Feijó-AcreFeijó-Acre
ESTADO DO ACRE
PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIJÓ
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PARA REFLEXÃO.
"Não, não tenho caminho novo.
O que tenho de novo
é o jeito de caminhar.
Aprendi. (O caminho me ensinou)
A caminhar cantando
Como convém
A mim
E aos que vão comigo.
Pois já não vou mais sozinho."
(Thiago de Mello, 1996 p.17).
O papel do professor
Rubem Alves
 Não faltar aos encontros;
 Participar significativamente das discussões com a
formadora e demais componentes do grupo;
 Espaço para expressar opiniões, dúvidas e compartilhar
experiências;
 Prezar pela pontualidade nos encontros, respeitando o
tempo destinado para o intervalo, entre outros.
 Evitar saídas da sala que não seja o intervalo;
 Desligar os aparelhos telefônicos ou silenciar durante o
encontro;
 Sempre olhar os e-mails e responder;
 Realizar a tarefa de casa, quando for solicitada;
 Listar outros combinados que o grupo julgar necessário.
Calendário de formações
ABRIL
D S T Q Q S S
             
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
             
MAIO
D S T Q Q S S
             
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31        
             
Calendário de formações
JUNHO
D S T Q Q S S
             
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30    
             
JULHO
D S T Q Q S S
             
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            
Planejar é pensar sobre aquilo que existe,
sobre o que se quer alcançar, com que meios
se pretende agir. (OLIVEIRA. 2007. p.21).
PLANEJAMENTO
O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um
procedimento administrativo de natureza burocrática,
decorrente de alguma exigência superior ou mesmo de
alguma instância externa à instituição. Ao contrário, ele deve
ser compreendido como mecanismo de mobilização e
articulação dos diferentes sujeitos, segmentos e setores que
constituem essa instituição e participam da mesma.
(SILVA, s/d)
Nova Escolaescola que alfabetiza_NE.ppt
Planejamento
Semanal da rotina
• Por ano
• Flexível (ajustada à realidade da sala de aula e realidade da escola)
Plano de aula
• Diário
• Desdobramento da rotina
•Tratamento didático das atividades
Apoio pedagógico
• Planejado
Atividades
• Ajustadas à realidade da sala de aula
• Leitura e escrita
• Agrupamentos (hipóteses)
•Grupo de estudo
Acompanhamento
Devolutivas
• Orais
• Escritas
Observação descritiva
ETAPAS DE UM BOM
PLANEJAMENTO
Planejar a rotina?
Para quê?
• Organizar o tempo pedagógico;
• Detalhar as propostas, considerando:
1. A organização do espaço;
2. A formação dos agrupamentos de alunos;
3. A distribuição das atividades a serem realizadas
durante o período;
4. O material necessário para desenvolvê-las;
5. A melhor forma de dar as orientações para
realização das tarefas.
Pode ser parcialmente organizada em conjunto com os
demais professores do mesmo ano, mas há uma parte que
cabe ao professor que vai efetivamente trabalhar com sua
turma.
Na rotina de Língua Portuguesa
1º e 2º ano
• Atividades de leitura e escrita (reflexão sobre o SEA)
• Variações de atividades
• Produção de textos
• Revisão com foco no discurso
• Análise de textos bem escrito com foco no discurso
• Modalidades de leitura
• Sequência de atividades e projetos
• Roda de conversa, roda de leitura, roda de leitores.
3º, 4º e 5º anos
• Atividades de escrita (foco no SEA/ortografia)
• Produção de textos
• Revisão com foco no discurso
• Análise de textos bem escrito (aspectos discursivos e notacionais)
• Modalidades de leitura
• Sequência de atividades e projetos
• Roda de conversa, roda de leitura, roda de leitores.
A importância do
planejamento
Organização do trabalho
pedagógico
QUANDO PLANEJAMOS PROCURAMOS RESPONDER AS
SEGUINTES PERGUNTAS:
COMO PLANEJAR O ENSINO?
O QUE PRETENDO ALCANÇAR?
EM QUANTO TEMPO?
COMO POSSO ALCANÇAR?
O QUE E COMO FAZER?
QUAIS OS MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS?
O QUE E COMO ANALISAR A SITUAÇÃO A FIM DE
VERIFICAR SE O QUE PRETENDO FOI ALCANÇADO?
Um planejamento acertado contempla três tipos de
atividades:
As formas de organização do trabalho docente devem ser
estruturadas a partir de práticas de leitura e de produção de
textos, envolvendo atividades que girem em torno do
funcionamento e da organização do sistema de escrita e dos
aspectos linguísticos.
Projetos
Didáticos
Sequência
Didática
Atividades
Permanentes
Atividades permanentes
São situações didáticas cujo objetivo é constituir
atitudes, desenvolver hábitos, etc.
Exemplo:
1. A leitura pelo professor, feita diariamente, em voz alta,
caprichando na entonação para aumentar o interesse e
tomando cuidado para variar os gêneros durante o ano:
contos, cartas, notícias, poemas etc. 
2. A leitura pelos alunos, feita em dias alternados com
atividades de escrita, sempre tendo como objeto textos que
eles conheçam de cor, como cantigas, parlendas, trava-
línguas, textos informativos etc. 
3. A escrita pelas crianças, feita em dias alternados com
atividades de leitura, tendo como objeto a produção de
listas de nomes de colegas, de frutas, de brinquedos etc.,
que podem ser escritas pelos estudantes com lápis e
papel ou com letras móveis.
4. A produção de texto oral com destino escrito, feita em
dias alternados com atividades de leitura, quando os
alunos criam oralmente um texto e o ditam para o
professor, trabalhando o comportamento escritor.
Periodicidade: semanal, quinzenal, diária... As atividades
se repetem de forma sistemática e previsível;
Característica básica: regularidade, e por isso,
possibilitam contato intenso com um tipo de conteúdo.
Sequências didáticas
São as situações em que as atividades são
dependentes umas das outras e a ordem das
atividades é importante.
Por meio das atividades didáticas um mesmo
conteúdo pode ser revisto em diferentes aulas,
de modo articulado e integrado.
Periodicidade: Variável
Característica básica: funcionam de mforma
parecida com os projetos, mas não tem um
produto final pré-determinado.
Projetos didáticos
São situações didáticas que se articulam em função de
uma finalidade e de um produto final compartilhados.
Contextualizam as atividades e, embora não
necessariamente, pode ser interdisciplinares.
Periodicidade: depende dos objetivos propostos,
podendo levar dias ou meses.
Característica básica: ter uma finalidade compartilhada
por todos os envolvidos que se expressa em um produto
final, resultado de uma sequencia de atividades.
Atividades independentes
Situações ocasionais: são situações em que
algum conteúdo significativo é trabalhado sem
que tenha relação direta com o que foi
planejado.
Situações de sistematização: são atividades
que não estão relacionadas com propósitos
imediatos, mas com objetivos e conteúdos
definidos para o ano, pois se destinam
justamente à sistematização dos
conhecimentos.
Jogos
Não constitui numa modalidade didática, mas são recursos
lúdicos que ampliam as capacidades humanas de lidar
com a linguagem, numa dimensão estética, gráfica e
sonora. Através deles a criança brinca com as palavras e
passa a perceber que elas não são feitas apenas de
fonemas e grafemas, mas de sons, letras, sílabas e
rimas... e que estes sons e estas letras dialogam de uma
palavra a outra.
O professor pode lançar mão como uma atividade inserida
numa das formas de organizar os trabalhos
pedagógicos, portanto inseridos na rotina.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICASORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
 A rotina de sala de aula deve contemplar os vários
eixos como objetos de ensino, pois é primordial
diversificar as atividades para melhor atender aos
alunos em todos os anos do ensino fundamental.
Eixos do Ensino da
Matemática
Mantendo
articulação
entre eles, e
retomando
seus temas ao
longo dos
anos de
escolaridade.
RESULTADO DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA
ESCOLA: DR. EIRALDO CARNEIRO DE FRANÇA
QUEST. DESC. ACERTOS
    5º “A” % 5º “B” %
01 ? 13 50% 17 62,9%
02 6 26 100% 25 92,5%
03 1 12 46,1% 23 85,1%
04 4 12 46,1% 14 51,8%
05 3 04 15,3% 05 18,5%
06 9 16 61,5% 10 27%
07 9 09 34,6% 06 22,2%
08 11 09 34,6% 07 18,9%
09 ? 14 53,8% 13 48,1%
10 7 16 61,5% 13 48,1%
11 12 09 34,6% 11 40,7%
12 8 16 61,5% 16 59,2%
13 2 11 42,3% 03 11,1%
14 13 17 65,3% 07 18,9%
15 14 11 42,3% 04 14,8%
16 10 05 19,2% 08 29,6%
17 A 23 88,4% 08 29,6%
           
Nº. DE ALUNOS 26   27  
           
QUEST. DESC. ACERTOS
    4º “A” % 4º “B” % 4º “C” %
01 ? 19 73% 12 49,9% 12 49,9%
02 6 03 11,5% 05 20,8% 05 23,8%
03 1 17 44,2% 13 54,1% 17 80,9%
04 4 15 57,6% 05 20,8% 15 71,4%
05 3 10 38,4% 04 16,6% 04 19%
06 9 21 80,7% 13 54,1% 13 61,9%
07 11 13 50% 09 37,4% 08 38%
08 9 04 15,3% 06 24,9% 07 33,3%
09 ? 09 23,4% 05 20,8% 08 38%
10 12 07 26,9% 02 8,3% 03 14,2%
11 8 15 57,6% 13 54,1% 08 38%
12 2 14 53,8% 08 33,3% 14 66,6%
13 7 10 38,4% 16 66,6% 09 42,8%
14 13 06 23% 04 16,6% 04 19%
15 14 01 3,8% 03 12,4% -  
16 10 03 11,5% 03 12,4% 02 9,5%
17 A 05 19,2% 08 33,3% 07 33,3%
               
Nº. DE ALUNOS 26   24   21  
               
RESULTADO DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA
ESCOLA: PROF. SEVERINO CORDEIRO – 4º ANO
 
 
 
Nome do professor(a)
 
Escrita do Nome
(Cabeçalho)
 
Questão 1:
Ordem alfabética
 
 
 
Questão
2:
 
Quest.
3:
 
Questão 4:
 
 
Quest. 5
 
 
  
Questão 6:
Reescrita e/ou
reconto
2.1 2.2 4.1 4.2 4.3
Nº   A B C D A B C D (A) (C) (B)       (B) A B C D
01
Marilson
30 1 0 0 26 3 1 0 22 23 18 7 0 3 9 0 16 9 5
02
Shew
28 3 0 0 10 9 3 8 16 23 20 14 2 2 10 0 18 0 1
3
03
Marilson
27 0 1 0 20 1 5 2 22 20 20 15 0 3 5 3 16 7 2
04
Marília
24 1 0 4 5 7 20 17 16 8 8 8 5 0 5 0 9 9 4
RESULTADO DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA
ESCOLA: PROF. SEVERINO CORDEIRO – 5º ANO
Matrizes de Língua Portuguesa do 4 e 5° ano do
Ensino Fundamental
A matriz de referência de Língua Portuguesa é composta por
seis tópicos, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos
estudantes. Dentro de cada tópico há um conjunto de
descritores ligados às competências desenvolvidas. O
conjunto de descritores é diferente em cada série avaliada
Tópico I. Procedimentos de Leitura
D1 – Localizar informações explícitas em um texto.
D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.
D6 – Identificar o tema de um texto.
D11 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
Tópico II. Implicações do Suporte, do Gênero e /ou do
Enunciador na Compreensão do Texto.
D5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso
(propagandas, quadrinhos, foto, etc.).
D9 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
 Tópico III. Relação entre Textos
D15 – Reconhecer diferentes formas de tratar uma
informação na comparação de textos que tratam do mesmo
tema, em função das condições em que ele foi produzido e
daquelas em que será recebido.
Tópico IV. Coerência e Coesão no Processamento do Texto
D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto,
identificando repetições ou substituições que contribuem
para a continuidade de um texto.
D7 – Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos
que constroem a narrativa.
D8 – Estabelecer relação causa /consequência entre partes e
elementos do texto.
D12 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no
texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc.
Tópico V. Relações entre Recursos Expressivos e Efeitos de
Sentido
D13 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos
variados.
D14 –Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da
pontuação e de outras notações.
Tópico VI. Variação Linguística
D10 – Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o
locutor e o interlocutor de um texto.
Avaliação
A avaliação tem ocupado um lugar central no
conjunto de preocupações dos professores no
cotidiano das escolas brasileiras.
É através da avaliação que conseguimos
analisar diferentes aspectos educacionais, em
diversos âmbitos: currículo, planejamento,
ensino e aprendizagem.
TAREFA DIDÁTICA NECESSÁRIA
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO.
Diagnóstica: como técnica pode se utilizar o pré-teste, a
ficha de observação ou qualquer instrumento elaborado pelo
professor para melhor controle.
Somativa: encontramos os dois instrumentos mais utilizados
que são as provas:
1. objetivas e
2. subjetivas.
Formativa: temos como técnicas a observação de trabalhos,
os exercícios práticos, provas, ...
Que instrumentos podemos
usar?
Atividades escritas,
Dramatização,
Trabalho de pesquisa,
Avaliação oral ou exposição oral dos alunos,
Experimentação,
Desenho,
Maquete,
Produção textual,
Seminário,
Portfólios
Álbuns e outros.
5º MOMENTO:
 Estratégias avaliativas
Atividade em grupos
Encaminhamentos:
Formar 9 grupos;
Divididos, os professores farão a leitura e
discussão do texto “9 jeitos mais comuns de
avaliar;
Cada grupo de professores fará a socialização
de uma estratégia de avaliação.
Mapeamento dos conhecimentos prévios
•Qual o verdadeiro sentido da recuperação escolar?
•A recuperação em nossa escola está sendo trabalhada
em prol do conhecimento do nosso educando ou
simplesmente da nota?
•De que maneira a recuperação esta sendo realizada?
•A recuperação é importante para o ensino
aprendizado do educando?
•A forma como é realizada a recuperação soma as
dificuldades de aprendizagem dos educandos?
3º MOMENTO: O que diz o parecer 15 sobre Avaliação e
Recuperação Paralela
PROPOSTA: o novo sistema de avaliação
A proposta apresentada baseia-se no artigo 24, inciso I,
alíneas “c” e “e” da Lei n°9394/96 onde se consigna que “a
verificação do rendimento escolar observará os seguintes
critérios:
a)avaliação contínua e cumulativa do desempenho do
aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os
de eventuais provas finais.
b) Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de
preferência paralelos ao período letivo, para os casos de
baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas
instituições de ensino em seus regimentos”.
Considerando que o ano letivo está organizado em
4 (quatro) etapas correspondendo cada uma a um
bimestre, a expressão dos resultados da
aprendizagem do aluno terá a seguinte orientação:
1° bimestre
• Recuperação paralela;
• avaliação bimestral;
• nota mínima 7,0 (sete) aceita como padrão de
qualidade;
• nota 5,0 (cinco) aceita como padrão
classificatório (mínimo para aprovação).
2° bimestre
• Recuperação para os alunos que não
atingiram o padrão mínimo de qualidade da
aprendizagem no 1° bimestre;
• Avaliação para os alunos que não atingiram o
padrão mínimo de qualidade;
• Recuperação paralela;
• Avaliação para a nota do 2° bimestre.
3° bimestre
• Recuperação do 2° bimestre;
• Avaliação para os alunos que não atingiram o
padrão mínimo no 2° bimestre;
• Recuperação paralela;
• Avaliação para a nota do 3° bimestre.
4° bimestre
• Recuperação do 3° bimestre;
• Avaliação para os aluno que não atingiram o
padrão mínimo no 3° bimestre;
• Recuperação paralela;
• Avaliação para a nota do 4° bimestre;
• Recuperação para os alunos que não atingiram
o padrão mínimo no 4°bimestre;
• Avaliação para os alunos que não atingiram o
padrão mínimo no quarto bimestre (exame final).
A RECUPERAÇÃO PODE OCORRER DAS SEGUINTES
FORMAS:
CONTÍNUA
PARALELA
4º MOMENTO: Fundamentação Teórica
Texto: “Como fazer recuperação sem deixar de
cumprir o programa?”.
Alguns questionamentos:
Vocês acham que dar para fazer recuperação de
conteúdo sem deixar de cumprir o programa?
Em sua escola já fazem isso? De que maneira?
1. Como verificar o que de fato os alunos ainda não
aprenderam?
Diagnóstico inicial, provas, observações de atividades realizadas em sala de
aula, exercícios de sondagem, situações-problema, trabalhos em grupo,
tarefas de casa - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação
ajudam a enxergar os diferentes saberes de cada um. Olhar apenas a nota
das provas é absolutamente insuficiente para averiguar o que foi aprendido.
Ainda mais quando sabemos que esse tipo de avaliação nem sempre é
preparado de uma forma que permita checar se cada conteúdo trabalhado
foi de fato aprendido. "Avaliação bem feita e válida é aquela que está
relacionada aos objetivos de ensino e traz perguntas que abordam tudo o
que foi ensinado. Ela permite que o aluno descreva o que aprendeu ou
deixou de aprender", afirma Luckesi. "Sem ter clareza sobre as dificuldades
de cada um, o professor pensa que terá de trabalhar com muito mais
conteúdos do que o necessário e acaba desistindo da recuperação."
 O QUE FOI APRENDIDO Um bom diagnóstico das aprendizagens mostra o que a criança já sabe e
o que falta aprender. Você vai ver que, dentro de um conteúdo, as dúvidas não são tão diferentes.
 Em relação especificamente às provas, uma boa dica é ler de uma vez a resposta de todos a uma
mesma questão. É importante fazer anotações sobre as dificuldades encontradas: quem errou, por
quê, como, as ideias apresentadas sobre o assunto, quais os equívocos mais comuns etc. Tabular
esses dados ajuda a definir em que investir mais força, o que retomar coletivamente e o que
trabalhar em pequenos grupos. Ao analisar cadernos, portfólios e trabalhos de casa, você tem um
retrato dos diferentes momentos de avanço da turma - o que é fundamental para enxergar
exatamente onde está à dificuldade de cada um em compreender o conteúdo e para eleger as
estratégias que ajudarão todos a superar os problemas. Nas situações do dia a dia na sala de aula e
nas tarefas de casa, é possível checar se problemas detectados no desempenho em provas se
confirmam. "É comum as crianças não saberem utilizar nos testes o conhecimento que têm",
ressalta Rosa Maria Antunes de Barros, coordenadora pedagógica da Escola Castanheiras, em
Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, e autora de um estudo sobre grupos de apoio em
escolas. Se numa atividade um aluno soube fazer algo e nas outras não, é indicativo de que ele
domina parte do conteúdo, mas não está seguro disso. É imprescindível falar com ele, escutar quais
são suas hipóteses, verificar até onde chegou e quanto avançou desde a última atividade.
2. Como analisar os resultados das
estratégias de avaliação?
"Fazer agrupamentos é o grande pulo do gato para recuperar as
aprendizagens de todos", acredita Rosa Maria. Tendo um diagnóstico bem
feito, que aponte exatamente os problemas de cada um em relação aos
conteúdos trabalhados em sala até o momento, é possível dividir a classe.
Um grupo será constituído pelos que não apresentam problemas e precisam
continuar avançando. Os demais devem ser divididos em no máximo três
agrupamentos, com dificuldades comuns entre os integrantes. Afinal, em
determinado tema abordado em aula, não há tantas coisas diferentes que
possam gerar dúvidas entre a garotada. Porém, se você detectou que um
problema de aprendizagem é comum a grande parte da turma, cabe uma
reflexão: será que a metodologia e a estratégia utilizadas foram coerentes
com o objetivo pedagógico? Em seguida, retome o conteúdo com urgência e
sobre novas bases. Lembre-se de que avaliar também é checar a qualidade e a
eficácia do próprio trabalho.
3. Concluí que meus alunos têm
dificuldades diferentes. Como lido com
isso?
São duas as variáveis que determinam os
agrupamentos: as necessidades de aprendizagem e o
objetivo da própria atividade. Além disso, é importante
considerar as características pessoais e os vínculos
afetivos da turma. Dependendo da tarefa, a garotada
fica livre para escolher os parceiros. "Em qualquer
dessas situações, é importante deixar claro para todos
no que se baseou a organização e os seus objetivos com
ela. Eles têm de estar seguros e saber o que é esperado
deles", ressalta Maria Celina Melchior.
4. Quais os critérios mais indicados
para formar grupos em sala de aula?
Em cada um deles, o estudo pode se dar em subgrupos, duplas ou
individualmente, de acordo com as necessidades de aprendizagem e os
objetivos de ensino. Em agrupamentos maiores, são ricas as discussões
de estratégias para resolver uma questão ou a reflexão sobre o tema
estudado. Nas duplas, é válido colocar alguém que tenha maior
dificuldade para realizar uma atividade com um colega que entendeu
melhor. As dúvidas do primeiro podem ser fundamentais para que o
outro avance no conteúdo. Além disso, quem está enfrentando
problemas aprende com a ajuda do colega. "Isso, no entanto, não deve
ocorrer sempre. É preciso lembrar que quem sabe também precisa
continuar aprendendo", explica Maria Celina. Já as atividades individuais
ajudam o aluno a se sentir seguro sobre as aprendizagens, já que tem de
colocar em jogo todo o conhecimento adquirido. Não esqueça: na maior
parte do tempo, todos estarão juntos e vão seguir aprendendo ou
revendo os mesmos conteúdos.
5. De que forma posso organizar o trabalho
dentro dos agrupamentos?
O segredo é planejar em detalhes cada aula de recuperação,
prevendo tarefas para todas as equipes. O ideal é propor
sequências didáticas bem ajustadas às necessidades de
aprendizagem de cada uma delas. Na hora de determinar o que
fazer e quando, considere os critérios didáticos a seguir:
Atividades - Trabalhar com foco nas necessidades dos alunos
não significa a toda aula propor algo diferente para cada um. É
claro que no reforço não adianta repetir o que já foi realizado
pela turma, mas propondo diferentes atividades você contempla
mais alunos. Para os que já compreenderam a matéria,
apresente tarefas com complexidade um pouco maior. À medida
que aqueles que estão com dificuldades caminham, é possível
propor a eles o que os avançados fizeram nas aulas anteriores.
6. Como dar conta das diferentes
demandas dos grupos sendo uma
pessoa só?
Construa um banco de atividades, se possível, com colegas da escola.
Guarde os arquivos de propostas que surtiram bom efeito em aula para
sempre adaptá-las e melhorá-las. Recursos - Invista em diversos materiais
(vídeos, músicas, revistas, jornais, sites, jogos, mapas, atlas etc.) e
estratégias (aulas expositivas, visitas a locais históricos etc.) como
ferramentas de ensino. Mesmo em tarefas coletivas, é possível escolher
recursos diferentes para cada grupo, sempre pensando no que melhor se
encaixa em seu objetivo e nas necessidades de cada um. Tempo - Quem
acompanha a turma de perto identifica os que precisam de um período
maior para entender um conteúdo e já considera isso no planejamento. Às
vezes, a criança tem de ficar mais tempo num mesmo ponto e contar com
uma atenção redobrada, enquanto o restante realiza mais de uma atividade.
O segredo é destacar essa flexibilização de tempo no planejamento e
garantir que nas aulas coletivas ela siga avançando.
TRABALHO FOCADO Atividades em grupo permitem que os
saberes dos alunos se completem. A informação trazida por
um colega muitas vezes é o que falta para a compreensão do
conceito.
Distribuindo algumas aulas de reforço ao longo da semana
de forma que você possa propor desafios para os que não
têm dificuldades e também atividades para a turma
completa. Reserve cerca de uma hora por dia ou um período
de sua carga horária para dar atenção aos agrupamentos.
Determinar os objetivos e as metas para cada um deles é
fundamental para não desperdiçar tempo. No restante do
seu horário, siga com todos os alunos o programa normal.
7. Como retomar conteúdos não
aprendidos sem deixar de cumprir o
programa?
PRONTO PARA AVANÇAR Quando o seu trabalho é baseado na avaliação
constante e na intervenção imediata nos problemas, o aluno consegue superar
as dificuldades e aprender.
Uma alternativa é reorganizar a sala, colocando os mais adiantados no fundo, os
que estão com dúvidas pontuais no centro e os que apresentam mais problemas
próximos a você. Assim, é possível passar entre as carteiras, observar todos
atentamente e intervir com afinco no trabalho dos que mais precisam. Verifique
como eles fizeram a atividade, peça explicações sobre a resolução, proponha a
discussão entre pares, mostre o que precisam rever etc. "Dessa forma, assim
que as dúvidas aparecem, elas são sanadas. Uma pequena intervenção, em
certos momentos, é essencial para a compreensão do conteúdo", recomenda
Maria Celina.
8. Como ajudar cada um de acordo
com suas necessidades de
aprendizagem?
Como atividade única e isolada, não. Mas, como
complemento do trabalho realizado em classe, sim, funciona
e muito bem. Nesse caso, a ideia é sistematizar um
conhecimento adquirido. "É preciso selecionar desafios que
o aluno tenha autonomia para enfrentar. Ele tem de ter visto
o conteúdo em sala, tirado todas as dúvidas e feito exercícios
similares com o apoio do professor. A tarefa será apenas
para sistematizar ou refletir sobre o que aprendeu", explica
Rosa Maria. De nada adianta preparar atividades para fazer
em casa sem orientação. Dificilmente, ele sozinho conseguirá
avançar.
9. Mandar tarefa de casa como reforço
é uma boa estratégia?
Com novas avaliações e análises dos resultados. "É preciso acompanhar
o avanço de cada um de perto e registrar todos os passos", recomenda
Luckesi. Analise se os estudantes superaram obstáculos e sanaram as
dúvidas, se participam das discussões com bons argumentos e se têm
segurança e destreza para realizar os exercícios. Para se certificar das
aprendizagens,
você pode apresentar questões semelhantes às das avaliações
anteriores e pedir que eles resolvam individualmente. Retome o
diagnóstico inicial e as anotações feitas antes da recuperação e
compare o desempenho de todos. Aqueles que superaram as
dificuldades devem ser transferidos para o grupo dos que precisam de
novos desafios. Com aqueles que ainda não superaram todos os
problemas detectados, o trabalho continua, assim como a avaliação da
aprendizagem de novos conteúdos trabalhados, que é contínua.
10. Como saber se a recuperação
funcionou e todos aprenderam?
Considerando nosso próximo encontro de
Formação Continuada que tema você gostaria de
ser abordado?
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Educação: Secretaria da Educação Básica.
Caderno do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa –
Unidade 1- Ano 2. Brasília, 2012.
BRASIL, Ministério da Educação: Secretaria da Educação Básica.
Caderno do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa –
Unidade 2- Ano 2. Brasília, 2012.
BORDENAVE, Juan Dias & PEREIRA, A. Martins; Estratégias de Ensino-
Aprendizagem. Vozes. São Paulo.1985.
FIRME, T. P. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Rio de
Janeiro. 1994
GADOTTI, M. Uma escola para todos os caminhos da autonomia escolar.
Petrópolis: Vozes, 1991.
LIBÂNEO, José (1985); A Prática Pedagógica de Professores da Escola
Pública. São Paulo.
LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. 14ª Ed. São Paulo:
Cortez, 2002.
PILETti, Nelson (2000); Psicologia Educacional, Editora Ática, 17ª Edição,
São Paulo
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Avalia
%C3%A7%C3%A3o_educacional"

1 pauta lp 2016

  • 1.
    Feijó-AcreFeijó-Acre ESTADO DO ACRE PREFEITURAMUNICIPAL DE FEIJÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
  • 2.
    PARA REFLEXÃO. "Não, nãotenho caminho novo. O que tenho de novo é o jeito de caminhar. Aprendi. (O caminho me ensinou) A caminhar cantando Como convém A mim E aos que vão comigo. Pois já não vou mais sozinho." (Thiago de Mello, 1996 p.17).
  • 3.
    O papel doprofessor Rubem Alves
  • 5.
     Não faltaraos encontros;  Participar significativamente das discussões com a formadora e demais componentes do grupo;  Espaço para expressar opiniões, dúvidas e compartilhar experiências;  Prezar pela pontualidade nos encontros, respeitando o tempo destinado para o intervalo, entre outros.  Evitar saídas da sala que não seja o intervalo;  Desligar os aparelhos telefônicos ou silenciar durante o encontro;  Sempre olhar os e-mails e responder;  Realizar a tarefa de casa, quando for solicitada;  Listar outros combinados que o grupo julgar necessário.
  • 6.
    Calendário de formações ABRIL DS T Q Q S S                         1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30               MAIO D S T Q Q S S               1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31                      
  • 7.
    Calendário de formações JUNHO DS T Q Q S S                     1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30                   JULHO D S T Q Q S S                         1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31            
  • 9.
    Planejar é pensarsobre aquilo que existe, sobre o que se quer alcançar, com que meios se pretende agir. (OLIVEIRA. 2007. p.21).
  • 10.
    PLANEJAMENTO O planejamento nãodeve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência superior ou mesmo de alguma instância externa à instituição. Ao contrário, ele deve ser compreendido como mecanismo de mobilização e articulação dos diferentes sujeitos, segmentos e setores que constituem essa instituição e participam da mesma. (SILVA, s/d) Nova Escolaescola que alfabetiza_NE.ppt
  • 11.
    Planejamento Semanal da rotina •Por ano • Flexível (ajustada à realidade da sala de aula e realidade da escola) Plano de aula • Diário • Desdobramento da rotina •Tratamento didático das atividades Apoio pedagógico • Planejado Atividades • Ajustadas à realidade da sala de aula • Leitura e escrita • Agrupamentos (hipóteses) •Grupo de estudo
  • 12.
  • 13.
    ETAPAS DE UMBOM PLANEJAMENTO
  • 14.
    Planejar a rotina? Paraquê? • Organizar o tempo pedagógico; • Detalhar as propostas, considerando: 1. A organização do espaço; 2. A formação dos agrupamentos de alunos; 3. A distribuição das atividades a serem realizadas durante o período; 4. O material necessário para desenvolvê-las; 5. A melhor forma de dar as orientações para realização das tarefas. Pode ser parcialmente organizada em conjunto com os demais professores do mesmo ano, mas há uma parte que cabe ao professor que vai efetivamente trabalhar com sua turma.
  • 15.
    Na rotina deLíngua Portuguesa 1º e 2º ano • Atividades de leitura e escrita (reflexão sobre o SEA) • Variações de atividades • Produção de textos • Revisão com foco no discurso • Análise de textos bem escrito com foco no discurso • Modalidades de leitura • Sequência de atividades e projetos • Roda de conversa, roda de leitura, roda de leitores. 3º, 4º e 5º anos • Atividades de escrita (foco no SEA/ortografia) • Produção de textos • Revisão com foco no discurso • Análise de textos bem escrito (aspectos discursivos e notacionais) • Modalidades de leitura • Sequência de atividades e projetos • Roda de conversa, roda de leitura, roda de leitores.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    QUANDO PLANEJAMOS PROCURAMOSRESPONDER AS SEGUINTES PERGUNTAS: COMO PLANEJAR O ENSINO? O QUE PRETENDO ALCANÇAR? EM QUANTO TEMPO? COMO POSSO ALCANÇAR? O QUE E COMO FAZER? QUAIS OS MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS? O QUE E COMO ANALISAR A SITUAÇÃO A FIM DE VERIFICAR SE O QUE PRETENDO FOI ALCANÇADO?
  • 19.
    Um planejamento acertadocontempla três tipos de atividades: As formas de organização do trabalho docente devem ser estruturadas a partir de práticas de leitura e de produção de textos, envolvendo atividades que girem em torno do funcionamento e da organização do sistema de escrita e dos aspectos linguísticos. Projetos Didáticos Sequência Didática Atividades Permanentes
  • 20.
    Atividades permanentes São situaçõesdidáticas cujo objetivo é constituir atitudes, desenvolver hábitos, etc. Exemplo: 1. A leitura pelo professor, feita diariamente, em voz alta, caprichando na entonação para aumentar o interesse e tomando cuidado para variar os gêneros durante o ano: contos, cartas, notícias, poemas etc.  2. A leitura pelos alunos, feita em dias alternados com atividades de escrita, sempre tendo como objeto textos que eles conheçam de cor, como cantigas, parlendas, trava- línguas, textos informativos etc. 
  • 21.
    3. A escritapelas crianças, feita em dias alternados com atividades de leitura, tendo como objeto a produção de listas de nomes de colegas, de frutas, de brinquedos etc., que podem ser escritas pelos estudantes com lápis e papel ou com letras móveis. 4. A produção de texto oral com destino escrito, feita em dias alternados com atividades de leitura, quando os alunos criam oralmente um texto e o ditam para o professor, trabalhando o comportamento escritor. Periodicidade: semanal, quinzenal, diária... As atividades se repetem de forma sistemática e previsível; Característica básica: regularidade, e por isso, possibilitam contato intenso com um tipo de conteúdo.
  • 22.
    Sequências didáticas São assituações em que as atividades são dependentes umas das outras e a ordem das atividades é importante. Por meio das atividades didáticas um mesmo conteúdo pode ser revisto em diferentes aulas, de modo articulado e integrado. Periodicidade: Variável Característica básica: funcionam de mforma parecida com os projetos, mas não tem um produto final pré-determinado.
  • 23.
    Projetos didáticos São situaçõesdidáticas que se articulam em função de uma finalidade e de um produto final compartilhados. Contextualizam as atividades e, embora não necessariamente, pode ser interdisciplinares. Periodicidade: depende dos objetivos propostos, podendo levar dias ou meses. Característica básica: ter uma finalidade compartilhada por todos os envolvidos que se expressa em um produto final, resultado de uma sequencia de atividades.
  • 24.
    Atividades independentes Situações ocasionais:são situações em que algum conteúdo significativo é trabalhado sem que tenha relação direta com o que foi planejado. Situações de sistematização: são atividades que não estão relacionadas com propósitos imediatos, mas com objetivos e conteúdos definidos para o ano, pois se destinam justamente à sistematização dos conhecimentos.
  • 25.
    Jogos Não constitui numamodalidade didática, mas são recursos lúdicos que ampliam as capacidades humanas de lidar com a linguagem, numa dimensão estética, gráfica e sonora. Através deles a criança brinca com as palavras e passa a perceber que elas não são feitas apenas de fonemas e grafemas, mas de sons, letras, sílabas e rimas... e que estes sons e estas letras dialogam de uma palavra a outra. O professor pode lançar mão como uma atividade inserida numa das formas de organizar os trabalhos pedagógicos, portanto inseridos na rotina.
  • 26.
    ORIENTAÇÕES DIDÁTICASORIENTAÇÕES DIDÁTICAS A rotina de sala de aula deve contemplar os vários eixos como objetos de ensino, pois é primordial diversificar as atividades para melhor atender aos alunos em todos os anos do ensino fundamental.
  • 28.
    Eixos do Ensinoda Matemática Mantendo articulação entre eles, e retomando seus temas ao longo dos anos de escolaridade.
  • 29.
    RESULTADO DA AVALIAÇÃODIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA ESCOLA: DR. EIRALDO CARNEIRO DE FRANÇA QUEST. DESC. ACERTOS     5º “A” % 5º “B” % 01 ? 13 50% 17 62,9% 02 6 26 100% 25 92,5% 03 1 12 46,1% 23 85,1% 04 4 12 46,1% 14 51,8% 05 3 04 15,3% 05 18,5% 06 9 16 61,5% 10 27% 07 9 09 34,6% 06 22,2% 08 11 09 34,6% 07 18,9% 09 ? 14 53,8% 13 48,1% 10 7 16 61,5% 13 48,1% 11 12 09 34,6% 11 40,7% 12 8 16 61,5% 16 59,2% 13 2 11 42,3% 03 11,1% 14 13 17 65,3% 07 18,9% 15 14 11 42,3% 04 14,8% 16 10 05 19,2% 08 29,6% 17 A 23 88,4% 08 29,6%             Nº. DE ALUNOS 26   27              
  • 30.
    QUEST. DESC. ACERTOS    4º “A” % 4º “B” % 4º “C” % 01 ? 19 73% 12 49,9% 12 49,9% 02 6 03 11,5% 05 20,8% 05 23,8% 03 1 17 44,2% 13 54,1% 17 80,9% 04 4 15 57,6% 05 20,8% 15 71,4% 05 3 10 38,4% 04 16,6% 04 19% 06 9 21 80,7% 13 54,1% 13 61,9% 07 11 13 50% 09 37,4% 08 38% 08 9 04 15,3% 06 24,9% 07 33,3% 09 ? 09 23,4% 05 20,8% 08 38% 10 12 07 26,9% 02 8,3% 03 14,2% 11 8 15 57,6% 13 54,1% 08 38% 12 2 14 53,8% 08 33,3% 14 66,6% 13 7 10 38,4% 16 66,6% 09 42,8% 14 13 06 23% 04 16,6% 04 19% 15 14 01 3,8% 03 12,4% -   16 10 03 11,5% 03 12,4% 02 9,5% 17 A 05 19,2% 08 33,3% 07 33,3%                 Nº. DE ALUNOS 26   24   21                  
  • 31.
    RESULTADO DA AVALIAÇÃODIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA ESCOLA: PROF. SEVERINO CORDEIRO – 4º ANO
  • 32.
          Nome do professor(a)   Escritado Nome (Cabeçalho)   Questão 1: Ordem alfabética       Questão 2:   Quest. 3:   Questão 4:     Quest. 5        Questão 6: Reescrita e/ou reconto 2.1 2.2 4.1 4.2 4.3 Nº   A B C D A B C D (A) (C) (B)       (B) A B C D 01 Marilson 30 1 0 0 26 3 1 0 22 23 18 7 0 3 9 0 16 9 5 02 Shew 28 3 0 0 10 9 3 8 16 23 20 14 2 2 10 0 18 0 1 3 03 Marilson 27 0 1 0 20 1 5 2 22 20 20 15 0 3 5 3 16 7 2 04 Marília 24 1 0 4 5 7 20 17 16 8 8 8 5 0 5 0 9 9 4 RESULTADO DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA ESCOLA: PROF. SEVERINO CORDEIRO – 5º ANO
  • 33.
    Matrizes de LínguaPortuguesa do 4 e 5° ano do Ensino Fundamental A matriz de referência de Língua Portuguesa é composta por seis tópicos, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos estudantes. Dentro de cada tópico há um conjunto de descritores ligados às competências desenvolvidas. O conjunto de descritores é diferente em cada série avaliada Tópico I. Procedimentos de Leitura D1 – Localizar informações explícitas em um texto. D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão. D4 – Inferir uma informação implícita em um texto. D6 – Identificar o tema de um texto. D11 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
  • 34.
    Tópico II. Implicaçõesdo Suporte, do Gênero e /ou do Enunciador na Compreensão do Texto. D5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto, etc.). D9 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.  Tópico III. Relação entre Textos D15 – Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido.
  • 35.
    Tópico IV. Coerênciae Coesão no Processamento do Texto D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto. D7 – Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa. D8 – Estabelecer relação causa /consequência entre partes e elementos do texto. D12 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc.
  • 36.
    Tópico V. Relaçõesentre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido D13 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados. D14 –Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações. Tópico VI. Variação Linguística D10 – Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
  • 37.
    Avaliação A avaliação temocupado um lugar central no conjunto de preocupações dos professores no cotidiano das escolas brasileiras. É através da avaliação que conseguimos analisar diferentes aspectos educacionais, em diversos âmbitos: currículo, planejamento, ensino e aprendizagem.
  • 38.
  • 39.
    MÉTODOS DE AVALIAÇÃO. Diagnóstica:como técnica pode se utilizar o pré-teste, a ficha de observação ou qualquer instrumento elaborado pelo professor para melhor controle. Somativa: encontramos os dois instrumentos mais utilizados que são as provas: 1. objetivas e 2. subjetivas. Formativa: temos como técnicas a observação de trabalhos, os exercícios práticos, provas, ...
  • 40.
    Que instrumentos podemos usar? Atividadesescritas, Dramatização, Trabalho de pesquisa, Avaliação oral ou exposição oral dos alunos, Experimentação, Desenho, Maquete, Produção textual, Seminário, Portfólios Álbuns e outros.
  • 41.
  • 42.
    Atividade em grupos Encaminhamentos: Formar9 grupos; Divididos, os professores farão a leitura e discussão do texto “9 jeitos mais comuns de avaliar; Cada grupo de professores fará a socialização de uma estratégia de avaliação.
  • 43.
    Mapeamento dos conhecimentosprévios •Qual o verdadeiro sentido da recuperação escolar? •A recuperação em nossa escola está sendo trabalhada em prol do conhecimento do nosso educando ou simplesmente da nota? •De que maneira a recuperação esta sendo realizada? •A recuperação é importante para o ensino aprendizado do educando? •A forma como é realizada a recuperação soma as dificuldades de aprendizagem dos educandos?
  • 44.
    3º MOMENTO: Oque diz o parecer 15 sobre Avaliação e Recuperação Paralela PROPOSTA: o novo sistema de avaliação A proposta apresentada baseia-se no artigo 24, inciso I, alíneas “c” e “e” da Lei n°9394/96 onde se consigna que “a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: a)avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. b) Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos”.
  • 45.
    Considerando que oano letivo está organizado em 4 (quatro) etapas correspondendo cada uma a um bimestre, a expressão dos resultados da aprendizagem do aluno terá a seguinte orientação: 1° bimestre • Recuperação paralela; • avaliação bimestral; • nota mínima 7,0 (sete) aceita como padrão de qualidade; • nota 5,0 (cinco) aceita como padrão classificatório (mínimo para aprovação).
  • 46.
    2° bimestre • Recuperaçãopara os alunos que não atingiram o padrão mínimo de qualidade da aprendizagem no 1° bimestre; • Avaliação para os alunos que não atingiram o padrão mínimo de qualidade; • Recuperação paralela; • Avaliação para a nota do 2° bimestre. 3° bimestre • Recuperação do 2° bimestre; • Avaliação para os alunos que não atingiram o padrão mínimo no 2° bimestre; • Recuperação paralela; • Avaliação para a nota do 3° bimestre.
  • 47.
    4° bimestre • Recuperaçãodo 3° bimestre; • Avaliação para os aluno que não atingiram o padrão mínimo no 3° bimestre; • Recuperação paralela; • Avaliação para a nota do 4° bimestre; • Recuperação para os alunos que não atingiram o padrão mínimo no 4°bimestre; • Avaliação para os alunos que não atingiram o padrão mínimo no quarto bimestre (exame final).
  • 48.
    A RECUPERAÇÃO PODEOCORRER DAS SEGUINTES FORMAS: CONTÍNUA PARALELA
  • 49.
    4º MOMENTO: FundamentaçãoTeórica Texto: “Como fazer recuperação sem deixar de cumprir o programa?”. Alguns questionamentos: Vocês acham que dar para fazer recuperação de conteúdo sem deixar de cumprir o programa? Em sua escola já fazem isso? De que maneira?
  • 50.
    1. Como verificaro que de fato os alunos ainda não aprenderam? Diagnóstico inicial, provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de sondagem, situações-problema, trabalhos em grupo, tarefas de casa - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação ajudam a enxergar os diferentes saberes de cada um. Olhar apenas a nota das provas é absolutamente insuficiente para averiguar o que foi aprendido. Ainda mais quando sabemos que esse tipo de avaliação nem sempre é preparado de uma forma que permita checar se cada conteúdo trabalhado foi de fato aprendido. "Avaliação bem feita e válida é aquela que está relacionada aos objetivos de ensino e traz perguntas que abordam tudo o que foi ensinado. Ela permite que o aluno descreva o que aprendeu ou deixou de aprender", afirma Luckesi. "Sem ter clareza sobre as dificuldades de cada um, o professor pensa que terá de trabalhar com muito mais conteúdos do que o necessário e acaba desistindo da recuperação."
  • 51.
     O QUEFOI APRENDIDO Um bom diagnóstico das aprendizagens mostra o que a criança já sabe e o que falta aprender. Você vai ver que, dentro de um conteúdo, as dúvidas não são tão diferentes.  Em relação especificamente às provas, uma boa dica é ler de uma vez a resposta de todos a uma mesma questão. É importante fazer anotações sobre as dificuldades encontradas: quem errou, por quê, como, as ideias apresentadas sobre o assunto, quais os equívocos mais comuns etc. Tabular esses dados ajuda a definir em que investir mais força, o que retomar coletivamente e o que trabalhar em pequenos grupos. Ao analisar cadernos, portfólios e trabalhos de casa, você tem um retrato dos diferentes momentos de avanço da turma - o que é fundamental para enxergar exatamente onde está à dificuldade de cada um em compreender o conteúdo e para eleger as estratégias que ajudarão todos a superar os problemas. Nas situações do dia a dia na sala de aula e nas tarefas de casa, é possível checar se problemas detectados no desempenho em provas se confirmam. "É comum as crianças não saberem utilizar nos testes o conhecimento que têm", ressalta Rosa Maria Antunes de Barros, coordenadora pedagógica da Escola Castanheiras, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, e autora de um estudo sobre grupos de apoio em escolas. Se numa atividade um aluno soube fazer algo e nas outras não, é indicativo de que ele domina parte do conteúdo, mas não está seguro disso. É imprescindível falar com ele, escutar quais são suas hipóteses, verificar até onde chegou e quanto avançou desde a última atividade. 2. Como analisar os resultados das estratégias de avaliação?
  • 52.
    "Fazer agrupamentos éo grande pulo do gato para recuperar as aprendizagens de todos", acredita Rosa Maria. Tendo um diagnóstico bem feito, que aponte exatamente os problemas de cada um em relação aos conteúdos trabalhados em sala até o momento, é possível dividir a classe. Um grupo será constituído pelos que não apresentam problemas e precisam continuar avançando. Os demais devem ser divididos em no máximo três agrupamentos, com dificuldades comuns entre os integrantes. Afinal, em determinado tema abordado em aula, não há tantas coisas diferentes que possam gerar dúvidas entre a garotada. Porém, se você detectou que um problema de aprendizagem é comum a grande parte da turma, cabe uma reflexão: será que a metodologia e a estratégia utilizadas foram coerentes com o objetivo pedagógico? Em seguida, retome o conteúdo com urgência e sobre novas bases. Lembre-se de que avaliar também é checar a qualidade e a eficácia do próprio trabalho. 3. Concluí que meus alunos têm dificuldades diferentes. Como lido com isso?
  • 53.
    São duas asvariáveis que determinam os agrupamentos: as necessidades de aprendizagem e o objetivo da própria atividade. Além disso, é importante considerar as características pessoais e os vínculos afetivos da turma. Dependendo da tarefa, a garotada fica livre para escolher os parceiros. "Em qualquer dessas situações, é importante deixar claro para todos no que se baseou a organização e os seus objetivos com ela. Eles têm de estar seguros e saber o que é esperado deles", ressalta Maria Celina Melchior. 4. Quais os critérios mais indicados para formar grupos em sala de aula?
  • 54.
    Em cada umdeles, o estudo pode se dar em subgrupos, duplas ou individualmente, de acordo com as necessidades de aprendizagem e os objetivos de ensino. Em agrupamentos maiores, são ricas as discussões de estratégias para resolver uma questão ou a reflexão sobre o tema estudado. Nas duplas, é válido colocar alguém que tenha maior dificuldade para realizar uma atividade com um colega que entendeu melhor. As dúvidas do primeiro podem ser fundamentais para que o outro avance no conteúdo. Além disso, quem está enfrentando problemas aprende com a ajuda do colega. "Isso, no entanto, não deve ocorrer sempre. É preciso lembrar que quem sabe também precisa continuar aprendendo", explica Maria Celina. Já as atividades individuais ajudam o aluno a se sentir seguro sobre as aprendizagens, já que tem de colocar em jogo todo o conhecimento adquirido. Não esqueça: na maior parte do tempo, todos estarão juntos e vão seguir aprendendo ou revendo os mesmos conteúdos. 5. De que forma posso organizar o trabalho dentro dos agrupamentos?
  • 55.
    O segredo éplanejar em detalhes cada aula de recuperação, prevendo tarefas para todas as equipes. O ideal é propor sequências didáticas bem ajustadas às necessidades de aprendizagem de cada uma delas. Na hora de determinar o que fazer e quando, considere os critérios didáticos a seguir: Atividades - Trabalhar com foco nas necessidades dos alunos não significa a toda aula propor algo diferente para cada um. É claro que no reforço não adianta repetir o que já foi realizado pela turma, mas propondo diferentes atividades você contempla mais alunos. Para os que já compreenderam a matéria, apresente tarefas com complexidade um pouco maior. À medida que aqueles que estão com dificuldades caminham, é possível propor a eles o que os avançados fizeram nas aulas anteriores. 6. Como dar conta das diferentes demandas dos grupos sendo uma pessoa só?
  • 56.
    Construa um bancode atividades, se possível, com colegas da escola. Guarde os arquivos de propostas que surtiram bom efeito em aula para sempre adaptá-las e melhorá-las. Recursos - Invista em diversos materiais (vídeos, músicas, revistas, jornais, sites, jogos, mapas, atlas etc.) e estratégias (aulas expositivas, visitas a locais históricos etc.) como ferramentas de ensino. Mesmo em tarefas coletivas, é possível escolher recursos diferentes para cada grupo, sempre pensando no que melhor se encaixa em seu objetivo e nas necessidades de cada um. Tempo - Quem acompanha a turma de perto identifica os que precisam de um período maior para entender um conteúdo e já considera isso no planejamento. Às vezes, a criança tem de ficar mais tempo num mesmo ponto e contar com uma atenção redobrada, enquanto o restante realiza mais de uma atividade. O segredo é destacar essa flexibilização de tempo no planejamento e garantir que nas aulas coletivas ela siga avançando.
  • 57.
    TRABALHO FOCADO Atividadesem grupo permitem que os saberes dos alunos se completem. A informação trazida por um colega muitas vezes é o que falta para a compreensão do conceito. Distribuindo algumas aulas de reforço ao longo da semana de forma que você possa propor desafios para os que não têm dificuldades e também atividades para a turma completa. Reserve cerca de uma hora por dia ou um período de sua carga horária para dar atenção aos agrupamentos. Determinar os objetivos e as metas para cada um deles é fundamental para não desperdiçar tempo. No restante do seu horário, siga com todos os alunos o programa normal. 7. Como retomar conteúdos não aprendidos sem deixar de cumprir o programa?
  • 58.
    PRONTO PARA AVANÇARQuando o seu trabalho é baseado na avaliação constante e na intervenção imediata nos problemas, o aluno consegue superar as dificuldades e aprender. Uma alternativa é reorganizar a sala, colocando os mais adiantados no fundo, os que estão com dúvidas pontuais no centro e os que apresentam mais problemas próximos a você. Assim, é possível passar entre as carteiras, observar todos atentamente e intervir com afinco no trabalho dos que mais precisam. Verifique como eles fizeram a atividade, peça explicações sobre a resolução, proponha a discussão entre pares, mostre o que precisam rever etc. "Dessa forma, assim que as dúvidas aparecem, elas são sanadas. Uma pequena intervenção, em certos momentos, é essencial para a compreensão do conteúdo", recomenda Maria Celina. 8. Como ajudar cada um de acordo com suas necessidades de aprendizagem?
  • 59.
    Como atividade únicae isolada, não. Mas, como complemento do trabalho realizado em classe, sim, funciona e muito bem. Nesse caso, a ideia é sistematizar um conhecimento adquirido. "É preciso selecionar desafios que o aluno tenha autonomia para enfrentar. Ele tem de ter visto o conteúdo em sala, tirado todas as dúvidas e feito exercícios similares com o apoio do professor. A tarefa será apenas para sistematizar ou refletir sobre o que aprendeu", explica Rosa Maria. De nada adianta preparar atividades para fazer em casa sem orientação. Dificilmente, ele sozinho conseguirá avançar. 9. Mandar tarefa de casa como reforço é uma boa estratégia?
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    Com novas avaliaçõese análises dos resultados. "É preciso acompanhar o avanço de cada um de perto e registrar todos os passos", recomenda Luckesi. Analise se os estudantes superaram obstáculos e sanaram as dúvidas, se participam das discussões com bons argumentos e se têm segurança e destreza para realizar os exercícios. Para se certificar das aprendizagens, você pode apresentar questões semelhantes às das avaliações anteriores e pedir que eles resolvam individualmente. Retome o diagnóstico inicial e as anotações feitas antes da recuperação e compare o desempenho de todos. Aqueles que superaram as dificuldades devem ser transferidos para o grupo dos que precisam de novos desafios. Com aqueles que ainda não superaram todos os problemas detectados, o trabalho continua, assim como a avaliação da aprendizagem de novos conteúdos trabalhados, que é contínua. 10. Como saber se a recuperação funcionou e todos aprenderam?
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    Considerando nosso próximoencontro de Formação Continuada que tema você gostaria de ser abordado?
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    REFERÊNCIAS BRASIL, Ministério daEducação: Secretaria da Educação Básica. Caderno do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – Unidade 1- Ano 2. Brasília, 2012. BRASIL, Ministério da Educação: Secretaria da Educação Básica. Caderno do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – Unidade 2- Ano 2. Brasília, 2012.
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    BORDENAVE, Juan Dias& PEREIRA, A. Martins; Estratégias de Ensino- Aprendizagem. Vozes. São Paulo.1985. FIRME, T. P. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Rio de Janeiro. 1994 GADOTTI, M. Uma escola para todos os caminhos da autonomia escolar. Petrópolis: Vozes, 1991. LIBÂNEO, José (1985); A Prática Pedagógica de Professores da Escola Pública. São Paulo. LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. 14ª Ed. São Paulo: Cortez, 2002. PILETti, Nelson (2000); Psicologia Educacional, Editora Ática, 17ª Edição, São Paulo Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Avalia %C3%A7%C3%A3o_educacional"