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Arquitetura Sustentável Eficiência Energética e Ambiental Miguel Fábregues, arquiteto e urbanista
Eficiência A eficiência refere-se a relação entre os resultados obtidos e os recursos empregados.  Existem diversos tipos de eficiência, que se aplicam a áreas diferentes do conhecimento. Hoje vamos falar sobre eficiência energética e ambiental.
Atualmente quando se fala em sustentabilidade associamos esta palavra as mais variadas questões, e na indústria, a associamos principalmente aos processos industriais e não a edificação onde estes processos são realizados.
Apesar do potencial no crescimento em eficiências operacionais, redução de custos, diminuição do seufootprint ambiental, e melhora da satisfação e desempenho do empregado, o setor industrial tem sido lento ao tentar acompanhar o movimento de sustentabilidade.
Realidade Internacional Dos 14.911 projetos registrados no programa de certificação de edifícios verdes do USGBC’s LEED em 2008, apenas 155 são classificados como edifícios industriais, representando apenas 1% de todos os projetos LEED. E apenas um punhado desses projetos são realmente fabris ou de distribuição de materiais perecíveis.
Realidade Nacional Em dados da Prefeitura de São Paulo, no ano de 2006 as áreas ocupadas por atividades industriais representavam 7% do total da cidade contra 15% das áreas de edifícios comerciais, estes que atualmente tem sido foco das discussões de sustentabilidade.  Sendo que as áreas industriais têm uma característica única, são geralmente largas áreas, que freqüentemente são  administradas por um único grupo. O que pode, se tomadas atitudes de sustentabilidade gerar um grande impacto sobre a qualidade da cidade e do ambiente.
Barreiras da Eficiência Energética em Edificações Deficiêncianoscódigosde obras Inadequações de projeto como, por exemplo: Orientação inadequada da edificação em relação à trajetória solar. Aberturasmal dimensionadas. Especificação inadequada de material para cobertura e vedações de fachadas, inclusivedas aberturas. Desconsideração de ventos dominantes e ausência de ventilação adequada. Ausênciade simulaçãoenergética na fase de projeto Pouco aproveitamento de energia renovável Utilização de equipamentos não eficientes Falta de integração entre os profissionais envolvidos Poucaespecialização da mão de obra utilizada na construção civil Dificuldadesde financiamento
Benefícios Brasil: normas e códigos de eficiência energética podem levar a uma economia de 12% no consumo de energia no país de 2000 a 2020 (Duffie, 1996) Setor Público: uso de requisitos técnicos de eficiência em licitações de obras públicas para redução dos custos operacionais das edificações Empreendedores: estratégia de mercado para promoção de vendas: leardershipbyexample Usuários: redução do consumo de energia para os usuários dos imóveis. Benefícios Só para ter uma idéia do potencial de economia, especificamente em edificações... ,[object Object]
Condicionamento de Ar: potencial de economia entre 10 e 20%
Envoltória: potencial da ordem de 10%, trabalhando-se por exemplo: área de vidro, fator solar do vidro, presença de sombreamento.,[object Object]
Normas Existentes Nacionais PROCEL Indústria Procel Edifica GBC Brasil – LEED Internacionais Reino Unido – BREEAM Industrial (2006) Austrália – GBC - Green Star Industrial (2008)
PROCEL O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL foi criado em 1985 pelos Ministérios de Minas e Energia e da Indústria e Comércio, e gerido por uma Secretaria Executiva subordinada à Eletrobrás. Em 1991, o Procel foi transformado em Programa de Governo, tendo abrangência e responsabilidade ampliadas.A missão do Procel é “promover a eficiência energética, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população e eficiência dos bens e serviços, reduzindo os impactos ambientais”.
PROCEL O Procel tem diversas linhas de atuação, que abrangem diferentes segmentos de consumo de energia. Sua atuação é concretizada por meio de subprogramas específicos, como:  Centro Brasileiro de Informação de Eficiência Energética - ProcelInfo Eficiência Energética em Edificações – Procel Edifica  Eficiência Energética em Equipamentos - Procel Selo  Eficiência Energética Industrial - Procel Indústria  Eficiência Energética no Saneamento Ambiental - Procel Sanear  Eficiência Energética nos Prédios Públicos - Procel EPP  Gestão Energética Municipal - Procel GEM  Informação e Cidadania - Procel Educação  Eficiência Energética na Iluminação Pública e Sinalização Semafórica - Procel Reluz
PROCEL
PROCEL Regulamentação   Lei 10.295, de 17 de outubro de 2001   Artigo 4º da Lei 10.295 “O Poder Executivo desenvolverá mecanismos que promovam a eficiência energética nas edificações construídas no País.”   Decreto 4.059 de 19/12/2001 – Determina que as edificações atendam a níveis máximos de consumo, ou mínimo de eficiência energética, estabelecidos com base em indicadores técnicos e regulamentação especifica – Institui e define competências do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética – CGIEE – Determina a constituição do Grupo Técnico para Eficientização de Energia nas Edificações – GT MME
No caso das edificações comerciais, de serviços e públicas, aplica-se a edifícios com área total útil mínima de 500m2 ou com tensão de abastecimento superior ou igual a 2,3kV, para edifícios condicionados; edifícios parcialmente condicionados e edifícios naturalmente ventilados – Implementação por meio de Programa de Etiquetagem em duas etapas: ,[object Object]
Auditoria no edifício em uso (pós habite-se e com sistemas instalados) realizada pelo auditor credenciado: é fornecida uma placa com o certificado, que poderá ser exposta no edifício,[object Object]
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GBC-Au Green Star Industrial
BREEAM Industrial Estaferramentafoidesenvolvidaparaatenderduassituações: Speculative:para o desenvolvimento de empreendimentos com ocupaçãoindefinida;  Fitted Out:para o desenvolvimento de empreendimentos com ocupaçãodefinida. As avaliações BREEAM Industrial podem ser realizadas em:  Novos edifícios  Na fase de projeto e nas fases pós-construção  Nas  remodelações de edifícios existentes
BREEAM Industrial
Estratégias para a Sustentabilidade
Envoltória Envoltória,os componentes que separam o interior do exterior. Estas devem promover modularidade, eficiência em montagem e redução do desperdício, que é conseguido com alto grau de industrialização dos componentes construtivos. Prever sombreamento das fachadas para melhoria do desempenho térmico. Sistemas utilizados: Painéis pré-fabricados de concreto InsulatedConcreteForms (ICF) Sistema Tilt-up
Envoltória Coberturas Frias (CoolRoof’s) e Coberturas Verdes (Green Roof’s) Uma Cobertura Fria é aquela que reflete o calor solar e emite a radiação absorvida de volta para a atmosfera. A cobertura literalmente se mantém fria e reduz a quantidade de calor transferida para o edifício abaixo, mantendo o edifício frio e com uma temperatura mais constante.
Iluminação Arquivos brancos, paredes pintadas de branco e superfícies de trabalhos brancas (White packagingwithintheracking system, whitepaintedwalls, and white-facedinsulation) ajudam a refletir toda luz natural disponível. B. Unidades de absorção de luz natural de 4x8 pés (1,21x2,43 m) com vidro triplo em conjunto com lâmpadas fluorescentes T5 e sensores de luz e movimento que desligam a iluminação elétrica ou a diminuem de intensidade, baseado na atividade que ocorre no local e no nível de luminosidade natural.
Iluminação
Aquecimento Solar Desde janeiro de 2008 a empresa Tégula – uma empresa do Grupo Monier, líder mundial em soluções para telhados – localizada no interior de São Paulo, em Atibaia está operando com sistema de aquecimento solar Heliotek. São 1.122 m² de coletores solares MK17- Performance Line - ideal para grandes empreendimentos. Estes coletores possuem alta eficiência para temperaturas de água entre 70 a 90°C, além de terem classificação A do INMETRO, aletas soldadas por ultra-som e isolamento térmico em poliuretano, entre outros diferenciais. Estes coletores foram instalados na fábrica da Tégula com a finalidade de reduzir os gastos no aquecimento dos 88.000 litros de água utilizados no processo de cura das telhas. Anteriormente, o processo utilizava apenas o diesel que atualmente serve apenas como apoio.
Aquecimento / Refrigeração Geotérmico
Aquecimento / Refrigeração Geotérmico
Refrigeração Chaminés Inversas
Energia Solar - Fotovoltaica
Energia Eólica
Água
Projeto Arujá
Projeto Arujá
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Estratégias comprovadas para construções industriais sustentáveis Contrapartida em curto prazo (cinco anos ou menos) •	Maior eficiência em iluminação (T5s, T8s, ou LEDs) •	Entrada de iluminação natural a partir de domos, aberturas zenitais e controles de movimentos / luz •	Ventilação natural •	Estratégias para cortes nos picos de demandas do edifício e equipamentos •	Aumento do valor –R da cobertura do edifício (isolamento, paredes reforçadas) •	Melhor gerenciamento de energia e controle de refrigeração/ sistema de congelador •	Projeto de vestíbulos para grande circulação em áreas externas para reduzir a perda de ar condicionado (para usos de armazenagem de materiais perecíveis)
Estratégias comprovadas para construções industriais sustentáveis Contrapartida em longo prazo (mais que cinco anos) •	Cobertura solar projetada para capturar energia, aquecimento de ambiente e aquecimento de água •	Captação de água de chuva para irrigação ou uso em bacias sanitárias •	Vegetação na cobertura •	Uso de peças sanitárias com baixo consumo de água, ou uso de aeradores •	Aquecimento/arrefecimento com água usando o sistema HVAC •	Poços geotérmicos para aquecer/arrefecer ambientes e átrios •	 Poços geotérmicos para aquecer/arrefecer a água para demais processos •	Sistema de armazenamento de gelo acoplado para o funcionamento do sistema de ar condicionado do ambiente (para usos de armazenagem de materiais perecíveis)
Estratégias comprovadas para construções industriais sustentáveis Sem custo em contrapartida, benefícios imateriais •	Espaço na cobertura reservadas para instalação de geradores solares •	Área de espera amena para diminuir paradas desnecessárias de caminhões •	Áreas de descanso designadas com acesso externo para funcionários •	Sistemas de ventilação e captação de fumaça reforçados  

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Arquitetura Industrial Sustentavel

  • 1. Arquitetura Sustentável Eficiência Energética e Ambiental Miguel Fábregues, arquiteto e urbanista
  • 2. Eficiência A eficiência refere-se a relação entre os resultados obtidos e os recursos empregados. Existem diversos tipos de eficiência, que se aplicam a áreas diferentes do conhecimento. Hoje vamos falar sobre eficiência energética e ambiental.
  • 3. Atualmente quando se fala em sustentabilidade associamos esta palavra as mais variadas questões, e na indústria, a associamos principalmente aos processos industriais e não a edificação onde estes processos são realizados.
  • 4. Apesar do potencial no crescimento em eficiências operacionais, redução de custos, diminuição do seufootprint ambiental, e melhora da satisfação e desempenho do empregado, o setor industrial tem sido lento ao tentar acompanhar o movimento de sustentabilidade.
  • 5. Realidade Internacional Dos 14.911 projetos registrados no programa de certificação de edifícios verdes do USGBC’s LEED em 2008, apenas 155 são classificados como edifícios industriais, representando apenas 1% de todos os projetos LEED. E apenas um punhado desses projetos são realmente fabris ou de distribuição de materiais perecíveis.
  • 6. Realidade Nacional Em dados da Prefeitura de São Paulo, no ano de 2006 as áreas ocupadas por atividades industriais representavam 7% do total da cidade contra 15% das áreas de edifícios comerciais, estes que atualmente tem sido foco das discussões de sustentabilidade. Sendo que as áreas industriais têm uma característica única, são geralmente largas áreas, que freqüentemente são administradas por um único grupo. O que pode, se tomadas atitudes de sustentabilidade gerar um grande impacto sobre a qualidade da cidade e do ambiente.
  • 7. Barreiras da Eficiência Energética em Edificações Deficiêncianoscódigosde obras Inadequações de projeto como, por exemplo: Orientação inadequada da edificação em relação à trajetória solar. Aberturasmal dimensionadas. Especificação inadequada de material para cobertura e vedações de fachadas, inclusivedas aberturas. Desconsideração de ventos dominantes e ausência de ventilação adequada. Ausênciade simulaçãoenergética na fase de projeto Pouco aproveitamento de energia renovável Utilização de equipamentos não eficientes Falta de integração entre os profissionais envolvidos Poucaespecialização da mão de obra utilizada na construção civil Dificuldadesde financiamento
  • 8.
  • 9. Condicionamento de Ar: potencial de economia entre 10 e 20%
  • 10.
  • 11. Normas Existentes Nacionais PROCEL Indústria Procel Edifica GBC Brasil – LEED Internacionais Reino Unido – BREEAM Industrial (2006) Austrália – GBC - Green Star Industrial (2008)
  • 12. PROCEL O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL foi criado em 1985 pelos Ministérios de Minas e Energia e da Indústria e Comércio, e gerido por uma Secretaria Executiva subordinada à Eletrobrás. Em 1991, o Procel foi transformado em Programa de Governo, tendo abrangência e responsabilidade ampliadas.A missão do Procel é “promover a eficiência energética, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população e eficiência dos bens e serviços, reduzindo os impactos ambientais”.
  • 13. PROCEL O Procel tem diversas linhas de atuação, que abrangem diferentes segmentos de consumo de energia. Sua atuação é concretizada por meio de subprogramas específicos, como: Centro Brasileiro de Informação de Eficiência Energética - ProcelInfo Eficiência Energética em Edificações – Procel Edifica Eficiência Energética em Equipamentos - Procel Selo Eficiência Energética Industrial - Procel Indústria Eficiência Energética no Saneamento Ambiental - Procel Sanear Eficiência Energética nos Prédios Públicos - Procel EPP Gestão Energética Municipal - Procel GEM Informação e Cidadania - Procel Educação Eficiência Energética na Iluminação Pública e Sinalização Semafórica - Procel Reluz
  • 15. PROCEL Regulamentação   Lei 10.295, de 17 de outubro de 2001   Artigo 4º da Lei 10.295 “O Poder Executivo desenvolverá mecanismos que promovam a eficiência energética nas edificações construídas no País.”   Decreto 4.059 de 19/12/2001 – Determina que as edificações atendam a níveis máximos de consumo, ou mínimo de eficiência energética, estabelecidos com base em indicadores técnicos e regulamentação especifica – Institui e define competências do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética – CGIEE – Determina a constituição do Grupo Técnico para Eficientização de Energia nas Edificações – GT MME
  • 16.
  • 17.
  • 18. GBC-Au Green Star Industrial
  • 19. GBC-Au Green Star IndustrialPeso das Categorias
  • 20. GBC-Au Green Star Industrial
  • 21. BREEAM Industrial Estaferramentafoidesenvolvidaparaatenderduassituações: Speculative:para o desenvolvimento de empreendimentos com ocupaçãoindefinida; Fitted Out:para o desenvolvimento de empreendimentos com ocupaçãodefinida. As avaliações BREEAM Industrial podem ser realizadas em: Novos edifícios Na fase de projeto e nas fases pós-construção Nas remodelações de edifícios existentes
  • 23. Estratégias para a Sustentabilidade
  • 24. Envoltória Envoltória,os componentes que separam o interior do exterior. Estas devem promover modularidade, eficiência em montagem e redução do desperdício, que é conseguido com alto grau de industrialização dos componentes construtivos. Prever sombreamento das fachadas para melhoria do desempenho térmico. Sistemas utilizados: Painéis pré-fabricados de concreto InsulatedConcreteForms (ICF) Sistema Tilt-up
  • 25. Envoltória Coberturas Frias (CoolRoof’s) e Coberturas Verdes (Green Roof’s) Uma Cobertura Fria é aquela que reflete o calor solar e emite a radiação absorvida de volta para a atmosfera. A cobertura literalmente se mantém fria e reduz a quantidade de calor transferida para o edifício abaixo, mantendo o edifício frio e com uma temperatura mais constante.
  • 26. Iluminação Arquivos brancos, paredes pintadas de branco e superfícies de trabalhos brancas (White packagingwithintheracking system, whitepaintedwalls, and white-facedinsulation) ajudam a refletir toda luz natural disponível. B. Unidades de absorção de luz natural de 4x8 pés (1,21x2,43 m) com vidro triplo em conjunto com lâmpadas fluorescentes T5 e sensores de luz e movimento que desligam a iluminação elétrica ou a diminuem de intensidade, baseado na atividade que ocorre no local e no nível de luminosidade natural.
  • 28. Aquecimento Solar Desde janeiro de 2008 a empresa Tégula – uma empresa do Grupo Monier, líder mundial em soluções para telhados – localizada no interior de São Paulo, em Atibaia está operando com sistema de aquecimento solar Heliotek. São 1.122 m² de coletores solares MK17- Performance Line - ideal para grandes empreendimentos. Estes coletores possuem alta eficiência para temperaturas de água entre 70 a 90°C, além de terem classificação A do INMETRO, aletas soldadas por ultra-som e isolamento térmico em poliuretano, entre outros diferenciais. Estes coletores foram instalados na fábrica da Tégula com a finalidade de reduzir os gastos no aquecimento dos 88.000 litros de água utilizados no processo de cura das telhas. Anteriormente, o processo utilizava apenas o diesel que atualmente serve apenas como apoio.
  • 32. Energia Solar - Fotovoltaica
  • 34. Água
  • 40. Estratégias comprovadas para construções industriais sustentáveis Contrapartida em curto prazo (cinco anos ou menos) • Maior eficiência em iluminação (T5s, T8s, ou LEDs) • Entrada de iluminação natural a partir de domos, aberturas zenitais e controles de movimentos / luz • Ventilação natural • Estratégias para cortes nos picos de demandas do edifício e equipamentos • Aumento do valor –R da cobertura do edifício (isolamento, paredes reforçadas) • Melhor gerenciamento de energia e controle de refrigeração/ sistema de congelador • Projeto de vestíbulos para grande circulação em áreas externas para reduzir a perda de ar condicionado (para usos de armazenagem de materiais perecíveis)
  • 41. Estratégias comprovadas para construções industriais sustentáveis Contrapartida em longo prazo (mais que cinco anos) • Cobertura solar projetada para capturar energia, aquecimento de ambiente e aquecimento de água • Captação de água de chuva para irrigação ou uso em bacias sanitárias • Vegetação na cobertura • Uso de peças sanitárias com baixo consumo de água, ou uso de aeradores • Aquecimento/arrefecimento com água usando o sistema HVAC • Poços geotérmicos para aquecer/arrefecer ambientes e átrios • Poços geotérmicos para aquecer/arrefecer a água para demais processos • Sistema de armazenamento de gelo acoplado para o funcionamento do sistema de ar condicionado do ambiente (para usos de armazenagem de materiais perecíveis)
  • 42. Estratégias comprovadas para construções industriais sustentáveis Sem custo em contrapartida, benefícios imateriais • Espaço na cobertura reservadas para instalação de geradores solares • Área de espera amena para diminuir paradas desnecessárias de caminhões • Áreas de descanso designadas com acesso externo para funcionários • Sistemas de ventilação e captação de fumaça reforçados  
  • 43. Muito Obrigado! Miguel Fábregues, arquiteto e urbanista Beatriz Fábregues, arquiteta e urbanista