SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 4
Baixar para ler offline
PARTE I
A ESCRAVATURA AO LONGO DOS TEMPOS…
DOC. 1
A difícil vida de um escravo
Os escravos a bordo dos navios negreiros eram considerados uma carga como outra
qualquer. Um exemplo. No dia 6 de setembro de 1781, o navio inglês Zong, de Liverpool, saiu
da África rumo à Jamaica com excesso de escravos a bordo. Em 29 de novembro, no meio
do Atlântico, 60 negros já haviam morrido por doenças, falta de água e comida. “Acor-
rentados aos pares, perna direita com perna esquerda e mão direita com mão esquerda, cada
escravo tinha menos espaço do que um homem dentro de um caixão” (…). Temendo perder
toda a carga antes de chegar ao destino, o capitão (…) decidiu atirar ao mar todos os escravos
doentes ou desnutridos. Ao longo de 3 dias, 133 negros foram atirados da amurada, vivos.
Despejados aos milhares no porto do Rio de Janeiro pelos navios negreiros, os escravos
eram um bem relativamente barato e acessível mesmo às famílias de classe média. (…) Em
1803, um negro adulto era vendido por 40 libras. Seria hoje o equivalente (…) a menos da
metade do preço de um carro popular. Uma mulher custava um pouco menos, cerca de 32
libras. Um garoto, 20 libras. Um negro que tivesse sobrevivido à varíola, valia mais, porque já
era imune à doença e, portanto, tinha chances de viver por mais tempo.
Escravos eram património contabilizável, um ativo a ser explorado ao máximo em busca de
retorno. No Rio de Janeiro toda a pessoa com alguma projeção social tinha negros cativos.
Os museus coloniais estão repletos de instrumentos pavorosos de punição e suplício dos
escravos. Havia três categorias de castigo no Brasil (…). Incluíam correntes e colares de
ferro, algemas (…), além do tronco – um pedaço de madeira dividido em duas metades com
buracos para imobilizar a cabeça, os pés e as mãos (…). A máscara de folha-de-flandres era
usada para impedir o escravo de comer cana (de açúcar), rapadura (açúcar caramelizado),
ou engolir pepitas (de ouro) e pedras preciosas. Os anjinhos – anéis de ferro que comprimiam
os polegares – eram usados para obter confissões. (…) Ferros quentes com as iniciais do
proprietário (…).
(…) Na prática, três instrumentos eram usados com regularidade: o chicote, o tronco e os
grilhões. A punição mais comum era o açoite do escravo, nas costas ou nas nádegas (…).
(…) Quantidade tão absurda de chibatadas deixava as costas ou as nádegas do escravo em
carne viva. Numa época em que não havia antibióticos, o risco de morte por gangrena ou
infeção generalizada era grande. Por isso, banhava-se o escravo com uma mistura de sal,
vinagre ou pimenta malagueta – numa tentativa de evitar a infeção das feridas.
Laurentino Gomes, 1808, Planeta do Brasil, S. Paulo,2008 (adaptado).
HISTÓRIA – 8 ANO
2029-2020
Lê, com muita atenção, os textos que se seguem e responde às questões que lhes
estão associadas.
DOC.2
DOC.3
SUGESTÃO DE TRABALHO
Qual é o assunto descrito ao longo do documento? Localiza-o no tempo.
Que nome se dá ao comércio de escravos?
Retira do documento expressões que descrevam os tratos aplicados aos
escravos.
Por que razão, depois de castigar o escravo, o seu dono tinha o cuidado de
garantir a sua sobrevivência?
De que serviços se encarregava o escravo?
Índios que vendem prisioneiros
Por todo o século XVI, quando uma caravela se aproximava da costa (do Brasil), índios de
todas as partes vinham correndo com prisioneiros (…). Os portugueses interessados em
escravos compravam os presos com o pretexto de que, se não fizessem isso, eles seriam
mortos ou devorados pelos índios.
Em 1605, o padre Jerónimo Rodrigues, quando viajou ao litoral de Santa Catarina, ficou
estarrecido com o interesse dos índios em trocar gente, até da própria família, por roupas e
ferramentas.
Nas vilas da corrida do ouro de Minas Gerais (Brasil), nas fazendas de tabaco da Bahia, era
comum africanos ou descendentes escravizarem.
Leandro Narloch, Guia politicamente incorreto da História do Brasil, Ed. Leya, 2009.
SUGESTÃO DE TRABALHO
Que factos descreve o autor do documento?
Que conclusões retiras da leitura deste texto? O que acabaste de ler vem de
alguma forma alterar a ideia que tinhas acerca do tráfico de escravos?
Quando os escravos tinham olhos azuis
A própria palavra “escravo” vem de eslavos – os povos do leste europeu (…). Brancos
europeus também foram escravizados por africanos. Entre 1500 e 1800, os reinos árabesdo
norte da África capturaram de 1 milhão a 1,25 milhão de escravos brancos, a maioria deles
do litoral do mediterrâneo, segundo um estudo do historiador americano Robert Davis, autor
do livro Cristãos Escravos, Senhores Muçulmanos.
Leandro Narloch, Guia do politicamente incorreto da História do Brasil, Ed. Leya, 2009.
SUGESTÃO DE TRABALHO
1. Explica qual o facto para o qual o autor do documento 3 chama a nossa
atenção.
PARTE II
ESCRAVATURA NO SÉCULO XXI?
O termo escravidão remete-nos imediatamente para a imagem da captura e da venda de africanos,
forçados a trabalhar nos engenhos e nas minas. Essa era uma realidade do Brasil até ao final do
século XIX, apesar de, pela lei, a escravatura, ter sido considerada ilegal em 1888.
Porém, mais de um século depois, o mundo não pode dizer que está livre do trabalho escravo.
Atualmente, através dos media chegam-nos notícias relativas à continuidade, aqui e além, de
práticas esclavagistas. Estaremos então a falar da mesma escravatura, dos mesmos escravos?
Junhode2010:trabalhadoresescravizadosnumafazenda
decana-de-açúcar em MatoGrosso do Sul, Brasil.
Foto: Joao Roberto Ripper / Imagens Humanas.
1. Explica por que motivo o jornalista aplica o termo “escravatura” para descrever a
situação dos trabalhadores.
2. Concordas com a utilização deste termo a esta situação?
3. Já alguma vez tinhas ouvido falar na existência de trabalho escravo, no século XXI?
Se sim, apresenta algunsexemplos.
O Sindicato da Construção denunciou esta terça-feira a escalada de situações de
"escravatura" de trabalhadores portugueses do setor, quer em Portugal, onde recebem 300
euros mensais, quer no estrangeiro, para onde são levados por "angariadores" e "redes
mafiosas". Em conferência de Imprensa no Porto, o presidente do sindicato, Albano Ribeiro,
disse (…) "As obras de pequena dimensão, na área da requalificação urbana, estão a
aparecer como cogumelos em Portugal – e ainda bem – mas a escravatura vai aumentar
porque se querem aproveitar de as pessoas não terem trabalho", afirmou. (…) "Os
trabalhadores da construção estão a ser escravos no estrangeiro, para onde são levados por
angariadores para várias obras, públicas e privadas, dizendo-lhes que vão ganhar dois mil e
tal euros", disse.
Jornal de Notícias, 20 de agosto de 2013.
SUGESTÃO DE TRABALHO
Pequena pausa dos trabalhadores numa obra em
Nanjing,China,ondealeinãoreconhecequeum
adultosejavítimadetrabalhoescravo.Foto:Adam
Zwerner/CC
➢ Para a resolução desta tarefa deverão ser aplicadas todas as regras de leitura/análise fornecidas na aula;
➢ As respostas deverão ser sempre completas, sendo obrigatório o uso dos documentos.
➢ Entrega da tarefa: 2ª. feira, dia 23 de março
Mantenham-se saudáveis e tranquilos!
Prof. Ana Vaz
Notícia de jornal 2 – Trabalho escravo cresce no Mundo atual
Benjamin Skinner, jornalista (…) afirma que o sul da Ásia, em geral, e a Índia, em particular,
possuem mais escravos do que todas as nações do mundo somadas. (…) há centenas de
milhares, talvez milhões, de escravos na América Latina. O Haiti teria cerca de 300 mil
crianças escravas.
De acordo com o relatório global da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as
principais formas assumidas pela escravidão contemporânea são a prostituição e o trabalho
forçados, este caracterizado como servidão por dívida.
A escravidão também desconhece fronteiras. Segundo a OIT, há escravidão de nativos e
também de estrangeiros em quase todos os países. Mulheres, crianças, indígenas e
migrantes sem documentos são os principais alvos do trabalho escravo no mundo, pela
vulnerabilidade social em que se encontram. Os migrantes que entram de forma legal muitas
vezes têm seus passaportes confiscados pelos exploradores.
http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/trabalho-escravo
1. Segundo o autor do texto, quais são as zonas do Mundo que mais recorrem ao
trabalho escravo?
2. Qual era, entre os séculos XV e XVII, a principal forma de escravatura?
3. E na atualidade? Quais são, segundo a OIT, as principais formas de escravatura?
4. Quais são, na atualidade, os principais alvos de trabalho escravo no Mundo?
SUGESTÃO DE TRABALHO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Quilombos em mato grosso - VPMT
Quilombos em mato grosso - VPMTQuilombos em mato grosso - VPMT
Quilombos em mato grosso - VPMT
 
Avaliação de História I unidade
Avaliação de História I unidadeAvaliação de História I unidade
Avaliação de História I unidade
 
Ancestrais - uma introducao a historia da Africa
Ancestrais - uma introducao a historia da AfricaAncestrais - uma introducao a historia da Africa
Ancestrais - uma introducao a historia da Africa
 
Revista de historia(1)
Revista de historia(1)Revista de historia(1)
Revista de historia(1)
 
Amistad analise do filme
Amistad   analise do filmeAmistad   analise do filme
Amistad analise do filme
 
A escravidão no brasil
A escravidão no brasilA escravidão no brasil
A escravidão no brasil
 
Estudando o filme Amistad
Estudando o filme AmistadEstudando o filme Amistad
Estudando o filme Amistad
 
Amistad
AmistadAmistad
Amistad
 
O escravismo colonial
O escravismo colonialO escravismo colonial
O escravismo colonial
 
Escravidão negra 7º ano
Escravidão negra   7º anoEscravidão negra   7º ano
Escravidão negra 7º ano
 
Sandro pereira
Sandro pereiraSandro pereira
Sandro pereira
 
História comum
História comumHistória comum
História comum
 
Aula de historia pp
Aula de historia ppAula de historia pp
Aula de historia pp
 
1 prova de história 2 ano
1 prova de história   2 ano1 prova de história   2 ano
1 prova de história 2 ano
 
FLC marlon Trabalho
FLC marlon TrabalhoFLC marlon Trabalho
FLC marlon Trabalho
 
Avaliação sobre Expansão Marítima Europeia
Avaliação sobre Expansão Marítima EuropeiaAvaliação sobre Expansão Marítima Europeia
Avaliação sobre Expansão Marítima Europeia
 
A rota dos escravos atividades do filme
A rota dos escravos   atividades do filmeA rota dos escravos   atividades do filme
A rota dos escravos atividades do filme
 
5 Formas de Resistência à Escravidão
5  Formas de Resistência à Escravidão5  Formas de Resistência à Escravidão
5 Formas de Resistência à Escravidão
 
Jb news informativo nr. 1131
Jb news   informativo nr. 1131Jb news   informativo nr. 1131
Jb news informativo nr. 1131
 
Perolas do ENEM 2007
Perolas do ENEM 2007Perolas do ENEM 2007
Perolas do ENEM 2007
 

Semelhante a Tarefa 2 8 ano

Escravidão
EscravidãoEscravidão
EscravidãoRodrigo
 
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdf
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdfA escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdf
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdfGabrielaDuarte699486
 
Aulão HISTÓRIA.ppt
Aulão HISTÓRIA.pptAulão HISTÓRIA.ppt
Aulão HISTÓRIA.pptDeisy Bezerra
 
Trabalho Escravo Vs Direitos Humanos
Trabalho Escravo Vs Direitos HumanosTrabalho Escravo Vs Direitos Humanos
Trabalho Escravo Vs Direitos Humanosjoana
 
Lista de exercícios.pdf manoel
Lista de exercícios.pdf manoelLista de exercícios.pdf manoel
Lista de exercícios.pdf manoelprofnelton
 
01 8º ano história rafa- escravidão
01 8º ano história   rafa- escravidão01 8º ano história   rafa- escravidão
01 8º ano história rafa- escravidãoRafael Noronha
 
Rugendas e Debret: retratos da escravidão no Brasil
Rugendas e Debret: retratos da escravidão no BrasilRugendas e Debret: retratos da escravidão no Brasil
Rugendas e Debret: retratos da escravidão no Brasilmarialuzinete
 
Tráfico humano e trabalho escravo
Tráfico humano e trabalho escravoTráfico humano e trabalho escravo
Tráfico humano e trabalho escravomgmleite2013
 
Escravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colôniaEscravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colôniaLuana Silveeira
 
ESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASIL
ESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASILESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASIL
ESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASILdeisewonka30
 
A História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesaA História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesaGabrielaLares3
 
O movimento abolicionista e a abolição na escravidão slide
O movimento abolicionista e a  abolição na escravidão slideO movimento abolicionista e a  abolição na escravidão slide
O movimento abolicionista e a abolição na escravidão slideCaroline Fernandes
 

Semelhante a Tarefa 2 8 ano (20)

Escravidão
EscravidãoEscravidão
Escravidão
 
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidianoLivreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
 
O trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasilO trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasil
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravatura
 
áFrica entre nós 06 08
áFrica entre nós 06 08áFrica entre nós 06 08
áFrica entre nós 06 08
 
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdf
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdfA escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdf
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.pdf
 
História Africanidade - Profª Me Katia Geni Lopes
História Africanidade - Profª Me Katia Geni LopesHistória Africanidade - Profª Me Katia Geni Lopes
História Africanidade - Profª Me Katia Geni Lopes
 
Slide Escravidão.pptx
Slide Escravidão.pptxSlide Escravidão.pptx
Slide Escravidão.pptx
 
Diagnostica historia 7ano1
Diagnostica historia 7ano1Diagnostica historia 7ano1
Diagnostica historia 7ano1
 
Aulão HISTÓRIA.ppt
Aulão HISTÓRIA.pptAulão HISTÓRIA.ppt
Aulão HISTÓRIA.ppt
 
Trabalho Escravo Vs Direitos Humanos
Trabalho Escravo Vs Direitos HumanosTrabalho Escravo Vs Direitos Humanos
Trabalho Escravo Vs Direitos Humanos
 
Lista de exercícios.pdf manoel
Lista de exercícios.pdf manoelLista de exercícios.pdf manoel
Lista de exercícios.pdf manoel
 
01 8º ano história rafa- escravidão
01 8º ano história   rafa- escravidão01 8º ano história   rafa- escravidão
01 8º ano história rafa- escravidão
 
Rugendas e Debret: retratos da escravidão no Brasil
Rugendas e Debret: retratos da escravidão no BrasilRugendas e Debret: retratos da escravidão no Brasil
Rugendas e Debret: retratos da escravidão no Brasil
 
Tráfico humano e trabalho escravo
Tráfico humano e trabalho escravoTráfico humano e trabalho escravo
Tráfico humano e trabalho escravo
 
Escravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colôniaEscravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colônia
 
ESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASIL
ESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASILESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASIL
ESCRAVIDÃO NO BRASIL. AFRICANOS NO BRASIL
 
A História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesaA História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesa
 
RA Os povos africanos.
RA Os povos africanos.RA Os povos africanos.
RA Os povos africanos.
 
O movimento abolicionista e a abolição na escravidão slide
O movimento abolicionista e a  abolição na escravidão slideO movimento abolicionista e a  abolição na escravidão slide
O movimento abolicionista e a abolição na escravidão slide
 

Mais de Marquês de Pombal (20)

11 hca 1 matriz
11 hca 1 matriz11 hca 1 matriz
11 hca 1 matriz
 
10 hca 1 matriz
10 hca  1 matriz10 hca  1 matriz
10 hca 1 matriz
 
Matriz 7 1 20 21
Matriz 7 1 20 21Matriz 7 1 20 21
Matriz 7 1 20 21
 
Tarefa 2 10 h
Tarefa 2 10 h Tarefa 2 10 h
Tarefa 2 10 h
 
12 f tarefa 2
12 f tarefa 212 f tarefa 2
12 f tarefa 2
 
11 f meu
11 f meu11 f meu
11 f meu
 
Cidadania desenvolvimento tarefa 2 9 b
Cidadania desenvolvimento tarefa 2 9 bCidadania desenvolvimento tarefa 2 9 b
Cidadania desenvolvimento tarefa 2 9 b
 
Tarefa 2 11 g
Tarefa  2 11 gTarefa  2 11 g
Tarefa 2 11 g
 
Tarefa 2 10 g
Tarefa 2 10 gTarefa 2 10 g
Tarefa 2 10 g
 
Tarefa 3 8 ano
Tarefa 3   8 anoTarefa 3   8 ano
Tarefa 3 8 ano
 
Tarefa 3
Tarefa 3Tarefa 3
Tarefa 3
 
Dac
DacDac
Dac
 
11 f
 11 f 11 f
11 f
 
9
99
9
 
7
77
7
 
Ficha trabalho 9 a
Ficha trabalho 9 aFicha trabalho 9 a
Ficha trabalho 9 a
 
Quadro comparativo regimes ditatoriais
Quadro comparativo regimes ditatoriaisQuadro comparativo regimes ditatoriais
Quadro comparativo regimes ditatoriais
 
Quadro comparativo regimes ditatoriais
Quadro comparativo regimes ditatoriaisQuadro comparativo regimes ditatoriais
Quadro comparativo regimes ditatoriais
 
Tarefa 2 10 f
Tarefa 2   10 fTarefa 2   10 f
Tarefa 2 10 f
 
Novela r lib port
Novela r lib portNovela r lib port
Novela r lib port
 

Último

prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persafelipescherner
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxRaquelMartins389880
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosFernanda Ledesma
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"Ilda Bicacro
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoVALMIRARIBEIRO1
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAElianeAlves383563
 
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptxCONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptxLuana240603
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalcarlaOliveira438
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteAbuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteIpdaWellington
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxSismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxpatriciapedroso82
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfMarcianaClaudioClaud
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasMonizeEvellin2
 
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxGeometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxlucivaniaholanda
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfManuais Formação
 

Último (20)

prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
 
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptxCONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteAbuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxSismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxGeometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 

Tarefa 2 8 ano

  • 1. PARTE I A ESCRAVATURA AO LONGO DOS TEMPOS… DOC. 1 A difícil vida de um escravo Os escravos a bordo dos navios negreiros eram considerados uma carga como outra qualquer. Um exemplo. No dia 6 de setembro de 1781, o navio inglês Zong, de Liverpool, saiu da África rumo à Jamaica com excesso de escravos a bordo. Em 29 de novembro, no meio do Atlântico, 60 negros já haviam morrido por doenças, falta de água e comida. “Acor- rentados aos pares, perna direita com perna esquerda e mão direita com mão esquerda, cada escravo tinha menos espaço do que um homem dentro de um caixão” (…). Temendo perder toda a carga antes de chegar ao destino, o capitão (…) decidiu atirar ao mar todos os escravos doentes ou desnutridos. Ao longo de 3 dias, 133 negros foram atirados da amurada, vivos. Despejados aos milhares no porto do Rio de Janeiro pelos navios negreiros, os escravos eram um bem relativamente barato e acessível mesmo às famílias de classe média. (…) Em 1803, um negro adulto era vendido por 40 libras. Seria hoje o equivalente (…) a menos da metade do preço de um carro popular. Uma mulher custava um pouco menos, cerca de 32 libras. Um garoto, 20 libras. Um negro que tivesse sobrevivido à varíola, valia mais, porque já era imune à doença e, portanto, tinha chances de viver por mais tempo. Escravos eram património contabilizável, um ativo a ser explorado ao máximo em busca de retorno. No Rio de Janeiro toda a pessoa com alguma projeção social tinha negros cativos. Os museus coloniais estão repletos de instrumentos pavorosos de punição e suplício dos escravos. Havia três categorias de castigo no Brasil (…). Incluíam correntes e colares de ferro, algemas (…), além do tronco – um pedaço de madeira dividido em duas metades com buracos para imobilizar a cabeça, os pés e as mãos (…). A máscara de folha-de-flandres era usada para impedir o escravo de comer cana (de açúcar), rapadura (açúcar caramelizado), ou engolir pepitas (de ouro) e pedras preciosas. Os anjinhos – anéis de ferro que comprimiam os polegares – eram usados para obter confissões. (…) Ferros quentes com as iniciais do proprietário (…). (…) Na prática, três instrumentos eram usados com regularidade: o chicote, o tronco e os grilhões. A punição mais comum era o açoite do escravo, nas costas ou nas nádegas (…). (…) Quantidade tão absurda de chibatadas deixava as costas ou as nádegas do escravo em carne viva. Numa época em que não havia antibióticos, o risco de morte por gangrena ou infeção generalizada era grande. Por isso, banhava-se o escravo com uma mistura de sal, vinagre ou pimenta malagueta – numa tentativa de evitar a infeção das feridas. Laurentino Gomes, 1808, Planeta do Brasil, S. Paulo,2008 (adaptado). HISTÓRIA – 8 ANO 2029-2020 Lê, com muita atenção, os textos que se seguem e responde às questões que lhes estão associadas.
  • 2. DOC.2 DOC.3 SUGESTÃO DE TRABALHO Qual é o assunto descrito ao longo do documento? Localiza-o no tempo. Que nome se dá ao comércio de escravos? Retira do documento expressões que descrevam os tratos aplicados aos escravos. Por que razão, depois de castigar o escravo, o seu dono tinha o cuidado de garantir a sua sobrevivência? De que serviços se encarregava o escravo? Índios que vendem prisioneiros Por todo o século XVI, quando uma caravela se aproximava da costa (do Brasil), índios de todas as partes vinham correndo com prisioneiros (…). Os portugueses interessados em escravos compravam os presos com o pretexto de que, se não fizessem isso, eles seriam mortos ou devorados pelos índios. Em 1605, o padre Jerónimo Rodrigues, quando viajou ao litoral de Santa Catarina, ficou estarrecido com o interesse dos índios em trocar gente, até da própria família, por roupas e ferramentas. Nas vilas da corrida do ouro de Minas Gerais (Brasil), nas fazendas de tabaco da Bahia, era comum africanos ou descendentes escravizarem. Leandro Narloch, Guia politicamente incorreto da História do Brasil, Ed. Leya, 2009. SUGESTÃO DE TRABALHO Que factos descreve o autor do documento? Que conclusões retiras da leitura deste texto? O que acabaste de ler vem de alguma forma alterar a ideia que tinhas acerca do tráfico de escravos? Quando os escravos tinham olhos azuis A própria palavra “escravo” vem de eslavos – os povos do leste europeu (…). Brancos europeus também foram escravizados por africanos. Entre 1500 e 1800, os reinos árabesdo norte da África capturaram de 1 milhão a 1,25 milhão de escravos brancos, a maioria deles do litoral do mediterrâneo, segundo um estudo do historiador americano Robert Davis, autor do livro Cristãos Escravos, Senhores Muçulmanos. Leandro Narloch, Guia do politicamente incorreto da História do Brasil, Ed. Leya, 2009. SUGESTÃO DE TRABALHO 1. Explica qual o facto para o qual o autor do documento 3 chama a nossa atenção.
  • 3. PARTE II ESCRAVATURA NO SÉCULO XXI? O termo escravidão remete-nos imediatamente para a imagem da captura e da venda de africanos, forçados a trabalhar nos engenhos e nas minas. Essa era uma realidade do Brasil até ao final do século XIX, apesar de, pela lei, a escravatura, ter sido considerada ilegal em 1888. Porém, mais de um século depois, o mundo não pode dizer que está livre do trabalho escravo. Atualmente, através dos media chegam-nos notícias relativas à continuidade, aqui e além, de práticas esclavagistas. Estaremos então a falar da mesma escravatura, dos mesmos escravos? Junhode2010:trabalhadoresescravizadosnumafazenda decana-de-açúcar em MatoGrosso do Sul, Brasil. Foto: Joao Roberto Ripper / Imagens Humanas. 1. Explica por que motivo o jornalista aplica o termo “escravatura” para descrever a situação dos trabalhadores. 2. Concordas com a utilização deste termo a esta situação? 3. Já alguma vez tinhas ouvido falar na existência de trabalho escravo, no século XXI? Se sim, apresenta algunsexemplos. O Sindicato da Construção denunciou esta terça-feira a escalada de situações de "escravatura" de trabalhadores portugueses do setor, quer em Portugal, onde recebem 300 euros mensais, quer no estrangeiro, para onde são levados por "angariadores" e "redes mafiosas". Em conferência de Imprensa no Porto, o presidente do sindicato, Albano Ribeiro, disse (…) "As obras de pequena dimensão, na área da requalificação urbana, estão a aparecer como cogumelos em Portugal – e ainda bem – mas a escravatura vai aumentar porque se querem aproveitar de as pessoas não terem trabalho", afirmou. (…) "Os trabalhadores da construção estão a ser escravos no estrangeiro, para onde são levados por angariadores para várias obras, públicas e privadas, dizendo-lhes que vão ganhar dois mil e tal euros", disse. Jornal de Notícias, 20 de agosto de 2013. SUGESTÃO DE TRABALHO
  • 4. Pequena pausa dos trabalhadores numa obra em Nanjing,China,ondealeinãoreconhecequeum adultosejavítimadetrabalhoescravo.Foto:Adam Zwerner/CC ➢ Para a resolução desta tarefa deverão ser aplicadas todas as regras de leitura/análise fornecidas na aula; ➢ As respostas deverão ser sempre completas, sendo obrigatório o uso dos documentos. ➢ Entrega da tarefa: 2ª. feira, dia 23 de março Mantenham-se saudáveis e tranquilos! Prof. Ana Vaz Notícia de jornal 2 – Trabalho escravo cresce no Mundo atual Benjamin Skinner, jornalista (…) afirma que o sul da Ásia, em geral, e a Índia, em particular, possuem mais escravos do que todas as nações do mundo somadas. (…) há centenas de milhares, talvez milhões, de escravos na América Latina. O Haiti teria cerca de 300 mil crianças escravas. De acordo com o relatório global da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as principais formas assumidas pela escravidão contemporânea são a prostituição e o trabalho forçados, este caracterizado como servidão por dívida. A escravidão também desconhece fronteiras. Segundo a OIT, há escravidão de nativos e também de estrangeiros em quase todos os países. Mulheres, crianças, indígenas e migrantes sem documentos são os principais alvos do trabalho escravo no mundo, pela vulnerabilidade social em que se encontram. Os migrantes que entram de forma legal muitas vezes têm seus passaportes confiscados pelos exploradores. http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/trabalho-escravo 1. Segundo o autor do texto, quais são as zonas do Mundo que mais recorrem ao trabalho escravo? 2. Qual era, entre os séculos XV e XVII, a principal forma de escravatura? 3. E na atualidade? Quais são, segundo a OIT, as principais formas de escravatura? 4. Quais são, na atualidade, os principais alvos de trabalho escravo no Mundo? SUGESTÃO DE TRABALHO