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Baixar para ler offline
XML:
uma introdução
Fabrício Silva Assumpção
fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com
Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados
Marília, 29 de novembro de 2014
Conteúdo
 Introdução: linguagens de marcação
 Conceitos iniciais e usos da XML na Ciência da Informação
 Intervalo
 Regras da XML (parte 1)
 Regras da XML (parte 2)
 Intervalo
 Metadados e XML
OratoroeuaroupadoreideRomaearainhacomraivare
solveuremendar
O rato roeu a roupa do rei de Roma e a rainha com
raiva resolveu remendar
Marcação
 Historicamente, usa-se a palavra “marcação” para descrever anotações ou
marcas em um texto, que tem por objetivo dar instruções ao desenhista ou
datilógrafo sobre a maneira como uma parte do texto deveria ser
representada. Como exemplos, pode-se citar um sublinhado ondulado que
indicaria negrito, símbolos especiais para passagens a serem omitidas ou
impressas com uma fonte especial, dentre outras. Como a formatação e a
impressão de textos se tornaram automatizadas, o termo foi estendido
para todos os tipos de códigos de marcação em textos eletrônicos.
(ALMEIDA, 2002, p. 6)
Marcação
 Todos os textos impressos são codificados com sinais de pontuação, uso de
letras maiúsculas e minúsculas, regras para a disposição do texto na
página, espaço entre as palavras etc. Estes elementos são um tipo de
“marcação”, cujo objetivo é ajudar o leitor na determinação de onde uma
palavra termina e onde outra começa, ou identificar características
estruturais (por exemplo, cabeçalhos) ou simples unidades sintáticas (por
exemplo, parágrafos e sentenças). Codificar ou “marcar” um texto para
processamento por computadores é também um processo de tornar
explícito o que é conjetural. Indica como o conteúdo do texto deve ser
interpretado.
(ALMEIDA, 2002, p. 6)
Linguagem de marcação
 Dessa forma, por “linguagem de marcação”, entende-se um
conjunto de convenções utilizadas para a codificação de
textos. Uma linguagem de marcação deve especificar que
marcas são permitidas, quais são exigidas, como se deve fazer
distinção entre as marcas e o texto e qual o significado da
marcação.
(ALMEIDA, 2002, p. 6)
Linguagem de marcação
 Marcação é a informação incluída em um documento para
melhorar seu significado de certas maneiras, por identificar as
partes e como elas se relacionam umas com as outras. [...]
 Uma linguagem de marcação é um conjunto de símbolos que
pode ser colocado no texto de um documento para demarcar
e rotular as partes desse documento.
(RAY, 2001, p. 2)
O que é XML?
XML
Extensible Markup Language
Uma linguagem de marcação?
Sim e não.
O que é XML?
 [...] apesar do nome, a XML não é uma linguagem de
marcação por si só: é um conjunto de regras para a criação
de linguagens de marcação.
(RAY, 2001, p. 2)
 A XML não define quais marcações você pode ou não utilizar.
O que é XML?
 Em um nível, a XML é um protocolo para conter e gerenciar
informações. Em outro, é uma família de tecnologias que
pode fazer de tudo, desde formatar documentos até filtrar
dados. E, no nível mais alto, é uma filosofia para o
tratamento de informações, que busca o máximo de utilidade
e flexibilidade para os dados, definindo-os à sua forma mais
pura e mais estruturada. Um conhecimento completo da XML
focaliza todos esses níveis.
(RAY, 2001, p. 2)
Usos da XML
 Páginas web
 Feeds RSS
 Nota fiscal eletrônica
 Arquivos de texto: DOCX e ODT
 Imagens: SVG
 Currículo Lattes
Usos da XML
 Codificação de textos
 Artigos: SciELO
 E-books: EPUB
 Codificação de registros/dados
 MARCXML
 Dublin Core
 EAD e EAC-CPF
 OAI-PMH
 RDF
Breve histórico da XML
 Década de 1970: Generalized Markup Language (GML)
 1986: Standard Generalized Markup Language (SGML)
 Linguagem Padronizada de Marcação Genérica
 1990: HyperText Markup Language (HTML)
 Linguagem de Marcação de Hipertexto
 1998: Extensible Markup Language (XML)
 Linguagem de Marcação Extensível
 Especificação do World Wide Web Consortium (W3C)
Conceitos iniciais
Apresentação dos dados
 A XML não lida diretamente com a apresentação dos dados,
apenas com o armazenamento e a troca de dados.
 A apresentação dos dados fica a cargo de outras tecnologias.
Documentos XML
Arquivo ≠ Documento
Como e onde editar um documento XML?
 Simples editores de texto (Bloco de notas do Windows, por
exemplo).
 Software complexos voltados especificamente para a edição
de documentos XML.
Documentos XML
 “Árvore XML”
Documentos XML
<agenda>
<contato>
<nome>Fabrício Silva Assumpção</nome>
<email>assumpcao.f@gmail.com</email>
<endereco>
<rua>Brasil</rua>
<numero>150</numero>
<cep>17526-000</cep>
<cidade>Marília</cidade>
</endereco>
</contato>
</agenda>
Nós
Nós: os componentes de um documento XML
 Elementos: Os elementos e o nó raiz são os únicos nós que
podem conter outros nós
 Textos: Cadeias de caracteres que podem compor o conteúdo
de um elemento
 Raiz: Um ponto abstrato acima do elemento do documento
que abrange todo o documento
 Atributos e Comentários
Nós
<agenda>
<contato>
<nome>Fabrício Silva Assumpção</nome>
<email>assumpcao.f@gmail.com</email>
<endereco>
<rua>Brasil</rua>
<numero>150</numero>
<cep>17526-000</cep>
<cidade>Marília</cidade>
</endereco>
</contato>
</agenda>
Nó raiz
(ponto abstrato acima do
elemento do documento)
Elemento do
documento
Textos
Exercício 1
 Instalar o Notepad++
 Acessar: notepad-plus-plus.org
 Baixar e instalar
 Instalar o plugin XML Tools
Regras da XML – parte 1
Regras: Elementos
 Os elementos são os blocos de um documento XML
 Os nomes dos elementos devem estar entre < e >
<nome>
Regras: Elementos
 Os elementos devem conter tags de início e de fim*
<nome>Fabrício Silva Assumpção</nome>
*Exceto quando são vazios:
<complemento/>
Regras: Elementos
 Elementos não podem se sobrepor
Errado
<agenda>
<contato>
<nome>Fabrício</nome>
<endereco>
<cidade>Marília</cidade>
</contato>
</endereco>
</agenda>
Certo
<agenda>
<contato>
<nome>Fabrício</nome>
<endereco>
<cidade>Marília</cidade>
</endereco>
</contato>
</agenda>
Regras: Elementos
 Os nomes dos elementos podem começar apenas com letras
e com o caractere de sublinhado
 Podem conter apenas letras, números, hifens, pontos e
sublinhados
Certo
<Agenda>
<AGENDA>
<agenda1>
<Preço_Do_Livro>
<função>
<_altura>
Errado
<6>
<-endereço>
<.telefone>
<preço do livro>
<telefone/celular>
<data?>
Regras: Elementos
 A XML é sensível!
 Faz distinção entre maiúsculas e minúsculas (case sensitive)
<Autor>
<autor>
<AUTOR>
<aUtor>
<aUtoR>
Declaração XML
 Conjunto de dados que indica ao software que ele está
lidando com um documento XML.
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
 É opcional. Se utilizada, deve constar na primeira linha.
Exercício 2
 Criar um documento XML descrevendo você!
Exercício 3
 Criar um documento XML
descrevendo este livro:
Meu documento XML está correto?
 Bem formado
 De acordo com as regras da XML
 Válido
 De acordo com a linguagem de marcação
Exercício 4
 Verifique se os seus documentos XML estão bem formados.
 Faça as correções necessárias.
Regras da XML – parte 2
Regras: “Caracteres especiais”
 Alguns caracteres não podem aparecer no conteúdo. Se
forem necessários, devem ser indicados de forma especial:
<  &lt;
&  &amp;
<publicador>L & PM</publicador>
<publicador>L &amp; PM</publicador>
List of XML and
HTML character
entity references
Regras: Comentários
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<agenda>
<!-- Início do documento -->
<contato>
<nome>Fabrício Silva Assumpção</nome>
<email>assumpcao.f@gmail.com</email>
<email>fsassumpcao@marilia.unesp.br</email>
<!-- O elemento email pode ocorrer
mais de uma vez -->
</contato>
</agenda>
Regras: Atributos
 Os atributos trazem informações adicionais sobre o elemento.
 São colocados na tag de abertura do elemento.
 O valor do atributo deve estar entre aspas ou apóstrofos.
<telefone tipo="residencial">(12)3456-7890</telefone>
<telefone tipo="residencial" DDD="12">3456-7890</telefone>
<cidade estado="SP">Marília</cidade>
<quantidade unidade_de_medida="kg">4</quantidade>
Regras: Atributos
<telefone tipo=residencial>(12)3456-7890</telefone>
<telefone tipo=“residencial”>(12)3456-7890</telefone>
<quantidade unidade de medida="kg">4</quantidade>
<quantidade unidade_de_medida="kg">4</quantidade>
Regras: Atributos
 Um atributo não pode aparecer duas vezes em um mesmo
elemento.
<cidade estado="SP" estado="RJ">Marília</cidade>
Exercício 5
 Acrescente atributos aos seus documentos XML.
 Verifique se os seus documentos XML estão bem formados.
Definindo linguagens de
marcação
Namespaces
 Um namespace é um grupo de nomes de elementos e
atributos (RAY, 2001, 43).
Melancia
Laranja
Uva
Lima
Pêssego
Martelo
Lima
Alicate
Chave de
fenda
Frutas Ferramentas
Namespaces
 Utilizar prefixos de namespaces para identificar os elementos
que fazem parte de cada conjunto.
 Declarar os namespaces.
Exemplo – Documento XML com namespaces
Especificando linguagens de marcação
 Uma linguagem de marcação deve especificar que marcas são
permitidas, quais são exigidas, como se deve fazer distinção
entre as marcas e o texto e qual o significado da marcação.
(ALMEIDA, 2002, p. 6)
 As linguagens de marcação podem ser especificadas de
forma legível aos programas.
Especificando linguagens de marcação
Modelo de documentos e Modelagem de documentos.
 O modelo é um tipo especial de documento, escrito em uma
sintaxe criada para descrever linguagens XML, que estabelece
explicitamente o vocabulário para uma única linguagem de
marcação. [...] Com esse modelo, é possível determinar se um
documento está ou não em conformidade com o tipo de
documento. [Ou seja, descobrir se o documento é válido ou
não.]
(RAY, 2001, p. 148)
Document Type Definition (DTD)
 “Definição de Tipo de Documento”.
 Criada para SGML.
 Uma DTD pode ser incluída no próprio documento XML ou
em documento separado.
Document Type Definition (DTD)
 Exemplo – Documento XML com a DTD.
 Exemplo – Registro MARC 21.
 DTD com a linguagem de marcação.
XML Schema
 Primeira versão: 2001
 Linguagem XML para a definição de outras linguagens em
XML.
XML Schema
 Exemplo – XML Schema do MARCXML.
 Exemplo – Registro MARCXML.
Metadados e XML
Metadados
 Metadados são atributos que representam uma entidade
(objeto do mundo real) em um sistema de informação. Em
outras palavras, são elementos descritivos ou atributos
referenciais codificados que representam características
próprias ou atribuídas às entidades; são ainda dados que
descrevem outros dados em um sistema de informação, com o
intuito de identificar de forma única uma entidade (recurso
informacional) para posterior recuperação.
(ALVES, 2010, p. 47)
Padrões de metadados
 Os padrões de metadados são estruturas de descrição
constituídas por um conjunto predeterminado de metadados
(atributos codificados ou identificadores de uma entidade)
metodologicamente construídos e padronizados. O objetivo
do padrão de metadados é descrever uma entidade gerando
uma representação unívoca e padronizada que possa ser
utilizada para recuperação da mesma.
(ALVES, 2010, p. 47-48)
Instrumentos do domínio bibliográfico
Picco e Ortiz Repiso
(2012, p. 149, tradução nossa)
Instrumentos do domínio bibliográfico
Instrumentos do domínio bibliográfico
Instrumentos do domínio bibliográfico
Instrumentos do domínio bibliográfico
Picco e Ortiz Repiso
(2012, p. 149, tradução nossa)
Dublin Core (15 elementos)
 title (título)
 creator (criador)
 contributor (contribuidor)
 publisher (publicador)
 date (data)
 type (tipo)
 format (formato)
 language (idioma)
 description (descrição)
 rights (direitos)
 source (fonte)
 relation (relacionamento)
 subject (assunto)
 coverage (cobertura)
 identifier (identificador)
Dublin Core
 dublincore.org/documents/2012/06/14/dcmi-terms/
Dublin Core
 frbr.org/2011/04/12/ccq-call-for-papers-the-frbr-family-of-models
Dublin Core em XML: OAI-PMH
 Protocolo OAI-PMH
 Open Archives Initiative - Protocol for Metadata
Harvesting
 periodicos.ufsc.br/index.php/eb/oai
 base.repositorio.unesp.br/oai/request
 Exemplo de Registro em Dublin Core/XML obtido com o OAI-PMH
 (CTRL+U para visualizar o documento XML)
Dublin Core em XML: SRU
 loc.gov/standards/sru
 Exemplo de registro Dublin Core/XML obtido com o SRU:
 lccn.loc.gov/2014341317
 lccn.loc.gov/2014341317/dc
MARC 21 em XML: MARCXML
 loc.gov/standards/marcxml
 Linguagem de marcação especificada com a XML Schema
 MARCXML
MARC 21 em XML: MARCXML
 Exemplo de registro bibliográfico no Formato MARC 21 de
acordo com o MARCXML:
 lccn.loc.gov/2014341317
 lccn.loc.gov/2014341317/marcxml
MODS
 loc.gov/standards/mods
 Exemplo:
 lccn.loc.gov/2014341317
 lccn.loc.gov/2014341317/mods
MADS
 loc.gov/standards/mads
 Exemplo:
 lccn.loc.gov/n79005673
 lccn.loc.gov/n79005673/mads
 MADS: uma alternativa à utilização do Formato MARC 21 para
dados de autoridade DOI: 10.5433/1981-8920.2013v18n1p106
Preciso armazenar um mesmo registro
várias vezes, cada uma de acordo com um
padrão de metadados?
Não! Uma vez que os dados estão em XML,
eles podem ser transformados para
alcançar distintos propósitos.
Os dados podem ser transformados
(convertidos) de um padrão de metadados
para outro...
Transformação
Registro em XML
Padrão A
Processador de
transformação
Registro
Padrão B
Folha de estilo
A  B
Folha de estilo
A  C
Registro
Padrão C
... e também podem ser transformados
para serem apresentados de formas
diferentes em diferentes contextos,
exemplo: apresentar o texto de uma
mesma página web em um computador e
em um celular de formas diferentes!
Transformação
Documento
XML
Processador de
transformação
DesktopFolha de estilo
Desktop
Folha de estilo
Mobile
Mobile
Síntese
O que vimos hoje...
 Marcação
 Linguagens de marcação
 XML: conjunto de regras
 Elementos, atributos, comentários, namespaces
 Definindo linguagens de marcação: DTD e XML Schema
 XML e padrões de metadados
 Dublin Core, MARCXML, MODS, MADS
 Transformação
Lembre-se!
1) Em um nível, a XML é um protocolo para
conter e gerenciar informações.
2) Em outro, é uma família de tecnologias que
pode fazer de tudo, desde formatar
documentos até filtrar dados.
3) E, no nível mais alto, é uma filosofia para o
tratamento de informações, que busca o
máximo de utilidade e flexibilidade para os
dados, definindo-os à sua forma mais pura e
mais estruturada. Um conhecimento
completo da XML focaliza todos esses níveis.
(RAY, 2001, p. 2)
Aquelas regras que vimos fazem
parte desse protocolo.
Nessa família de tecnologias
temos também as folhas de
estilo que nos permitem
transformar um documento
XML em “qualquer coisa”.
Essa filosofia inclui estruturar
a informação da melhor forma
possível, pensando sempre na
futura recuperação e uso.
Por fim...
XML não é algo tão difícil que alguém da Ciência
da Informação não consiga compreender!
: )
Referências
ALMEIDA, M. B. Uma introdução ao XML, sua utilização na Internet e alguns conceitos complementares. Ciência da
Informação, Brasília, v. 31, n. 2, p. 5-13, maio/ago. 2002.
ALVES, R. C. V. Metadados como elementos do processo de catalogação. 2010. 132 f. Tese (Doutorado em Ciência da
Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2010.
ASSUMPÇÃO, F. S. Conversão de registros em XML para MARC 21: um modelo baseado em folhas de estilo XSLT. 135 f.
Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, UNESP, Marília, 2013.
ASSUMPÇÃO, F. S.; SANTOS, P. L. V. A. C. Metadata Authority Description Schema (MADS): uma alternativa à utilização do
formato MARC 21 para dados de autoridade. Informação & Informação, v. 18, n. 1, p. 106-126, 2013.
BRADLEY, N. The XML Companion. 3rd ed. Boston: Addison-Wesley Professional, 2001.
EITO BRUN, R. Lenguajes de marcas para la gestión de recursos digitales: aproximación técnica, especificaciones y referencia.
Gijón: Trea, 2008.
FLAMINO, A. N. MARCXML: um padrão de descrição para recursos informacionais em Open Archives. 2006. 164 f. Dissertação
(Mestrado em Ciência da Informação) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Marília.
2006.
KEITH, C. Using XSLT to manipulate MARC metadata. Library Hi Tech, v. 22, n. 2, p. 122-130, 2004.
LIBRARY OF CONGRESS. MARC 21 Format for Bibliographic Data. Washington, D.C., 2012. 1999 Edition. Update No. 1 (October
2001) through Update No. 15 (September 2012).
LIBRARY OF CONGRESS. MARC 21 XML Schema: official web site. Washington, D.C., 2011.
Referências
LIBRARY OF CONGRESS. MARC XML Design Considerations. Washington, D.C., 2004.
LIBRARY OF CONGRESS. Metadata Object Description Schema. Washington, 2013.
LIBRARY OF CONGRESS. Schema MARC21slim.xsd. Washington, D.C., 2009.
MILLER, D. R.; CLARKE, K. S. Putting XML to work in the library: tools for improving access and management. Chicago:
American Library Association, 2004.
PICCO, P.; ORTIZ REPISO, V. RDA, el nuevo código de catalogación: cambios y desafíos para su aplicación. Revista Española de
Documentación Científica, v. 35, n. 1, p. 145-173, enero-marzo 2012.
RAY, E. T. Aprendendo XML. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
SIQUEIRA, M. A. XML na Ciência da Informação: uma análise do MARC 21. 2003. 133 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da
Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2003.
TIDWELL, D. XSLT. 2nd ed. Beijing: O'Reilly, 2008.
W3C. XML Schema. Revision 1.153, date: 2012/06/22. Cambridge, 2012a.
W3C. XML. Last modified: 2012/01/24. Cambridge, 2012b.
W3C. XSL Transformations (XSLT) Version 2.0: W3C Recommendation 23 January 2007. Cambridge, 2007.
WALMSLEY, P. FunctX XSLT Functions. Traverse City: Datypic, 2007.
Obrigado!
Fabrício Silva Assumpção
fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com
Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados
Marília, 29 de novembro de 2014

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XML: uma introdução (UNESP, GPNTI, BEAM)

  • 1. XML: uma introdução Fabrício Silva Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados Marília, 29 de novembro de 2014
  • 2. Conteúdo  Introdução: linguagens de marcação  Conceitos iniciais e usos da XML na Ciência da Informação  Intervalo  Regras da XML (parte 1)  Regras da XML (parte 2)  Intervalo  Metadados e XML
  • 3. OratoroeuaroupadoreideRomaearainhacomraivare solveuremendar O rato roeu a roupa do rei de Roma e a rainha com raiva resolveu remendar
  • 4. Marcação  Historicamente, usa-se a palavra “marcação” para descrever anotações ou marcas em um texto, que tem por objetivo dar instruções ao desenhista ou datilógrafo sobre a maneira como uma parte do texto deveria ser representada. Como exemplos, pode-se citar um sublinhado ondulado que indicaria negrito, símbolos especiais para passagens a serem omitidas ou impressas com uma fonte especial, dentre outras. Como a formatação e a impressão de textos se tornaram automatizadas, o termo foi estendido para todos os tipos de códigos de marcação em textos eletrônicos. (ALMEIDA, 2002, p. 6)
  • 5. Marcação  Todos os textos impressos são codificados com sinais de pontuação, uso de letras maiúsculas e minúsculas, regras para a disposição do texto na página, espaço entre as palavras etc. Estes elementos são um tipo de “marcação”, cujo objetivo é ajudar o leitor na determinação de onde uma palavra termina e onde outra começa, ou identificar características estruturais (por exemplo, cabeçalhos) ou simples unidades sintáticas (por exemplo, parágrafos e sentenças). Codificar ou “marcar” um texto para processamento por computadores é também um processo de tornar explícito o que é conjetural. Indica como o conteúdo do texto deve ser interpretado. (ALMEIDA, 2002, p. 6)
  • 6. Linguagem de marcação  Dessa forma, por “linguagem de marcação”, entende-se um conjunto de convenções utilizadas para a codificação de textos. Uma linguagem de marcação deve especificar que marcas são permitidas, quais são exigidas, como se deve fazer distinção entre as marcas e o texto e qual o significado da marcação. (ALMEIDA, 2002, p. 6)
  • 7. Linguagem de marcação  Marcação é a informação incluída em um documento para melhorar seu significado de certas maneiras, por identificar as partes e como elas se relacionam umas com as outras. [...]  Uma linguagem de marcação é um conjunto de símbolos que pode ser colocado no texto de um documento para demarcar e rotular as partes desse documento. (RAY, 2001, p. 2)
  • 8. O que é XML? XML Extensible Markup Language Uma linguagem de marcação? Sim e não.
  • 9. O que é XML?  [...] apesar do nome, a XML não é uma linguagem de marcação por si só: é um conjunto de regras para a criação de linguagens de marcação. (RAY, 2001, p. 2)  A XML não define quais marcações você pode ou não utilizar.
  • 10.
  • 11.
  • 12. O que é XML?  Em um nível, a XML é um protocolo para conter e gerenciar informações. Em outro, é uma família de tecnologias que pode fazer de tudo, desde formatar documentos até filtrar dados. E, no nível mais alto, é uma filosofia para o tratamento de informações, que busca o máximo de utilidade e flexibilidade para os dados, definindo-os à sua forma mais pura e mais estruturada. Um conhecimento completo da XML focaliza todos esses níveis. (RAY, 2001, p. 2)
  • 13. Usos da XML  Páginas web  Feeds RSS  Nota fiscal eletrônica  Arquivos de texto: DOCX e ODT  Imagens: SVG  Currículo Lattes
  • 14. Usos da XML  Codificação de textos  Artigos: SciELO  E-books: EPUB  Codificação de registros/dados  MARCXML  Dublin Core  EAD e EAC-CPF  OAI-PMH  RDF
  • 15. Breve histórico da XML  Década de 1970: Generalized Markup Language (GML)  1986: Standard Generalized Markup Language (SGML)  Linguagem Padronizada de Marcação Genérica  1990: HyperText Markup Language (HTML)  Linguagem de Marcação de Hipertexto  1998: Extensible Markup Language (XML)  Linguagem de Marcação Extensível  Especificação do World Wide Web Consortium (W3C)
  • 17. Apresentação dos dados  A XML não lida diretamente com a apresentação dos dados, apenas com o armazenamento e a troca de dados.  A apresentação dos dados fica a cargo de outras tecnologias.
  • 19. Como e onde editar um documento XML?  Simples editores de texto (Bloco de notas do Windows, por exemplo).  Software complexos voltados especificamente para a edição de documentos XML.
  • 21. Documentos XML <agenda> <contato> <nome>Fabrício Silva Assumpção</nome> <email>assumpcao.f@gmail.com</email> <endereco> <rua>Brasil</rua> <numero>150</numero> <cep>17526-000</cep> <cidade>Marília</cidade> </endereco> </contato> </agenda>
  • 22. Nós Nós: os componentes de um documento XML  Elementos: Os elementos e o nó raiz são os únicos nós que podem conter outros nós  Textos: Cadeias de caracteres que podem compor o conteúdo de um elemento  Raiz: Um ponto abstrato acima do elemento do documento que abrange todo o documento  Atributos e Comentários
  • 24. Exercício 1  Instalar o Notepad++  Acessar: notepad-plus-plus.org  Baixar e instalar  Instalar o plugin XML Tools
  • 25. Regras da XML – parte 1
  • 26. Regras: Elementos  Os elementos são os blocos de um documento XML  Os nomes dos elementos devem estar entre < e > <nome>
  • 27. Regras: Elementos  Os elementos devem conter tags de início e de fim* <nome>Fabrício Silva Assumpção</nome> *Exceto quando são vazios: <complemento/>
  • 28. Regras: Elementos  Elementos não podem se sobrepor Errado <agenda> <contato> <nome>Fabrício</nome> <endereco> <cidade>Marília</cidade> </contato> </endereco> </agenda> Certo <agenda> <contato> <nome>Fabrício</nome> <endereco> <cidade>Marília</cidade> </endereco> </contato> </agenda>
  • 29. Regras: Elementos  Os nomes dos elementos podem começar apenas com letras e com o caractere de sublinhado  Podem conter apenas letras, números, hifens, pontos e sublinhados Certo <Agenda> <AGENDA> <agenda1> <Preço_Do_Livro> <função> <_altura> Errado <6> <-endereço> <.telefone> <preço do livro> <telefone/celular> <data?>
  • 30. Regras: Elementos  A XML é sensível!  Faz distinção entre maiúsculas e minúsculas (case sensitive) <Autor> <autor> <AUTOR> <aUtor> <aUtoR>
  • 31. Declaração XML  Conjunto de dados que indica ao software que ele está lidando com um documento XML. <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>  É opcional. Se utilizada, deve constar na primeira linha.
  • 32. Exercício 2  Criar um documento XML descrevendo você!
  • 33. Exercício 3  Criar um documento XML descrevendo este livro:
  • 34.
  • 35. Meu documento XML está correto?  Bem formado  De acordo com as regras da XML  Válido  De acordo com a linguagem de marcação
  • 36. Exercício 4  Verifique se os seus documentos XML estão bem formados.  Faça as correções necessárias.
  • 37. Regras da XML – parte 2
  • 38. Regras: “Caracteres especiais”  Alguns caracteres não podem aparecer no conteúdo. Se forem necessários, devem ser indicados de forma especial: <  &lt; &  &amp; <publicador>L & PM</publicador> <publicador>L &amp; PM</publicador> List of XML and HTML character entity references
  • 39. Regras: Comentários <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <agenda> <!-- Início do documento --> <contato> <nome>Fabrício Silva Assumpção</nome> <email>assumpcao.f@gmail.com</email> <email>fsassumpcao@marilia.unesp.br</email> <!-- O elemento email pode ocorrer mais de uma vez --> </contato> </agenda>
  • 40. Regras: Atributos  Os atributos trazem informações adicionais sobre o elemento.  São colocados na tag de abertura do elemento.  O valor do atributo deve estar entre aspas ou apóstrofos. <telefone tipo="residencial">(12)3456-7890</telefone> <telefone tipo="residencial" DDD="12">3456-7890</telefone> <cidade estado="SP">Marília</cidade> <quantidade unidade_de_medida="kg">4</quantidade>
  • 41. Regras: Atributos <telefone tipo=residencial>(12)3456-7890</telefone> <telefone tipo=“residencial”>(12)3456-7890</telefone> <quantidade unidade de medida="kg">4</quantidade> <quantidade unidade_de_medida="kg">4</quantidade>
  • 42. Regras: Atributos  Um atributo não pode aparecer duas vezes em um mesmo elemento. <cidade estado="SP" estado="RJ">Marília</cidade>
  • 43. Exercício 5  Acrescente atributos aos seus documentos XML.  Verifique se os seus documentos XML estão bem formados.
  • 45. Namespaces  Um namespace é um grupo de nomes de elementos e atributos (RAY, 2001, 43). Melancia Laranja Uva Lima Pêssego Martelo Lima Alicate Chave de fenda Frutas Ferramentas
  • 46. Namespaces  Utilizar prefixos de namespaces para identificar os elementos que fazem parte de cada conjunto.  Declarar os namespaces.
  • 47. Exemplo – Documento XML com namespaces
  • 48. Especificando linguagens de marcação  Uma linguagem de marcação deve especificar que marcas são permitidas, quais são exigidas, como se deve fazer distinção entre as marcas e o texto e qual o significado da marcação. (ALMEIDA, 2002, p. 6)  As linguagens de marcação podem ser especificadas de forma legível aos programas.
  • 49. Especificando linguagens de marcação Modelo de documentos e Modelagem de documentos.  O modelo é um tipo especial de documento, escrito em uma sintaxe criada para descrever linguagens XML, que estabelece explicitamente o vocabulário para uma única linguagem de marcação. [...] Com esse modelo, é possível determinar se um documento está ou não em conformidade com o tipo de documento. [Ou seja, descobrir se o documento é válido ou não.] (RAY, 2001, p. 148)
  • 50. Document Type Definition (DTD)  “Definição de Tipo de Documento”.  Criada para SGML.  Uma DTD pode ser incluída no próprio documento XML ou em documento separado.
  • 51. Document Type Definition (DTD)  Exemplo – Documento XML com a DTD.  Exemplo – Registro MARC 21.  DTD com a linguagem de marcação.
  • 52. XML Schema  Primeira versão: 2001  Linguagem XML para a definição de outras linguagens em XML.
  • 53. XML Schema  Exemplo – XML Schema do MARCXML.  Exemplo – Registro MARCXML.
  • 55. Metadados  Metadados são atributos que representam uma entidade (objeto do mundo real) em um sistema de informação. Em outras palavras, são elementos descritivos ou atributos referenciais codificados que representam características próprias ou atribuídas às entidades; são ainda dados que descrevem outros dados em um sistema de informação, com o intuito de identificar de forma única uma entidade (recurso informacional) para posterior recuperação. (ALVES, 2010, p. 47)
  • 56. Padrões de metadados  Os padrões de metadados são estruturas de descrição constituídas por um conjunto predeterminado de metadados (atributos codificados ou identificadores de uma entidade) metodologicamente construídos e padronizados. O objetivo do padrão de metadados é descrever uma entidade gerando uma representação unívoca e padronizada que possa ser utilizada para recuperação da mesma. (ALVES, 2010, p. 47-48)
  • 57. Instrumentos do domínio bibliográfico Picco e Ortiz Repiso (2012, p. 149, tradução nossa)
  • 58. Instrumentos do domínio bibliográfico
  • 59. Instrumentos do domínio bibliográfico
  • 60. Instrumentos do domínio bibliográfico
  • 61. Instrumentos do domínio bibliográfico Picco e Ortiz Repiso (2012, p. 149, tradução nossa)
  • 62. Dublin Core (15 elementos)  title (título)  creator (criador)  contributor (contribuidor)  publisher (publicador)  date (data)  type (tipo)  format (formato)  language (idioma)  description (descrição)  rights (direitos)  source (fonte)  relation (relacionamento)  subject (assunto)  coverage (cobertura)  identifier (identificador)
  • 65. Dublin Core em XML: OAI-PMH  Protocolo OAI-PMH  Open Archives Initiative - Protocol for Metadata Harvesting  periodicos.ufsc.br/index.php/eb/oai  base.repositorio.unesp.br/oai/request  Exemplo de Registro em Dublin Core/XML obtido com o OAI-PMH  (CTRL+U para visualizar o documento XML)
  • 66. Dublin Core em XML: SRU  loc.gov/standards/sru  Exemplo de registro Dublin Core/XML obtido com o SRU:  lccn.loc.gov/2014341317  lccn.loc.gov/2014341317/dc
  • 67. MARC 21 em XML: MARCXML  loc.gov/standards/marcxml  Linguagem de marcação especificada com a XML Schema  MARCXML
  • 68. MARC 21 em XML: MARCXML  Exemplo de registro bibliográfico no Formato MARC 21 de acordo com o MARCXML:  lccn.loc.gov/2014341317  lccn.loc.gov/2014341317/marcxml
  • 69. MODS  loc.gov/standards/mods  Exemplo:  lccn.loc.gov/2014341317  lccn.loc.gov/2014341317/mods
  • 70. MADS  loc.gov/standards/mads  Exemplo:  lccn.loc.gov/n79005673  lccn.loc.gov/n79005673/mads  MADS: uma alternativa à utilização do Formato MARC 21 para dados de autoridade DOI: 10.5433/1981-8920.2013v18n1p106
  • 71. Preciso armazenar um mesmo registro várias vezes, cada uma de acordo com um padrão de metadados?
  • 72. Não! Uma vez que os dados estão em XML, eles podem ser transformados para alcançar distintos propósitos. Os dados podem ser transformados (convertidos) de um padrão de metadados para outro...
  • 73. Transformação Registro em XML Padrão A Processador de transformação Registro Padrão B Folha de estilo A  B Folha de estilo A  C Registro Padrão C
  • 74. ... e também podem ser transformados para serem apresentados de formas diferentes em diferentes contextos, exemplo: apresentar o texto de uma mesma página web em um computador e em um celular de formas diferentes!
  • 77. O que vimos hoje...  Marcação  Linguagens de marcação  XML: conjunto de regras  Elementos, atributos, comentários, namespaces  Definindo linguagens de marcação: DTD e XML Schema  XML e padrões de metadados  Dublin Core, MARCXML, MODS, MADS  Transformação
  • 78. Lembre-se! 1) Em um nível, a XML é um protocolo para conter e gerenciar informações. 2) Em outro, é uma família de tecnologias que pode fazer de tudo, desde formatar documentos até filtrar dados. 3) E, no nível mais alto, é uma filosofia para o tratamento de informações, que busca o máximo de utilidade e flexibilidade para os dados, definindo-os à sua forma mais pura e mais estruturada. Um conhecimento completo da XML focaliza todos esses níveis. (RAY, 2001, p. 2) Aquelas regras que vimos fazem parte desse protocolo. Nessa família de tecnologias temos também as folhas de estilo que nos permitem transformar um documento XML em “qualquer coisa”. Essa filosofia inclui estruturar a informação da melhor forma possível, pensando sempre na futura recuperação e uso.
  • 79. Por fim... XML não é algo tão difícil que alguém da Ciência da Informação não consiga compreender! : )
  • 80. Referências ALMEIDA, M. B. Uma introdução ao XML, sua utilização na Internet e alguns conceitos complementares. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 2, p. 5-13, maio/ago. 2002. ALVES, R. C. V. Metadados como elementos do processo de catalogação. 2010. 132 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2010. ASSUMPÇÃO, F. S. Conversão de registros em XML para MARC 21: um modelo baseado em folhas de estilo XSLT. 135 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, UNESP, Marília, 2013. ASSUMPÇÃO, F. S.; SANTOS, P. L. V. A. C. Metadata Authority Description Schema (MADS): uma alternativa à utilização do formato MARC 21 para dados de autoridade. Informação & Informação, v. 18, n. 1, p. 106-126, 2013. BRADLEY, N. The XML Companion. 3rd ed. Boston: Addison-Wesley Professional, 2001. EITO BRUN, R. Lenguajes de marcas para la gestión de recursos digitales: aproximación técnica, especificaciones y referencia. Gijón: Trea, 2008. FLAMINO, A. N. MARCXML: um padrão de descrição para recursos informacionais em Open Archives. 2006. 164 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Marília. 2006. KEITH, C. Using XSLT to manipulate MARC metadata. Library Hi Tech, v. 22, n. 2, p. 122-130, 2004. LIBRARY OF CONGRESS. MARC 21 Format for Bibliographic Data. Washington, D.C., 2012. 1999 Edition. Update No. 1 (October 2001) through Update No. 15 (September 2012). LIBRARY OF CONGRESS. MARC 21 XML Schema: official web site. Washington, D.C., 2011.
  • 81. Referências LIBRARY OF CONGRESS. MARC XML Design Considerations. Washington, D.C., 2004. LIBRARY OF CONGRESS. Metadata Object Description Schema. Washington, 2013. LIBRARY OF CONGRESS. Schema MARC21slim.xsd. Washington, D.C., 2009. MILLER, D. R.; CLARKE, K. S. Putting XML to work in the library: tools for improving access and management. Chicago: American Library Association, 2004. PICCO, P.; ORTIZ REPISO, V. RDA, el nuevo código de catalogación: cambios y desafíos para su aplicación. Revista Española de Documentación Científica, v. 35, n. 1, p. 145-173, enero-marzo 2012. RAY, E. T. Aprendendo XML. Rio de Janeiro: Campus, 2001. SIQUEIRA, M. A. XML na Ciência da Informação: uma análise do MARC 21. 2003. 133 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2003. TIDWELL, D. XSLT. 2nd ed. Beijing: O'Reilly, 2008. W3C. XML Schema. Revision 1.153, date: 2012/06/22. Cambridge, 2012a. W3C. XML. Last modified: 2012/01/24. Cambridge, 2012b. W3C. XSL Transformations (XSLT) Version 2.0: W3C Recommendation 23 January 2007. Cambridge, 2007. WALMSLEY, P. FunctX XSLT Functions. Traverse City: Datypic, 2007.
  • 82. Obrigado! Fabrício Silva Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados Marília, 29 de novembro de 2014

Notas do Editor

  1. Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  2. Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.