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Muito antes de se tornar desdém do grande público, o
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A produção é considerada um marco do cinema novo, no
Brasil, e uma das mais importantes do cinema sul-americano.
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A começar pelas personagens do enredo, metáforas das
vertentes políticas brasileiras, tanto da esquerda, quanto da
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Um ano depois, em 1968, "O Bandido da Luz Vermelha" se
tornou um clássico do chamado “cinema marginal”. De
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Joaquim Pedro de Andrade foi outro a marcar o seu nome
na galeria de memoráveis quando dirigiu 'Macunaíma' – O
Herói Sem N...
Já quanto ao gênero drama, Vidas
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Graciliano Ramos, ganhou vida nos
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O cinema nacional na década de 60

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Oi, meu nome é Vittorio Tedeschi e, além de empresário no ramo de mineração, sou um amante de cinema. Vamos falar sobre o assunto?!

Muito antes de se tornar desdém do grande público, o cinema nacional foi responsável por filmes que não devem em nada às grandes produções hollywoodianas. Para comprovar a opinião, preparei uma lista de grandes roteiros tupiniquins, somente da década de 60. A série de grandes películas brasileiras começa com um filme de Glauber Rocha, de 1964: Deus e o diabo na terra do sol.

A produção é considerada um marco do cinema novo, no Brasil, e uma das mais importantes do cinema sul-americano. O filme retrata a seca e a vida sofrida das famílias do interior do país, ao contar a história do casal sertanejo Manoel e Rosa. Outro filme de Glauber Rocha, o famoso Terra em transe, lançado em 1967, é considerado por críticos como uma parábola do momento político brasileiro na década de 60.

A começar pelas personagens do enredo, metáforas das vertentes políticas brasileiras, tanto da esquerda, quanto da direita. Por conta da forte opinião crítica aos dois lados, a produção não foi bem recebida pelos intelectuais, à época.

Um ano depois, em 1968, "O Bandido da Luz Vermelha" se tornou um clássico do chamado “cinema marginal”. De gênero policial, e dirigido por Rogério Sganzerla, com apenas 22 anos, a trama foi inspirada nos crimes de João Acácio Pereira da Costa, conhecido pelo apelido que dá nome ao filme.

Joaquim Pedro de Andrade foi outro a marcar o seu nome na galeria de memoráveis quando dirigiu 'Macunaíma' – O Herói Sem Nenhum Caráter, em 1969. Adaptado do do romance homônimo de Mario de Andrade, a história conta as aventuras de uma anti-herói que tem a cara do típico "malandro" brasileiro.

Já quanto ao gênero drama, Vidas secas, inspirado no grande livro de Graciliano Ramos, ganhou vida nos cinemas por Nelson Pereira dos Santos. Lançado em 1963, o filme retrata questões sociais do país e foi o única representante brasileiro no British Film Institute, galeria com 360 dos mais importantes filmes mundiais.

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O cinema nacional na década de 60

  1. 1. Oi, meu nome é Vittorio Tedeschi e, além de empresário no ramo de mineração, sou um amante de cinema. Vamos falar sobre o assunto?!
  2. 2. Muito antes de se tornar desdém do grande público, o cinema nacional foi responsável por filmes que não devem em nada às grandes produções hollywoodianas. Para comprovar a opinião, preparei uma lista de grandes roteiros tupiniquins, somente da década de 60. A série de grandes películas brasileiras começa com um filme de Glauber Rocha, de 1964: Deus e o diabo na terra do sol.
  3. 3. A produção é considerada um marco do cinema novo, no Brasil, e uma das mais importantes do cinema sul-americano. O filme retrata a seca e a vida sofrida das famílias do interior do país, ao contar a história do casal sertanejo Manoel e Rosa. Outro filme de Glauber Rocha, o famoso Terra em transe, lançado em 1967, é considerado por críticos como uma parábola do momento político brasileiro na década de 60.
  4. 4. A começar pelas personagens do enredo, metáforas das vertentes políticas brasileiras, tanto da esquerda, quanto da direita. Por conta da forte opinião crítica aos dois lados, a produção não foi bem recebida pelos intelectuais, à época.
  5. 5. Um ano depois, em 1968, "O Bandido da Luz Vermelha" se tornou um clássico do chamado “cinema marginal”. De gênero policial, e dirigido por Rogério Sganzerla, com apenas 22 anos, a trama foi inspirada nos crimes de João Acácio Pereira da Costa, conhecido pelo apelido que dá nome ao filme.
  6. 6. Joaquim Pedro de Andrade foi outro a marcar o seu nome na galeria de memoráveis quando dirigiu 'Macunaíma' – O Herói Sem Nenhum Caráter, em 1969. Adaptado do do romance homônimo de Mario de Andrade, a história conta as aventuras de uma anti-herói que tem a cara do típico "malandro" brasileiro.
  7. 7. Já quanto ao gênero drama, Vidas secas, inspirado no grande livro de Graciliano Ramos, ganhou vida nos cinemas por Nelson Pereira dos Santos. Lançado em 1963, o filme retrata questões sociais do país e foi o única representante brasileiro no British Film Institute, galeria com 360 dos mais importantes filmes mundiais.

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