Pensando a catalogação a partir do RDA

2.236 visualizações

Publicada em

Apresentação realizada em 22 de fevereiro de 2016 aos alunos do curso de Biblioteconomia da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
5 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.236
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
380
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
14
Comentários
0
Gostaram
5
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Pensando a catalogação a partir do RDA

    1. 1. Fabrício Silva Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Biblioteconomia – UCS, 22 de fevereiro de 2016 Pensando a Catalogação a partir do RDA
    2. 2. O que é catalogação?  Técnica  Processo  Ação  Arte de criar catálogos
    3. 3. Catálogo 1. Conjunto de representações de documentos.  “Esse filme está disponível na biblioteca?”  “Quais são os livros de determinado autor ou sobre determinado assunto?” 2. Um dos elementos centrais da biblioteca.  “Quais serviços uma biblioteca pode oferecer?” 3. Instrumento de mediação entre o usuário e a informação.  Usuário  Catálogo  Documentos
    4. 4. Regras de catalogação  Como criar representações dos documentos que atendam, de forma eficiente, às necessidades de informação dos usuários e as limitações da prática profissional?  Regras de catalogação. Dois aspectos importantes:  Construídas a partir da teoria e da prática.  Favorecem o compartilhamento de dados, evitando o retrabalho.
    5. 5. AACR  Anglo-American Cataloguing Rules  Código de Catalogação Anglo-Americano  1967, 1978,... 2002  Organizado por tipo de documento  Regras de catalogação para um contexto não digital
    6. 6. Regras de catalogação
    7. 7. RDA  Recursos: Descrição e Acesso  Descrição de Recursos e Acesso
    8. 8. RDA  Substituição do AACR2.  Necessidade de manter compatibilidade.  Ambiente digital, diferentes tipos de documentos, além das bibliotecas.
    9. 9. O que estamos catalogando? Deixamos de catalogar documentos para catalogarmos obras, expressões, manifestações e itens
    10. 10. O que estamos catalogando? Les Misérables Francês Português Adaptações
    11. 11. “Ideia” Texto em inglês Texto em português Editora X, 2004 Editora A, PDF, 2008 Editora A, 2011 Item 1 Item 1 Item 2 Item 3 Item 4 Item 1 Item 2 ObraExpressõesItensManifestações
    12. 12. Estrutura do RDA  Partes I (descrição) e II (pontos de acesso)  Capítulos  Áreas  Elementos  Regras AACR2  Partes (Atributos e Relacionamentos)  Seções  Capítulos  Elementos  Regras RDA
    13. 13. Seções do RDA 1. Manifestação e item 2. Obra e expressão 3. Pessoa, família e entidade coletiva 4. Conceito, objeto, evento e lugar 5. Relacionamentos principais 6. Pessoas, famílias e entidades coletivas e o recurso 7. Assuntos 8. Obras, expressões, manifestações e itens 9. Pessoas, famílias e entidades coletivas 10. Conceitos, objetos, eventos e lugares
    14. 14. RDA Toolkit  Ferramenta online (rdatoolkit.org)  Funcionalidades de busca e de navegação  Personalização  Conteúdo adicional  Inscrição anual: US$ 185  Versão impressa: US$ 185
    15. 15. RDA Toolkit  Demonstração das principais funcionalidades:  http://www.youtube.com/watch?v=IhCnGgHRgew
    16. 16. Pontuação  RDA: padrão para registro dos dados, e não para a apresentação dos dados.  A pontuação não é obrigatória.  Apêndice D: instruções para uso da pontuação.  Utilizar ou não a pontuação é uma decisão institucional.
    17. 17. Abreviaturas  As abreviaturas são utilizadas somente quando constam na fonte de informação.  Exceto: unidades de medida, abreviaturas tradicionais, etc.  S.l.  local de publicação não identificado  S.n.  publicador não identificado
    18. 18. Registro e transcrição  Registrar: “ajustar” a informação  Transcrever: utilizar a informação como consta na fonte  Título  Indicação de responsabilidade  Indicação de edição  ...
    19. 19. Registro e transcrição http://lccn.loc.gov/2012541442 http://lccn.loc.gov/2013010854 347 p. : il. color. ; 23 cm 1ª. ed. Berkeley Heights : Enslow Publishers, [2014]
    20. 20. Novos elementos  6.9 Tipo de conteúdo  cartographic image, computer program, notated music, sounds, still image, tactile image, tactile text, text, three-dimensional form, two-dimensional moving image, etc.  3.2 Tipo de mídia  audio, computer, microform, microscopic, projected, stereographic, unmediated, video  3.3 Tipo de suporte  computer disc, online resource, microfilm roll, film roll, card, sheet, volume, object, videocassette, etc. AACR2 (DGM): texto OU recurso eletrônico RDA: Tipo de conteúdo: texto Tipo de mídia: não midiático Tipo de suporte: volume Tipo de conteúdo: texto Tipo de mídia: computador Tipo de suporte: recurso online
    21. 21. Novos elementos  Produção, Publicação, Distribuição, Manufatura  Características de arquivos digitais (tamanho, tipo de arquivo, extensão, resolução)  Elementos para a descrição de Pessoas, Famílias e Entidades coletivas
    22. 22. Novos elementos http://lccn.loc.gov/2014371815
    23. 23. http://lccn.loc.gov/2013335260 “Regra dos três”
    24. 24. Designadores de relacionamento
    25. 25. RDA e MARC 21  Regras de catalogação (AACR2, RDA, etc.)  Formatos (MARC 21, UNIMARC, Dublin Core, etc.)  As regras de catalogação independem dos formatos (pelo menos em teoria!).
    26. 26. Novos campos Registros bibliográficos  264 – Produção, publicação, distribuição, manufatura e copyright  336 – Tipo de conteúdo  337 – Tipo de mídia  338 – Tipo de suporte  347 – Características de arquivo digital  380 – Forma da obra  382 – Meio de performance
    27. 27. Desafios  Uso do RDA no mundo  Situação brasileira  Alterações nos sistemas de gerenciamento de bibliotecas  Criação de formatos mais adequados (o RDA funciona no MARC 21, mas com limitações)
    28. 28. Transição  Catálogos “mistos”.  Alterações automáticas nos registros já existentes.  Registros híbridos.  O RDA nunca será utilizado por todos.
    29. 29. RDA...  Código de catalogação  Substituir o AACR2r  Novo cenário  Mudanças com compatibilidade (AACR2, MARC 21) É perfeito? Não!
    30. 30. Referências  OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos / Livros, 2011.  ASSUMPÇÃO, Fabrício Silva; SANTOS, Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa. A utilização do Resource Description and Access (RDA) na criação de registros de autoridade para pessoas, famílias e entidades coletivas. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, v. 18, n. 37, p. 203-226, 2013.  Bibliografia Brasileira sobre RDA: http://fabricioassumpcao.com/bibliografia-rda
    31. 31. Obrigado! Fabrício Silva Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Biblioteconomia – UCS, 22 de fevereiro de 2016

    ×