Como não ferrar com a user experience - Campus Party 2012

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Você não pode contar com alguém específico para cuidar da user experience do seu site, aplicativo, produto, serviço ou foguete? Bem, não se desespere. Saiba técnicas para criar interfaces amigáveis sem ser necessariamente um expert no assunto, ou seja, torne a vida dos usuários de internet e aplicativos móveis mais fácil, com movimentos mais rápidos, diretos e baratos.

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Oficina ministrada durante a Campus Party 2012
Área de Inovação, no palco "Desenvolvimento"
10/fev/2012

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Vídeo da apresentação: http://youtu.be/-Cy0KKLfInI

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  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Sim, o meu pai, que mal ligava o computador há 1 ano, hoje compra no Ebay. Em inglês. E paga com Paypal.A minha mãe lê Katylene, usa o Facebook e adora ver videos no Youtube.E a minha irmã, que é uma das pessoas mais pão duras que eu conheço, gastou seu suado dinheirinho num iPhone e hoje não desgruda dele.
  • DISCLAIMEREssa apresentação leva em conta a experiência que tenho na área de UX. Nada aqui está escrito em pedraSe você discorda, a ideia é essa mesmo: promover o debateNão, eu juro que não vai ser polêmica
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
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  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Jonathan Ive
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  • Como não ferrar com a user experience - Campus Party 2012

    1. 1. Como não ferrarcom a userexperience Área Inovação | Desenvolvimento 10/02/2012 Juliana Gaiba
    2. 2. Agenda• Apresentação• O que é UX?• UX: antes, agora e depois• Nosso problema• Um ponto de vista
    3. 3. Oi,• Trabalho na “grande área de UX” há ~8 anos• Sou formada em design, mas comecei trabalhandocom usabilidade• Já fui agência, cliente e consultoria• Continuo aprendendo• E me apaixonando pelo que faço 
    4. 4. Cristina, 27 anos. Viciada no Antonio, 57 anos. Fica o dia Facebook. Apesar da todo comprando peças de bikepãodurice, comprou um iPhone no eBay, pagando com Paypal e não desgruda dele. Paola, 55 anos. Fã do Dance Central, no Kinect. Adora Katylene.com
    5. 5. Hoje eu trabalho na Telefonica | Vivo. Não, eu não souatendente de telemarketing.A área de UX da TEF tem hoje 7 meses. E nosso desafio, claro, éfazer coisas legais. Lançar produtos que as pessoas curtam.E isso é difícil pra caramba.
    6. 6. Afinal,o que é UsereXperience?
    7. 7. Quais são osentregáveis deUX?
    8. 8. Os mais comuns
    9. 9. A área
    10. 10. Como a áreaera no“passado”...
    11. 11. aço wireframe, aplico testede usabilidade, crio matriz deconteúdo, faço vocabuláriocontrolado, modero cardsorting, monto protótipo empapel, crio animações nopower point, arraso nospainéis dinâmicos do axure
    12. 12. Como éagora?
    13. 13. Amadurece ndo• Antes, eramos todos iguais e tentávamos fazer tudo.• Como qualquer coisa que é muito nova, estamos amadurecendo, nos profissionalizando e especializando – apesar da área naturalmente generalista.• De uma forma bem simplista, hoje posso falar que os meus colegas de profissão se dividiram em “categorias”.
    14. 14. Desgarradosda UX.br• Visual Designer: geralmente está na equipe de criação, na agência. É difícil encontrar nas consultorias.• Redator: apesar de importante, nunca é exclusivo para UX. Geralmente fica na publicidade.• Prototyper: cria as animações e transições. Bem raro. http://www.userfocus.co.uk/articles/how-to-design-like-Leonardo-da-Vinci.html
    15. 15. Somosmultidisciplinares http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
    16. 16. E continuamos“tudistas” http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
    17. 17. O trabalho
    18. 18. Como otrabalho era no“passado”...
    19. 19. Arquiteto- Aprovou o escopo e oconteúdo com o cliente.- Definiu a estrutura.- Aprovou a estrutura com ocliente.
    20. 20. Criação- O cliente achou a primeira proposta careta e pediu uma coisa maisdiferente e ousada.- Entre 21 idas e vindas, chegaram nessa versão. O wireframe caiuno esquecimento.
    21. 21. Desenvolvi-mento- Implementou o que deu pra fazer.-O prazo estourou e tiveram 1semana pra desenvolver tudo.- A navegação mudou, não deutempo de seguir.- Wireframe? Tinha isso?!- Não vai dar tempo de fazer essasanimações todas no código, vamosbotar um flash.- Vai demorar uns 68 segundos praabrir o site, beleza?- Ninguém teve tempo de testar.
    22. 22. Como éagora?
    23. 23. A maioria doslugares (agência, cliente e continuaconsultoria)assim
    24. 24. Ainda“compartimentamos”a criação Putz, a equipe de UX tá lotada. Precisamos arranjar um fornecedor de wireframes.
    25. 25. Nossa áreaamadurece, masseguimos a mesmaestrutura detrabalho de antes
    26. 26. Apesar disso, ascoisas quegostamos de usarevoluem
    27. 27. EVOLUEM RÁPIDO
    28. 28. Há alguns anos as coisas não são mais tela a tela
    29. 29. Nem acontecem numa tela só
    30. 30. Um ponto devista
    31. 31. Sobreprojetos
    32. 32. Tenha osobjetivos claros.Antes de começar a pensar na tela:Conheça as necessidades do seuusuário, mesmo que sejapesquisando mais sobre ele noGoogle. Conheça a suaconcorrência! Tente elaborar ummodelo de negócios “express”, é umexcelente exercício. Saiba quais sãoas possibilidades técnicas da(s)plataforma(s) que você estáprojetando.
    33. 33. Identifique oque deve serincrível. E sejaincrível nisso.Identifique a tela principal –acredite,na maioria das vezes não é a home.Ela tem que ser melhor do que todosos seus concorrentes. Tente envolvera equipe toda nesse processo:desenvolvedores, stakeholders,gerentes: todos devem contribuir.
    34. 34. a b c Timeline Timeline TimelineFacebook Gowalla Path
    35. 35. Edite. Corte.Diminua.Valide.Faça planos de lançamento. Foqueno que realmente importa.Pareto is king.
    36. 36. Sobre otrabalho
    37. 37. Seja visual.Exemplifique.Pesquise umpainel dereferências.Participe do processo de criaçãocomo um todo. Comunique-sevisualmente: nada pior que tentarexplicar uma imagem com milpalavras. Use referências,contribua.
    38. 38. Seja ainda maisvisual.Pesquise!Não se limite ao seu “nicho”.Dificilmente dá pra contar com ummotion designer. Leve contribuiçõesde animações e transições de tela:esses também são elementos chaveda experiência, principalmentemobile.
    39. 39. Tente nãocomprometerseu tempo comdocumentaçõescomplexas.Sabe aquele documento complicado,cheio de detalhes e legendas? Poisé, (quase) ninguém vai ler aquilo.E, mesmo se ler, não vai sairexatamente o que você quer. Gasteseu tempo orientando e validando.
    40. 40. Desenhe,desenhe,desenhe,desenhe.Antes de partir para o wireframe,desenhe com o time todo. Junteideias, referências, tudo o quepuder. Exemplifique!
    41. 41. Experimente.Tem algum serviço novo?Cadastre-se.Baixe todos os aplicativos de graça –e os pagos, se forem muito legais.Use o celular velho da sua vó.
    42. 42. Teste (menoscom a suamãe, que écoruja).Testar nem sempre é complicadoe caro. Nielsen já dizia: com 5usuários dá pra produzir bonsresultados. Aliando isso a índicescomo Net Promoted Score, suaanálise fica ainda mais rica.
    43. 43. Tenha sempreem mente
    44. 44. Você estádisputandopor tempo.Seja obssessivo com velocidade.
    45. 45. A interaçãodeve fluir, semengasgos.Faça com que o usuário percorrafluxos de maneira fluida e aexperiência trará felicidade.
    46. 46. Mire algoviciante, comoum jogoOk, gamification é buzzword, masde site de banco a fazendinha,sua interface tem que “prender” ousuário e dar a experiência queele precisa: lúdica ou informativa.
    47. 47. Semprereduza oesforçoSe pergunte: o que o usuário vaiganhar em troca? Vale a pena?
    48. 48. Pense nomodelomentalNem sempre o usuário vainavegar usando a forma maislógica. http://www.cred.columbia.edu/guide/images/illo_mental_model.gif
    49. 49. Sobreatitude
    50. 50. Acostume-se:você vai ser ochato. Masnunca o c*ga-regra.Você vai colaborar com otrabalho dos outros.
    51. 51. A primeirasolução nuncaé a melhorsolução.Seja incansável. Respire o seuproduto.
    52. 52. A inspiraçãopode vir deumacalculadoraAcredite.
    53. 53. Envolva odesenvolvedor.Ele é geek echeio dereferências.Tenha um advogado ao seu lado,não um crítico.
    54. 54. Divirta-se!
    55. 55. Briefing UX: AI / DI Criação Desenvolvimento Look and Briefing Conteúdo feel Implementação Uxs + Devs + Usuários
    56. 56. Mão na massa
    57. 57. O que é?• Um método para detectar problemas na interação do usuário com um produto
    58. 58. Como é?• Barato• Rápido• Fácil• Eficiente
    59. 59. Preparar• Escolha 5 pessoas que não tem nada a ver com o seu produto. Considere: • Nível de experiência (heavy, light ou ambos) • Pense no tipo de público que usa o seu produto• Elabore um roteiro de tarefas com os pontos que você quer explorar • O enunciado não pode induzir • O teste não pode ser longo demais • Tente inserir tarefas em um contexto: “Você quer pagar essa conta. Como faria pra ter uma cópia dela em papel?”
    60. 60. Preparar• Use uma métrica de satisfação (como “dado bônus”)Sugestão: net promoter score
    61. 61. Organizar• Escolha um local tranquilo (uma sala de reunião, a área do café)• De preferência o usuário deve utilizar seu próprio computador ou celular (a não ser em caso de protótipos)• Evite muitas pessoas no local, pode inibir• Use alguma coisa pra gravar o que o usuário diz. O trial do Morae dura 30 dias, experimente• Imprima o seu roteiro e o use pra tomar notas• Faça um “pré-teste”
    62. 62. Moderar• Seja neutro, não diga que é seu produto• Deixe claro que a única coisa que está sendo testada é a interface• Explique que você vai passar tarefas e que o objetivo é demonstrar como o participante faria, simulando uma situação real• Peça para o participante “pensar em voz alta”• Peça para sinalizar quando finalizou a tarefa ou quando desiste• Não ensine como fazer (só no final da sessão)• Não colocar respostas na boca do usuário: “Foi difícil, né?”
    63. 63. http://www.fastcodesign.com/1668923/usability-is-king-for-you-product-heres-how-we-can-finally-measure-it
    64. 64. Observar• Caminho que o usuário percorre para realizar tarefas• Tempo de execução• Reclamações (espontâneas ou expressões faciais)• Avaliação final e exploração de pontos que não ficaram claros durante a execução das tarefas
    65. 65. Analisar• Tabular os dados, mas informalmente• Definir pontos de melhora• Repetir a dose depois que aplicar as melhorias
    66. 66. Voluntários?
    67. 67. Perguntas?Obrigada!@gaibagaiba.mejuliana@gaiba.me

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