Fichas1 a 7 ca

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  1. 1. 4 Ficha de trabalho 1 Diferença entre crescimento económico e desenvolvimento 1 Observa a figura seguinte. (META 1.1) 1.1 Decifra as siglas PNB e PIB. 1.2 Estabelece a diferença entre o PNB e o PIB. 1.3 Refere duas razões para estes indicadores não servirem para medir o desenvolvimento dos países. CAp4h1 PNB PIB= + – Rendimentos recebidos do resto do Mundo Rendimentos enviados para o estrangeiro Unidade 1  PAÍSES COM DIFERENTES GRAUS DE DESENVOLVIMENTO Páginas 8 a 10 do manual PNB: Produto Nacional Bruto; PIB: Produto Interno Bruto. Produto Nacional Bruto (PNB): é o PIB mais os rendimentos que os residentes recebem por investimentos feitos fora Estes indicadores representam valores médios (por pessoa), pelo que não evidenciam, por vezes, os reais contrastes do país, menos os rendimentos de estrangeiros. existentes em termos sociais na população dos países. Por outro lado, a existência de rendimento nem sempre se Produto Interno Bruto (PIB): é o valor total de bens e serviços produzidos pela economia de um país no território traduz na melhoria da qualidade de vida de toda a população e apenas serve para enriquecimento das elites. nacional, num determinado período.
  2. 2. 5 2 Observa a figura. (META 1.1) 2.1 Comenta a figura, referindo a importância do valor do PIB para as condições de vida das populações. 3 A noção de crescimento económico confunde-se muitas vezes com a de desenvolvimento, embora sejam diferentes. (META 1.2) 3.1 Das afirmações que se seguem, identifica, através das letras, as que dizem respeito a crescimento económico e as que estão associadas à noção de desenvolvimento. 3.2 Estabelece a diferença entre as noções de crescimento económico e as de desenvolvimento. ... mais aumenta a qualidade de vida e o acesso a serviços quanto maior o PIB por pessoaPIB / 1 CAp5h1 TEMA 1 CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO A — Crescimento económico B — Desenvolvimento 1. Satisfaz as necessidades de apenas uma minoria, as necessidades básicas não são garantidas para toda a população. 2. É uma noção qualitativa que exprime o bem-estar e a qualidade de vida e é medida através de indicadores sociais. 3. As necessidades de uma sociedade são plenamente satisfeitas, permitindo que todos alcancem um nível de bem-estar adequado. 4. É uma noção quantitativa que exprime a riqueza material e que usa indicadores como o PIB (Produto Interno Bruto) ou o PNB (Produto Nacional Bruto). 5. É um conceito exclusivamente económico. 6. Mede-se através da combinação de vários indicadores. Realizei esta ficha em / / . O crescimento económico consiste no aumento dos níveis de produção e acumulação da riqueza de um país avaliados através do rendimento per capita e de outros indicadores exclusivamente económicos, enquanto o desenvolvimento é o estado evoluído de uma determinada sociedade e economia segundo várias vertentes, como o crescimento económico, o bem-estar e a qualidade de vida das populações, as alterações socioculturais e a modernização tecnológica. A resposta é livre, mas o comentário deve referir que, embora o valor do PIB por si só não chegue para aferir as condições de vida do país, não deixa de ser um indicador a considerar na melhoria das condições de vida da população, pois o rendimento é sempre uma condição necessária no bem-estar de uma sociedade. A B B A A B
  3. 3. 6 Ficha de trabalho 2 Medir o desenvolvimento humano 1 A avaliação do nível de desenvolvimento de um país baseia-se em diferentes tipos de indicadores (demográficos, económicos, sociais e ambientais). (META 1.3) 1.1 Dá dois exemplos de indicadores para cada um dos grupos considerados. • Demográfico: • Económico: • Social: • Ambiental: 1.2 Explica em que medida os indicadores ambientais podem medir o grau de desenvolvimento de um país. 2 Observa o quadro no qual vais comparar as características dos países mais desenvolvidos com as dos países menos desenvolvidos. (META 1.3) 2.1 Completa o quadro usando as palavras elevado e reduzido. Unidade 1  PAÍSES COM DIFERENTES GRAUS DE DESENVOLVIMENTO Páginas 11 a 15 do manual PNB per capita Grau de industrialização Cobertura de saneamento básico Nível de escolaridade obrigatória Crescimento da população Consumo de energia Produção agrícola Consumo de calorias animais Poder de compra Acesso à saúde Taxa de mortalidade infantil % de população ativa no setor primário Nos países menos desenvolvidos Nos países mais desenvolvidos Indicadores Deverá ser referido que os indicadores ambientais são importantes para medir o grau Esperança média de vida; taxa de mortalidade infantil. PNB per capita; PIB per capita. Taxa de analfabetismo; n.º de habitantes por médico. Emissão de CO2 para a atmosfera per capita; taxa de tratamento de resíduos. de desenvolvimento dos países, uma vez que, pela sua natureza, apenas os países de maior desenvolvimento podem apresentar resultados nos seus indicadores que constatam a importância desta dimensão para Elevado Elevado Elevada Elevado Reduzido Elevado Elevada Elevado Elevado Elevado Reduzida Reduzida Reduzido Reduzido Reduzida Reduzido Elevado Reduzido Reduzida Reduzido Reduzido Reduzido Elevada Elevada as populações.
  4. 4. 7 2.2 Menciona dois indicadores que te ajudem a avaliar o grau de desenvolvimento de um país. 2.3 Com base no quadro, redige um breve texto em que caracterizes os países menos desenvolvidos. 3 Observa o mapa seguinte, que representa o PNB per capita em alguns países no ano de 2013. (META 1.4) N 0 2250 km Canadá 40 541 EUA 48 387 Reino Unido 36 090 França 35 156 Brasil 11 769Chile 17 222 Gabão 16 183 Líbia 5787 África do Sul 10 973 Índia 3694 Ucrânia 7233 Rússia 16 736 Japão 34 740 Austrália 40 234 Cazaquistão 13 001 China 8382 Noruega 53 471 CAP7H1 PNB per capita (2013) (em dólares) 55 000 40 001–55 000 18 001–40 000 7001–18 000 2000–7000 2000 Sem dados TEMA 1 CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO 3.1 Com base no mapa: a) coloca por ordem decrescente o PNB per capita dos países representados; b) refere o(s) continente(s) que apresenta(m) os rendimentos mais elevados; c) indica o(s) continente(s) que apresenta(m) os rendimentos mais baixos. Deverá ser referido que os países menos desenvolvidos caracterizam-se por ter um PNB per capita reduzido, O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e a esperança média de vida. um grau de industrialização reduzido e um crescimento de população elevado, por exemplo. Noruega: 53 471; EUA: 48 387; Canadá: 40 541; Austrália: 40 234; Reino Unido: 36 090; França: 35 156; Japão: Europa e América do Norte. África e Ásia. 34 740; Chile: 17 222; Rússia: 16 736; Gabão: 16 183; Cazaquistão: 13 001; Brasil: 11 769; África do Sul: 10 973; China: 8382; Ucrânia: 7233; Líbia: 5787; Índia: 3694.
  5. 5. 8 Literacia nos jovens (%) 50–59 60–69 70–79 Sem dados 50 80–89 90–100 N 0 2000 km Oceano Atlântico Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Índico CAP8H1 Ficha de trabalho 2  Medir o desenvolvimento humano 4 Observa o mapa sobre a taxa de literacia jovem no Mundo (percentagem de escolarização), em 2013. (META 1.4) 4.1 Menciona a região, ou regiões, que regista(m) os valores mais baixos de literacia. 4.2 Refere que tipo de países apresenta os valores mais altos. 4.3 Menciona uma razão para estas diferenças. 4.4 Estabelece a relação entre o mapa da literacia e o do PNB per capita da página anterior. Realizei esta ficha em / / . África. Os países da Europa de Leste, da América do Sul e da Ásia Central. Os contrastes ao nível da literacia jovem no Mundo prende-se, por um lado, com os contrastes existentes nas A literacia jovem aumenta (em geral) com o aumento do PNB per capita. infraestruturas de educação, qualificação dos recursos humanos (professores), agravado por questões culturais, como a diferença de género (papel da mulher) e até a existência de conflitos armados.
  6. 6. 9 Ficha de trabalho 3 Distribuição de alguns indicadores de desenvolvimento 1 Observa o mapa seguinte, com a subnutrição no Mundo em 2012. (META 1.4) Unidade 1  PAÍSES COM DIFERENTES GRAUS DE DESENVOLVIMENTO Páginas 16 a 21 do manual CAp11h4 35 25–34 15–24 5–14 5 s.d. Percentagem de população subnutrida (2010-2012) Oceano Atlântico Oceano Glacial Ártico Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Índico 0 2500 km N 1.1 Localiza, no mapa, dois países com valores mais elevados de subnutrição. 1.2 Identifica as regiões do Mundo com menores valores de subnutrição. 1.3 Refere duas causas para os elevados valores de subnutrição registados no continente africano. 1.4 Relaciona o valor da subnutrição com o nível de desenvolvimento dos países. Fonte: FAO, 2013 Etiópia e Zâmbia, por exemplo. Europa e América do Norte. As causas podem ser humanas, como a agricultura tradicional, as fracas infraestruturas e a existência de conflitos Em regra, a subnutrição diminui com o aumento do desenvolvimento dos países. armados. Podem ainda existir causas físicas, como a seca ou outro tipo de catástrofes naturais.
  7. 7. 10 Os que acreditam que a ciência de vanguarda é património do Ocidente estão enganados. A China, a Índia, a Coreia do Sul, o Irão e outros países islâ- micos, que lideraram a investigação há mil anos, voltam agora a ocupar a primeira fila. Na ilha indonésia de Bali, há centenas de hec- tares de terraços com arrozais, delimitados por pal- meiras, que crescem ao longo dos canais de irriga- ção. O que os turistas não veem é a complexa rede hidrológica – perfeitamente integrada no cenário – de canais, regos e comportas que distribuem, desde tempos imemoriais, a água da montanha pelos arrozais antes de chegar ao mar. Em suma, a ciência não é um produto europeu. A Coreia do Sul, a Índia ou a China têm uma longa tradição em matéria de investigação. A Coreia do Sul, por exemplo, está prestes a arrebatar ao Japão o título de líder tecnológico mundial, enquanto Singapura se aproxima dos Estados Unidos e a China acoto- vela a UE. Revista Superinteressante, março de 2012 (adaptado) 5 10 15 A produção científica já não é um exclusivo ocidental Leitura Ficha de trabalho 3  Distribuição de alguns indicadores de desenvolvimento 2 Lê com atenção o texto seguinte. (META 1.5) 2.1 Identifica alguns dos países referidos no texto que têm aumentado a sua produção científica. 2.2 Comenta a seguinte afirmação: «Os que acreditam que a ciência de vanguarda é património do Ocidente estão enganados.» 3 Completa o quadro seguinte. (META 1.5) Realizei esta ficha em / / . Países produtores de petróleo Registam valores de PNB per capita e, apesar de avanços em setores como a e a , ainda apresentam grandes contrastes sociais. NPI Países que registaram um forte crescimento devido ao seu setor e às exportações. BRIC Países de grande dimensão territorial e com elevada população que possuem importantes recursos. Outros países emergentes São países da América do Sul e da Ásia, mas também a Turquia, que registam importantes crescimentos económicos. Países menos avançados São os que apresentam os valores mais baixos de . Grupos de países Exemplos de países Características A China, a Índia, a Coreia do Sul ou o Irão. O comentário é livre, mas deve referir-se, a partir do texto, que a ciência e os seus avanços não são exclusivos do mundo ocidental e que, na atualidade, muitos países, como os referidos na questão anterior, estão a investir em investigação e ciência. Arábia Saudita, Irão e Nigéria. Coreia do Sul, Singapura e Taiwan. Brasil, Índia e Rússia. elevados saúdeeducação industrial desenvolvimento Turquia, México e Argentina. Sudão, Zâmbia e Mauritânia.
  8. 8. 11 Ficha de trabalho 4 Grupos de países com diferentes níveis de desenvolvimento 1 Observa a figura seguinte. (META 1.6) Unidade 1  PAÍSES COM DIFERENTES GRAUS DE DESENVOLVIMENTO Páginas 18 a 21 do manual 1.1 Refere o significado da sigla OPEP. 1.2 Indica três países que integram esta organização. 1.3 Caracteriza-os em termos económicos e sociais. 1.4 Refere as causas do crescimento económico destes países. Produção de petróleo da OPEP Produção de petróleo fora da OPEP Produção total da OPEP Em milhões de barris por dia (em 2010) Produção de petróleo da OPEP Arábia Saudita Irão EAU Iraque Kuwait Venezuela Nigéria Angola Líbia Argélia Catar Equador 8,23 3,69 2,34 2,33 2,32 2,30 2,07 1,76 1,58 1,26 0,80 0,46 Produção média em milhões de barris por dia Principais produtores fora da OPEP Rússia União Europeia China Canadá México Brasil Noruega Cazaquistão Reino Unido Azerbaijão 10,07 8,37 4,02 3,26 2,92 2,72 2,20 1,60 1,38 1,10 OPEP 79,6 % Outros 20,4 % Milhões de barris por dia 29,19 33,8 % da produção mundial Fonte: The IMF World Economic Outlook Data Base, 2013 4 5 50 anos da OPEP 1 2 Principais referências da organização e evolução da procura do petróleo Quando foi constituída Divisão da reservas mundiais comprovadas Numa conferência em Bagdade, entre 10 e 14 de setembro de 1960, onde estiveram presentes delegações do Irão, Kuwait,Arábia Saudita e Venezuela. 1960 Irão Iraque Kuwait Arábia Saudita Venezuela 1961 Qatar 1967 Emirados Árabes Unidos 1969 Argélia 1971 Nigéria 1973 Equador** 1975 Gabão*** 2007 Angola 1962 Líbia Indonésia* 1960 20102000199019801970 3 Membros da organização * Abandonou a OPEP em 2009; **Sai em 1992 e regressa em 2007; ***Abandonou a organização em 1995 CAP13H1 Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Irão, Iraque e Venezuela. Os países produtores e exportadores de petróleo apresentam enormes receitas económicas resultantes da venda As receitas resultantes da venda de petróleo. deste produto. Apesar de fortes contrastes na distribuição destas receitas, uma vez que os dividendos recaem essencialmente sobre as elites locais, têm-se verificado algumas melhorias das condições de vida das suas populações. Os indicadores socioeconómicos permitem verificar essas melhorias, em especial nas áreas da saúde e educação.
  9. 9. 12 2.1 Indica a sigla por que é designado o grupo de países situados no centro do esquema. 2.2 Refere o país que não integra este grupo. 2.3 Menciona o outro país que integra este grupo de países e que não aparece representado no esquema. 2.4 Refere, a partir do esquema, as principais características deste grupo de países. 2.5 Comenta a seguinte afirmação: «Apesar da sua heterogeneidade, o bloco constituído por estes grandes países terá um papel cada vez mais importante no Mundo.» Ficha de trabalho 4  Grupos de países com diferentes níveis de desenvolvimento 2 Observa o esquema seguinte (META 1.6) CAP14H1 Países com superfícies superiores a 2 milhões de km² Países com população acima de 100 milhões de habitantes Países com PNB acima de 600 mil milhões de dólares Argentina Bangladeche Arábia Saudita Indonésia Cazaquistão Paquistão Argélia Brasil Rússia EUA Congo ChinaÍndia Nigéria Canadá Japão Austrália Itália Coreia do Sul Reino Unido Holanda França Alemanha Turquia Espanha México BRICS. Os EUA. África do Sul. Países com elevadas superfícies e numerosas populações e que apresentam, pela sua dimensão, economias que Resposta livre, mas que deve incidir no facto de estes países apresentarem, pela sua dimensão e importância geram elevados valores de PNB. das suas economias, uma posição na comunidade internacional cada vez maior. Por exemplo, a China já é a segunda potência económica e política do Mundo, e países como a Índia ou o Brasil viram reduzir bastante a população mais pobre e aspiram a lugares de destaque em organismos mundiais, como o conselho de segurança.
  10. 10. 13 3.1 Refere como se designa o grupo de países em que se inclui Singapura. 3.2 Refere os outros países pertencentes a esse grupo de países. 3.3 Indica, com base no texto, algumas das etapas do crescimento económico desses países (utiliza como exemplo Singapura). 3.4 Menciona alguns fatores que permitiram o desenvolvimento destes países asiáticos. 3.5 Indica outros países que, nas últimas décadas, funcionaram como uma segunda geração dos denominados «tigres asiáticos». 3 Lê com atenção o texto seguinte. (META 1.6) TEMA 1 CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO A cidade-Estado de Singapura está atualmente a meio de dois anos de celebrações do cinquente- nário da sua existência: em 2013, completaram-se cinquenta anos sobre a independência face ao Reino Unido; em 2015, cumprem-se cinquenta anos desde a separação da Federação da Malásia. Em termos de desenvolvimento económico, foram cinquenta anos notáveis. Em 1965, o pro- duto per capita de Singapura era praticamente idêntico ao de Portugal, Jordânia ou Jamaica; em 2013, Singapura apresentava um dos rendimentos per capita mais elevado do Mundo, 2,6 vezes superior ao de Portugal e 11 vezes maior do que o da Jordânia ou da Jamaica. De um entreposto comercial escassamente industrializado, Singapura transformou-se em cinco décadas numa das economias mais dinâmi- cas do Mundo, após ter passado sucessivamente por um período de industrialização por substitui- ção de importações, depois por uma gradual aposta nas exportações e, finalmente, uma viragem em direção ao setor dos serviços avançados. É isto que justifica que, a par de outros exemplos da chamada «industrialização tardia» da Ásia Oriental, o caso de Singapura seja tão frequentemente estudado como um caso de sucesso em termos de desenvol- vimento económico. Expresso, 13/08/2014 5 10 15 20 25 O milagre económico de Singapura Leitura Oceano Pacífico Oceano Índico N Japão Coreia do Sul Taiwan Singapura Hong Kong 0 900 km CAp15h1 NPI (novos países industrializados). Coreia do Sul, Taiwan e Hong Kong. Singapura começou por ser uma economia assente na indústria, em especial na que utilizava mão de obra Fatores como o desenvolvimento registado no setor dos transportes, a crescente importância do Japão O Vietname, as Filipinas e a Malásia, por exemplo. intensiva. Evoluiu para uma indústria com forte incorporação tecnológica, para atualmente ser um grande entreposto comercial, importante praça financeira e exportador de serviços avançados. na economia mundial, a mão de obra de baixo custo disponível e o potencial do mercado desta região (cujo crescimento demográfico é o maior do Mundo).
  11. 11. 14 Ficha de trabalho 4  Grupos de países com diferentes níveis de desenvolvimento 4 Observa o mapa seguinte, que representa os países mais pobres do Mundo em 2013. (META 1.6) 4.1 Identifica o continente onde se localiza a maioria dos países mais pobres do Planeta. 4.2 Caracteriza os países que se incluem no grupo dos PMA (Países Menos Avançados). 4.3 Refere três fatores que justificam o baixo desenvolvimento destes países. 5 Observa a figura e comenta a frase: «A educação é a saída para o desenvolvimento dos países.» (META 1.6) Oceano Atlântico Oceano Pacífico Oceano Índico R. D. do Congo Zimbabué Burundi Libéria Eritreia Rep. Centro-Africana Nigéria Malawi Madagáscar Afeganistão 394,25 589,46 648,58 716,04 792,13 827,93 853,43 893,84 972,07 1 072,19 *Paridade do poder de compra Fonte: The IMF World Economic Outlook Data Base, 2013 PNB per capita (ppc*)País 0 1900 km N Afeganistão Níger Eritreia Rep. Centro-Africana R. D. do Congo Zimbabué Burundi Libéria Malawi Madagáscar CAP16H1 Realizei esta ficha em / / . África. Insuficiente alimentação e acesso a água potável, educação com estruturas insuficientes e baixo nível de cuidados A crescente dívida externa, o baixo nível educacional e a debilidade das infraestruturas. O comentário é livre, mas o aluno deverá referir que a educação é a saída para o desenvolvimento, uma vez que o analfabetismo impede o acesso à informação, reduz a capacidade em captar investimento estrangeiro em novos setores e, quase sempre, aparece associado à produção de bens pouco valorizados. de saúde.
  12. 12. 15 Ficha de trabalho 5 Unidade 1  PAÍSES COM DIFERENTES GRAUS DE DESENVOLVIMENTO Páginas 22 a 29 do manual 1.1 Refere o significado da sigla IDH. 1.2 Explica, por palavras tuas, o que entendes por IDH. 1.3 Justifica porque se devem comparar vários indicadores para se fazer a avaliação do grau de desenvolvimento de um país. 1.4 Refere algumas das críticas associadas à utilização do IDH. Como medir o desenvolvimento humano 1 Lê com atenção o texto seguinte. (METAS 2.1 e 2.3) Desde 2010, quando o Relatório de Desenvol- vimento Humano completou 20 anos, novas meto- dologias foram incorporadas para o cálculo do IDH. Atualmente, os três pilares que constituem o IDH (saúde, educação e rendimento) são medi- dos da seguinte forma: • Uma vida longa e saudável (saúde) é medida pela expectativa de vida; • O acesso ao conhecimento (educação) é medido por: 1. Média de anos de educação de adultos, que é o número médio de anos de educação recebidos durante a vida por pessoas a partir de 25 anos; 2. Expectativa de anos de escolaridade para crianças na idade de iniciar a vida escolar, que é o número total de anos de escolaridade que uma criança na idade de iniciar a vida escolar pode esperar receber se os padrões prevalecentes de taxas de matrículas específicas por idade permane- cerem os mesmos durante a vida da criança; • E o padrão de vida (rendimento) é medido pelo Rendimento Nacional Bruto (RNB) per capita expresso em poder de paridade de compra (PPP) constante, em dólar, tendo 2005 como ano de referência. Site do PNUD, 2014 (adaptado) 5 10 15 20 Como medir o desenvolvimento humano Leitura Vida saudável Acesso ao conhecimento Padrão de vida Esperança média de vida ao nascer Medida de anos de educação de adultos Expectativa de anos de escolaridade Rendimento médio (poder de compra) CAp17h1 O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é um indicador que serve para medir o nível de desenvolvimento dos países através da combinação de três indicadores: a esperança média de vida, o rendimento nacional bruto per capita e a média de anos de escolaridade. conceito de grande amplitude, pelo que, para o medir de forma adequada não chega fazê-lo apenas por via do PIB ou PNB (forma tradicional por considerar riqueza e desenvolvimento conceitos similares); mas, ao juntar outras dimensões da sociedade como a educação e a saúde, implica o recurso a outros indicadores como a média anos de escolarização de adultos e a esperança média de vida. A necessidade da utilização de vários indicadores resulta do facto de a definição de desenvolvimento ser um As críticas apontadas incluem o facto de simplificar o conceito de desenvolvimento e nem sempre dar destaque Índice de Desenvolvimento Humano. às minorias, sendo um valor global.
  13. 13. 16 Ficha de trabalho 5  Como medir o desenvolvimento humano 2 Seleciona, com uma cruz (X), a opção que completa corretamente cada uma das seguintes afirmações. (META 2.1 ) 2.1 O indicador mais adequado para medir o desenvolvimento é… A. … o PNB per capita. B. … o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). C. … a taxa de mortalidade infantil. 2.2 O indicador mais adequado para medir o crescimento económico é… A. … o PNB per capita. B. … o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). C. … a taxa de mortalidade infantil. 2.3 Um país é menos desenvolvido quando… A. … o crescimento económico é igual ao crescimento demográfico. B. … o crescimento económico é inferior ao crescimento demográfico. C. … o crescimento económico é superior ao crescimento demográfico. 2.4 As regiões da Terra mais afetadas pelos problemas de fome e subnutrição são… A. … a Europa e a América do Norte. B. … a África e a Ásia do Sul. C. … a Ásia do Sudeste e a América do Sul. 2.5 Os indicadores que constituem o IDH são… A. … a esperança média de vida, a média de anos de escolaridade e as calorias per capita. B. … a esperança de vida, o PNB per capita e a taxa de mortalidade infantil. C. … a esperança média de vida, a média de anos de escolaridade e o rendimento per capita. 3 Lê e comenta a frase seguinte, referindo as vantagens e inconvenientes do IDH: «O IDH surgiu para avaliar, de forma mais correta, o desenvolvimento dos países.» (METAS 2.1 e 2.3) O comentário é livre, mas deve referir que o IDH surgiu para avaliar de forma mais correta o desenvolvimento, uma vez que ao utilizar vários indicadores (o rendimento nacional per capita, a esperança média de vida e a média de anos de escolaridade), permite dar resposta a dimensões da sociedade que integram o conceito de desenvolvimento, não se limitando em exclusivo às questões do rendimento. X X X X X
  14. 14. 17 4.1 Refere três países com um baixo desenvolvimento. 4.2 Localiza três países de muito elevado desenvolvimento (escolhe países de diferentes continentes). 4.3 Refere os continentes onde se encontra a maior parte dos países de desenvolvimento médio. 4.4 Indica o nível de desenvolvimento (segundo o valor de IDH) dos seguintes países. 4 Observa o mapa seguinte com a distribuição do IDH em 2013. (METAS 2.2 e 2.6) TEMA 1 CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Atlântico Oceano Índico 0,79–0,94 0,69–0,79 0,52–0,69 0,28–0,52 IDH (2013) 0 2000 km N CAP19H1 Fonte: ONU, 2014 Relatório do PNUD, 2013 Noruega Coreia do Sul Tailândia Ucrânia Uruguai Argélia Honduras Bélgica Camarões Indonésia Países Nível de desenvolvimento com base no IDH Moçambique, Afeganistão e Iémen. Canadá, Noruega e Japão. Ásia e América do sul. Muito elevado Muito elevado Médio Elevado Elevado Elevado Médio Muito elevado Baixo Médio
  15. 15. 18 Ficha de trabalho 5  Como medir o desenvolvimento humano 5 Lê com atenção a frase seguinte e responde às questões. (META 2.4) «Medir o desenvolvimento humano é um processo complexo. A utilização de indicadores simples já não é uma opção, pelo que cada vez mais se utilizam indicadores compostos.» 5.1 Refere dois exemplos de indicadores compostos. 5.2 Comenta a frase anterior. 6 Lê o texto seguinte e analisa o mapa sobre o índice de desigualdade de género no Mundo em 2013. (META 2.5) Oceano Pacífico N Oceano Atlântico Oceano Índico Menor desigualdade Maior desigualdade Sem dados 0 2000 km Índice de desigualdade de género (2013) 0 1 CAP20H1 Fonte: ONU, 2014 Pelo quinto ano consecutivo, a Islândia foi considerada o país com a menor desigualdade de género, segundo o relatório anual do Fórum Económico Mundial. O país é visto como uma nação em que as mulheres têm o mesmo acesso que os homens à educação e saúde e têm mais hipóteses de participar plenamente na economia e política do país. No topo da lista de igualdade entre os géneros estão países vizinhos da Islândia: Finlândia, Noruega e Suécia. De forma geral, a desigualdade entre os sexos diminuiu no Mundo, com avanços registados em 86 dos 136 países analisados, que representam mais de 93 % da população mundial. No entanto, as mudanças são lentas, afirma a principal autora do relatório. BBC Brasil, 25/10/2013 (adaptado) 5 «O desenvolvimento de género, um processo lento» Leitura O IDG (Índice de desigualdade de género) e IPM (Índice de pobreza multidimensional). O comentário sobre a frase deve referir que a complexidade do conceito implica a utilização de indicadores compostos que, na sua formação, utilizam a combinação de vários indicadores simples de diferentes dimensões (saúde, educação, rendimento e cultura, por exemplo).
  16. 16. 19 7.1 Decifra a sigla IPM. 7.2 Refere o que procura medir este indicador. 7.3 Indica as dimensões que se incluem neste indicador. 6.1 Refere o que pretende medir o IDG. 6.2 Indica como é a sua escala. 6.3 Com base no texto e no mapa, refere: a) as regiões que apresentam menor desigualdade de género no Mundo; b) as regiões onde a desigualdade de género é maior. 6.4 Enumera duas razões para as desigualdades existentes em termos mundiais na distribuição deste indicador. 7 Observa a figura relativa ao IPM no Mundo em 2013. (META 2.5) TEMA 1 CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO CAp21h1 1,6 mil milhões de pessoas vivem em situação de pobreza multidimensional. Cerca de 30 % da população mundial está em situação de pobreza multidimensional. Cerca de 40 % da população em pobreza multidimensional habita na Índia. 85 % da população em pobreza multidimensional vive em áreas rurais. 1,6 As razões para a desigualdade de género são de ordem cultural, religiosa e até económica. Assim, os países menos Índice de Pobreza Multidimensional. O IPM procura medir o nível de pobreza segundo várias componentes. As dimensões que constituem este indicador são a saúde, a educação e os padrões de vida. O IDG mede a igualdade de oportunidades para os dois géneros ou a inexistência de desigualdades tendo por base O IDG varia de 0 a 1 e, ao contrário do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), quanto mais próximo de 1, Nos EUA e Canadá, na maioria dos países da Europa e na Austrália e Nova Zelândia. África e os países árabes são as regiões que apresentam maiores desigualdades de género. desenvolvidos são aqueles que apresentam maior desigualdade de género. o género, como ainda acontece em algumas sociedades. maior é a desigualdade entre os géneros.
  17. 17. 20 Ficha de trabalho 5  Grupos de países com diferentes níveis de desenvolvimento 8 Lê o texto. (META 2.7) 8.1 Menciona qual é a posição de Portugal no ranking do IDH em 2013. 8.2 Comenta o facto de os três países do final da lista serem da África Subsariana. 8.3 Explica a aparente contradição decorrente da leitura do texto: «Portugal desce três lugares com valores muito abaixo da média dos países da OCDE mas integra o grupo de países de muito elevado desenvolvimento.» Realizei esta ficha em / / . CAp22H1 0,95 0,93 0,91 0,89 0,87 0,85 0,83 0,81 0,79 0,77 0,75 0 PaísesBaixos Alemanha Irlanda Suécia Dinamarca Bélgica Áustria França Eslovénia Finlândia Espanha Itália Luxemburgo ReinoUnido Rep.Checa Grécia Chipre Malta Estónia Eslováquia Hungria Polónia Lituânia Portugal Letónia Roménia Bulgária Fonte: PNUD, 2013 Portugal desceu três lugares no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas — está agora na 43.ª posição entre 187 nações. Depois de apresentar uma tendência crescente até 2010, parece ter estagnado e, em alguns indicadores, tal como o rendimento per capita, piorou. Com 0,816 pontos, mas abaixo da média dos países dessa categoria e da Organização para a Coope- ração e Desenvolvimento Económico (OCDE), revela o relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O ranking do desenvolvimento humano — calculado a partir da ponderação de indicadores em três áreas (uma vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um padrão de vida decente) — é liderado pela Noruega, Austrália e EUA. No extremo da tabela estão Moçambique, República Democrática do Congo e Níger. Se, em termos relativos, Portugal desceu três posições no ranking face a 2011 — o PNUD fez uma revisão de critérios que levou à descida do 41.º para o 40.º lugar —, a pontuação é sensivelmente a mesma há três anos. Em 2010 e 2011, era de 0,817 pontos; em 2012, foi de 0,816, uma diferença que não é estatisticamente significativa, de acordo com as Nações Unidas, mas que indicia uma tendência de estagnação depois do sustentado progresso registado desde 1980, que levou a uma subida de 27 % no IDH. É nos indicadores económicos que é notório o retrocesso nos últimos anos. O Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos portugueses está em queda desde 2005 e, no ano passado, foi inferior ao registado em 2000. A esperança de vida continua a aumentar e os indicadores educativos mantêm-se estáveis. JN, 14/03/2013 (adaptado) 5 10 15 Portugal desce três lugares no desenvolvimento humano Leitura O comentário do aluno deve referir que esta situação é justificável, uma vez que, apesar da descida de três lugares Os três países que estão no final da lista do IDH são da África Subsariana uma vez que esta região do Planeta Portugal, em 2013, estava em 43.º lugar no ranking do IDH. apresenta os índices mais baixos de desenvolvimento. no ranking do IDH significar algum decréscimo de desenvolvimento decorrente da crise económica existente, os critérios em que assentam o IDH (a lista de países é dividida em quatro partes semelhantes atribuindo-se 25 % a cada um dos níveis de desenvolvimento) permitem que Portugal se mantenha no grupo dos países de muito elevado desenvolvimento.
  18. 18. 21 1 Observa o mapa com a distribuição do PIB per capita no Mundo, por país. 1.1 Identifica dois países com um PIB per capita elevado. 1.2 Menciona dois países com baixo PIB per capita. 1.3 Comenta a frase: «Um país de baixo desenvolvimento não apresenta elevados valores nos indicadores económicos.» 2 Preenche o quadro seguinte com os indicadores da chave. CHAVE:  Avalio o meu sucesso 1 Avalio o meu sucesso 1 PIB per capita (milhares de dólares) Sem informação Abaixo de 5 Entre 5 e 25 Entre 25 e 100 Mais de 100 0 2000 km N Oceano Atlântico Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Índico CAP39H1 Economia Saúde Ambiente Cultura Segurança IndicadoresÁreas Número de bibliotecas públicas por 100 000 habitantes; PIB per capita; Taxa de mortalidade infantil; Número de homicídios por 1000 habitantes; Percentagem de área protegida por habitante; Número de cientistas e investigadores por 1000 habitantes; Número de habitantes por cama hospitalar; Total de resíduos tratados por 1000 habitantes; Esperança média de vida; Número de polícias por 1000 habitantes. Os EUA e a Noruega, por exemplo. A Índia e Madagáscar, por exemplo. Na resposta, o aluno deverá concordar com a afirmação, referindo que, apesar dos indicadores económicos não servirem em absoluto para medir o nível de desenvolvimento, verifica-se uma tendência para o rendimento acompanhar o desenvolvimento dos países. Assim, os países de baixo desenvolvimento não apresentam, em regra, elevados valores nos indicadores económicos. PIB per capita Taxa de mortalidade infantil; número habitantes por cama hospitalar; esperança média de vida. Percentagem de área protegida por habitante; total de resíduos tratados por 1000 habitantes. Número de bibliotecas públicas por 100 000 habitantes; número de cientistas e investigadores por 1000 habitantes. Número de homicídios por 1000 habitantes; número de polícias por 1000 habitantes.
  19. 19. 22 Avalio o meu sucesso 1 3 Associa cada grupo de países da coluna A às respetivas características da coluna B. 4.1 Completa o quadro com o nome dos países. 4 Localiza no mapa dois países que integram os diferentes grupos, segundo a legenda. 1. Grupo de países que conheceram um grande crescimento industrial, que começou a surgir de forma significativa, no mercado mundial, no início dos anos 80 do século xx. A. OPEP B. NPI C. BRICS D. PMA 2. Países Produtores e Exportadores de Petróleo. 3. Apesar de não ser considerado um bloco comercial, este grupo de países tem alcançado valores muito satisfatórios a nível económico. 4. Novos Países Industrializados. 5. Países Menos Avançados. 6. Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. 7. Organização criada em 1960, com sede em Viena, na Áustria, com o objetivo de estabelecer uma política comum em relação ao petróleo. 8. São os mais pobres do Mundo. Coluna BColuna A CAp40h1 OPEP BRICS PMA NPI Oceano Atlântico Oceano Glacial Ártico Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Índico 0 2500 km N OPEP BRICS PMA NPI Arábia Saudita, Argélia, Angola, Emirados Árabes Unidos, Equador, Irão, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Catar e Venezuela. Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul. Afeganistão, Nepal, Butão, Bangladeche, Paquistão, Nigéria, Sudão, Somália, Etiópia, Mauritânia, Etiópia, Chade, Zâmbia, Moçambique, entre outros países africanos. Hong Kong, Singapura, Coreia do Sul, Taiwan. B A C B D C A D CAp40h1_resposta OPEP BRICS PMA NPI Oceano Atlântico Oceano Glacial Ártico Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Índico 0 2500 km N
  20. 20. 23 5 Classifica como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmações. A. O desenvolvimento de um país é avaliado através de um conjunto de indicadores que representam as suas características quantitativas. B. Para definir o desenvolvimento humano, devemos ter em consideração as expectativas, o nível de riqueza e o nível social da população, que varia de país para país. C. O grau de exigência da população varia de país para país, consoante os seus rendimentos (PIB per capita). D. Em países com maior rendimento, considerados desenvolvidos, o grau de exigência é inferior. 6 Lê com atenção o texto seguinte. 6.1 Refere o significado da sigla IDH. 6.2 Menciona os indicadores que compõem atualmente o IDH. 6.3 Explica as principais alterações ocorridas na forma de agrupar os países de acordo com o seu IDH. «Devo reconhecer que não via, no início, muito mérito no IDH em si, embora tivesse tido o privilégio de ajudar a idealizá-lo. A princípio, demonstrei bastante ceticismo ao criador do Relatório de Desenvolvimento Humano, Mahbub ul Haq, sobre a tentativa de focalizar, num índice bruto desse tipo — apenas um número —, a realidade complexa do desenvolvimento e da privação humanos. […] Mas, após a primeira hesitação, Mahbub convenceu- -se de que a hegemonia do PIB (índice demasiado utili- zado e valorizado que ele queria suplantar) não seria que- brada por nenhum conjunto de tabelas. As pessoas olhariam para elas com respeito, disse ele, mas quando chegasse a hora de utilizar uma medida sucinta de desenvolvimento, recorreriam ao pouco atraente PIB, pois, apesar de bruto, era conveniente. […] Devo admitir que Mahbub entendeu isso muito bem. E estou muito contente por não termos conseguido desviá-lo de sua busca por uma medida crua. Mediante a utilização habilidosa do poder de atração do IDH, Mahbub conseguiu que os leitores se interessassem pela grande categoria de tabelas sistemáticas e pelas análises críticas detalhadas que fazem parte do Relatório de Desenvolvimento Humano.» Amartya Sen, Prémio Nobel da Economia em 1998, no prefácio do RDH, de 1999 5 10 15 CAp41h1 Até 2009, os países eram classificados, em termos de desenvolvimento, em três e posteriormente quatro A esperança média de vida, o rendimento nacional bruto per capita e a média de anos de escolaridade. Indice de Desenvolvimento Humano. grupos em intervalos fixos de valores 0 a 0,499 (baixo desenvolvimento humano); 0,5 até 0,799 (médio desenvolvimento humano); 0,8 a 0,899 (elevado desenvolvimento humano); 0,9 a 1 (muito elevado desenvolvimento humano. No relatório de Desenvolvimento Humano de 2010 deixa de classificar o nível de desenvolvimento de acordo com valores fixos e passa a utilizar uma classificação calculada do seguinte modo: a lista de países é dividida em quatro partes semelhantes, atribuindo-se 25 % a cada um dos grupos V F V V definidos em cima.
  21. 21. 24 6.4 Identifica duas vantagens e duas desvantagens do IDH apresentadas no texto. 7 Observa as figuras seguintes. 7.1 Faz um comentário às figuras relacionando-as com o IDG (Índice de Desigualdade de Género), referindo algumas das áreas da sociedade onde essa desigualdade se faz sentir. Avalio o meu sucesso 1 Realizei esta ficha em / / . As vantagens do IDH incluem a possibilidade de compararem todos os países e a garantia de ser um indicador calculado por uma entidade supranacional (o PNUD). As desvantagens apontadas incluem o facto de simplificar o conceito de desenvolvimento e de, sendo um valor global, nem sempre dar destaque às minorias. No comentário, deve ser referido que o IDG (Índice de Desigualdade de Género) visa medir as desvantagens das mulheres nas sociedades em três dimensões: saúde reprodutiva, paridade social e atividade laboral.
  22. 22. 25 Ficha de trabalho 6 UNIDADE 2  INTERDEPENDÊNCIA ENTRE ESPAÇOS COM DIFERENTES NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO  Páginas 36 a 38 do manual Obstáculos que influenciam o desenvolvimento dos países 1 Observa o mapa, que representa um dos obstáculos ao desenvolvimento dos países de baixo desenvolvimento, nomeadamente em África. (META 1.1) 1.1 O mapa trata de um dos obstáculos ao desenvolvimento. Identifica-o. 1.2 Refere três outros obstáculos. 1.3 Explica de que forma a manutenção das elevadas taxas de mortalidade não permitem o desenvolvimento de algumas regiões como a do mapa. 2 São vários os obstáculos ao desenvolvimento dos países. Explica de que forma a dívida externa é um entrave ao desenvolvimento. (META 1.1) *Mortes em batalha das tropas governamentais e das organizações políticas rebeldes País Data início/fim Mortos XXXX XXX / XXX XXX Guerras em África entre 2002 e 2012 Guerra civil e conflitos armados, combates mais mortíferos* 0 1075 km N LÍBIA 2011/ 2293 NIGÉRIA 2009/ 1541 MALI 2007/ 321 COSTA DO MARFIM 2002/2011 844 SUDÃO DO SUL 2011/ 349 CONGO 2007/2008 238 CAP23H1 A instabilidade social. As elevadas taxas de mortalidade condicionam o desenvolvimento das regiões, como as representadas no mapa, A dívida externa constitui um obstáculo ao desenvolvimento, uma vez que A explosão demográfica, a crescente dívida externa e o baixo nível educacional. uma vez que a existência de conflitos com vítimas provoca a inviabilização de muitas atividades económicas, os recursos desviados para a sua amortização impossibilitam, pelo pagamento como a agricultura, entre outras. Vai provocar também a fuga de investimentos estrangeiros e desvia as populações da sua vida normal para atividades relacionadas com o conflito. de juros elevados, qualquer tentativa de investimento por parte dos governos em setores carenciados, como a educação, e asfixia as economias destes países.
  23. 23. 26 Ficha de trabalho 6  Obstáculos que influenciam o desenvolvimento dos países 3 Identifica, com uma cruz (X), no quadro seguinte, os fatores internos ou externos ao desenvolvimento. (META 1.1) 4 Lê com atenção o texto seguinte. (META 1.1) 4.1 Transcreve do texto os fatores que contribuem para a tradicional baixa produtividade agrícola em África. 4.2 Estabelece a relação entre a subnutrição verificada no continente africano e esses fatores. 4.3 Menciona as medidas referidas no texto que poderão aumentar a produtividade agrícola em África. Grande crescimento demográfico Baixa produtividade agrícola Baixa escolaridade e formação profissional Dependência económica Estrutura do comércio mundial Debilidade dos setores sociais (educação/saúde) Dívida externa Doenças como a sida ExternosInternosObstáculos ao desenvolvimento Secas prolongadas, cheias e enxurradas, subnutrição extrema, guerras, migrações forçadas de populações e uma fraquíssima produ- tividade aliada a métodos de cultivo rudimentares: esta imagem da agricultura em vários países africanos poderá pertencer já ao passado. No mês passado, a FAO recomendou aos líderes africanos o investimento de 10 % dos seus PIB na agricultura, de modo que os países africanos possam beneficiar do crescimento populacional no Mundo. Estima-se que dois terços dos africanos dependam da agri- cultura para viver, daí que «investir na agricultura é uma estratégia essencial para reduzir a pobreza e a desigualdade social». Estes objetivos visam alterar profundamente a paisagem agrícola africana, promovendo melhores infraestruturas para facilitar a chegada dos produtos aos mercados, proporcionar o acesso a seguros de proteção das colheitas, protegendo-as de calamidades diversas, investindo na importação de fertilizantes e sementes de melhor qualidade. Público, 27/07/2014 (adaptado) 5 10 África, agricultura em mudança Leitura Realizei esta ficha em / / . X X X X X X X X O baixo nível de desenvolvimento destes países não possibilita meios técnicos e infraestruturas que minimizem «Secas prolongadas, cheias e enxurradas, subnutrição extrema, guerras, migrações forçadas de populações e uma fraquíssima produtividade aliada a métodos de cultivo rudimentares.» os fatores naturais adversos. Aspetos como a existência de conflitos, a prática de agricultura de plantação assente em interesses externos e a elevada população agravam as condições já de si adversas. protegendo-as de calamidades diversas, investimento na importação de fertilizantes e sementes de melhor qualidade. Melhores infraestruturas para facilitar a chegada dos produtos aos mercados, o acesso a seguros de proteção das colheitas,
  24. 24. 27 1.1 Refere o problema tratado no texto. 1.2 Indica três causas para este problema. 1.3 Enumera os grupos mais vulneráveis a este problema. 1.4 Refere duas consequências deste tipo de problema para os países. Nos países em desenvolvimento, 200 milhões de pessoas com idade entre 15 e 24 anos não completaram a escola primária e precisam de caminhos alternativos para adquirir competências básicas para o emprego e a prosperidade. A população jovem do Mundo é atual- mente a maior de sempre; um entre oito jovens está desempregado e mais de um quarto está preso em trabalhos que os deixam na linha da pobreza ou abaixo dela. Enquanto os efeitos da crise económica continuam a sufocar as sociedades no Mundo, a profunda falta de qualificação da juventude é mais nociva do que nunca. Apesar do progresso significativo em algumas regiões, poucas estão no caminho para atingir os seis objetivos de Educação para Todos (EPT), que foram escolhidos no ano 2000, e algumas estão ainda muito longe. O relatório mostra que a aquisição de educação secundária é hoje o mínimo entre os jovens para que ganhem as competências fundamentais de que precisam para conseguir empregos decentes. No entanto, hoje em dia existem 250 milhões de crianças em idade escolar primária que não sabem ler ou escrever, frequentando ou não a escola, e 71 milhões de adolescentes estão fora da escola secundária, perdendo a oportunidade de adquirir competências vitais para um emprego futuro. Populações jovens pobres, urbanas e rurais são as mais afetadas pelo abandono escolar. Em áreas urbanas, a população jovem nunca foi tão numerosa e continua a crescer. Em um quinto dos países ana- lisados, jovens urbanos pobres têm menos escolaridade do que nas zonas rurais. Correio da Unesco, 16/10/2012 (adaptado) 5 10 15 20 25 20 % dos jovens nos países em desenvolvimento não completam o ensino primário e não têm qualificações profissionais Leitura Ficha de trabalho 7 UNIDADE 2  INTERDEPENDÊNCIA ENTRE ESPAÇOS COM DIFERENTES NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO Páginas 39 a 41 do manual O desigual acesso à saúde e educação no Mundo 1 Lê com atenção o texto seguinte. (META 1.2) As consequências do abandono escolar são, entre outras, a baixa literacia, o elevado número de analfabetos ( Questões económicas assentes na insuficiente cobertura de infraestruturas de educação e o trabalho infantil; As populações mais pobres, as populações rurais e as raparigas são os grupos mais afetados por este problema. O abandono escolar nos países de baixo desenvolvimento. em especial as mulheres), que condicionam o investimento estrangeiro, nomeadamente em setores questões culturais em termos de género, que fazem com que as raparigas não façam os seus estudos; o isolamento geográfico ou os conflitos armados, por exemplo. tecnologicamente mais avançados.
  25. 25. 28 Ficha de trabalho 7  O desigual acesso à saúde e educação no Mundo 2 Observa o gráfico seguinte, que representa a evolução do abandono escolar por regiões e por sexo entre 2000 e 2012. (META 1.2) 2.1 Faz um comentário ao gráfico referindo a evolução deste problema. 3 Observa as figuras seguintes. (META 1.2) 3.1 Faz um comentário às figuras identificando os principais contrastes e referindo as causas para as assimetrias nos cuidados de saúde no Mundo. Realizei esta ficha em / / . CAP26H1 Fonte: UNESCO 2000 2001 2002 20042003 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Criançasquenãofrequentamaescola Mundo em 2000: 99,8 milhões Mundo em 2012: 57,8 milhões 9,2 milhões 13,6 milhões Feminino Feminino Masculino Masculino Feminino Masculino 11,3 milhões 22,2 milhões 11,6 milhões 22,3 milhões 18,7 milhões 9,2 milhões 4,8 milhões 5,1 milhões 16,6 milhões 13,0 milhões 100 80 60 40 20 0 África Subsariana Médio Oriente Resto do Mundo A B As figuras põem em evidência as diferenças entre os países mais desenvolvidos da Europa, da América do Norte, do Japão e da Oceânia, com fortes investimentos em saúde, e os baixos recursos dos países africanos. Estes contrastes têm como consequência, por exemplo, o facto de a esperança média de vida apresentar fortes diferenças entre estas regiões. O gráfico evidencia que, apesar de se manterem elevados valores de abandono escolar na África Subsariana e na Ásia do Sul e Oeste, verifica-se uma tendência de diminuição deste problema. Esta tendência ocorre para ambos os sexos.

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