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Japão e Tigres Asiáticos
Unidade 6 – 9º ano
Professora Christie
Japão: potência do
Oriente
O Japão apresenta-se como
terceira maior potência econômica
do mundo, superada pelos EUA e
pela China. Com a China, os
japoneses tiveram complicadas
relações no passado e mantêm a
disputa territoriais.
Esta posição de potência deve-se a
diversidade de seu parque
industrial e ao fato de abrigar
universidades e centro de
pesquisas, onde se desenvolvem as
mais avançadas tecnologias.
Tema 1
Imperialismo japonês
Desde o final do século XIX
o Japão já se configura
como potência econômica e
militar.
Entretanto, a crescente
industrialização japonesa
teve problemas devido a
falta de recursos naturais no
país.
A fim de obter matérias-
primas, o Japão adota um
expansionismo na Ásia,
invadindo outros países
como a China e a Coreia.
Tema 1
Fim da supremacia japonesa
O imperialismo japonês no Pacífico chocava-se com
os interesses econômicos e políticos dos Estados
Unidos.
Em dezembro de 1941, durante a Segunda Guerra
Mundial (1939-1945), o Japão bombardeou
território dos EUA e os estadunidenses declararam
guerra ao Japão.
Na Segunda Guerra Mundial, enfrentou os EUA e
os demais países aliados: França, URSS e Inglaterra.
Após a II Guerra Mundial, o Japão encontrava-se
falido, com cidades, estradas e portos destruídos e
consequentemente isso afetou a sua economia.
A rendição definitiva do Japão aconteceu somente após os EUA detonarem suas
bombas atômicas em agosto de 1945, uma sobre Hiroshima e outra sobre
Nagasaki, marando cerca de 200 mil pessoas e deixando outras feridas. A
radiação ainda provocou tumores cancerígenos em grande parte das pessoas
expostas a ela.
Tema 1
Os Estados Unidos impuseram ao Japão várias reformas políticas,
sociais e econômicas, além de promulgar uma nova Constituição,
em que proibiam o arquipélago de possuir forças armadas. A partir
daí, o antigo rival passou a se tornar o principal aliado
estadunidense na Ásia.
A conquista de uma grande prosperidade econômica e social do
Japão foi viabilizada pelos recursos financeiros concedidos pelos
Estados Unidos ao governos japonês na década de 1950, como
forma de compensar os danos causados durante a guerra e,
principalmente impedir a expansão do socialismo soviético.
Tema 1
O "milagre
econômico"
Com a vitória da Revolução
Comunista na China, em 1949,
os Estados Unidos investiram
bilhões de dólares para evitar a
proliferação de regimes
comunistas na Ásia. Era a época
da Guerra Fria.
Na década de 1960, o Japão já
havia se recuperado
economicamente, passando a
ser um grande produtor mundial
de bens de consumo, como
eletrodomésticos.
Tema 1
Não foi apenas o capital americano que permitiu o "milagre
econômico japonês". Outros fatores também contribuíram para a
reconstrução do país:
•Mão de obra barata e abundante para as indústrias: ao final da
Segunda Guerra Mundial, houve no Japão um intenso êxodo rural. A
maior parte do contingente de trabalhadores migrantes foi absorvida
pelas indústrias.
•Longas jornadas de trabalho: desde o início do período de
recuperação econômica, os empregados japoneses têm trabalhado, em
média, durante 43 horas semanais.
•Fidelidade dos trabalhadores à empresa: os trabalhadores
japoneses são extremamente subordinados à hierarquia, às regras e à
rotina de trabalho das empresas; muitas vezes eles veem a fábrica como
uma extensão de sua casa
•Aplicação maciça de verbas na área educacional: a partir do pós-
guerra, parcelas significativas das verbas públicas foram destinadas à
educação, principalmente ao ensino técnico voltado para a qualificação
de mão de obra.
•Criação e aprimoramento de novas tecnologias: governo e
empresas realizaram grandes investimentos em pesquisas científicas,
fazendo o país se destacar nos setores de tecnologia de ponta.
Tema 1
Indústria e
tecnologia
Com os recursos obtidos, o governo japonês
investiu na reconstrução do país, direcionando
bilhões de dólares para a criação de
infraestrutura, além de novas indústrias do setor
de base (siderúrgicas, metalúrgicas, químicas,
entre outras), intermediárias (sobretudo as
navais) e, mais tarde, de bens de consumo
(automóveis, eletrodomésticos, aparelhos
eletrônicos, etc.).
O principal objetivo era colocar no mercado
internacional produtos com tecnologia moderna,
alta qualidade e preços baixos. Os esforços do
governo japonês deram resultado: nas décadas
seguintes, o mundo todo foi invadido pelos seus
produtos manufaturados, o que levou o país à
categoria de grande exportador mundial
Tema 1
Indústrias no
Litoral
Além do interior montanhoso,
outro fator que contribui
histórica e economicamente
para a concentração das
indústrias no litoral é a
proximidade dos portos, locais
de desembarque de matérias-
primas e embarque de produtos
manufaturados para exportação.
Os portos japoneses de
Yokohama, Kobe e Chiba são
alguns dos mais movimentados
do mundo.
Tema 1
Tema 1
Agricultura
Além de configurar-se como
obstáculo à expansão das áreas
industriais e urbanas, o território
montanhoso do Japão impõe sérias
limitações à expansão das
atividades agrícolas no país.
Como o objetivo de superar as
limitações impostas pela natureza,
o governo japonês vem auxiliando
os agricultores no emprego de
modernas tecnologias de cultivo, a
fim de que eles tenham melhor
aproveitamento de suas terras
O Japão importa a maior parte dos
alimentos, exceção feita ao arroz,
que é a principal cultura produzida
no país, seguida pela fruticultura.
Por isso, cada vez mais tem-se
empregado tecnologia para
aumentar a produtividade agrícola
no país.
Tema 1
Fonte:
http://revistagloborural.globo.
com/Revista/Common/0,,ERT1
84581-18281,00.html
Energia
Os desníveis do relevo no território
japonês facilitam a instalação de
usinas hidrelétricas. Porém, a
produção de energia hídrica está
longe de atender à demanda da
economia no país.
O petróleo e o gás natural servem
para fabricação de vários produtos
e para geração de energia elétrica
no país são impostados do Oriente
Médio e do Sudeste Asiático.
Buscando diminuir a dependência externa, o governo japonês
também construiu várias usinas nucleares, que fornecem parte da
eletricidade produzida no país. Os vulcões ativos também tornam
possível a exploração da energia geométrica, embora ainda de
maneira restrita.
Tema 1
Problemas
ambientais
O Japão - sérios problemas
ambientais, principalmente em
relação à poluição do ar e à poluição
marinha.
A poluição já acarretou grandes
prejuízos econômicos ao país.
As águas contaminadas da baía de
Tóquio e de áreas próximas afetaram
a piscosidade, que caiu
vertiginosamente.
Em termos de poluição do ar, o
Japão é o quinto maior emissor de
CO2 proveniente de atividades
humanas.
A radiação das usinas nucleares
também preocupa os japoneses. Em
2011, um tsunami devastou a costa
nordeste do Japão e danificou os
reatores da usina nuclear de
Fukushima, provocando o
vazamento de água radioativa.
Tema 1
Tema 1
Tema 1
O arquipélago
japonês
O arquipélago japonês é
formado por 3,9 mil ilhas,
das quais se
destacam Honshu,
Hokkaido,
Kyushu e Shikoku.
Grande parte de seu relevo
é formado por montanhas
o que dificulta a ocupação
humana. Apenas 15% do
território japonês é
formado por planícies
(mais no litoral)
Tema 2
Círculo de Fogo do Pacífico
O Japão se localiza no Círculo
de Fogo do Pacífico, em uma
região de encontro das
placas tectônicas.
Existem vulcões ativos no
arquipélago, e essa é uma
das regiões do mundo que
mais sofrem abalos sísmicos,
a maioria imperceptível aos
seres humanos, outros
porém de grande magnitude.
Tema 2
O Japão localiza-
se em uma área
sujeita à
formação de
tsunamis.
Há perda de
vidas, bloqueio
de estradas, falta
de energia e
destruição das
construções.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/11/japao-constroi-torres-para-enfrentar-tsunami-de-mais-de-30-m-no-futuro.html
Tema 2
Prevenção contra
catástrofes naturais
A população japonesa recebe
treinamento de como agir
durante os tremores de terra.
Suas construções são feitas com
alicerces especiais e materiais
reforçados para evitar que
desmoronem quando atingidas
por fortes abalos sísmicos.
Existe ainda um sofisticado
sistema que alerta a população
da chegada de um tsunami.
As pessoas têm um kit de
sobrevivência para terremotos
contendo remédios, alimentos,
documentos, entre outros itens.
Tema 2
A cidade de Yamada arrasada pelo tsunami em foto tirada em 17 de
março de 2011 (acima); abaixo, foto do mesmo lugar tirada em 3 de
fevereiro de 2016 (Foto: Kyodo/Reuters)
A cidade de Shinchi arrasada pelo tsunami em foto tirada em 12 de março
de 2011 (acima); abaixo, foto tirada em 2 de março de 2016 (Foto:
Kyodo/Reuters)
Tema 2
A megalópole
japonesa
A capital japonesa é o centro
da megalópole conhecida
como Tokaido. Nela
concentram-se
aproximadamente 60% da
população do país.
Na megalópole encontramos
também cidades tecnopolos,
que apresentam centros de
pesquisa e de produção de alta
tecnologia ligados à educação
universitária, a instituições de
ensino e a empresas
especializadas em tecnologia
de ponta.
Tema 2
Tóquio
A capital Tóquio concentra
atividades industriais e
financeiras, grande
movimentação nos portos e
aeroportos e mantém uma
intensa troca com países de
todo o mundo por meio de seu
ativo comércio.
Nesta capital encontra-se a
“Bolsa de Valores de Tóquio”.
Nesta cidade localiza-se a sede
de grandes empresas
transnacionais, principalmente
ligadas às telecomunicações e
à informática.
Muitas decisões tomadas em
Tóquio têm influência global.
Tema 2
Transporte na
megalópole
Tokaido, a megalópole japonesa,
é servida e interligada por uma
eficiente rede de transporte
ferroviária. Nessa rede destaca-
se o trem-bala.
O Japão abastece sua potente
economia e escoa sua produção
por portos modernos, bem
equipados, com terminais
intermodais (que conectam
diferentes tipos de meios de
transporte).
Tema 2
Extensão territorial
A falta de espaço no Japão é uma
questão que vem sendo resolvida
pela tecnologia. O aterramento de
suas baías permite construir novos
espaços – o aeroporto internacional
de Narita, em Tóquio, foi construído
sobre uma área aterrada.
Indústrias que desejam implantar
novas unidades frequentemente o
fazem em aterros no mar.
Hoje, no Japão, se propõe o uso de
balsas que permite o avanço da
ocupação humana sobre o mar.
O país também aumenta o número
de construções subterrâneas, como
estacionamentos para desafogar o
trânsito.
Aeroporto de Narita
Tema 2
População
O Japão é um país populoso e povoado.
Neste país vivem 127 milhões de pessoas
concentradas nas estreitas áreas de planície.
A densidade demográfica é alta: cerca de 335
hab./km2, chegando a 700 hab./km2 em
Tóquio. É o país que tem a mais elevada
expectativa de vida do mundo, de 84 anos
O crescimento vegetativo é negativo, ou seja,
o Japão vem perdendo o seu número de
habitantes em virtude das baixíssimas taxas
de natalidade. Por outro lado, isso gera outro
problema demográfico e econômico: o
envelhecimento populacional, haja vista que
as taxas de mortalidade são baixas e a
expectativa de vida da população japonesa é
uma das mais elevadas do mundo (83,6 anos).
Com isso, o número de idosos e aposentados
é elevadíssimo, o que ocasiona o surgimento
de problemas de ordem previdenciária.
Tema 2
Educação, cultura e
trabalho
A cultura e as tradições milenares são
muito arraigadas na sociedade
japonesa. Valores como respeito,
obediência e disciplina são muito
presentes e a educação é valorizada,
de excelente qualidade.
A característica mais importante da
organização japonesa é o emprego
para vida toda. É um pacto entre a
empresa e o empregado: "qualquer
coisa que aconteça eu não te
despeço". Basicamente esta é a
filosofia do emprego vitalício.
Os valores da sociedade se
reproduzem nas relações de trabalho,
sendo essa mão de obra considerada
obediente, pouco reivindicativa e
altamente qualificada.
Tema 2
A mulher na sociedade japonesa
Historicamente, a mulher no Japão era estritamente educada para ser uma
boa dona de casa e cuidar praticamente sozinha da educação dos filhos, o
que ainda prevalece nos dias de hoje.
O governo japonês promulgou leis para diminuir essas diferenças em 1999.
Mas, ainda hoje, as mulheres normalmente ganham menos do que os
homens, mesmo fazendo o mesmo tipo de serviço. Em comparação aos
países ocidentais, podemos dizer que ainda são poucas mulheres no Japão
que ocupam cargos políticos e executivos, embora isso esteja mudando
gradualmente.
Tema 2
Primeiros Tigres Asiáticos
• Taiwan era governada por aliados dos
Estados Unidos que foram expulsos pelas
tropas vencedoras chinesas em 1949,
durante a Revolução Comunista. A China
ainda hoje reclama a integração de Taiwan
ao seu território.
• A Coreia do Sul, também pró-ocidental,
havia enfrentado, de 1950 a 1953, a Coreia
do Norte comunista (Guerra da Coreia)
• Cingapura era um ponto estratégico para
evitar a perda de influência estadunidense
na região.
• Hong Kong era uma possessão britânica na
China. Recebeu investimentos estrangeiros
e logo se tornou um destacado centro
financeiro na Ásia.
O Japão pretendia ampliar sua área de influência no leste e no sudeste do
continente. Assim, financiadas pelo governo dos EUA e, cujo interesse era impedir a
expansão comunista no continente, empresas japonesas investiram em Taiwan
(Formosa), na Coreia do Sul, em Cingapura e em Hong Kong, os 4 primeiros Tigres
Asiáticos.
Tema 3
Plataformas de exportação
• O rápido crescimento econômico apresentado
pelos Tigres Asiáticos deveu-se a maciços
investimentos financeiros realizados nesses países
pelos Estados Unidos e pelo Japão, a partir da
década de 1970.
• Empresas japonesas transferiram seus
estabelecimentos para esses locais ou lá investiram
na implementação de novas unidades fabris.
• Além dos investimentos financeiros, outros
fatores contribuíram para atrair uma grande
quantidade de multinacionais para os Tigres
Asiáticos:
• a existência de mão-de-obra abundante,
qualificada, barata e com um nível razoável de
escolaridade;
• a intervenção dos Estados, concedendo
incentivos fiscais (como isenção de impostos) e
facilidades para que as multinacionais remetam
seus lucros para os países de origem;
• baixas taxas alfandegárias para a exportação de
produtos industrializados.
Tema 3
Novos Tigres
Asiáticos
O termo “Novos Tigres Asiáticos” é utilizado
para designar o grupo de países de
industrialização recente (a partir da década de
1980) e que vêm expandindo suas economias
a partir dos investimentos gerados pela
expansão dos Tigres Asiáticos antigos e
também pela maior inserção do capital
estrangeiro proveniente dos países
desenvolvidos como o Japão.
O objetivo era industrializá-los, como fora feito
com os Tigres Asiáticos, e integrar as
economias asiáticas do leste e do sudeste.
Nesses países há mão de obra menos
qualificada que a encontrada nos quatro Tigres
originais, porém, muito mais barata. Milhares
de pequenas empresas produzem mercadorias
sob encomenda, criadas e planejadas em
outros países do mundo.
Tema 3
Crescimento dos Tigres Asiáticos
Os investimentos estrangeiros nos
Tigres Asiáticos saltaram
vertiginosamente. As transnacionais
implantaram suas indústrias nesses
países, que viram suas economias
serem modificadas.
Houve mudanças positivas nos Novos
Tigres trazidas, porém, esses países,
ao contrário dos "Velhos Tigres", não
conseguiram alcançar expressivo
desenvolvimento socioeconômico.
O comércio dos Tigres Asiáticos se dá
principalmente entre os próprios
Tigres, China e Japão seguidos pelos
Estados Unidos e pela União Europeia.
Tema 3
A China vem se juntando ao Japão como a grande potência industrial e agregadora das
economias dos Tigres Asiáticos, aumentando sua área de influência no leste e no sudeste
da Ásia.
Os Tigres Asiáticos hoje
• Hong Kong, em 1997, voltou a ser
incorporada à China. É uma das mais
prósperas regiões da China, centro
financeiro mundial, além de conter os mais
importantes portos do planeta.
• Taiwan apresenta economia dinâmica, mas
seu status político é limitado por causa do
não reconhecimento oficial como país pela
comunidade internacional
• Cingapura investiu maciçamente na
educação e na pesquisa, além de ter
conseguido investimentos estrangeiros e o
apoio dos EUA. Seus portos estão entre os
mais movimentados do mundo. ​Sua renda
per capita se iguala à dos países ricos. A
economia depende fortemente da
fabricação e da exportação de tecnologia da
informação e farmacêuticos de alta
tecnologia e ainda de seu ativo setor
financeiro.
Cingapura
Tema 3
• A Indonésia é um país insular com um
subsolo rico em petróleo, gás, minérios
e carvão, o que o torna um pouco
menos dependente da indústria e das
exportações de manufaturas. Cerca de
11,7% de sua população está abaixo da
linha de pobreza.
• A Malásia ainda depende fortemente
das exportações de petróleo e de gás,
que correspondem a 35% de seu PIB.
• A Tailândia conta com boa
infraestrutura e políticas que favorecem
as empresas transnacionais. O turismo
é um importante setor na economia
tailandesa.
• As Filipinas têm uma economia que
vem resistindo a crises econômicas e
financeiras globais. Enfrenta graves
problemas ambientais: o manejo
inadequado provocou acelerada erosão
em 20% do solo; o desmatamento ilegal
é responsável pela derrubada de
grandes áreas de mata, etc.
• O Vietnã tem salários inferiores aos dos
trabalhadores chineses. As empresas
estatais são responsáveis por cerca de
40% do PIB.
Tema 3
Indonésia
As duas Coreias
A Coreia, dominada pelo Japão durante a Segunda
Guerra Mundial, foi dividida, em 1945, após a
derrota do Japão, entre norte-americanos e
soviéticos.
O desfecho desta Guerra foi o Cessar-fogo e
estabelecimento de uma zona desmilitarizada no
Paralelo 38° N, que separa as duas Coreias.
Assim, os limites estabelecidos transformaram-se
em divisão real, surgindo dois Estados coreanos,
sob a controle de cada uma das duas potências: a
República Popular Democrática da Coreia do Norte,
sob a ocupação soviética, e a República da Coreia,
ao sul, sob o controle norte-americano.
O regime adotado pela Coreia do Norte manteve-se sob o controle do Partido
Comunista.
A Coreia do Sul, por sua vez, recebeu investimentos e tecnologia estrangeira,
ascendendo à posição de “tigre asiático”. Conquistou essa posição, embora, de início
fosse um país essencialmente agrário.
Tema 4
A industrialização
sul-coreana
Na década de 1960, a Coreia do Sul era
um país pobre. Seu PIB per capita era
comparável aos dos países mais pobres.
A situação se inverteu e, em 2004, a
Coreia do Sul entrou no grupo das
economias que geram trilhões de dólares
por ano.
Nas décadas de 1980 e 1990, a Coreia do
Sul passou de exportador de tecidos e
sapatos para grande produtor global de
automóveis, eletrônicos, navios, aço e,
mais tarde, produtos de alta tecnologia.
Hoje as principais indústrias coreanas são
as de eletrônicos, de telecomunicações,
automobilística, química, naval e
siderúrgica.
A Coreia do Sul importa os combustíveis
fósseis de que necessita para alimentar
sua economia.
Tema 4
A população sul-
coreana
A população da Coreia do Sul vem
envelhecendo rapidamente, com expectativa
de vida de 80,7 anos. Segundo dados da
ONU, o país tem uma das taxas de
fecundidade mais baixas do mundo, cerca de
1,23 filho por mulher, e 11% de sua
população tem mais de 65 anos. Em virtude
disso, o governo vem tomando uma série de
medidas de incentivo à natalidade, como
ofertas econômicas aos pais que tiverem o
segundo e o terceiro filhos.
Tema 4
A educação
Um importante fator no
sucesso da Coreia do Sul foi
o investimento maciço em
educação. Nos anos 1950,
um grande número de
crianças em idade escolar
não recebia educação
formal. Esse quadro foi
revertido com o
investimento em educação
de 10% do PIB durante
alguns anos. Em 2013, 60%
dos sul-coreanos entre 25 e
34 anos tinham cursado a
universidade.
Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul
Tema 4
A condição da mulher
A condição das mulheres sul-coreanas passou por grandes
transformações. Até algumas décadas atrás, seu papel era
restrito a cuidar da casa e dos filhos. Hoje, elas participam
ativamente do mercado de trabalho, ocupando cargos até
pouco tempo atrás reservados apenas aos homens. As jovens
coreanas estão entre as mulheres com melhor nível de
instrução do mundo, e mais da metade delas tem formação
universitária.
Park Geun-hye – ex-
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Tema 4

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  • 1. Japão e Tigres Asiáticos Unidade 6 – 9º ano Professora Christie
  • 2. Japão: potência do Oriente O Japão apresenta-se como terceira maior potência econômica do mundo, superada pelos EUA e pela China. Com a China, os japoneses tiveram complicadas relações no passado e mantêm a disputa territoriais. Esta posição de potência deve-se a diversidade de seu parque industrial e ao fato de abrigar universidades e centro de pesquisas, onde se desenvolvem as mais avançadas tecnologias. Tema 1
  • 3. Imperialismo japonês Desde o final do século XIX o Japão já se configura como potência econômica e militar. Entretanto, a crescente industrialização japonesa teve problemas devido a falta de recursos naturais no país. A fim de obter matérias- primas, o Japão adota um expansionismo na Ásia, invadindo outros países como a China e a Coreia. Tema 1
  • 4. Fim da supremacia japonesa O imperialismo japonês no Pacífico chocava-se com os interesses econômicos e políticos dos Estados Unidos. Em dezembro de 1941, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o Japão bombardeou território dos EUA e os estadunidenses declararam guerra ao Japão. Na Segunda Guerra Mundial, enfrentou os EUA e os demais países aliados: França, URSS e Inglaterra. Após a II Guerra Mundial, o Japão encontrava-se falido, com cidades, estradas e portos destruídos e consequentemente isso afetou a sua economia. A rendição definitiva do Japão aconteceu somente após os EUA detonarem suas bombas atômicas em agosto de 1945, uma sobre Hiroshima e outra sobre Nagasaki, marando cerca de 200 mil pessoas e deixando outras feridas. A radiação ainda provocou tumores cancerígenos em grande parte das pessoas expostas a ela. Tema 1
  • 5. Os Estados Unidos impuseram ao Japão várias reformas políticas, sociais e econômicas, além de promulgar uma nova Constituição, em que proibiam o arquipélago de possuir forças armadas. A partir daí, o antigo rival passou a se tornar o principal aliado estadunidense na Ásia. A conquista de uma grande prosperidade econômica e social do Japão foi viabilizada pelos recursos financeiros concedidos pelos Estados Unidos ao governos japonês na década de 1950, como forma de compensar os danos causados durante a guerra e, principalmente impedir a expansão do socialismo soviético. Tema 1
  • 6. O "milagre econômico" Com a vitória da Revolução Comunista na China, em 1949, os Estados Unidos investiram bilhões de dólares para evitar a proliferação de regimes comunistas na Ásia. Era a época da Guerra Fria. Na década de 1960, o Japão já havia se recuperado economicamente, passando a ser um grande produtor mundial de bens de consumo, como eletrodomésticos. Tema 1
  • 7. Não foi apenas o capital americano que permitiu o "milagre econômico japonês". Outros fatores também contribuíram para a reconstrução do país: •Mão de obra barata e abundante para as indústrias: ao final da Segunda Guerra Mundial, houve no Japão um intenso êxodo rural. A maior parte do contingente de trabalhadores migrantes foi absorvida pelas indústrias. •Longas jornadas de trabalho: desde o início do período de recuperação econômica, os empregados japoneses têm trabalhado, em média, durante 43 horas semanais. •Fidelidade dos trabalhadores à empresa: os trabalhadores japoneses são extremamente subordinados à hierarquia, às regras e à rotina de trabalho das empresas; muitas vezes eles veem a fábrica como uma extensão de sua casa •Aplicação maciça de verbas na área educacional: a partir do pós- guerra, parcelas significativas das verbas públicas foram destinadas à educação, principalmente ao ensino técnico voltado para a qualificação de mão de obra. •Criação e aprimoramento de novas tecnologias: governo e empresas realizaram grandes investimentos em pesquisas científicas, fazendo o país se destacar nos setores de tecnologia de ponta. Tema 1
  • 8. Indústria e tecnologia Com os recursos obtidos, o governo japonês investiu na reconstrução do país, direcionando bilhões de dólares para a criação de infraestrutura, além de novas indústrias do setor de base (siderúrgicas, metalúrgicas, químicas, entre outras), intermediárias (sobretudo as navais) e, mais tarde, de bens de consumo (automóveis, eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos, etc.). O principal objetivo era colocar no mercado internacional produtos com tecnologia moderna, alta qualidade e preços baixos. Os esforços do governo japonês deram resultado: nas décadas seguintes, o mundo todo foi invadido pelos seus produtos manufaturados, o que levou o país à categoria de grande exportador mundial Tema 1
  • 9. Indústrias no Litoral Além do interior montanhoso, outro fator que contribui histórica e economicamente para a concentração das indústrias no litoral é a proximidade dos portos, locais de desembarque de matérias- primas e embarque de produtos manufaturados para exportação. Os portos japoneses de Yokohama, Kobe e Chiba são alguns dos mais movimentados do mundo. Tema 1
  • 11. Agricultura Além de configurar-se como obstáculo à expansão das áreas industriais e urbanas, o território montanhoso do Japão impõe sérias limitações à expansão das atividades agrícolas no país. Como o objetivo de superar as limitações impostas pela natureza, o governo japonês vem auxiliando os agricultores no emprego de modernas tecnologias de cultivo, a fim de que eles tenham melhor aproveitamento de suas terras O Japão importa a maior parte dos alimentos, exceção feita ao arroz, que é a principal cultura produzida no país, seguida pela fruticultura. Por isso, cada vez mais tem-se empregado tecnologia para aumentar a produtividade agrícola no país. Tema 1
  • 13. Energia Os desníveis do relevo no território japonês facilitam a instalação de usinas hidrelétricas. Porém, a produção de energia hídrica está longe de atender à demanda da economia no país. O petróleo e o gás natural servem para fabricação de vários produtos e para geração de energia elétrica no país são impostados do Oriente Médio e do Sudeste Asiático. Buscando diminuir a dependência externa, o governo japonês também construiu várias usinas nucleares, que fornecem parte da eletricidade produzida no país. Os vulcões ativos também tornam possível a exploração da energia geométrica, embora ainda de maneira restrita. Tema 1
  • 14. Problemas ambientais O Japão - sérios problemas ambientais, principalmente em relação à poluição do ar e à poluição marinha. A poluição já acarretou grandes prejuízos econômicos ao país. As águas contaminadas da baía de Tóquio e de áreas próximas afetaram a piscosidade, que caiu vertiginosamente. Em termos de poluição do ar, o Japão é o quinto maior emissor de CO2 proveniente de atividades humanas. A radiação das usinas nucleares também preocupa os japoneses. Em 2011, um tsunami devastou a costa nordeste do Japão e danificou os reatores da usina nuclear de Fukushima, provocando o vazamento de água radioativa. Tema 1
  • 17. O arquipélago japonês O arquipélago japonês é formado por 3,9 mil ilhas, das quais se destacam Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku. Grande parte de seu relevo é formado por montanhas o que dificulta a ocupação humana. Apenas 15% do território japonês é formado por planícies (mais no litoral) Tema 2
  • 18. Círculo de Fogo do Pacífico O Japão se localiza no Círculo de Fogo do Pacífico, em uma região de encontro das placas tectônicas. Existem vulcões ativos no arquipélago, e essa é uma das regiões do mundo que mais sofrem abalos sísmicos, a maioria imperceptível aos seres humanos, outros porém de grande magnitude. Tema 2
  • 19. O Japão localiza- se em uma área sujeita à formação de tsunamis. Há perda de vidas, bloqueio de estradas, falta de energia e destruição das construções. http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/11/japao-constroi-torres-para-enfrentar-tsunami-de-mais-de-30-m-no-futuro.html Tema 2
  • 20. Prevenção contra catástrofes naturais A população japonesa recebe treinamento de como agir durante os tremores de terra. Suas construções são feitas com alicerces especiais e materiais reforçados para evitar que desmoronem quando atingidas por fortes abalos sísmicos. Existe ainda um sofisticado sistema que alerta a população da chegada de um tsunami. As pessoas têm um kit de sobrevivência para terremotos contendo remédios, alimentos, documentos, entre outros itens. Tema 2
  • 21. A cidade de Yamada arrasada pelo tsunami em foto tirada em 17 de março de 2011 (acima); abaixo, foto do mesmo lugar tirada em 3 de fevereiro de 2016 (Foto: Kyodo/Reuters) A cidade de Shinchi arrasada pelo tsunami em foto tirada em 12 de março de 2011 (acima); abaixo, foto tirada em 2 de março de 2016 (Foto: Kyodo/Reuters) Tema 2
  • 22. A megalópole japonesa A capital japonesa é o centro da megalópole conhecida como Tokaido. Nela concentram-se aproximadamente 60% da população do país. Na megalópole encontramos também cidades tecnopolos, que apresentam centros de pesquisa e de produção de alta tecnologia ligados à educação universitária, a instituições de ensino e a empresas especializadas em tecnologia de ponta. Tema 2
  • 23. Tóquio A capital Tóquio concentra atividades industriais e financeiras, grande movimentação nos portos e aeroportos e mantém uma intensa troca com países de todo o mundo por meio de seu ativo comércio. Nesta capital encontra-se a “Bolsa de Valores de Tóquio”. Nesta cidade localiza-se a sede de grandes empresas transnacionais, principalmente ligadas às telecomunicações e à informática. Muitas decisões tomadas em Tóquio têm influência global. Tema 2
  • 24. Transporte na megalópole Tokaido, a megalópole japonesa, é servida e interligada por uma eficiente rede de transporte ferroviária. Nessa rede destaca- se o trem-bala. O Japão abastece sua potente economia e escoa sua produção por portos modernos, bem equipados, com terminais intermodais (que conectam diferentes tipos de meios de transporte). Tema 2
  • 25.
  • 26. Extensão territorial A falta de espaço no Japão é uma questão que vem sendo resolvida pela tecnologia. O aterramento de suas baías permite construir novos espaços – o aeroporto internacional de Narita, em Tóquio, foi construído sobre uma área aterrada. Indústrias que desejam implantar novas unidades frequentemente o fazem em aterros no mar. Hoje, no Japão, se propõe o uso de balsas que permite o avanço da ocupação humana sobre o mar. O país também aumenta o número de construções subterrâneas, como estacionamentos para desafogar o trânsito. Aeroporto de Narita Tema 2
  • 27. População O Japão é um país populoso e povoado. Neste país vivem 127 milhões de pessoas concentradas nas estreitas áreas de planície. A densidade demográfica é alta: cerca de 335 hab./km2, chegando a 700 hab./km2 em Tóquio. É o país que tem a mais elevada expectativa de vida do mundo, de 84 anos O crescimento vegetativo é negativo, ou seja, o Japão vem perdendo o seu número de habitantes em virtude das baixíssimas taxas de natalidade. Por outro lado, isso gera outro problema demográfico e econômico: o envelhecimento populacional, haja vista que as taxas de mortalidade são baixas e a expectativa de vida da população japonesa é uma das mais elevadas do mundo (83,6 anos). Com isso, o número de idosos e aposentados é elevadíssimo, o que ocasiona o surgimento de problemas de ordem previdenciária. Tema 2
  • 28. Educação, cultura e trabalho A cultura e as tradições milenares são muito arraigadas na sociedade japonesa. Valores como respeito, obediência e disciplina são muito presentes e a educação é valorizada, de excelente qualidade. A característica mais importante da organização japonesa é o emprego para vida toda. É um pacto entre a empresa e o empregado: "qualquer coisa que aconteça eu não te despeço". Basicamente esta é a filosofia do emprego vitalício. Os valores da sociedade se reproduzem nas relações de trabalho, sendo essa mão de obra considerada obediente, pouco reivindicativa e altamente qualificada. Tema 2
  • 29. A mulher na sociedade japonesa Historicamente, a mulher no Japão era estritamente educada para ser uma boa dona de casa e cuidar praticamente sozinha da educação dos filhos, o que ainda prevalece nos dias de hoje. O governo japonês promulgou leis para diminuir essas diferenças em 1999. Mas, ainda hoje, as mulheres normalmente ganham menos do que os homens, mesmo fazendo o mesmo tipo de serviço. Em comparação aos países ocidentais, podemos dizer que ainda são poucas mulheres no Japão que ocupam cargos políticos e executivos, embora isso esteja mudando gradualmente. Tema 2
  • 30. Primeiros Tigres Asiáticos • Taiwan era governada por aliados dos Estados Unidos que foram expulsos pelas tropas vencedoras chinesas em 1949, durante a Revolução Comunista. A China ainda hoje reclama a integração de Taiwan ao seu território. • A Coreia do Sul, também pró-ocidental, havia enfrentado, de 1950 a 1953, a Coreia do Norte comunista (Guerra da Coreia) • Cingapura era um ponto estratégico para evitar a perda de influência estadunidense na região. • Hong Kong era uma possessão britânica na China. Recebeu investimentos estrangeiros e logo se tornou um destacado centro financeiro na Ásia. O Japão pretendia ampliar sua área de influência no leste e no sudeste do continente. Assim, financiadas pelo governo dos EUA e, cujo interesse era impedir a expansão comunista no continente, empresas japonesas investiram em Taiwan (Formosa), na Coreia do Sul, em Cingapura e em Hong Kong, os 4 primeiros Tigres Asiáticos. Tema 3
  • 31. Plataformas de exportação • O rápido crescimento econômico apresentado pelos Tigres Asiáticos deveu-se a maciços investimentos financeiros realizados nesses países pelos Estados Unidos e pelo Japão, a partir da década de 1970. • Empresas japonesas transferiram seus estabelecimentos para esses locais ou lá investiram na implementação de novas unidades fabris. • Além dos investimentos financeiros, outros fatores contribuíram para atrair uma grande quantidade de multinacionais para os Tigres Asiáticos: • a existência de mão-de-obra abundante, qualificada, barata e com um nível razoável de escolaridade; • a intervenção dos Estados, concedendo incentivos fiscais (como isenção de impostos) e facilidades para que as multinacionais remetam seus lucros para os países de origem; • baixas taxas alfandegárias para a exportação de produtos industrializados. Tema 3
  • 32. Novos Tigres Asiáticos O termo “Novos Tigres Asiáticos” é utilizado para designar o grupo de países de industrialização recente (a partir da década de 1980) e que vêm expandindo suas economias a partir dos investimentos gerados pela expansão dos Tigres Asiáticos antigos e também pela maior inserção do capital estrangeiro proveniente dos países desenvolvidos como o Japão. O objetivo era industrializá-los, como fora feito com os Tigres Asiáticos, e integrar as economias asiáticas do leste e do sudeste. Nesses países há mão de obra menos qualificada que a encontrada nos quatro Tigres originais, porém, muito mais barata. Milhares de pequenas empresas produzem mercadorias sob encomenda, criadas e planejadas em outros países do mundo. Tema 3
  • 33. Crescimento dos Tigres Asiáticos Os investimentos estrangeiros nos Tigres Asiáticos saltaram vertiginosamente. As transnacionais implantaram suas indústrias nesses países, que viram suas economias serem modificadas. Houve mudanças positivas nos Novos Tigres trazidas, porém, esses países, ao contrário dos "Velhos Tigres", não conseguiram alcançar expressivo desenvolvimento socioeconômico. O comércio dos Tigres Asiáticos se dá principalmente entre os próprios Tigres, China e Japão seguidos pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Tema 3 A China vem se juntando ao Japão como a grande potência industrial e agregadora das economias dos Tigres Asiáticos, aumentando sua área de influência no leste e no sudeste da Ásia.
  • 34. Os Tigres Asiáticos hoje • Hong Kong, em 1997, voltou a ser incorporada à China. É uma das mais prósperas regiões da China, centro financeiro mundial, além de conter os mais importantes portos do planeta. • Taiwan apresenta economia dinâmica, mas seu status político é limitado por causa do não reconhecimento oficial como país pela comunidade internacional • Cingapura investiu maciçamente na educação e na pesquisa, além de ter conseguido investimentos estrangeiros e o apoio dos EUA. Seus portos estão entre os mais movimentados do mundo. ​Sua renda per capita se iguala à dos países ricos. A economia depende fortemente da fabricação e da exportação de tecnologia da informação e farmacêuticos de alta tecnologia e ainda de seu ativo setor financeiro. Cingapura Tema 3
  • 35. • A Indonésia é um país insular com um subsolo rico em petróleo, gás, minérios e carvão, o que o torna um pouco menos dependente da indústria e das exportações de manufaturas. Cerca de 11,7% de sua população está abaixo da linha de pobreza. • A Malásia ainda depende fortemente das exportações de petróleo e de gás, que correspondem a 35% de seu PIB. • A Tailândia conta com boa infraestrutura e políticas que favorecem as empresas transnacionais. O turismo é um importante setor na economia tailandesa. • As Filipinas têm uma economia que vem resistindo a crises econômicas e financeiras globais. Enfrenta graves problemas ambientais: o manejo inadequado provocou acelerada erosão em 20% do solo; o desmatamento ilegal é responsável pela derrubada de grandes áreas de mata, etc. • O Vietnã tem salários inferiores aos dos trabalhadores chineses. As empresas estatais são responsáveis por cerca de 40% do PIB. Tema 3 Indonésia
  • 36. As duas Coreias A Coreia, dominada pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial, foi dividida, em 1945, após a derrota do Japão, entre norte-americanos e soviéticos. O desfecho desta Guerra foi o Cessar-fogo e estabelecimento de uma zona desmilitarizada no Paralelo 38° N, que separa as duas Coreias. Assim, os limites estabelecidos transformaram-se em divisão real, surgindo dois Estados coreanos, sob a controle de cada uma das duas potências: a República Popular Democrática da Coreia do Norte, sob a ocupação soviética, e a República da Coreia, ao sul, sob o controle norte-americano. O regime adotado pela Coreia do Norte manteve-se sob o controle do Partido Comunista. A Coreia do Sul, por sua vez, recebeu investimentos e tecnologia estrangeira, ascendendo à posição de “tigre asiático”. Conquistou essa posição, embora, de início fosse um país essencialmente agrário. Tema 4
  • 37. A industrialização sul-coreana Na década de 1960, a Coreia do Sul era um país pobre. Seu PIB per capita era comparável aos dos países mais pobres. A situação se inverteu e, em 2004, a Coreia do Sul entrou no grupo das economias que geram trilhões de dólares por ano. Nas décadas de 1980 e 1990, a Coreia do Sul passou de exportador de tecidos e sapatos para grande produtor global de automóveis, eletrônicos, navios, aço e, mais tarde, produtos de alta tecnologia. Hoje as principais indústrias coreanas são as de eletrônicos, de telecomunicações, automobilística, química, naval e siderúrgica. A Coreia do Sul importa os combustíveis fósseis de que necessita para alimentar sua economia. Tema 4
  • 38. A população sul- coreana A população da Coreia do Sul vem envelhecendo rapidamente, com expectativa de vida de 80,7 anos. Segundo dados da ONU, o país tem uma das taxas de fecundidade mais baixas do mundo, cerca de 1,23 filho por mulher, e 11% de sua população tem mais de 65 anos. Em virtude disso, o governo vem tomando uma série de medidas de incentivo à natalidade, como ofertas econômicas aos pais que tiverem o segundo e o terceiro filhos. Tema 4
  • 39. A educação Um importante fator no sucesso da Coreia do Sul foi o investimento maciço em educação. Nos anos 1950, um grande número de crianças em idade escolar não recebia educação formal. Esse quadro foi revertido com o investimento em educação de 10% do PIB durante alguns anos. Em 2013, 60% dos sul-coreanos entre 25 e 34 anos tinham cursado a universidade. Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul Tema 4
  • 40. A condição da mulher A condição das mulheres sul-coreanas passou por grandes transformações. Até algumas décadas atrás, seu papel era restrito a cuidar da casa e dos filhos. Hoje, elas participam ativamente do mercado de trabalho, ocupando cargos até pouco tempo atrás reservados apenas aos homens. As jovens coreanas estão entre as mulheres com melhor nível de instrução do mundo, e mais da metade delas tem formação universitária. Park Geun-hye – ex- presidente do país Tema 4