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75
NOVOS ESPAÇOS DE COMUNICAÇÃO E APRENDIZAGEM PARA O
PROFESSOR DE INGLÊS NA ERA DA INTERNET
Joyce Vieira Fettermann1
RESUMO: O presente artigo tem como objetivo demonstrar algumas maneiras como
as redes sociais virtuais podem e têm auxiliado o docente de língua inglesa na
aprendizagem do idioma, seja no âmbito linguístico, pedagógico, profissional, seja
na sua interação e comunicação com seus pares. Para tanto, faz-se uma busca no
Facebook para encontrar páginas e grupos que têm funcionado como suportes para
o professor, levando-o a interagir com outros, com os quais possui interesses em
comum. Realiza-se uma pesquisa qualitativa, de cunho exploratório (TRIVIÑOS,
1987), com o aporte de teóricos como Paiva (2001; 2005), Franco (2008), Recuero
(2009), Pinto (2011) e outros. Considera-se, ao final, que através do uso do
Facebook o professor pode fazer parte de uma rede de relações virtuais que lhe
permite trocar ideias, aprender com colegas de profissão, formular novos conceitos a
respeito de questões que envolvem o ensino do idioma com que trabalha, adquirir
novos conhecimentos de forma colaborativa, sendo o protagonista de seu próprio
conhecimento compartilhado.
Palavras-chave: Facebook. Aprendizagem. Interação. Comunicação. Professores
de inglês.
INTRODUÇÃO
Nos dias atuais, tornou-se visível em todas as áreas de atuação as tecnologias
implantadas na vida das pessoas de forma rápida e transformadora. Este momento
não é somente de novos equipamentos nas mãos dos alunos, mas também de
novos estilos de ensino e aprendizagem. Assim, as novas tecnologias devem ser
compreendidas como instrumentos culturais na prática pedagógica, que estão
presentes na educação, no sentido de aperfeiçoar o processo de ensino-
aprendizagem e capacitar o indivíduo a viver na era digital, partilhando uma visão
mais abrangente do mundo.
Nota-se que os alunos e a comunidade em geral deixaram de ser meros
consumidores das redes sociais, e passaram a ser também intensos conhecedores
e criadores delas, como ressalta Kenski (1998). Nesse sentido, Prensky (2004)
sublinha que os alunos deste tempo são denominados nativos digitais, pois
1
Mestra em Cognição e Linguagem – UENF. Especialista em Língua Inglesa e Licenciada em
Letras/Inglês pela UniFSJ – Itaperuna.
76
nasceram e cresceram em meio à efervescência tecnológica, e uma de suas
características é a utilização, em larga escala, dos métodos digitais.
No contexto de ensino de língua estrangeira, principalmente de língua inglesa,
esse cenário onde o aprendiz tem contato com toda parte do mundo, muitas vezes
na palma das mãos, torna-se significante, uma vez que os passam a ter maior
possibilidade de contato com nativos de países onde o idioma é falado, podendo
acessar acontecimentos culturais virtualmente e tendo a oportunidade de praticar o
que aprenderam previamente.
Portanto, o contexto apresentado levou esta autora a partir da hipótese de que
os ambientes virtuais podem se configurar como espaços de aprendizagem também
para o professor de língua inglesa, já que este deve estar em constante atualização
quanto às particularidades da língua – como gírias, internetês em inglês,
vocabulário, uso linguístico e outras –, ferramentas para utilizar em sala de aula,
técnicas e abordagens que levem seus estudantes a atingir seus objetivos, além da
possibilidade de interagir com colegas da profissão sobre assuntos em geral.
Assim, este artigo pretende demonstrar algumas maneiras como as redes
sociais virtuais, em especial o Facebook, podem e têm auxiliado na aprendizagem
do docente de língua inglesa.
1. NOVAS PERSPECTIVAS PARA O PROFESSOR DE LÍNGUAS
Segundo Littlewood (2004, p. 94),
[...] os métodos comunicativos de ensino contribuem para que o
aprendiz desenvolva sua própria personalidade no processo de
aprendizagem. Eles também contribuem com o professor que
deixa seu papel de professor, para se tornar um ser humano entre
seres humanos.
Nessa linha de pensamento, o linguista Almeida Filho (2001) pontua que
aprender uma língua é aprender a construir significados nela. Isso acontece em
forma de interação social, unida à construção de conhecimento e troca de
informações.
77
Desse modo, os professores de língua inglesa necessitam desenvolver uma
atitude crítico-reflexiva, no sentido de repensar sua prática pedagógica, para que
haja uma descentralização do saber, deixando de lado sua posição de transmissor
de um conhecimento pré-estabelecido, e passando a ser o facilitador deste. Assim,
passam a contribuir para uma aprendizagem significativa que leva os alunos a
produzirem conhecimentos.
Holden e Rogers (2001) apresentam novas habilidades que podem ser
trabalhadas com alunos de línguas: habilidade de estudo ou de pensar, habilidade
social e habilidade de autoconscientização. De acordo com esses autores, no uso da
habilidade social, os alunos aprendem uns com os outros em colaboração. A
habilidade de estudo/pensar é estabelecida quando o aluno faz uso da memória,
desenvolve as regras gramaticais e já produz sentenças. Ao exercitar a habilidade
de autoconscientização, o educando media as habilidades da língua e a
autoconsciência.
Nessa perspectiva, pode-se afirmar que as habilidades citadas possibilitam
também o convívio dentro do ambiente das redes sociais virtuais, onde as
informações são compartilhadas pelos usuários, que são estimulados a desenvolver
o aprendizado, tornando-se mais ativos nesse processo.
Segundo as recomendações dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua
Estrangeira (BRASIL, 1998), é de vital importância que haja uma aproximação das
situações de aprendizagem ao cotidiano do aprendiz, abandonando, assim, um
ensino meramente reprodutivo. Entende-se que a internet pode ser uma grande
aliada nesta tarefa, uma vez que, atualmente, há uma variedade de ferramentas à
disposição do professor, que podem ser utilizadas para sua própria busca por
informações, como também para promover a independência de seu aluno que passa
a manter uma busca pelo aperfeiçoamento do conhecimento.
Assim, pode-se afirmar que o uso dessas novas tecnologias possibilita ao
professor um ambiente propício para uma maior aproximação de novas
aprendizagens através de ferramentas e recursos, além de ser possível interagir
com diversos outros docentes de qualquer lugar do mundo a qualquer tempo, o que
pode possibilitar uma troca voluntária de experiências e ideias.
78
2. A APRENDIZAGEM AUTÔNOMA DO PROFESSOR E AS FERRAMENTAS DA
WEB
Diante da sociedade atual, chamada da informação (CASTELLS; CARDOSO,
2005), não se pode ignorar o papel que as novas tecnologias da informação e da
comunicação têm desempenhado no contexto educacional. De maneira específica, o
ensino da língua inglesa também tem sido beneficiado com tantos recursos e
ferramentas que podem ser utilizados.
Nota-se que a rede virtual obtém numerosa variedade de material para os
aprendizes de língua inglesa, oferecendo-lhes um ambiente propício para a
aquisição mais dinâmica e interativa do idioma, diferentemente do que costumava
acontecer com os materiais tradicionais. Nessa perspectiva, Paiva (2005) salienta
que o indivíduo que faz usos da tecnologia tem mais chances de aprender.
Através da comunicação via internet, aquele que se propõe a estudar uma
língua-alvo pode interagir com falantes nativos ou outros aprendizes de todo o
mundo. Esse espaço virtual torna-se, então, um ambiente onde é possível
desenvolver a autonomia e construir o próprio conhecimento do idioma.
Félix (1998, p. 19) afirma que quanto mais as tecnologias vão se
desenvolvendo, mais os materiais vão se tornando interessantes e interativos.
Desse modo, os grandes avanços da internet têm possibilitado cada vez mais que
os indivíduos sejam responsáveis por sua própria aprendizagem, escolhendo, dentre
inúmeras ferramentas disponíveis na web, as que se coadunem melhor às suas
preferências para poderem adquirir novos conhecimentos.
Nos dias atuais, percebe-se que a utilização de novas formas de comunicação
tem auxiliado o professor de língua inglesa a adquirir novos conhecimentos de
diversas maneiras. Entre elas estão os chats, blogs, redes sociais, como o Facebook
e outras, que lhe permitem dialogar através da leitura e construção de textos,
conversar por mensagens instantâneas, assistir e discutir vídeos e muito mais.
Da mesma forma, tornou-se possível a realização de diferentes funções online.
Uma delas é aprimorar um idioma, e a interação parece ter um papel fundamental
para que os docentes de língua inglesa se comuniquem com indivíduos ao redor do
mundo, visto que hoje a internet oferece diversos ambientes para o aperfeiçoamento
do uso de línguas e oferece situações reais de comunicação.
79
Nesse sentido, ao destacar a utilização das novas tecnologias educacionais
como mediadoras que facilitam a autonomia do aprendiz, torna-se necessário adotar
uma perspectiva sociointeracionista com base no diálogo.
Nesse processo, como salienta Franco (2008), a internet se tornou uma
ferramenta fundamental, pois pode promover a interação entre professores-
professores, professores-alunos, alunos-alunos e alunos-professores, possibilitando
que se construam conhecimentos através de aprendizagem coletiva e colaborativa.
Na concepção de Larsen-Freeman (2000, p. 164),
[...] a aprendizagem colaborativa ou cooperativa envolve,
essencialmente, alunos aprenderem uns com os outros em
grupos. No entanto, não é a configuração de que distingue a
aprendizagem, mas a forma com que os alunos e professores
trabalham em conjunto que é importante.
Embora a tecnologia ajude o indivíduo a construir um conhecimento em grupo,
Vygotsky (2015) afirma que a absorção dessa aprendizagem é feita de maneira
individual, cada um constrói seu próprio conhecimento. A essa teoria ele deu o nome
de Zona de Desenvolvimento Proximal2
.
Acredita-se que cada um pode, individualmente, dar suporte a outros na tarefa
de aprender, à medida que assimila novas informações. Portanto, como afirma Paiva
(2001), o estudante de língua estrangeira, através da ajuda de coaprendizes, pode
obter sucesso em situações de comunicação, seja através da oralidade, seja da
escrita nos espaços virtuais de interação e aprendizagem. Para isso, torna-se
necessário levar em consideração o papel social da linguagem que, para a autora a
que se faz referência, torna o aprendiz – neste caso, o professor de inglês – capaz
de se comunicar com os outros e, possivelmente, fazer parte da comunidade de
falantes do idioma que se pretende aprimorar.
3. O PROFESSOR DE INGLÊS E SUAS INTERAÇÕES NO FACEBOOK
2
Elaborado por Vygotsky, a Zona de Desenvolvimento Proximal é um conceito que possui dois níveis.
O primeiro é o nível de desenvolvimento real, que acontece quando as funções de que o indivíduo
aprendeu já estão consolidadas e aprendidas, ao qual consegue realizar por si só. Já o segundo nível
potencial refere-se ao que o indivíduo pode aprender futuramente.
(Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky>. Acesso em 22 set. 2015).
80
Realizando uma busca pela rede social Facebook, é possível encontrar
diversos grupos e páginas direcionadas a professores de língua inglesa. Desde
trocar informações sobre o trabalho, aulas, materiais e planejamento, até divulgar
eventos como cursos, workshops, webinários, congressos nacionais e internacionais
na área, vagas e necessidade de emprego, além de chats online, tudo isso pode ser
acessado no dado ambiente.
Nesse sentido, através da pesquisa exploratória (TRIVINÕS, 1987), esta autora
encontrou páginas e grupos criados para a interação e aprendizagem de professores
de inglês nas esferas linguística e profissional (treinamento e capacitação). Foi
selecionada a página English Teachers e o grupo BrELT – Brazilian Teachers of
English as a Foreign Language, sobre a qual se fazem algumas considerações que
podem ser observadas a seguir:
English Teachers – página criada para professores, em que são encontradas
pessoas de diversos países que discutem diariamente sobre assuntos como
dicas para melhorar as habilidades em inglês, questões salariais e
educacionais, formação, diplomas, suas crenças a respeito do processo de
ensino e aprendizagem, entre outros.
A seguir, é possível observar uma postagem feita pelo administrador da página,
que pergunta: “como um professor de inglês no exterior, você acredita que é pago
justamente pelo trabalho que realiza toda semana (planejamentos, aulas, avaliação,
serviço de babá, etc.)”?
81
Figura 1: Página English Teachers – Sobre pagamento
Fonte: https://www.facebook.com/englishteachersseries
Nos comentários dos participantes da discussão, pode-se ler sobre a
insatisfação de professores no geral. Apenas um deles, do Japão, acredita que se
um professor quiser trabalhar muito, focando mais no ensino e menos em
preparação de aulas, ele conseguirá um salário de nível médio, decente, segundo o
usuário da rede social.
Dessa forma, ressalta-se o potencial para interação e comunicação que as
ferramentas da rede social Facebook proporcionam, devido à dinâmica que ela
permite aos seus usuários (OLIVEIRA; TEDESCO, 2010), como pode ser visto na
Figura 1.
Ao discutirem sobre um assunto pertinente aos professores, eles ainda podem
descobrir informações de modo colaborativo, como afirmam Lee e Mcloughlin
(2008), ampliar sua aprendizagem informal sobre o tema em pauta, sobre como sua
realidade se aplica em outros países e, ainda, apresentar o que pensam sobre tal
assunto.
82
Na discussão que segue, é perguntado aos membros da página o seguinte:
“deveria ser exigido que todo professor de inglês tenha uma formação em nível
superior [...]”?
Figura 2: Página English Teachers – Sobre Formação
Fonte: https://www.facebook.com/englishteachersseries
Algumas considerações devem ser destacadas sobre os comentários da figura
apresentada. Por exemplo, uma integrante evidencia a diferença entre professores
de inglês e assistentes. Em seu ponto de vista, os professores precisam de, pelo
menos, um treinamento (como o certificado TESOL – Teachers of English to
Speakers of Other Languages, para Professores de Inglês para Falantes de Outras
Línguas), enquanto os assistentes não necessitam, por serem utilizados mais como
recursos na aula.
83
Outros participantes destacam o conhecimento linguístico e a motivação como
fatores importantes a serem considerados pelo professor. Por sua vez, fica evidente
durante a troca de informações que as pessoas não acreditam que a formação de
nível superior pode influenciar no ensino que o professor de inglês oferece.
Quanto a isso, a professora Paiva (1997) destaca que “o professor de inglês
deveria ter, além de consciência política, bom domínio do idioma (oral e escrito) e
sólida formação pedagógica com aprofundamento em linguística aplicada”3
. Ainda,
segundo a pesquisadora, o número de profissionais bem formados na área no Brasil
é reduzido e, apesar de a formação ser de boa qualidade, muitas vezes se dá por
esforço próprio, uma vez que os cursos de licenciatura ensinam sobre a língua, mas
não oferecem conhecimentos mais aprofundados na área específica de
aprendizagem da língua inglesa.
BrELT – Brazilian Teachers of English as a Foreign Language
EsSa comunidade se dedica aos profissionais do ensino de inglês no Brasil e
tem o objetivo de discutir práticas e teorias, bem como compartilhar dicas e
oportunidades, ajudando a construir uma comunidade TESOL mais forte e unida no
país. O grupo também organiza o BrELT Chat, uma conversa quinzenal em que são
discutidos tópicos relacionados à profissão e ao processo de ensino-aprendizagem
da língua inglesa, como se observa na página que segue.
3
Disponível em http: < http://www.veramenezes.com/identidade.htm>. Acesso em 24 set. 2015.
84
Figura 3: BrELT Chat sobre carreira
Fonte: https://www.facebook.com/groups/brelt/?fref=ts
Em geral, essas conversas são realizadas através de comentários abaixo da
postagem sobre o tema a ser discutido. Os participantes do grupo interagem entre si
através de mensagens curtas, trocando ideias e discutindo o tópico, o que gera
aprendizado e pode aprimorar sua prática.
No BrELT chat acima, os professores abordaram sobre cursos a serem feitos,
investimentos na carreira, os contextos em que atuam, planejamento de aulas,
autonomia profissional e outros. Interessante se faz notar que sempre há
compartilhamento de ideias e opiniões, o que aproxima as realidades vivenciadas
85
por cada pessoa que participa desses momentos de troca, como afirmou um
integrante do grupo: “Um prazer mt grande aprender com vcs. Várias coisas p/ eu
pensar”.
As figuras a seguir oportunizam possibilidades de capacitação, divulgando um
seminário na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e um webinário
promovido pela organização BRAZ-TESOL (uma associação de professores de
inglês para falantes de outras línguas no Brasil).
Figura 4: Sobre o Seminário de Línguas
Fonte: https://www.facebook.com/groups/brelt/?fref=ts
86
Figura 5: Webinário
Fonte: https://www.facebook.com/groups/brelt/?fref=ts
Destaca-se na figura 5 a possibilidade de interagir com o professor palestrante
que falou de alguns mitos sobre a gramática em inglês, uma vez que a imagem é
compartilhada no grupo, o qual é marcado na postagem. Isso pode permitir trocas
posteriores de informação do participante com palestrante, o que amplia ainda mais
a ideia de que se pode aprender nas redes.
O exposto acima corrobora o que assinalam Allegretti et al (2012, p. 56), ao
defenderem que “a interatividade possibilita o aprendizado colaborativo, o diálogo, a
negociação social e a construção coletiva de conhecimento”, deslocando o aprendiz
da função de receptor de conteúdos para a posição de construtores do
conhecimento.
Recuero (2009) sublinha que as redes são compostas pelos atores e as
relações que desenvolvem. Nessa perspectiva, torna-se relevante evidenciar o que
afirmam Andrade e Vicari (2006), quando dizem que as relações interpessoais se
87
iniciam no momento em que as pessoas adquirem confiança e consideração para
com as outras. Nesse processo, a percepção do outro nesse ambiente é peça
fundamental.
Portanto, evidenciam-se as relações criadas entre os usuários dessa rede que
participam de grupos e páginas específicas, buscando uma proximidade com
pessoas com as quais possuem algo em comum. Isso os leva a construírem, ao
longo de suas participações nas discussões, postagens e, nos compartilhamentos,
conexões que os aproximam virtualmente, fazendo com que, como corrobora Pinto
et al (2011), as redes sociais, através da interação humana, propiciem a inclusão
digital do indivíduo e a construção de seu conhecimento.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com esta pesquisa, foi possível verificar como as novas tecnologias podem
auxiliar o docente de língua inglesa em sua prática, tendo em vista que nos dias
atuais há diversas pesquisas que demonstram a eficácia de recursos e ferramentas
tecnológicas na aquisição de novos conhecimentos.
Os dados emersos neste artigo demostraram que a rede social Facebook, que
está cada vez mais presente na prática pedagógica, se tornou um instrumento
significativo no aprendizado do professor e no ensino da língua inglesa oferecido aos
seus alunos.
Nesse sentido, o professor pode fazer parte de uma rede de relações virtuais
que lhe permite trocar ideias, aprender com colegas de profissão, formular novos
conceitos a respeito de questões que envolvem o ensino do idioma com que
trabalha, adquirir novos conhecimentos de forma interativa, protagonizando e
compartilhando o seu próprio conhecimento.
REFERÊNCIAS
ALLEGRETTI, S. M. M. et al. Aprendizagem nas redes sociais virtuais: o
potencial da conectividade em dois cenários. Revista Contemporaneidade,
Educação e Tecnologia. São Paulo, v. 01, n. 02, p. 54-60, 2012.
88
ALMEIDA, F. J. Aprendizagem colaborativa: o professor e o aluno ressignificados.
In: ALMEIDA, F. J. (Coord.). Projeto Nave. Educação a distância. Formação de
professores em ambientes virtuais e colaborativos de aprendizagem. São Paulo:
s.n., 2001.
ANDRADE, A. F. D.; VICARI, R. M. Construindo um ambiente de aprendizagem a
distância inspirado na concepção sociointeracionista de Vygotsky. In SILVA, M.
Educação Online. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2006.
BRASIL. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais.
Terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua Estrangeira. Brasília:
MEC/ SEF, 1998.
CASTELLS, M.; CARDOSO, G. (Org.). The Network Society: From Knowledge to
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FELIX, U. Virtual language learning. Melbourne: Language Australia, 1998.
FRANCO, Claudio de Paiva. Novas tecnologias, novas perspectivas para o ensino-
aprendizagem de língua estrangeira. Cadernos de Letras (UFRJ), v. 24, p. 145-156,
2008.
HOLDEN, S.; ROGERS, M. O ensino da língua inglesa. São Paulo: Special Books
Services Livraria, 2001.
KENSKI, V. M. O Ensino e os recursos didáticos em uma sociedade cheia de
tecnologias. In: VEIGA, I. P. A. (org). Didática: o Ensino e suas relações. Campinas,
SP: Papirus, 1998.
LARSEN-FREEMAN, D. Techniques and principles in language teaching. Oxford
University Press, 2000.
LEE, M. J. W; MCLOUGHLIN, C. Harnessing the affordances of web 2.0 and
social software tools: can we finally make “student-centered” learning a reality?
Artigo apresentado na World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia
and Telecommunications, Vienna, Áustria, 2008.
LITTLEWOOD, W. T. Foreign and second language learning: language acquisition
research and its implications for the classroom. Cambridge: Cambridge University
Press, 2004.
OLIVEIRA, E. A.; TEDESCO, P. i-collaboration: um modelo de colaboração
inteligente personalizada para ambientes de EAD. Revista Brasileira de Informática
na Educação, v. 18, n. 1, p. 31-47, 2010.
PAIVA, V. L. M. O. A identidade do professor de inglês. APLIEMGE: ensino e
pesquisa. Uberlândia: APLIEMGE/FAPEMIG, n. 1, 1997, p. 9-17.
89
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. A WWW e o ensino de inglês. Revista
Brasileira de Lingüística Aplicada. v. 1, n1, 2001.
PAIVA, V.L.M.O. Autonomia e complexidade: uma análise de narrativas de
aprendizagem. In: FREIRE, M.M; ABRAHÃO, M.H.V; BARCELOS, A.M.F
(Orgs.). Lingüística Aplicada e Contemporaneidade. Campinas e São Paulo:
Pontes e ALAB, 2005a. p.135-153.
PINTO, C. et al. Vivendo e aprendendo no Facebook: uma visão da usabilidade
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Dias 16, 17 e 18 de novembro de 2011. UDESC/UFSC. Disponível em http: <
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PRENSKY, M. Nativos digitais, Imigrantes digitais. Tradução do artigo “Digital
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professora, tradutora e mestranda em Educação pela UCG. On the Horizon, NCB
University Press, v.9, n.5, out. 2001.
RECUERO, R. Comunidades virtuais em redes sociais na internet: uma proposta
de estudo. (Coleção Cibercultura). Porto Alegre: Sulina, 2009.
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qualitativa em educação. 12. tir. São Paulo: Atlas, 1987.
VYGOTSKY, L. Zona de Desenvolvimento Proximal. Disponível em
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky>. Acesso em 15 mar. 2015.

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NOVOS ESPAÇOS DE COMUNICAÇÃO E APRENDIZAGEM PARA O PROFESSOR DE INGLÊS NA ERA DA INTERNET

  • 1. 75 NOVOS ESPAÇOS DE COMUNICAÇÃO E APRENDIZAGEM PARA O PROFESSOR DE INGLÊS NA ERA DA INTERNET Joyce Vieira Fettermann1 RESUMO: O presente artigo tem como objetivo demonstrar algumas maneiras como as redes sociais virtuais podem e têm auxiliado o docente de língua inglesa na aprendizagem do idioma, seja no âmbito linguístico, pedagógico, profissional, seja na sua interação e comunicação com seus pares. Para tanto, faz-se uma busca no Facebook para encontrar páginas e grupos que têm funcionado como suportes para o professor, levando-o a interagir com outros, com os quais possui interesses em comum. Realiza-se uma pesquisa qualitativa, de cunho exploratório (TRIVIÑOS, 1987), com o aporte de teóricos como Paiva (2001; 2005), Franco (2008), Recuero (2009), Pinto (2011) e outros. Considera-se, ao final, que através do uso do Facebook o professor pode fazer parte de uma rede de relações virtuais que lhe permite trocar ideias, aprender com colegas de profissão, formular novos conceitos a respeito de questões que envolvem o ensino do idioma com que trabalha, adquirir novos conhecimentos de forma colaborativa, sendo o protagonista de seu próprio conhecimento compartilhado. Palavras-chave: Facebook. Aprendizagem. Interação. Comunicação. Professores de inglês. INTRODUÇÃO Nos dias atuais, tornou-se visível em todas as áreas de atuação as tecnologias implantadas na vida das pessoas de forma rápida e transformadora. Este momento não é somente de novos equipamentos nas mãos dos alunos, mas também de novos estilos de ensino e aprendizagem. Assim, as novas tecnologias devem ser compreendidas como instrumentos culturais na prática pedagógica, que estão presentes na educação, no sentido de aperfeiçoar o processo de ensino- aprendizagem e capacitar o indivíduo a viver na era digital, partilhando uma visão mais abrangente do mundo. Nota-se que os alunos e a comunidade em geral deixaram de ser meros consumidores das redes sociais, e passaram a ser também intensos conhecedores e criadores delas, como ressalta Kenski (1998). Nesse sentido, Prensky (2004) sublinha que os alunos deste tempo são denominados nativos digitais, pois 1 Mestra em Cognição e Linguagem – UENF. Especialista em Língua Inglesa e Licenciada em Letras/Inglês pela UniFSJ – Itaperuna.
  • 2. 76 nasceram e cresceram em meio à efervescência tecnológica, e uma de suas características é a utilização, em larga escala, dos métodos digitais. No contexto de ensino de língua estrangeira, principalmente de língua inglesa, esse cenário onde o aprendiz tem contato com toda parte do mundo, muitas vezes na palma das mãos, torna-se significante, uma vez que os passam a ter maior possibilidade de contato com nativos de países onde o idioma é falado, podendo acessar acontecimentos culturais virtualmente e tendo a oportunidade de praticar o que aprenderam previamente. Portanto, o contexto apresentado levou esta autora a partir da hipótese de que os ambientes virtuais podem se configurar como espaços de aprendizagem também para o professor de língua inglesa, já que este deve estar em constante atualização quanto às particularidades da língua – como gírias, internetês em inglês, vocabulário, uso linguístico e outras –, ferramentas para utilizar em sala de aula, técnicas e abordagens que levem seus estudantes a atingir seus objetivos, além da possibilidade de interagir com colegas da profissão sobre assuntos em geral. Assim, este artigo pretende demonstrar algumas maneiras como as redes sociais virtuais, em especial o Facebook, podem e têm auxiliado na aprendizagem do docente de língua inglesa. 1. NOVAS PERSPECTIVAS PARA O PROFESSOR DE LÍNGUAS Segundo Littlewood (2004, p. 94), [...] os métodos comunicativos de ensino contribuem para que o aprendiz desenvolva sua própria personalidade no processo de aprendizagem. Eles também contribuem com o professor que deixa seu papel de professor, para se tornar um ser humano entre seres humanos. Nessa linha de pensamento, o linguista Almeida Filho (2001) pontua que aprender uma língua é aprender a construir significados nela. Isso acontece em forma de interação social, unida à construção de conhecimento e troca de informações.
  • 3. 77 Desse modo, os professores de língua inglesa necessitam desenvolver uma atitude crítico-reflexiva, no sentido de repensar sua prática pedagógica, para que haja uma descentralização do saber, deixando de lado sua posição de transmissor de um conhecimento pré-estabelecido, e passando a ser o facilitador deste. Assim, passam a contribuir para uma aprendizagem significativa que leva os alunos a produzirem conhecimentos. Holden e Rogers (2001) apresentam novas habilidades que podem ser trabalhadas com alunos de línguas: habilidade de estudo ou de pensar, habilidade social e habilidade de autoconscientização. De acordo com esses autores, no uso da habilidade social, os alunos aprendem uns com os outros em colaboração. A habilidade de estudo/pensar é estabelecida quando o aluno faz uso da memória, desenvolve as regras gramaticais e já produz sentenças. Ao exercitar a habilidade de autoconscientização, o educando media as habilidades da língua e a autoconsciência. Nessa perspectiva, pode-se afirmar que as habilidades citadas possibilitam também o convívio dentro do ambiente das redes sociais virtuais, onde as informações são compartilhadas pelos usuários, que são estimulados a desenvolver o aprendizado, tornando-se mais ativos nesse processo. Segundo as recomendações dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira (BRASIL, 1998), é de vital importância que haja uma aproximação das situações de aprendizagem ao cotidiano do aprendiz, abandonando, assim, um ensino meramente reprodutivo. Entende-se que a internet pode ser uma grande aliada nesta tarefa, uma vez que, atualmente, há uma variedade de ferramentas à disposição do professor, que podem ser utilizadas para sua própria busca por informações, como também para promover a independência de seu aluno que passa a manter uma busca pelo aperfeiçoamento do conhecimento. Assim, pode-se afirmar que o uso dessas novas tecnologias possibilita ao professor um ambiente propício para uma maior aproximação de novas aprendizagens através de ferramentas e recursos, além de ser possível interagir com diversos outros docentes de qualquer lugar do mundo a qualquer tempo, o que pode possibilitar uma troca voluntária de experiências e ideias.
  • 4. 78 2. A APRENDIZAGEM AUTÔNOMA DO PROFESSOR E AS FERRAMENTAS DA WEB Diante da sociedade atual, chamada da informação (CASTELLS; CARDOSO, 2005), não se pode ignorar o papel que as novas tecnologias da informação e da comunicação têm desempenhado no contexto educacional. De maneira específica, o ensino da língua inglesa também tem sido beneficiado com tantos recursos e ferramentas que podem ser utilizados. Nota-se que a rede virtual obtém numerosa variedade de material para os aprendizes de língua inglesa, oferecendo-lhes um ambiente propício para a aquisição mais dinâmica e interativa do idioma, diferentemente do que costumava acontecer com os materiais tradicionais. Nessa perspectiva, Paiva (2005) salienta que o indivíduo que faz usos da tecnologia tem mais chances de aprender. Através da comunicação via internet, aquele que se propõe a estudar uma língua-alvo pode interagir com falantes nativos ou outros aprendizes de todo o mundo. Esse espaço virtual torna-se, então, um ambiente onde é possível desenvolver a autonomia e construir o próprio conhecimento do idioma. Félix (1998, p. 19) afirma que quanto mais as tecnologias vão se desenvolvendo, mais os materiais vão se tornando interessantes e interativos. Desse modo, os grandes avanços da internet têm possibilitado cada vez mais que os indivíduos sejam responsáveis por sua própria aprendizagem, escolhendo, dentre inúmeras ferramentas disponíveis na web, as que se coadunem melhor às suas preferências para poderem adquirir novos conhecimentos. Nos dias atuais, percebe-se que a utilização de novas formas de comunicação tem auxiliado o professor de língua inglesa a adquirir novos conhecimentos de diversas maneiras. Entre elas estão os chats, blogs, redes sociais, como o Facebook e outras, que lhe permitem dialogar através da leitura e construção de textos, conversar por mensagens instantâneas, assistir e discutir vídeos e muito mais. Da mesma forma, tornou-se possível a realização de diferentes funções online. Uma delas é aprimorar um idioma, e a interação parece ter um papel fundamental para que os docentes de língua inglesa se comuniquem com indivíduos ao redor do mundo, visto que hoje a internet oferece diversos ambientes para o aperfeiçoamento do uso de línguas e oferece situações reais de comunicação.
  • 5. 79 Nesse sentido, ao destacar a utilização das novas tecnologias educacionais como mediadoras que facilitam a autonomia do aprendiz, torna-se necessário adotar uma perspectiva sociointeracionista com base no diálogo. Nesse processo, como salienta Franco (2008), a internet se tornou uma ferramenta fundamental, pois pode promover a interação entre professores- professores, professores-alunos, alunos-alunos e alunos-professores, possibilitando que se construam conhecimentos através de aprendizagem coletiva e colaborativa. Na concepção de Larsen-Freeman (2000, p. 164), [...] a aprendizagem colaborativa ou cooperativa envolve, essencialmente, alunos aprenderem uns com os outros em grupos. No entanto, não é a configuração de que distingue a aprendizagem, mas a forma com que os alunos e professores trabalham em conjunto que é importante. Embora a tecnologia ajude o indivíduo a construir um conhecimento em grupo, Vygotsky (2015) afirma que a absorção dessa aprendizagem é feita de maneira individual, cada um constrói seu próprio conhecimento. A essa teoria ele deu o nome de Zona de Desenvolvimento Proximal2 . Acredita-se que cada um pode, individualmente, dar suporte a outros na tarefa de aprender, à medida que assimila novas informações. Portanto, como afirma Paiva (2001), o estudante de língua estrangeira, através da ajuda de coaprendizes, pode obter sucesso em situações de comunicação, seja através da oralidade, seja da escrita nos espaços virtuais de interação e aprendizagem. Para isso, torna-se necessário levar em consideração o papel social da linguagem que, para a autora a que se faz referência, torna o aprendiz – neste caso, o professor de inglês – capaz de se comunicar com os outros e, possivelmente, fazer parte da comunidade de falantes do idioma que se pretende aprimorar. 3. O PROFESSOR DE INGLÊS E SUAS INTERAÇÕES NO FACEBOOK 2 Elaborado por Vygotsky, a Zona de Desenvolvimento Proximal é um conceito que possui dois níveis. O primeiro é o nível de desenvolvimento real, que acontece quando as funções de que o indivíduo aprendeu já estão consolidadas e aprendidas, ao qual consegue realizar por si só. Já o segundo nível potencial refere-se ao que o indivíduo pode aprender futuramente. (Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky>. Acesso em 22 set. 2015).
  • 6. 80 Realizando uma busca pela rede social Facebook, é possível encontrar diversos grupos e páginas direcionadas a professores de língua inglesa. Desde trocar informações sobre o trabalho, aulas, materiais e planejamento, até divulgar eventos como cursos, workshops, webinários, congressos nacionais e internacionais na área, vagas e necessidade de emprego, além de chats online, tudo isso pode ser acessado no dado ambiente. Nesse sentido, através da pesquisa exploratória (TRIVINÕS, 1987), esta autora encontrou páginas e grupos criados para a interação e aprendizagem de professores de inglês nas esferas linguística e profissional (treinamento e capacitação). Foi selecionada a página English Teachers e o grupo BrELT – Brazilian Teachers of English as a Foreign Language, sobre a qual se fazem algumas considerações que podem ser observadas a seguir: English Teachers – página criada para professores, em que são encontradas pessoas de diversos países que discutem diariamente sobre assuntos como dicas para melhorar as habilidades em inglês, questões salariais e educacionais, formação, diplomas, suas crenças a respeito do processo de ensino e aprendizagem, entre outros. A seguir, é possível observar uma postagem feita pelo administrador da página, que pergunta: “como um professor de inglês no exterior, você acredita que é pago justamente pelo trabalho que realiza toda semana (planejamentos, aulas, avaliação, serviço de babá, etc.)”?
  • 7. 81 Figura 1: Página English Teachers – Sobre pagamento Fonte: https://www.facebook.com/englishteachersseries Nos comentários dos participantes da discussão, pode-se ler sobre a insatisfação de professores no geral. Apenas um deles, do Japão, acredita que se um professor quiser trabalhar muito, focando mais no ensino e menos em preparação de aulas, ele conseguirá um salário de nível médio, decente, segundo o usuário da rede social. Dessa forma, ressalta-se o potencial para interação e comunicação que as ferramentas da rede social Facebook proporcionam, devido à dinâmica que ela permite aos seus usuários (OLIVEIRA; TEDESCO, 2010), como pode ser visto na Figura 1. Ao discutirem sobre um assunto pertinente aos professores, eles ainda podem descobrir informações de modo colaborativo, como afirmam Lee e Mcloughlin (2008), ampliar sua aprendizagem informal sobre o tema em pauta, sobre como sua realidade se aplica em outros países e, ainda, apresentar o que pensam sobre tal assunto.
  • 8. 82 Na discussão que segue, é perguntado aos membros da página o seguinte: “deveria ser exigido que todo professor de inglês tenha uma formação em nível superior [...]”? Figura 2: Página English Teachers – Sobre Formação Fonte: https://www.facebook.com/englishteachersseries Algumas considerações devem ser destacadas sobre os comentários da figura apresentada. Por exemplo, uma integrante evidencia a diferença entre professores de inglês e assistentes. Em seu ponto de vista, os professores precisam de, pelo menos, um treinamento (como o certificado TESOL – Teachers of English to Speakers of Other Languages, para Professores de Inglês para Falantes de Outras Línguas), enquanto os assistentes não necessitam, por serem utilizados mais como recursos na aula.
  • 9. 83 Outros participantes destacam o conhecimento linguístico e a motivação como fatores importantes a serem considerados pelo professor. Por sua vez, fica evidente durante a troca de informações que as pessoas não acreditam que a formação de nível superior pode influenciar no ensino que o professor de inglês oferece. Quanto a isso, a professora Paiva (1997) destaca que “o professor de inglês deveria ter, além de consciência política, bom domínio do idioma (oral e escrito) e sólida formação pedagógica com aprofundamento em linguística aplicada”3 . Ainda, segundo a pesquisadora, o número de profissionais bem formados na área no Brasil é reduzido e, apesar de a formação ser de boa qualidade, muitas vezes se dá por esforço próprio, uma vez que os cursos de licenciatura ensinam sobre a língua, mas não oferecem conhecimentos mais aprofundados na área específica de aprendizagem da língua inglesa. BrELT – Brazilian Teachers of English as a Foreign Language EsSa comunidade se dedica aos profissionais do ensino de inglês no Brasil e tem o objetivo de discutir práticas e teorias, bem como compartilhar dicas e oportunidades, ajudando a construir uma comunidade TESOL mais forte e unida no país. O grupo também organiza o BrELT Chat, uma conversa quinzenal em que são discutidos tópicos relacionados à profissão e ao processo de ensino-aprendizagem da língua inglesa, como se observa na página que segue. 3 Disponível em http: < http://www.veramenezes.com/identidade.htm>. Acesso em 24 set. 2015.
  • 10. 84 Figura 3: BrELT Chat sobre carreira Fonte: https://www.facebook.com/groups/brelt/?fref=ts Em geral, essas conversas são realizadas através de comentários abaixo da postagem sobre o tema a ser discutido. Os participantes do grupo interagem entre si através de mensagens curtas, trocando ideias e discutindo o tópico, o que gera aprendizado e pode aprimorar sua prática. No BrELT chat acima, os professores abordaram sobre cursos a serem feitos, investimentos na carreira, os contextos em que atuam, planejamento de aulas, autonomia profissional e outros. Interessante se faz notar que sempre há compartilhamento de ideias e opiniões, o que aproxima as realidades vivenciadas
  • 11. 85 por cada pessoa que participa desses momentos de troca, como afirmou um integrante do grupo: “Um prazer mt grande aprender com vcs. Várias coisas p/ eu pensar”. As figuras a seguir oportunizam possibilidades de capacitação, divulgando um seminário na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e um webinário promovido pela organização BRAZ-TESOL (uma associação de professores de inglês para falantes de outras línguas no Brasil). Figura 4: Sobre o Seminário de Línguas Fonte: https://www.facebook.com/groups/brelt/?fref=ts
  • 12. 86 Figura 5: Webinário Fonte: https://www.facebook.com/groups/brelt/?fref=ts Destaca-se na figura 5 a possibilidade de interagir com o professor palestrante que falou de alguns mitos sobre a gramática em inglês, uma vez que a imagem é compartilhada no grupo, o qual é marcado na postagem. Isso pode permitir trocas posteriores de informação do participante com palestrante, o que amplia ainda mais a ideia de que se pode aprender nas redes. O exposto acima corrobora o que assinalam Allegretti et al (2012, p. 56), ao defenderem que “a interatividade possibilita o aprendizado colaborativo, o diálogo, a negociação social e a construção coletiva de conhecimento”, deslocando o aprendiz da função de receptor de conteúdos para a posição de construtores do conhecimento. Recuero (2009) sublinha que as redes são compostas pelos atores e as relações que desenvolvem. Nessa perspectiva, torna-se relevante evidenciar o que afirmam Andrade e Vicari (2006), quando dizem que as relações interpessoais se
  • 13. 87 iniciam no momento em que as pessoas adquirem confiança e consideração para com as outras. Nesse processo, a percepção do outro nesse ambiente é peça fundamental. Portanto, evidenciam-se as relações criadas entre os usuários dessa rede que participam de grupos e páginas específicas, buscando uma proximidade com pessoas com as quais possuem algo em comum. Isso os leva a construírem, ao longo de suas participações nas discussões, postagens e, nos compartilhamentos, conexões que os aproximam virtualmente, fazendo com que, como corrobora Pinto et al (2011), as redes sociais, através da interação humana, propiciem a inclusão digital do indivíduo e a construção de seu conhecimento. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com esta pesquisa, foi possível verificar como as novas tecnologias podem auxiliar o docente de língua inglesa em sua prática, tendo em vista que nos dias atuais há diversas pesquisas que demonstram a eficácia de recursos e ferramentas tecnológicas na aquisição de novos conhecimentos. Os dados emersos neste artigo demostraram que a rede social Facebook, que está cada vez mais presente na prática pedagógica, se tornou um instrumento significativo no aprendizado do professor e no ensino da língua inglesa oferecido aos seus alunos. Nesse sentido, o professor pode fazer parte de uma rede de relações virtuais que lhe permite trocar ideias, aprender com colegas de profissão, formular novos conceitos a respeito de questões que envolvem o ensino do idioma com que trabalha, adquirir novos conhecimentos de forma interativa, protagonizando e compartilhando o seu próprio conhecimento. REFERÊNCIAS ALLEGRETTI, S. M. M. et al. Aprendizagem nas redes sociais virtuais: o potencial da conectividade em dois cenários. Revista Contemporaneidade, Educação e Tecnologia. São Paulo, v. 01, n. 02, p. 54-60, 2012.
  • 14. 88 ALMEIDA, F. J. Aprendizagem colaborativa: o professor e o aluno ressignificados. In: ALMEIDA, F. J. (Coord.). Projeto Nave. Educação a distância. Formação de professores em ambientes virtuais e colaborativos de aprendizagem. São Paulo: s.n., 2001. ANDRADE, A. F. D.; VICARI, R. M. Construindo um ambiente de aprendizagem a distância inspirado na concepção sociointeracionista de Vygotsky. In SILVA, M. Educação Online. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2006. BRASIL. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua Estrangeira. Brasília: MEC/ SEF, 1998. CASTELLS, M.; CARDOSO, G. (Org.). The Network Society: From Knowledge to Policy. Washington, DC: Johns Hopkins Center for Transatlantic Relations, 2005. FELIX, U. Virtual language learning. Melbourne: Language Australia, 1998. FRANCO, Claudio de Paiva. Novas tecnologias, novas perspectivas para o ensino- aprendizagem de língua estrangeira. Cadernos de Letras (UFRJ), v. 24, p. 145-156, 2008. HOLDEN, S.; ROGERS, M. O ensino da língua inglesa. São Paulo: Special Books Services Livraria, 2001. KENSKI, V. M. O Ensino e os recursos didáticos em uma sociedade cheia de tecnologias. In: VEIGA, I. P. A. (org). Didática: o Ensino e suas relações. Campinas, SP: Papirus, 1998. LARSEN-FREEMAN, D. Techniques and principles in language teaching. Oxford University Press, 2000. LEE, M. J. W; MCLOUGHLIN, C. Harnessing the affordances of web 2.0 and social software tools: can we finally make “student-centered” learning a reality? Artigo apresentado na World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia and Telecommunications, Vienna, Áustria, 2008. LITTLEWOOD, W. T. Foreign and second language learning: language acquisition research and its implications for the classroom. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. OLIVEIRA, E. A.; TEDESCO, P. i-collaboration: um modelo de colaboração inteligente personalizada para ambientes de EAD. Revista Brasileira de Informática na Educação, v. 18, n. 1, p. 31-47, 2010. PAIVA, V. L. M. O. A identidade do professor de inglês. APLIEMGE: ensino e pesquisa. Uberlândia: APLIEMGE/FAPEMIG, n. 1, 1997, p. 9-17.
  • 15. 89 PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. A WWW e o ensino de inglês. Revista Brasileira de Lingüística Aplicada. v. 1, n1, 2001. PAIVA, V.L.M.O. Autonomia e complexidade: uma análise de narrativas de aprendizagem. In: FREIRE, M.M; ABRAHÃO, M.H.V; BARCELOS, A.M.F (Orgs.). Lingüística Aplicada e Contemporaneidade. Campinas e São Paulo: Pontes e ALAB, 2005a. p.135-153. PINTO, C. et al. Vivendo e aprendendo no Facebook: uma visão da usabilidade em redes sociais na sociedade do conhecimento. V Simpósio Nacional ABCiber – Dias 16, 17 e 18 de novembro de 2011. UDESC/UFSC. Disponível em http: < http://150.162.39.1/simposio2011/index.php/simposio2011/2011/paper/view/153>. Acesso em 24 set. 2015. PRENSKY, M. Nativos digitais, Imigrantes digitais. Tradução do artigo “Digital natives, digital immigrants”, cedida por Roberta de Moraes Jesus de Souza; professora, tradutora e mestranda em Educação pela UCG. On the Horizon, NCB University Press, v.9, n.5, out. 2001. RECUERO, R. Comunidades virtuais em redes sociais na internet: uma proposta de estudo. (Coleção Cibercultura). Porto Alegre: Sulina, 2009. TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 12. tir. São Paulo: Atlas, 1987. VYGOTSKY, L. Zona de Desenvolvimento Proximal. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky>. Acesso em 15 mar. 2015.