O documento apresenta uma mensagem de John Owen sobre a relação entre luxúria e corrupção com a graça divina, abordando as preocupações dos crentes sobre a prevalência de pecados em suas vidas. Owen argumenta que a presença de corrupções habituais pode ser confundida com paz, mas não é um sinal de verdadeira graça, e que crentes devem estar vigilantes para não serem levados por seus próprios pecados. Ele enfatiza que, mesmo em estados desmaiados espiritualmente, a luta contra o pecado pode indicar a presença de vida espiritual genuína.