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Paulo Henrique Palácio
Setembro 2013
A FORMAÇÃO PROFISSIONAL
PERSPECTIVAS PESSOAIS
O MERCADO DE TRABALHO
O CONTEXTO PÚBLICO
O CONTEXTO PRIVADO
Paciente sexo feminino, 40 anos,
sedentária, dona de casa, há um ano
vem se queixando de dor na lombar baixa
à direita sem irradiação para membros
inferiores mas com limitação de
movimento para lateralização à esquerda
e extensão da coluna...
Profissional de Saúde, com formação acadêmica Superior,
habilitado à construção do diagnóstico dos distúrbios cinéticos
funcionais (Diagnóstico Cinesiológico Funcional), a prescrição das
condutas fisioterapêuticas, a sua ordenação e indução no
paciente bem como, o acompanhamento da evolução do quadro
clínico funcional e as condições para alta do serviço.
Atividade de saúde, regulamentada pelo Decreto-Lei 938/69, Lei
6.316/75, Resoluções do COFFITO, Decreto 9.640/84, Lei
8.856/94.
SEU NOME
FOTO
DESCRIÇÃO
FEEDBACK / FEEDFORWARD / ATIVAÇÃO MUSCULAR
MELZACK, R. From the Gate to Neuromatrix. Pain. 1999 Aug;Suppl 6:S121-6.
TENSEGRIDADE FÁSCIA
ROTINA DO EXAME CLÍNICO / LER / ESCREVER / INVESTIGAR
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO, QUEIXA PRINCIPAL,
HDA, ANTECEDENTES PESSOAIS E FAMILIARES.
ATIVA
PASSIVA
FATORES QUE INFLUENCIAM
A MOBILIDADE:
 DOR
 FLEXIBLIDADE
 INTEGRIDADE ARTICULAR
 FORÇA MUSCULAR
 RESTRIÇÃO MIOFASCIAL
FATORES QUE INFLUENCIAM A FLEXIBILIDADE:
-SEDENTARISMO
-IDADE
-RESTRIÇÃO MIOFASCIAL / MOBILIDADE
-DOR
FATORES QUE INFLUENCIAM A
FORÇA MUSCULAR:
Comprimento do músculo
Velocidade do movimento
Temperatura corpo
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Sedentarismo
Dor
ESTÁTICO - DINÂMICO
FATORES QUE INFLUENCIAM A ESTABILIDADE/EQUILÍBRIO:
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Aresta de desequilíbrio
Controle sensorio motor
ESTÁTICA – GESTO
CADEIAS MUSCULARES
FATORES INTRÍNSECOS
FATORES EXTRÍNSECOS
“Uma experiência sensorial e emocional desagradável,
associada a lesões reais ou potenciais, ou descrita em
termos de tais lesões”. (IASP)
OSTEOPATIA
A ESTRUTURA GOVERNA A FUNÇÃO – A estrutura, seja ela um osso, a pele
ou qualquer outro tecido do corpo humano, dita a respectiva função. Quando uma
estrutura sofre qualquer tipo de desordem, a sua função será afectada, dando
origem à patologia.
A UNIDADE DO CORPO – O corpo funciona como um todo e apenas se todas as
suas partes estão em equilíbrio. Quando uma das suas partes sofre uma
alteração, ele procurará manter o equilíbrio a todo o custo, procedendo às
adaptações necessárias. Este princípio vem mostrar que nem sempre a
localização dos sintomas e da patologia é a mesma e que, tratando o problema
na sua origem, o corpo voltará a equilibrar-se.
A AUTOCURA – O organismo não é mais do um conjunto de tecidos ligados
entre si, com a capacidade de se ajustarem e regularem. Desta forma, dando ao
organismo todas as condições de normalidade (através da correcção das
disfunções estruturais), ele terá a capacidade de se curar.
LESÃO OSTEOPÁTICA - É uma tensão fascial que em uma articulação puxa o
segmento móvel para si e o impede de mover-se no sentido oposto, tudo isto
ocorrendo dentro das possibilidades fisiológicas da articulação.
CADEIAS MUSCULARES
- Toda tentativa de correção local irá gerar uma compensação à
distância.
- Toda tentativa de tensionamento de uma cadeira muscular resulta em
uma tendência de rotação interna dos membros.
- Toda tentativa de tensionamento de uma cadeia muscular leva a
tendência de uma bloqueio respiratório em apnéia inspiratória.
MANTER FUNÇÕES
HEGEMÔNICAS
ELIMINAR OU PREVENIR A DOR
MINIMIZAR CONSQUENCIAS DE
AGRESSÕES
SOUCHARD (1986)
INSPEÇÃO
PALPAÇÃO
MOBILIZAÇÃO
TESTES ESPECÍFICOS
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EXAMES COMPLEMENTARES
OBS.: IMPORTÂNCIA DO REGISTRO MAIS
FIDEDIGNO POSSÍVEL
MOBILIDADE FLEXIBILIDADE FORÇA
EQUILÍBRIO/ESTABILIDADE POSTURA DOR
DINAMOMETRIA ISOCINÉTICA
DINAMOMETRIA ISOCINÉTICA
• Força máxima e média;
• Força desenvolvida em relação ao peso corporal;
• Comparação da força entre os lados direito e
esquerdo (lesado e não-lesado);
• Potência do músculo testado;
• Relação de equilíbrio entre os músculos que realizam
o movimento;
• Resistência do músculo testado.
ELETROMIOGRAFIA
Registro da atividade
eletromiográfica permite a
investigação de quais músculos
são utilizados em determinado
movimento, o nível de ativação
muscular durante a execução
do movimento, a intensidade e
duração da solicitação
muscular, além de possibilitar
inferências relativas à fadiga
muscular.
BALANCE SYSTEM
FUNCTIONAL MOVEMENT SCREEN - FMS
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IMAGEM
EVIDÊNCIAS
CASO 1: PACIENTE SEXO MASCULINO, 30 ANOS, SEDENTÁRIO,
TRABALHA COM T.I., QUEIXA DE DOR NA COLUNA LOMBAR HÁ 5
MESES (PIORA QUANDO FAZ EXTENSÃO), FEZ USO APENAS DE AINE.
CASO 2: PACIENTE SEXO FEMININO, 22 ANOS, ATLETA DE FUTSAL,
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  • 2. A FORMAÇÃO PROFISSIONAL PERSPECTIVAS PESSOAIS O MERCADO DE TRABALHO O CONTEXTO PÚBLICO O CONTEXTO PRIVADO
  • 3.
  • 4. Paciente sexo feminino, 40 anos, sedentária, dona de casa, há um ano vem se queixando de dor na lombar baixa à direita sem irradiação para membros inferiores mas com limitação de movimento para lateralização à esquerda e extensão da coluna...
  • 5.
  • 6. Profissional de Saúde, com formação acadêmica Superior, habilitado à construção do diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais (Diagnóstico Cinesiológico Funcional), a prescrição das condutas fisioterapêuticas, a sua ordenação e indução no paciente bem como, o acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e as condições para alta do serviço. Atividade de saúde, regulamentada pelo Decreto-Lei 938/69, Lei 6.316/75, Resoluções do COFFITO, Decreto 9.640/84, Lei 8.856/94.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19. FEEDBACK / FEEDFORWARD / ATIVAÇÃO MUSCULAR
  • 20. MELZACK, R. From the Gate to Neuromatrix. Pain. 1999 Aug;Suppl 6:S121-6.
  • 22. ROTINA DO EXAME CLÍNICO / LER / ESCREVER / INVESTIGAR
  • 23. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO, QUEIXA PRINCIPAL, HDA, ANTECEDENTES PESSOAIS E FAMILIARES.
  • 24. ATIVA PASSIVA FATORES QUE INFLUENCIAM A MOBILIDADE:  DOR  FLEXIBLIDADE  INTEGRIDADE ARTICULAR  FORÇA MUSCULAR  RESTRIÇÃO MIOFASCIAL
  • 25. FATORES QUE INFLUENCIAM A FLEXIBILIDADE: -SEDENTARISMO -IDADE -RESTRIÇÃO MIOFASCIAL / MOBILIDADE -DOR
  • 26. FATORES QUE INFLUENCIAM A FORÇA MUSCULAR: Comprimento do músculo Velocidade do movimento Temperatura corpo Área de secção transversa /penação Adaptações neurais Sedentarismo Dor
  • 27. ESTÁTICO - DINÂMICO FATORES QUE INFLUENCIAM A ESTABILIDADE/EQUILÍBRIO: Base de sustentação Peso Altura do centro de gravidade Aresta de desequilíbrio Controle sensorio motor
  • 28. ESTÁTICA – GESTO CADEIAS MUSCULARES FATORES INTRÍNSECOS FATORES EXTRÍNSECOS
  • 29. “Uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a lesões reais ou potenciais, ou descrita em termos de tais lesões”. (IASP)
  • 30. OSTEOPATIA A ESTRUTURA GOVERNA A FUNÇÃO – A estrutura, seja ela um osso, a pele ou qualquer outro tecido do corpo humano, dita a respectiva função. Quando uma estrutura sofre qualquer tipo de desordem, a sua função será afectada, dando origem à patologia. A UNIDADE DO CORPO – O corpo funciona como um todo e apenas se todas as suas partes estão em equilíbrio. Quando uma das suas partes sofre uma alteração, ele procurará manter o equilíbrio a todo o custo, procedendo às adaptações necessárias. Este princípio vem mostrar que nem sempre a localização dos sintomas e da patologia é a mesma e que, tratando o problema na sua origem, o corpo voltará a equilibrar-se. A AUTOCURA – O organismo não é mais do um conjunto de tecidos ligados entre si, com a capacidade de se ajustarem e regularem. Desta forma, dando ao organismo todas as condições de normalidade (através da correcção das disfunções estruturais), ele terá a capacidade de se curar. LESÃO OSTEOPÁTICA - É uma tensão fascial que em uma articulação puxa o segmento móvel para si e o impede de mover-se no sentido oposto, tudo isto ocorrendo dentro das possibilidades fisiológicas da articulação.
  • 31. CADEIAS MUSCULARES - Toda tentativa de correção local irá gerar uma compensação à distância. - Toda tentativa de tensionamento de uma cadeira muscular resulta em uma tendência de rotação interna dos membros. - Toda tentativa de tensionamento de uma cadeia muscular leva a tendência de uma bloqueio respiratório em apnéia inspiratória. MANTER FUNÇÕES HEGEMÔNICAS ELIMINAR OU PREVENIR A DOR MINIMIZAR CONSQUENCIAS DE AGRESSÕES SOUCHARD (1986)
  • 32.
  • 33. INSPEÇÃO PALPAÇÃO MOBILIZAÇÃO TESTES ESPECÍFICOS TESTES / ESCALAS FUNCIONAIS EXAMES COMPLEMENTARES OBS.: IMPORTÂNCIA DO REGISTRO MAIS FIDEDIGNO POSSÍVEL
  • 36. DINAMOMETRIA ISOCINÉTICA • Força máxima e média; • Força desenvolvida em relação ao peso corporal; • Comparação da força entre os lados direito e esquerdo (lesado e não-lesado); • Potência do músculo testado; • Relação de equilíbrio entre os músculos que realizam o movimento; • Resistência do músculo testado.
  • 37. ELETROMIOGRAFIA Registro da atividade eletromiográfica permite a investigação de quais músculos são utilizados em determinado movimento, o nível de ativação muscular durante a execução do movimento, a intensidade e duração da solicitação muscular, além de possibilitar inferências relativas à fadiga muscular.
  • 41. TESTES FUNCIONAIS, ESCALAS, EXAMES DE IMAGEM
  • 42.
  • 44.
  • 45. CASO 1: PACIENTE SEXO MASCULINO, 30 ANOS, SEDENTÁRIO, TRABALHA COM T.I., QUEIXA DE DOR NA COLUNA LOMBAR HÁ 5 MESES (PIORA QUANDO FAZ EXTENSÃO), FEZ USO APENAS DE AINE. CASO 2: PACIENTE SEXO FEMININO, 22 ANOS, ATLETA DE FUTSAL, ESTÁ NA SEGUNDA SEMANA DE PÓS-OPERATÓRIO DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DIREITO. CASO 3: PACIENTE SEXO MASCULINO, 50 ANOS, TRABALHA COM MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS, QUEIXA DE DOR NO OMBRO DIREITO HÁ 3 MESES