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Risco de Fraturas

Discussão de Artigo




                      André Kayano R3 Geriatria
Artigo
Importância
 Fraturas osteoporóticas estão
  relacionadas a perda de
  funcionalidade em pacientes idosos,
  aumento necessidade hospitalização,
  aumento dos custos do serviço de
  saúde.
 Prevenção é prioridade para
  pacientes, médicos e serviços de
  saúde.
Objetivo
 Desafio é criar método capaz de
  identificar paciente de alto risco, que
  serão submetidos a medidas
  terapêuticas e de prevenção.
 Densitometria óssea isolada como
  rastreamento é ineficaz
    ◦ Custo alto e baixa sensibilidade
    ◦ Maioria de fraturas ocorrem em mulheres
      com densitometria normal
Escore de risco clínico para
novas fraturas
   QFractureScores
    ◦ Incorporado variáveis tradicionais do
      FRAX
    ◦ Acrescentado história de quedas, DM tipo
      2, doença cardiovascular, asma, uso de
      reposição hormonal, e uso de
      antidepressivos tricíclicos.
Método
 Escore criado a partir de banco de
  dados de atendimento de 11 milhões
  de pacientes.
 Pacientes selecionados e dividido em
  2 coortes.
  ◦ 1ª criar o escore
  ◦ 2ª validação do escore
Desfechos
   Desfechos primários
    ◦ Fraturas osteoporóticas
    ◦ Fratura de quadril
Fatores de Risco
Idade                                 Histórico de quedas
IMC                                   Hepatopatia crônica
Tabagismo (não fumante, leve,         Doença gastrointestinal que
moderado, pesado)                     resulte em má-absorção
Antecedente familiar (pais) de        Doenças endócrinas
fratura osteoporotica
Doença cardiovascular                 Uso de corticosteróide nos últimos
                                      6 meses
Uso de álcool (não usuário, <1        Uso de antidepressivos tricíclicos
dose por dia, 1 a 2 doses, 3 a 6, 7   nos últimos 6 meses
a 9 e > 9)
Artrite reumatóide                    Uso de TRH nos últimos 6 meses
DM tipo2                              Sintomas de menopausa
Asma
FRAX
Idade
Altura e Peso
Tabagismo atual
Antecedente familiar (pais) de
fratura quadril
Doença cardiovascular
Uso de álcool >3 doses por dia
Artrite reumatóide
Osteoporose secundária
Uso de corticosteróide
Resultados
 Selecionadas 1.183.663 mulheres e
  1.174.232 homens entre 30-85 anos.
 Excluídos os que apresentavam
  fratura prévia
 Entre mulheres foram 24350 fraturas,
  com uma taxa 3,08 por 1000 (3,04 a
  3,12)
 Entre homens foram 7934 fraturas,
  com uma taxa 0,99 por 1000(0,96 a
  1,01)
Resultados
   Em homens
    ◦ Risco fratura quadril após ajuste para demais variáveis
         Hepatopatia crônica aumenta 196% risco
         Histórico de quedas aumenta 166%
         Tabagismo pesado aumenta 70%
         Etilismo pesado aumenta 70%
         Artrite reumatóide aumenta 81%
         Doença cardíaca aumenta 24%
         DM tipo 2 aumenta 38%
         Asma aumenta 31%
         Uso de tricíclicos aumenta 67%
         Uso de corticosteróides 22%
Resultados
   Em mulheres
    ◦ Risco fratura quadril após ajuste para demais variáveis
         Hepatopatia crônica aumenta 65% risco
         Histórico de quedas aumenta 103%
         Tabagismo pesado aumenta 55%
         Etilismo pesado aumenta 125%
         Artrite reumatóide aumenta 78%
         Doença cardíaca aumenta 17%
         DM tipo 2 aumenta 67%
         Asma aumenta 32%
         Uso de tricíclicos aumenta 34%
         Uso de corticosteróides aumenta 18%
         Sintomas menopausa aumenta 13%
Conclusão
 Criado novo algoritmo para predizer
  risco de fratura osteoporótica e de
  quadril sem necessidade de exames
  laboratoriais ou DO.
 Criado a partir de banco de dados do
  Reino Unido.
 Validação mostrou boa discriminação
  (separar pessoas que sofrerão fraturas
  das outras), e é tão efetivo quanto FRAX
  para identificar pacientes com alto risco
  de fratura de quadril.

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Risco de Fraturas - Discussao de Artigo

  • 1. Risco de Fraturas Discussão de Artigo André Kayano R3 Geriatria
  • 3. Importância  Fraturas osteoporóticas estão relacionadas a perda de funcionalidade em pacientes idosos, aumento necessidade hospitalização, aumento dos custos do serviço de saúde.  Prevenção é prioridade para pacientes, médicos e serviços de saúde.
  • 4. Objetivo  Desafio é criar método capaz de identificar paciente de alto risco, que serão submetidos a medidas terapêuticas e de prevenção.  Densitometria óssea isolada como rastreamento é ineficaz ◦ Custo alto e baixa sensibilidade ◦ Maioria de fraturas ocorrem em mulheres com densitometria normal
  • 5. Escore de risco clínico para novas fraturas  QFractureScores ◦ Incorporado variáveis tradicionais do FRAX ◦ Acrescentado história de quedas, DM tipo 2, doença cardiovascular, asma, uso de reposição hormonal, e uso de antidepressivos tricíclicos.
  • 6. Método  Escore criado a partir de banco de dados de atendimento de 11 milhões de pacientes.  Pacientes selecionados e dividido em 2 coortes. ◦ 1ª criar o escore ◦ 2ª validação do escore
  • 7. Desfechos  Desfechos primários ◦ Fraturas osteoporóticas ◦ Fratura de quadril
  • 8. Fatores de Risco Idade Histórico de quedas IMC Hepatopatia crônica Tabagismo (não fumante, leve, Doença gastrointestinal que moderado, pesado) resulte em má-absorção Antecedente familiar (pais) de Doenças endócrinas fratura osteoporotica Doença cardiovascular Uso de corticosteróide nos últimos 6 meses Uso de álcool (não usuário, <1 Uso de antidepressivos tricíclicos dose por dia, 1 a 2 doses, 3 a 6, 7 nos últimos 6 meses a 9 e > 9) Artrite reumatóide Uso de TRH nos últimos 6 meses DM tipo2 Sintomas de menopausa Asma
  • 9. FRAX Idade Altura e Peso Tabagismo atual Antecedente familiar (pais) de fratura quadril Doença cardiovascular Uso de álcool >3 doses por dia Artrite reumatóide Osteoporose secundária Uso de corticosteróide
  • 10. Resultados  Selecionadas 1.183.663 mulheres e 1.174.232 homens entre 30-85 anos.  Excluídos os que apresentavam fratura prévia  Entre mulheres foram 24350 fraturas, com uma taxa 3,08 por 1000 (3,04 a 3,12)  Entre homens foram 7934 fraturas, com uma taxa 0,99 por 1000(0,96 a 1,01)
  • 11. Resultados  Em homens ◦ Risco fratura quadril após ajuste para demais variáveis  Hepatopatia crônica aumenta 196% risco  Histórico de quedas aumenta 166%  Tabagismo pesado aumenta 70%  Etilismo pesado aumenta 70%  Artrite reumatóide aumenta 81%  Doença cardíaca aumenta 24%  DM tipo 2 aumenta 38%  Asma aumenta 31%  Uso de tricíclicos aumenta 67%  Uso de corticosteróides 22%
  • 12. Resultados  Em mulheres ◦ Risco fratura quadril após ajuste para demais variáveis  Hepatopatia crônica aumenta 65% risco  Histórico de quedas aumenta 103%  Tabagismo pesado aumenta 55%  Etilismo pesado aumenta 125%  Artrite reumatóide aumenta 78%  Doença cardíaca aumenta 17%  DM tipo 2 aumenta 67%  Asma aumenta 32%  Uso de tricíclicos aumenta 34%  Uso de corticosteróides aumenta 18%  Sintomas menopausa aumenta 13%
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19. Conclusão  Criado novo algoritmo para predizer risco de fratura osteoporótica e de quadril sem necessidade de exames laboratoriais ou DO.  Criado a partir de banco de dados do Reino Unido.  Validação mostrou boa discriminação (separar pessoas que sofrerão fraturas das outras), e é tão efetivo quanto FRAX para identificar pacientes com alto risco de fratura de quadril.