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Distribuição geográfica dos RI (MURAKAMI; FAUSTO2013, p. 193)
... e na UNESP?
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“Armazenar, preservar, disseminar e 
possibilitar o acesso aberto, como bem 
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Dados de 06/10/2014.
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Institucional UNESP? 
 Divulgação e conscientização 
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 O Repositório evidencia a necessidade de políticas 
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Desafios e reflexões 
 Políticas de acesso aberto requerem 
conscientização 
 Direitos autorais 
 Acesso aberto: maior ...
Boas notícias para o 
acesso aberto! 
Software livre (Open source) 
Dados abertos (Open data) 
Recursos Educacionais Abert...
Referências 
 KURAMOTO, H. Blog do Kuramoto. Disponível em: 
<http://kuramoto.blog.br>. 2014. Acesso em: 01 out. 2014. 
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Imagens 
 https://openclipart.org/detail/78169/office-notes-line-drawing-by-sheikh_ 
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Obrigado! 
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Repositórios institucionais como ambientes de acesso aberto nas universidades.
Apresentação realizada em 7 de outubro de 2014 durante a XX Semana do Livro e da Biblioteca, realizada pela Biblioteca da UNESP, Campus de Bauru.
Aborda o acesso aberto, repositórios institucionais e o Repositório Institucional UNESP: http://base.repositorio.unesp.br/

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  • E quando a gente fala dessa relação entre informação e desenvolvimento, a gente tem que lembrar também como no Brasil existem níveis muito diferentes de desenvolvimento e de acesso à informação: uma coisa somos nós aqui numa universidade estadual paulista, que, por mais que a gente reclame e tal, tem muito recurso; outra coisa é quem está em uma universidade no interior do norte, do nordeste, em uma universidade particular e até quem está fora de uma universidade (que é a maior parte da população).
    Então, como anda a situação no Brasil no que diz respeito ao acesso aberto e aos repositórios.
  • Repositórios institucionais como ambientes de acesso aberto nas universidades (Biblioteca UNESP, Bauru, 2014)

    1. 1. XX Semana do Livro e da Biblioteca – UNESP Bauru, 7 out. 2014 Repositórios institucionais como ambientes de acesso aberto nas universidades Fabrício Silva Assumpção Repositório Institucional UNESP
    2. 2. Comunicação científica formal
    3. 3. Comunicação científica formal Pre-print (versão submetida pelo autor) Post-print (versão aceita para a publicação) Versão publicada
    4. 4. Comunicação científica formal  Artigo científico como principal meio para a comunicação científica formal.  O papel do publicador/editor: assegurar a revisão pelos pares, publicar, distribuir.  O custo da informação científica: o financiamento da pesquisa, a publicação e o acesso.  Acesso restrito à informação. Menor impacto.
    5. 5. Mudanças...  Crescimento do número de publicações (e dos custos!)  Facilidades da publicação eletrônica  Custo menor em relação ao impresso  Maior alcance  ...  Popularização do acesso à Internet / Web
    6. 6. Budapest Open Access Initiative (BOAI)  Acesso aberto: “[...] disponibilização livre e pública na internet, permitindo a quaisquer usuários ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, buscar ou vincular aos textos completos desses artigos, indexá-los, processá-los como dados em software, ou utilizá-los em qualquer propósito dentro da lei, sem barreiras financeiras, legais ou técnicas que não sejam as do simples acesso à internet.”
    7. 7. Budapest Open Access Initiative (BOAI)  “A única limitação sobre a reprodução e a distribuição e o único papel do copyright neste domínio deve ser para dar aos autores o controle sobre a integridade de sua obra e o direito de serem propriamente reconhecidos e citados.”
    8. 8. Pesquisa-dores Editores Bibliotecas Universi-dades Sociedade Agências de fomento Gestores
    9. 9. Entraves  Em muitos casos, para que o artigo seja publicado, o autor deve ceder os direitos de cópia e de distribuição (copyright) ao publicador.  Dependendo do termo assinado, o autor fica impedido de disponibilizar seu trabalho em qualquer lugar (sites pessoais e institucionais, repositórios, envio por e-mail, etc.).  E o acesso aberto, como fica?
    10. 10. Novos modelos de negócio  Assinatura  Disponibilização em site pessoal Acesso fechado  Acesso aberto  Sem liberdades  Gratis Acesso aberto  Assinatura  Todos os direitos reservados  Acesso aberto  Liberdades  Libre  Assinatura  Arquivamento do pre-print  Assinatura  Distribuição pessoal (com ou sem embargo)  Assinatura  Arquivamento do post-print (com ou sem embargo)  Assinatura  Arquivamento após embargo  Assinatura  Arquivamento da versão publicada  Híbrido (assinatura e acesso aberto)
    11. 11. Novos modelos de negócio Via verde  Acesso restrito na página do publicador.  Possibilidade de disponibilizar em repositórios. Via dourada  Acesso aberto na página do publicador.
    12. 12. Repositórios digitais “Os repositórios digitais são criados para facilitar o acesso à produção científica. São bases de dados desenvolvidas para reunir, organizar e tornar mais acessível a produção científica dos pesquisadores.” (LEITE et al., 2012, p. 7)
    13. 13. Repositórios temáticos www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
    14. 14. Repositórios temáticos arxiv.org
    15. 15. Repositórios temáticos eprints.rclis.org
    16. 16. Repositórios institucionais “Um repositório institucional de acesso aberto constitui um serviço de informação científica - em ambiente digital e interoperável - dedicado ao gerenciamento da produção científica e/ou acadêmica de uma instituição (universidades ou institutos de pesquisa).” (LEITE et al., 2012, p. 7)
    17. 17. Repositórios institucionais “Contempla a reunião, armazenamento, organização, preservação, recuperação e, sobretudo, a ampla disseminação da informação científica produzida na instituição.” (LEITE et al., 2012, p. 7)
    18. 18. Benefícios  Aumenta a visibilidade da produção institucional.  Auxilia na elaboração de indicadores.  “Prestação de contas” à sociedade.  Facilita a identificação de plágios.  Auxilia na memória institucional.  ...
    19. 19. O que não é...  “Todo repositório institucional de acesso aberto pode ser considerado um tipo de biblioteca digital. Entretanto, nem toda biblioteca digital pode ser considerada um repositório institucional.” (LEITE et al., 2012, p. 7)  Repositórios não cumprem as funções dos periódicos:  Não validam, não revisam e não publicam... Disponibilizam!
    20. 20. Directory of Open Access Repositories opendoar.org
    21. 21. Implantar... e desenvolver!  Um repositório institucional não se restringe a ter um ambiente digital. Políticas (estabilidade) Infraestrutura tecnológica Equipe Comunidade Implantação e desenvolvimento
    22. 22. Autoarquivamento é possível?  Autoarquivamento e autoarquivamento mediado  Obrigatório ou opcional  Quem pode/deve submeter?  O que pode ser submetido?  Qualidade: quem revisará?  Direitos autorais:  Os autores estão cientes dos seus direitos?  O publicador explicita quais são as liberdades dadas aos autores e aos leitores?
    23. 23. Conscientização
    24. 24. ... e no Brasil?
    25. 25. Contexto brasileiro Universidades públicas como principais responsáveis pela ciência brasileira. Agências de fomento/financiamento principalmente públicas. País em desenvolvimento: relação entre informação e desenvolvimento.
    26. 26. DOAJ 938 revistas brasileiras - doaj.org
    27. 27. Public Knowledge Project – OJS Map pkp.sfu.ca/ojs/ojs-usage/ojs-map
    28. 28. Revistas em acesso aberto  Portais de revistas mantidos principalmente por universidades  periodicos.ufpb.br  periodicos.ufsc.br  ufrgs.br/periodicos  periodicos.unb.br
    29. 29. SciELO scielo.org
    30. 30. Repositórios no Brasil maps.repository66.org
    31. 31. Repositórios Institucionais no Brasil  Repositórios institucionais em instituições de ensino superior (dados de agosto de 2013) 49 repositórios 396.881 itens  18,8% - LUME - Repositório Digital da UFRGS  13,6% - Biblioteca Digital da UNICAMP  10,4% - Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP  9,4% - Acervo Digital da UNESP  8,3% - Repositório Institucional da UFSC (MURAKAMI; FAUSTO, 2013)
    32. 32. Repositórios Institucionais no Brasil Distribuição geográfica dos RI (MURAKAMI; FAUSTO2013, p. 193)
    33. 33. ... e na UNESP?
    34. 34. Repositório Institucional UNESP “Armazenar, preservar, disseminar e possibilitar o acesso aberto, como bem público global, à produção científica, acadêmica, artística, técnica e administrativa da Universidade.”  repositorio.unesp.br  Lançado em outubro de 2013
    35. 35. Repositório Institucional UNESP Dados de 06/10/2014.
    36. 36. Repositório Institucional UNESP Web of Science  SciELO  Scopus  Periódicos PROPe  Aleph  AUIN
    37. 37. Repositório Institucional UNESP Primo repositorio.unesp.br DSpace base.repositorio.unesp.br
    38. 38. Agregando valor
    39. 39. Agregando valor
    40. 40. Agregando valor
    41. 41. Agregando valor
    42. 42. Desafios Como desenvolver o Repositório Institucional UNESP?  Divulgação e conscientização  Garantir a atualidade e a qualidade dos dados: refletir a Universidade  Autoarquivamento de dissertações e teses
    43. 43. Minha percepção...  O Repositório evidencia a necessidade de políticas institucionais  Forma de citação da universidade, unidades, departamentos, etc.  Política de informação  Depósito de dissertações e teses  Depósito de TCC  Harmonização/unificação dos processos
    44. 44. Desafios e reflexões  Políticas de acesso aberto requerem conscientização  Direitos autorais  Acesso aberto: maior impacto?  Repositórios: maior impacto?  Desenvolvimento de um repositório institucional
    45. 45. Boas notícias para o acesso aberto! Software livre (Open source) Dados abertos (Open data) Recursos Educacionais Abertos (REA) Governo aberto (Open government) Ciência aberta (Open science) Open knowledge ...
    46. 46. Referências  KURAMOTO, H. Blog do Kuramoto. Disponível em: <http://kuramoto.blog.br>. 2014. Acesso em: 01 out. 2014.  LEITE, F. et al. Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica. Brasília: Ibict, 2012. Disponível em: <http://livroaberto.ibict.br/handle/1/703>. Acesso em: 01 out. 2014.  MURAKAMI, T. R. M.; FAUSTO, S. Panorama atual dos Repositórios Institucionais das Instituições de Ensino Superior no Brasil. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 4, n. 2, p. 185-201, jul./dez. 2013. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v4i2p185-201>. Acesso em: 01 out. 2014.
    47. 47. Imagens  https://openclipart.org/detail/78169/office-notes-line-drawing-by-sheikh_ tuhin  https://openclipart.org/detail/171857/icon-pdf--- %C3%83%C2%8Dcone-by-leandrosciola-171857  https://openclipart.org/detail/38191/-by-rejon-38191  https://openclipart.org/detail/38197/-by-rejon-38197  https://openclipart.org/detail/38347/-by-rejon-38347  https://openclipart.org/detail/38257/-by-rejon-38257  https://openclipart.org/detail/90649/brazil_marcelo_staudt_01-by- Mestafais  https://openclipart.org/detail/168820/curved-arrow-blue-by-tdhoward75
    48. 48. XX Semana do Livro e da Biblioteca – UNESP Bauru, 7 out. 2014 Obrigado! Fabrício Silva Assumpção assumpcao.f@gmail.com | fabricioassumpcao.com

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