RDA: Dando um passo à frente

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RDA: Dando um passo à frente

  1. 1. RDA: Dando um passo à frente Fabrício Silva Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com | Curso online 28 de maio de 2015
  2. 2. Necessidade de mudanças Novos tipos de documentos Novos tipos de conteúdo Novas formas de acesso Novos suportes para o armazenamento ... Novas necessidades de informação
  3. 3. AACR2 • Regras de catalogação para um contexto não digital. • Estrutura voltada ao tipo de documento. – Ênfase nos materiais “tradicionais” • Apresentação dos dados.
  4. 4. Recursos: Descrição e Acesso Descrição de Recursos e Acesso
  5. 5. O que descrevemos? É exemplificada pelo Obra Expressão Manifestação Item É realizada através da Está contida na
  6. 6. O que descrevemos?
  7. 7. Seções do RDA Manifestação e item Obra e expressão Pessoa, família e entidade coletiva Conceito, objeto, evento e lugar Relacionamentos principais Pessoas, famílias e entidades coletivas e o recurso Assuntos Obras, expressões, manifestações e itens Pessoas, famílias e entidades coletivas Conceitos, objetos, eventos e lugares
  8. 8. Principais diferenças em relação ao AACR2 1. Novos elementos 2. Tipo de conteúdo, de mídia e de suporte 3. Pontuação não obrigatória: descrição e não apresentação dos dados
  9. 9. Principais diferenças em relação ao AACR2 4. As abreviaturas são utilizadas somente quando constam na fonte de informação. 5. “Regra dos três” 6. Ênfase nos relacionamentos – Designadores de relacionamento
  10. 10. Decisões & Decisões
  11. 11. Decisões Definir uma política de catalogação: 1. Harmonização entre as possibilidades do RDA e as necessidades/limitações/objetivos institucionais.
  12. 12. Cenários de utilização do RDA Catálogo “FRBR” complexidade Catálogo em fichas
  13. 13. Isso é errado? • Não, de forma alguma. • O poder de decisão institucional no RDA. • Princípio da variação local. • Os dados das entidades serão, na medida do possível, “condensados” nos registros bibliográficos.
  14. 14. Implicações Manifestação e item Obra e expressão Pessoa, família e entidade coletiva Conceito, objeto, evento e lugar Relacionamentos principais Pessoas, famílias e entidades coletivas e o recurso Assuntos Obras, expressões, manifestações e itens Pessoas, famílias e entidades coletivas Conceitos, objetos, eventos e lugares
  15. 15. Decisões Definir uma política de catalogação: 1. Harmonização entre as possibilidades do RDA e as necessidades/limitações/objetivos institucionais. 2. Quais elementos (atributos e relacionamentos) são necessários à descrição?
  16. 16. Em que devemos nos apoiar? Encontrar Identificar Selecionar Obter Navegar
  17. 17. Decisões Definir uma política de catalogação: • Documentar as decisões: manuais • Acesso direto ao RDA (Toolkit ou impresso) ou acesso apenas aos manuais? – Os manuais e as planilhas de catalogação condicionarão o fluxo de catalogação, não o RDA
  18. 18. Conhecendo o RDA Toolkit Vídeo • fabricioassumpcao.com
  19. 19. Políticas de outras instituições
  20. 20. Decisões Alterações no catálogo: • Apresentação dos dados de forma compreensível – Tipo de conteúdo, de suporte e de mídia – Relacionamentos (e designadores de relacionamento) • Planilhas de catalogação
  21. 21. Decisões Ajustes retrospectivos • Os registros anteriores à implantação serão, em alguma medida, modificados? – Modificações automáticas • abreviaturas (300), tipo de conteúdo, mídia e suporte (336, 337, 338), publicação, distribuição, etc. (264), etc. – Modificações manuais • Obras de grande relevância/representatividade • Obras com novas edições (manifestações)
  22. 22. Acompanhamento e avaliação • Definir um grupo de apoio para a resolução de dúvidas. – Lista de discussão, fórum, FAQ, etc. • Definir uma rotina para o acompanhamento dos registros criados (controle de qualidade). – Total ou parcial (amostragem)
  23. 23. Acompanhamento e avaliação Avaliação • Da catalogação à recuperação • Dados quantitativos e qualitativos • Objetivo: aperfeiçoamento – Decisões, manuais, planilhas, interfaces • Período de maturação: “X meses”
  24. 24. O que precisamos
  25. 25. O que precisamos superar... Criação/adaptação dos formatos Adequação dos sistemas de bibliotecas Catalogadores e usuários finais Conscientização Capacitações Tradução brasileira Benefícios [intangíveis?] perceptíveis somente a longo prazo
  26. 26. O que precisamos conhecer... • O FRBR – Obra, expressão, manifestação, item - relacionamentos • A terminologia do RDA • A estrutura do RDA • As principais diferenças do RDA em relação ao AACR2
  27. 27. O que não podemos esquecer... • O RDA é baseado no AACR2. – Substituição & Compatibilidade • Apesar da mudança na terminologia, os dados descritos continuam sendo, em sua maioria, os mesmos. • Desde quando a catalogação é catalogação, descrevemos Obras, Expressões, Manifestações e Itens.
  28. 28. Uma última observação... Compartilhem os resultados!
  29. 29. Obrigado! Fabrício Silva Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com | Curso online 28 de maio de 2015

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