Arte clássica greco-romana I Arquitectura grega Módulo 1 – A cultura da Ágora
Grécia antiga Localiza: 1- Grécia continental 2- Magna Grécia 3- Ásia menor Cristina Meneses - 2010 2 3 1
Museu Britânico Identifica os elementos neoclássicos Cristina Meneses - 2010
Museu Britânico: Cúpula de vidro (jubileu ano 2000)   Identifica os elementos neoclássicos Cristina Meneses - 2010
Acrópole de Atenas Acrópole de Atenas: a parte mais alta da cidade e fortaleza natural Destruída pelos Persas em 480 a. C., a acrópole de Atenas renasce nos meados do século V, de acordo com um plano de Fídias encomendado por Péricles Partenon – templo em honra de Atena Parténos  Propileus – entrada monumental da acrópole Atena Niké – Atena vitoriosa Atena Políade – protectora da cidade, Erecteion (com estátua mais venerada da Deusa, a xoana, em madeira) Altar de Atena Políade – sacrifícios em honra da deusa, culminar das Panateneias, antes de revestir a xoana sagrada com bordados pelas jovens Calcoteca, inscrições em cobre e bronze Observar a disposição da acrópole: acaso ou adaptação ao relevo? Cristina Meneses - 2010
Templo grego Cristina Meneses - 2010
Planta de templo grego Estrutura planimétrica do templo: Pronaos – antecede a naos Cella ou naos – onde estava a estátua da divindade Opistódomos – sucede a naos, câmara do tesouro (oferendas) Peristilo – corredor coberto e circundante, aberto lateralmente por colunas Simetria axial, ou de eixo Fachadas simétricas Estilos ou ordens: dórica e jónica Cristina Meneses - 2010
Alçado de templo grego Alçado: Envasamento  – plataforma elevada para nivelar o terreno: estilóbato- último degrau onde assenta o edifício estereóbato- alicerce com dois ou mais degraus Colunas: fuste – tambores, caneluras capitel – gola, equino, ábaco Entablamento: arquitrave friso cornija (encimada por frontão triangular) Cristina Meneses - 2010
Parténon Cristina Meneses - 2010
Parténon de Atenas Cristina Meneses - 2010 Friso do Parténon Reconstituição do Parténon de Atenas
Cristina Meneses - 2010 Alçado de templo grego (jónico)
Ordens de arquitectura Ordem   significa  “estrutura e decoração característica da arquitectura antiga, baseada na coluna e  respectivo entablamento, orientada por módulos [unidade de medida] que estabelecem as proporções recíprocas dos diversos elementos, bem como das outras partes do edifício” (Teixeira, 1985: 168). A ordem de arquitectura é uma  articulação métrica  dos elementos que a compõem. Esta articulação regula as dimensões do templo. Módulo  era uma unidade de medida que regula a proporção na arquitectura = raio do fuste das colunas tirado na base e estabelecendo proporções invariáveis.  Aplicado ao traçado da coluna: [base]fuste e capitel. A coluna é o elemento arquitectónico de reconhecimento da ordem. O diâmetro médio do fuste determina o módulo métrico segundo o qual se construía a proporção do edifício. Particularidade: coluna antropomórfica, assume a forma humana, caso do Pórtico das Cariátides no Erectéion. Cristina Meneses - 2010
Ordem dórica Cristina Meneses - 2010 Capitel: 8. Gola 9. Equino 10. Ábaco 8 9 10
Ordem dórica Páginas 44 a 46 Coluna , assente no estilóbato,  fuste  com caneluras, formado por tambores [Altura fixada em 19 módulos] Capitel  formado por gola (ou colarinho), équino e ábaco Entablamento :  Arquitrave Friso: métopas e tríglifos Cornija (estrutura saliente) Frontão triangular Efeito óptico de perfeição geométrica era conseguido com deformações e correcções matemáticas Parténon (caso prático) Cristina Meneses - 2010
Ordem jónica Cristina Meneses - 2010
Ordem jónica Páginas 46 a 47 Coluna  assente em base, fuste com caneluras (em maior número), capitel [Altura variável entre 15 e 19 módulos] Capitel: Ábaco Volutas enroladas em espiral Entablamento :  Arquitrave tripartida longitudinalmente Friso contínuo Cornija Frontão triangular encimando o edifício Atena Niké (caso prático) Cristina Meneses - 2010
Ordem coríntia Páginas 48 e 49 Derivação da ordem jónica, com decoração mais rica Coluna  com base, fuste e capitel Altura definida em 20 módulos Capitel  decorado com folhas de acanto coroado com volutas jónicas em forma de sino invertido Entablamento :  Arquitrave Friso Cornija Frontão triangular Templo de Zeus Olímpico em Atenas Ordem preferida mais tarde pelos romanos Cristina Meneses - 2010
Erectéion – Pórtico das Cariátides  Cristina Meneses - 2010 Século V a. C. Consagrado a Poseídon, Atena e Cécrope  e Erecteu Pórtico das Cariátides, 2,3 m., 6 estátuas da escola de Fídias
Coluna antropomórfica Pórtico das Cariátides (réplica do British Museum)  Cristina Meneses - 2010
Tarefa de pesquisa sobre os casos práticos: Parténon e Atena Niké Pesquisa sobre os casos práticos: dimensões, cronologia, decorações, frisos… Cristina Meneses - 2010
Referências bibliográficas: Pinto, Ana Lídia  et al . (2009).  História da cultura e das Artes. 1ª Parte . Porto: Porto Editora. Teixeira, Luís Manuel (1985).  Dicionário ilustrado de belas-artes . Lisboa: Editorial Presença.  Cristina Meneses - 2010 Arquitectura grega Módulo 1 – A cultura da Ágora

05 arte grega arquitectura

  • 1.
    Arte clássica greco-romanaI Arquitectura grega Módulo 1 – A cultura da Ágora
  • 2.
    Grécia antiga Localiza:1- Grécia continental 2- Magna Grécia 3- Ásia menor Cristina Meneses - 2010 2 3 1
  • 3.
    Museu Britânico Identificaos elementos neoclássicos Cristina Meneses - 2010
  • 4.
    Museu Britânico: Cúpulade vidro (jubileu ano 2000) Identifica os elementos neoclássicos Cristina Meneses - 2010
  • 5.
    Acrópole de AtenasAcrópole de Atenas: a parte mais alta da cidade e fortaleza natural Destruída pelos Persas em 480 a. C., a acrópole de Atenas renasce nos meados do século V, de acordo com um plano de Fídias encomendado por Péricles Partenon – templo em honra de Atena Parténos Propileus – entrada monumental da acrópole Atena Niké – Atena vitoriosa Atena Políade – protectora da cidade, Erecteion (com estátua mais venerada da Deusa, a xoana, em madeira) Altar de Atena Políade – sacrifícios em honra da deusa, culminar das Panateneias, antes de revestir a xoana sagrada com bordados pelas jovens Calcoteca, inscrições em cobre e bronze Observar a disposição da acrópole: acaso ou adaptação ao relevo? Cristina Meneses - 2010
  • 6.
    Templo grego CristinaMeneses - 2010
  • 7.
    Planta de templogrego Estrutura planimétrica do templo: Pronaos – antecede a naos Cella ou naos – onde estava a estátua da divindade Opistódomos – sucede a naos, câmara do tesouro (oferendas) Peristilo – corredor coberto e circundante, aberto lateralmente por colunas Simetria axial, ou de eixo Fachadas simétricas Estilos ou ordens: dórica e jónica Cristina Meneses - 2010
  • 8.
    Alçado de templogrego Alçado: Envasamento – plataforma elevada para nivelar o terreno: estilóbato- último degrau onde assenta o edifício estereóbato- alicerce com dois ou mais degraus Colunas: fuste – tambores, caneluras capitel – gola, equino, ábaco Entablamento: arquitrave friso cornija (encimada por frontão triangular) Cristina Meneses - 2010
  • 9.
  • 10.
    Parténon de AtenasCristina Meneses - 2010 Friso do Parténon Reconstituição do Parténon de Atenas
  • 11.
    Cristina Meneses -2010 Alçado de templo grego (jónico)
  • 12.
    Ordens de arquitecturaOrdem significa “estrutura e decoração característica da arquitectura antiga, baseada na coluna e respectivo entablamento, orientada por módulos [unidade de medida] que estabelecem as proporções recíprocas dos diversos elementos, bem como das outras partes do edifício” (Teixeira, 1985: 168). A ordem de arquitectura é uma articulação métrica dos elementos que a compõem. Esta articulação regula as dimensões do templo. Módulo era uma unidade de medida que regula a proporção na arquitectura = raio do fuste das colunas tirado na base e estabelecendo proporções invariáveis. Aplicado ao traçado da coluna: [base]fuste e capitel. A coluna é o elemento arquitectónico de reconhecimento da ordem. O diâmetro médio do fuste determina o módulo métrico segundo o qual se construía a proporção do edifício. Particularidade: coluna antropomórfica, assume a forma humana, caso do Pórtico das Cariátides no Erectéion. Cristina Meneses - 2010
  • 13.
    Ordem dórica CristinaMeneses - 2010 Capitel: 8. Gola 9. Equino 10. Ábaco 8 9 10
  • 14.
    Ordem dórica Páginas44 a 46 Coluna , assente no estilóbato, fuste com caneluras, formado por tambores [Altura fixada em 19 módulos] Capitel formado por gola (ou colarinho), équino e ábaco Entablamento : Arquitrave Friso: métopas e tríglifos Cornija (estrutura saliente) Frontão triangular Efeito óptico de perfeição geométrica era conseguido com deformações e correcções matemáticas Parténon (caso prático) Cristina Meneses - 2010
  • 15.
    Ordem jónica CristinaMeneses - 2010
  • 16.
    Ordem jónica Páginas46 a 47 Coluna assente em base, fuste com caneluras (em maior número), capitel [Altura variável entre 15 e 19 módulos] Capitel: Ábaco Volutas enroladas em espiral Entablamento : Arquitrave tripartida longitudinalmente Friso contínuo Cornija Frontão triangular encimando o edifício Atena Niké (caso prático) Cristina Meneses - 2010
  • 17.
    Ordem coríntia Páginas48 e 49 Derivação da ordem jónica, com decoração mais rica Coluna com base, fuste e capitel Altura definida em 20 módulos Capitel decorado com folhas de acanto coroado com volutas jónicas em forma de sino invertido Entablamento : Arquitrave Friso Cornija Frontão triangular Templo de Zeus Olímpico em Atenas Ordem preferida mais tarde pelos romanos Cristina Meneses - 2010
  • 18.
    Erectéion – Pórticodas Cariátides Cristina Meneses - 2010 Século V a. C. Consagrado a Poseídon, Atena e Cécrope e Erecteu Pórtico das Cariátides, 2,3 m., 6 estátuas da escola de Fídias
  • 19.
    Coluna antropomórfica Pórticodas Cariátides (réplica do British Museum) Cristina Meneses - 2010
  • 20.
    Tarefa de pesquisasobre os casos práticos: Parténon e Atena Niké Pesquisa sobre os casos práticos: dimensões, cronologia, decorações, frisos… Cristina Meneses - 2010
  • 21.
    Referências bibliográficas: Pinto,Ana Lídia et al . (2009). História da cultura e das Artes. 1ª Parte . Porto: Porto Editora. Teixeira, Luís Manuel (1985). Dicionário ilustrado de belas-artes . Lisboa: Editorial Presença. Cristina Meneses - 2010 Arquitectura grega Módulo 1 – A cultura da Ágora

Notas do Editor

  • #3 Cristina Meneses