SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 76
Biologia
Os Protistas
Os Protistas Heterotróficos
Os "Protozoários"
Os Protistas Heterotróficos (Heterótrofos) compreende geralmente protistas unicelulares,  eucariontes de tamanho microscópico.
Estrutural e funcionalmente a única célula de um protista heterótrofo é mais complexa que a célula de um animal e por este motivo estes organismos estão classificados no Reino Protista.
Os protistas heterótrofos são popularmente ou “vulgarmente” chamados de  “protozoários”  .
Alguns protistas heterotróficos (protozoários) têm estrutura muito simples e outros são complexos, com organelas celulares (pequeníssimos órgãos encontrados no interior das células) que executam processos vitais particulares e são funcionalmente análogas aos sistemas de órgãos dos animais multicelulares.
Existem, aproximadamente, 50 mil tipos de protistas heterotróficos (protozoários) conhecidos e, em números de indivíduos, excedem de longe o de todos os animais.
Cada espécie vive em determinado habitat úmido (na água do mar ou no fundo do oceano, em água doce, salobra ou poluída, no solo ou matéria orgânica em decomposição).
Muitos protistas heterótrofos (protozoários) são de vida livre e de natação livre, enquanto outros são sésseis e alguns de ambas as categorias formam colônias.
Ainda outros vivem sobre ou dentro de protistas, algumas plantas e de todos os tipos de animais, inclusive o homem. Em diferentes casos as inter-relações variam de ocorrência casual até parasitismo estrito.
Por sua vez, alguns tipos de bactérias vivem sobre ou dentro de certos protistas heterotróficos, casualmente, como simbionte ou como parasitos. Muitos protistas heterótrofos servem de alimento para outros organismos diminutos (pequenos).
Alguns protistas heterotróficos (protozoários) são úteis na purificação de filtros de água e de esgotos em estações de tratamento, mas espécies causadoras de “moléstias” (doenças), como as que causam a disenteria amebiana, a malária e a doença africana do sono, é um grande problema de saúde pública para a humanidade.
A classificação dos protistas heterotróficos é muito complexa, mas, para facilitar o estudo primário, inicialmente classifica-se em quatro filos:
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Protistas Heterotróficos os "protozoários"
As  características gerais
Características gerais: [1] São pequenos, geralmente unicelulares, alguns em colônias de poucos a muitos indivíduos semelhantes.
[2] Forma da célula geralmente constante, oval, alongada, esférica, ou outra, variada em algumas espécies e alterando com o ambiente ou idade em muitas.
Características gerais: [3] Núcleo distinto, único ou múltiplo; outras partes estruturais, como organelas; não apresentam órgãos ou tecidos.
[4] Locomoção por flagelos, cílios, pseudópodes (projeções) ou movimentos da própria célula.
[5] Algumas espécies com envoltórios protetores ou tecas; muitas espécies produzem cistos ou esporos resistentes para sobreviver a condições desfavoráveis e para dispersão.
[6] Modos de vida: livres, comensais, mutualísticas ou parasitos.
[ 7] Nutrição variada: (a)  holozóica , subsistindo de outros organismos (bactérias, fermentos, algas, vários protozoários, etc.); (b)  saprofítica , vivendo de substância dissolvidas nos seus arredores ou (c)  saprozóica , subsistindo de  matéria animal  morta.
[8] Reprodução assexuada ou agâmica por divisão binária, divisão múltipla ou brotamento; alguns com reprodução sexuada pela fusão de gametas ou por conjugação.
Filo dos Rizópodos ou Sarcodíneos
O filo dos sarcodíneos, também denominado de rizópodes, compreende os protistas heterótrofos (protozoários) que se locomovem por meio de expansões citoplasmáticas, os pseudópodos (pseudópodes), também utilizados na captura de alimento.
 
Os pseudópodos, além da função locomotora, também possibilitam que a ameba capture alimento (pequenos protozoários, algas e cadáveres de outros organismos). Ao detectar os sinais químicos provenientes do alimento, a ameba se aproxima e cerca uma partícula alimentar com seus pseudópodos.
O termo “sarcodíneo” refere-se ao aspecto “carnudo”, consistente, das amebas, os principais representantes. Já o termo “rizópodo”, refere-se ao aspecto, às vezes “ramificado”, dos pseudópodos de certas amebas.
Os representantes mais conhecidos do filo dos Sarcodíneos são as amebas. A maioria delas possui vida livre e tem célula “nua”, ou seja, sem parede celular. Existem algumas espécies, contudo, que apresentam envoltórios protetores.
As amebas  Entamoeba   gengivalis  e  Entamoeba   coli  vivem como “comensais” do homem (na boca) e de diversos animais (no intestino), porém sem causar nenhum prejuízo.
Já a ameba parasita  Entamoeba   histolytica  instala-se no intestino humano e provoca a doença conhecida como amebíase ou disenteria amebiana.
Filo dos Flagelados ou Mastigóforos
O filo dos Flagelados também é chamado de Mastigóforos. Os flagelados ou mastigóforos compreendem os protistas heterótrofos (protozoários) que se locomovem por meio de estruturas filamentosas em forma de chicote, chamadas de flagelos.
Cada flagelado possui normalmente um ou dois flagelos, mas algumas espécies podem ter dezenas.
Certos flagelados utilizam os flagelos para a natação. Outros são sésseis, isto é, vivem fixos a um substrato, e utilizam o movimento flagelar para criar correntezas líquidas que arrastam partículas de alimento para próximo de si.
Diversas espécies de flagelados são parasitas, causando doenças em animais e no homem. Mas há também flagelados que vivem no tubo digestório de baratas e cupins, em uma amistosa relação de troca de benefícios (mutualismo)
Trichomonas vaginalis, flagelado parasita das mucosas vaginais da mulher  :
Giárdia lamblia, flagelado parasita da mucosa intestinal.
Trypanosoma cruzi, flagelado parasita, que causa a doença de Chagas.
Codosiga, flagelado colonial de água doce, que vive fixo a um substrato.
Diversas espécies de flagelados são parasitas, causando doenças em animais e no homem. Mas há também flagelados que vivem no tubo digestório de baratas e cupins, em uma amistosa relação de troca de benefícios (mutualismo).
Filo dos Ciliados ou Cilióforos
O filo dos Ciliados ou Cilióforos, compreendem os protistas heterótrofos que possuem estruturas locomotoras filamentosas mais curtas e mais numerosas que os flagelos, chamadas de cílios.
Os ciliados possuem, em geral, mais de um núcleo por célula. Em geral há um núcleo grande, denominado de macronúcleo, e um ou mais núcleos pequenos, os micronúcleos.
As maiorias dos ciliados possuem vida livre. Entre as pouquíssimas espécies parasitas destaca-se o  Balantidium   coli , que parasita o intestino do porco e pode, eventualmente, infectar o homem.
Certos ciliados vivem  no tubo digestório de animais ruminantes como os bois, carneiros, cabras, girafas, etc., auxiliando a digestão da matéria vegetal e servindo, eles próprios, de alimento para os seus hospedeiros.
 
Stentor, ciliado séssil de água doce.
Paramécio, ciliado livre-natante de água doce.
Euplotes, ciliado livre-natante de água doce.
Vorticella, ciliado séssil de água doce.
Filo dos Apicomplexos (esporozoários).
O filo dos Esporozoários engloba os protistas hetrotróficos (protozoários) que não possuem estruturas locomotoras.
O nome do filo se refere ao fato de muitos representantes do grupo possuir ciclos de vida complexos, com estágios em forma de esporos.
Todos os esporozoários são parasitas. Algumas espécies causam doenças ao homem e a animais vertebrados, como aves e mamíferos, e “invertebrados”, como insetos e minhocas.
Dependendo da espécie, o “protozoário” parasita habita diferentes locais do corpo do hospedeiro, seja o interior de células, o sangue ou as cavidades de diversos órgãos.
Um dos mais conhecidos representantes dos esporozoários é o  Plasmodium   vivax , causador de uma forma de malária no homem.
Toxoplasma gondii,  esporozoário causador da “toxoplasmose”
Toxoplasmose O “protozoário” causador é encontrado praticamente em todos os tecidos do corpo, inclusive na retina. Na forma congênita, podem causar, no feto, lesões nos olhos, capazes de levar à cegueira, e no sistema nervoso central, com retardo mental.
Toxoplasmose A transmissão mais comum ocorre a partir da ingestão de cistos expelidos com as fezes de gatos, que ficam em tanques de areia e no lixo.
Bovinos e suínos, também podem ingerir os cistos, infectando-se. Ao comer carne crua ou mal passada contendo cistos, uma pessoa pode se infectar. Ocorre ainda, transmissão através da placenta.
[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object]
Exemplos de doenças causadas por "Protozoários"
 
Malária A transmissão da malária é através da picada (picadura) do mosquito-prego (Anopheles sp). Os sintomas mais comuns são: Febre alta, anemia. Lesões no baço, fígado e medula óssea.
 
Tripanossomíase ou Doenças de Chagas É causada pelo flagelado parasita Trypanosoma cruzi.
A pessoa se contamina através de insetos hematófagos conhecidos popularmente pelos nomes de “barbeiro” ou “chupanças”, sendo a espécie transmissora mais comum o Triatoma infestans.
Tripanossomíase O barbeiro adquire os tripa-nossomos ao sugar o sangue de pessoas ou de animais silvestres contaminados, entre os quais se destaca o tatu, em cujas tocas os barbeiros costuma se abrigar.
No ciclo natural da doença de Chagas, os animais silvestres desempenham o papel de reservatórios naturais dos “protozoários”.
Trypanosoma cruzi
Clique em “Esc” para sair. retornar

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Aula 2º EJA.
Aula 2º EJA.Aula 2º EJA.
Aula 2º EJA.
 
Aula 7º ano - Reino Protoctista
Aula 7º ano - Reino ProtoctistaAula 7º ano - Reino Protoctista
Aula 7º ano - Reino Protoctista
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Reino protoctistas
Reino protoctistasReino protoctistas
Reino protoctistas
 
Reino protoctista
Reino protoctistaReino protoctista
Reino protoctista
 
Reino Protoctista
Reino ProtoctistaReino Protoctista
Reino Protoctista
 
Reino Protista
Reino ProtistaReino Protista
Reino Protista
 
Protozoários.
Protozoários.Protozoários.
Protozoários.
 
Reino protista: protozoarios
Reino protista: protozoariosReino protista: protozoarios
Reino protista: protozoarios
 
Protistas
ProtistasProtistas
Protistas
 
Aula reino protoctista
Aula reino protoctistaAula reino protoctista
Aula reino protoctista
 
Reino protista (protozoarios)
Reino protista (protozoarios)Reino protista (protozoarios)
Reino protista (protozoarios)
 
Aula de protozoários 08052010
Aula de protozoários 08052010Aula de protozoários 08052010
Aula de protozoários 08052010
 
Reino protista 2015
Reino protista 2015Reino protista 2015
Reino protista 2015
 
Reino protista protozoarios
Reino protista protozoariosReino protista protozoarios
Reino protista protozoarios
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Aula completa reino protista
Aula completa reino protistaAula completa reino protista
Aula completa reino protista
 
Ciências - Reino Protista
Ciências - Reino ProtistaCiências - Reino Protista
Ciências - Reino Protista
 

Destaque (20)

Reino Protista
Reino ProtistaReino Protista
Reino Protista
 
II.3 Reino Protoctista
II.3 Reino ProtoctistaII.3 Reino Protoctista
II.3 Reino Protoctista
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
 
Protistas
ProtistasProtistas
Protistas
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Protistas
ProtistasProtistas
Protistas
 
Aula protista
Aula protistaAula protista
Aula protista
 
Actividade experimental protozoarios
Actividade experimental protozoariosActividade experimental protozoarios
Actividade experimental protozoarios
 
Protoctistas- Reprodução
Protoctistas- ReproduçãoProtoctistas- Reprodução
Protoctistas- Reprodução
 
Reino protoctista
Reino protoctistaReino protoctista
Reino protoctista
 
Protozoarios apresentação cleiton revisão
Protozoarios apresentação cleiton revisãoProtozoarios apresentação cleiton revisão
Protozoarios apresentação cleiton revisão
 
REINO PROTOCTISTA
REINO PROTOCTISTAREINO PROTOCTISTA
REINO PROTOCTISTA
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
 
Trabalho AP | Protozoários | Biologia 12º Ano
Trabalho AP | Protozoários | Biologia 12º AnoTrabalho AP | Protozoários | Biologia 12º Ano
Trabalho AP | Protozoários | Biologia 12º Ano
 
Filo platyhelminthes e Nematoda
Filo platyhelminthes e NematodaFilo platyhelminthes e Nematoda
Filo platyhelminthes e Nematoda
 
Reino Fungi
Reino FungiReino Fungi
Reino Fungi
 
Aula 7º ano - Reino Plantae
Aula 7º ano - Reino PlantaeAula 7º ano - Reino Plantae
Aula 7º ano - Reino Plantae
 
Micro organismos
Micro organismosMicro organismos
Micro organismos
 
Micologia e Reino Fungi
Micologia e Reino FungiMicologia e Reino Fungi
Micologia e Reino Fungi
 
B9 ingestão, digestão e absorção
B9    ingestão, digestão e absorçãoB9    ingestão, digestão e absorção
B9 ingestão, digestão e absorção
 

Semelhante a A.P.Point.Protistas.ProtozoáRios2007.Grav

2º bim (2) classificação dos seres vivos
2º bim (2)   classificação dos seres vivos2º bim (2)   classificação dos seres vivos
2º bim (2) classificação dos seres vivossanthdalcin
 
Reino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelulares
Reino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelularesReino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelulares
Reino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelularesProfessorThrsisGabry
 
Platelmintos & Nematódeos
Platelmintos & NematódeosPlatelmintos & Nematódeos
Platelmintos & NematódeosLeandro Mota
 
Reino protista novo
Reino protista  novoReino protista  novo
Reino protista novopaula aragao
 
Reino Protista, Fungi e Monera
Reino Protista, Fungi e MoneraReino Protista, Fungi e Monera
Reino Protista, Fungi e MoneraPaulocosta510
 
Zoologia dos invertebrados
Zoologia dos invertebradosZoologia dos invertebrados
Zoologia dos invertebradospaulogrillo
 
Aula completa reino protista
Aula completa reino protistaAula completa reino protista
Aula completa reino protistaMLGGS
 
Modulo ii aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01
Modulo ii   aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01Modulo ii   aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01
Modulo ii aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01Edson carlos
 
Filo Platyhelminthes - Platelmintos
Filo Platyhelminthes - PlatelmintosFilo Platyhelminthes - Platelmintos
Filo Platyhelminthes - PlatelmintosCarla Brígida
 
Aula 1 reino protista
Aula 1  reino protistaAula 1  reino protista
Aula 1 reino protistaNeila
 

Semelhante a A.P.Point.Protistas.ProtozoáRios2007.Grav (20)

2º bim (2) classificação dos seres vivos
2º bim (2)   classificação dos seres vivos2º bim (2)   classificação dos seres vivos
2º bim (2) classificação dos seres vivos
 
Reino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelulares
Reino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelularesReino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelulares
Reino Protista: protozoários e algas unicelulares e pluricelulares
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Platelmintos & Nematódeos
Platelmintos & NematódeosPlatelmintos & Nematódeos
Platelmintos & Nematódeos
 
Reino protista novo
Reino protista  novoReino protista  novo
Reino protista novo
 
Reino Protista, Fungi e Monera
Reino Protista, Fungi e MoneraReino Protista, Fungi e Monera
Reino Protista, Fungi e Monera
 
Reino Animalia
Reino Animalia Reino Animalia
Reino Animalia
 
Protista
ProtistaProtista
Protista
 
Zoologia dos invertebrados
Zoologia dos invertebradosZoologia dos invertebrados
Zoologia dos invertebrados
 
Reino animal
Reino animalReino animal
Reino animal
 
Aula completa reino protista
Aula completa reino protistaAula completa reino protista
Aula completa reino protista
 
Filo platelminto
Filo platelmintoFilo platelminto
Filo platelminto
 
Protozoarios
ProtozoariosProtozoarios
Protozoarios
 
Modulo ii aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01
Modulo ii   aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01Modulo ii   aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01
Modulo ii aula 11 - reino protista - protozoários - parte 01
 
Reino Protista
Reino ProtistaReino Protista
Reino Protista
 
Filo Platyhelminthes - Platelmintos
Filo Platyhelminthes - PlatelmintosFilo Platyhelminthes - Platelmintos
Filo Platyhelminthes - Platelmintos
 
Aula 1 reino protista
Aula 1  reino protistaAula 1  reino protista
Aula 1 reino protista
 
MICRO AULA 4 PARASITO.pdf
MICRO AULA 4 PARASITO.pdfMICRO AULA 4 PARASITO.pdf
MICRO AULA 4 PARASITO.pdf
 
SLIDE REINO PROTISTA
SLIDE REINO PROTISTASLIDE REINO PROTISTA
SLIDE REINO PROTISTA
 
Protozoarios e fungos
Protozoarios e fungosProtozoarios e fungos
Protozoarios e fungos
 

Mais de Albano Novaes

Modelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologiaModelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologiaAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferosApres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferosAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenteradosApres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenteradosAlbano Novaes
 
Ppoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiaçãoPpoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiaçãoAlbano Novaes
 
Argumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistasArgumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistasAlbano Novaes
 
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1Albano Novaes
 
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticosPpoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticosAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologiaApres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologiaAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.iiApres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.iiAlbano Novaes
 
Ppoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reproduçãoPpoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reproduçãoAlbano Novaes
 
Apres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientaisApres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientaisAlbano Novaes
 
Bio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicasBio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicasAlbano Novaes
 
Apres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escolaApres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escolaAlbano Novaes
 
Trab.física.raios x
Trab.física.raios xTrab.física.raios x
Trab.física.raios xAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofiaApres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofiaAlbano Novaes
 
Apres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.ambApres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.ambAlbano Novaes
 
Apres Embriol Sexualidade
Apres Embriol SexualidadeApres Embriol Sexualidade
Apres Embriol SexualidadeAlbano Novaes
 

Mais de Albano Novaes (20)

Modelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologiaModelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologia
 
Apres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferosApres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferos
 
Apres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenteradosApres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenterados
 
Teste.bio.1000
Teste.bio.1000Teste.bio.1000
Teste.bio.1000
 
Ppoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiaçãoPpoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiação
 
Argumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistasArgumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistas
 
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
 
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticosPpoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticos
 
Apres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologiaApres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologia
 
Apres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.iiApres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.ii
 
Ppoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reproduçãoPpoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reprodução
 
Apres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientaisApres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientais
 
Bio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicasBio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicas
 
Apres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escolaApres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escola
 
Trab.física.raios x
Trab.física.raios xTrab.física.raios x
Trab.física.raios x
 
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofiaApres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofia
 
Apres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.ambApres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.amb
 
Apres.dst.ppoint
Apres.dst.ppointApres.dst.ppoint
Apres.dst.ppoint
 
Apres.ppoint.meiose
Apres.ppoint.meioseApres.ppoint.meiose
Apres.ppoint.meiose
 
Apres Embriol Sexualidade
Apres Embriol SexualidadeApres Embriol Sexualidade
Apres Embriol Sexualidade
 

Último

Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptxSequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptxCarolineWaitman
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfManuais Formação
 
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxQuímica-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxKeslleyAFerreira
 
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptxnelsontobontrujillo
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...azulassessoria9
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSPedroMatos469278
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024azulassessoria9
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisIlda Bicacro
 
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialFUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialDouglasVasconcelosMa
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEblogdoelvis
 
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfTema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfAnaAugustaLagesZuqui
 
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentesMaio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentesMary Alvarenga
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaHenrique Santos
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja Mary Alvarenga
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdfCarinaSofiaDiasBoteq
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxprofbrunogeo95
 

Último (20)

Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptxSequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxQuímica-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
 
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
 
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialFUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
 
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfTema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
 
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentesMaio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
 

A.P.Point.Protistas.ProtozoáRios2007.Grav

  • 5. Os Protistas Heterotróficos (Heterótrofos) compreende geralmente protistas unicelulares, eucariontes de tamanho microscópico.
  • 6. Estrutural e funcionalmente a única célula de um protista heterótrofo é mais complexa que a célula de um animal e por este motivo estes organismos estão classificados no Reino Protista.
  • 7. Os protistas heterótrofos são popularmente ou “vulgarmente” chamados de “protozoários” .
  • 8. Alguns protistas heterotróficos (protozoários) têm estrutura muito simples e outros são complexos, com organelas celulares (pequeníssimos órgãos encontrados no interior das células) que executam processos vitais particulares e são funcionalmente análogas aos sistemas de órgãos dos animais multicelulares.
  • 9. Existem, aproximadamente, 50 mil tipos de protistas heterotróficos (protozoários) conhecidos e, em números de indivíduos, excedem de longe o de todos os animais.
  • 10. Cada espécie vive em determinado habitat úmido (na água do mar ou no fundo do oceano, em água doce, salobra ou poluída, no solo ou matéria orgânica em decomposição).
  • 11. Muitos protistas heterótrofos (protozoários) são de vida livre e de natação livre, enquanto outros são sésseis e alguns de ambas as categorias formam colônias.
  • 12. Ainda outros vivem sobre ou dentro de protistas, algumas plantas e de todos os tipos de animais, inclusive o homem. Em diferentes casos as inter-relações variam de ocorrência casual até parasitismo estrito.
  • 13. Por sua vez, alguns tipos de bactérias vivem sobre ou dentro de certos protistas heterotróficos, casualmente, como simbionte ou como parasitos. Muitos protistas heterótrofos servem de alimento para outros organismos diminutos (pequenos).
  • 14. Alguns protistas heterotróficos (protozoários) são úteis na purificação de filtros de água e de esgotos em estações de tratamento, mas espécies causadoras de “moléstias” (doenças), como as que causam a disenteria amebiana, a malária e a doença africana do sono, é um grande problema de saúde pública para a humanidade.
  • 15. A classificação dos protistas heterotróficos é muito complexa, mas, para facilitar o estudo primário, inicialmente classifica-se em quatro filos:
  • 16.
  • 17. Protistas Heterotróficos os "protozoários"
  • 19. Características gerais: [1] São pequenos, geralmente unicelulares, alguns em colônias de poucos a muitos indivíduos semelhantes.
  • 20. [2] Forma da célula geralmente constante, oval, alongada, esférica, ou outra, variada em algumas espécies e alterando com o ambiente ou idade em muitas.
  • 21. Características gerais: [3] Núcleo distinto, único ou múltiplo; outras partes estruturais, como organelas; não apresentam órgãos ou tecidos.
  • 22. [4] Locomoção por flagelos, cílios, pseudópodes (projeções) ou movimentos da própria célula.
  • 23. [5] Algumas espécies com envoltórios protetores ou tecas; muitas espécies produzem cistos ou esporos resistentes para sobreviver a condições desfavoráveis e para dispersão.
  • 24. [6] Modos de vida: livres, comensais, mutualísticas ou parasitos.
  • 25. [ 7] Nutrição variada: (a) holozóica , subsistindo de outros organismos (bactérias, fermentos, algas, vários protozoários, etc.); (b) saprofítica , vivendo de substância dissolvidas nos seus arredores ou (c) saprozóica , subsistindo de matéria animal morta.
  • 26. [8] Reprodução assexuada ou agâmica por divisão binária, divisão múltipla ou brotamento; alguns com reprodução sexuada pela fusão de gametas ou por conjugação.
  • 27. Filo dos Rizópodos ou Sarcodíneos
  • 28. O filo dos sarcodíneos, também denominado de rizópodes, compreende os protistas heterótrofos (protozoários) que se locomovem por meio de expansões citoplasmáticas, os pseudópodos (pseudópodes), também utilizados na captura de alimento.
  • 29.  
  • 30. Os pseudópodos, além da função locomotora, também possibilitam que a ameba capture alimento (pequenos protozoários, algas e cadáveres de outros organismos). Ao detectar os sinais químicos provenientes do alimento, a ameba se aproxima e cerca uma partícula alimentar com seus pseudópodos.
  • 31. O termo “sarcodíneo” refere-se ao aspecto “carnudo”, consistente, das amebas, os principais representantes. Já o termo “rizópodo”, refere-se ao aspecto, às vezes “ramificado”, dos pseudópodos de certas amebas.
  • 32. Os representantes mais conhecidos do filo dos Sarcodíneos são as amebas. A maioria delas possui vida livre e tem célula “nua”, ou seja, sem parede celular. Existem algumas espécies, contudo, que apresentam envoltórios protetores.
  • 33. As amebas Entamoeba gengivalis e Entamoeba coli vivem como “comensais” do homem (na boca) e de diversos animais (no intestino), porém sem causar nenhum prejuízo.
  • 34. Já a ameba parasita Entamoeba histolytica instala-se no intestino humano e provoca a doença conhecida como amebíase ou disenteria amebiana.
  • 35. Filo dos Flagelados ou Mastigóforos
  • 36. O filo dos Flagelados também é chamado de Mastigóforos. Os flagelados ou mastigóforos compreendem os protistas heterótrofos (protozoários) que se locomovem por meio de estruturas filamentosas em forma de chicote, chamadas de flagelos.
  • 37. Cada flagelado possui normalmente um ou dois flagelos, mas algumas espécies podem ter dezenas.
  • 38. Certos flagelados utilizam os flagelos para a natação. Outros são sésseis, isto é, vivem fixos a um substrato, e utilizam o movimento flagelar para criar correntezas líquidas que arrastam partículas de alimento para próximo de si.
  • 39. Diversas espécies de flagelados são parasitas, causando doenças em animais e no homem. Mas há também flagelados que vivem no tubo digestório de baratas e cupins, em uma amistosa relação de troca de benefícios (mutualismo)
  • 40. Trichomonas vaginalis, flagelado parasita das mucosas vaginais da mulher :
  • 41. Giárdia lamblia, flagelado parasita da mucosa intestinal.
  • 42. Trypanosoma cruzi, flagelado parasita, que causa a doença de Chagas.
  • 43. Codosiga, flagelado colonial de água doce, que vive fixo a um substrato.
  • 44. Diversas espécies de flagelados são parasitas, causando doenças em animais e no homem. Mas há também flagelados que vivem no tubo digestório de baratas e cupins, em uma amistosa relação de troca de benefícios (mutualismo).
  • 45. Filo dos Ciliados ou Cilióforos
  • 46. O filo dos Ciliados ou Cilióforos, compreendem os protistas heterótrofos que possuem estruturas locomotoras filamentosas mais curtas e mais numerosas que os flagelos, chamadas de cílios.
  • 47. Os ciliados possuem, em geral, mais de um núcleo por célula. Em geral há um núcleo grande, denominado de macronúcleo, e um ou mais núcleos pequenos, os micronúcleos.
  • 48. As maiorias dos ciliados possuem vida livre. Entre as pouquíssimas espécies parasitas destaca-se o Balantidium coli , que parasita o intestino do porco e pode, eventualmente, infectar o homem.
  • 49. Certos ciliados vivem no tubo digestório de animais ruminantes como os bois, carneiros, cabras, girafas, etc., auxiliando a digestão da matéria vegetal e servindo, eles próprios, de alimento para os seus hospedeiros.
  • 50.  
  • 51. Stentor, ciliado séssil de água doce.
  • 54. Vorticella, ciliado séssil de água doce.
  • 55. Filo dos Apicomplexos (esporozoários).
  • 56. O filo dos Esporozoários engloba os protistas hetrotróficos (protozoários) que não possuem estruturas locomotoras.
  • 57. O nome do filo se refere ao fato de muitos representantes do grupo possuir ciclos de vida complexos, com estágios em forma de esporos.
  • 58. Todos os esporozoários são parasitas. Algumas espécies causam doenças ao homem e a animais vertebrados, como aves e mamíferos, e “invertebrados”, como insetos e minhocas.
  • 59. Dependendo da espécie, o “protozoário” parasita habita diferentes locais do corpo do hospedeiro, seja o interior de células, o sangue ou as cavidades de diversos órgãos.
  • 60. Um dos mais conhecidos representantes dos esporozoários é o Plasmodium vivax , causador de uma forma de malária no homem.
  • 61. Toxoplasma gondii, esporozoário causador da “toxoplasmose”
  • 62. Toxoplasmose O “protozoário” causador é encontrado praticamente em todos os tecidos do corpo, inclusive na retina. Na forma congênita, podem causar, no feto, lesões nos olhos, capazes de levar à cegueira, e no sistema nervoso central, com retardo mental.
  • 63. Toxoplasmose A transmissão mais comum ocorre a partir da ingestão de cistos expelidos com as fezes de gatos, que ficam em tanques de areia e no lixo.
  • 64. Bovinos e suínos, também podem ingerir os cistos, infectando-se. Ao comer carne crua ou mal passada contendo cistos, uma pessoa pode se infectar. Ocorre ainda, transmissão através da placenta.
  • 65.
  • 66.
  • 67. Exemplos de doenças causadas por "Protozoários"
  • 68.  
  • 69. Malária A transmissão da malária é através da picada (picadura) do mosquito-prego (Anopheles sp). Os sintomas mais comuns são: Febre alta, anemia. Lesões no baço, fígado e medula óssea.
  • 70.  
  • 71. Tripanossomíase ou Doenças de Chagas É causada pelo flagelado parasita Trypanosoma cruzi.
  • 72. A pessoa se contamina através de insetos hematófagos conhecidos popularmente pelos nomes de “barbeiro” ou “chupanças”, sendo a espécie transmissora mais comum o Triatoma infestans.
  • 73. Tripanossomíase O barbeiro adquire os tripa-nossomos ao sugar o sangue de pessoas ou de animais silvestres contaminados, entre os quais se destaca o tatu, em cujas tocas os barbeiros costuma se abrigar.
  • 74. No ciclo natural da doença de Chagas, os animais silvestres desempenham o papel de reservatórios naturais dos “protozoários”.
  • 76. Clique em “Esc” para sair. retornar