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Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Teoria da Literatura: Professor Paulo Konzen,
Elisangela Cristina P. Yoshida e Marilda de A. Carneiro –
Acadêmicas do 2. ano de Letras.
Em meio as vertentes da crítica do século XX, duas escolas críticas
surgiram: a Crítica Estilística e a Nova Crítica, Enquanto uma está inserida
nas várias áreas de investigação textual, a outra procura não admitir
informações além daquelas contida no texto.
Enquanto a Crítica Estilística, de acordo com Bonnicci e Zolin (2003), tem
como principal objetivo estudar as ocorrências linguísticas, já distribuídas
em escaninhos já estabelecidos tradicionalmente, inspirada
principalmente na classificação gramatical, abordando portanto, o campo
semântico, o lexical, o sintático e o sonoro. A Nova Critica, assim como o
Formalismo, busca separar o autor do texto para que o texto seja objeto de
si mesmo.
Para muitos teóricos a teoria da literatura aparece por volta do século XX,
com a Nova Crítica de um lado e o Formalismo Russo de outro. A Nova
crítica surgiu nos Estados Unidos, na década de 40, e continuou em cena
até 1960, ela insistia na autonomia dos trabalhos individuais de artes
textuais. No Brasil, o principal seguidor foi Afrânio Coutinho.
Como Silvana Oliveira (2009) coloca, a Nova Crítica tinha como interesse
demonstrar os mecanismos peculiares de realização textual em cada
acontecimento literário. Para os Novos Críticos o poema ou qualquer
outro trabalho literário deveria ser considerado como um “ícone verbal”.
A noção de ambiguidade é um importante conceito dentro da Nova
Crítica, na qual um texto pode apresentar múltiplos significados.
Enkvist faz um panorama extraordinário das definições aplicadas ao Estilo
por diversos teóricos da literatura ao longo dos anos. Chega mesmo a
separá-las por, semelhanças, em grupos coerentes: definições subjetivas
impressionistas, adição a um núcleo expressivo , escolha entre expressões
alternativas, conjunto de características individuais, desvio da norma,
conjunto de características coletivas, expressões mais extensas que a
sentença “direta” e “enxuta” (ENKVIST,1970, p 23-24).
É sistemática, por exemplo, a definição de Estilística como estudo
qualitativo de amostragens quantitativas. Antes de referir o estudo de
Enkvist cabe lembrar que, tanto Leo Spitzer quanto Dámaso Alonso
trabalhavam quantitativamente. Se não, leia-se: “na minha leitura de
modernos poetas franceses, adquiri o hábito de sublinhar expressões que,
anômalas, me impressionavam diante de um uso geral (SPITZER, 1967).
Ou então, “a fórmula geral que acabamos de estabelecer é o que permite
reconhecer a vinculação a um mesmo sistema de uma enorme quantidade
de fatos estéticos, ( ALONSO, 1975).
A definição para Afrânio Coutinho sobre a crítica brasileira “(…) crítica é
aquela atividade que se exerce de maneira sistemática e militante nos
folhetins e rodapés de jornais semanalmente, na maioria dos casos. Não
interessa o conteúdo. (…) No comum, ela consiste em um longo artigo, em
que um livro ou um autor servem de pretexto para divagações mais ou
menos pessoais do ‘crítico’, a propósito ou à margem do assunto tratado.
Será possível, analisando-se os exemplos mais típicos, reduzir a técnica a
uma fórmula ou nariz-de-cera que se ajusta, mais ou menos, com algumas
variantes, à maioria dos casos.” (COUTINHO, 1996, p. 59-60).
Assim sendo, a Nova Crítica não admitia nenhuma outra informação além
da apresentada no texto. Portanto, esse pode ter sido um dos motivos para
ela não ter tido sucesso. Por um lado ela provou ser bem sucedida com as
classes médias, que a olhavam com admiração.
A produção literária é um objeto estético independente. Seu todo refletia
a sensibilidade unificada do artista. Se distancia da ideia de que o poema é
uma expressão da personalidade e vida do poeta. O autor organiza tais
elementos de forma que, uma vez apreciados na leitura, desencadeiam
uma carga emocional imediata no leitor, ou seja, não é focada na emoção
do poeta e sim na capacidade do poeta de criar emoção. O poeta seleciona
e dispõe os elementos de forma a criar emoção. É preciso ler um poema de
maneira objetiva Close Reading: leitura fechada, ou seja, na medida em
que se lê um poema, é preciso retirá-lo do contexto histórico, social, da
obra para se deter em aspectos que estão dentro do próprio poema. É uma
leitura minuciosa do poema. Separar o poema tanto do autor quanto do
leitor. Não existe ideias separadas da forma. Para entender o poema deve-
se apreciá-lo emocionalmente, buscando resolver as tensões entre as
diversas unidades semânticas do texto que independem das emoções do
autor, ainda que essas emoções possam ter ocorrido durante a produção.
O poema é produto de trabalho com a linguagem, elaborado
artisticamente através do domínio de técnicas de composição. Não há
margem para a intenção do autor ao escrever o poema. Utilizar algumas
noções-chave para aceder aos diversos níveis de significações.
Voltando aos estudos de Enkvist, vários teóricos definem estilo pelo
aspecto quantitativo. Eis algumas delas:
Stendhal, “o estilo consiste em acrescentar em um dado pensamento
todas as circunstâncias calculadas para produzir o efeito completo que
o pensamento deveria produzir.”
Kenneth Burke,” na medida em que a obra se torna eloquente,
manifesta, maneira ou estilo. Aqui novamente a distinção é
quantitativa, sendo a maneira um maior confinamento de recursos
formais e ramificações simbólicas.”
Charles Bally: “ele (Bally) opta por acrescentar vários elementos
afetivos que refletem o ego e as forças sociais.”
Jeremy Warburg: “ bom estilo consiste em escolher a simbolização
apropriada experiência que se deseja comunicar, dentre um número de
palavras cuja área de significação é aproximadamente, e só
aproximadamente, a mesma.”
Charle Hockett: “dois enunciados numa mesma língua, que
transmitem aproximadamente a mesma informação, mas que sejam
diferentes na estrutura linguística podem ser considerados como
diferindo em estilo.”
Bernard Bloch: “o estilo de um discurso é a mensagem conduzida elas
distribuições de frequência e probabilidades transicionais, na medida
em que difiram das dos mesmos traços da língua como um todo.”
Charles Osgood: “ o estilo é definido como estilo de um indivíduo de
normas, estando este desvio nas propriedades estatísticas daqueles
traços estruturais [ individuais].”
Archibald Hill: “o estilo de um texto é o conjunto de
probabilidades contextuais dos seus itens linguísticos.”
Enkvist: “ o estilo de um texto é uma função do conjunto de
razões ( ratios ) entre as frequências dos seus itens fonológicos,
gramaticais e léxicos e as frequências de itens correspondentes
em uma norma contextualmente relacionada.
Esta tendência de definir Estilo através da análise qualitativa de
elementos quantitativos na verdade revela a essência da Estilística:
procurar, na frase, os meios de expressão para as idiossincrasias,
dentre elas a literatura encarada como desvio de padrão linguístico.
A grande tarefa é superar marcas textuais rumo à Ciência do Estilo,
na acepção máxima de Saussure, pela integração língua-linguagem.
A Nova Crítica evoluiu de outro realinhamento principal das forças orais-
literárias, o que aconteceu a Academia mudava de uma base latina
erudita, controlada quirograficamente, para uma base livremente oral e
vernacular. Apesar de terem havido escassos cursos de Literatura Inglesa
nas Faculdades e Universidades Americanas por volta de 1850, o assunto
tornou-se um grande assunto acadêmico só no princípio do século XX, e
ao nível do ensino superior.
O latim que foi visto durante centenas de anos como quirograficamente
controlador da linguagem, deixou de ser uma língua materna. Apesar de
ter estado amarrada a uma mentalidade residualmente oral, ele não
forneceu acesso direto ao inconsciente do tipo que a linguagem materna
fornece. Sob estas condições, o texto literário em Latim, contudo
complexo, e contudo compreendido sabiamente, foi limitado por ser
opaco em comparação com um texto em língua materna própria, escrita
fora de uma mistura rica de elementos do subconsciente e do consciente.
Dada a opacidade intrínseca relativa dos textos em latim, não
surpreende que o comentário do texto deva ser desviado um tanto
do próprio texto para o autor, a sua psicologia, os antecedentes
históricos, e todos os elementos externos que foram defendidos
aborrecidamente pela Nova Crítica.
A Nova Crítica, em si mesma, foi anulada a partir dos primeiros
textos em língua inglesa e aconteceu sobretudo num cenário
acadêmico onde os debates se podem desenvolver numa maior
escala, mais contínua, e mais organizada que a anterior crítica
ocasional dos trabalhos vernaculares. Os textos nunca antes
tinham sido vistos desta forma exaustiva, em parte porque até as
décadas de 1930 e 1940, ocultos atrás da consciência, foram aberta
pela psicologia profunda e a psique virou-se refletidamente sobre si
mesma como nunca o tinha feito antes, mas também porque um
texto vernáculo tinha uma relação deferente com o mundo da
infância precoce por via oral, do que um texto num idioma que,
para bem mais que um milênio, tinha sido falado por qualquer um
que não sabia também com escrever.
Estudos textuais, tanto quanto sei, nunca exploraram aqui as implicações
(Ong, 1977). As implicações são massivas. O Estruturalismo Semiótico e o
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diverso textos, de que forma podem relacionar o seu substrato oral. Eles
especializaram-se em textos marcados pelo seu tardio ponto de vista
tipográfico, desenvolvido na Era do Romantismo, à beira da Era da
eletrônica ( 1844 foi marcado pelo sucesso da demonstração do telégrafo
de Morse).
ALONSO, Dámaso. Teoria de la expressión poética. Madrid: Gredos,
1970.
BARTHES, Roland. Novos ensaios críticos. O grau zero da escritura.
São Paulo: Cultrix, 1974.
ENKVIST, Nils Erik. Definindo o Estilo. In: SPENCER, Jonh(Org.).
Linguística e Estilo. São Paulo: Cultrix, 1970.
RIFFATERRE, Michael. Estilística Estrutural . São Paulo: Cultrix , 1973.
SAUSSURE, Ferdinand. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix,
2008.
SPITZER, Leo. Linguistic and Literary History, essays in stylistics.
Princenton: University Press, 1967.
COUTINHO, Afrânio. A Crítica Literária no Brasil. Rio de Janeiro,
1968, Livraria Acadêmica, pp. 115-
157 http://filosocram.blogspot.com.br/2010/01/critica-literaria-no-
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JANUÁRIO, Marcelo, Artigo, A Nova Crítica de Afrânio Coutinho
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A crítica estilistica e a nova critica

  • 1. Universidade Estadual do Oeste do Paraná Teoria da Literatura: Professor Paulo Konzen, Elisangela Cristina P. Yoshida e Marilda de A. Carneiro – Acadêmicas do 2. ano de Letras.
  • 2.
  • 3. Em meio as vertentes da crítica do século XX, duas escolas críticas surgiram: a Crítica Estilística e a Nova Crítica, Enquanto uma está inserida nas várias áreas de investigação textual, a outra procura não admitir informações além daquelas contida no texto. Enquanto a Crítica Estilística, de acordo com Bonnicci e Zolin (2003), tem como principal objetivo estudar as ocorrências linguísticas, já distribuídas em escaninhos já estabelecidos tradicionalmente, inspirada principalmente na classificação gramatical, abordando portanto, o campo semântico, o lexical, o sintático e o sonoro. A Nova Critica, assim como o Formalismo, busca separar o autor do texto para que o texto seja objeto de si mesmo.
  • 4. Para muitos teóricos a teoria da literatura aparece por volta do século XX, com a Nova Crítica de um lado e o Formalismo Russo de outro. A Nova crítica surgiu nos Estados Unidos, na década de 40, e continuou em cena até 1960, ela insistia na autonomia dos trabalhos individuais de artes textuais. No Brasil, o principal seguidor foi Afrânio Coutinho. Como Silvana Oliveira (2009) coloca, a Nova Crítica tinha como interesse demonstrar os mecanismos peculiares de realização textual em cada acontecimento literário. Para os Novos Críticos o poema ou qualquer outro trabalho literário deveria ser considerado como um “ícone verbal”. A noção de ambiguidade é um importante conceito dentro da Nova Crítica, na qual um texto pode apresentar múltiplos significados.
  • 5. Enkvist faz um panorama extraordinário das definições aplicadas ao Estilo por diversos teóricos da literatura ao longo dos anos. Chega mesmo a separá-las por, semelhanças, em grupos coerentes: definições subjetivas impressionistas, adição a um núcleo expressivo , escolha entre expressões alternativas, conjunto de características individuais, desvio da norma, conjunto de características coletivas, expressões mais extensas que a sentença “direta” e “enxuta” (ENKVIST,1970, p 23-24). É sistemática, por exemplo, a definição de Estilística como estudo qualitativo de amostragens quantitativas. Antes de referir o estudo de Enkvist cabe lembrar que, tanto Leo Spitzer quanto Dámaso Alonso trabalhavam quantitativamente. Se não, leia-se: “na minha leitura de modernos poetas franceses, adquiri o hábito de sublinhar expressões que, anômalas, me impressionavam diante de um uso geral (SPITZER, 1967). Ou então, “a fórmula geral que acabamos de estabelecer é o que permite reconhecer a vinculação a um mesmo sistema de uma enorme quantidade de fatos estéticos, ( ALONSO, 1975).
  • 6. A definição para Afrânio Coutinho sobre a crítica brasileira “(…) crítica é aquela atividade que se exerce de maneira sistemática e militante nos folhetins e rodapés de jornais semanalmente, na maioria dos casos. Não interessa o conteúdo. (…) No comum, ela consiste em um longo artigo, em que um livro ou um autor servem de pretexto para divagações mais ou menos pessoais do ‘crítico’, a propósito ou à margem do assunto tratado. Será possível, analisando-se os exemplos mais típicos, reduzir a técnica a uma fórmula ou nariz-de-cera que se ajusta, mais ou menos, com algumas variantes, à maioria dos casos.” (COUTINHO, 1996, p. 59-60). Assim sendo, a Nova Crítica não admitia nenhuma outra informação além da apresentada no texto. Portanto, esse pode ter sido um dos motivos para ela não ter tido sucesso. Por um lado ela provou ser bem sucedida com as classes médias, que a olhavam com admiração.
  • 7. A produção literária é um objeto estético independente. Seu todo refletia a sensibilidade unificada do artista. Se distancia da ideia de que o poema é uma expressão da personalidade e vida do poeta. O autor organiza tais elementos de forma que, uma vez apreciados na leitura, desencadeiam uma carga emocional imediata no leitor, ou seja, não é focada na emoção do poeta e sim na capacidade do poeta de criar emoção. O poeta seleciona e dispõe os elementos de forma a criar emoção. É preciso ler um poema de maneira objetiva Close Reading: leitura fechada, ou seja, na medida em que se lê um poema, é preciso retirá-lo do contexto histórico, social, da obra para se deter em aspectos que estão dentro do próprio poema. É uma leitura minuciosa do poema. Separar o poema tanto do autor quanto do leitor. Não existe ideias separadas da forma. Para entender o poema deve- se apreciá-lo emocionalmente, buscando resolver as tensões entre as diversas unidades semânticas do texto que independem das emoções do autor, ainda que essas emoções possam ter ocorrido durante a produção.
  • 8. O poema é produto de trabalho com a linguagem, elaborado artisticamente através do domínio de técnicas de composição. Não há margem para a intenção do autor ao escrever o poema. Utilizar algumas noções-chave para aceder aos diversos níveis de significações. Voltando aos estudos de Enkvist, vários teóricos definem estilo pelo aspecto quantitativo. Eis algumas delas: Stendhal, “o estilo consiste em acrescentar em um dado pensamento todas as circunstâncias calculadas para produzir o efeito completo que o pensamento deveria produzir.” Kenneth Burke,” na medida em que a obra se torna eloquente, manifesta, maneira ou estilo. Aqui novamente a distinção é quantitativa, sendo a maneira um maior confinamento de recursos formais e ramificações simbólicas.”
  • 9. Charles Bally: “ele (Bally) opta por acrescentar vários elementos afetivos que refletem o ego e as forças sociais.” Jeremy Warburg: “ bom estilo consiste em escolher a simbolização apropriada experiência que se deseja comunicar, dentre um número de palavras cuja área de significação é aproximadamente, e só aproximadamente, a mesma.” Charle Hockett: “dois enunciados numa mesma língua, que transmitem aproximadamente a mesma informação, mas que sejam diferentes na estrutura linguística podem ser considerados como diferindo em estilo.” Bernard Bloch: “o estilo de um discurso é a mensagem conduzida elas distribuições de frequência e probabilidades transicionais, na medida em que difiram das dos mesmos traços da língua como um todo.” Charles Osgood: “ o estilo é definido como estilo de um indivíduo de normas, estando este desvio nas propriedades estatísticas daqueles traços estruturais [ individuais].”
  • 10. Archibald Hill: “o estilo de um texto é o conjunto de probabilidades contextuais dos seus itens linguísticos.” Enkvist: “ o estilo de um texto é uma função do conjunto de razões ( ratios ) entre as frequências dos seus itens fonológicos, gramaticais e léxicos e as frequências de itens correspondentes em uma norma contextualmente relacionada. Esta tendência de definir Estilo através da análise qualitativa de elementos quantitativos na verdade revela a essência da Estilística: procurar, na frase, os meios de expressão para as idiossincrasias, dentre elas a literatura encarada como desvio de padrão linguístico. A grande tarefa é superar marcas textuais rumo à Ciência do Estilo, na acepção máxima de Saussure, pela integração língua-linguagem.
  • 11. A Nova Crítica evoluiu de outro realinhamento principal das forças orais- literárias, o que aconteceu a Academia mudava de uma base latina erudita, controlada quirograficamente, para uma base livremente oral e vernacular. Apesar de terem havido escassos cursos de Literatura Inglesa nas Faculdades e Universidades Americanas por volta de 1850, o assunto tornou-se um grande assunto acadêmico só no princípio do século XX, e ao nível do ensino superior. O latim que foi visto durante centenas de anos como quirograficamente controlador da linguagem, deixou de ser uma língua materna. Apesar de ter estado amarrada a uma mentalidade residualmente oral, ele não forneceu acesso direto ao inconsciente do tipo que a linguagem materna fornece. Sob estas condições, o texto literário em Latim, contudo complexo, e contudo compreendido sabiamente, foi limitado por ser opaco em comparação com um texto em língua materna própria, escrita fora de uma mistura rica de elementos do subconsciente e do consciente.
  • 12. Dada a opacidade intrínseca relativa dos textos em latim, não surpreende que o comentário do texto deva ser desviado um tanto do próprio texto para o autor, a sua psicologia, os antecedentes históricos, e todos os elementos externos que foram defendidos aborrecidamente pela Nova Crítica. A Nova Crítica, em si mesma, foi anulada a partir dos primeiros textos em língua inglesa e aconteceu sobretudo num cenário acadêmico onde os debates se podem desenvolver numa maior escala, mais contínua, e mais organizada que a anterior crítica ocasional dos trabalhos vernaculares. Os textos nunca antes tinham sido vistos desta forma exaustiva, em parte porque até as décadas de 1930 e 1940, ocultos atrás da consciência, foram aberta pela psicologia profunda e a psique virou-se refletidamente sobre si mesma como nunca o tinha feito antes, mas também porque um texto vernáculo tinha uma relação deferente com o mundo da infância precoce por via oral, do que um texto num idioma que, para bem mais que um milênio, tinha sido falado por qualquer um que não sabia também com escrever.
  • 13. Estudos textuais, tanto quanto sei, nunca exploraram aqui as implicações (Ong, 1977). As implicações são massivas. O Estruturalismo Semiótico e o Desconstruturalismo geralmente não têm conhecimento, em todos os diverso textos, de que forma podem relacionar o seu substrato oral. Eles especializaram-se em textos marcados pelo seu tardio ponto de vista tipográfico, desenvolvido na Era do Romantismo, à beira da Era da eletrônica ( 1844 foi marcado pelo sucesso da demonstração do telégrafo de Morse).
  • 14. ALONSO, Dámaso. Teoria de la expressión poética. Madrid: Gredos, 1970. BARTHES, Roland. Novos ensaios críticos. O grau zero da escritura. São Paulo: Cultrix, 1974. ENKVIST, Nils Erik. Definindo o Estilo. In: SPENCER, Jonh(Org.). Linguística e Estilo. São Paulo: Cultrix, 1970. RIFFATERRE, Michael. Estilística Estrutural . São Paulo: Cultrix , 1973. SAUSSURE, Ferdinand. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 2008. SPITZER, Leo. Linguistic and Literary History, essays in stylistics. Princenton: University Press, 1967. COUTINHO, Afrânio. A Crítica Literária no Brasil. Rio de Janeiro, 1968, Livraria Acadêmica, pp. 115- 157 http://filosocram.blogspot.com.br/2010/01/critica-literaria-no- brasil.html JANUÁRIO, Marcelo, Artigo, A Nova Crítica de Afrânio Coutinho v