SlideShare uma empresa Scribd logo
Professora Sílvia Cláudia Marques Lima
• DEFINIÇÃO: A resenha – também conhecida como crítica – é um texto
geralmente jornalístico, de opinião, que procura fazer uma avaliação
elogiosa, construtiva ou negativa de um objeto sociocultural, como um
show, um DVD, um filme, um espetáculo, um livro, etc.
• Sua estrutura divide-se em duas partes, sendo a primeira um pequeno
resumo ou visão geral do autor do objeto avaliado. Na segunda
parte, o resenhista desfila sua crítica, com critério e impessoalidade.
CONCEITO DE RESENHA
RESENHA - TIPOLOGIA
• Informativa ou descritiva: apenas expõe o conteúdo do texto. O
enfoque está na obra. O resenhista não aprofunda a análise do texto,
limitando-se a narrar a estrutura do mesmo.
Crítica: expõe o conteúdo e tece uma
análise profunda do pensamento
teórico do autor.
Faz relação do conteúdo do texto
com a produção teórica da área.
Explicita juízo de valor sobre a
qualidade do texto.
Crítico-informativa: Apresenta a obra ao mesmo tempo tecendo
comentários críticos sobre esta.
Requisitos Básicos
Salvador (1979, p. 139) aponta alguns requisitos para a
elaboração de uma resenha:
a) Conhecimento completo da obra;
b) Competência na matéria;
c) Capacidade de juízo de valor;
d) Fidelidade ao pensamento do autor.
RESENHA DE TEXTO
Objetivo: elaborar comentários sobre um texto para publicação ou
divulgação.
Formatação: A resenha inicia-se com a abertura de um cabeçalho onde
transcreve-se os dados bibliográficos completos da obra resenhada.
Estrutura da resenha:
 Introdução – Exposição sintética do conteúdo do texto.
Apresentação de sua estrutura.
 Desenvolvimento – Análise temática. Apresenta ideias principais,
argumentos, etc.
 Conclusão – Comentário sobre o texto. Faz-se uma avaliação da
obra que se resenhou.
Modelo de Resenha
AUTOR (SOBRENOME);
Nome. Título da Obra; n da edição; local de edição; editora e ano de
publicação.
Credenciais do autor:
Quem é? Títulos. De onde é? Onde faz pesquisa? Onde leciona? O que
publicou? Qual sua área/linha de pesquisa?
Resumo da obra: De que trata a obra? Qual sua característica principal?
Qual a perspectiva de tratamento do tema? Qual o problema focalizado?
Qual o objetivo do autor? Descrição do conteúdo.
ASPECTOS QUE
PODEM SER
ANALISADOS
Resenha Crítica
Apreciação do resenhista:
 Qual a contribuição da obra para a área?
 Qual sua coerência interna?
 Qual a originalidade do texto?
 Qual o alcance do texto?
 Qual a relevância do texto?
 A conclusão está apoiada em argumentos/fatos?
Indicações do Resenhista
 A quem é dirigida a obra? Exige conhecimento mais aprofundado do
assunto? Linguagem é acessível?
1° parágrafo: cabeçalho (Informações técnicas da obra: Título, autor ou diretor,
editora, cidade, duração p/ filme );
2° parágrafo- resumo da obra:
3°, 4°, 5°... parágrafos- analisando: (Cada item em um parágrafo diferente)
• Identificar os pontos positivos e negativos da obra;
• Como é a linguagem empregada e que tipo de público deseja atingir?
• Quais os pontos que mais chamaram sua atenção; quê?
• Qual o contexto histórico e social abordado; mesmo autor);
• Quais as mensagens subliminares;
Exercitando...
 O Diário de uma garota (Record, Maria Julieta Drummond de
Andrade) consiste em um texto que comove de tão bonito. Nele o leitor encontra o
registro amoroso e miúdo dos pequenos nadas que preencheram os dias de uma
adolescente em férias, no verão antigo de 41 para 42.

Acabados os exames, Maria Julieta começa seu diário, anotado em um
caderno de capa dura que ela ganha já usado até a página 49. É a partir daí que o
espaço é todo da menina, que se propõe a registrar nele os principais
acontecimentos destas férias para mais tarde recordar coisas já esquecidas.
 O resultado final dá conta plena do recado e ultrapassa em muito a
proclamada modéstia do texto que, ao ser concebido, tinha como destinatária
única a mãe da autora, a quem o caderno deveria ser entregue quando acabado.
 E quais foram os afazeres de Maria Julieta naquele longínquo verão?
Foram muitos, pontilhados de muita comilança e de muita leitura:
cinema, doce-de-leite, novena, o Tico-Tico, doce-de-banana, teatrinho,
visita, picolés, missa, rosca, cinema de novo, sapatos novos de camurça
branca, o Cruzeiro, bem-casados, romances franceses, comunhão,
recorte de gravuras, espiar casamentos, bolinho de legumes, festas de
aniversário, Missa do galo, carta para a família, dor-de-barriga, desenho
de aquarela, mingau, indigestão ... Tudo parecia pouco para encher os
dias de uma garota carioca em férias mineiras, das quais regressa
sozinha, de avião.
Tantas e tão preciosas evocações resgatam do esquecimento um modo de
vida que é hoje apenas um dolorido retrato na parede. Retrato, entretanto, que,
graças à arte de Julieta, escapa da moldura, ganha movimentos, cheiros, risos e
vida.
O livro, no entanto, guarda ainda outras riquezas: por exemplo, o tom
autêntico de sua linguagem, que, se comprometeu sua autora, evita as pompas,
guarda, no entanto, o sotaque antigo do tempo em que os adolescentes que
faziam diários dominavam os pronomes cujo / a / os / as, conheciam a
impessoalidade do verbo haver no sentido de existir e empregavam, sem
pestanejar, o mais-que-perfeito do indicativo quando de direito ...
Outra e não menor riqueza do livro é o acerto de seu projeto
gráfico, aos cuidados de Raquel Braga. Aproveitando para
ilustração recortes que Maria Julieta pregava em seu diário e
reproduzindo na capa do livro a capa marmorizada do caderno,
com sua lombada e cantoneiras imitando couro, o resultado é um
trabalho em que forma e conteúdo se casam tão bem casados
que este Diário de uma garota acaba constituindo uma grande
festa para seus leitores.
 Marisa Lajolo - Jornal da Tarde, 18 jan. 1986.
 O texto é uma resenha crítica, pois nele a resenhadora apresenta
um breve resumo da obra, mas também faz uma apreciação do
seu valor (exemplo, 1º período do 1º parágrafo, 3º parágrafo).
Ao comentar a linguagem do livro (6º parágrafo), emite um juízo de
valor sobre ela, estabelecendo um paralelo entre os adolescentes
da década de 40 e os de hoje do ponto de vista da capacidade de
se expressar por escrito. No último parágrafo comenta o projeto
gráfico da obra e faz uma apreciação a respeito dele.
Resumo X Resenha
São Iguais?
RESUMO
• É uma apresentação sintética e seletiva das ideias de um
texto, ressaltando a progressão e articulação delas. Nele deve
aparecer as principais ideias do autor no texto (Medeiros, 2005).
• O resumo tem por objetivo dar uma visão rápida ao leitor, para
que ele possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto
inteiro.
Características do Resumo
• Redigido em linguagem objetiva;
• Não há repetição de frases inteiras do original;
• Respeita a ordem em que as ideias ou fatos são apresentados.
Atenção: Não apresenta juízo de valor
RESENHA
 Também chamada de recensão ou análise bibliográfica.
 É um tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite
comentários e opiniões, incluindo julgamento de valor, comparações
com outras obras da mesma área e avaliação da obra (Andrade apud
Medeiros, 2005);
 É uma síntese (não é resumo) ou comentário de obras
publicadas.
 Compreender as partes essenciais do texto
1º. Leia o texto inteiro ininterruptamente e responda: do que o
texto trata?
2º. Releia o texto e compreenda melhor o significado das
palavras difíceis. Recorra ao dicionário se necessário.
 Identifique o sentido de frases mais complexas;
 Faça um glossário do texto para agilizar sua leitura;
 Estabeleça a progressão em que as partes do texto se
sucedem
 A correlação entre cada uma dessas partes
PASSOS PARA ELABORAR UM RESUMO:
Exercitando a Resenha...
1001 discos para ouvir antes de morrer
Livro compensa pela ampla seleção, que vai do glam ao synth-pop
O nome do livro não é dos mais surpreendentes. 1001 Discos
Para Ouvir Antes de Morrer, catatau de 960 páginas, entra na esteira de
publicações que elegem os melhores filmes para assistir e lugares para
conhecer antes de bater as botas. Apesar do nome inspirar certa
desconfiança, a proposta é honesta: reunir 90 críticos e jornalistas
musicais para peneirar os lançamentos essenciais da música nos últimos
50 anos. O livro foi lançado no Brasil pela Sextante, em tradução para o
português de Portugal, e tem edição geral de Robert Dimery.
• O tratamento gráfico é vistoso, bem caprichado. A capa é
ilustrada com uma foto de Sid Vicious - ex-baixista dos Sex Pistols
- em um de seus arroubos de estrelismo, e as páginas internas
são recheadas por imagens de discos e de artistas fazendo poses.
• A divisão do livro é feita por décadas, e cada início de capítulo traz
pequenas pílulas de contextualização história, informando alguns dos principais
acontecimentos daqueles anos. Assim como toda lista de melhores filmes
sempre trará Cidadão Kane no topo, espere muitas obviedades, como uma
overdose de Beatles, Radiohead e a presença de brasileiros como Caetano
Veloso e Mutantes. Mas num geral, a coletânea é coerente e equilibrada,
lembrando o trabalho de gente como o Einsturzende Neubaten e Missy Elliot, por
exemplo.
O PIANISTA
Baseado em fatos reais, O Pianista, filme escrito e dirigido pelo cineasta Roman
Polanski, narra a história de um pianista polonês judeu que, contando com a sorte, por
meio de uma série de coincidências e com muita obstinação, consegue sobreviver ao
massacre de seu povo pelos alemães, nos guetos e nas ruas de Varsóvia, durante a 2ª
Grande Guerra.
O que faz dessa película especial está na abordagem peculiar de situar a crueldade
de determinadas cenas. Momentos em que a condição de violência e humilhação a
qual o povo judeu fora submetido. Retratada de forma tão direta e crua. Tamanha
crueldade filmada por Polanski parece não está em um contexto cinematográfico.
Como se não tivesse sido preparada. A cena é seca, surpreendente, naturalizada, sem
propósito, conforme o fora concebida e implementada pelos nazistas.
O PIANISTA
Em um primeiro momento, a abordagem coletiva, engloba o drama geral para a
população de judeus; nos dois terços finais, o diretor desloca o centro para um
drama individual, em que se assiste abismado um ser humano se tornar um farrapo,
representado pelo ator Adrien Brody. O personagem busca sobreviver àquela
insensata perseguição.
Entretanto, o personagem central assume uma posição dúbia: mesmo
indignado, abandona lutas coletivas de resistência. Tenta uma sua saída e de sua
família, no entando os seus morrem nos campos de concentração. Não há como
culpar as opções individuais em meio ao caos. Polanski não instaura um relativismo
de isenção absoluta. Deixa dúvidas sobre as possibilidades de julgar as opções
subjetivas em meio a tamanho conflito social.
O conflito entre a arte e a guerra surge de forma esplêndida.
O pianista utiliza sua notoriedade artística para estabelecer uma rede
de solidariedades que o ajudaram enquanto foi possível.
Há duas cenas centrais, no que se refere ao papel da arte: um
momento em que o ator protagonista toca imaginariamente um
piano, já que deveria se manter em silêncio. A segunda quando ao
tocar piano para o oficial alemão, como se sua arte estivesse no
último recôndito de dignidade. A arte, em última instância, revela-se
o baluarte da dignidade humana.
O PIANISTA
O ponto central na abordagem do diretor consite no fato de que, mesmo com
um final esperado (o “herói” se salva). As questões que permeiam o filme não
encontram respostas lineares e fáceis, instando a sociedade a pensar nos
caminhos possíveis para evitar os conflitos de guerra, que acabam por instaurar
a irracionalidade, tornar as pessoas não em humanos, mas em bichos em busca
da sobrevivência.
Enfim, O Pianista, aborda a coragem de reler feridas já tão remexidas, com
originalidade, profundidade e veemência. Esse filme constitui um alerta e um
épico de esperança para que a humanidade não se esqueça que em uma guerra
são pessoas comuns que perdem suas vidas. Humanos inocentes dos ardis de
poderosos e seus projetos de controle mundial.
O PIANISTA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
ISJ
 
Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto
Cláudia Heloísa
 
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURAAULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
Marcelo Cordeiro Souza
 
Resenha de filme pdf
Resenha de filme   pdfResenha de filme   pdf
Resenha de filme pdf
familiaestagio
 
A primeira página do jornal
A primeira página do jornalA primeira página do jornal
A primeira página do jornal
ma.no.el.ne.ves
 
O gênero textual entrevista
O gênero textual   entrevistaO gênero textual   entrevista
O gênero textual entrevista
Renally Arruda
 
Produção de Texto
Produção de TextoProdução de Texto
Produção de Texto
Editora Moderna
 
Passos para a redação do enem
Passos para a redação do enemPassos para a redação do enem
Passos para a redação do enem
Luciene Gomes
 
Conto
ContoConto
Crônica
CrônicaCrônica
Crônica
Valeria Nunes
 
Como elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenhaComo elaborar uma resenha
Aula 9. modelo de plano de aula
Aula 9. modelo de plano de aulaAula 9. modelo de plano de aula
Aula 9. modelo de plano de aula
Karlla Costa
 
Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos
Professor Rômulo Viana
 
Gêneros textuais
Gêneros textuaisGêneros textuais
Gêneros textuais
leticiararek
 
Gênero notícia
Gênero notíciaGênero notícia
Gênero notícia
Joyce Micielle
 
Notícia gênero textual
Notícia gênero textualNotícia gênero textual
Notícia gênero textual
Ana Lúcia Moura Neves
 
Cordel
CordelCordel
Modelo slide para apresentação do artigo
Modelo   slide para apresentação do artigoModelo   slide para apresentação do artigo
Modelo slide para apresentação do artigo
Adelmo Bicalho
 
SLIDES – TIRINHAS.
SLIDES – TIRINHAS.SLIDES – TIRINHAS.
SLIDES – TIRINHAS.
Tissiane Gomes
 
Modelo de artigo cientifico
Modelo de artigo cientificoModelo de artigo cientifico

Mais procurados (20)

Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
 
Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto Interpretação e Compreensão de Texto
Interpretação e Compreensão de Texto
 
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURAAULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
 
Resenha de filme pdf
Resenha de filme   pdfResenha de filme   pdf
Resenha de filme pdf
 
A primeira página do jornal
A primeira página do jornalA primeira página do jornal
A primeira página do jornal
 
O gênero textual entrevista
O gênero textual   entrevistaO gênero textual   entrevista
O gênero textual entrevista
 
Produção de Texto
Produção de TextoProdução de Texto
Produção de Texto
 
Passos para a redação do enem
Passos para a redação do enemPassos para a redação do enem
Passos para a redação do enem
 
Conto
ContoConto
Conto
 
Crônica
CrônicaCrônica
Crônica
 
Como elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenhaComo elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenha
 
Aula 9. modelo de plano de aula
Aula 9. modelo de plano de aulaAula 9. modelo de plano de aula
Aula 9. modelo de plano de aula
 
Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos Compreensão e Interpretação de Textos
Compreensão e Interpretação de Textos
 
Gêneros textuais
Gêneros textuaisGêneros textuais
Gêneros textuais
 
Gênero notícia
Gênero notíciaGênero notícia
Gênero notícia
 
Notícia gênero textual
Notícia gênero textualNotícia gênero textual
Notícia gênero textual
 
Cordel
CordelCordel
Cordel
 
Modelo slide para apresentação do artigo
Modelo   slide para apresentação do artigoModelo   slide para apresentação do artigo
Modelo slide para apresentação do artigo
 
SLIDES – TIRINHAS.
SLIDES – TIRINHAS.SLIDES – TIRINHAS.
SLIDES – TIRINHAS.
 
Modelo de artigo cientifico
Modelo de artigo cientificoModelo de artigo cientifico
Modelo de artigo cientifico
 

Destaque

EXEMPLO DE RESENHA CRITICA
EXEMPLO DE RESENHA CRITICAEXEMPLO DE RESENHA CRITICA
EXEMPLO DE RESENHA CRITICA
Larissa Gomes
 
Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.
Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.
Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.
Ianna Rolim
 
Como Elaborar Um Projeto De Pesquisa
Como Elaborar Um Projeto De PesquisaComo Elaborar Um Projeto De Pesquisa
Como Elaborar Um Projeto De Pesquisa
mauricio aquino
 
1 resenha filme black
1 resenha filme black1 resenha filme black
1 resenha filme black
mariamaricota1
 
Como fazer uma boa pesquisa ?
Como fazer uma boa pesquisa ?Como fazer uma boa pesquisa ?
Como fazer uma boa pesquisa ?
Felipe Cataldo
 
Como fazer uma resenha abnt
Como fazer uma resenha abntComo fazer uma resenha abnt
Como fazer uma resenha abnt
Jose Gomes DE Abreu
 
Modelo de fichamento
Modelo de fichamentoModelo de fichamento
Modelo de fichamento
Juliana Fonseca Duarte
 
Sequencia didática sobre texto publicitário interface de arte com língua po...
Sequencia didática sobre texto publicitário   interface de arte com língua po...Sequencia didática sobre texto publicitário   interface de arte com língua po...
Sequencia didática sobre texto publicitário interface de arte com língua po...
Fabiola Oliveira
 
Exemplo de Capa e contra capa
Exemplo de Capa e contra capaExemplo de Capa e contra capa
Exemplo de Capa e contra capa
Fulgêncio Artur
 
Passo a passo da resenha crítica
Passo a passo da resenha críticaPasso a passo da resenha crítica
Passo a passo da resenha crítica
Jazon Pereira
 
Resenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacional
Resenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacionalResenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacional
Resenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacional
Willian Fellipe
 
Resenha pronta
Resenha prontaResenha pronta
Resenha pronta
familiaestagio
 
Exemplo paper 2012
Exemplo paper 2012Exemplo paper 2012
Exemplo paper 2012
Gabriel de Oliveira
 
Texto de Apreciação Crítica
Texto de Apreciação CríticaTexto de Apreciação Crítica
Texto de Apreciação Crítica
Vanda Sousa
 
Vários tipos de cartazes
Vários tipos de cartazesVários tipos de cartazes
Vários tipos de cartazes
herciliasilva
 
Conjunções (Linking Words)
Conjunções (Linking Words)Conjunções (Linking Words)
Gênero textual Resenha
Gênero textual ResenhaGênero textual Resenha
Gênero textual Resenha
Marcia Facelli
 
Genero Textual Cartaz
Genero Textual CartazGenero Textual Cartaz
Genero Textual Cartaz
NTE RJ14/SEEDUC RJ
 
Cartaz
CartazCartaz
O Cartaz
O CartazO Cartaz

Destaque (20)

EXEMPLO DE RESENHA CRITICA
EXEMPLO DE RESENHA CRITICAEXEMPLO DE RESENHA CRITICA
EXEMPLO DE RESENHA CRITICA
 
Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.
Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.
Resenha do capitulo 10 do livro casa pequena história de uma ideia.
 
Como Elaborar Um Projeto De Pesquisa
Como Elaborar Um Projeto De PesquisaComo Elaborar Um Projeto De Pesquisa
Como Elaborar Um Projeto De Pesquisa
 
1 resenha filme black
1 resenha filme black1 resenha filme black
1 resenha filme black
 
Como fazer uma boa pesquisa ?
Como fazer uma boa pesquisa ?Como fazer uma boa pesquisa ?
Como fazer uma boa pesquisa ?
 
Como fazer uma resenha abnt
Como fazer uma resenha abntComo fazer uma resenha abnt
Como fazer uma resenha abnt
 
Modelo de fichamento
Modelo de fichamentoModelo de fichamento
Modelo de fichamento
 
Sequencia didática sobre texto publicitário interface de arte com língua po...
Sequencia didática sobre texto publicitário   interface de arte com língua po...Sequencia didática sobre texto publicitário   interface de arte com língua po...
Sequencia didática sobre texto publicitário interface de arte com língua po...
 
Exemplo de Capa e contra capa
Exemplo de Capa e contra capaExemplo de Capa e contra capa
Exemplo de Capa e contra capa
 
Passo a passo da resenha crítica
Passo a passo da resenha críticaPasso a passo da resenha crítica
Passo a passo da resenha crítica
 
Resenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacional
Resenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacionalResenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacional
Resenha crítica sobre o artigo liderança, poder e comportamento organizacional
 
Resenha pronta
Resenha prontaResenha pronta
Resenha pronta
 
Exemplo paper 2012
Exemplo paper 2012Exemplo paper 2012
Exemplo paper 2012
 
Texto de Apreciação Crítica
Texto de Apreciação CríticaTexto de Apreciação Crítica
Texto de Apreciação Crítica
 
Vários tipos de cartazes
Vários tipos de cartazesVários tipos de cartazes
Vários tipos de cartazes
 
Conjunções (Linking Words)
Conjunções (Linking Words)Conjunções (Linking Words)
Conjunções (Linking Words)
 
Gênero textual Resenha
Gênero textual ResenhaGênero textual Resenha
Gênero textual Resenha
 
Genero Textual Cartaz
Genero Textual CartazGenero Textual Cartaz
Genero Textual Cartaz
 
Cartaz
CartazCartaz
Cartaz
 
O Cartaz
O CartazO Cartaz
O Cartaz
 

Semelhante a AULA 08 - RESENHA CRÍTICA - PRONTA

Resenha
ResenhaResenha
Resumo, Resenha e Resenha Crítica
Resumo, Resenha e Resenha CríticaResumo, Resenha e Resenha Crítica
Resumo, Resenha e Resenha Crítica
Marco Mendes
 
Analise literaria
Analise literariaAnalise literaria
Analise literaria
Universidade Pedagogica
 
Roteiro 4º bimestre
Roteiro  4º bimestreRoteiro  4º bimestre
Roteiro 4º bimestre
Daniela F Almenara
 
Slide Resenha 2.ppt
Slide Resenha 2.pptSlide Resenha 2.ppt
Slide Resenha 2.ppt
julianafreitas14586
 
20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf
20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf
20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf
MaiteFerreira4
 
Proposta de aula resenha.docx
Proposta de aula resenha.docxProposta de aula resenha.docx
Proposta de aula resenha.docx
Virginia Fortes
 
Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02
Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02
Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02
Jonathan Pires
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Vinicius Mendes
 
Como fazer uma resenha
Como fazer uma resenhaComo fazer uma resenha
Como fazer uma resenha
Lorena Falqueto
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Vinicius Mendes
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Vinicius Mendes
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Vinicius Mendes
 
1 português1
1 português11 português1
Como elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenhaComo elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenha
Virginia Fortes
 
Como elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenhaComo elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenha
Virginia Fortes
 
Resenhacritica
ResenhacriticaResenhacritica
Resenhacritica
GustavoArouche1
 
Tipologia e gêneros textuais
Tipologia e gêneros textuaisTipologia e gêneros textuais
Tipologia e gêneros textuais
Marcia Oliveira
 
Português completo
Português completoPortuguês completo
Português completo
luciana couto
 
Como Fazer Uma Resenha
Como Fazer Uma ResenhaComo Fazer Uma Resenha
Como Fazer Uma Resenha
guest658d05
 

Semelhante a AULA 08 - RESENHA CRÍTICA - PRONTA (20)

Resenha
ResenhaResenha
Resenha
 
Resumo, Resenha e Resenha Crítica
Resumo, Resenha e Resenha CríticaResumo, Resenha e Resenha Crítica
Resumo, Resenha e Resenha Crítica
 
Analise literaria
Analise literariaAnalise literaria
Analise literaria
 
Roteiro 4º bimestre
Roteiro  4º bimestreRoteiro  4º bimestre
Roteiro 4º bimestre
 
Slide Resenha 2.ppt
Slide Resenha 2.pptSlide Resenha 2.ppt
Slide Resenha 2.ppt
 
20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf
20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf
20100312212133_redaaao_e_interpretaaao_de_textos_-_06-01-09.pdf
 
Proposta de aula resenha.docx
Proposta de aula resenha.docxProposta de aula resenha.docx
Proposta de aula resenha.docx
 
Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02
Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02
Resenhaacadmica 100907142029-phpapp02
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
 
Como fazer uma resenha
Como fazer uma resenhaComo fazer uma resenha
Como fazer uma resenha
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
 
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
Comofazerumaresenha 121128140431-phpapp02
 
1 português1
1 português11 português1
1 português1
 
Como elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenhaComo elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenha
 
Como elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenhaComo elaborar uma resenha
Como elaborar uma resenha
 
Resenhacritica
ResenhacriticaResenhacritica
Resenhacritica
 
Tipologia e gêneros textuais
Tipologia e gêneros textuaisTipologia e gêneros textuais
Tipologia e gêneros textuais
 
Português completo
Português completoPortuguês completo
Português completo
 
Como Fazer Uma Resenha
Como Fazer Uma ResenhaComo Fazer Uma Resenha
Como Fazer Uma Resenha
 

Mais de Marcelo Cordeiro Souza

Origem, inserção e ação dos músculos
Origem, inserção e ação dos músculosOrigem, inserção e ação dos músculos
Origem, inserção e ação dos músculos
Marcelo Cordeiro Souza
 
Anatomia Músculos Para Peças Anatômicas
Anatomia Músculos Para Peças AnatômicasAnatomia Músculos Para Peças Anatômicas
Anatomia Músculos Para Peças Anatômicas
Marcelo Cordeiro Souza
 
Anatomia na prática - Sistema musculoesquelético
Anatomia na prática  - Sistema musculoesquelético Anatomia na prática  - Sistema musculoesquelético
Anatomia na prática - Sistema musculoesquelético
Marcelo Cordeiro Souza
 
Os Simpsons e a História - Alessandro de Almeida
Os Simpsons e a História - Alessandro de AlmeidaOs Simpsons e a História - Alessandro de Almeida
Os Simpsons e a História - Alessandro de Almeida
Marcelo Cordeiro Souza
 
Resumo do Filme "As filhas de eva"
Resumo do Filme "As filhas de eva"Resumo do Filme "As filhas de eva"
Resumo do Filme "As filhas de eva"
Marcelo Cordeiro Souza
 
O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova prática de aprendizagem
O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova  prática  de aprendizagemO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova  prática  de aprendizagem
O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova prática de aprendizagem
Marcelo Cordeiro Souza
 
A CIDADE DE CANDIBA: transformações e permanências
A CIDADE  DE CANDIBA: transformações e permanências A CIDADE  DE CANDIBA: transformações e permanências
A CIDADE DE CANDIBA: transformações e permanências
Marcelo Cordeiro Souza
 
O COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
O COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONALO COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
O COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Marcelo Cordeiro Souza
 
Elementos componentes da organização agrária
Elementos componentes da organização agráriaElementos componentes da organização agrária
Elementos componentes da organização agrária
Marcelo Cordeiro Souza
 
AULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL - OK
AULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL  - OKAULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL  - OK
AULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL - OK
Marcelo Cordeiro Souza
 
AULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMA
AULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMAAULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMA
AULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMA
Marcelo Cordeiro Souza
 
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃOAULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
Marcelo Cordeiro Souza
 
AULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFO
AULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFOAULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFO
AULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFO
Marcelo Cordeiro Souza
 
AULA 02 - FATORES DE TEXTUALIDADE - PRONTO
AULA 02 -  FATORES DE TEXTUALIDADE  - PRONTOAULA 02 -  FATORES DE TEXTUALIDADE  - PRONTO
AULA 02 - FATORES DE TEXTUALIDADE - PRONTO
Marcelo Cordeiro Souza
 
Industrialização do Brasil
Industrialização do BrasilIndustrialização do Brasil
Industrialização do Brasil
Marcelo Cordeiro Souza
 
Polarização da luz, matematizando a luz fisica
Polarização da luz, matematizando a luz   fisicaPolarização da luz, matematizando a luz   fisica
Polarização da luz, matematizando a luz fisica
Marcelo Cordeiro Souza
 
Transporte ferroviário brasileiro
Transporte ferroviário brasileiroTransporte ferroviário brasileiro
Transporte ferroviário brasileiro
Marcelo Cordeiro Souza
 

Mais de Marcelo Cordeiro Souza (17)

Origem, inserção e ação dos músculos
Origem, inserção e ação dos músculosOrigem, inserção e ação dos músculos
Origem, inserção e ação dos músculos
 
Anatomia Músculos Para Peças Anatômicas
Anatomia Músculos Para Peças AnatômicasAnatomia Músculos Para Peças Anatômicas
Anatomia Músculos Para Peças Anatômicas
 
Anatomia na prática - Sistema musculoesquelético
Anatomia na prática  - Sistema musculoesquelético Anatomia na prática  - Sistema musculoesquelético
Anatomia na prática - Sistema musculoesquelético
 
Os Simpsons e a História - Alessandro de Almeida
Os Simpsons e a História - Alessandro de AlmeidaOs Simpsons e a História - Alessandro de Almeida
Os Simpsons e a História - Alessandro de Almeida
 
Resumo do Filme "As filhas de eva"
Resumo do Filme "As filhas de eva"Resumo do Filme "As filhas de eva"
Resumo do Filme "As filhas de eva"
 
O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova prática de aprendizagem
O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova  prática  de aprendizagemO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova  prática  de aprendizagem
O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA: construção de uma nova prática de aprendizagem
 
A CIDADE DE CANDIBA: transformações e permanências
A CIDADE  DE CANDIBA: transformações e permanências A CIDADE  DE CANDIBA: transformações e permanências
A CIDADE DE CANDIBA: transformações e permanências
 
O COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
O COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONALO COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
O COMPUTADOR COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
 
Elementos componentes da organização agrária
Elementos componentes da organização agráriaElementos componentes da organização agrária
Elementos componentes da organização agrária
 
AULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL - OK
AULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL  - OKAULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL  - OK
AULA 09 - AULA DE REDACAO - EDITORIAL - OK
 
AULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMA
AULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMAAULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMA
AULA 07 - CARTA ARGUMENTATIVA - PPT - ATUALÍSSIMA
 
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃOAULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
AULA 05 - DICAS DE REDAÇÃO - DETALHES QUE FARÃO DIFERENÇA NA SUA REDAÇÃO
 
AULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFO
AULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFOAULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFO
AULA 04 - REFLEXÕES ACERCA DO PARÁGRAFO
 
AULA 02 - FATORES DE TEXTUALIDADE - PRONTO
AULA 02 -  FATORES DE TEXTUALIDADE  - PRONTOAULA 02 -  FATORES DE TEXTUALIDADE  - PRONTO
AULA 02 - FATORES DE TEXTUALIDADE - PRONTO
 
Industrialização do Brasil
Industrialização do BrasilIndustrialização do Brasil
Industrialização do Brasil
 
Polarização da luz, matematizando a luz fisica
Polarização da luz, matematizando a luz   fisicaPolarização da luz, matematizando a luz   fisica
Polarização da luz, matematizando a luz fisica
 
Transporte ferroviário brasileiro
Transporte ferroviário brasileiroTransporte ferroviário brasileiro
Transporte ferroviário brasileiro
 

Último

Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
SthafaniHussin1
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 

Último (20)

Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 

AULA 08 - RESENHA CRÍTICA - PRONTA

  • 2. • DEFINIÇÃO: A resenha – também conhecida como crítica – é um texto geralmente jornalístico, de opinião, que procura fazer uma avaliação elogiosa, construtiva ou negativa de um objeto sociocultural, como um show, um DVD, um filme, um espetáculo, um livro, etc. • Sua estrutura divide-se em duas partes, sendo a primeira um pequeno resumo ou visão geral do autor do objeto avaliado. Na segunda parte, o resenhista desfila sua crítica, com critério e impessoalidade. CONCEITO DE RESENHA
  • 3. RESENHA - TIPOLOGIA • Informativa ou descritiva: apenas expõe o conteúdo do texto. O enfoque está na obra. O resenhista não aprofunda a análise do texto, limitando-se a narrar a estrutura do mesmo. Crítica: expõe o conteúdo e tece uma análise profunda do pensamento teórico do autor. Faz relação do conteúdo do texto com a produção teórica da área. Explicita juízo de valor sobre a qualidade do texto. Crítico-informativa: Apresenta a obra ao mesmo tempo tecendo comentários críticos sobre esta.
  • 4. Requisitos Básicos Salvador (1979, p. 139) aponta alguns requisitos para a elaboração de uma resenha: a) Conhecimento completo da obra; b) Competência na matéria; c) Capacidade de juízo de valor; d) Fidelidade ao pensamento do autor.
  • 5. RESENHA DE TEXTO Objetivo: elaborar comentários sobre um texto para publicação ou divulgação. Formatação: A resenha inicia-se com a abertura de um cabeçalho onde transcreve-se os dados bibliográficos completos da obra resenhada. Estrutura da resenha:  Introdução – Exposição sintética do conteúdo do texto. Apresentação de sua estrutura.  Desenvolvimento – Análise temática. Apresenta ideias principais, argumentos, etc.  Conclusão – Comentário sobre o texto. Faz-se uma avaliação da obra que se resenhou.
  • 6. Modelo de Resenha AUTOR (SOBRENOME); Nome. Título da Obra; n da edição; local de edição; editora e ano de publicação. Credenciais do autor: Quem é? Títulos. De onde é? Onde faz pesquisa? Onde leciona? O que publicou? Qual sua área/linha de pesquisa? Resumo da obra: De que trata a obra? Qual sua característica principal? Qual a perspectiva de tratamento do tema? Qual o problema focalizado? Qual o objetivo do autor? Descrição do conteúdo.
  • 8. Resenha Crítica Apreciação do resenhista:  Qual a contribuição da obra para a área?  Qual sua coerência interna?  Qual a originalidade do texto?  Qual o alcance do texto?  Qual a relevância do texto?  A conclusão está apoiada em argumentos/fatos? Indicações do Resenhista  A quem é dirigida a obra? Exige conhecimento mais aprofundado do assunto? Linguagem é acessível?
  • 9. 1° parágrafo: cabeçalho (Informações técnicas da obra: Título, autor ou diretor, editora, cidade, duração p/ filme ); 2° parágrafo- resumo da obra: 3°, 4°, 5°... parágrafos- analisando: (Cada item em um parágrafo diferente) • Identificar os pontos positivos e negativos da obra; • Como é a linguagem empregada e que tipo de público deseja atingir? • Quais os pontos que mais chamaram sua atenção; quê? • Qual o contexto histórico e social abordado; mesmo autor); • Quais as mensagens subliminares;
  • 11.  O Diário de uma garota (Record, Maria Julieta Drummond de Andrade) consiste em um texto que comove de tão bonito. Nele o leitor encontra o registro amoroso e miúdo dos pequenos nadas que preencheram os dias de uma adolescente em férias, no verão antigo de 41 para 42.  Acabados os exames, Maria Julieta começa seu diário, anotado em um caderno de capa dura que ela ganha já usado até a página 49. É a partir daí que o espaço é todo da menina, que se propõe a registrar nele os principais acontecimentos destas férias para mais tarde recordar coisas já esquecidas.  O resultado final dá conta plena do recado e ultrapassa em muito a proclamada modéstia do texto que, ao ser concebido, tinha como destinatária única a mãe da autora, a quem o caderno deveria ser entregue quando acabado.
  • 12.  E quais foram os afazeres de Maria Julieta naquele longínquo verão? Foram muitos, pontilhados de muita comilança e de muita leitura: cinema, doce-de-leite, novena, o Tico-Tico, doce-de-banana, teatrinho, visita, picolés, missa, rosca, cinema de novo, sapatos novos de camurça branca, o Cruzeiro, bem-casados, romances franceses, comunhão, recorte de gravuras, espiar casamentos, bolinho de legumes, festas de aniversário, Missa do galo, carta para a família, dor-de-barriga, desenho de aquarela, mingau, indigestão ... Tudo parecia pouco para encher os dias de uma garota carioca em férias mineiras, das quais regressa sozinha, de avião.
  • 13. Tantas e tão preciosas evocações resgatam do esquecimento um modo de vida que é hoje apenas um dolorido retrato na parede. Retrato, entretanto, que, graças à arte de Julieta, escapa da moldura, ganha movimentos, cheiros, risos e vida. O livro, no entanto, guarda ainda outras riquezas: por exemplo, o tom autêntico de sua linguagem, que, se comprometeu sua autora, evita as pompas, guarda, no entanto, o sotaque antigo do tempo em que os adolescentes que faziam diários dominavam os pronomes cujo / a / os / as, conheciam a impessoalidade do verbo haver no sentido de existir e empregavam, sem pestanejar, o mais-que-perfeito do indicativo quando de direito ...
  • 14. Outra e não menor riqueza do livro é o acerto de seu projeto gráfico, aos cuidados de Raquel Braga. Aproveitando para ilustração recortes que Maria Julieta pregava em seu diário e reproduzindo na capa do livro a capa marmorizada do caderno, com sua lombada e cantoneiras imitando couro, o resultado é um trabalho em que forma e conteúdo se casam tão bem casados que este Diário de uma garota acaba constituindo uma grande festa para seus leitores.  Marisa Lajolo - Jornal da Tarde, 18 jan. 1986.
  • 15.  O texto é uma resenha crítica, pois nele a resenhadora apresenta um breve resumo da obra, mas também faz uma apreciação do seu valor (exemplo, 1º período do 1º parágrafo, 3º parágrafo). Ao comentar a linguagem do livro (6º parágrafo), emite um juízo de valor sobre ela, estabelecendo um paralelo entre os adolescentes da década de 40 e os de hoje do ponto de vista da capacidade de se expressar por escrito. No último parágrafo comenta o projeto gráfico da obra e faz uma apreciação a respeito dele.
  • 17. RESUMO • É uma apresentação sintética e seletiva das ideias de um texto, ressaltando a progressão e articulação delas. Nele deve aparecer as principais ideias do autor no texto (Medeiros, 2005). • O resumo tem por objetivo dar uma visão rápida ao leitor, para que ele possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto inteiro.
  • 18. Características do Resumo • Redigido em linguagem objetiva; • Não há repetição de frases inteiras do original; • Respeita a ordem em que as ideias ou fatos são apresentados. Atenção: Não apresenta juízo de valor
  • 19. RESENHA  Também chamada de recensão ou análise bibliográfica.  É um tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite comentários e opiniões, incluindo julgamento de valor, comparações com outras obras da mesma área e avaliação da obra (Andrade apud Medeiros, 2005);  É uma síntese (não é resumo) ou comentário de obras publicadas.
  • 20.  Compreender as partes essenciais do texto 1º. Leia o texto inteiro ininterruptamente e responda: do que o texto trata? 2º. Releia o texto e compreenda melhor o significado das palavras difíceis. Recorra ao dicionário se necessário.  Identifique o sentido de frases mais complexas;  Faça um glossário do texto para agilizar sua leitura;  Estabeleça a progressão em que as partes do texto se sucedem  A correlação entre cada uma dessas partes PASSOS PARA ELABORAR UM RESUMO:
  • 22. 1001 discos para ouvir antes de morrer Livro compensa pela ampla seleção, que vai do glam ao synth-pop O nome do livro não é dos mais surpreendentes. 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer, catatau de 960 páginas, entra na esteira de publicações que elegem os melhores filmes para assistir e lugares para conhecer antes de bater as botas. Apesar do nome inspirar certa desconfiança, a proposta é honesta: reunir 90 críticos e jornalistas musicais para peneirar os lançamentos essenciais da música nos últimos 50 anos. O livro foi lançado no Brasil pela Sextante, em tradução para o português de Portugal, e tem edição geral de Robert Dimery.
  • 23. • O tratamento gráfico é vistoso, bem caprichado. A capa é ilustrada com uma foto de Sid Vicious - ex-baixista dos Sex Pistols - em um de seus arroubos de estrelismo, e as páginas internas são recheadas por imagens de discos e de artistas fazendo poses. • A divisão do livro é feita por décadas, e cada início de capítulo traz pequenas pílulas de contextualização história, informando alguns dos principais acontecimentos daqueles anos. Assim como toda lista de melhores filmes sempre trará Cidadão Kane no topo, espere muitas obviedades, como uma overdose de Beatles, Radiohead e a presença de brasileiros como Caetano Veloso e Mutantes. Mas num geral, a coletânea é coerente e equilibrada, lembrando o trabalho de gente como o Einsturzende Neubaten e Missy Elliot, por exemplo.
  • 24. O PIANISTA Baseado em fatos reais, O Pianista, filme escrito e dirigido pelo cineasta Roman Polanski, narra a história de um pianista polonês judeu que, contando com a sorte, por meio de uma série de coincidências e com muita obstinação, consegue sobreviver ao massacre de seu povo pelos alemães, nos guetos e nas ruas de Varsóvia, durante a 2ª Grande Guerra. O que faz dessa película especial está na abordagem peculiar de situar a crueldade de determinadas cenas. Momentos em que a condição de violência e humilhação a qual o povo judeu fora submetido. Retratada de forma tão direta e crua. Tamanha crueldade filmada por Polanski parece não está em um contexto cinematográfico. Como se não tivesse sido preparada. A cena é seca, surpreendente, naturalizada, sem propósito, conforme o fora concebida e implementada pelos nazistas.
  • 25. O PIANISTA Em um primeiro momento, a abordagem coletiva, engloba o drama geral para a população de judeus; nos dois terços finais, o diretor desloca o centro para um drama individual, em que se assiste abismado um ser humano se tornar um farrapo, representado pelo ator Adrien Brody. O personagem busca sobreviver àquela insensata perseguição. Entretanto, o personagem central assume uma posição dúbia: mesmo indignado, abandona lutas coletivas de resistência. Tenta uma sua saída e de sua família, no entando os seus morrem nos campos de concentração. Não há como culpar as opções individuais em meio ao caos. Polanski não instaura um relativismo de isenção absoluta. Deixa dúvidas sobre as possibilidades de julgar as opções subjetivas em meio a tamanho conflito social.
  • 26. O conflito entre a arte e a guerra surge de forma esplêndida. O pianista utiliza sua notoriedade artística para estabelecer uma rede de solidariedades que o ajudaram enquanto foi possível. Há duas cenas centrais, no que se refere ao papel da arte: um momento em que o ator protagonista toca imaginariamente um piano, já que deveria se manter em silêncio. A segunda quando ao tocar piano para o oficial alemão, como se sua arte estivesse no último recôndito de dignidade. A arte, em última instância, revela-se o baluarte da dignidade humana. O PIANISTA
  • 27. O ponto central na abordagem do diretor consite no fato de que, mesmo com um final esperado (o “herói” se salva). As questões que permeiam o filme não encontram respostas lineares e fáceis, instando a sociedade a pensar nos caminhos possíveis para evitar os conflitos de guerra, que acabam por instaurar a irracionalidade, tornar as pessoas não em humanos, mas em bichos em busca da sobrevivência. Enfim, O Pianista, aborda a coragem de reler feridas já tão remexidas, com originalidade, profundidade e veemência. Esse filme constitui um alerta e um épico de esperança para que a humanidade não se esqueça que em uma guerra são pessoas comuns que perdem suas vidas. Humanos inocentes dos ardis de poderosos e seus projetos de controle mundial. O PIANISTA