O documento discute o trabalho do sociólogo Florestan Fernandes e sua crítica à obra de Gilberto Freyre e à ideia de democracia racial no Brasil. Fernandes escreveu sobre a dificuldade na integração dos negros recém-libertos na sociedade capitalista agrária brasileira e como o processo histórico gerou a exclusão social dos negros. Ele é considerado o fundador da sociologia crítica no Brasil.