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Administração de
medicamentos via
parenteral
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INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL
 É a administração de
medicamentos através das
vias: Endovenosa (EV),
intramuscular (IM,
subcutânea (SC) e
Intradérmica (ID).
Utilizando seringas, agulhas,
cateteres e medicamentos
esterilizados.
 INDICADO: para obter
ação rápida do
medicamento, para
pacientes inconscientes,
impossibilitados de deglutir,
e ineficiência da medicação
no suco gástrico.
SCALPES, POLIFIX, JELCO
INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL
Características:
 As drogas são administradas em forma
líquida, em veículo aquoso ou oleoso,
cristalino ou em suspensão.
 São drogas e materiais estéreis e
descartáveis.
 A infusão deve ser lenta para evitar lesão
nos capilares dando origem a
microembolias.
INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL
INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL
INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL
Necrose causada por erro técnico
SERINGA
INJEÇÃO INTRADÉRMICA - ID
Definição: É a aplicação de drogas na derme.
Geralmente utilizadas para testes e vacina
BCG.
Locais de Aplicação:
 Face interna do antebraço.
 Inserção inferior do deltóide direito. (BCG)
INJEÇÃO INTRADÉRMICA - ID
 A injeção ID é feita sem
antissepsia local,
evitando interferir na
reação da droga.
 A substância injetada
deve formar uma
pequena pápula na pele,
aspecto conhecido
como “casca de
laranja”.
 Não se deve friccionar
o local.
INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC
Definição:Também
chamada hipodérmica,
indicada para drogas
que não necessitam
ser tão rapidamente
absorvidas.
 Certas como vacinas
sarampo, drogas como
insulina e a heparina e
outros hormônios tem
indicação específica
por esta via.
INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC
Locais de Aplicação:
 Os afastados das articulações, nervos e
grandes vasos sanguíneos,
 Parte posterior do braço,
 Face lateral externa e anterior da coxa,
 Região abdominal (exceto região
periumbilical),
 Glúteo.
INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC
INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC
Observações:
 Utilizando a agulha 25 ou 30x6, a
angulação será de 45° para indivíduos
normais, 60° para obesos e 30° para
excessivamente magros.
 Fazer rodízio nos locais de aplicação
para evitar endurecimento dos tecidos.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Definição: É a
deposição de
medicamento dentro
do tecido muscular.
Depois da via
endovenosa é a de
mais rápida absorção.
Também a de mais
fácil acesso, por isso é
muito utilizada.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Locais de Aplicação:
 Região deltoidiana (4 dedos abaixo do
ombro)
 Região ventrolútea (VG) ou de
Hochstetter – músculo glúteo médio.
 Região da face ântero-lateral da coxa
(FALC) – músculo vasto lateral.
 Região dorsoglútea (DG) – músculo
grande glúteo (quadrante superior
externo).
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Observações:
 Considerar as condições musculares na
escolha do local.
 Para escolher a agulha considera-se o
grupo etário, condição física do paciente e
solubilidade da droga.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Regiões D (Deltóide) e DG (Dorsoglútea) –
perpendicular à pele, ângulo de 90°.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Região VG
(Ventro-glútea) –
agulha dirigida
ligeiramente à
crista ilíaca.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Regiões D (Deltóide) e DG (Dorsoglútea)
– perpendicular à pele, ângulo de 90°.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Região FALC (Face antero
lateral da coxa) o ângulo deve
ser 45° em direção ao pé.
A região FALC (face ântero lateral da coxa) é usada
também para RN e para crianças menores de 2 anos.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Observações:
 Substância oleosa aquecer para deixar menos
densa.
 Se vier sangue na seringa, retirar e aplicar o
medicamento em outro local ou puxar a
agulha, sem retirá-la da pele, e com um leve
desvio, introduzi-la novamente.
 O volume máximo para injeção IM é de 5 ml.
Acima será dividido e aplicado em locais
diferentes.
 Rodiziar os locais da aplicação.
INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM
Observações:
 O uso do músculo deltóide é contraindicado
em pacientes com complicações vasculares do
MS, parestesia ou paralisia do braço, pós
mastectomia.
 A aplicação em Z consiste em puxar a pele e
o tecido subcutâneo para um lado – 2 cm e
manter assim até o final da aplicação. Pouco
usada e os benefícios poucos eficazes.
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
 Definição: É a
introdução de
medicamentos
diretamente na veia.
FINALIDADES:
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 Quando há contra
indicação pela via oral
(medicamentos sofrem
ação do suco digestivo),
SC,IM (quando os
medicamentos são
irritante dos tecidos).
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
FINALIDADES:
 Necessidade de administração de grandes
volume.(Desidratação, choque,
hemorragias, cirurgias.
 Efetuar nutrição parenteral.
 Terapia com sangue e hemoderivados.
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
Locais de Aplicação:
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 Veias superficiais de grande calibre da
dobra do cotovelo: cefálica, basílica e
mediana.
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flebotomia (por médicos).
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
Observações:
 Preparar soluções cristalinas ( sem
precipitados ou flóculos em suspensão).
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duas seringas. Evitar misturar.
 Rodiziar os locais de aplicação.
 Hematoma ou dor indica que a veia foi
transfixada e a agulha está fora dela.
Retirar a agulha e pressionar o local com
algodão.
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
Observações:
 Fazer nova punção em outro local porque a
recolocação do garrote aumenta o hematoma.
Facilita o aparecimento da veia:
 Se o local for aquecido com compressas ou
bolsas de água quente.
 Massagear suavemente sem bater.
 Movimentar o braço e abrir e fechar as mãos
diversas vezes.
INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
Acidentes que podem ocorrer:
Choque – vaso dilatação geral com congestão da
face, seguida de palidez, vertigem, agitação,
ansiedade, tremores, hiperemia, cianose, podendo
levar à morte.
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medicamento (substância produzida por bactérias
existentes no diluente).
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indivíduo à solução empregada.
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INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV
Acidentes que podem ocorrer:
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sanguíneo ou medicamento oleoso.
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  • 2. INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL  É a administração de medicamentos através das vias: Endovenosa (EV), intramuscular (IM, subcutânea (SC) e Intradérmica (ID). Utilizando seringas, agulhas, cateteres e medicamentos esterilizados.  INDICADO: para obter ação rápida do medicamento, para pacientes inconscientes, impossibilitados de deglutir, e ineficiência da medicação no suco gástrico.
  • 4. INJETÁVEIS-VIA PARENTERAL Características:  As drogas são administradas em forma líquida, em veículo aquoso ou oleoso, cristalino ou em suspensão.  São drogas e materiais estéreis e descartáveis.  A infusão deve ser lenta para evitar lesão nos capilares dando origem a microembolias.
  • 9. INJEÇÃO INTRADÉRMICA - ID Definição: É a aplicação de drogas na derme. Geralmente utilizadas para testes e vacina BCG. Locais de Aplicação:  Face interna do antebraço.  Inserção inferior do deltóide direito. (BCG)
  • 10. INJEÇÃO INTRADÉRMICA - ID  A injeção ID é feita sem antissepsia local, evitando interferir na reação da droga.  A substância injetada deve formar uma pequena pápula na pele, aspecto conhecido como “casca de laranja”.  Não se deve friccionar o local.
  • 11. INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC Definição:Também chamada hipodérmica, indicada para drogas que não necessitam ser tão rapidamente absorvidas.  Certas como vacinas sarampo, drogas como insulina e a heparina e outros hormônios tem indicação específica por esta via.
  • 12. INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC Locais de Aplicação:  Os afastados das articulações, nervos e grandes vasos sanguíneos,  Parte posterior do braço,  Face lateral externa e anterior da coxa,  Região abdominal (exceto região periumbilical),  Glúteo.
  • 14. INJEÇÃO SUBCUTÂNEA- SC Observações:  Utilizando a agulha 25 ou 30x6, a angulação será de 45° para indivíduos normais, 60° para obesos e 30° para excessivamente magros.  Fazer rodízio nos locais de aplicação para evitar endurecimento dos tecidos.
  • 15. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Definição: É a deposição de medicamento dentro do tecido muscular. Depois da via endovenosa é a de mais rápida absorção. Também a de mais fácil acesso, por isso é muito utilizada.
  • 16. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Locais de Aplicação:  Região deltoidiana (4 dedos abaixo do ombro)  Região ventrolútea (VG) ou de Hochstetter – músculo glúteo médio.  Região da face ântero-lateral da coxa (FALC) – músculo vasto lateral.  Região dorsoglútea (DG) – músculo grande glúteo (quadrante superior externo).
  • 17. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Observações:  Considerar as condições musculares na escolha do local.  Para escolher a agulha considera-se o grupo etário, condição física do paciente e solubilidade da droga.
  • 18. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Regiões D (Deltóide) e DG (Dorsoglútea) – perpendicular à pele, ângulo de 90°.
  • 19. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Região VG (Ventro-glútea) – agulha dirigida ligeiramente à crista ilíaca.
  • 20. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Regiões D (Deltóide) e DG (Dorsoglútea) – perpendicular à pele, ângulo de 90°.
  • 21. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Região FALC (Face antero lateral da coxa) o ângulo deve ser 45° em direção ao pé. A região FALC (face ântero lateral da coxa) é usada também para RN e para crianças menores de 2 anos.
  • 22. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Observações:  Substância oleosa aquecer para deixar menos densa.  Se vier sangue na seringa, retirar e aplicar o medicamento em outro local ou puxar a agulha, sem retirá-la da pele, e com um leve desvio, introduzi-la novamente.  O volume máximo para injeção IM é de 5 ml. Acima será dividido e aplicado em locais diferentes.  Rodiziar os locais da aplicação.
  • 23. INJEÇÃO INTRAMUSCULAR - IM Observações:  O uso do músculo deltóide é contraindicado em pacientes com complicações vasculares do MS, parestesia ou paralisia do braço, pós mastectomia.  A aplicação em Z consiste em puxar a pele e o tecido subcutâneo para um lado – 2 cm e manter assim até o final da aplicação. Pouco usada e os benefícios poucos eficazes.
  • 24. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV  Definição: É a introdução de medicamentos diretamente na veia. FINALIDADES:  Efeito imediato.  Quando há contra indicação pela via oral (medicamentos sofrem ação do suco digestivo), SC,IM (quando os medicamentos são irritante dos tecidos).
  • 25. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV FINALIDADES:  Necessidade de administração de grandes volume.(Desidratação, choque, hemorragias, cirurgias.  Efetuar nutrição parenteral.  Terapia com sangue e hemoderivados.
  • 26. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV Locais de Aplicação:  Veias superficiais.  Veias superficiais de grande calibre da dobra do cotovelo: cefálica, basílica e mediana.  Veia do dorso da mão e antebraço.  Veias profundas: Cateteres por punção ou flebotomia (por médicos).
  • 28. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV Observações:  Preparar soluções cristalinas ( sem precipitados ou flóculos em suspensão).  Para duas drogas, puncionar uma veia e duas seringas. Evitar misturar.  Rodiziar os locais de aplicação.  Hematoma ou dor indica que a veia foi transfixada e a agulha está fora dela. Retirar a agulha e pressionar o local com algodão.
  • 29. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV Observações:  Fazer nova punção em outro local porque a recolocação do garrote aumenta o hematoma. Facilita o aparecimento da veia:  Se o local for aquecido com compressas ou bolsas de água quente.  Massagear suavemente sem bater.  Movimentar o braço e abrir e fechar as mãos diversas vezes.
  • 30. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV Acidentes que podem ocorrer: Choque – vaso dilatação geral com congestão da face, seguida de palidez, vertigem, agitação, ansiedade, tremores, hiperemia, cianose, podendo levar à morte.  Pirogênico – Presença de “pirogênio”no medicamento (substância produzida por bactérias existentes no diluente).  Anafilático – devido a susceptibilidade do indivíduo à solução empregada.  Periférico – de etiologia variada (emocional, traumática,superdosagem, aplicação rápida).
  • 31. INJEÇÃO ENDOVENOSA - EV Acidentes que podem ocorrer: Embolia – Devido a injeção de ar, coágulo sanguíneo ou medicamento oleoso. Acidentes locais:  Esclerose: endurecimento da veia por injeções repetidas no mesmo local.  Necrose tecidual: devido a administração de substancias irritantes fora da veia.