O documento analisa dois programas de gestão escolar no Brasil: (1) o Projeto Político Pedagógico, que promove a autonomia escolar e (2) o Plano de Desenvolvimento da Escola, financiado por bancos internacionais e com foco em eficiência. Entrevistas em escolas indicam que o segundo programa diminuiu a autonomia e teve pouco impacto duradouro. Há tensão entre as abordagens burocrática e pedagógica na gestão escolar brasileira.