A sociedade mineira do século XVII era dividida entre poucos proprietários ricos de minas e grandes comerciantes, e camadas intermediárias formadas por faiscadores, artesãos e profissionais. A maioria dos escravos vivia em condições precárias. As irmandades religiosas organizavam a vida social e cultural, e disputavam a construção de igrejas que refletiam a desigualdade social.