INSTITUTO FEDERAL DE
    EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
    SERGIPE
    CAMPUS ESTÂNCIA
    CURSO DE EDIFICAÇÕES




            CURSO DE TOPOGRAFIA




Planimetria:
Planimetria: Medição de Ângulos (Goniometria)
                                (Goniometria)

                                     Profa. MSc Emiliana Guedes
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        2
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO
 5.1 Círculo Topográfico
 5.2 Azimute de um Alinhamento
 5.3 Rumo de um Alinhamento
 5.4 Conversão de Azimute em Rumo     (e Vice-Cersa)
                                         Vice-Cersa)




                                                  3
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

6. ESTUDO DO TEODOLITO
 6.1 Classificação Quanto ao Tipo de Leitura
 6.2 Classificação Quanto ao Desvio Padrão
 6.3 Constituição dos Teodolitos
 6.4 Principais Operações de Campo
 6.5 Manutenção e Manuseio


                                           4
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        5
1. DEFINIÇÕES

 Uma das operações básicas em Topografia é a
 medição de ângulos horizontais e verticais.

 No caso dos ângulos horizontais, direções são
 medidas em campo, e a partir destas direções
 são calculados os ângulos.

 Para a realização destas medições emprega-se
 um equipamento denominado de teodolito.


                                               6
1. DEFINIÇÕES




           Leitura de direções   7
1. DEFINIÇÕES

 A) ÂNGULO HORIZONTAL:

 Ângulo formado por dois planos verticais que
 contém as direções formadas pelo ponto
 ocupado e os pontos visados.

 É medido sempre na horizontal, razão pela
 qual o teodolito deve estar devidamente
 nivelado.


                                                8
1. DEFINIÇÕES
 A) ÂNGULO HORIZONTAL:
 O ângulo entre as direções AO-OB e CO-OD é
 o mesmo, face que os pontos A e C estão no
 mesmo plano vertical π e B e D no plano π’.




                                               9
1. DEFINIÇÕES

 A) ÂNGULO HORIZONTAL:

 Sempre que possível a pontaria deve ser
 realizada o mais próximo possível do ponto,
 para evitar erros na leitura, principalmente
 quando se está utilizando uma baliza, a qual
 deve estar perfeitamente na vertical.




                                                10
1. DEFINIÇÕES

 A) ÂNGULO HORIZONTAL:




    Pontaria para leitura de direções horizontais   11
1. DEFINIÇÕES

 B) ÂNGULO VERTICAL:

 Ângulo formado entre a linha do horizonte
 (plano horizontal) e a linha de visada, medido
 no plano vertical que contém os pontos.

 Varia de 0º a +90º (acima do horizonte) e 0º a
 -90º (abaixo do horizonte).



                                                  12
1. DEFINIÇÕES

 B) ÂNGULO VERTICAL:




                       13
1. DEFINIÇÕES

C) ÂNGULO ZENITAL:

Ângulo formado entre a vertical do lugar
(zênite) e a linha de visada.

Varia de 0º a 180º, sendo a origem da contagem
o zênite.

A relação entre o ângulo Zenital e Vertical é
dada por:
           Z + v = 90º
                                                 14
1. DEFINIÇÕES

 C) ÂNGULO ZENITAL:




                      15
1. DEFINIÇÕES

ILUSTRAÇÃO DOS ÂNGULOS ZENITAL E VERTICAL:




                                             16
1. DEFINIÇÕES

ILUSTRAÇÃO DOS ÂNGULOS ZENITAL E VERTICAL:




                                             17
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        18
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA

  É aquele em que a medida angular é obtida
 em função do ângulo de Flexão (ângulo entre
 dois alinhamentos consecutivos, no ponto
 comum). É o ângulo efetivo entre dois
 alinhamentos




                                               19
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA

  Entre os processos diretos, destacam-se os
 seguintes métodos:

 2.1) Leitura simples;
 2.2) Leitura por repetição;
 2.3) Leitura pelo Método das Direções ( Reiteração);




                                                        20
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        21
2.1 LEITURA SIMPLES

  Instala-se o teodolito em B, visa-se a estação
 A em Pontaria Direta, e anota-se LA. A seguir,
 visa-se a estação C e lê-se Lc. O ângulo f será:

                 f = Lc - Lb




                                                22
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        23
2.2 LEITURA POR REPETIÇÃO

  Consiste em medir o ângulo mais de
 uma vez. A medida angular final será a
 média aritmética das leituras:




                                          24
2.2 LEITURA POR REPETIÇÃO

   Faz-se a leitura de direção inicial AO (leitura
 L0) e depois a leitura na outra direção BO
 (leitura L1).

  Fixa-se a leitura L1 e realiza-se a pontaria
 novamente na direção OA.

  Libera-se o movimento do equipamento e faz-
 se a pontaria em B novamente (leitura L2), fixa-
 se esta leitura e repete-se o procedimento.

                                                     25
2.2 LEITURA POR REPETIÇÃO
   EXEMPLO:
   Dadas as observações representadas na
 figura abaixo, calcular o valor do ângulo AOB.




                                                  26
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        27
2.3 LEITURA PELO MÉTODO DAS DIREÇÕES


   Consiste em medir um ângulo a intervalos
  conhecidos no limbo, através de leituras
  conjugadas, isto é, nas duas posições da
  luneta, posição direta (PD) e posição inversa
  (PI).

   O Ângulo final é dado por:




                                                  28
2.3 LEITURA PELO MÉTODO DAS DIREÇÕES


  Visa-se o ponto à ré, na posição direta (PD), e
 após o ponto à vante, ainda em PD. Fixa-se o
 movimento geral (MGH) com a leitura que
 estiver no Limbo. Bascula-se a luneta (giro em
 torno do eixo secundário), tornando a luneta
 na posição inversa (PI), solta-se o parafuso do
 MGH e visa-se novamente o ponto à ré, agora
 em PI. Daí, visa-se o ponto a vante (PI).



                                                    29
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        30
3 PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA


  É aquele em que a medida angular entre dois
 alinhamentos é obtida através do ângulo de
 deflexão.
  Este é definido como o ângulo entre o
 prolongamento do alinhamento anterior para o
 alinhamento seguinte. Varia de 0° a 180°.




                                                31
3 PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA


  A deflexão pode ser de duas maneiras: à
 esquerda (de) e à direita (dd).




                                            32
3 PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA


   Deflexão à esquerda (de): quando o ângulo
 lido (flexão) for menor que 180°.

                de = 180° – al




                                               33
3 PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA


  Deflexão à direita (dd): quando o ângulo lido
 (flexão) for menor que 180°.

                 dd = al – 180°




                                                  34
3 PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA


  Pode-se fazer também, o cálculo da deflexão
 da seguinte forma:

           D (deflexão) = al – 180°

  Se “D” for positivo a deflexão será à direita, e
 se for negativo a deflexão será à esquerda.

  EXEMPLO: Um ângulo lido em campo foi de
 175° 20’, qual o valor da deflexão informando
 se direita ou esquerda? R = 4° 40’ E
                                                     35
3 PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA


 EXEMPLO:

  Um ângulo lido em campo foi de 175°
 20’, qual o valor da deflexão informando
 se direita ou esquerda? R = 4° 40’ E




                                            36
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

1.DEFINIÇÃO
1. DEFINIÇÃO
2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA
 2.1 Leitura Simples
 2.2 Leitura por Repetição
 2.3 Leitura pelo Método das Direções
3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA
4. CADERNETA DE CAMPO
                                        37
4. CADERNETA DE CAMPO


 Os dados que são medidos
no campo são anotados num
documento específico para
este fim que é a caderneta de
campo.
 Esta, em alguns
instrumentos eletrônicos,
recebe o nome de coletor de
dados ou caderneta
eletrônica.
                                38
4. CADERNETA DE CAMPO
  Pode-se utilizar também uma caderneta
 convencional para anotações dos dados em
 campo.




                                            39
4. CADERNETA DE CAMPO




                        40
4. CADERNETA DE CAMPO

  O ângulo lido na estação 1 foi por leitura
 indireta, ou seja, por deflexão e á direita.

 Os ângulos lidos nas estações 2 e 0 foram por
 processo direto e leitura simples não-zerada e
 zerada à ré, respectivamente.

  Já na estação 3, o processo foi por leitura
 direta pelo método das direções, numa única
 série.

                                                  41
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO
 5.1 Círculo Topográfico
 5.2 Azimute de um Alinhamento
 5.3 Rumo de um Alinhamento
 5.4 Conversão de Azimute em Rumo     (e Vice-Cersa)
                                         Vice-Cersa)




                                                  42
5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO

  Todo alinhamento em topografia deve
 ser orientado, e uma das formas é em
 relação a direção Norte. Esta orientação
 se dá através de um ângulo entre esta
 direção e a do alinhamento.




                                            43
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO
 5.1 Círculo Topográfico
 5.2 Azimute de um Alinhamento
 5.3 Rumo de um Alinhamento
 5.4 Conversão de Azimute em Rumo     (e Vice-Cersa)
                                         Vice-Cersa)




                                                  44
5.1 CÍRCULO TOPOGRÁFICO

  De maneira similar ao ciclo
 trigonométrico, existe o círculo
 topográfico que é uma circunferência
 dividida em quatro partes iguais, através
 de um sistema de eixos cartesiano (X,Y)
 que se cruzam ao centro dela.

  Cada parte dividida é chamada de
 Quadrante
                                             45
5.1 CÍRCULO TOPOGRÁFICO

  Percebe-se, uma diferença básica entre os
 círculos que é a numeração dos quadrantes, uma
 no sentido horário e outra no sentido anti-horário.




                                                       46
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO
 5.1 Círculo Topográfico
 5.2 Azimute de um Alinhamento
 5.3 Rumo de um Alinhamento
 5.4 Conversão de Azimute em Rumo     (e Vice-Cersa)
                                         Vice-Cersa)




                                                  47
5.2 AZIMUTE DE UM ALINHAMENTO

  É o ângulo formado entre a direção
 Norte (magnética, verdadeira, assumida)
 e o alinhamento, contado no sentido
 horário. Este azimute, também é
 conhecido por Azimute à direita.

  A variação angular do azimute é de 0° a
 360°.

                                            48
5.2 AZIMUTE DE UM ALINHAMENTO




                                49
5.2 AZIMUTE DE UM ALINHAMENTO

 -No 1º Quadrante: 0° < AZ < 90°;       AZoA ϵ 1° Quadr.

 -No 2º Quadrante: 90° < AZ < 180°;     AZoB ϵ 2° Quadr.

 -No 3º Quadrante: 180° < AZ < 270°;    AZoC ϵ 3° Quadr.

 - No 4º Quadrante: 270° < AZ < 360°;   AZoA ϵ 4° Quadr.




                                                           50
Planimetria:
    Planimetria: Medição de Ângulos

5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO
 5.1 Círculo Topográfico
 5.2 Azimute de um Alinhamento
 5.3 Rumo de um Alinhamento
 5.4 Conversão de Azimute em Rumo     (e Vice-Cersa)
                                         Vice-Cersa)




                                                  51
5.3 RUMO DE UM ALINHAMENTO

  É o ângulo formado entre a direção
 Norte-Sul (magnética, verdadeira ou
 assumida) e o alinhamento, partindo da
 ponta Norte ou da ponta Sul, contado da
 que estiver mais próxima do
 alinhamento.

 A variação angular é de 0° a 90°

                                           52
5.3 RUMO DE UM ALINHAMENTO




                             53
5.3 RUMO DE UM ALINHAMENTO


 A notação de Rumo pode ser feita das seguintes
 maneiras:
      ROB = 30° SE (mais usual)
    ou ROB = S 30° E (Europa e no Sudeste do
 Brasil).
        Com relação aos quadrantes, podem-se
 identificá-los, segundo os pontos colaterais:
     - No 1º Quad, R = NE;   No 2º Quad. R = SE;
     - No 3º Quad. R = SW;   No 4º Quad. R = NW.
                                                   54
5.3 RUMO DE UM ALINHAMENTO

       O valor angular do rumo nunca ultrapassa
 os 90° e a sua origem está ou no Norte ou no
 Sul. Nunca no Leste ou Oeste.

       Observe-se, também, que os rumos 0A
 (NE) e 0C (SW), são no sentido horário. E os
 rumos 0B (SE) e 0D (NW), são no sentido anti-
 horário.



                                                  55

Aula4 planimetria

  • 1.
    INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERGIPE CAMPUS ESTÂNCIA CURSO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE TOPOGRAFIA Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos (Goniometria) (Goniometria) Profa. MSc Emiliana Guedes
  • 2.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 2
  • 3.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO 5.1 Círculo Topográfico 5.2 Azimute de um Alinhamento 5.3 Rumo de um Alinhamento 5.4 Conversão de Azimute em Rumo (e Vice-Cersa) Vice-Cersa) 3
  • 4.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 6. ESTUDO DO TEODOLITO 6.1 Classificação Quanto ao Tipo de Leitura 6.2 Classificação Quanto ao Desvio Padrão 6.3 Constituição dos Teodolitos 6.4 Principais Operações de Campo 6.5 Manutenção e Manuseio 4
  • 5.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 5
  • 6.
    1. DEFINIÇÕES Umadas operações básicas em Topografia é a medição de ângulos horizontais e verticais. No caso dos ângulos horizontais, direções são medidas em campo, e a partir destas direções são calculados os ângulos. Para a realização destas medições emprega-se um equipamento denominado de teodolito. 6
  • 7.
    1. DEFINIÇÕES Leitura de direções 7
  • 8.
    1. DEFINIÇÕES A)ÂNGULO HORIZONTAL: Ângulo formado por dois planos verticais que contém as direções formadas pelo ponto ocupado e os pontos visados. É medido sempre na horizontal, razão pela qual o teodolito deve estar devidamente nivelado. 8
  • 9.
    1. DEFINIÇÕES A)ÂNGULO HORIZONTAL: O ângulo entre as direções AO-OB e CO-OD é o mesmo, face que os pontos A e C estão no mesmo plano vertical π e B e D no plano π’. 9
  • 10.
    1. DEFINIÇÕES A)ÂNGULO HORIZONTAL: Sempre que possível a pontaria deve ser realizada o mais próximo possível do ponto, para evitar erros na leitura, principalmente quando se está utilizando uma baliza, a qual deve estar perfeitamente na vertical. 10
  • 11.
    1. DEFINIÇÕES A)ÂNGULO HORIZONTAL: Pontaria para leitura de direções horizontais 11
  • 12.
    1. DEFINIÇÕES B)ÂNGULO VERTICAL: Ângulo formado entre a linha do horizonte (plano horizontal) e a linha de visada, medido no plano vertical que contém os pontos. Varia de 0º a +90º (acima do horizonte) e 0º a -90º (abaixo do horizonte). 12
  • 13.
    1. DEFINIÇÕES B)ÂNGULO VERTICAL: 13
  • 14.
    1. DEFINIÇÕES C) ÂNGULOZENITAL: Ângulo formado entre a vertical do lugar (zênite) e a linha de visada. Varia de 0º a 180º, sendo a origem da contagem o zênite. A relação entre o ângulo Zenital e Vertical é dada por: Z + v = 90º 14
  • 15.
    1. DEFINIÇÕES C)ÂNGULO ZENITAL: 15
  • 16.
    1. DEFINIÇÕES ILUSTRAÇÃO DOSÂNGULOS ZENITAL E VERTICAL: 16
  • 17.
    1. DEFINIÇÕES ILUSTRAÇÃO DOSÂNGULOS ZENITAL E VERTICAL: 17
  • 18.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 18
  • 19.
    2. PROCESSOS DEMEDIÇÃO DIRETA É aquele em que a medida angular é obtida em função do ângulo de Flexão (ângulo entre dois alinhamentos consecutivos, no ponto comum). É o ângulo efetivo entre dois alinhamentos 19
  • 20.
    2. PROCESSOS DEMEDIÇÃO DIRETA Entre os processos diretos, destacam-se os seguintes métodos: 2.1) Leitura simples; 2.2) Leitura por repetição; 2.3) Leitura pelo Método das Direções ( Reiteração); 20
  • 21.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 21
  • 22.
    2.1 LEITURA SIMPLES Instala-se o teodolito em B, visa-se a estação A em Pontaria Direta, e anota-se LA. A seguir, visa-se a estação C e lê-se Lc. O ângulo f será: f = Lc - Lb 22
  • 23.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 23
  • 24.
    2.2 LEITURA PORREPETIÇÃO Consiste em medir o ângulo mais de uma vez. A medida angular final será a média aritmética das leituras: 24
  • 25.
    2.2 LEITURA PORREPETIÇÃO Faz-se a leitura de direção inicial AO (leitura L0) e depois a leitura na outra direção BO (leitura L1). Fixa-se a leitura L1 e realiza-se a pontaria novamente na direção OA. Libera-se o movimento do equipamento e faz- se a pontaria em B novamente (leitura L2), fixa- se esta leitura e repete-se o procedimento. 25
  • 26.
    2.2 LEITURA PORREPETIÇÃO EXEMPLO: Dadas as observações representadas na figura abaixo, calcular o valor do ângulo AOB. 26
  • 27.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 27
  • 28.
    2.3 LEITURA PELOMÉTODO DAS DIREÇÕES Consiste em medir um ângulo a intervalos conhecidos no limbo, através de leituras conjugadas, isto é, nas duas posições da luneta, posição direta (PD) e posição inversa (PI). O Ângulo final é dado por: 28
  • 29.
    2.3 LEITURA PELOMÉTODO DAS DIREÇÕES Visa-se o ponto à ré, na posição direta (PD), e após o ponto à vante, ainda em PD. Fixa-se o movimento geral (MGH) com a leitura que estiver no Limbo. Bascula-se a luneta (giro em torno do eixo secundário), tornando a luneta na posição inversa (PI), solta-se o parafuso do MGH e visa-se novamente o ponto à ré, agora em PI. Daí, visa-se o ponto a vante (PI). 29
  • 30.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 30
  • 31.
    3 PROCESSO DEMEDIÇÃO INDIRETA É aquele em que a medida angular entre dois alinhamentos é obtida através do ângulo de deflexão. Este é definido como o ângulo entre o prolongamento do alinhamento anterior para o alinhamento seguinte. Varia de 0° a 180°. 31
  • 32.
    3 PROCESSO DEMEDIÇÃO INDIRETA A deflexão pode ser de duas maneiras: à esquerda (de) e à direita (dd). 32
  • 33.
    3 PROCESSO DEMEDIÇÃO INDIRETA Deflexão à esquerda (de): quando o ângulo lido (flexão) for menor que 180°. de = 180° – al 33
  • 34.
    3 PROCESSO DEMEDIÇÃO INDIRETA Deflexão à direita (dd): quando o ângulo lido (flexão) for menor que 180°. dd = al – 180° 34
  • 35.
    3 PROCESSO DEMEDIÇÃO INDIRETA Pode-se fazer também, o cálculo da deflexão da seguinte forma: D (deflexão) = al – 180° Se “D” for positivo a deflexão será à direita, e se for negativo a deflexão será à esquerda. EXEMPLO: Um ângulo lido em campo foi de 175° 20’, qual o valor da deflexão informando se direita ou esquerda? R = 4° 40’ E 35
  • 36.
    3 PROCESSO DEMEDIÇÃO INDIRETA EXEMPLO: Um ângulo lido em campo foi de 175° 20’, qual o valor da deflexão informando se direita ou esquerda? R = 4° 40’ E 36
  • 37.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 1.DEFINIÇÃO 1. DEFINIÇÃO 2. PROCESSOS DE MEDIÇÃO DIRETA 2.1 Leitura Simples 2.2 Leitura por Repetição 2.3 Leitura pelo Método das Direções 3. PROCESSO DE MEDIÇÃO INDIRETA 4. CADERNETA DE CAMPO 37
  • 38.
    4. CADERNETA DECAMPO Os dados que são medidos no campo são anotados num documento específico para este fim que é a caderneta de campo. Esta, em alguns instrumentos eletrônicos, recebe o nome de coletor de dados ou caderneta eletrônica. 38
  • 39.
    4. CADERNETA DECAMPO Pode-se utilizar também uma caderneta convencional para anotações dos dados em campo. 39
  • 40.
  • 41.
    4. CADERNETA DECAMPO O ângulo lido na estação 1 foi por leitura indireta, ou seja, por deflexão e á direita. Os ângulos lidos nas estações 2 e 0 foram por processo direto e leitura simples não-zerada e zerada à ré, respectivamente. Já na estação 3, o processo foi por leitura direta pelo método das direções, numa única série. 41
  • 42.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO 5.1 Círculo Topográfico 5.2 Azimute de um Alinhamento 5.3 Rumo de um Alinhamento 5.4 Conversão de Azimute em Rumo (e Vice-Cersa) Vice-Cersa) 42
  • 43.
    5. AZIMUTE ERUMO DE UM ALINHAMENTO Todo alinhamento em topografia deve ser orientado, e uma das formas é em relação a direção Norte. Esta orientação se dá através de um ângulo entre esta direção e a do alinhamento. 43
  • 44.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO 5.1 Círculo Topográfico 5.2 Azimute de um Alinhamento 5.3 Rumo de um Alinhamento 5.4 Conversão de Azimute em Rumo (e Vice-Cersa) Vice-Cersa) 44
  • 45.
    5.1 CÍRCULO TOPOGRÁFICO De maneira similar ao ciclo trigonométrico, existe o círculo topográfico que é uma circunferência dividida em quatro partes iguais, através de um sistema de eixos cartesiano (X,Y) que se cruzam ao centro dela. Cada parte dividida é chamada de Quadrante 45
  • 46.
    5.1 CÍRCULO TOPOGRÁFICO Percebe-se, uma diferença básica entre os círculos que é a numeração dos quadrantes, uma no sentido horário e outra no sentido anti-horário. 46
  • 47.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO 5.1 Círculo Topográfico 5.2 Azimute de um Alinhamento 5.3 Rumo de um Alinhamento 5.4 Conversão de Azimute em Rumo (e Vice-Cersa) Vice-Cersa) 47
  • 48.
    5.2 AZIMUTE DEUM ALINHAMENTO É o ângulo formado entre a direção Norte (magnética, verdadeira, assumida) e o alinhamento, contado no sentido horário. Este azimute, também é conhecido por Azimute à direita. A variação angular do azimute é de 0° a 360°. 48
  • 49.
    5.2 AZIMUTE DEUM ALINHAMENTO 49
  • 50.
    5.2 AZIMUTE DEUM ALINHAMENTO -No 1º Quadrante: 0° < AZ < 90°; AZoA ϵ 1° Quadr. -No 2º Quadrante: 90° < AZ < 180°; AZoB ϵ 2° Quadr. -No 3º Quadrante: 180° < AZ < 270°; AZoC ϵ 3° Quadr. - No 4º Quadrante: 270° < AZ < 360°; AZoA ϵ 4° Quadr. 50
  • 51.
    Planimetria: Planimetria: Medição de Ângulos 5. AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO 5.1 Círculo Topográfico 5.2 Azimute de um Alinhamento 5.3 Rumo de um Alinhamento 5.4 Conversão de Azimute em Rumo (e Vice-Cersa) Vice-Cersa) 51
  • 52.
    5.3 RUMO DEUM ALINHAMENTO É o ângulo formado entre a direção Norte-Sul (magnética, verdadeira ou assumida) e o alinhamento, partindo da ponta Norte ou da ponta Sul, contado da que estiver mais próxima do alinhamento. A variação angular é de 0° a 90° 52
  • 53.
    5.3 RUMO DEUM ALINHAMENTO 53
  • 54.
    5.3 RUMO DEUM ALINHAMENTO A notação de Rumo pode ser feita das seguintes maneiras: ROB = 30° SE (mais usual) ou ROB = S 30° E (Europa e no Sudeste do Brasil). Com relação aos quadrantes, podem-se identificá-los, segundo os pontos colaterais: - No 1º Quad, R = NE; No 2º Quad. R = SE; - No 3º Quad. R = SW; No 4º Quad. R = NW. 54
  • 55.
    5.3 RUMO DEUM ALINHAMENTO O valor angular do rumo nunca ultrapassa os 90° e a sua origem está ou no Norte ou no Sul. Nunca no Leste ou Oeste. Observe-se, também, que os rumos 0A (NE) e 0C (SW), são no sentido horário. E os rumos 0B (SE) e 0D (NW), são no sentido anti- horário. 55