PARTICIPAÇÃO SOCIAL E
DEMOCRACIA PARTICIPATIVA



          Salvador, Bahia
          05 de dezembro de 2011

                                   1
“... é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação
     de seu governo. Ele é o resultado do trabalho e da ação transformadora
     de todos os brasileiros e brasileiras. O Brasil do futuro será exatamente
     do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ele hoje. Do tamanho da
     participação de todos e de cada um: dos movimentos sociais, dos que
     labutam no campo, dos profissionais liberais, dos trabalhadores e dos
     pequenos empreendedores, dos intelectuais, dos servidores
     públicos, dos empresários, das mulheres, dos negros, dos índios, dos
     jovens, de todos aqueles que lutam para superar distintas formas de
     discriminação.”
          (Presidenta Dilma Roussef, Discurso de Posse em 1º de janeiro de 2011)
Democracia            Democracia
Representativa         Participativa

   A idéia central        Se ancora na
 reside no fato de   concepção de que as
  que as decisões
                          definições e
    políticas são
    oriundas de        autorizações das
     instâncias        decisões políticas
   formadas por         competem ao
  representantes         conjunto dos
  escolhidos pelo          cidadãos.
       povo.
Declaração Universal
dos Direitos Humanos (1948)
• Artigo 21

  Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direção dos
  negócios públicos do seu país, quer diretamente, quer por
  intermédio de representantes livremente escolhidos.

   Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de
   igualdade, às funções públicas do seu país.

   A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos
   poderes públicos e deve exprimir-se através de eleições
   honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e
   igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente
   que salvaguarde a liberdade de voto.
                                               (FONTE: OHCHR-UN)

                                                                 4
Constituição da República Federativa
do Brasil de 1988

• Art 1º (...)
  Parágrafo único
  Todo o poder emana do povo, que o exerce
  por meio de representantes eleitos ou
  diretamente, nos termos desta Constituição.


                                                5
Carta Iberoamericana de
Participação Cidadã na Gestão Pública (2009)
 • A Conferência Ibero-Americana de Ministros concluiu que:
     - a participação dos cidadãos na gestão pública é essencial
   para a democracia;
     - que os princípios democráticos de representação política
   devem ser complementados por mecanismos de participação
   dos cidadãos na gestão pública;
    - que é necessário expandir e aprofundar a democracia;
 • Por essas razões, eles adotaram um instrumento para orientar
   os governos da América Latina sobre a viabilidade da
   participação dos cidadãos na gestão pública: a Carta
   Iberoamericana de Participação Cidadã na Administração
   Pública.
                                                               6
A participação social e a gestão pública

• A Constituição de 1988 foi marcada por debates em torno
das conquistas sociais, dos direitos fundamentais e inovou ao
apresentar avanços no que diz respeito à participação
popular.
• A democratização dos processos de gestão pública
representa um importante mecanismo que tende a reforçar
os processos de melhoria institucional. Quando poder
público e sociedade civil pactuam condições mínimas de
funcionamento e de participação na esfera
pública, contribuem significativamente para aproximar o
governo dos cidadãos.

                                                                7
Algumas formas de participação

•   Conselhos
•   Conferências
•   Ouvidorias
•   Audiências Públicas
•   Plebiscitos e Referendos




                                 8
Participação Social no Brasil


                                9
Conselhos Nacionais

• Espaços institucionais de interlocução do Estado com
  a sociedade civil.
• Participação ativa, qualificada e efetiva de
  representantes governamentais e da sociedade civil
  que opinam e deliberam sobre políticas públicas.
• A atuação dos conselhos é fundamental para o
  aperfeiçoamento da democracia, bem como para a
  transparência e efetividade da ação governamental.



                                                     10
CONSELHOS NACIONAIS




                           CONSELHOS DE
                         POLÍTICAS PÚBLICAS
                        SETORIAIS E DE DEFESA
                            DE DIREITOS



                                                           FÓRUM DOS
    FÓRUM                                                 SECRETÁRIOS
INTERCONSELHOS                                             EXECUTIVOS




      DELIBERATIVOS                             DELIBERATIVOS/
                                                 CONSULTIVOS
                           CONSULTIVOS




                                                                        11
Conferências Nacionais

• São espaços democráticos de interação entre os
  diversos setores da sociedade civil na busca por mais
  influência na elaboração e implementação de
  políticas públicas do governo federal.
• Contribuem para a ampliação dos espaços
  institucionais de participação social e o
  aperfeiçoamento da democracia participativa no
  país.



                                                      12
CONFERÊNCIAS NACIONAIS



                                           ETAPAS PREPARATÓRIAS
                                                 ELETIVAS             ETAPAS PREPARATÓRIAS
                                                                          NÃO ELETIVAS


                                               CONFERÊNCIAS
                                                 ESTADUAIS                CONFERÊNCIAS
                                                                            TEMÁTICAS
           FÓRUM DA COMISSÃO
           ORGANIZADORA DAS
             CONFERÊNCIAS                      CONFERÊNCIAS
               NACIONAIS                         REGIONAIS               CONFERÊNCIAS
                                                                           VIRTUAIS
                       MONITORAMENTO E
INTERSETORIALIDADE       AVALIAÇÃO DE
                          RESULTADOS
                                               CONFERÊNCIAS              CONFERÊNCIAS
                                                MUNICIPAIS                TERRITORIAIS

               INOVAÇÕES
             METODOLÓGICAS
                                                                         CONFERÊNCIAS
                                                                            LIVRES
                                         SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA

                                                                                     13
Ouvidorias
Ações integradas entre SG e OGU:
• Sessões de Diálogo com as Ouvidorias Públicas
  Federais, por afinidade temática;
• Contribuir para que as Ouvidorias tenham voz
  ativa em suas instâncias governamentais;
• Promover a escuta qualificada dos movimentos
  sociais, da sociedade civil organizada e do
  cidadão, que apresentariam suas avaliações sobre
  a execução das políticas públicas;
• Apoiar a Rede Nacional de Ouvidorias Públicas na
  direção de um Sistema Nacional de Ouvidorias.
                                                     14
MINISTÉRIOS
                                                 OUVIDORIAS                                               HOSPITAIS



         AGÊNCIAS
                                                                                                   INSTITUIÇÕES DE
                                                                                                        ENSINO


              COMPANHIAS
                                                                                               BANCOS


                    DEPARTAMENTOS
                                                                                   EMPRESAS
                                                                                    PÚBLICAS

                              FUNDAÇÕES

                                                                       POLÍCIA FEDERAL
                                          INSTITUTOS

                                                       ÓRGÃOS DA PR




                    FÓRUM DAS                                          REDE NACIONAL DE
                    OUVIDORIAS                                        OUVIDORIAS PÚBLICA
                                                                                                                 15
Diálogos Sociais

• Aprofundar a estratégia de participação
  social, agregando contribuições das práticas de
  gestão democrática em andamento.

• Construir consensos e convergências em torno de
  ações e políticas de governo.




                                                    16
AGENDA POLÍTICA DO
                                   GOVERNO FEDERAL

GOVERNO FEDERAL                                                   SECRETARIA-GERAL
 - MINISTÉRIOS AFINS -                                                 - PR -



                                     DIÁLOGOS
                                      SOCIAIS




         ENTIDADES E MOVIMENTOS                        ENTIDADES E MOVIMENTOS
               NACIONAIS                                     REGIONAIS




                                                                                     17
Audiências e Consultas Públicas
• Participação da sociedade civil na
  formulação, implementação e monitoramento de
  políticas públicas nacionais.
• Diversas áreas de políticas públicas utilizam esses
  mecanismos em seus processos decisórios.
• A SNAS em parceria com o IPEA está preparando
  um diagnóstico e avaliação das audiências
  públicas no âmbito do Governo Federal, visando
  aperfeiçoar sua metodologia e ampliar sua
  legitimidade.


                                                        18
FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO



   DIREITOS           PREFERÊNCIAS




CAPACIDADES PARA O EXERCÍCIO EFETIVO
        DE CIDADANIA ATIVA

 PARTICIPAÇÃO
                      AÇÃO EFETIVA
  QUALIFICADA

                                       19
Participação Social no Ciclo Orçamentário

 Novo Modelo de PPA

    Resgate da função planejamento;
    Incorporação de compromissos de governo;
    Efetivo monitoramento;
    Transversalidades e multissetorialidades;
    Regionalização das políticas;
    Participação da sociedade;
    Reorganização do orçamento;
    Comunicação de prioridades dentro e fora do Governo.


                                                            20
Novas Estruturas de Participação

• Cidadão não necessariamente vinculado a instituições formais
  (redes sociais);
• Participação mediada, organizada e exercida pelas interfaces
  digitais na rede;
• Uso de software livre como um convite a colaboração e a
  participação de hackers (desenvolvedores);
• Pensar instrumentos digitais de agregação da agenda
  webcidadã pelo governo;
• Fomentar o uso de artes plásticas, cênicas e visuais na
  participação política.

                                                             21
Articulação Federativa

• Esforço articulado de canais e espaços de diálogo
  entre os poderes executivos, nos âmbitos
  federal, estadual e municipal.
• Introduzir a pauta da articulação de instrumentos
  de participação social nos diálogos com
  movimentos sociais e nas ações junto aos
  conselhos e conferências, de modo que os atores
  da sociedade civil intensifiquem a cobrança por
  políticas e instrumentos de participação social nos
  âmbitos municipal, estadual e regional.


                                                        22
Desafios de um Sistema Nacional de
Participação Social



                                     23
SISTEMA NACIONAL DE
                        PARTICIPAÇÃO SOCIAL

       POLÍTICAS,
                                                  POLÍTICAS, PROGRAMAS
  PROGRAMAS E AÇÕES
                                                        E AÇÕES DE
   DE PARTICIPAÇÃO
                                                   PARTICIPAÇÃO SOCIAL
SOCIAL NO ÂMBITO DOS
                                                      NO ÂMBITO DO
 GOVERNOS ESTADUAIS
                                                    GOVERNO FEDERAL
     E MUNICIPAIS




                       PARTICIPAÇÃO SOCIAL COMO
MONITORAMENTO              MÉTODO DE GESTÃO
      E                                               CANAIS E
  AVALIAÇÃO                                        INSTRUMENTOS




  MOBILIZAÇÃO                                        FORMAÇÃO E
                                                      EDUCAÇÃO
                              DIÁLOGOS                 CIDADÃ




                                                                         24
Pedro Pontual
Secretaria-Geral da Presidência da República
pedro.pontual@presidencia.gov.br
55 61 3411-4384


                                               25

Participação Social e democracia participativa

  • 1.
    PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DEMOCRACIAPARTICIPATIVA Salvador, Bahia 05 de dezembro de 2011 1
  • 2.
    “... é importantelembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho e da ação transformadora de todos os brasileiros e brasileiras. O Brasil do futuro será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ele hoje. Do tamanho da participação de todos e de cada um: dos movimentos sociais, dos que labutam no campo, dos profissionais liberais, dos trabalhadores e dos pequenos empreendedores, dos intelectuais, dos servidores públicos, dos empresários, das mulheres, dos negros, dos índios, dos jovens, de todos aqueles que lutam para superar distintas formas de discriminação.” (Presidenta Dilma Roussef, Discurso de Posse em 1º de janeiro de 2011)
  • 3.
    Democracia Democracia Representativa Participativa A idéia central Se ancora na reside no fato de concepção de que as que as decisões definições e políticas são oriundas de autorizações das instâncias decisões políticas formadas por competem ao representantes conjunto dos escolhidos pelo cidadãos. povo.
  • 4.
    Declaração Universal dos DireitosHumanos (1948) • Artigo 21 Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direção dos negócios públicos do seu país, quer diretamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto. (FONTE: OHCHR-UN) 4
  • 5.
    Constituição da RepúblicaFederativa do Brasil de 1988 • Art 1º (...) Parágrafo único Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. 5
  • 6.
    Carta Iberoamericana de ParticipaçãoCidadã na Gestão Pública (2009) • A Conferência Ibero-Americana de Ministros concluiu que: - a participação dos cidadãos na gestão pública é essencial para a democracia; - que os princípios democráticos de representação política devem ser complementados por mecanismos de participação dos cidadãos na gestão pública; - que é necessário expandir e aprofundar a democracia; • Por essas razões, eles adotaram um instrumento para orientar os governos da América Latina sobre a viabilidade da participação dos cidadãos na gestão pública: a Carta Iberoamericana de Participação Cidadã na Administração Pública. 6
  • 7.
    A participação sociale a gestão pública • A Constituição de 1988 foi marcada por debates em torno das conquistas sociais, dos direitos fundamentais e inovou ao apresentar avanços no que diz respeito à participação popular. • A democratização dos processos de gestão pública representa um importante mecanismo que tende a reforçar os processos de melhoria institucional. Quando poder público e sociedade civil pactuam condições mínimas de funcionamento e de participação na esfera pública, contribuem significativamente para aproximar o governo dos cidadãos. 7
  • 8.
    Algumas formas departicipação • Conselhos • Conferências • Ouvidorias • Audiências Públicas • Plebiscitos e Referendos 8
  • 9.
  • 10.
    Conselhos Nacionais • Espaçosinstitucionais de interlocução do Estado com a sociedade civil. • Participação ativa, qualificada e efetiva de representantes governamentais e da sociedade civil que opinam e deliberam sobre políticas públicas. • A atuação dos conselhos é fundamental para o aperfeiçoamento da democracia, bem como para a transparência e efetividade da ação governamental. 10
  • 11.
    CONSELHOS NACIONAIS CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS SETORIAIS E DE DEFESA DE DIREITOS FÓRUM DOS FÓRUM SECRETÁRIOS INTERCONSELHOS EXECUTIVOS DELIBERATIVOS DELIBERATIVOS/ CONSULTIVOS CONSULTIVOS 11
  • 12.
    Conferências Nacionais • Sãoespaços democráticos de interação entre os diversos setores da sociedade civil na busca por mais influência na elaboração e implementação de políticas públicas do governo federal. • Contribuem para a ampliação dos espaços institucionais de participação social e o aperfeiçoamento da democracia participativa no país. 12
  • 13.
    CONFERÊNCIAS NACIONAIS ETAPAS PREPARATÓRIAS ELETIVAS ETAPAS PREPARATÓRIAS NÃO ELETIVAS CONFERÊNCIAS ESTADUAIS CONFERÊNCIAS TEMÁTICAS FÓRUM DA COMISSÃO ORGANIZADORA DAS CONFERÊNCIAS CONFERÊNCIAS NACIONAIS REGIONAIS CONFERÊNCIAS VIRTUAIS MONITORAMENTO E INTERSETORIALIDADE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS CONFERÊNCIAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS TERRITORIAIS INOVAÇÕES METODOLÓGICAS CONFERÊNCIAS LIVRES SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA 13
  • 14.
    Ouvidorias Ações integradas entreSG e OGU: • Sessões de Diálogo com as Ouvidorias Públicas Federais, por afinidade temática; • Contribuir para que as Ouvidorias tenham voz ativa em suas instâncias governamentais; • Promover a escuta qualificada dos movimentos sociais, da sociedade civil organizada e do cidadão, que apresentariam suas avaliações sobre a execução das políticas públicas; • Apoiar a Rede Nacional de Ouvidorias Públicas na direção de um Sistema Nacional de Ouvidorias. 14
  • 15.
    MINISTÉRIOS OUVIDORIAS HOSPITAIS AGÊNCIAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO COMPANHIAS BANCOS DEPARTAMENTOS EMPRESAS PÚBLICAS FUNDAÇÕES POLÍCIA FEDERAL INSTITUTOS ÓRGÃOS DA PR FÓRUM DAS REDE NACIONAL DE OUVIDORIAS OUVIDORIAS PÚBLICA 15
  • 16.
    Diálogos Sociais • Aprofundara estratégia de participação social, agregando contribuições das práticas de gestão democrática em andamento. • Construir consensos e convergências em torno de ações e políticas de governo. 16
  • 17.
    AGENDA POLÍTICA DO GOVERNO FEDERAL GOVERNO FEDERAL SECRETARIA-GERAL - MINISTÉRIOS AFINS - - PR - DIÁLOGOS SOCIAIS ENTIDADES E MOVIMENTOS ENTIDADES E MOVIMENTOS NACIONAIS REGIONAIS 17
  • 18.
    Audiências e ConsultasPúblicas • Participação da sociedade civil na formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas nacionais. • Diversas áreas de políticas públicas utilizam esses mecanismos em seus processos decisórios. • A SNAS em parceria com o IPEA está preparando um diagnóstico e avaliação das audiências públicas no âmbito do Governo Federal, visando aperfeiçoar sua metodologia e ampliar sua legitimidade. 18
  • 19.
    FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO DIREITOS PREFERÊNCIAS CAPACIDADES PARA O EXERCÍCIO EFETIVO DE CIDADANIA ATIVA PARTICIPAÇÃO AÇÃO EFETIVA QUALIFICADA 19
  • 20.
    Participação Social noCiclo Orçamentário Novo Modelo de PPA  Resgate da função planejamento;  Incorporação de compromissos de governo;  Efetivo monitoramento;  Transversalidades e multissetorialidades;  Regionalização das políticas;  Participação da sociedade;  Reorganização do orçamento;  Comunicação de prioridades dentro e fora do Governo. 20
  • 21.
    Novas Estruturas deParticipação • Cidadão não necessariamente vinculado a instituições formais (redes sociais); • Participação mediada, organizada e exercida pelas interfaces digitais na rede; • Uso de software livre como um convite a colaboração e a participação de hackers (desenvolvedores); • Pensar instrumentos digitais de agregação da agenda webcidadã pelo governo; • Fomentar o uso de artes plásticas, cênicas e visuais na participação política. 21
  • 22.
    Articulação Federativa • Esforçoarticulado de canais e espaços de diálogo entre os poderes executivos, nos âmbitos federal, estadual e municipal. • Introduzir a pauta da articulação de instrumentos de participação social nos diálogos com movimentos sociais e nas ações junto aos conselhos e conferências, de modo que os atores da sociedade civil intensifiquem a cobrança por políticas e instrumentos de participação social nos âmbitos municipal, estadual e regional. 22
  • 23.
    Desafios de umSistema Nacional de Participação Social 23
  • 24.
    SISTEMA NACIONAL DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL POLÍTICAS, POLÍTICAS, PROGRAMAS PROGRAMAS E AÇÕES E AÇÕES DE DE PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO SOCIAL SOCIAL NO ÂMBITO DOS NO ÂMBITO DO GOVERNOS ESTADUAIS GOVERNO FEDERAL E MUNICIPAIS PARTICIPAÇÃO SOCIAL COMO MONITORAMENTO MÉTODO DE GESTÃO E CANAIS E AVALIAÇÃO INSTRUMENTOS MOBILIZAÇÃO FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO DIÁLOGOS CIDADÃ 24
  • 25.
    Pedro Pontual Secretaria-Geral daPresidência da República pedro.pontual@presidencia.gov.br 55 61 3411-4384 25