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PROCESSOS GRÁFICOS
Produção de Papel
Prof. Ms. Elizeu N. Silva
Produção de celulose

A celulose é a matéria-prima para a fabricação de
papel.
É obtida pela manipulação de fibras de eucalipto ou

pínus que, processadas mecânica e quimicamente,
dão origem à pasta marrom. Também pode ser obtida
de folhas de sisal e dos frutos do algodoeiro.
Aparas de papel

resultantes da
indústria gráfica e
papel usado podem
ser reciclados e

utilizados para a
fabricação de
Produção de celulose

A manipulação das fibras de eucalipto ou de pínus visa
a remoção da lignina, substância que mantém as fibras
unidas.
Trata-se de substância com
alto teor calórico. É também
o principal resíduo da
produção de celulose.
Para evitar o descarte na
natureza, as fábricas
utilizam-na para a geração
de energia, como
combustível de caldeiras.
Produção de celulose

O tratamento da celulose depende do tipo de papel a ser
produzido e de suas finalidades.

• Papeis para escrita, exigem um padrão de tratamento que
lhe confere uma superfície absorvente e áspera o
suficiente para receber os traços de caneta e lápis.
• Já os papéis destinados à indústria de embalagens devem
ter rigidez mais elevada e fibras mais resistentes.
Produção de celulose

Após a colheita nas florestas cultivadas, a madeira é
descascada e seque para a indústria onde as toras são

trituradas e transformadas em cavacos.
Os cavacos são cozidos numa solução de água, sulfato de
sódio e soda cáustica em temperaturas que chegam a 150ºC.
É nesta etapa que as fibras de celulose são separadas da
lignina.
Do processo de cozimento, chamado kraft,
resulta uma pasta marrom da qual
são fabricados envelopes,
embalagens e o conhecido

papel kraft.
Produção de celulose

Após o cozimento a pasta marrom é lavada e peneirada para
que a alvura, limpeza e pureza química da mistura sejam

melhoradas. Esta lavagem facilitará o branqueamento
posterior da celulose.

O branqueamento consiste na retirada dos resíduos de
lignina mediante a aplicação de oxigênio, soda e dióxido de
cloro em ciclos sucessivos. A tonalidade branca é obrida
gradualmente, a cada ciclo de aplicação química.
Produção de celulose

Depois do branqueamento a produção segue dois caminhos
possíveis:

• Secagem: para que possa ser acondicionada em fardos e
distribuída ao mercado de produção de papel.
• Início da produção de papel: na produção integrada, a
celulose branqueada segue para secagem diretamente
nas máquinas de produção de papel.
Produção de papel

A celulose adquirida em fardos pela fábrica de papel deve ser
hidratada para readquirir a consistência de pasta.

Na produção integrada, a pasta branqueada e úmida segue
diretamente para as prensas de secagem e determinação da
gramatura e da resistência do papel. Este é o processo de
calandragem.
Variações no processo de produção permitem a oferta de
diversos tipos de papel.
Produção de papel

Principais características:
Peso (gramatura)

Os papéis são identificados pela gramatura, variando
normalmente de 50 a 350 gramas. Obviamente isso interfere
diretamente no volume e no peso final do produto impresso.
Também é um importante fator na

composição de custos do
impresso, tanto na impressão,
quanto na distribuição,
principalmente quando via correio.
Especifica-se, por padrão, o peso
do metro quadrado do papel.
Produção de papel

Principais características:
Formato

É necessário definir bem o formato em função do material a ser
impresso, para evitar desperdício e consequente encarecimento
dos custos de produção gráfica. Além disso, o desperdício é
ecologicamente condenável.
A Tabela de Formatos de Papéis e
a Tabela de Aproveitamento de
Papel auxiliam a identificar o

formato mais adequado ao
produto gráfico em
desenvolvimento.
Produção de papel

Tabela de Formatos e de Aproveitamento de Papel
Produção de papel

Principais características:
Cor

Para cada aplicação deve ser escolhido uma cor de papel, o
grau de alvura e a opacidade.
Cor, alvura e opacidade do papel interferem na impressão
colorida em off-set, alterando o resultado.
Quando o objetivo é imprimir policromias, é recomendável optar
por papéis com alta alvura.
Já os papéis levemente amarelados e com alto grau de
opacidade (por exemplo, pólen) são ótimos para impressão de
livros e textos longos, pois evitam o cansaço visual pela redução
do contraste.
Produção de papel

Principais características:
Textura

Tanto a rigidez do papel, quanto a sensação ao toque na
superfície, indicam a textura do papel. Cada tipo de impresso
exige uma textura diferente.
Tipos de papéis

ACETINADO DE 1ª
Fabricado com celulose branqueada, com adição de carga
mineral na ordem de 10 a 15% de cinzas, bem colado,
acabamento supercalandrado. É empregado em maior escala
para impressão tipográfica comercial de uso geral, e em menor
escala para impressão em offset, para a confecção de
impressos, catálogos, folhetos, livros e revistas. É usado,
também, na fabricação de embalagens, às vezes impresso em
rotogravura, quando depois é laminado, colado ou impregnado
com ou em outros materiais. No primeiro caso é comercializado
na revenda ou directamente às gráficas e editoras,
principalmente nos formatos 66 x 96 e 76 x 112 cm, nos pesos
padrões de 50 a 120 g/m2 e no segundo caso em bobinas
directamente aos conversores.
Tipos de papéis

ACETINADO DE 2ª
É o acetinado de 1ª com a inclusão de pasta mecânica na sua
formulação. É comercializado na revenda e directamente para
as gráficas e editores com linhas d’água. É importado em larga
escala para a impressão de livros e revistas. Neste caso, a
pasta mecânica usada geralmente é branqueada.
Tipos de papéis

ACETINADO DE 3ª
Idêntico ao jornal, porém com acabamento super-calandrado. É
fabricado da mesma maneira, e comercializado pela revenda
para as mesmas aplicações, principalmente nos pesos baixos a
partir de 40 g/m2.
Tipos de papéis

APERGAMINHADO
Ou sulfite, é fabricado com celulose branqueada, com a adição
de carga mineral, na ordem de 10 a 15% de cinzas, bem colado,
acabamento alisado, para uso comercial e industrial em
finalidades as mais variadas, principalmente de escrita, tais
como, cadernos, envelopes, almaços, mas também para
impressos em geral, formulários contínuos, etc. O volume deste
papel fabricado no país é quase igual a todos os outros papéis
de escrever e imprimir juntos. Sua maior comercialização é
através da revenda, nos formatos 66 x 96 cm e 76 x 112 cm, nos
pesos padrões, partindo de 16 quilos, principalmente 16, 18, 20,
24, 30 e 40 quilos. Para cadernos é vendido directamente das
fábricas aos caderneiros, nos formatos 64 x 92 cm, 63 x 90 cm e
outros formatos próximos, também em bolinhas para as
máquinas de grande produção. Os consumidores industriais e
as gráficas de maior porte compram directamente das fábricas
em formatos e bobinas variados.
Tipos de papéis

APERGAMINHADO COM MARCA
Ou sulfite com marca, é o apergaminhado ou sulfite fabricado
com marca d’água da fábrica, comercializado através da
revenda, para ser usado principalmente em escritórios e
residências. O formato mais usado é o 66 x 96 cm.
Tipos de papéis

ALTA PRINT
- Papel offset “top” de categoria, com alta lisura, brancura e
opacidade. Produzindo através do processo “soft calender onmachine”, oferece a melhor qualidade de impressão e definições
de imagens.
Tipos de papéis

BÍBLIA
Fabricado com celulose branqueada com a adição de carga
mineral adequada para dar elevada opacidade, alisado,
gramatura geralmente não excedendo 45 g/m2. É utilizado na
confecção de bíblias e similares, comercializado na revenda e
directamente para as gráficas e editoras.
Tipos de papéis

BOUFFANT de 1ª
Pronuncia-se bufom. É fabricado com celulose branqueada e
elevada carga mineral, geralmente ao redor de 20% de cinzas,
absorvente e bem encorpado, normalmente pouco alisado.
Usado principalmente para impressão de livros em tipografia, e
para serviços de mimeografia. (Ver mimeógrafo). É
comercializado pela revenda e directamente às gráficas e
editoras, principalmente nos formatos 87×114 cm., 66×96 cm.,
76×112 cm., e 67×90 cm., de 63 a 110 g/m2.
Tipos de papéis

BOUFFANT de 2ª
É o bouffant de 1ª, com a inclusão de pasta mecânica na sua
formulação. Usado e comercializado da mesma maneira, para
serviços de qualidade inferior.
Tipos de papéis

CAPA
Também chamado de “liner” – é fabricado essencialmente com
celulose semi-química, misturada às vezes com pasta de
resíduos agrícolas e/ou aparas. Os tipos melhores são
fabricados em duplex, com uma camada de material mais limpo,
geralmente de celulose não branqueada, isolada ou misturada
com os materiais da parte inferior. Alisado ou monolúcido,
geralmente de 170 a 250 g/m2, é comercializado em bobinas
directamente para as fábricas de papelão ondulado.
Tipos de papéis

CAPAS E SIMILARES
São os produtos fabricados com aparas e/ou pasta mecânica, os
tipos melhores com pequena adição de celulose, geralmente
sulfito não branqueada, de acabamento monolúcido ou supercalandrado, comercializado através da revenda ou directamente
pelas fábricas para uso em tipografias na confecção de capas
de talões de notas, blocos, cadernos, talões de cheques e
impressos de um modo geral. Seu peso oscila de 100 a
200 g/m2, sendo o formato preponderante 66 x 96 cm. As cores
mais comuns são: cinza, creme, palha, azul, rosa e outras. Os
tipos mais destacados são: O CARTÃO AG, o CARTÃO CHINÊS
e o CARTÃO IRIS, descritos separadamente.
Tipos de papéis

CARBONO
É o papel fabricado com celulose de fibras têxteis, e/ou celulose
de madeira, com a finalidade específica de servir como base
para fabricação de papel carbono. De acabamento alisado ou
monolúcido, branco ou colorido, de 11 a 25 g/m2, é
comercializado pelas fábricas directamente aos produtores de
carbono.
Tipos de papéis

CARTÃO AG
É um produto do tipo Capas e Similares, monolúcido,
comercializado através da revenda no formato 66 x 98 cm., com
110 g/m2, nas cores características, principalmente: cinza,
laranja, rosa, verde, azul e canário. É também muito usado para
capa de cadernos, sendo então vendidos directamente pelas
fábricas aos caderneiros.
Tipos de papéis

CARTÃO BRISTOL
É o cartão de 1ª fabricado normalmente pela colagem de duas
folhas de papel monolúcido de 1ª. É chamado também
genericamente de cartão branco, ou cartolina branca. Fabricado
em menor escala com uma folha só super-calandrada, sendo
neste caso, menos rígido, menos encorpado e por isso, menos
reputado. Comercializado preponderantemente pela revenda,
nos formatos 55 x 73, 50 x 65 e 56 x 76 cm., nos pesos 180,
240, 290 e 340 g/m2. Alguns tipos mais qualificados, têm nomes
comerciais específicos do fabricante. Em menor escala são
fabricados em cores características e denominados cartão
bristol cores.
Tipos de papéis

CARTÃO BRISTOL CORES
É o Cartão Bristol fabricado nas cores características: azul,
verde, rosa, canário, abóbora, cinza e palha. Em alguns casos
incluem-se neste tipo de cartão aparas limpas e/ ou pasta
mecânica, o que torna o produto menos reputado.
Tipos de papéis

CARTÕES DE 1ª
Abrangem uma larga faixa de cartões e cartolinas, brancos e em
alguns casos em cores, fabricados exclusivamente com celulose
branqueada. Geralmente são bem colados, em formatos,
acabamento monolúcido, alisado ou super-calandrado,
comercializado através da revenda para várias aplicações tais
como pastas, capas, convites, encartes fichas e similares.
Merecem destaque especial o CARTÃO BRISTOL e o CARTÃO
FICHA descritos à parte. Outro tipo característico, que
geralmente toma vários nomes comerciais de acordo com
fabricante, são os cartões brancos monolúcidos, fabricados em
uma ou mais camadas, em pesos elevados a partir de 200 g/m2,
usados pelos fabricantes de caixas e cartuchos na confecção de
embalagens finas para artigos de toucador, comestíveis, como
sorvetes, etc., com as mesmas características básicas de
impressão e comercialização que o duplex de 1ª.
Tipos de papéis

CARTOLINA
Cartolina e Papelão é um intermediário entre papel e o papelão.
É fabricado directamente na máquina, ou obtida pela colagem e
prensagem de várias outras folhas. Conforme a grossura, diz-se
cartolina ou papelão. Na prática diz-se cartão, se a folha pesar
180 gramas ou mais por metro quadrado; menos que isso, é
papel. A distinção entre cartolina e papelão costuma-se fazer
pela grossura; é papelão quando supera o meio milímetro.
Tipos de papéis

COUCHÊ
Pronuncia-se cuché. É o nome genérico dado aos papéis
revestidos com uma camada de adesivo e pigmento, utilizados
principalmente em impressão. A fabricação nacional é pequena
em relação ao volume consumido. Normalmente são fabricados
duas classes distintas, uma para impressão em off-set e outra
para tipografia. A comercialização é feita diretamente pelos
fabricantes com as gráficas e editoras, e também através da
revenda, principalmente no formato 66 x 96 cm. A importação é
feita directamente pelos usuários e pelos importadores
especializados.
Tipos de papéis

COUCHÊ MONOLÚCIDO
Revestimento Couchê brilhante em um lado. Policromia. Suas
aplicações são sobre capas, folhetos e encartes.
COUCHÊ MATTE
Revestimento couchê fosco nos dois lados. As suas aplicações
são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.
COUCHÊ TEXTURIZADO
Revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado, panamá
e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas,
catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.
Tipos de papéis

COLOR PLUS
Apresenta colorido na massa, boa lisura para impressão, sem
dupla face, resistência das cores à luz, estabilidade dimensional,
controle colorimétrico e continuidade das cores. Suas aplicações
são em trabalhos publicitários, papel para carta, envelopes,
convites, catálogos, blocos, capas, folhetos, cartões de visita,
mala-directa, formulários contínuos.
Tipos de papéis

DESENHO
Fabricado com celulose branqueada, bem colado, com elevada
resistência a abrasão por borracha, geralmente de 100 a 280 g
/m2, tendo um acabamento áspero característico provocado
pela marcação dos feltros húmidos.
Tipos de papéis

DUPLEX
Nome genérico dado aos cartões fabricados em duas ou mais
camadas de materiais diferentes, a superior de material melhor,
monolúcido, em cores naturais ou tingidas. O tipo mais
importante é conhecido como DUPLEX de 1ª, onde a camada
superior ou forro é feita com celulose branqueada, descrito à
parte A maior utilização destes cartões é nas indústrias de
caixas e cartuchos. Geralmente são comercializados
directamente pelas fábricas aos consumidores. O nome destes
produtos varia de fabricante para fabricante. Entre outros,
podemos citar o DUPLEX TIPO-KRAFT, onde o forro é feito com
celulose não branqueada e pasta mecânica, e o contra-forro ou
suporte com aparas e/ ou celulose semi-química e pasta
mecânica, usado em larga escala para capas de cadernos.
Tipos de papéis

DUPLEX DE 1ª
Também chamado de cartão duplex, cartolina duplex ou
simplesmente duplex. É fabricado em duas ou mais camadas. A
superior, chamada forro, geralmente de 80 a 100 g/m2, é de
celulose branqueada, bem colada, acabamento monolúcido,
eventualmente com colagem superficial ou revestimento
(coating). A camada ou camadas inferiores, são chamadas
contra-forro ou suporte, e são fabricadas com celulose não
branqueada, com a adição de pasta mecânica e/ou aparas,
geralmente aparas jornal. Quando as camadas do suporte são
em número de duas ou mais, às vezes a última é feita de
material melhor, porém do mesmo tipo citado. A gramatura total
vai de 200 a 600 g/m2, principalmente em formatos, e em menor
escala, em bobinas. Utilizado primordialmente nas gráficas que
fabricam cartuchos, caixas e similares. É comercializado
directamente pelas fábricas, e, em pequenas quantidades pela
revenda, no formato 77 x 113 cm.
Tipos de papéis

EMBALAGEM
Também chamado por alguns de envoltório ou capa, é o papel
fabricado com a finalidade específica de embrulhar as resmas e
bobinas da fábrica. O mais comum é papel semelhante ao
maculatura, alisado ou monolúcido, geralmente em cores, por
exemplo: violeta, azul, verde, cinza e amarelo, em torno de
130 g/m2. Os tipos melhores empregam celulose, isolada ou
misturada com outros materiais, em cor natural.
Tipos de papéis

FLOR POST
Também conhecido como segundas vias, é fabricado com
celulose branqueada, geralmente com 30 g/ m2, branco ou nas
cores características azul, verde, rosa, canário e ouro,
acabamento alisado ou monolúcido, comercializado em maior
escala em revenda, no formato 66 x 96 cm, para segundas vias
de correspondência e talões de notas.
Tipos de papéis

FILM COATING
Papel revestido e calandrado na máquina de papel, com
excelente reprodução de cores e brilho, alta definição de
imagens e superior qualidade de impressão. Esse papel é
intermediário entre o papel offset e o couché.
Tipos de papéis

H.D.
Fabricado essencialmente com aparas e pasta mecânica, em
algumas regiões do país com a inclusão de pasta de resíduos
agrícolas. Monolúcido, nas cores características rosa, verde,
amarelo, de 55 a 60 g/m², em bobinas de 25, 40 e 60 cm. de
largura, com 22 cm de diâmetro e furo de 5 cm. Utilizado em
maior escala para embrulhos em estabelecimentos comerciais,
quando é comercializado pela revenda, também, na
manufactura de serpentinas e confetes, quando as bobinas são
de tamanho variados e são também fabricadas em cores.
Tipos de papéis

HELIOGRÁFICO
É fabricado com celulose branqueada, com baixo teor de ferro,
bem colado, acabamento alisado, branco ou levemente colorido,
em gramaturas de 40 a 120 g/m², destinando-se ao
beneficiamento posterior com tratamento com produtos
sensíveis, para uso específico em cópias pelo processo
heliográfico. É comercializado em bobinas directamente aos
produtores de papel para heliografia.
Tipos de papéis

ILUSTRAÇÃO
Fabricado com celulose branqueada, com adição de elevada
carga mineral, ao redor de 20% de cinzas, absorvente, supercalandrado. Usado para impressão tipográfica, sobretudo
quando existem clichês, para a confecção de revistas, livros,
catálogos, folhetos e similares. É comercializado em formatos
através da revenda, principalmente 66 x 96, 76 x 112 e 87 x
114 cm., de 75 a 120 g/m², e também directamente pelas
fábricas às gráficas e editores de livros e revistas.
Tipos de papéis

JORNAL
Fabricado com celulose sulfito não branqueada ou sulfato semibranqueada, com elevada percentagem de pasta mecânica e/ou
aparas limpas, monolúcido ou alisado, usado principalmente em
serviços de qualidade inferior para impressão tipográfica
comercial de uso geral. Neste caso é comercializado pela
revenda, de 40 g/m2 para cima, principalmente no formato
padrão 66 x 96 cm. É muito vendido também em bobinas,
monolúcido, directamente pelas fábricas aos consumidores
industriais, sobretudo para fabricação de papéis pintados para
embrulho. Em alguns casos, esta última variante é chamada de
MONOLÚCIDO DE 3ª.
Tipos de papéis

KRAFT
Nome genérico dado a uma série de papéis, fabricados com
celulose não branqueada, geralmente na cor natural, parda
característica, e nas suas variantes castanho, laranja e amarelo,
ou ainda azul, monolúcido ou alisado, preponderantemente em
bobinas, de 40 g/m2 para cima. É comercializado em maior
escala pelas fábricas directamente aos consumidores,
principalmente fabricantes de sacos, mas também para ser
betumado, gomado, impregnado, etc. pouco usado ainda em
formatos para embrulho. Geralmente são designados por
palavras que definem seu acabamento tais como: monolúcido,
liso, com listas, ou cor, tal como o azul, muito empregado para
embalagem de açúcar.
Tipos de papéis

MONOLÚCIDO DE 1ª
Também chamado simplesmente de monolúcido, é fabricado
com celulose química branqueada, com adição de carga mineral
na ordem de 10 a 12%, bem colado, acabamento supercalandrado em uma das faces usado em flexografia, na
confecção de rótulos, cartazes, capas, impressos, sacos e
embalagens, neste último caso isolado ou laminado, colado e
impregnado com ou em outros materiais, tais como plástico,
celofane, alumínio, etc. Comercializado através da revenda nos
formatos 66 x 96 e 76 x 112 cm., nos pesos padrões de 50 g/m2
para cima, e em bobinas e formatos diversos directamente às
gráficas e consumidores industriais.
MONOLÚCIDO DE 2ª
É o monolúcido de 1a. com a inclusão de pasta mecânica,
usado para as mesmas finalidades, porém em produtos de
qualidade inferior.
Tipos de papéis

OFF-SET
Fabricado com celulose branqueada, bem colado, carga mineral
entre 10 a 15% de cinzas, normalmente com colagem superficial
a base de amido, usado principalmente para serviços de
impressão pelo processo offset, para revistas, livros, folhetos,
cartazes, selos, etc. É comercializado em maior escala em
formatos, directamente às gráficas de maior porte e editores,
neste último caso com linhas d’água, e em menor escala através
da revenda, nos formatos 87 x 114, 66 x 96 e 76 x 112 cm.,
geralmente de 60 a 150 g/m2. Alguns fabricantes fazem um
produto mais qualificado, geralmente mais branco, dando um
nome comercial específico.
Tipos de papéis

OPALINE
Apresenta excelente rigidez (carteado), alvura, lisura, espessura
uniforme. Sua aplicação é em cartões de visita, convites e
diplomas.
Tipos de papéis

PÓLEN RÚSTICO
Papel com um toque rústico e artesanal. OFF-SET/Policromia. É
usado em papel para miolo, guarda livros e livros de arte.
PÓLEN BOLD
Papel com opacidade e espessura elevada. OFFSET/Policromia. É usado em livros quando necessário papeis
mais espessos, sem aumento do peso do livro.
PÓLEN SOFT
Papel com tonalidade natural, ideal para uma leitura mais
prolongada e agradável. Suas aplicações são em livros
instrumentais, ensaios e obras gerais.
Tipos de papéis

PAPEL JORNAL
Produto à base de pasta mecânica de alto rendimento, com
opacidade e alvura adequadas. É fabricado em rolos para
prensas rotativas, ou em folhas lisas para a impressão comum
em prensas planas. A superfície pode, ainda, variar de ásperas,
alisada e acetinada. Suas aplicações são em tiragens de jornais,
folhetos, livros, revistas, material promocional, blocos e talões
em geral.
Tipos de papéis

ROTOGRAVURA
Pouco fabricado no país, porém, importado em grande escala, é
feito com celulose, geralmente sulfito ou sulfato, de fibra longa, e
mais de 60% de pasta mecânica, por vezes branqueadas,
super-calandrado, de 45 a 55 gramas por metro quadrado,
destinando-se à impressão de revistas e livros, sobretudo pelo
processo rotogravura. É feito quase sempre com linhas d’água,
e importado por firmas importadoras ou directamente pelos
usuários.
Tipos de papéis

SEDA
Fabricado com celulose branqueada, de acabamento alisado ou
monolúcido, em maior escala para embalagens finas. É
comercializado pela revenda em formatos de 66 x 90 e 50 x
70 cm., de 20 a 22 g/m2, e vendido directamente a
consumidores industriais em bobinas de 18 g/m2, sobretudo
para confecção de guardanapos .
Tipos de papéis

SUPER-BOND
Fabricado com celulose branqueada, com a adição de 10 a 15%
de carga mineral, bem colado, alisado na máquina, nas cores
características azul, verde, rosa, canário e ouro. É semelhante
ao apergaminhado ou sulfite, porém em cores. Comercializado
em maior escala na revenda, no formato 66 x 96 cm.,
principalmente nos pesos 16, 18, 20 e 30 g/m2 para uso em
impressão tipográfica, e confecção de impressos em geral,
segundas vias de talões, encartes, etc. Em bobinas de vários
pesos, é comprado directamente às fábricas pelos fabricantes
de formulários contínuos.
Tipos de papéis

TRIPLEX
É o duplex de 1ª, cujo suporte ou contra-forro é fabricado em
duas ou mais camadas, com a última camada branca,
constituída de celulose branqueada. Utilizado e comercializado
da mesma maneira que o duplex de 1ª.
Tipos de papéis

TOP PRINT
Tem como características a alvura, sedosidade, lisura,
opacidade superior, fidelidade na reprodução de cromos, fotos e
ilustrações, maior produtividade na impressão, menor carga de
tinta utilizada para obter-se a mesma densidade de cor. Muito
utilizado em tablóides, malas diretas, jornais, house organs,
impressos promocionais, livros didáticos, revistas técnicas,
folhetos e manuais.
Referências

BRACELPA (Associação Brasileira de Celulose e Papel.
http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/180

CENIBRA (Indústria de Celulose)
http://www.cenibra.com.br/
SUZANO PAPEL E CELULOSE
http://www.suzano.com.br/portal/suzano-papel-e-celulose.htm
SCUDERIA COMUNICAÇÃO
http://www.scuderia.com.br/site/

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Aula 03 produção de papel

  • 1. PROCESSOS GRÁFICOS Produção de Papel Prof. Ms. Elizeu N. Silva
  • 2. Produção de celulose A celulose é a matéria-prima para a fabricação de papel. É obtida pela manipulação de fibras de eucalipto ou pínus que, processadas mecânica e quimicamente, dão origem à pasta marrom. Também pode ser obtida de folhas de sisal e dos frutos do algodoeiro. Aparas de papel resultantes da indústria gráfica e papel usado podem ser reciclados e utilizados para a fabricação de
  • 3. Produção de celulose A manipulação das fibras de eucalipto ou de pínus visa a remoção da lignina, substância que mantém as fibras unidas. Trata-se de substância com alto teor calórico. É também o principal resíduo da produção de celulose. Para evitar o descarte na natureza, as fábricas utilizam-na para a geração de energia, como combustível de caldeiras.
  • 4. Produção de celulose O tratamento da celulose depende do tipo de papel a ser produzido e de suas finalidades. • Papeis para escrita, exigem um padrão de tratamento que lhe confere uma superfície absorvente e áspera o suficiente para receber os traços de caneta e lápis. • Já os papéis destinados à indústria de embalagens devem ter rigidez mais elevada e fibras mais resistentes.
  • 5. Produção de celulose Após a colheita nas florestas cultivadas, a madeira é descascada e seque para a indústria onde as toras são trituradas e transformadas em cavacos. Os cavacos são cozidos numa solução de água, sulfato de sódio e soda cáustica em temperaturas que chegam a 150ºC. É nesta etapa que as fibras de celulose são separadas da lignina. Do processo de cozimento, chamado kraft, resulta uma pasta marrom da qual são fabricados envelopes, embalagens e o conhecido papel kraft.
  • 6. Produção de celulose Após o cozimento a pasta marrom é lavada e peneirada para que a alvura, limpeza e pureza química da mistura sejam melhoradas. Esta lavagem facilitará o branqueamento posterior da celulose. O branqueamento consiste na retirada dos resíduos de lignina mediante a aplicação de oxigênio, soda e dióxido de cloro em ciclos sucessivos. A tonalidade branca é obrida gradualmente, a cada ciclo de aplicação química.
  • 7. Produção de celulose Depois do branqueamento a produção segue dois caminhos possíveis: • Secagem: para que possa ser acondicionada em fardos e distribuída ao mercado de produção de papel. • Início da produção de papel: na produção integrada, a celulose branqueada segue para secagem diretamente nas máquinas de produção de papel.
  • 8. Produção de papel A celulose adquirida em fardos pela fábrica de papel deve ser hidratada para readquirir a consistência de pasta. Na produção integrada, a pasta branqueada e úmida segue diretamente para as prensas de secagem e determinação da gramatura e da resistência do papel. Este é o processo de calandragem. Variações no processo de produção permitem a oferta de diversos tipos de papel.
  • 9. Produção de papel Principais características: Peso (gramatura) Os papéis são identificados pela gramatura, variando normalmente de 50 a 350 gramas. Obviamente isso interfere diretamente no volume e no peso final do produto impresso. Também é um importante fator na composição de custos do impresso, tanto na impressão, quanto na distribuição, principalmente quando via correio. Especifica-se, por padrão, o peso do metro quadrado do papel.
  • 10. Produção de papel Principais características: Formato É necessário definir bem o formato em função do material a ser impresso, para evitar desperdício e consequente encarecimento dos custos de produção gráfica. Além disso, o desperdício é ecologicamente condenável. A Tabela de Formatos de Papéis e a Tabela de Aproveitamento de Papel auxiliam a identificar o formato mais adequado ao produto gráfico em desenvolvimento.
  • 11. Produção de papel Tabela de Formatos e de Aproveitamento de Papel
  • 12. Produção de papel Principais características: Cor Para cada aplicação deve ser escolhido uma cor de papel, o grau de alvura e a opacidade. Cor, alvura e opacidade do papel interferem na impressão colorida em off-set, alterando o resultado. Quando o objetivo é imprimir policromias, é recomendável optar por papéis com alta alvura. Já os papéis levemente amarelados e com alto grau de opacidade (por exemplo, pólen) são ótimos para impressão de livros e textos longos, pois evitam o cansaço visual pela redução do contraste.
  • 13. Produção de papel Principais características: Textura Tanto a rigidez do papel, quanto a sensação ao toque na superfície, indicam a textura do papel. Cada tipo de impresso exige uma textura diferente.
  • 14. Tipos de papéis ACETINADO DE 1ª Fabricado com celulose branqueada, com adição de carga mineral na ordem de 10 a 15% de cinzas, bem colado, acabamento supercalandrado. É empregado em maior escala para impressão tipográfica comercial de uso geral, e em menor escala para impressão em offset, para a confecção de impressos, catálogos, folhetos, livros e revistas. É usado, também, na fabricação de embalagens, às vezes impresso em rotogravura, quando depois é laminado, colado ou impregnado com ou em outros materiais. No primeiro caso é comercializado na revenda ou directamente às gráficas e editoras, principalmente nos formatos 66 x 96 e 76 x 112 cm, nos pesos padrões de 50 a 120 g/m2 e no segundo caso em bobinas directamente aos conversores.
  • 15. Tipos de papéis ACETINADO DE 2ª É o acetinado de 1ª com a inclusão de pasta mecânica na sua formulação. É comercializado na revenda e directamente para as gráficas e editores com linhas d’água. É importado em larga escala para a impressão de livros e revistas. Neste caso, a pasta mecânica usada geralmente é branqueada.
  • 16. Tipos de papéis ACETINADO DE 3ª Idêntico ao jornal, porém com acabamento super-calandrado. É fabricado da mesma maneira, e comercializado pela revenda para as mesmas aplicações, principalmente nos pesos baixos a partir de 40 g/m2.
  • 17. Tipos de papéis APERGAMINHADO Ou sulfite, é fabricado com celulose branqueada, com a adição de carga mineral, na ordem de 10 a 15% de cinzas, bem colado, acabamento alisado, para uso comercial e industrial em finalidades as mais variadas, principalmente de escrita, tais como, cadernos, envelopes, almaços, mas também para impressos em geral, formulários contínuos, etc. O volume deste papel fabricado no país é quase igual a todos os outros papéis de escrever e imprimir juntos. Sua maior comercialização é através da revenda, nos formatos 66 x 96 cm e 76 x 112 cm, nos pesos padrões, partindo de 16 quilos, principalmente 16, 18, 20, 24, 30 e 40 quilos. Para cadernos é vendido directamente das fábricas aos caderneiros, nos formatos 64 x 92 cm, 63 x 90 cm e outros formatos próximos, também em bolinhas para as máquinas de grande produção. Os consumidores industriais e as gráficas de maior porte compram directamente das fábricas em formatos e bobinas variados.
  • 18. Tipos de papéis APERGAMINHADO COM MARCA Ou sulfite com marca, é o apergaminhado ou sulfite fabricado com marca d’água da fábrica, comercializado através da revenda, para ser usado principalmente em escritórios e residências. O formato mais usado é o 66 x 96 cm.
  • 19. Tipos de papéis ALTA PRINT - Papel offset “top” de categoria, com alta lisura, brancura e opacidade. Produzindo através do processo “soft calender onmachine”, oferece a melhor qualidade de impressão e definições de imagens.
  • 20. Tipos de papéis BÍBLIA Fabricado com celulose branqueada com a adição de carga mineral adequada para dar elevada opacidade, alisado, gramatura geralmente não excedendo 45 g/m2. É utilizado na confecção de bíblias e similares, comercializado na revenda e directamente para as gráficas e editoras.
  • 21. Tipos de papéis BOUFFANT de 1ª Pronuncia-se bufom. É fabricado com celulose branqueada e elevada carga mineral, geralmente ao redor de 20% de cinzas, absorvente e bem encorpado, normalmente pouco alisado. Usado principalmente para impressão de livros em tipografia, e para serviços de mimeografia. (Ver mimeógrafo). É comercializado pela revenda e directamente às gráficas e editoras, principalmente nos formatos 87×114 cm., 66×96 cm., 76×112 cm., e 67×90 cm., de 63 a 110 g/m2.
  • 22. Tipos de papéis BOUFFANT de 2ª É o bouffant de 1ª, com a inclusão de pasta mecânica na sua formulação. Usado e comercializado da mesma maneira, para serviços de qualidade inferior.
  • 23. Tipos de papéis CAPA Também chamado de “liner” – é fabricado essencialmente com celulose semi-química, misturada às vezes com pasta de resíduos agrícolas e/ou aparas. Os tipos melhores são fabricados em duplex, com uma camada de material mais limpo, geralmente de celulose não branqueada, isolada ou misturada com os materiais da parte inferior. Alisado ou monolúcido, geralmente de 170 a 250 g/m2, é comercializado em bobinas directamente para as fábricas de papelão ondulado.
  • 24. Tipos de papéis CAPAS E SIMILARES São os produtos fabricados com aparas e/ou pasta mecânica, os tipos melhores com pequena adição de celulose, geralmente sulfito não branqueada, de acabamento monolúcido ou supercalandrado, comercializado através da revenda ou directamente pelas fábricas para uso em tipografias na confecção de capas de talões de notas, blocos, cadernos, talões de cheques e impressos de um modo geral. Seu peso oscila de 100 a 200 g/m2, sendo o formato preponderante 66 x 96 cm. As cores mais comuns são: cinza, creme, palha, azul, rosa e outras. Os tipos mais destacados são: O CARTÃO AG, o CARTÃO CHINÊS e o CARTÃO IRIS, descritos separadamente.
  • 25. Tipos de papéis CARBONO É o papel fabricado com celulose de fibras têxteis, e/ou celulose de madeira, com a finalidade específica de servir como base para fabricação de papel carbono. De acabamento alisado ou monolúcido, branco ou colorido, de 11 a 25 g/m2, é comercializado pelas fábricas directamente aos produtores de carbono.
  • 26. Tipos de papéis CARTÃO AG É um produto do tipo Capas e Similares, monolúcido, comercializado através da revenda no formato 66 x 98 cm., com 110 g/m2, nas cores características, principalmente: cinza, laranja, rosa, verde, azul e canário. É também muito usado para capa de cadernos, sendo então vendidos directamente pelas fábricas aos caderneiros.
  • 27. Tipos de papéis CARTÃO BRISTOL É o cartão de 1ª fabricado normalmente pela colagem de duas folhas de papel monolúcido de 1ª. É chamado também genericamente de cartão branco, ou cartolina branca. Fabricado em menor escala com uma folha só super-calandrada, sendo neste caso, menos rígido, menos encorpado e por isso, menos reputado. Comercializado preponderantemente pela revenda, nos formatos 55 x 73, 50 x 65 e 56 x 76 cm., nos pesos 180, 240, 290 e 340 g/m2. Alguns tipos mais qualificados, têm nomes comerciais específicos do fabricante. Em menor escala são fabricados em cores características e denominados cartão bristol cores.
  • 28. Tipos de papéis CARTÃO BRISTOL CORES É o Cartão Bristol fabricado nas cores características: azul, verde, rosa, canário, abóbora, cinza e palha. Em alguns casos incluem-se neste tipo de cartão aparas limpas e/ ou pasta mecânica, o que torna o produto menos reputado.
  • 29. Tipos de papéis CARTÕES DE 1ª Abrangem uma larga faixa de cartões e cartolinas, brancos e em alguns casos em cores, fabricados exclusivamente com celulose branqueada. Geralmente são bem colados, em formatos, acabamento monolúcido, alisado ou super-calandrado, comercializado através da revenda para várias aplicações tais como pastas, capas, convites, encartes fichas e similares. Merecem destaque especial o CARTÃO BRISTOL e o CARTÃO FICHA descritos à parte. Outro tipo característico, que geralmente toma vários nomes comerciais de acordo com fabricante, são os cartões brancos monolúcidos, fabricados em uma ou mais camadas, em pesos elevados a partir de 200 g/m2, usados pelos fabricantes de caixas e cartuchos na confecção de embalagens finas para artigos de toucador, comestíveis, como sorvetes, etc., com as mesmas características básicas de impressão e comercialização que o duplex de 1ª.
  • 30. Tipos de papéis CARTOLINA Cartolina e Papelão é um intermediário entre papel e o papelão. É fabricado directamente na máquina, ou obtida pela colagem e prensagem de várias outras folhas. Conforme a grossura, diz-se cartolina ou papelão. Na prática diz-se cartão, se a folha pesar 180 gramas ou mais por metro quadrado; menos que isso, é papel. A distinção entre cartolina e papelão costuma-se fazer pela grossura; é papelão quando supera o meio milímetro.
  • 31. Tipos de papéis COUCHÊ Pronuncia-se cuché. É o nome genérico dado aos papéis revestidos com uma camada de adesivo e pigmento, utilizados principalmente em impressão. A fabricação nacional é pequena em relação ao volume consumido. Normalmente são fabricados duas classes distintas, uma para impressão em off-set e outra para tipografia. A comercialização é feita diretamente pelos fabricantes com as gráficas e editoras, e também através da revenda, principalmente no formato 66 x 96 cm. A importação é feita directamente pelos usuários e pelos importadores especializados.
  • 32. Tipos de papéis COUCHÊ MONOLÚCIDO Revestimento Couchê brilhante em um lado. Policromia. Suas aplicações são sobre capas, folhetos e encartes. COUCHÊ MATTE Revestimento couchê fosco nos dois lados. As suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte. COUCHÊ TEXTURIZADO Revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado, panamá e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.
  • 33. Tipos de papéis COLOR PLUS Apresenta colorido na massa, boa lisura para impressão, sem dupla face, resistência das cores à luz, estabilidade dimensional, controle colorimétrico e continuidade das cores. Suas aplicações são em trabalhos publicitários, papel para carta, envelopes, convites, catálogos, blocos, capas, folhetos, cartões de visita, mala-directa, formulários contínuos.
  • 34. Tipos de papéis DESENHO Fabricado com celulose branqueada, bem colado, com elevada resistência a abrasão por borracha, geralmente de 100 a 280 g /m2, tendo um acabamento áspero característico provocado pela marcação dos feltros húmidos.
  • 35. Tipos de papéis DUPLEX Nome genérico dado aos cartões fabricados em duas ou mais camadas de materiais diferentes, a superior de material melhor, monolúcido, em cores naturais ou tingidas. O tipo mais importante é conhecido como DUPLEX de 1ª, onde a camada superior ou forro é feita com celulose branqueada, descrito à parte A maior utilização destes cartões é nas indústrias de caixas e cartuchos. Geralmente são comercializados directamente pelas fábricas aos consumidores. O nome destes produtos varia de fabricante para fabricante. Entre outros, podemos citar o DUPLEX TIPO-KRAFT, onde o forro é feito com celulose não branqueada e pasta mecânica, e o contra-forro ou suporte com aparas e/ ou celulose semi-química e pasta mecânica, usado em larga escala para capas de cadernos.
  • 36. Tipos de papéis DUPLEX DE 1ª Também chamado de cartão duplex, cartolina duplex ou simplesmente duplex. É fabricado em duas ou mais camadas. A superior, chamada forro, geralmente de 80 a 100 g/m2, é de celulose branqueada, bem colada, acabamento monolúcido, eventualmente com colagem superficial ou revestimento (coating). A camada ou camadas inferiores, são chamadas contra-forro ou suporte, e são fabricadas com celulose não branqueada, com a adição de pasta mecânica e/ou aparas, geralmente aparas jornal. Quando as camadas do suporte são em número de duas ou mais, às vezes a última é feita de material melhor, porém do mesmo tipo citado. A gramatura total vai de 200 a 600 g/m2, principalmente em formatos, e em menor escala, em bobinas. Utilizado primordialmente nas gráficas que fabricam cartuchos, caixas e similares. É comercializado directamente pelas fábricas, e, em pequenas quantidades pela revenda, no formato 77 x 113 cm.
  • 37. Tipos de papéis EMBALAGEM Também chamado por alguns de envoltório ou capa, é o papel fabricado com a finalidade específica de embrulhar as resmas e bobinas da fábrica. O mais comum é papel semelhante ao maculatura, alisado ou monolúcido, geralmente em cores, por exemplo: violeta, azul, verde, cinza e amarelo, em torno de 130 g/m2. Os tipos melhores empregam celulose, isolada ou misturada com outros materiais, em cor natural.
  • 38. Tipos de papéis FLOR POST Também conhecido como segundas vias, é fabricado com celulose branqueada, geralmente com 30 g/ m2, branco ou nas cores características azul, verde, rosa, canário e ouro, acabamento alisado ou monolúcido, comercializado em maior escala em revenda, no formato 66 x 96 cm, para segundas vias de correspondência e talões de notas.
  • 39. Tipos de papéis FILM COATING Papel revestido e calandrado na máquina de papel, com excelente reprodução de cores e brilho, alta definição de imagens e superior qualidade de impressão. Esse papel é intermediário entre o papel offset e o couché.
  • 40. Tipos de papéis H.D. Fabricado essencialmente com aparas e pasta mecânica, em algumas regiões do país com a inclusão de pasta de resíduos agrícolas. Monolúcido, nas cores características rosa, verde, amarelo, de 55 a 60 g/m², em bobinas de 25, 40 e 60 cm. de largura, com 22 cm de diâmetro e furo de 5 cm. Utilizado em maior escala para embrulhos em estabelecimentos comerciais, quando é comercializado pela revenda, também, na manufactura de serpentinas e confetes, quando as bobinas são de tamanho variados e são também fabricadas em cores.
  • 41. Tipos de papéis HELIOGRÁFICO É fabricado com celulose branqueada, com baixo teor de ferro, bem colado, acabamento alisado, branco ou levemente colorido, em gramaturas de 40 a 120 g/m², destinando-se ao beneficiamento posterior com tratamento com produtos sensíveis, para uso específico em cópias pelo processo heliográfico. É comercializado em bobinas directamente aos produtores de papel para heliografia.
  • 42. Tipos de papéis ILUSTRAÇÃO Fabricado com celulose branqueada, com adição de elevada carga mineral, ao redor de 20% de cinzas, absorvente, supercalandrado. Usado para impressão tipográfica, sobretudo quando existem clichês, para a confecção de revistas, livros, catálogos, folhetos e similares. É comercializado em formatos através da revenda, principalmente 66 x 96, 76 x 112 e 87 x 114 cm., de 75 a 120 g/m², e também directamente pelas fábricas às gráficas e editores de livros e revistas.
  • 43. Tipos de papéis JORNAL Fabricado com celulose sulfito não branqueada ou sulfato semibranqueada, com elevada percentagem de pasta mecânica e/ou aparas limpas, monolúcido ou alisado, usado principalmente em serviços de qualidade inferior para impressão tipográfica comercial de uso geral. Neste caso é comercializado pela revenda, de 40 g/m2 para cima, principalmente no formato padrão 66 x 96 cm. É muito vendido também em bobinas, monolúcido, directamente pelas fábricas aos consumidores industriais, sobretudo para fabricação de papéis pintados para embrulho. Em alguns casos, esta última variante é chamada de MONOLÚCIDO DE 3ª.
  • 44. Tipos de papéis KRAFT Nome genérico dado a uma série de papéis, fabricados com celulose não branqueada, geralmente na cor natural, parda característica, e nas suas variantes castanho, laranja e amarelo, ou ainda azul, monolúcido ou alisado, preponderantemente em bobinas, de 40 g/m2 para cima. É comercializado em maior escala pelas fábricas directamente aos consumidores, principalmente fabricantes de sacos, mas também para ser betumado, gomado, impregnado, etc. pouco usado ainda em formatos para embrulho. Geralmente são designados por palavras que definem seu acabamento tais como: monolúcido, liso, com listas, ou cor, tal como o azul, muito empregado para embalagem de açúcar.
  • 45. Tipos de papéis MONOLÚCIDO DE 1ª Também chamado simplesmente de monolúcido, é fabricado com celulose química branqueada, com adição de carga mineral na ordem de 10 a 12%, bem colado, acabamento supercalandrado em uma das faces usado em flexografia, na confecção de rótulos, cartazes, capas, impressos, sacos e embalagens, neste último caso isolado ou laminado, colado e impregnado com ou em outros materiais, tais como plástico, celofane, alumínio, etc. Comercializado através da revenda nos formatos 66 x 96 e 76 x 112 cm., nos pesos padrões de 50 g/m2 para cima, e em bobinas e formatos diversos directamente às gráficas e consumidores industriais. MONOLÚCIDO DE 2ª É o monolúcido de 1a. com a inclusão de pasta mecânica, usado para as mesmas finalidades, porém em produtos de qualidade inferior.
  • 46. Tipos de papéis OFF-SET Fabricado com celulose branqueada, bem colado, carga mineral entre 10 a 15% de cinzas, normalmente com colagem superficial a base de amido, usado principalmente para serviços de impressão pelo processo offset, para revistas, livros, folhetos, cartazes, selos, etc. É comercializado em maior escala em formatos, directamente às gráficas de maior porte e editores, neste último caso com linhas d’água, e em menor escala através da revenda, nos formatos 87 x 114, 66 x 96 e 76 x 112 cm., geralmente de 60 a 150 g/m2. Alguns fabricantes fazem um produto mais qualificado, geralmente mais branco, dando um nome comercial específico.
  • 47. Tipos de papéis OPALINE Apresenta excelente rigidez (carteado), alvura, lisura, espessura uniforme. Sua aplicação é em cartões de visita, convites e diplomas.
  • 48. Tipos de papéis PÓLEN RÚSTICO Papel com um toque rústico e artesanal. OFF-SET/Policromia. É usado em papel para miolo, guarda livros e livros de arte. PÓLEN BOLD Papel com opacidade e espessura elevada. OFFSET/Policromia. É usado em livros quando necessário papeis mais espessos, sem aumento do peso do livro. PÓLEN SOFT Papel com tonalidade natural, ideal para uma leitura mais prolongada e agradável. Suas aplicações são em livros instrumentais, ensaios e obras gerais.
  • 49. Tipos de papéis PAPEL JORNAL Produto à base de pasta mecânica de alto rendimento, com opacidade e alvura adequadas. É fabricado em rolos para prensas rotativas, ou em folhas lisas para a impressão comum em prensas planas. A superfície pode, ainda, variar de ásperas, alisada e acetinada. Suas aplicações são em tiragens de jornais, folhetos, livros, revistas, material promocional, blocos e talões em geral.
  • 50. Tipos de papéis ROTOGRAVURA Pouco fabricado no país, porém, importado em grande escala, é feito com celulose, geralmente sulfito ou sulfato, de fibra longa, e mais de 60% de pasta mecânica, por vezes branqueadas, super-calandrado, de 45 a 55 gramas por metro quadrado, destinando-se à impressão de revistas e livros, sobretudo pelo processo rotogravura. É feito quase sempre com linhas d’água, e importado por firmas importadoras ou directamente pelos usuários.
  • 51. Tipos de papéis SEDA Fabricado com celulose branqueada, de acabamento alisado ou monolúcido, em maior escala para embalagens finas. É comercializado pela revenda em formatos de 66 x 90 e 50 x 70 cm., de 20 a 22 g/m2, e vendido directamente a consumidores industriais em bobinas de 18 g/m2, sobretudo para confecção de guardanapos .
  • 52. Tipos de papéis SUPER-BOND Fabricado com celulose branqueada, com a adição de 10 a 15% de carga mineral, bem colado, alisado na máquina, nas cores características azul, verde, rosa, canário e ouro. É semelhante ao apergaminhado ou sulfite, porém em cores. Comercializado em maior escala na revenda, no formato 66 x 96 cm., principalmente nos pesos 16, 18, 20 e 30 g/m2 para uso em impressão tipográfica, e confecção de impressos em geral, segundas vias de talões, encartes, etc. Em bobinas de vários pesos, é comprado directamente às fábricas pelos fabricantes de formulários contínuos.
  • 53. Tipos de papéis TRIPLEX É o duplex de 1ª, cujo suporte ou contra-forro é fabricado em duas ou mais camadas, com a última camada branca, constituída de celulose branqueada. Utilizado e comercializado da mesma maneira que o duplex de 1ª.
  • 54. Tipos de papéis TOP PRINT Tem como características a alvura, sedosidade, lisura, opacidade superior, fidelidade na reprodução de cromos, fotos e ilustrações, maior produtividade na impressão, menor carga de tinta utilizada para obter-se a mesma densidade de cor. Muito utilizado em tablóides, malas diretas, jornais, house organs, impressos promocionais, livros didáticos, revistas técnicas, folhetos e manuais.
  • 55. Referências BRACELPA (Associação Brasileira de Celulose e Papel. http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/180 CENIBRA (Indústria de Celulose) http://www.cenibra.com.br/ SUZANO PAPEL E CELULOSE http://www.suzano.com.br/portal/suzano-papel-e-celulose.htm SCUDERIA COMUNICAÇÃO http://www.scuderia.com.br/site/