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África entre nós!
Professor: Francisco Carlos Palosque
HISTÓRIA – 8º ANO (EFAF)
Habilidade: (EF07HI16) Analisar os mecanismos e as dinâmicas de
comércio de escravizados em suas diferentes fases, identificando
os agentes responsáveis pelo tráfico e as regiões e zonas africanas
de procedência dos escravizados.
Objeto de conhecimento: As lógicas internas das sociedades
africanas; As formas de organização das sociedades ameríndias; A
escravidão moderna e o tráfico de escravizados.
Objetivo da aula: Analisar as lógicas internas das sociedades
africanas.
Habilidade do Currículo Paulista
Nesta videoaula, apresentamos a formação do povo brasileiro a
partir da miscigenação de diferentes povos, principalmente, o
europeu, o africano e o povo indígena. Também abordamos a
importância do respeito e de um acolhimento do diferente.
Nesta videoaula, apresentamos a formação do povo brasileiro a
partir da miscigenação de diferentes povos, principalmente, o
europeu, o africano e o povo indígena. Também abordamos a
importância do respeito e de um acolhimento do diferente.
O que significa multirracial?
Após assistir ao vídeo, responda:
Relativo, pertencente ou que representa mais de um grupo
étnico ou racial.
Composto por vários grupos humanos pertencentes a
diferentes gêneros de classificação fenotípica, falando
especialmente por pessoas com diferenças étnico-raciais.
Referente ao grupo de pessoas formado por indivíduos de
diferentes nacionalidades e culturas; multicultural:
sociedade, país multirracial.
Etimologia (origem da palavra multirracial). A palavra
multirracial deriva da junção do prefixo multi-, com sentido
de vários, e racial, pela junção de raça e do sufixo -ial.
O que significa multirracial?
Quais os primeiros povos que se miscigenam até formar o povo
brasileiro?
De acordo com o vídeo
Como esses diferentes povos chegaram ao Brasil?
Vamos identificar!
Elaborado especialmente para o CMSP.
Europeus
Indígenas
Africanos
A hipótese mais aceita para explicar a origem dos índios brasileiros
é a de que eles são descendentes de povos asiáticos que
atravessaram o estreito de Bering há 62 mil anos.
Eles eram 5 milhões em 1500
Estudos arqueológicos recentes estabelecem a chegada dos
primeiros habitantes do Brasil à Bahia e ao Piauí entre 20 mil e 40
mil anos atrás.
População indígena
No ano de 1500, os primeiros portugueses chegaram ao chamado
“Novo Mundo” (América), e com eles o navegador Pedro Álvares
Cabral desembarcou no litoral do novo território. Logo, os
primeiros europeus tomaram posse das terras e tiveram os
primeiros contatos com os indígenas denominados pelos
portugueses de “selvagens”. Alguns historiadores chamaram o
primeiro contato entre portugueses e indígenas de “encontro de
culturas”, mas percebemos com o início do processo de
colonização portuguesa um “desencontro de culturas”, começando
então o extermínio dos indígenas tanto por meio dos conflitos
entre os portugueses quanto pelas doenças trazidas pelos
europeus, como a gripe e a sífilis.
População europeia
Escravidão dos africanos no Brasil
Os primeiros africanos trazidos por tráfico negreiro chegaram por
volta de 1550. Os portugueses tinham feitorias desde o século XV e
mantinham contato com reinos africanos que vendiam escravos.
Com o desenvolvimento do Brasil, a necessidade de mão-de-obra
também aumentava e o mercado de escravos era extremamente
lucrativo.
Os escravos eram levados amontoados nos porões de navios
negreiros e muitos morriam no caminho. Os sobreviventes
precisavam trabalhar 20 horas diárias, além de sofrer abusos dos
senhores e serem submetidos a trabalhos terrivelmente perigosos.
População africana
As condições eram desumanas. A alimentação insuficiente, os
escravos dormiam no chão da senzala e eram constantemente
vigiados. Os que trabalhavam na casa-grande (residência dos
senhores) eram tratados melhor, com roupas e comida. Alguns
ainda trabalhavam nas cidades, em diversos ofícios.
Caso errassem ou resistissem, o que os esperava eram castigos
físicos com altas doses de dor e sadismo. No caso das mulheres,
ainda eram exploradas sexualmente. Claro que isso não era aceito
passivamente. Muitos escravos fugiam e formavam quilombos. A
Revolta dos Malês é um exemplo.
População africana
Como se iniciou o tráfico negreiro?
O desenvolvimento do tráfico negreiro no Brasil está associado com a
instalação da produção açucareira que aconteceu no país, em meados do
século XV. O tráfico ultramarino de africanos, com o objetivo de escravizá-
los, tem relação direta com a necessidade permanente de trabalhadores
nos engenhos e também com a diminuição da população de indígenas.
Desde o início da colonização do Brasil por Portugal, os indígenas sofriam
com a escravização, mas uma série de fatores fez a população de indígenas
começar a diminuir. Primeiro, a violência dessa escravização, mas o fator
mais relevante na diminuição da população indígena foi a questão
biológica, uma vez que os indígenas não possuíam defesa biológica contra
doenças, como a varíola.
https://www.youtube.com/watch?v=at3a-ptsC2I
Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa, diz
Alberto da Costa e Silva
Vídeo: ONU Brasil. Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa,
diz Alberto da Costa e Silva. Licença Creative Commons. Disponível em:
https://www.yout ube.com/watch?v=at3a-ptsC2I. Acesso em: 3 ago. 2021.
Por que no vídeo o locutor afirma que “nós brasileiros somos tão
plurais”?
Vamos conversar!
Elaborado especialmente para o CMSP.
África entre nós!
África entre nós!
Os diversos povos que habitavam o continente africano, muito antes da
colonização feita pelos europeus, eram bambambãs em várias áreas: eles
dominavam técnicas de agricultura, mineração, ourivesaria e metalurgia;
usavam sistemas matemáticos elaboradíssimos para não bagunçar a
contabilidade do comércio de mercadorias; e tinham conhecimentos de
astronomia e de medicina que serviram de base para a ciência moderna. A
biblioteca de Tumbuctu, em Mali, reunia mais de 20 mil livros, que ainda
hoje deixariam encabulados muitos pesquisadores de beca que se dedicam
aos estudos da cultura negra.
África entre nós!
Infelizmente, a imagem que se tem da África e de seus descendentes não é
relacionada com produção intelectual nem com tecnologia. Ela descamba
para moleques famintos e famílias miseráveis, povos doentes e em guerra
ou paisagens de safáris e mulheres de cangas coloridas. "Essas ideias
distorcidas desqualificam a cultura negra e acentuam o preconceito, do qual
45% de nossa população é vítima", afirma Glória Moura, coordenadora do
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (UnB).
Durante mais de 350 anos de tráfico transatlântico, o Brasil recebeu cerca de
5 milhões de africanos escravizados. Entre os séculos 16 e 19, esse brutal
comércio fez prisioneiros de diferentes partes da África. Cerca de 12 milhões
de pessoas foram retiradas de seus lares e, nessa travessia, mais de 2 milhões
de africanos perderam suas vidas. O Brasil foi o maior receptor desse fluxo
forçado, o que deu ao país o título de segunda maior população negra do
mundo, atrás apenas da Nigéria, na África. Neste especial sobre o Dia da
África, criado em 25 de maio de 1963 e marcado anualmente pela
comunidade internacional, o Centro de Informação das Nações Unidas para o
Brasil (UNIC Rio) entrevista Alberto da Costa e Silva – ex-embaixador em
países africanos e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) – sobre a
importância do continente africano para a formação do Brasil e sobre o cruel
tráfico transatlântico. Confira o vídeo especial.
Matéria completa em bit.ly/africa-alberto. Licença de atribuição Creative
Commons (reutilização permitida).
Fim da escravidão no Brasil
O Brasil foi o último país a abolir a escravidão. Isso só ocorreu após a Lei
Áurea assinada pela princesa Isabel em 13 de maio 1888. Foi necessário um
longo debate público e pressões do governo inglês ainda assim. No fim, o
tráfico de escravos de fato cessou e o processo de libertação foi iniciado
baseado nas seguintes leis:
Lei Eusébio de Queirós (1850): visava a proibição do tráfico negreiro.
Através dessa lei, foi possível impedir a fonte que renovava os números de
escravos no território brasileiro.
Lei do Ventre Livre (1871): também conhecida como Lei Rio Branco,
determinava que os filhos de mulheres escravizadas nascidos a partir desta
data seriam considerados livres.
Lei dos Sexagenários (1885): também conhecida como Lei Saraiva-
Cotegipe, concedia liberdade para os escravos com mais de 60 anos de
idade.
Quantos anos durou o tráfico transatlântico?
Após assistir ao vídeo, responda:
Elaborado especialmente para o CMSP.
Por que o autor Alberto da Costa e Silva afirma que “A escravidão
foi o processo mais violento e mais cruel, mas mais eficiente de
obter, conservar, preservar e explorar o trabalho alheio”?
Elaborado especialmente para o CMSP.
Vamos analisar!
Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa, diz
Alberto da Costa e Silva.
Quais trocas foram essas?
Elaborado especialmente para o CMSP.
Vamos identificar!
QUESTÃO 1 Leia os versos:
“Seiscentas peças barganhei:
— Que Pechincha! — no Senegal
A carne é rija, os músculos de aço,
Boa liga do melhor metal.
Em troca dei só aguardente,
Contas, latão – um peso morto!
Eu ganho oitocentos por cento
Se a metade chegar ao porto.”
HEINE, Heinrich. Citado em: BOSI, Alfredo. Dialética da colonização.
São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
O trecho do poema acima citado refere-se:
a) à forma pela qual os europeus conseguiam adquirir metais
preciosos em solo africano.
b) ao comércio de escravos no continente africano e os altos lucros
proporcionados aos europeus em decorrência dos produtos dados
em troca.
c) ao comércio de carne realizado na África mediante o escambo.
O trecho do poema acima citado refere-se:
a) à forma pela qual os europeus conseguiam adquirir metais
preciosos em solo africano.
b) ao comércio de escravos no continente africano e os altos lucros
proporcionados aos europeus em decorrência dos produtos dados
em troca.
c) ao comércio de carne realizado na África mediante o escambo.
QUESTÃO 2 Leia os versos:
No período imperial, mais precisamente no dia 4 de setembro de
1850, uma importante medida foi implementada para que se
arrefecesse o tráfico transatlântico de escravos para terras
brasileiras. Que medida foi essa?
a) Lei Eusébio de Queiroz
b) Lei do ventre livre
c) Lei Áurea
QUESTÃO 2
No período imperial, mais precisamente no dia 4 de setembro de
1850, uma importante medida foi implementada para que se
arrefecesse o tráfico transatlântico de escravos para terras
brasileiras. Que medida foi essa?
a) Lei Eusébio de Queiroz
b) Lei do ventre livre
c) Lei Áurea
QUESTÃO 3
A escravidão negra no Brasil teve várias facetas. Dentre as
assertivas a seguir, qual não pode ser considerada uma marca do
escravismo brasileiro?
a) A vida nos engenhos era dura e penosa. Por isso, a expectativa de
vida dos escravos era muito pequena.
b) Todos os escravos se reconheciam como iguais e lutaram juntos
pelo fim da infame escravidão.
c) O processo de derrocada da escravidão foi lento e gradual,
durando, legalmente falando, quase quarenta anos (1850-1888).
QUESTÃO 3
A escravidão negra no Brasil teve várias facetas. Dentre as
assertivas a seguir, qual não pode ser considerada uma marca do
escravismo brasileiro?
a) A vida nos engenhos era dura e penosa. Por isso, a expectativa de
vida dos escravos era muito pequena.
b) Todos os escravos se reconheciam como iguais e lutaram juntos
pelo fim da infame escravidão.
c) O processo de derrocada da escravidão foi lento e gradual,
durando, legalmente falando, quase quarenta anos (1850-1888).
QUESTÃO 4
As razões que fizeram com que no Brasil colonial e mesmo durante
o império a escravidão africana predominasse em lugar da
escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a (à):
a) setores da Igreja e da Coroa que se opunham à escravização
indígena; fugas, epidemias e legislação antiescravista indígena que a
tornaram menos atraente e lucrativa.
b) religião dos povos indígenas, que proibia o trabalho escravo.
Preferiam morrer a ter que se se submeterem às agruras da
escravidão que lhes era imposta nos engenhos de açúcar ou
mesmo em outros trabalhos.
c) reação dos povos indígenas, que, por serem bastante
organizados e unidos, toda vez que se tentou capturá-los, eles
encontravam alguma forma de escapar ao cerco dos portugueses.
QUESTÃO 4
As razões que fizeram com que no Brasil colonial e mesmo durante
o império a escravidão africana predominasse em lugar da
escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a (à):
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indígena; fugas, epidemias e legislação antiescravista indígena que a
tornaram menos atraente e lucrativa.
b) religião dos povos indígenas, que proibia o trabalho escravo.
Preferiam morrer a ter que se se submeterem às agruras da
escravidão que lhes era imposta nos engenhos de açúcar ou
mesmo em outros trabalhos.
c) reação dos povos indígenas, que, por serem bastante
organizados e unidos, toda vez que se tentou capturá-los, eles
encontravam alguma forma de escapar ao cerco dos portugueses.
REFERÊNCIA/FONTE
África entre nós!
Professora: Janaina Jardim
CRÉDITO
Equipe do CMSP

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Formação do povo brasileiro

  • 1.
  • 2. África entre nós! Professor: Francisco Carlos Palosque HISTÓRIA – 8º ANO (EFAF)
  • 3. Habilidade: (EF07HI16) Analisar os mecanismos e as dinâmicas de comércio de escravizados em suas diferentes fases, identificando os agentes responsáveis pelo tráfico e as regiões e zonas africanas de procedência dos escravizados. Objeto de conhecimento: As lógicas internas das sociedades africanas; As formas de organização das sociedades ameríndias; A escravidão moderna e o tráfico de escravizados. Objetivo da aula: Analisar as lógicas internas das sociedades africanas. Habilidade do Currículo Paulista
  • 4. Nesta videoaula, apresentamos a formação do povo brasileiro a partir da miscigenação de diferentes povos, principalmente, o europeu, o africano e o povo indígena. Também abordamos a importância do respeito e de um acolhimento do diferente.
  • 5. Nesta videoaula, apresentamos a formação do povo brasileiro a partir da miscigenação de diferentes povos, principalmente, o europeu, o africano e o povo indígena. Também abordamos a importância do respeito e de um acolhimento do diferente.
  • 6. O que significa multirracial? Após assistir ao vídeo, responda:
  • 7. Relativo, pertencente ou que representa mais de um grupo étnico ou racial. Composto por vários grupos humanos pertencentes a diferentes gêneros de classificação fenotípica, falando especialmente por pessoas com diferenças étnico-raciais. Referente ao grupo de pessoas formado por indivíduos de diferentes nacionalidades e culturas; multicultural: sociedade, país multirracial. Etimologia (origem da palavra multirracial). A palavra multirracial deriva da junção do prefixo multi-, com sentido de vários, e racial, pela junção de raça e do sufixo -ial. O que significa multirracial?
  • 8.
  • 9. Quais os primeiros povos que se miscigenam até formar o povo brasileiro? De acordo com o vídeo
  • 10. Como esses diferentes povos chegaram ao Brasil? Vamos identificar! Elaborado especialmente para o CMSP. Europeus Indígenas Africanos
  • 11. A hipótese mais aceita para explicar a origem dos índios brasileiros é a de que eles são descendentes de povos asiáticos que atravessaram o estreito de Bering há 62 mil anos. Eles eram 5 milhões em 1500 Estudos arqueológicos recentes estabelecem a chegada dos primeiros habitantes do Brasil à Bahia e ao Piauí entre 20 mil e 40 mil anos atrás. População indígena
  • 12. No ano de 1500, os primeiros portugueses chegaram ao chamado “Novo Mundo” (América), e com eles o navegador Pedro Álvares Cabral desembarcou no litoral do novo território. Logo, os primeiros europeus tomaram posse das terras e tiveram os primeiros contatos com os indígenas denominados pelos portugueses de “selvagens”. Alguns historiadores chamaram o primeiro contato entre portugueses e indígenas de “encontro de culturas”, mas percebemos com o início do processo de colonização portuguesa um “desencontro de culturas”, começando então o extermínio dos indígenas tanto por meio dos conflitos entre os portugueses quanto pelas doenças trazidas pelos europeus, como a gripe e a sífilis. População europeia
  • 14. Os primeiros africanos trazidos por tráfico negreiro chegaram por volta de 1550. Os portugueses tinham feitorias desde o século XV e mantinham contato com reinos africanos que vendiam escravos. Com o desenvolvimento do Brasil, a necessidade de mão-de-obra também aumentava e o mercado de escravos era extremamente lucrativo. Os escravos eram levados amontoados nos porões de navios negreiros e muitos morriam no caminho. Os sobreviventes precisavam trabalhar 20 horas diárias, além de sofrer abusos dos senhores e serem submetidos a trabalhos terrivelmente perigosos. População africana
  • 15. As condições eram desumanas. A alimentação insuficiente, os escravos dormiam no chão da senzala e eram constantemente vigiados. Os que trabalhavam na casa-grande (residência dos senhores) eram tratados melhor, com roupas e comida. Alguns ainda trabalhavam nas cidades, em diversos ofícios. Caso errassem ou resistissem, o que os esperava eram castigos físicos com altas doses de dor e sadismo. No caso das mulheres, ainda eram exploradas sexualmente. Claro que isso não era aceito passivamente. Muitos escravos fugiam e formavam quilombos. A Revolta dos Malês é um exemplo. População africana
  • 16. Como se iniciou o tráfico negreiro? O desenvolvimento do tráfico negreiro no Brasil está associado com a instalação da produção açucareira que aconteceu no país, em meados do século XV. O tráfico ultramarino de africanos, com o objetivo de escravizá- los, tem relação direta com a necessidade permanente de trabalhadores nos engenhos e também com a diminuição da população de indígenas. Desde o início da colonização do Brasil por Portugal, os indígenas sofriam com a escravização, mas uma série de fatores fez a população de indígenas começar a diminuir. Primeiro, a violência dessa escravização, mas o fator mais relevante na diminuição da população indígena foi a questão biológica, uma vez que os indígenas não possuíam defesa biológica contra doenças, como a varíola.
  • 17. https://www.youtube.com/watch?v=at3a-ptsC2I Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa, diz Alberto da Costa e Silva Vídeo: ONU Brasil. Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa, diz Alberto da Costa e Silva. Licença Creative Commons. Disponível em: https://www.yout ube.com/watch?v=at3a-ptsC2I. Acesso em: 3 ago. 2021.
  • 18.
  • 19. Por que no vídeo o locutor afirma que “nós brasileiros somos tão plurais”? Vamos conversar! Elaborado especialmente para o CMSP.
  • 21. África entre nós! Os diversos povos que habitavam o continente africano, muito antes da colonização feita pelos europeus, eram bambambãs em várias áreas: eles dominavam técnicas de agricultura, mineração, ourivesaria e metalurgia; usavam sistemas matemáticos elaboradíssimos para não bagunçar a contabilidade do comércio de mercadorias; e tinham conhecimentos de astronomia e de medicina que serviram de base para a ciência moderna. A biblioteca de Tumbuctu, em Mali, reunia mais de 20 mil livros, que ainda hoje deixariam encabulados muitos pesquisadores de beca que se dedicam aos estudos da cultura negra.
  • 22. África entre nós! Infelizmente, a imagem que se tem da África e de seus descendentes não é relacionada com produção intelectual nem com tecnologia. Ela descamba para moleques famintos e famílias miseráveis, povos doentes e em guerra ou paisagens de safáris e mulheres de cangas coloridas. "Essas ideias distorcidas desqualificam a cultura negra e acentuam o preconceito, do qual 45% de nossa população é vítima", afirma Glória Moura, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (UnB).
  • 23. Durante mais de 350 anos de tráfico transatlântico, o Brasil recebeu cerca de 5 milhões de africanos escravizados. Entre os séculos 16 e 19, esse brutal comércio fez prisioneiros de diferentes partes da África. Cerca de 12 milhões de pessoas foram retiradas de seus lares e, nessa travessia, mais de 2 milhões de africanos perderam suas vidas. O Brasil foi o maior receptor desse fluxo forçado, o que deu ao país o título de segunda maior população negra do mundo, atrás apenas da Nigéria, na África. Neste especial sobre o Dia da África, criado em 25 de maio de 1963 e marcado anualmente pela comunidade internacional, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) entrevista Alberto da Costa e Silva – ex-embaixador em países africanos e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) – sobre a importância do continente africano para a formação do Brasil e sobre o cruel tráfico transatlântico. Confira o vídeo especial. Matéria completa em bit.ly/africa-alberto. Licença de atribuição Creative Commons (reutilização permitida).
  • 24. Fim da escravidão no Brasil O Brasil foi o último país a abolir a escravidão. Isso só ocorreu após a Lei Áurea assinada pela princesa Isabel em 13 de maio 1888. Foi necessário um longo debate público e pressões do governo inglês ainda assim. No fim, o tráfico de escravos de fato cessou e o processo de libertação foi iniciado baseado nas seguintes leis: Lei Eusébio de Queirós (1850): visava a proibição do tráfico negreiro. Através dessa lei, foi possível impedir a fonte que renovava os números de escravos no território brasileiro. Lei do Ventre Livre (1871): também conhecida como Lei Rio Branco, determinava que os filhos de mulheres escravizadas nascidos a partir desta data seriam considerados livres. Lei dos Sexagenários (1885): também conhecida como Lei Saraiva- Cotegipe, concedia liberdade para os escravos com mais de 60 anos de idade.
  • 25.
  • 26. Quantos anos durou o tráfico transatlântico? Após assistir ao vídeo, responda: Elaborado especialmente para o CMSP.
  • 27. Por que o autor Alberto da Costa e Silva afirma que “A escravidão foi o processo mais violento e mais cruel, mas mais eficiente de obter, conservar, preservar e explorar o trabalho alheio”? Elaborado especialmente para o CMSP. Vamos analisar!
  • 28. Entre o Brasil e a África houve uma troca forte e poderosa, diz Alberto da Costa e Silva. Quais trocas foram essas? Elaborado especialmente para o CMSP. Vamos identificar!
  • 29. QUESTÃO 1 Leia os versos: “Seiscentas peças barganhei: — Que Pechincha! — no Senegal A carne é rija, os músculos de aço, Boa liga do melhor metal. Em troca dei só aguardente, Contas, latão – um peso morto! Eu ganho oitocentos por cento Se a metade chegar ao porto.” HEINE, Heinrich. Citado em: BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
  • 30. O trecho do poema acima citado refere-se: a) à forma pela qual os europeus conseguiam adquirir metais preciosos em solo africano. b) ao comércio de escravos no continente africano e os altos lucros proporcionados aos europeus em decorrência dos produtos dados em troca. c) ao comércio de carne realizado na África mediante o escambo.
  • 31. O trecho do poema acima citado refere-se: a) à forma pela qual os europeus conseguiam adquirir metais preciosos em solo africano. b) ao comércio de escravos no continente africano e os altos lucros proporcionados aos europeus em decorrência dos produtos dados em troca. c) ao comércio de carne realizado na África mediante o escambo.
  • 32. QUESTÃO 2 Leia os versos: No período imperial, mais precisamente no dia 4 de setembro de 1850, uma importante medida foi implementada para que se arrefecesse o tráfico transatlântico de escravos para terras brasileiras. Que medida foi essa? a) Lei Eusébio de Queiroz b) Lei do ventre livre c) Lei Áurea
  • 33. QUESTÃO 2 No período imperial, mais precisamente no dia 4 de setembro de 1850, uma importante medida foi implementada para que se arrefecesse o tráfico transatlântico de escravos para terras brasileiras. Que medida foi essa? a) Lei Eusébio de Queiroz b) Lei do ventre livre c) Lei Áurea
  • 34. QUESTÃO 3 A escravidão negra no Brasil teve várias facetas. Dentre as assertivas a seguir, qual não pode ser considerada uma marca do escravismo brasileiro? a) A vida nos engenhos era dura e penosa. Por isso, a expectativa de vida dos escravos era muito pequena. b) Todos os escravos se reconheciam como iguais e lutaram juntos pelo fim da infame escravidão. c) O processo de derrocada da escravidão foi lento e gradual, durando, legalmente falando, quase quarenta anos (1850-1888).
  • 35. QUESTÃO 3 A escravidão negra no Brasil teve várias facetas. Dentre as assertivas a seguir, qual não pode ser considerada uma marca do escravismo brasileiro? a) A vida nos engenhos era dura e penosa. Por isso, a expectativa de vida dos escravos era muito pequena. b) Todos os escravos se reconheciam como iguais e lutaram juntos pelo fim da infame escravidão. c) O processo de derrocada da escravidão foi lento e gradual, durando, legalmente falando, quase quarenta anos (1850-1888).
  • 36. QUESTÃO 4 As razões que fizeram com que no Brasil colonial e mesmo durante o império a escravidão africana predominasse em lugar da escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a (à): a) setores da Igreja e da Coroa que se opunham à escravização indígena; fugas, epidemias e legislação antiescravista indígena que a tornaram menos atraente e lucrativa. b) religião dos povos indígenas, que proibia o trabalho escravo. Preferiam morrer a ter que se se submeterem às agruras da escravidão que lhes era imposta nos engenhos de açúcar ou mesmo em outros trabalhos. c) reação dos povos indígenas, que, por serem bastante organizados e unidos, toda vez que se tentou capturá-los, eles encontravam alguma forma de escapar ao cerco dos portugueses.
  • 37. QUESTÃO 4 As razões que fizeram com que no Brasil colonial e mesmo durante o império a escravidão africana predominasse em lugar da escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a (à): a) setores da Igreja e da Coroa que se opunham à escravização indígena; fugas, epidemias e legislação antiescravista indígena que a tornaram menos atraente e lucrativa. b) religião dos povos indígenas, que proibia o trabalho escravo. Preferiam morrer a ter que se se submeterem às agruras da escravidão que lhes era imposta nos engenhos de açúcar ou mesmo em outros trabalhos. c) reação dos povos indígenas, que, por serem bastante organizados e unidos, toda vez que se tentou capturá-los, eles encontravam alguma forma de escapar ao cerco dos portugueses.
  • 39. África entre nós! Professora: Janaina Jardim CRÉDITO Equipe do CMSP