Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA

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  • Uma pena que quem faz esses materiais não usa fazer bibliografia. Às vezes o material é excelente, tem o que a gente quer, mas a gente não pode usar pq não tem a referência =(
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Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA

  1. 1.  “Uma experiência sensorial e emocional desagradável que é associada a lesões reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões.  A dor é sempre subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências”. (Associação Internacional para o estudo da dor)
  2. 2. DOR
  3. 3.  Dor como prejuízo na qualidade de vida  Eliminação rápida evita a hipersensibilização central.  A percepção da dor é subjetiva variando de pessoa para pessoa  Influência psicossociais, varia de acordo com nossos pensamentos e sentimentos
  4. 4.  As vias nervosas encarregadas de transmitir informações sobre a localização e intensidade dos estímulos nocivos diferem das vias dos estímulos emocionais.  A reação do indivíduo diante do estímulo nocivo traduz a atividade desses dois sistemas.
  5. 5.  Se manifesta transitoriamente por Um período curto . Funciona como um alerta do corpo para lesões em tecidos, inflamações ou doenças, centralizada primeiro e depois capaz de se tornar difusa.
  6. 6.  É aquela que excede seis meses sendo constante e intermitente. Quase sempre está associada a um processo de doença crônica.
  7. 7.  Quando ocorre uma lesão na pele, receptores sensoriais(terminações nervosas) que enviam sinais que causam a percepção da dor são ativados nos tecidos cutâneos inferiores.  Localizadas e de curta duração, como queimaduras de 1º grau e cortes superficiais.
  8. 8.  Tem origem nos ligamentos, ossos, tendões, vasos sanguíneos e nervos.  Poucos receptores de dor nestas regiões produzem uma sensação maçante, mal localizada e de maior duração.  É a dor que a pessoa sente quando quebra um braço, torce o tornozelo.
  9. 9.  Se origina dentro dos órgãos e cavidades internas do corpo. Com menos receptores sensoriais ainda nesta áreas, produz Uma sensação dolorida e de maior duração do que a dor somática, muito difícil de localizar.  Sendo muitas vezes associada a partes do corpo totalmente diferente do local da lesão.  Ex:Ataque cardíaco.
  10. 10.  É Uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda de receptores específicos.  Este tipo de dor está relacionada com o grau de lesão do tecido.
  11. 11.  É Uma sensação provinda de nervos periféricos diretamente por condução nervosa gerando desconforto característico em choque
  12. 12.  80% emocional / 20% local  Significado para o paciente: positivo X negativo  Atuação do fisioterapeuta para evitar  Identificação das dimensões da dor
  13. 13.  Sensitiva e discriminatória da dor: percepção da área e delimitação intensidade e comportamento.  Cognição e avaliação da dor: as experiências passadas e os conhecimentos do paciente afetam sua atitude da dor.  Ligada a afetividade e motivação : refere as idéias do paciente sobre a dor e sua reação (raiva,ansiedade,medo, preocupação)
  14. 14.  Aguda : inferior a 06 semanas  Subaguda : de 06 a 12 semanas  Crônica : duração superior a 3 meses
  15. 15.  1ª Fase : surge simultaneamente com o estímulo, dor rápida (fibra A-delta mielinizada velocidade 30m/s) tudo ocorre por via e terminações nervosas.  2ª Fase : se caracteriza pela dor prolongada ( fibra C desmielinizada 3m/s), dor surda e de localização pouco precisa, provocada pelo processo inflamatório.  As 1ª e 2ª fases são de caráter nociceptiva.
  16. 16.  3ª Fase : ocorre pela hipersensibilização mudanças nas aferências normais causando mudança do comportamento e mecanismo de sensibilização. Dor neuropática
  17. 17.  1 Característica da dor  1.1 Localização da dor: local/irradiada  1.2 Qualidade da dor:  1.2.1 Dor rápida pontada fibras A-delta  1.2.2 Dor surda de localização indefinida fibras C  1.2.3 Dor em queimação lesão de mielina nervo periférico  1.2.4 Dor pulsátil início da inflamação  1.2.5 Hiperalgesia : sensibilidade dolorosa  1.2.6 Alodínea : estímulos táteis indolores mas podendo desencadear dor.
  18. 18.  1.3 Tipos de dor :  1.3.1 Neuropática : lesão das fibras nervosas  1.3.2 Fisiológica : superficial / profunda (nociceptores)  1.3.3 Dor visceral : órgãos internos  1.3.4 Psicogênica : origem SNC, nem toda dor resulta da estimulação nociceptivas.
  19. 19.  Escalonamento da Dor da OMS  Unidimensionais  MUltidimensionais
  20. 20.  Multidimensionais  Questionário de dor MCGILL :  Avaliação de aspectos sensoriais, afetivos, avaliativos e intensidade da dor

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