981-2010/010/
ESTADO DE TEMPO – comportamento dos fenómenos
atmosféricos num dado momento.
9
http://www.ipma.pt/pt/otempo/obs.superficie.grafica/obsHorarios.jsp
Moncorvo
30.dezembro.2012
10
ESTADO DE TEMPO – Uma caracterização feita a partir
dos dados absolutos recolhidos nesse momento.
http://www.ipma.pt/pt/otempo/obs.superficie.grafica/obsHorarios.jsp
Moncorvo
30.dezembro.2012
 ELEMENTOS DE CLIMA – fenómenos físicos
responsáveis pelos estados de tempo e os climas.
Temperatura; Pressão Atmosférica; Humidade;
Pluviosidade; Vento; Insolação
 Manifestam-se, particularmente, nos
primeiros 4 Km de altitude
 São mensuráveis
 FATORES DE CLIMA – circunstâncias naturais que
condicionam o comportamento dos elementos de clima.
 Latitude; longitude; altitude; proximidade do mar;
continentalidade; disposição do relevo; exposição
solar
1
1
A Temperatura do ar em PORTUGAL
(estado de aquecimento da atmosfera)
Varia em função da origem das
massas de ar principais …
Polar
Tropical
e das caraterísticas que
adquirem no seu percurso posterior.
Polar marítima /polar continental
Tropical marítima/tropical continental
12
13
I
M
A
G
E
N
S
de
M
A
S
S
A
S
de
A
R
A Temperatura do ar depende, também, do/a
 Ângulo de
incidência dos
raios solares
 Hora do dia
natural
14
http://pedrotildes.home.sapo.pt/movimentosol.pdf
Nota: A temperatura máxima regista-se depois das 12 horas. Verifica-se um
intervalo de tempo entre o máximo de radiação solar e o máximo de calor
libertado pela Terra – Irradiação terrestre.
A Te m p e r a t u r a d o a r , p o r t a n t o ,
 Pode ser regulada por vários fatores:
 Radiação solar
 Aquecimento diferencial da terra e da água
 Correntes oceânicas
 Altitude
 Posição geográfica
 É, também, variável, no tempo e no espaço
15
Radiação solar, igualmente, varia de local para local
Causas:
Latitude
Hora do dia e dia do ano (determinam a altura do sol e a intensidade e
duração da radiação solar incidente)
Cobertura de nuvens (afeta o fluxo tanto da radiação solar como da
radiação terrestre)
Natureza da superfície - determina o albedo (percentagem da
radiação solar absorvida)
Consequências: a Temperatura do ar (à superfície) é
 Mais elevada nos trópicos e diminui com a latitude
 Mais elevada em julho do que em janeiro no hemisfério
Norte
 Mais elevada de dia do que à noite
 Mais elevada sob céu claro do que nublado (durante o
dia), com solo descoberto ao invés de coberto de neve
e quando o solo está seco ao invés de húmido.
16
17
Reflexos da variação do ângulo de incidência dos raios
solares na quantidade de radiação ultravioleta
Radiação ultravioleta
Fraca Moderada Elevada Mto forte Extrema
Aquecimento diferencial da terra e da água
Causas
A água é altamente móvel (a turbulência distribui o calor através de uma
massa bem maior - alcança profundidade de 6 metros ou mais e a variação anual
pode atingir de 200 a 600 metros)
O calor não penetra profundamente no solo ou rocha
(permanece numa fina camada superficial, pois deve ser transferido pelo lento
processo de condução)
O calor específico (a quantidade de calor necessária para aumentar de 1° C uma massa
de 1g da substância) é quase 3 vezes maior para a água que para a terra
A evaporação é maior sobre a água do que sobre a superfície da terra.
A opacidade da Terra (o calor é absorvido somente na superfície)
Consequências
Durante o verão a camada mais grossa de água é
aquecida a temperaturas moderadas, enquanto a fina
camada de terra é aquecida a temperaturas mais
elevadas(no inverno é o inverso)
Localidades costeiras apresentam menores variações
anuais de temperatura. 18
Correntes
oceânicas
19
Massas de água
horizontais que
se deslocam
entre diferentes
latitudes e que
contribuem para
o equilíbrio
térmico do
planeta Terra:
aquecem as
regiões polares
e arrefecem as
regiões
tropicais.
Por exemplo, toda a costa ocidental da
Europa é beneficiada pela presença da
corrente quente do Golfo. As massas
de ar que se deslocam de Oeste para
Este vão originar temperaturas amenas
e precipitação abundante nas regiões
costeiras
Altitude
20
Por cada km a
temperatura do ar
diminui cerca de 6,5 ºC.
O calor irradiado da
Terra vai-se tornando
mais fraco, o ar
encontra-se mais
rarefeito e a temperatura
diminui.
Esta variação vai ser
responsável pela
estratificação da
paisagem com a altitude.
21
Influência da
altitude e da
exposição solar na
vegetação devido à
variação da
temperatura
Terra quente
Terra temperada
Terra fria
Terra gelada
Neves perpétuas
22
Variação do ângulo de incidência dos raios
solares ao longo do dia
23
24
Julho
Janeiro
É evidente a variação da
temperatura com a
latitude e com a época do
ano (consequência do
movimento anual
APARENTE do Sol)
Anual
25
Variação do ângulo de
incidência dos raios solares
ao longo do ano
O ângulo de incidência diminui
com o aumento da latitude … e
a época do ano
 Equinócios – Sol incide
perpendicularmente ao
Equador
 Solstícios – Sol incide
perpendicularmente ao
Trópico de Câncer no de
junho e perpendicularmente
ao Trópico de Capricórnio no
solstício de dezembro.
N
Causa da variação do ângulo de incidência dos
raios solares a inclinação do eixo da Terra
26
Data Nascente Poente
23.02.09 07h 17m 18h 23m
21.06.07 06h 12m 21h 05m
04.09.07 07h 08m 19h 03m
Equinócio de Setembro
Equinócio de Março
Solstício de
Dezembro
Solstício de
Junho
27
Discussão
geométrica da
desigualdade dos
dias e das noites
D=N= 12H
D=N= 12H
HN – D< N
Dia + 12h
Noite – 12h
HN – D > N
HN – Hemisfério Norte
D – Dia
N - Noite
Distribuição geográfica da
temperatura média do ar em Janeiro
de 2012
28
Valores variaram entre 2ºC e 12ºC
porque, nesta época do ano:
 o Sol incide perpendicularmente a
Sul do equador
 a duração do dia é menor do que
a duração da noite
 o ângulo de incidência dos raios
solares é menor
 a obliquidade é maior
 Portugal é afetado pela massa de
ar polar (principalmente nas
regiões mais a Norte do território
continental).
29
A temperatura é:
 mais elevada a Sul do que a Norte
– latitude
 mais elevada no Litoral Norte e
Centro- proximidade do mar
 mais baixa entre o Litoral Norte e o
Interior Norte – disposição do
relevo (barreira de condensação).
 Os valores mais elevados
registam-se no Alentejo e no
Algarve consequência da
proximidade do Norte de África e do
deserto do Saara.
 Os valores mais baixos coincidem
com as maiores ALTITUDES
Valores médios entre os 14ºC e os
26ºC. Causas?
 O Sol incide perpendicularmente a
Norte do Equador.
 A duração do dia é maior do que a
duração da noite
 O ângulo de incidência dos raios
solares é maior
 A obliquidade dos raios solares é
menor
 Portugal é afetado pela massa de
ar tropical, quente e seca.
30
Distribuição geográfica da temperatura
do ar em setembro de 2012
Consequências: a temperatura
é…
 mais baixa no litoral ocidental
- proximidade do mar
 mais elevada no interior
centro e sul - continentalidade
 os valores extremos mais
altos verificam-se no interior
sul devido à latitude e
proximidade do Norte de
África
 valores muito elevados,
ainda, no interior norte –
continentalidade e barreira de
condensação.
31
3
2
Distribuição geográfica da temperatura média anual do ar
A distribuição da
temperatura média
anual mostra que:
Os valores
aumentam com a
diminuição da
latitude;
A Norte do vale do
rio Tejo, os valores
diminuem com a
continentalidade
A amplitude térmica
aumenta com o
afastamento do mar:
o clima é mais
ameno junto ao
Litoral ocidental e
mais rigoroso no
Interior.
A Humidade do Ar
quantidade de vapor de água existente na atmosfera
A existência de vapor de água decorre do ciclo da água.
os oceanos são a principal fonte de evaporação.
Quanto mais alta
for a temperatura
maior é a evapo-
ração.
Portanto, mesmo
sem formação de
nuvens existe
sempre vapor de
água na
troposfera.
33
30ºC 16% 24% 31% 45% 57% 100%
20ºC 28% 42% 54% 79% 100%
16ºC 36% 53% 69% 100%
10ºC 52% 77% 100%
6ºC 67% 100%
0ºC 100%
 A Humidade absoluta – quantidade de vapor de água
por unidade de volume - varia, em razão direta, com a
temperatura:
 Aumenta a temperatura aumenta a evaporação
 A Humidade relativa – quantidade de vapor de água
necessária para saturar um
dado volume de ar –
varia, em razão inversa,
com a temperatura:
Aumenta a temperatura
diminui a humidade
relativa
34
Humidade Absoluta e Humidade Relativa
Temperatura
Humidade Relativa
4,85 7,27 9,41 13,65 17,31 30,4
Gramas de Vapor de Água/ m³HA
35
Variação da humidade absoluta com a temperatura
Atingido o estado de saturação, dá-se a condensação da
quantidade de vapor de água que está em excesso.
À temperatura correspondente ao estado de saturação do ar
denomina-se ponto de orvalho.
Se alterar a temperatura altera-se a humidade relativa.
36
Humidade Relativa ou Ponto de Saturação - é a relação entre
a humidade absoluta existente num m³ e a quantidade
máxima de vapor de água que esse volume pode conter, à
mesma temperatura.
HR = HA/HM X 100
HR = x %
A humidade relativa mede-
se em percentagem.
Dizer que a HR é de 52%
à temperatura de 20ºC
significa que faltam 48%
para atingir o Ponto de
Saturação a essa mesma
temperatura
Tipos de Chuva
37
Passagem de uma superfície frontal
38
A passagem de uma superfície frontal – de Oeste para Este
nas Zonas Temperadas – provoca a formação de chuvas
frontais, quer a acompanhar a frente quente quer à
passagem da frente fria.
 Força que o ar exerce sobre todos os corpos à
superfície da Terra.
 Varia com a
 Temperatura: aumenta a temperatura diminui a
pressão
 Latitude: pressão baixa no equador, alta nos
polos
 Altitude: diminui a altitude aumenta a pressão.
 Representa-se por isóbaras ou linhas isobáricas
Em hectopascais – hPa
(pressão atmosférica normal = 1012,2 hPa ou 1013
mb (milibares) ou, ainda, 760 mm ou 76 cm de HG
(mercúrio)
39
Pressão Atmosférica
40
Centros de Pressão
O ar desloca-se sempre das altas para
as baixas pressões - originando o
vento, que se desloca em movimento
circular:
 ascendente e convergente nos
centros de baixas pressões ou
Depressões Barométricas,
originando MAU TEMPO – ar
húmido e instável;
 descendente e divergente nos
centros de altas pressões ou
Anticiclones
associando-se ao BOM TEMPO -
ar seco.
Os centros de pressão atmosférica têm
uma distribuição zonal à superfície da
Terra.
 Centros de pressão de origem
térmica:
Altas Pressões Polares
Baixas Pressões Equatoriais
 Centros de pressão de origem
dinâmica:
Baixas Pressões subpolares
Altas Pressões subtropicais
Esta distribuição conduz a uma
circulação geral ditaTRICELULAR
41
Distribuição geográfica dos Centros de Pressão
42
Por este esquema
verifica-se que, na zona
temperada do Norte, a
direção dominante dos
ventos é de Oeste para
Este.
A distribuição, em latitude, das faixas de pressão é responsável
pela deslocação, na TROPOSFERA, de volumosas Massas de ar
que estão na base:
 dos diferentes estados de tempo
 na existência dos diversos climas
 na ocorrência de ventos:
 Constantes – os alíseos
 Sazonais – as monções
 Oeste – nas zonas temperadas do Norte
Há 5 massas de ar principais: duas de ar POLAR, duas de ar
TROPICAL e uma massa de ar EQUATORIAL.
A separar duas massas de ar de temperatura e densidade
diferentes, forma-se uma superfície de contacto chamada
superfície frontal:
 Frente Polar (uma no HN, outra no HS)
 CIT – Convergência Inter-tropical 43
44
Pela sua latitude e
posição geográfica
Portugal encontra-se sob
a influência das massas
de ar polar e tropical.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Variabilidade da radiação solar geral
Variabilidade da radiação solar geralVariabilidade da radiação solar geral
Variabilidade da radiação solar geralCatarina Castro
 
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do SubsoloGeografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do SubsoloRaffaella Ergün
 
Geografia A - 10º/11º Ano
Geografia A - 10º/11º AnoGeografia A - 10º/11º Ano
Geografia A - 10º/11º AnoHneves
 
Os rios e bacias hidrográficas
Os rios e bacias hidrográficasOs rios e bacias hidrográficas
Os rios e bacias hidrográficasclaudiamf11
 
As disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricasAs disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricasIlda Bicacro
 
Atmosfera e-a-radiacao-solar
Atmosfera e-a-radiacao-solarAtmosfera e-a-radiacao-solar
Atmosfera e-a-radiacao-solarze almeida
 
Bacias hidrograficas
Bacias hidrograficasBacias hidrograficas
Bacias hidrograficasCarlos Gomes
 
As Disponibilidades Hídricas
As Disponibilidades HídricasAs Disponibilidades Hídricas
As Disponibilidades HídricasCatarina Castro
 
Const. gráficos termop. final
Const. gráficos termop. finalConst. gráficos termop. final
Const. gráficos termop. finalGina Espenica
 
Localização absoluta e relativa
Localização absoluta e relativaLocalização absoluta e relativa
Localização absoluta e relativainessalgado
 
Dinâmica das bacias hidrográficas
Dinâmica das bacias hidrográficasDinâmica das bacias hidrográficas
Dinâmica das bacias hidrográficasEmília Cabral
 
Especificidade do clima português
Especificidade do clima portuguêsEspecificidade do clima português
Especificidade do clima portuguêsIlda Bicacro
 
Superfícies frontais
Superfícies frontaisSuperfícies frontais
Superfícies frontaisacbaptista
 
Unidades geomorfológicas do território português
Unidades geomorfológicas do território portuguêsUnidades geomorfológicas do território português
Unidades geomorfológicas do território portuguêsCarlos Gomes
 

Mais procurados (20)

Variabilidade da radiação solar geral
Variabilidade da radiação solar geralVariabilidade da radiação solar geral
Variabilidade da radiação solar geral
 
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do SubsoloGeografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
 
Geografia A - 10º/11º Ano
Geografia A - 10º/11º AnoGeografia A - 10º/11º Ano
Geografia A - 10º/11º Ano
 
A rede hidrográfica
A rede hidrográficaA rede hidrográfica
A rede hidrográfica
 
Os rios e bacias hidrográficas
Os rios e bacias hidrográficasOs rios e bacias hidrográficas
Os rios e bacias hidrográficas
 
As disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricasAs disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricas
 
Atmosfera e-a-radiacao-solar
Atmosfera e-a-radiacao-solarAtmosfera e-a-radiacao-solar
Atmosfera e-a-radiacao-solar
 
Massas de ar
Massas de arMassas de ar
Massas de ar
 
Resumo geografia
Resumo geografiaResumo geografia
Resumo geografia
 
Riscos naturais 9ºano
Riscos naturais 9ºanoRiscos naturais 9ºano
Riscos naturais 9ºano
 
Bacias hidrograficas
Bacias hidrograficasBacias hidrograficas
Bacias hidrograficas
 
As Disponibilidades Hídricas
As Disponibilidades HídricasAs Disponibilidades Hídricas
As Disponibilidades Hídricas
 
Clima Em Portugal
Clima Em PortugalClima Em Portugal
Clima Em Portugal
 
Const. gráficos termop. final
Const. gráficos termop. finalConst. gráficos termop. final
Const. gráficos termop. final
 
Gestão dos Recursos Hídricos
Gestão dos Recursos HídricosGestão dos Recursos Hídricos
Gestão dos Recursos Hídricos
 
Localização absoluta e relativa
Localização absoluta e relativaLocalização absoluta e relativa
Localização absoluta e relativa
 
Dinâmica das bacias hidrográficas
Dinâmica das bacias hidrográficasDinâmica das bacias hidrográficas
Dinâmica das bacias hidrográficas
 
Especificidade do clima português
Especificidade do clima portuguêsEspecificidade do clima português
Especificidade do clima português
 
Superfícies frontais
Superfícies frontaisSuperfícies frontais
Superfícies frontais
 
Unidades geomorfológicas do território português
Unidades geomorfológicas do território portuguêsUnidades geomorfológicas do território português
Unidades geomorfológicas do território português
 

Semelhante a Clima e estados de tempo em Portugal.1

Atmosfera e Fatores Climaticos
Atmosfera e Fatores ClimaticosAtmosfera e Fatores Climaticos
Atmosfera e Fatores ClimaticosVania Leão
 
Atmosfera, tempo e clima 2
Atmosfera, tempo e clima 2Atmosfera, tempo e clima 2
Atmosfera, tempo e clima 2Google
 
Aula 1 climatologia_parte_1_enviar
Aula 1 climatologia_parte_1_enviarAula 1 climatologia_parte_1_enviar
Aula 1 climatologia_parte_1_enviarcaduisolada
 
Fundamentos da climatologia
Fundamentos da climatologiaFundamentos da climatologia
Fundamentos da climatologiaBeatriz Ramos
 
PRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EM
PRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EMPRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EM
PRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EMprofrodrigoribeiro
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosProfessor
 
clima e massas de ar.ppt
clima e massas de ar.pptclima e massas de ar.ppt
clima e massas de ar.pptdaniel936004
 
Trabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD Climatologia
Trabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD ClimatologiaTrabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD Climatologia
Trabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD ClimatologiaGonçalo Silva
 
EM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.ppt
EM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.pptEM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.ppt
EM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.pptAntonioCarlos151949
 
Fatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticosFatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticoskarolpoa
 
Fatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticosFatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticoskarolpoa
 

Semelhante a Clima e estados de tempo em Portugal.1 (20)

geografia4 (1).doc
geografia4 (1).docgeografia4 (1).doc
geografia4 (1).doc
 
Atmosfera e Fatores Climaticos
Atmosfera e Fatores ClimaticosAtmosfera e Fatores Climaticos
Atmosfera e Fatores Climaticos
 
Atmosfera, tempo e clima 2
Atmosfera, tempo e clima 2Atmosfera, tempo e clima 2
Atmosfera, tempo e clima 2
 
Atmosfera e climas
Atmosfera e climasAtmosfera e climas
Atmosfera e climas
 
Aula 1 climatologia_parte_1_enviar
Aula 1 climatologia_parte_1_enviarAula 1 climatologia_parte_1_enviar
Aula 1 climatologia_parte_1_enviar
 
Fundamentos da climatologia
Fundamentos da climatologiaFundamentos da climatologia
Fundamentos da climatologia
 
PRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EM
PRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EMPRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EM
PRIVEST - Cap. 05 - Atmosfera, tempo e clima - 3º EM
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
 
clima e massas de ar.ppt
clima e massas de ar.pptclima e massas de ar.ppt
clima e massas de ar.ppt
 
Trabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD Climatologia
Trabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD ClimatologiaTrabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD Climatologia
Trabalho F.Q Gonçalo Silva 8ºD Climatologia
 
EM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.ppt
EM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.pptEM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.ppt
EM-1ª-SERIE-Aula-de-GEOGRAFIA-A-Atmosfera-e-sua-Dinamica-07-05-2020.ppt
 
Climatologia
Climatologia Climatologia
Climatologia
 
Fatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticosFatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticos
 
Fatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticosFatores e elementos climáticos
Fatores e elementos climáticos
 
Tempo e clima blog+
Tempo e clima blog+Tempo e clima blog+
Tempo e clima blog+
 
Clima e vegetação
Clima e vegetaçãoClima e vegetação
Clima e vegetação
 
Clima e vegetação
Clima e vegetaçãoClima e vegetação
Clima e vegetação
 
06092018072941290.pdf
06092018072941290.pdf06092018072941290.pdf
06092018072941290.pdf
 
CLIMATOLOGIA.ppt
CLIMATOLOGIA.pptCLIMATOLOGIA.ppt
CLIMATOLOGIA.ppt
 
Climatologia
ClimatologiaClimatologia
Climatologia
 

Mais de Idalina Leite

A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030
A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030
A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030Idalina Leite
 
O Nosso Mundo em Dados
O Nosso Mundo em DadosO Nosso Mundo em Dados
O Nosso Mundo em DadosIdalina Leite
 
Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa
Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e LisboaMobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa
Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e LisboaIdalina Leite
 
Cidades/Espaço urbano
Cidades/Espaço urbanoCidades/Espaço urbano
Cidades/Espaço urbanoIdalina Leite
 
Evolução da agricultura em Portugal.
Evolução da agricultura em Portugal. Evolução da agricultura em Portugal.
Evolução da agricultura em Portugal. Idalina Leite
 
Cidades Sustentáveis 2020
Cidades Sustentáveis 2020Cidades Sustentáveis 2020
Cidades Sustentáveis 2020Idalina Leite
 
Sebenta de Geo A_ Evolução do litoral continental
Sebenta de Geo A_ Evolução do litoral continentalSebenta de Geo A_ Evolução do litoral continental
Sebenta de Geo A_ Evolução do litoral continentalIdalina Leite
 
A União Europeia de 1986 a 2017
A União Europeia de 1986 a 2017A União Europeia de 1986 a 2017
A União Europeia de 1986 a 2017Idalina Leite
 
Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)
Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)
Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)Idalina Leite
 
Geografia A_Mapa conceptual 10º/11º
Geografia A_Mapa conceptual 10º/11ºGeografia A_Mapa conceptual 10º/11º
Geografia A_Mapa conceptual 10º/11ºIdalina Leite
 
Smart Cities/Cidades inteligentes
Smart Cities/Cidades inteligentesSmart Cities/Cidades inteligentes
Smart Cities/Cidades inteligentesIdalina Leite
 
As pessoas 2016 8retratos demográficos)
As pessoas 2016 8retratos demográficos)As pessoas 2016 8retratos demográficos)
As pessoas 2016 8retratos demográficos)Idalina Leite
 
Explorações agrícolas 2016
Explorações agrícolas 2016Explorações agrícolas 2016
Explorações agrícolas 2016Idalina Leite
 
Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)
Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)
Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)Idalina Leite
 
Estimativas de População Residente em Portugal, 2016
Estimativas de População Residente em Portugal, 2016Estimativas de População Residente em Portugal, 2016
Estimativas de População Residente em Portugal, 2016Idalina Leite
 
Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010 ...
Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010                    ...Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010                    ...
Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010 ...Idalina Leite
 

Mais de Idalina Leite (20)

A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030
A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030
A importância crescente da economia do mar (Blue Growth) 2030
 
O Nosso Mundo em Dados
O Nosso Mundo em DadosO Nosso Mundo em Dados
O Nosso Mundo em Dados
 
Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa
Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e LisboaMobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa
Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa
 
Cidades/Espaço urbano
Cidades/Espaço urbanoCidades/Espaço urbano
Cidades/Espaço urbano
 
GEO-IMAGENS 4
GEO-IMAGENS 4GEO-IMAGENS 4
GEO-IMAGENS 4
 
Evolução da agricultura em Portugal.
Evolução da agricultura em Portugal. Evolução da agricultura em Portugal.
Evolução da agricultura em Portugal.
 
Cidades Sustentáveis 2020
Cidades Sustentáveis 2020Cidades Sustentáveis 2020
Cidades Sustentáveis 2020
 
Sebenta de Geo A_ Evolução do litoral continental
Sebenta de Geo A_ Evolução do litoral continentalSebenta de Geo A_ Evolução do litoral continental
Sebenta de Geo A_ Evolução do litoral continental
 
A União Europeia de 1986 a 2017
A União Europeia de 1986 a 2017A União Europeia de 1986 a 2017
A União Europeia de 1986 a 2017
 
Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)
Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)
Sebenta Geo A _ Recursos do subsolo (capítulo atualizado)
 
Geografia A_Mapa conceptual 10º/11º
Geografia A_Mapa conceptual 10º/11ºGeografia A_Mapa conceptual 10º/11º
Geografia A_Mapa conceptual 10º/11º
 
"Água é a vida"
"Água é a vida""Água é a vida"
"Água é a vida"
 
POPULAÇÃO
POPULAÇÃOPOPULAÇÃO
POPULAÇÃO
 
Smart Cities/Cidades inteligentes
Smart Cities/Cidades inteligentesSmart Cities/Cidades inteligentes
Smart Cities/Cidades inteligentes
 
As pessoas 2016 8retratos demográficos)
As pessoas 2016 8retratos demográficos)As pessoas 2016 8retratos demográficos)
As pessoas 2016 8retratos demográficos)
 
GEO-IMAGENS_3
GEO-IMAGENS_3GEO-IMAGENS_3
GEO-IMAGENS_3
 
Explorações agrícolas 2016
Explorações agrícolas 2016Explorações agrícolas 2016
Explorações agrícolas 2016
 
Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)
Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)
Retrato Territorial de Portugal (Ano de Edição 2017)
 
Estimativas de População Residente em Portugal, 2016
Estimativas de População Residente em Portugal, 2016Estimativas de População Residente em Portugal, 2016
Estimativas de População Residente em Portugal, 2016
 
Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010 ...
Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010                    ...Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010                    ...
Ocupação/uso do solo em Portugal Continental, 1995-2010 ...
 

Último

QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxThye Oliver
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A  galinha ruiva sequencia didatica 3 anoA  galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A galinha ruiva sequencia didatica 3 anoandrealeitetorres
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOMarcosViniciusLemesL
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfMapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfangelicass1
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESpatriciasofiacunha18
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino FundamentalCartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamentalgeone480617
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 

Último (20)

QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A  galinha ruiva sequencia didatica 3 anoA  galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
 
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfMapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino FundamentalCartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 

Clima e estados de tempo em Portugal.1

  • 2. A Atmosfera terrestre, uma fina camada gasosa que …. 2 envolve a Terra … e que é composta por diferentes camadas.
  • 3. 3 Constituição da Terra Nota: A atmosfera está representada de forma desproporcionada
  • 5. Caraterísticas das camadas atmosféricas Troposfera Espessura média de 10 km desde o nível do mar. Nela ocorrem todos os fenômenos climáticos (ventos, chuvas, formação de nuvens, relâmpagos). As temperaturas podem variar de 40°C até –60°C e diminuem com a altitude. Estratosfera Ocupa uma faixa que vai da troposfera até 50 km acima do solo. As temperaturas variam de –5°C a –70°C. Aqui se localiza a camada de ozono, que funciona como uma espécie de filtro natural, protegendo a Terra do excesso de raios ultravioletas. 5
  • 6. Mesosfera Da estratopausa até 80 km acima do solo. A temperatura varia entre –10°C até –100°C . A temperatura é extremamente baixa, pois não há gases capazes de absorver a energia solar. Termosfera Desde a mesopausa até 500 km do solo. É a mais extensa. A temperatura atinge valores muito altos – pode atingir os 1 000ºC - devido ao oxigénio atómico (absorve a energia solar). Exosfera É formada metade por gás hélio e metade por hidrogénio. Nela ocorrem as auroras boreais. Aqui permanecem os satélites de transmissão de informações e os telescópios espaciais. 6
  • 7. CLIMA – sucessão de estados de tempo registados ininterruptamente durante, pelo menos, 30 anos. http://www.ipma.pt/pt/oclima/normais.clima/1981-2010/003/ 7
  • 8. 8 CLIMA - Uma caracterização obtida a partir de valores médios dos dados recolhidos. http://www.ipma.pt/pt/oclima/normais.clima/1981-2010/010/
  • 9. ESTADO DE TEMPO – comportamento dos fenómenos atmosféricos num dado momento. 9 http://www.ipma.pt/pt/otempo/obs.superficie.grafica/obsHorarios.jsp Moncorvo 30.dezembro.2012
  • 10. 10 ESTADO DE TEMPO – Uma caracterização feita a partir dos dados absolutos recolhidos nesse momento. http://www.ipma.pt/pt/otempo/obs.superficie.grafica/obsHorarios.jsp Moncorvo 30.dezembro.2012
  • 11.  ELEMENTOS DE CLIMA – fenómenos físicos responsáveis pelos estados de tempo e os climas. Temperatura; Pressão Atmosférica; Humidade; Pluviosidade; Vento; Insolação  Manifestam-se, particularmente, nos primeiros 4 Km de altitude  São mensuráveis  FATORES DE CLIMA – circunstâncias naturais que condicionam o comportamento dos elementos de clima.  Latitude; longitude; altitude; proximidade do mar; continentalidade; disposição do relevo; exposição solar 1 1
  • 12. A Temperatura do ar em PORTUGAL (estado de aquecimento da atmosfera) Varia em função da origem das massas de ar principais … Polar Tropical e das caraterísticas que adquirem no seu percurso posterior. Polar marítima /polar continental Tropical marítima/tropical continental 12
  • 14. A Temperatura do ar depende, também, do/a  Ângulo de incidência dos raios solares  Hora do dia natural 14 http://pedrotildes.home.sapo.pt/movimentosol.pdf Nota: A temperatura máxima regista-se depois das 12 horas. Verifica-se um intervalo de tempo entre o máximo de radiação solar e o máximo de calor libertado pela Terra – Irradiação terrestre.
  • 15. A Te m p e r a t u r a d o a r , p o r t a n t o ,  Pode ser regulada por vários fatores:  Radiação solar  Aquecimento diferencial da terra e da água  Correntes oceânicas  Altitude  Posição geográfica  É, também, variável, no tempo e no espaço 15
  • 16. Radiação solar, igualmente, varia de local para local Causas: Latitude Hora do dia e dia do ano (determinam a altura do sol e a intensidade e duração da radiação solar incidente) Cobertura de nuvens (afeta o fluxo tanto da radiação solar como da radiação terrestre) Natureza da superfície - determina o albedo (percentagem da radiação solar absorvida) Consequências: a Temperatura do ar (à superfície) é  Mais elevada nos trópicos e diminui com a latitude  Mais elevada em julho do que em janeiro no hemisfério Norte  Mais elevada de dia do que à noite  Mais elevada sob céu claro do que nublado (durante o dia), com solo descoberto ao invés de coberto de neve e quando o solo está seco ao invés de húmido. 16
  • 17. 17 Reflexos da variação do ângulo de incidência dos raios solares na quantidade de radiação ultravioleta Radiação ultravioleta Fraca Moderada Elevada Mto forte Extrema
  • 18. Aquecimento diferencial da terra e da água Causas A água é altamente móvel (a turbulência distribui o calor através de uma massa bem maior - alcança profundidade de 6 metros ou mais e a variação anual pode atingir de 200 a 600 metros) O calor não penetra profundamente no solo ou rocha (permanece numa fina camada superficial, pois deve ser transferido pelo lento processo de condução) O calor específico (a quantidade de calor necessária para aumentar de 1° C uma massa de 1g da substância) é quase 3 vezes maior para a água que para a terra A evaporação é maior sobre a água do que sobre a superfície da terra. A opacidade da Terra (o calor é absorvido somente na superfície) Consequências Durante o verão a camada mais grossa de água é aquecida a temperaturas moderadas, enquanto a fina camada de terra é aquecida a temperaturas mais elevadas(no inverno é o inverso) Localidades costeiras apresentam menores variações anuais de temperatura. 18
  • 19. Correntes oceânicas 19 Massas de água horizontais que se deslocam entre diferentes latitudes e que contribuem para o equilíbrio térmico do planeta Terra: aquecem as regiões polares e arrefecem as regiões tropicais. Por exemplo, toda a costa ocidental da Europa é beneficiada pela presença da corrente quente do Golfo. As massas de ar que se deslocam de Oeste para Este vão originar temperaturas amenas e precipitação abundante nas regiões costeiras
  • 20. Altitude 20 Por cada km a temperatura do ar diminui cerca de 6,5 ºC. O calor irradiado da Terra vai-se tornando mais fraco, o ar encontra-se mais rarefeito e a temperatura diminui. Esta variação vai ser responsável pela estratificação da paisagem com a altitude.
  • 21. 21 Influência da altitude e da exposição solar na vegetação devido à variação da temperatura Terra quente Terra temperada Terra fria Terra gelada Neves perpétuas
  • 22. 22 Variação do ângulo de incidência dos raios solares ao longo do dia
  • 23. 23
  • 24. 24 Julho Janeiro É evidente a variação da temperatura com a latitude e com a época do ano (consequência do movimento anual APARENTE do Sol) Anual
  • 25. 25 Variação do ângulo de incidência dos raios solares ao longo do ano O ângulo de incidência diminui com o aumento da latitude … e a época do ano  Equinócios – Sol incide perpendicularmente ao Equador  Solstícios – Sol incide perpendicularmente ao Trópico de Câncer no de junho e perpendicularmente ao Trópico de Capricórnio no solstício de dezembro. N
  • 26. Causa da variação do ângulo de incidência dos raios solares a inclinação do eixo da Terra 26 Data Nascente Poente 23.02.09 07h 17m 18h 23m 21.06.07 06h 12m 21h 05m 04.09.07 07h 08m 19h 03m Equinócio de Setembro Equinócio de Março Solstício de Dezembro Solstício de Junho
  • 27. 27 Discussão geométrica da desigualdade dos dias e das noites D=N= 12H D=N= 12H HN – D< N Dia + 12h Noite – 12h HN – D > N HN – Hemisfério Norte D – Dia N - Noite
  • 28. Distribuição geográfica da temperatura média do ar em Janeiro de 2012 28 Valores variaram entre 2ºC e 12ºC porque, nesta época do ano:  o Sol incide perpendicularmente a Sul do equador  a duração do dia é menor do que a duração da noite  o ângulo de incidência dos raios solares é menor  a obliquidade é maior  Portugal é afetado pela massa de ar polar (principalmente nas regiões mais a Norte do território continental).
  • 29. 29 A temperatura é:  mais elevada a Sul do que a Norte – latitude  mais elevada no Litoral Norte e Centro- proximidade do mar  mais baixa entre o Litoral Norte e o Interior Norte – disposição do relevo (barreira de condensação).  Os valores mais elevados registam-se no Alentejo e no Algarve consequência da proximidade do Norte de África e do deserto do Saara.  Os valores mais baixos coincidem com as maiores ALTITUDES
  • 30. Valores médios entre os 14ºC e os 26ºC. Causas?  O Sol incide perpendicularmente a Norte do Equador.  A duração do dia é maior do que a duração da noite  O ângulo de incidência dos raios solares é maior  A obliquidade dos raios solares é menor  Portugal é afetado pela massa de ar tropical, quente e seca. 30 Distribuição geográfica da temperatura do ar em setembro de 2012
  • 31. Consequências: a temperatura é…  mais baixa no litoral ocidental - proximidade do mar  mais elevada no interior centro e sul - continentalidade  os valores extremos mais altos verificam-se no interior sul devido à latitude e proximidade do Norte de África  valores muito elevados, ainda, no interior norte – continentalidade e barreira de condensação. 31
  • 32. 3 2 Distribuição geográfica da temperatura média anual do ar A distribuição da temperatura média anual mostra que: Os valores aumentam com a diminuição da latitude; A Norte do vale do rio Tejo, os valores diminuem com a continentalidade A amplitude térmica aumenta com o afastamento do mar: o clima é mais ameno junto ao Litoral ocidental e mais rigoroso no Interior.
  • 33. A Humidade do Ar quantidade de vapor de água existente na atmosfera A existência de vapor de água decorre do ciclo da água. os oceanos são a principal fonte de evaporação. Quanto mais alta for a temperatura maior é a evapo- ração. Portanto, mesmo sem formação de nuvens existe sempre vapor de água na troposfera. 33
  • 34. 30ºC 16% 24% 31% 45% 57% 100% 20ºC 28% 42% 54% 79% 100% 16ºC 36% 53% 69% 100% 10ºC 52% 77% 100% 6ºC 67% 100% 0ºC 100%  A Humidade absoluta – quantidade de vapor de água por unidade de volume - varia, em razão direta, com a temperatura:  Aumenta a temperatura aumenta a evaporação  A Humidade relativa – quantidade de vapor de água necessária para saturar um dado volume de ar – varia, em razão inversa, com a temperatura: Aumenta a temperatura diminui a humidade relativa 34 Humidade Absoluta e Humidade Relativa Temperatura Humidade Relativa 4,85 7,27 9,41 13,65 17,31 30,4 Gramas de Vapor de Água/ m³HA
  • 35. 35 Variação da humidade absoluta com a temperatura Atingido o estado de saturação, dá-se a condensação da quantidade de vapor de água que está em excesso. À temperatura correspondente ao estado de saturação do ar denomina-se ponto de orvalho. Se alterar a temperatura altera-se a humidade relativa.
  • 36. 36 Humidade Relativa ou Ponto de Saturação - é a relação entre a humidade absoluta existente num m³ e a quantidade máxima de vapor de água que esse volume pode conter, à mesma temperatura. HR = HA/HM X 100 HR = x % A humidade relativa mede- se em percentagem. Dizer que a HR é de 52% à temperatura de 20ºC significa que faltam 48% para atingir o Ponto de Saturação a essa mesma temperatura
  • 38. Passagem de uma superfície frontal 38 A passagem de uma superfície frontal – de Oeste para Este nas Zonas Temperadas – provoca a formação de chuvas frontais, quer a acompanhar a frente quente quer à passagem da frente fria.
  • 39.  Força que o ar exerce sobre todos os corpos à superfície da Terra.  Varia com a  Temperatura: aumenta a temperatura diminui a pressão  Latitude: pressão baixa no equador, alta nos polos  Altitude: diminui a altitude aumenta a pressão.  Representa-se por isóbaras ou linhas isobáricas Em hectopascais – hPa (pressão atmosférica normal = 1012,2 hPa ou 1013 mb (milibares) ou, ainda, 760 mm ou 76 cm de HG (mercúrio) 39 Pressão Atmosférica
  • 40. 40 Centros de Pressão O ar desloca-se sempre das altas para as baixas pressões - originando o vento, que se desloca em movimento circular:  ascendente e convergente nos centros de baixas pressões ou Depressões Barométricas, originando MAU TEMPO – ar húmido e instável;  descendente e divergente nos centros de altas pressões ou Anticiclones associando-se ao BOM TEMPO - ar seco.
  • 41. Os centros de pressão atmosférica têm uma distribuição zonal à superfície da Terra.  Centros de pressão de origem térmica: Altas Pressões Polares Baixas Pressões Equatoriais  Centros de pressão de origem dinâmica: Baixas Pressões subpolares Altas Pressões subtropicais Esta distribuição conduz a uma circulação geral ditaTRICELULAR 41 Distribuição geográfica dos Centros de Pressão
  • 42. 42 Por este esquema verifica-se que, na zona temperada do Norte, a direção dominante dos ventos é de Oeste para Este.
  • 43. A distribuição, em latitude, das faixas de pressão é responsável pela deslocação, na TROPOSFERA, de volumosas Massas de ar que estão na base:  dos diferentes estados de tempo  na existência dos diversos climas  na ocorrência de ventos:  Constantes – os alíseos  Sazonais – as monções  Oeste – nas zonas temperadas do Norte Há 5 massas de ar principais: duas de ar POLAR, duas de ar TROPICAL e uma massa de ar EQUATORIAL. A separar duas massas de ar de temperatura e densidade diferentes, forma-se uma superfície de contacto chamada superfície frontal:  Frente Polar (uma no HN, outra no HS)  CIT – Convergência Inter-tropical 43
  • 44. 44 Pela sua latitude e posição geográfica Portugal encontra-se sob a influência das massas de ar polar e tropical.