18.ago ruby 14.00_painel sustentabilidade das ações de ee_giz

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18.ago ruby 14.00_painel sustentabilidade das ações de ee_giz

  1. 1. <ul><li>A eficácia e sustentabilidade de ações de EE - a experiência internacional </li></ul>06.09.11
  2. 2. <ul><li>Desde Janeiro de 2011 a GIZ concentra a competencia e experiencia de </li></ul><ul><ul><li>DED – Serviço Alemão </li></ul></ul><ul><ul><li>GTZ - Cooperação Técnica Alemã </li></ul></ul><ul><ul><li>InWEnt - Capacity Building International </li></ul></ul><ul><li>A GIZ desenvolve projetos em mais de 130 países em todo mundo </li></ul><ul><li>Possui mais de 17.000 colaboradores e colaboradoras </li></ul>A GIZ no mundo
  3. 3. A GIZ no mundo
  4. 4. O programa Energia Brasil -Alemanha 06.09.11
  5. 5. CDM Programa Energia Brasil-Alemanha Energias Renováveis Eficiência Energética Métodos de Plan. Energ. Eletrificação Rural CDM CDM Macro Apoio técnico GT Aquecimento solar Estratégias estaduais Gestão de programas nacionais Mercados ESCO Programas de Capacitação Projetos demonstrativos Introdução de tecnologias inovadores Matchmaking entre industrias brasileiras e alemãs Meso Micro MME/MMA Gov. Est. Eletrobrás / EPE BNDES / CAIXA ANEEL / ONS Sistema “S” Setor Privado
  6. 6. Programa Energia: Componente EE <ul><li>Como? </li></ul><ul><ul><li>Assessoria técnica e transferência de know-how </li></ul></ul><ul><ul><li>Apoio aos processos de gerenciamento e desenvolvimento organizacional (ex. planejamento estratégico) </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilitação de oficinas e seminários </li></ul></ul><ul><ul><li>Treinamento/ Capacitação </li></ul></ul>Aumentar o impacto dos programas de eficiência energética em nível nacional e regional Objetivo
  7. 7. 06.09.11
  8. 8. <ul><li>Como obter eficácia e sustentabilidade das ações de eficiência Energética? </li></ul>06.09.11 Metas e objetivos claros Planejamento voltado para impactos Medição e verificação de resultados Avaliação e feed-back projetos Boas práticas de ‘reporting’ Estratégia adaptadas à inovação
  9. 9. <ul><li>Experiência alemã e internacional na implementação de ações de EE </li></ul>06.09.11
  10. 10. Intensidade Energética na Alemanha 06.09.11
  11. 11. Metas e indicadores <ul><li>O indice da eficiência energética da Alemanha - 26 % (1991-2008) </li></ul><ul><ul><li>equivalente de 1,4 % de melhoria EE/ano </li></ul></ul><ul><li>Meta: 9% de redução consumo de energia (2008 – 2016) </li></ul><ul><li>Políticas energética e climática integradas </li></ul><ul><ul><li>Metas de redução de emissões * </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>2020 – 40% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2030 – 55% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2040 – 80% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2050 – 95% </li></ul></ul></ul>* com base nos níveis de emissão de 1990
  12. 12. <ul><li>Prioridades da política de EE: </li></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de mercado para Smart Metering </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoria do padrão de consumo de edifícios em geral </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Prédios públicos – aumento de projetos de EE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Etiquetagem de edifícios </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Fomento ao mercado de serviços de energia </li></ul></ul>06.09.11 Fonte: Plano de ação EE - Alemanha 2015
  13. 13. Marco regulatório alemão 06.09.11
  14. 14. <ul><ul><li>Duas categorias de edifícios: residências e não-residências </li></ul></ul><ul><ul><li>Define a demanda máxima de energia primária e o valor mínimo de isolamento térmico para cada edifício </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Prédios novos - balanço energético do sistema de aquecimento (base do cálculo: Norma DIN V 4108) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Dosagem entre o isolamento térmico e o uso de energias renováveis </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Se valor máximo do consumo da energia primária e o valor máximo da perda na transmissão energética, não são ultrapassados. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Códigos e especificações obrigatórios para edificações </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Junto à etiqueta, recomendações para modernização devem ser apresentadas se possível </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Etiqueta – instrumento de mercado </li></ul></ul></ul>EnEV - Ordenação para conservação de energia 06.09.11
  15. 15. <ul><li>O documento representa uma avaliação energética do edifício </li></ul><ul><li>EnEV 2009 define exposição, utilização e as normas da certificação </li></ul><ul><li>Em caso de construção, reforma e ampliação de edifícios com menos de 50m² a emissão de um certificado de desempenho energético é possível </li></ul><ul><li>Em edifícios públicos com mais de 1000m² existe a obrigação de se registrar e apresentar o documento </li></ul><ul><li>Atores que emitem o Certificado de desempenho energético: Graduados na área de arquitetura, engenharia mecânica e elétrica, física e construção. A Agência energética (dena) disponibiliza um banco de dados com provedores. </li></ul>Certificado de energia 06.09.11
  16. 16. <ul><li>DIN 4108 – Norma de isolamento termico de edifícios </li></ul><ul><li>WschVo – Portaria de isolamento térmico </li></ul><ul><li>EnEV 2002- Portaria de conservação de energia </li></ul>Evolução do padrão de isolamento térmico 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 [kWh/(m 2 ·a)] DIN 4108 1970 1980 1990 1995 2000 2009 WschVo EnEV 2002
  17. 17. São Paulo – 22. 07. 2009 Congresso Brasileiro de EE Aquecimento Energia Elétrica Eletricidade p/ equipamentos Eletricidade para ventilação Água quente Aquecimento Média Atual Regulação Aquecimento Alemã Standard Construção Suécia 1994 1995 Passivhaus Institut (http://www.passiv.de/) Comparação de consumo de energia em residências
  18. 18. <ul><li>Estados federativos e governos locais ingressam em alianças e redes pró-clima incrementando comunicação e cooperação entre regiões </li></ul><ul><li>PROST </li></ul><ul><ul><li>Programa para licitação publica de Tecnologias eficientes </li></ul></ul><ul><ul><li>Levantamento de dados de consumo e Elaboração de manuais para compras públicas </li></ul></ul><ul><li>PICO light – </li></ul><ul><ul><li>EE em prédios públicos através do ‘Compromisso público interno de performance energética’ </li></ul></ul><ul><ul><li>Papel da ESCO é desempenhado por unidades dentro da própria administração pública </li></ul></ul>06.09.11 EE e setor Público na UE- Liderança pelo exemplo
  19. 19. Conclusões <ul><li>No caso específico da Alemanha a eficácia e sustentabilidade das ações é garantida principalemnte por uma constante reavaliação de metas e adaptação de políticas públicas para alcança-las </li></ul><ul><li>S (eSpecífico) M (mensuravel) A (ambicioso) R (realistico) T (tempo definido) </li></ul>06.09.11
  20. 20. Como garantir a eficácia e sustentabilidade de ações de EE? 06.09.11 Alcançamos as metas? Os instrumentos precisam ser aprimorados? Como devemos aprimorar estes instrumentos? O que pensam os usuários das nossas diretrizes e instrumentos?
  21. 21. <ul><li>A avaliação de programas e projetos acontece em dois âmbitos: </li></ul><ul><ul><li>Avaliação dos impactos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise da Eficácia e eficiência das ações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Capacidade de multiplicação e aceitação pública </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interações de políticas e medidas tomadas </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação do processo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise do processo de definição de metas, seleção de instrumentos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise da capacidade de adaptação à mudanças durante a implementação </li></ul></ul></ul>06.09.11
  22. 22. Muito obrigada! Ludmilla Diniz [email_address] 21. 25145501

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