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Conhecendo a força que
estimula o comportamento
das pessoas.
"Merecem louvor os homens que em si
mesmos encontraram o impulso, e subiram
nos seus próprios ombros.”
Séneca
Olá pessoal,
na aula de hoje, vamos
falar sobre motivação...
E aí, me respondam vocês
estão motivados, para
iniciar esse estudo?
Veja a seguir quais são
os objetivos da nossa
aula de hoje:
Conhecer as
principais teorias
motivacionais.
Mostrar a importância
da motivação no
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organizacional.
Compreender a
diferença entre a
motivação intrínseca
e extrínseca.
Então vamos lá...
Todo ser humano
necessita de um motivo
para desenvolver e
desempenhar qualquer
tipo de ação ou atividade.
A motivação pode ser
definida como um desejo de
se exercer altos níveis de
esforço em direção a
determinados objetivos,
organizacionais ou pessoais,
condicionados pela
capacidade de satisfazer
algumas necessidades
individuais.
Vamos apresentar agora os
tipos de motivação:
Existem dois tipos de
motivação:
•A motivação extrínseca refere-se a
uma valorização que vem do meio
externo: pode ser um elogio de um
colega, o reconhecimento do chefe.
Extrínseca
•A motivação intrínseca refere-se a um
reconhecimento e uma valorização
interna do próprio indivíduo está
relacionada à satisfação pessoal em
alcançar um objetivo pretendido.
Intrínseca
Agora que você já conhece os
dois tipos de motivação,
vamos ver algumas das
principais teorias
motivacionais:
A primeira teoria que
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Maslow, conhecida como uma
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motivacionais.
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Abraham Maslow, psicólogo americano
considerado o pai da teoria da
motivação e autor da famosa pirâmide
das necessidades que leva o seu nome.
Durante a II Guerra Mundial, e perante
uma situação internacional bastante
conflituosa, Maslow desenvolveu sua
obra sobre a teoria da motivação
humana. As suas questões-chave eram:
o que é que as pessoas pretendem da
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serem felizes? O que é que faz com que
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Essa aí, é a pirâmide
de Maslow
Segundo Maslow, as necessidades
dos seres humanos obedecem a
uma hierarquia, ou seja, uma
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momento em que o indivíduo
realiza uma necessidade, surge
outra em seu lugar, exigindo
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meios para satisfazê-la.
O comportamento humano, neste
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próprio Taylor, quando enunciava os
princípios da Administração Científica.
A diferença entre Taylor e Maslow é
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necessidades básicas como elemento
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Herzberg desenvolveu sua teoria
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que causavam satisfação estavam
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fatores motivadores. Mas, também
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insatisfação, como o tipo de
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condições do ambiente de trabalho e
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motivacionais estão sob controle do
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responsabilidades e desafios;Teoria Y
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Para saber um pouco mais
sobre a “Teoria X e a Teoria Y”
e seu autor:
Notamos que, em determinadas
empresas que adotam a teoria X,
muito embora as mesmas
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muitas empresas alcançam
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Agora, vamos falar sobre
autoestima e compreender a
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Autoestima é a capacidade
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E consequentemente quanto mais
nossa autoestima estiver abalada,
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Veja a seguir algumas dicas
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autoestima:
1º
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acerca de si. Comece a pensar nas
suas qualidades e nos aspectos
positivos que superam as partes
negativas. Todas as noites enumere
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muito bom. Isto irá reforçar a sua
imagem perante si mesmo e,
consequentemente, a sua
autoestima.
2º
Não tente atingir a perfeição,
concentre-se antes em atingir
seus objetivos. Há quem fique
paralisado na busca da perfeição
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3º
Encare os erros como
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normais, porque muitas pessoas
os cometem. Errar também faz
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crescimento pessoal.
4º
Experimente novas atividades e
novas abordagens para
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que aprende.
5º
Conheça os seus limites, aquilo
que consegue mudar e aquilo
que não consegue mudar e que
tem de aceitar. Se estiver infeliz
com suas características físicas
como seu peso e sua aparência,
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aceite que é assim e mude a
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6º
Pratique atividades físicas. Elas
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se sentir melhor.
Agora, leia a história a
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E aqui chegamos ao fim de mais
uma aula e também ao final de
nosso curso, espero que tenha
gostado de tudo que viu e ouviu
e aprendido um pouco com as
nossas aulas.
Não esqueça de acessar o
ambiente e cumprir as últimas
atividades do curso.
Desejamos a você muita sorte
nessa nova etapa que você está
prestes a iniciar. Espero que
lembre de algumas coisas que
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em algum momento.
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1.) Dados os fatores motivadores e as imagens
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Atividades
2.) Relacione alguns fatores que você considera
como motivadores para sua vida.
3.) Leia reflita e comente a história relatada no
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teorias motivacionais apresentadas nessa aula.
Luiz Ricardo Siles
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Aula 16 Motivação

  • 1. Conhecendo a força que estimula o comportamento das pessoas.
  • 2. "Merecem louvor os homens que em si mesmos encontraram o impulso, e subiram nos seus próprios ombros.” Séneca
  • 3. Olá pessoal, na aula de hoje, vamos falar sobre motivação... E aí, me respondam vocês estão motivados, para iniciar esse estudo?
  • 4. Veja a seguir quais são os objetivos da nossa aula de hoje:
  • 6. Mostrar a importância da motivação no contexto organizacional.
  • 7. Compreender a diferença entre a motivação intrínseca e extrínseca.
  • 9. Todo ser humano necessita de um motivo para desenvolver e desempenhar qualquer tipo de ação ou atividade.
  • 10. A motivação pode ser definida como um desejo de se exercer altos níveis de esforço em direção a determinados objetivos, organizacionais ou pessoais, condicionados pela capacidade de satisfazer algumas necessidades individuais.
  • 11. Vamos apresentar agora os tipos de motivação:
  • 12. Existem dois tipos de motivação: •A motivação extrínseca refere-se a uma valorização que vem do meio externo: pode ser um elogio de um colega, o reconhecimento do chefe. Extrínseca •A motivação intrínseca refere-se a um reconhecimento e uma valorização interna do próprio indivíduo está relacionada à satisfação pessoal em alcançar um objetivo pretendido. Intrínseca
  • 13. Agora que você já conhece os dois tipos de motivação, vamos ver algumas das principais teorias motivacionais:
  • 14. A primeira teoria que mencionaremos é a teoria de Maslow, conhecida como uma das mais importantes teorias motivacionais.
  • 15. Antes porém vamos conhecer um pouco seu autor.
  • 16. Abraham Maslow, psicólogo americano considerado o pai da teoria da motivação e autor da famosa pirâmide das necessidades que leva o seu nome. Durante a II Guerra Mundial, e perante uma situação internacional bastante conflituosa, Maslow desenvolveu sua obra sobre a teoria da motivação humana. As suas questões-chave eram: o que é que as pessoas pretendem da vida? De que é que necessitam para serem felizes? O que é que faz com que procurem certos objetivos?
  • 17. Essa aí, é a pirâmide de Maslow
  • 18. Segundo Maslow, as necessidades dos seres humanos obedecem a uma hierarquia, ou seja, uma escala de valores a serem transpostos. Isto significa que no momento em que o indivíduo realiza uma necessidade, surge outra em seu lugar, exigindo sempre que as pessoas busquem meios para satisfazê-la.
  • 19. O comportamento humano, neste contexto, foi objeto de análise pelo próprio Taylor, quando enunciava os princípios da Administração Científica. A diferença entre Taylor e Maslow é que o primeiro somente enxergou as necessidades básicas como elemento motivacional, enquanto o segundo percebeu que o indivíduo não sente única e exclusivamente necessidade financeira.
  • 20. Conheça mais sobre a Teoria de Maslow.
  • 21. Vejamos agora uma outra teoria motivacional bastante famosa. Também conhecida como teoria dos dois fatores de Frederick Herzberg
  • 22. Herzberg desenvolveu sua teoria com base em entrevistas feitas com 200 engenheiros e contadores da indústria de Pittsburgh. Sua pesquisa procurava identificar quais as consequências de determinados tipos de comportamento na vida profissional dos entrevistados, visando determinar os fatores que os levaram a se sentirem excepcionalmente felizes e aqueles que os fizeram sentir-se infelizes na situação de trabalho.
  • 23. Ele verificou que alguns fatores que causavam satisfação estavam relacionados à própria tarefa, as relações do homem com o que ele faz, o reconhecimento pela realização da tarefa, a natureza da tarefa, responsabilidade, promoção profissional e capacidade de melhor executar o serviço.
  • 24. Esses fatores, Herzberg denominou de fatores motivadores. Mas, também constatou alguns fatores que causam insatisfação, como o tipo de supervisão recebida no trabalho, a natureza das relações interpessoais, condições do ambiente de trabalho e até mesmo o próprio salário recebido pelo trabalhador. Esses fatores foram chamados de fatores higiênicos, porque criam as condições básicas para que o indivíduo possa trabalhar.
  • 25. • Ou fatores extrínsecos, pois se localizam no ambiente que rodeia as pessoas e abrange as condições dentro das quais elas desempenham seu trabalho. Fatores Higiênicos: •Ou fatores intrínsecos, pois estão relacionados com a natureza das tarefas que o indivíduo executa. Assim sendo, os fatores motivacionais estão sob controle do indivíduo pois estão relacionados com aquilo que ele faz e desempenha. Fatores Motivacionais:
  • 26. Conheça melhor a teoria de Frederick Herzberg
  • 27. Vamos ver agora a terceira teoria motivacional, a “Teoria X e Teoria Y de Douglas McGregor”.
  • 28. As teorias X e Y, desenvolvidas na década de 50, por Douglas McGregor, mostram a possibilidade de duas formas de gerenciar a produtividade humana dentro das organizações.
  • 29. •As pessoas são preguiçosas e indolentes; •As pessoas evitam o trabalho;Teoria X •As pessoas evitam a responsabilidade, a fim de se sentirem mais seguras;Teoria X •As pessoas precisam ser controladas e dirigidas; •As pessoas são ingênuas e sem iniciativa. Teoria X
  • 30. •As pessoas são esforçadas e gostam de ter responsabilidades; •O trabalho é uma atividade tão natural como brincar ou descansar; Teoria Y •As pessoas procuram e aceitam responsabilidades e desafios;Teoria Y •As pessoas podem ser automotivadas e autodirigidas; •As pessoas são criativas e competentes. Teoria Y
  • 31. Para saber um pouco mais sobre a “Teoria X e a Teoria Y” e seu autor:
  • 32. Notamos que, em determinadas empresas que adotam a teoria X, muito embora as mesmas alcancem alguns objetivos, os níveis de satisfação de seus colaboradores ficam seriamente comprometidos.
  • 33. Não podemos confundir a teoria Y com liberdade excessiva ou falta de controle nas organizações.
  • 34. A teoria é uma forma diferenciada de administrar os recursos humanos dentro do ambiente organizacional e muitas empresas alcançam grandes êxitos com ela.
  • 35. Agora, vamos falar sobre autoestima e compreender a sua relação com a motivação:
  • 36. Autoestima é a capacidade de sentirmos a vida e estarmos de bem com ela.
  • 37. Quanto maior a nossa autoestima, maior é a nossa vontade de crescer, não necessariamente no sentido profissional ou financeiro, mas dentro daquilo que esperamos viver durante nossa vida. E consequentemente quanto mais nossa autoestima estiver abalada, menos desejamos fazer, sendo assim, realizaremos menos também.
  • 38. Veja a seguir algumas dicas para melhorar a sua autoestima:
  • 39. 1º Pare de ter pensamentos negativos acerca de si. Comece a pensar nas suas qualidades e nos aspectos positivos que superam as partes negativas. Todas as noites enumere algumas das coisas em que você é muito bom. Isto irá reforçar a sua imagem perante si mesmo e, consequentemente, a sua autoestima.
  • 40. 2º Não tente atingir a perfeição, concentre-se antes em atingir seus objetivos. Há quem fique paralisado na busca da perfeição e não faz nada na vida. Não deixe que isto lhe aconteça.
  • 41. 3º Encare os erros como oportunidades para aprender. Aceite os seus erros como normais, porque muitas pessoas os cometem. Errar também faz parte da aprendizagem e do crescimento pessoal.
  • 42. 4º Experimente novas atividades e novas abordagens para enfrentar os antigos problemas. Tenha orgulho nas coisas novas que aprende.
  • 43. 5º Conheça os seus limites, aquilo que consegue mudar e aquilo que não consegue mudar e que tem de aceitar. Se estiver infeliz com suas características físicas como seu peso e sua aparência, mude-a para melhorar. Se, se trata de alguma coisa que não pode mudar como sua altura, aceite que é assim e mude a forma como olha para si mesmo.
  • 44. 6º Pratique atividades físicas. Elas te ajudarão a se compreender e se sentir melhor.
  • 45. Agora, leia a história a seguir:
  • 46. E aqui chegamos ao fim de mais uma aula e também ao final de nosso curso, espero que tenha gostado de tudo que viu e ouviu e aprendido um pouco com as nossas aulas.
  • 47. Não esqueça de acessar o ambiente e cumprir as últimas atividades do curso.
  • 48. Desejamos a você muita sorte nessa nova etapa que você está prestes a iniciar. Espero que lembre de algumas coisas que falamos em nossas aulas, pois com certeza irá precisar delas em algum momento.
  • 49. Atividades 1.) Dados os fatores motivadores e as imagens abaixo; classifique-os (E) motivação Extrínseca e (I) motivação intrínseca. A. ( ) B. ( ) C. ( ) D. ( )
  • 50. Atividades 2.) Relacione alguns fatores que você considera como motivadores para sua vida. 3.) Leia reflita e comente a história relatada no texto, relacionando algumas lições que podemos aprender com ela. E fazendo uma relação com as teorias motivacionais apresentadas nessa aula.
  • 51. Luiz Ricardo Siles RASC – Recuperação e Assistência Cristã

Notas do Editor

  1. http://www.aaafaap.org.br/netmail/sabe_se_promov.htm
  2. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  3. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  4. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  5. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  6. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  7. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  8. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  9. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  10. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  11. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  12. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  13. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  14. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  15. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  16. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  17. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  18. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  19. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
  20. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf
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  26. http://www.erudito.fea.usp.br/PortalFEA/repositorio/157/documentos/ead610/apresentacoes/cap12/cap12_t07.swf