SlideShare uma empresa Scribd logo
Lição 02


                SEGUNDO PERÍODO:
           A IGREJA PERSEGUIDA
   da morte do apóstolo João até o Édito de
        Constantino (100 a 313 d.C ).


Fonte: História da Igreja: dos primórdios à atualidade (IBUHT)
 LEITURA BÍBLICA ~ IPe 4. 12-16

12 Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós
para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;
13 Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições
de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos
regozijeis e alegreis.
14 Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados
sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus;
quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é
glorificado.
15 Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou
malfeitor, ou como o que se intromete em negócios alheios;
16 Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes
glorifique a Deus nesta parte.                             ICMM
ESBOÇO

INTRODUÇÃO
I CAUSAS PRINCIPAIS DAS PERSEGUIÇÕES
II AS DEZ PRIMEIRAS PERSEGUIÇÕES
1. Nero; 2. Domiciano; 3. Trajano; 4. Marco Aurélio; 5.
Severo; 6. Maximino; 7. Décio; 8. Valeriano; 9. Aureliano; 10.
Diocleciano.
III APARECIMENTO DE SEITAS E HERESIAS
1. Agnosticismo; 2. Gnosticismo 3. Ebionismo.
IV OS APOLOGISTAS
1. Justino 2. Tertuliano
CONCLUSÃO
INTRODUÇÃO

O 2º e 3º séc. foram tempos de sucessivas perseguições
movidas pelos imperadores romanos. Apesar de não ser
contínua contudo se repetia, por vezes, durante anos seguidos.
Por mais de dois séculos um exército de milhares de mártires
cumpriram At 1:8 ao custo da própria vida (Fp 2:17; Hb
11:36-38). Entretanto a evangelização prosseguiu superando
todos os obstáculos, até mesmo a morte ( Ap 2:10,13 ).

A primeira geração de cristãos era tida como relacionada com
os judeus, uma seita oriunda do judaísmo que sendo esse
reconhecido como religião permitida, apesar dos judeus
viverem separados dos costumes idólatras, proporcionava
segurança aos cristãos em relação ao império.
                                                          ICMM
Essa suposta relação preservou os cristãos, por algum tempo,
da perseguição. Entretanto no ano 70 com a destruição de
Jerusalém o cristianismo ficou isolado sem nenhuma lei que
protegesse os seus seguidores.
I CAUSAS PRINCIPAIS DAS
               PERSEGUIÇÕES

 Acusações de Canibalismo,
 Incesto,
 Falta de patriotismo,
 Ódio à raça humana,
 Anti-família,
 Causa de catástrofes, pobreza e ateísmo.
 Recusa em adorar o imperador.

 Mais tarde, passaram a ser perseguidos só por terem o
nome de cristãos. 1Pe 4:16 – “mas, se sofrer como cristão, não se
envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.”  ICMM
II AS DEZ PRIMEIRAS PERSEGUIÇÕES

1. Nero, 67 d.C     2. Domiciano, 81 d.C   3. Trajano, 108 d.C




4. Marco Aurélio,        5. Severo,           6. Maximino,
162 d.C                  192 d.C              235 d.C
7. Décio, 249 d.C        8. Valeriano, 257 d.C




9. Aureliano, 274 d.C   10. Diocleciano, 303 d.C
III APARECIMENTO DE SEITAS E
                HERESIAS

1. Agnosticismo (sig. não saber)
 Nega a capacidade humana de conhecer a Deus. "A
mente finita não pode alcançar o infinito", declara o
agnóstico.
 Mas há grande diferença entre conhecer a Deus no
sentido absoluto e conhecer algumas coisas acerca de
Deus. Não podemos conhecê-lo inteira e perfeitamente;
mas podemos ter uma concepção da sua Pessoa. Podemos
tocar a terra embora não possamos envolvê-la com os
braços.
 As Escrituras baseiam-se no pensamento de que é
possível conhecer a Deus; por outra parte, elas nos avisam
que por agora "conhecemos em parte” (ICo 13.12).
2. Gnosticismo (Gr. gnosis – conhecimento)
 Márcion tenta introduzir o
gnosticismo no cristianismo em 160
d.C. O Marcionismo foi uma seita
religiosa cristã do século II. Foi uma
das primeiras a ser acusada
de heresia. (Cânon: Lc e 10 epístolas)
 Teve maior influência sobre o
cristianismo entre os anos de 135 e
200, sendo um movimento sincretista
religioso-filosófico da Antiguidade
que pretendia salvar o homem por
um conhecimento especial.
 Penetrando o cristianismo, absorveu várias de suas
doutrinas, rejeitando outras.
 Seu arcabouço doutrinário considerava a matéria
irremediavelmente má. Por isso, diziam que a humanidade de
Cristo era apenas aparente.
 Os gnósticos foram muito
combatidos pelo apóstolo João que, em
suas epístolas, fazia questão de mostrar
ser o Senhor Jesus verdadeiro homem e
verdadeiro Deus.



                            O gnosticismo visava também
                           conciliar todas as religiões,
                           unindo-as através da gnose que,
                           segundo ufanavam-se, era um
                           conhecimento mais profundo.
3. Ebionismo (do Hb. Evyonim, "pobres")
 Para os ebionitas é necessário
obedecer a todos os mandamentos da
Lei de Deus, inclusive ao
mandamento de fazer a circuncisão.
 Os gentios que se convertem a
Deus devem fazer a circuncisão, e
devem obedecer a todos os
mandamentos da Lei de Deus.
 Para os ebionitas Jesus era um simples ser humano, um
profeta. Ensinavam que por ocasião do batismo Cristo
desceu sobre Jesus, mas subiu outra vez antes da sua
crucificação. É o embrião da doutrina cristológica das
Testemunhas de Jeová.
 Negavam desta forma a divindade de Jesus.
IV OS APOLOGISTAS

1. Justino, o Mártir (100 – 165)
Um grego natural da palestina, levou
sua vida viajando como os filósofos de
então, ensinando o cristianismo como
filosofia perfeita. Foi decapitado no
ano 165 d.C.

2. Tertuliano (160 – 220)
Advogado cartaginês, já em meia idade,
convertido      ao    Cristianismo, era
portador de dons extraordinários.
Possuía pensamento agudo, linguagem
vigorosa. Em muitos escritos refutou
falsas acusações contra os cristãos e o
Cristianismo.                             ICMM
CONCLUSÃO

Vimos neste segundo momento, da história da igreja,
como se deu sua expansão, em meio as mais crueis formas
de torturas contra aqueles que professavam a fé em Cristo.

Na próxima aula estudaremos o terceiro momento da
igreja, a Igreja Imperial, momento este em que a igreja
passa de perseguida para perseguidora.
                                                      Soli Deo gloria!




                                                Ir. Adriano Pascoa
                           e-mail e msn: adrianoiuris@hotmail.com
                     Facebook: http://www.facebook.com/adrianoiuris

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

10º Aula de História da Igreja
10º Aula de História da Igreja10º Aula de História da Igreja
10º Aula de História da Igreja
Jefferson Evangelista
 
História da igreja i
História da igreja iHistória da igreja i
História da igreja i
Sérgio Miguel
 
INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA
INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIAINTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA
INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA
Francelia Carvalho Oliveira
 
Panorama da História do Cristianismo
Panorama da História do CristianismoPanorama da História do Cristianismo
Panorama da História do Cristianismo
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 
Panorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoPanorama do NT - Introdução
Panorama do NT - Introdução
Respirando Deus
 
Disciplina de Teologia do Novo Testamento
Disciplina de Teologia do Novo TestamentoDisciplina de Teologia do Novo Testamento
Disciplina de Teologia do Novo Testamento
faculdadeteologica
 
Seminário sobre a história da igreja. parte 1 a origem da igreja
Seminário sobre a história da igreja. parte 1   a origem da igrejaSeminário sobre a história da igreja. parte 1   a origem da igreja
Seminário sobre a história da igreja. parte 1 a origem da igreja
Robson Rocha
 
Lição 4 por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...
Lição 4   por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...Lição 4   por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...
Lição 4 por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...
Sergio Silva
 
A história da igreja cristã
A história da igreja cristãA história da igreja cristã
A história da igreja cristã
Filipe
 
História da Igreja #6
História da Igreja #6História da Igreja #6
História da Igreja #6
Respirando Deus
 
Teologia contemporanea
Teologia contemporaneaTeologia contemporanea
Teologia contemporanea
Antonio Rodrigues
 
Milenismo
MilenismoMilenismo
Milenismo
uriank
 
Seitas e heresias
Seitas e heresiasSeitas e heresias
Seitas e heresias
Daladier Lima
 
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Márcio Martins
 
Escatologia - um estudo introdutório
Escatologia - um estudo introdutórioEscatologia - um estudo introdutório
Escatologia - um estudo introdutório
Viva a Igreja
 
SEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANO
SEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANOSEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANO
SEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANO
Leonam dos Santos
 
Aula 1 - Apologética e suas Metodologias
Aula 1 - Apologética e suas MetodologiasAula 1 - Apologética e suas Metodologias
Aula 1 - Apologética e suas Metodologias
Gustavo Zimmermann
 
Introdução Bíblica
Introdução BíblicaIntrodução Bíblica
Introdução Bíblica
Viva a Igreja
 
14 periodo da igreja primitiva
14  periodo da igreja primitiva14  periodo da igreja primitiva
14 periodo da igreja primitiva
PIB Penha
 
Panorama do NT - João
Panorama do NT - JoãoPanorama do NT - João
Panorama do NT - João
Respirando Deus
 

Mais procurados (20)

10º Aula de História da Igreja
10º Aula de História da Igreja10º Aula de História da Igreja
10º Aula de História da Igreja
 
História da igreja i
História da igreja iHistória da igreja i
História da igreja i
 
INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA
INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIAINTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA
INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA IGREJA - CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA
 
Panorama da História do Cristianismo
Panorama da História do CristianismoPanorama da História do Cristianismo
Panorama da História do Cristianismo
 
Panorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoPanorama do NT - Introdução
Panorama do NT - Introdução
 
Disciplina de Teologia do Novo Testamento
Disciplina de Teologia do Novo TestamentoDisciplina de Teologia do Novo Testamento
Disciplina de Teologia do Novo Testamento
 
Seminário sobre a história da igreja. parte 1 a origem da igreja
Seminário sobre a história da igreja. parte 1   a origem da igrejaSeminário sobre a história da igreja. parte 1   a origem da igreja
Seminário sobre a história da igreja. parte 1 a origem da igreja
 
Lição 4 por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...
Lição 4   por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...Lição 4   por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...
Lição 4 por que estudar seitas e heresias - 2º quadrimestre 2012 - ebd - re...
 
A história da igreja cristã
A história da igreja cristãA história da igreja cristã
A história da igreja cristã
 
História da Igreja #6
História da Igreja #6História da Igreja #6
História da Igreja #6
 
Teologia contemporanea
Teologia contemporaneaTeologia contemporanea
Teologia contemporanea
 
Milenismo
MilenismoMilenismo
Milenismo
 
Seitas e heresias
Seitas e heresiasSeitas e heresias
Seitas e heresias
 
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
 
Escatologia - um estudo introdutório
Escatologia - um estudo introdutórioEscatologia - um estudo introdutório
Escatologia - um estudo introdutório
 
SEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANO
SEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANOSEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANO
SEITAS E HERESIAS - CATOLICISMO ROMANO
 
Aula 1 - Apologética e suas Metodologias
Aula 1 - Apologética e suas MetodologiasAula 1 - Apologética e suas Metodologias
Aula 1 - Apologética e suas Metodologias
 
Introdução Bíblica
Introdução BíblicaIntrodução Bíblica
Introdução Bíblica
 
14 periodo da igreja primitiva
14  periodo da igreja primitiva14  periodo da igreja primitiva
14 periodo da igreja primitiva
 
Panorama do NT - João
Panorama do NT - JoãoPanorama do NT - João
Panorama do NT - João
 

Semelhante a Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida

5 perseguições e defesa da fé-5ª aula
5  perseguições e defesa da fé-5ª aula5  perseguições e defesa da fé-5ª aula
5 perseguições e defesa da fé-5ª aula
PIB Penha
 
6- Patristica.pptx
6- Patristica.pptx6- Patristica.pptx
6- Patristica.pptx
PIB Penha - SP
 
03 ist - história da igreja i
03   ist - história da igreja i03   ist - história da igreja i
03 ist - história da igreja i
Léo Mendonça
 
Lição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristo
Lição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristoLição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristo
Lição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristo
Regio Davis
 
História da igreja antiga
História da igreja antigaHistória da igreja antiga
História da igreja antiga
Alberto Simonton
 
Como Morreram Os Apóstolos
Como  Morreram Os  ApóstolosComo  Morreram Os  Apóstolos
Como Morreram Os Apóstolos
Pastor Robson Colaço
 
LIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS
LIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOSLIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS
LIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS
Lourinaldo Serafim
 
Igreja Antiga Slides.pdf
Igreja Antiga Slides.pdfIgreja Antiga Slides.pdf
Igreja Antiga Slides.pdf
JammersonSoares2
 
Esmirna a igreja coroada
Esmirna a igreja coroadaEsmirna a igreja coroada
Esmirna a igreja coroada
AD Jardim Corisco
 
Como morrerão os apostolos
Como morrerão os apostolosComo morrerão os apostolos
Como morrerão os apostolos
Pastor Robson Colaço
 
4 história do cristianismo -4ª aula
4  história do cristianismo -4ª aula4  história do cristianismo -4ª aula
4 história do cristianismo -4ª aula
PIB Penha
 
INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!
INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!
INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!
REFORMADOR PROTESTANTE
 
O cristianismo em roma
O cristianismo em romaO cristianismo em roma
O cristianismo em roma
Ana Barreiros
 
A igreja que eu quero ser
A igreja que eu quero serA igreja que eu quero ser
A igreja que eu quero ser
Rodrigo R Passos
 
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
manoel ramos de oliveira
 
Apostila historia da igreja denise - ibadep
Apostila historia da igreja   denise - ibadepApostila historia da igreja   denise - ibadep
Apostila historia da igreja denise - ibadep
Jaqueline Dias
 
Por que o Cristianismo e a única religião verdadeira
Por que o Cristianismo e a única religião verdadeiraPor que o Cristianismo e a única religião verdadeira
Por que o Cristianismo e a única religião verdadeira
Luan Almeida
 
3 - Heresias no sec II.pptx
3 - Heresias no sec II.pptx3 - Heresias no sec II.pptx
3 - Heresias no sec II.pptx
PIB Penha - SP
 
Sinais que antecedem a vinda de cristo ilustrado
Sinais que antecedem a vinda de cristo   ilustradoSinais que antecedem a vinda de cristo   ilustrado
Sinais que antecedem a vinda de cristo ilustrado
ANTONIO CORDEIRO DA SILVA - ADORADOR
 
Lição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptx
Lição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptxLição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptx
Lição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptx
Celso Napoleon
 

Semelhante a Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida (20)

5 perseguições e defesa da fé-5ª aula
5  perseguições e defesa da fé-5ª aula5  perseguições e defesa da fé-5ª aula
5 perseguições e defesa da fé-5ª aula
 
6- Patristica.pptx
6- Patristica.pptx6- Patristica.pptx
6- Patristica.pptx
 
03 ist - história da igreja i
03   ist - história da igreja i03   ist - história da igreja i
03 ist - história da igreja i
 
Lição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristo
Lição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristoLição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristo
Lição 02 - Sinais que antecedem a volta de cristo
 
História da igreja antiga
História da igreja antigaHistória da igreja antiga
História da igreja antiga
 
Como Morreram Os Apóstolos
Como  Morreram Os  ApóstolosComo  Morreram Os  Apóstolos
Como Morreram Os Apóstolos
 
LIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS
LIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOSLIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS
LIÇÃO 8 - A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS
 
Igreja Antiga Slides.pdf
Igreja Antiga Slides.pdfIgreja Antiga Slides.pdf
Igreja Antiga Slides.pdf
 
Esmirna a igreja coroada
Esmirna a igreja coroadaEsmirna a igreja coroada
Esmirna a igreja coroada
 
Como morrerão os apostolos
Como morrerão os apostolosComo morrerão os apostolos
Como morrerão os apostolos
 
4 história do cristianismo -4ª aula
4  história do cristianismo -4ª aula4  história do cristianismo -4ª aula
4 história do cristianismo -4ª aula
 
INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!
INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!
INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!!!
 
O cristianismo em roma
O cristianismo em romaO cristianismo em roma
O cristianismo em roma
 
A igreja que eu quero ser
A igreja que eu quero serA igreja que eu quero ser
A igreja que eu quero ser
 
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
 
Apostila historia da igreja denise - ibadep
Apostila historia da igreja   denise - ibadepApostila historia da igreja   denise - ibadep
Apostila historia da igreja denise - ibadep
 
Por que o Cristianismo e a única religião verdadeira
Por que o Cristianismo e a única religião verdadeiraPor que o Cristianismo e a única religião verdadeira
Por que o Cristianismo e a única religião verdadeira
 
3 - Heresias no sec II.pptx
3 - Heresias no sec II.pptx3 - Heresias no sec II.pptx
3 - Heresias no sec II.pptx
 
Sinais que antecedem a vinda de cristo ilustrado
Sinais que antecedem a vinda de cristo   ilustradoSinais que antecedem a vinda de cristo   ilustrado
Sinais que antecedem a vinda de cristo ilustrado
 
Lição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptx
Lição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptxLição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptx
Lição 11 Missões e a Igreja Perseguida.pptx
 

Último

2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
PatriciaZanoli
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 

Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida

  • 1. Lição 02 SEGUNDO PERÍODO: A IGREJA PERSEGUIDA da morte do apóstolo João até o Édito de Constantino (100 a 313 d.C ). Fonte: História da Igreja: dos primórdios à atualidade (IBUHT)
  • 2.  LEITURA BÍBLICA ~ IPe 4. 12-16 12 Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; 13 Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. 14 Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus; quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é glorificado. 15 Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se intromete em negócios alheios; 16 Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte. ICMM
  • 3. ESBOÇO INTRODUÇÃO I CAUSAS PRINCIPAIS DAS PERSEGUIÇÕES II AS DEZ PRIMEIRAS PERSEGUIÇÕES 1. Nero; 2. Domiciano; 3. Trajano; 4. Marco Aurélio; 5. Severo; 6. Maximino; 7. Décio; 8. Valeriano; 9. Aureliano; 10. Diocleciano. III APARECIMENTO DE SEITAS E HERESIAS 1. Agnosticismo; 2. Gnosticismo 3. Ebionismo. IV OS APOLOGISTAS 1. Justino 2. Tertuliano CONCLUSÃO
  • 4. INTRODUÇÃO O 2º e 3º séc. foram tempos de sucessivas perseguições movidas pelos imperadores romanos. Apesar de não ser contínua contudo se repetia, por vezes, durante anos seguidos. Por mais de dois séculos um exército de milhares de mártires cumpriram At 1:8 ao custo da própria vida (Fp 2:17; Hb 11:36-38). Entretanto a evangelização prosseguiu superando todos os obstáculos, até mesmo a morte ( Ap 2:10,13 ). A primeira geração de cristãos era tida como relacionada com os judeus, uma seita oriunda do judaísmo que sendo esse reconhecido como religião permitida, apesar dos judeus viverem separados dos costumes idólatras, proporcionava segurança aos cristãos em relação ao império. ICMM
  • 5. Essa suposta relação preservou os cristãos, por algum tempo, da perseguição. Entretanto no ano 70 com a destruição de Jerusalém o cristianismo ficou isolado sem nenhuma lei que protegesse os seus seguidores.
  • 6. I CAUSAS PRINCIPAIS DAS PERSEGUIÇÕES  Acusações de Canibalismo,  Incesto,  Falta de patriotismo,  Ódio à raça humana,  Anti-família,  Causa de catástrofes, pobreza e ateísmo.  Recusa em adorar o imperador.  Mais tarde, passaram a ser perseguidos só por terem o nome de cristãos. 1Pe 4:16 – “mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.” ICMM
  • 7. II AS DEZ PRIMEIRAS PERSEGUIÇÕES 1. Nero, 67 d.C 2. Domiciano, 81 d.C 3. Trajano, 108 d.C 4. Marco Aurélio, 5. Severo, 6. Maximino, 162 d.C 192 d.C 235 d.C
  • 8. 7. Décio, 249 d.C 8. Valeriano, 257 d.C 9. Aureliano, 274 d.C 10. Diocleciano, 303 d.C
  • 9. III APARECIMENTO DE SEITAS E HERESIAS 1. Agnosticismo (sig. não saber)  Nega a capacidade humana de conhecer a Deus. "A mente finita não pode alcançar o infinito", declara o agnóstico.  Mas há grande diferença entre conhecer a Deus no sentido absoluto e conhecer algumas coisas acerca de Deus. Não podemos conhecê-lo inteira e perfeitamente; mas podemos ter uma concepção da sua Pessoa. Podemos tocar a terra embora não possamos envolvê-la com os braços.  As Escrituras baseiam-se no pensamento de que é possível conhecer a Deus; por outra parte, elas nos avisam que por agora "conhecemos em parte” (ICo 13.12).
  • 10. 2. Gnosticismo (Gr. gnosis – conhecimento)  Márcion tenta introduzir o gnosticismo no cristianismo em 160 d.C. O Marcionismo foi uma seita religiosa cristã do século II. Foi uma das primeiras a ser acusada de heresia. (Cânon: Lc e 10 epístolas)  Teve maior influência sobre o cristianismo entre os anos de 135 e 200, sendo um movimento sincretista religioso-filosófico da Antiguidade que pretendia salvar o homem por um conhecimento especial.  Penetrando o cristianismo, absorveu várias de suas doutrinas, rejeitando outras.
  • 11.  Seu arcabouço doutrinário considerava a matéria irremediavelmente má. Por isso, diziam que a humanidade de Cristo era apenas aparente.  Os gnósticos foram muito combatidos pelo apóstolo João que, em suas epístolas, fazia questão de mostrar ser o Senhor Jesus verdadeiro homem e verdadeiro Deus.  O gnosticismo visava também conciliar todas as religiões, unindo-as através da gnose que, segundo ufanavam-se, era um conhecimento mais profundo.
  • 12.
  • 13. 3. Ebionismo (do Hb. Evyonim, "pobres")  Para os ebionitas é necessário obedecer a todos os mandamentos da Lei de Deus, inclusive ao mandamento de fazer a circuncisão.  Os gentios que se convertem a Deus devem fazer a circuncisão, e devem obedecer a todos os mandamentos da Lei de Deus.  Para os ebionitas Jesus era um simples ser humano, um profeta. Ensinavam que por ocasião do batismo Cristo desceu sobre Jesus, mas subiu outra vez antes da sua crucificação. É o embrião da doutrina cristológica das Testemunhas de Jeová.  Negavam desta forma a divindade de Jesus.
  • 14.
  • 15. IV OS APOLOGISTAS 1. Justino, o Mártir (100 – 165) Um grego natural da palestina, levou sua vida viajando como os filósofos de então, ensinando o cristianismo como filosofia perfeita. Foi decapitado no ano 165 d.C. 2. Tertuliano (160 – 220) Advogado cartaginês, já em meia idade, convertido ao Cristianismo, era portador de dons extraordinários. Possuía pensamento agudo, linguagem vigorosa. Em muitos escritos refutou falsas acusações contra os cristãos e o Cristianismo. ICMM
  • 16. CONCLUSÃO Vimos neste segundo momento, da história da igreja, como se deu sua expansão, em meio as mais crueis formas de torturas contra aqueles que professavam a fé em Cristo. Na próxima aula estudaremos o terceiro momento da igreja, a Igreja Imperial, momento este em que a igreja passa de perseguida para perseguidora. Soli Deo gloria! Ir. Adriano Pascoa e-mail e msn: adrianoiuris@hotmail.com Facebook: http://www.facebook.com/adrianoiuris