AACR2r
Parte II: Pontos de acesso
Fabrício Assumpção
fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com
Marília, 15 de agosto d...
Conteúdo
 O que são pontos de acesso
 Escolha dos pontos de acesso (Capítulo 21 do AACR2r)
 Ponto de acesso (entrada) p...
O que são pontos de acesso?
Registros bibliográficos
 Conjuntos de dados que
representam recursos
informacionais
 Fichas, registros digitais,
etc.
Registros bibliográficos
Tipos de dados:
 Representação do recurso (informação + suporte)
 Título, autor, assunto, data ...
Forma & Conteúdo
Representação
do recurso
“Forma”
Descrição
Pontos de acesso
Conteúdo
Pontos de acesso de
assunto
Classifi...
Descrição
 Conjunto de dados que possibilita, principalmente, a
identificação do recurso informacional individualizando-o...
Descrições
O mundo de Sofia : romance da
história da filosofia / Jostein Gaarder ;
tradução de João Azenha Jr. – São
Paulo...
Catálogos em fichas
Armazenamento e consulta
 Como buscar por autor?
 Como buscar por tradutor?
 Como buscar por editora?
 Como buscar por...
Solução adotada
 Utilizar os nomes dos
autores, tradutores e
editoras, os títulos dos
recursos e das séries e os
assuntos...
O mundo de Sofia
Gaarder, Jostein, 1952-
O mundo de Sofia : romance da
história da filosofia / Jostein
Gaarder ; tradução ...
Pontos de acesso
“Nome, termo, código etc., sob o qual pode ser procurado e
identificado um registro bibliográfico.” (AACR...
Pontos de acesso: caminhos
 Por quais caminhos consigo chegar à descrição de um
recurso?
Título Tradutor Ilustrador Assun...
Como funcionava na prática...
* Contexto dos catálogos em fichas
Cervo, Amado Luiz
Metodologia científica : elaborando projetos
de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino
Bervian. – 5. ...
Metodologia científica : elaborando
projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo,
Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo :
...
AACR2
Descrição
(Parte 1)
Escolha dos
pontos de acesso
(Capítulo 21)
Nomes pessoais
(Capítulo 22)
Nomes geográficos
(Capít...
Antes de iniciarmos...
 Pontos de acesso ≠ Indicação de responsabilidade
 Parte I – voltada ao suporte, à publicação  D...
Capítulo 21
21 Escolha dos Pontos de Acesso
 Não teremos pontos de acesso para tudo e todos!
 Nem todas as pessoas e as instituições...
21.1 Ponto de acesso principal
 É o ponto de acesso presente na
ficha principal que representa o
recurso.
 De modo geral...
21.29 Pontos de acesso secundários
 São os pontos de acesso presentes
nas fichas secundárias que
representam o recurso.
...
21.29 Pontos de acesso secundários
Entrada/ficha secundária de tradutor
Costa, Carlos Irineu da
Lévy, Pierre, 1956-
Ciberc...
21 Escolha dos pontos de acesso
Exemplo de questão que o Capítulo 21 responderá:
“Devo fazer um ponto de acesso para a sér...
Alguns conceitos importantes...
 Remissiva Ver: indica ao
usuário o ponto de acesso
escolhido
 Remissiva Ver também:
ind...
Alguns conceitos importantes...
 Entidade [coletiva]
 “Organização ou grupo de pessoas identificado por um
nome determin...
Alguns conceitos importantes...
 Monografia
 “Um recurso bibliográfico que está completo em uma
parte ou se tem a intenç...
Alguns conceitos importantes...
 Publicação seriada
 “Um recurso contínuo publicado em uma sucessão de
partes separadas,...
Alguns conceitos importantes...
 Responsabilidade compartilhada
 “Colaboração entre duas ou mais pessoas ou entidades
qu...
Alguns conceitos importantes...
 Responsabilidade mista
 “Quando diferentes pessoas ou entidades contribuem
para o conte...
Alguns conceitos importantes...
 Título coletivo
 “Um título principal que abrange as diversas obras
contidas num item.”...
21 Escolha dos Pontos de Acesso
Sumário do
Capítulo 21
Exercício 1 - Escolha dos pontos de acesso
 Definir:
 qual será o ponto de acesso principal e
 quais serão os pontos de...
Por onde começar?
 Identificar qual é a situação:
 21.4 Obras sob a responsabilidade de uma única pessoa ou entidade col...
Ponto de acesso principal
[entrada principal]
Babel que a cidade comeu / Ignácio de Loyola Brandão
Authority work / Robert H. Burger
Responsabilidade simples – Pessoa
...
Responsabilidade simples – Entidade coletiva
 O ponto de acesso principal para uma obra de uma única entidade
coletiva se...
Obras de autoria de entidades coletivas
a) Obras de natureza administrativa que tratam da própria entidade
(política inter...
Obras de autoria de entidades coletivas
e) Obras resultantes da atividade coletiva de um grupo executante que
atua como co...
Ponto de acesso principal – Título
 Quando:
a) A autoria pessoal for desconhecida ou difusa e a obra não for
proveniente ...
Responsabilidade compartilhada
a) Obras produzidas pela colaboração de duas ou mais pessoas
b) Obras constituídas de contr...
Responsabilidade compartilhada
Até 3 responsáveis (pessoas ou entidades coletivas)
(AACR2r 21.6B, 21.6C1)
 Quem será o po...
Responsabilidade compartilhada
Metodologia científica / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian
Foundations of Semantic Web...
Responsabilidade compartilhada
Mais de 3 responsáveis (pessoas ou entidades coletivas) (AACR2r 21.6C2)
 Quando a responsa...
Coletânea de obras com título coletivo
 Ponto de acesso principal: título coletivo
 Pontos de acesso secundários: compil...
Coletânea de obras com título coletivo
Tecnologia e conteúdos informacionais : abordagens teóricas e práticas /
Silvana Ap...
Responsabilidade mista
 Obras que receberam, em seu conteúdo artístico ou intelectual,
contribuições de diversas pessoas ...
Obras modificadas
 Se a modificação alterou substancialmente o conteúdo, a
natureza ou o meio de expressão da obra origin...
Obras modificadas – Traduções
 Para uma tradução, escolha como ponto de acesso principal o ponto de
acesso adequado para ...
Pontos de acesso secundários
[entradas secundárias]
Pontos de acesso secundários – Título
 Faça um ponto de acesso secundário para o título principal do
recurso quando o pon...
Pontos de acesso secundários – Regras específicas
 Casos específicos: colaborador, tradutor, ilustrador, entidades
coleti...
Pontos de acesso secundários – Colaboradores
 Se o recurso possui até três autores e o ponto de acesso principal
foi dado...
Pontos de acesso secundários – Colaboradores
Putting XML to work in the library : tools for improving access and
managemen...
Pontos de acesso secundários – Tradutores
 Faça um ponto de acesso secundário para o tradutor quando
(AACR2r 21.30K1):
a)...
Pontos de acesso secundários – Tradutores
b) O ponto de acesso principal foi feito para uma pessoa e:
 A tradução for em ...
Pontos de acesso secundários – Ilustradores
 Faça um ponto de acesso secundário para o ilustrador quando:
 O nome do ilu...
Pontos de acesso secundários – Entidades coletivas
 Faça um ponto de acesso secundário para uma entidade coletiva
que est...
Pontos de acesso secundários – Séries
 Se os recursos pertencentes a uma série forem catalogados
separadamente e o título...
Pontos de acesso secundários – Analíticas
 Faça pontos de acesso secundários (de pessoas, de entidades
coletivas ou de tí...
Capítulo 22
22 Pontos de acesso para pessoas
Sumário do
Capítulo 22
Exercício 2 – Construção dos pontos de acesso
 Construir os pontos de acesso para as pessoas escolhidas no
Exercício 1.
Capítulo 23
23 Nomes geográficos
 23.1A. Os nomes geográficos (lugares) são usados
 para fazer distinção entre entidades com o mesmo...
Capítulo 24
24 Pontos de acesso para entidades
Sumário do
Capítulo 24
Exercício 3 – Construção dos pontos de acesso
 Construir os pontos de acesso para as entidades escolhidas no
Exercício 1.
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Fabrício Assumpção
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O que são pontos de acesso
Escolha dos pontos de acesso (Capítulo 21 do AACR2r)
Ponto de acesso (entrada) principal
Pontos de acesso (entradas) secundários
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  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Como vimos anteriormente, os registros bibliográficos são representações de recursos informações e podem estar presentes em diversos formatos e suportes, por exemplo, em fichas e em registros digitais.
  • Essas são algumas das ações que os registros bibliográficos devem permitir a realização.
    No entanto, existem outras funções que os registros bibliográficos realizam. E, para que essas ações possam ser realizadas, são necessários diferentes tipos de dados.
    Assim, temos nos registros bibliográficos dados que são utilizados para diferentes propósitos.
    Temos os dados que representam o recurso (título, autor, etc.) que permitem ao usuário encontrar, identificar e selecionar os recursos informacionais.
    Dados que permitem aos usuários localizar e acessar os recursos, por exemplo, o número de chamada, o nome da instituição em que o recurso se encontra, um link para um recurso online, etc.
    Temos também os dados administrativos, que podem servir tanto para a gestão do recurso informacional quanto para a gestão do próprio registro (quando ele foi criado, quem foi o catalogador). Entre outros tipos.
    Embora os registros bibliográficos tenham esses diferentes tipos de dados, nosso foco durante será principalmente nos dados que representam os recursos informacionais.
  • Esses dados que representam o recursos informacional geralmente são divididos em representação da forma e representação do conteúdo, também chamadas de representação descritiva e representação temática.
    Essa divisão é feita principalmente para os propósitos de estudos, já que na prática – principalmente no Brasil – tantos os processos de descrição da forma, quanto os processos de descrição do conteúdo são realizados por uma mesma pessoa.
    (É claro que essa divisão pode variar de autor para autor.)
    A representação da forma compreende duas partes: a descrição do recurso (as vezes chamada de descrição bibliográfica) e os pontos de acesso (também conhecidos como cabeçalhos).
    A representação do conteúdo também compreende duas partes: a atribuição dos pontos de acesso (ou cabeçalhos) de assunto e a realização da classificação.
    Vale lembrar que em muitos casos a atribuição dos pontos de acesso de assunto é chamada de indexação ou catalogação da assuntos, enquanto que a representação da forma é chamada apenas de “Catalogação”.
    Durante nosso curso, na maior parte das vezes falaremos sobre a representação da forma, embora em alguns casos trataremos de questões que também podem ser aplicadas à descrição do conteúdo.
    Vejamos então quais são as partes que formam a representação da forma ou representação descritiva.
  • A parte mais conhecida e característica da Catalogação é a descrição do recurso informação (também chamada de descrição bibliográfica).
    O que é essa descrição: um conjunto de dados que possibilita principalmente, a identificação do recurso informacional individualizando-o em um dado contexto.
    Esse conjunto de dados visa também à caracterização do recurso de modo a torná-lo inconfundível.
  • Vamos lá.
    Essas são quatro fichas, cada uma com a descrição de um recurso informacional diferente.
  • Essas fichas são armazenadas em móveis com essas “gavetinhas”
    Até aí tudo bem, pois precisamos de um local para guarda-las e para permitir que elas sejam consultadas.
  • Normalmente, para que pudessem ser armazenadas, teríamos que colocar essas fichas seguindo alguma ordem.
    Qual seria uma ideia: colocar elas em ordem alfabética considerando as palavras que aparecessem no início da descrição, ou seja, acabaríamos por organizar essas fichas (e consequentemente as descrições) pelo títulos.
    No entanto, se fizéssemos isso, surgiria um problema: como o usuário vai buscar por autor? Por assunto? Por e tradutor? Por série?
    Como o usuário saberia quais são as obras de um autor, quais são as obras sobre um assunto ou as obras que fazem parte de uma série?
  • Qual foi então a solução adotada para resolver essa situação:
    “Vamos inserir acima da descrição – no cabeçalho da ficha – os termos pelos quais queremos que ela seja buscada”.
    Ou seja, o nome do autor, o assunto, o título da série.
    Mas aí surgiu ou problema: “quero que a descrição seja encontrada pelo autor, pelo título e pelo assunto”.
  • A solução para esse outro problema foi criar várias cópias de um ficha e inserir no topo de cada uma das cópias o nome, título, assunto, etc. pelo qual a descrição poderia ser encontrada.
    Assim foram criados o catálogo de autor (em que no topo de cada ficha estava o nome de uma pessoa/instituição), o catálogo de assunto (com um assunto no topo de cada ficha), de título (com o título do recurso no topo da ficha), etc.
    Assim foram criados os caminhos pelos quais os usuários poderiam chegar até as descrições bibliográficas.
    Inicialmente, esses caminhos foram chamados de cabeçalhos (já que ficavam no todo das fichas), posteriormente passaram a ser chamados de pontos de acesso.
  • Esses caminhos, ou pontos de acesso, são nomes, termos, códigos, etc. sob os quais um registro bibliográfico pode ser procurado e identificado.
    Esses pontos de acesso de acesso podem ser de diferentes tipos: nomes de pessoas, de instituições, grupos de pessoas, títulos (títulos do recurso, das partes do recurso, da série a qual o recurso pertence, etc.), termos que representam os assuntos dos recursos (termos tópicos, nomes de locais, etc.).
  • Agora que já tenho uma descrição bibliográfica que representa o meu recurso informacional, que já permite a identificação dele de forma única, surge a questão: em um catálogo, como chegar até essa representação? Ou, por quais caminhos consigo chegar até a descrição?
    Podemos pensar em diversos caminhos: por exemplo, o título, o assunto, tradutor, autor, editora, etc.
    Para entender como esses caminhos funcionam, temos que voltar no tempo para vermos como funcionavam (e ainda funcionam!) os catálogos em fichas.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • AACR2r Parte II: Pontos de acesso (2015)

    1. 1. AACR2r Parte II: Pontos de acesso Fabrício Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Marília, 15 de agosto de 2015 Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados
    2. 2. Conteúdo  O que são pontos de acesso  Escolha dos pontos de acesso (Capítulo 21 do AACR2r)  Ponto de acesso (entrada) principal  Pontos de acesso (entradas) secundários  Exercício 1: Escolha dos pontos de acesso  Pontos de acesso para pessoas (Capítulo 22 do AACR2r)  Exercício 2: Pontos de acesso para pessoas  Pontos de acesso para entidades coletivas (Capítulo 24 do AACR2r)  Exercício 3: Pontos de acesso para entidades coletivas
    3. 3. O que são pontos de acesso?
    4. 4. Registros bibliográficos  Conjuntos de dados que representam recursos informacionais  Fichas, registros digitais, etc.
    5. 5. Registros bibliográficos Tipos de dados:  Representação do recurso (informação + suporte)  Título, autor, assunto, data de publicação, etc.  Localização e acesso  Número de chamada, Instituições, restrições de acesso, URL, etc.  Administração  Dados de aquisição do recurso e de gestão do registro  Etc.
    6. 6. Forma & Conteúdo Representação do recurso “Forma” Descrição Pontos de acesso Conteúdo Pontos de acesso de assunto Classificação
    7. 7. Descrição  Conjunto de dados que possibilita, principalmente, a identificação do recurso informacional individualizando-o em um contexto.  Caracterização do recurso de modo a torná-lo inconfundível.
    8. 8. Descrições O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 85-7542-146-8 Fortaleza digital / Dan Brown ; tradução de Carlos Irineu da Costa. – 2. ed. – Rio de Janeiro : Sextante, 2008 297 p. ; 25 cm ISBN 978-85-99296-20-2
    9. 9. Catálogos em fichas
    10. 10. Armazenamento e consulta  Como buscar por autor?  Como buscar por tradutor?  Como buscar por editora?  Como buscar por série?  Como buscar por assunto?  Como reunir os recursos de um mesmo autor, tradutor, editora, série ou assunto? O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Fortaleza digital / Dan Brown ; tradução de Carlos Irineu da Costa. – 2. ed. – Rio de Janeiro : Sextante, 2008 297 p. ; 25 cm ISBN 978-85-99296-20-2 Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 8575421468
    11. 11. Solução adotada  Utilizar os nomes dos autores, tradutores e editoras, os títulos dos recursos e das séries e os assuntos no início das fichas, de modo que as descrições pudessem ser alfabetadas e consultadas por esses nomes e títulos. Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Lévy, Pierre, 1956- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Gaarder, Jostein, 1952- Fortaleza digital / Dan Brown ; tradução de Carlos Irineu da Costa. – 2. ed. – Rio de Janeiro : Sextante, 2008 297 p. ; 25 cm ISBN 978-85-99296-20-2 Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 8575421468 Brown, Dan, 1964- Brown, Dan, 1964-
    12. 12. O mundo de Sofia Gaarder, Jostein, 1952- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Metodologia científica Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X Cibercultura Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Anjos e demônios Brown, Dan, 1964- Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 Títulos Ficção norte-americana Brown, Dan, 1964- Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 8575421468 Metodologia da pesquisa Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X História da filosofia Gaarder, Jostein, 1952- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Internet – Aspectos sociais Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Assuntos Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Lévy, Pierre, 1956- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Gaarder, Jostein, 1952- Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X Brown, Dan, 1964- Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Brown, Dan, 1964- Pessoas Pontos de acesso [cabeçalhos]
    13. 13. Pontos de acesso “Nome, termo, código etc., sob o qual pode ser procurado e identificado um registro bibliográfico.” (AACR2r, 2004) Tipos de pontos de acesso:  Pessoas  Instituições, grupos de pessoas  Títulos  Do recurso, das partes do recurso, da série, da obra  Assunto  ...
    14. 14. Pontos de acesso: caminhos  Por quais caminhos consigo chegar à descrição de um recurso? Título Tradutor Ilustrador Assunto Organizador Autor Editora Série ...
    15. 15. Como funcionava na prática... * Contexto dos catálogos em fichas
    16. 16. Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Descrição Ponto de acesso principal Pontos de acesso secundários Bervian, Pedro Alcino Metodologia científica Trabalhos acadêmicos 1. I. II. Pontos de acesso secundários de assunto Ficha (entrada) principal Ficha matriz Pista
    17. 17. Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Bervian, Pedro Alcino Metodologia científica Trabalhos acadêmicos1. I. II. Trabalhos acadêmicos Bervian, Pedro Alcino Metodologia científica
    18. 18. AACR2 Descrição (Parte 1) Escolha dos pontos de acesso (Capítulo 21) Nomes pessoais (Capítulo 22) Nomes geográficos (Capítulo 23) Entidades coletivas (Capítulo 24) Título uniforme (Capítulo 25) Remissivas (Capítulo 26) Principal Secundários
    19. 19. Antes de iniciarmos...  Pontos de acesso ≠ Indicação de responsabilidade  Parte I – voltada ao suporte, à publicação  Documento  Parte II – voltada ao conteúdo  Obra
    20. 20. Capítulo 21
    21. 21. 21 Escolha dos Pontos de Acesso  Não teremos pontos de acesso para tudo e todos!  Nem todas as pessoas e as instituições relacionadas ao recurso terão seus pontos de acesso incluídos no registro.  Por que?  Relevância, tempo, etc.  Entre as pessoas e instituições escolhidas, uma será a principal, as demais serão secundárias.
    22. 22. 21.1 Ponto de acesso principal  É o ponto de acesso presente na ficha principal que representa o recurso.  De modo geral, indica o criador da obra. Entrada/ficha principal Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso principal
    23. 23. 21.29 Pontos de acesso secundários  São os pontos de acesso presentes nas fichas secundárias que representam o recurso.  De modo geral, indicam:  os demais criadores da obra,  outros responsáveis pelo recurso e por seu conteúdo,  os títulos associados ao recurso. Entrada/ficha secundária de título Cibercultura Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso secundário (título) Ponto de acesso principal
    24. 24. 21.29 Pontos de acesso secundários Entrada/ficha secundária de tradutor Costa, Carlos Irineu da Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso secundário (tradutor) Entrada/ficha secundária de série Trans Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso secundário (série)
    25. 25. 21 Escolha dos pontos de acesso Exemplo de questão que o Capítulo 21 responderá: “Devo fazer um ponto de acesso para a série?”  AACR2r 21.30L. Séries “21.30L1. Faça a entrada secundária sob o cabeçalho estabelecido para uma série quando cada obra pertencente à série tiver sido catalogada separadamente, se essa entrada fornecer um acesso útil.”
    26. 26. Alguns conceitos importantes...  Remissiva Ver: indica ao usuário o ponto de acesso escolhido  Remissiva Ver também: indica ao usuário os pontos de acesso relacionados  Ver: Capítulo 26 OTAN ver Organização do Tratado do Atlântico Norte Campos, Álvaro de ver também Pessoa, Fernando
    27. 27. Alguns conceitos importantes...  Entidade [coletiva]  “Organização ou grupo de pessoas identificado por um nome determinado que age ou pode agir como um todo. São exemplos típicos: associações, instituições, firmas comerciais, empresas sem fins lucrativos, governos, órgãos estatais, entidades religiosas, igrejas locais e conferências.” (AACR2r, Glossário)
    28. 28. Alguns conceitos importantes...  Monografia  “Um recurso bibliográfico que está completo em uma parte ou se tem a intenção de completá-lo em um número finito de partes.” (AACR2r, Glossário)
    29. 29. Alguns conceitos importantes...  Publicação seriada  “Um recurso contínuo publicado em uma sucessão de partes separadas, trazendo usualmente numeração, não tendo sua conclusão predeterminada. São exemplos: jornais, revistas, periódicos eletrônicos, diretórios contínuos, relatórios anuais e séries monográficas.” (AACR2r, Glossário)
    30. 30. Alguns conceitos importantes...  Responsabilidade compartilhada  “Colaboração entre duas ou mais pessoas ou entidades que desempenham o mesmo tipo de atividade na criação do conteúdo de um item. A contribuição de cada uma pode constituir uma parte independente e distinta, ou pode não ser separável da contribuição das demais.” (AACR2r, Glossário)
    31. 31. Alguns conceitos importantes...  Responsabilidade mista  “Quando diferentes pessoas ou entidades contribuem para o conteúdo intelectual ou artístico de uma obra desempenhando diferentes tipos de atividades (p. ex., adaptando ou ilustrando uma obra escrita por outra pessoa).” (AACR2r, Glossário)
    32. 32. Alguns conceitos importantes...  Título coletivo  “Um título principal que abrange as diversas obras contidas num item.” (AACR2r, Glossário)
    33. 33. 21 Escolha dos Pontos de Acesso Sumário do Capítulo 21
    34. 34. Exercício 1 - Escolha dos pontos de acesso  Definir:  qual será o ponto de acesso principal e  quais serão os pontos de acesso secundários.
    35. 35. Por onde começar?  Identificar qual é a situação:  21.4 Obras sob a responsabilidade de uma única pessoa ou entidade coletiva  21.5 Obras de autoria desconhecida ou incerta ou de grupos sem nome  21.6 Obras de responsabilidade compartilhada  21.7 Coletâneas de obras por diferentes pessoas ou entidades  21.8 Obras de responsabilidade mista  21.9 – 21.23 Obras que são modificações de outras  21.24 – 21.27 Responsabilidade mista em obras novas  21.29 – 21.30 Entradas secundárias  21.31 – 21.39 Regras especiais
    36. 36. Ponto de acesso principal [entrada principal]
    37. 37. Babel que a cidade comeu / Ignácio de Loyola Brandão Authority work / Robert H. Burger Responsabilidade simples – Pessoa  O ponto de acesso principal para uma obra de um único autor será o ponto de acesso autorizado para esse autor (AACR2r 21.4A). Ponto de acesso principal
    38. 38. Responsabilidade simples – Entidade coletiva  O ponto de acesso principal para uma obra de uma única entidade coletiva será o ponto de acesso autorizado para essa entidade coletiva (AACR2r 21.4B).  É necessário identificar se uma obra é ou não de autoria de uma entidade coletiva. Como identificar? Consulte as condições listadas na regra 21.1B2
    39. 39. Obras de autoria de entidades coletivas a) Obras de natureza administrativa que tratam da própria entidade (política interna, procedimentos, finanças, operações, funcionários, recursos, etc.) b) Algumas obras de caráter legal, governamental ou religioso c) Obras que registram o pensamento coletivo da entidade (relatórios de comissões, etc.) d) Obras que relatam a atividade coletiva de uma conferência, evento, expedição, etc.
    40. 40. Obras de autoria de entidades coletivas e) Obras resultantes da atividade coletiva de um grupo executante que atua como conjunto (a responsabilidade vai além da simples interpretação, execução, etc.) f) Materiais cartográficos que emanam de uma entidade (responsabilidade além da mera publicação ou distribuição) (AACR2r 21.1B2).  Se a obra não se enquadra em nenhuma das categorias, faça pontos de acesso secundários de acordo com 21.30E (AACR2r 21.1B3).
    41. 41. Ponto de acesso principal – Título  Quando: a) A autoria pessoal for desconhecida ou difusa e a obra não for proveniente de uma entidade coletiva b) O recurso for uma coleção de obras de diferentes pessoas ou entidades coletivas c) A obra é uma escritura sagrada de um grupo religioso (AACR2r 21.1C1).  Consultar o Capítulo 25 – Títulos uniformes.
    42. 42. Responsabilidade compartilhada a) Obras produzidas pela colaboração de duas ou mais pessoas b) Obras constituídas de contribuições distintas, preparadas por diferentes pessoas c) Obras constituídas pelo intercâmbio entre duas ou mais pessoas d) Obras que provenham de duas ou mais entidades coletivas e) Obras que resultam da colaboração ou do intercâmbio entre pessoas e entidades coletivas (AACR2r 21.6A1).  Para adaptadores, tradutores, etc. veja Responsabilidade mista.
    43. 43. Responsabilidade compartilhada Até 3 responsáveis (pessoas ou entidades coletivas) (AACR2r 21.6B, 21.6C1)  Quem será o ponto de acesso principal?  Responsável principal e/ou o primeiro mencionado  Quais serão os pontos de acesso secundários?  Segundo e terceiro responsáveis
    44. 44. Responsabilidade compartilhada Metodologia científica / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian Foundations of Semantic Web technologies / Pascal Hitzler, Markus Krötzsch, Sebastian Rudolph Wikinomics : como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio / Don Tapscott, Anthony D. Williams ; tradução de Marcello Lino Kafka : para uma literatura menor / Gilles Deleuze, Félix Guattari ; tradução e prefácio Rafael Godinho Ponto de acesso principal Ponto de acesso secundário
    45. 45. Responsabilidade compartilhada Mais de 3 responsáveis (pessoas ou entidades coletivas) (AACR2r 21.6C2)  Quando a responsabilidade principal não for atribuída a nenhum, faça o ponto de acesso principal para o título.  Faça um ponto de acesso secundário para o responsável mencionado primeiro.  Se os editores estiverem mencionados em destaque, faça pontos de acesso secundários para eles (se não forem mais de três!). Flexible access control framework for MARC records / Goran Sladić ... [et al.]
    46. 46. Coletânea de obras com título coletivo  Ponto de acesso principal: título coletivo  Pontos de acesso secundários: compiladores, coordenadores, etc. (até três se estiverem em destaque)  Se mais de três, faça ponto de acesso secundário para o principal e/ou o mencionado primeiro (AACR2r 21.7B1)
    47. 47. Coletânea de obras com título coletivo Tecnologia e conteúdos informacionais : abordagens teóricas e práticas / Silvana Ap. B. Gregorio Vidotti (coordenadora) Informação para a área de saúde : prontuário do paciente, ontologia de imagem, tecnologia, legislação e gerenciamento eletrônico de documentos / Virgínia Bentes Pinto, Maria Elias Soares, organizadoras Ponto de acesso principal Ponto de acesso secundário
    48. 48. Responsabilidade mista  Obras que receberam, em seu conteúdo artístico ou intelectual, contribuições de diversas pessoas e/ou entidades coletivas com diferentes funções.  Escritor, adaptador, ilustrador, arranjador, tradutor, etc. a) Obras já existentes que foram modificadas b) Obras novas criadas com a participação de várias pessoas e/ou entidades coletivas (AACR2r 21.8A1)
    49. 49. Obras modificadas  Se a modificação alterou substancialmente o conteúdo, a natureza ou o meio de expressão da obra original, escolha o ponto de acesso adequado para a nova obra.  Caso contrário, utilize o ponto de acesso principal adequado à obra original.  Consulte as situações específicas descritas nas regras de 21.10 a 21.23 (AACR2r 21.9).
    50. 50. Obras modificadas – Traduções  Para uma tradução, escolha como ponto de acesso principal o ponto de acesso adequado para obra original.  Crie pontos de acesso secundários de acordo com a regra 21.30K1 (AACR2r 21.14A). A idade da razão / Jean-Paul ; tradução de Sérgio Milliet O que é a filosofia? / Gilles Deleuze, Félix Guattari ; tradução Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Muñoz
    51. 51. Pontos de acesso secundários [entradas secundárias]
    52. 52. Pontos de acesso secundários – Título  Faça um ponto de acesso secundário para o título principal do recurso quando o ponto de acesso principal foi feito para uma pessoa, uma entidade coletiva ou um título uniforme (veja as exceções em 21.30J1). A idade da razão / Jean-Paul ; tradução de Sérgio Milliet Working with MediaWiki / Yaron Koren
    53. 53. Pontos de acesso secundários – Regras específicas  Casos específicos: colaborador, tradutor, ilustrador, entidades coletivas, série, etc.  Para os casos mencionadas nas regras específicas:  Quando houver até 3 pessoas ou entidades coletivas: pontos de acesso secundários para todas  Quando houver mais de 3 pessoas ou entidades coletivas: ponto de acesso secundário apenas para a mencionada primeiro (AACR2r 21.30A1)
    54. 54. Pontos de acesso secundários – Colaboradores  Se o recurso possui até três autores e o ponto de acesso principal foi dado para o autor principal ou para o primeiro autor mencionado, faça pontos de acesso secundários para os demais autores.  Se o ponto de acesso principal foi feito para uma entidade coletiva ou para o título, faça pontos de acesso secundários para as pessoas que colaboraram (se forem até 3).  Se forem mais de 3, faça apenas para a pessoa mencionada primeiro (AACR2r 21.30B1).
    55. 55. Pontos de acesso secundários – Colaboradores Putting XML to work in the library : tools for improving access and management / Dick R. Miller, Kevin S. Clarke Reconsidering universal bibliographic control in light of the Semantic Web / Gordon Dunsire, Diane Hillmann and Jon Phipps Ponto de acesso principal Ponto de acesso secundário
    56. 56. Pontos de acesso secundários – Tradutores  Faça um ponto de acesso secundário para o tradutor quando (AACR2r 21.30K1): a) O ponto de acesso principal foi feito para uma entidade coletiva ou para o título, ou Declaração dos princípios internacionais de catalogação / [IFLA Cataloguing Section and IFLA Meetings of Experts on an International Cataloguing Code ; tradução para o português por Lidia Alvarenga, Márcia Milton Vianna]
    57. 57. Pontos de acesso secundários – Tradutores b) O ponto de acesso principal foi feito para uma pessoa e:  A tradução for em verso, ou  A tradução for importante por si mesma, ou  A obra tiver sido traduzida para uma mesma língua mais de uma vez, ou  A redação da fonte principal de informação sugerir que o tradutor é o autor, ou  Puder ser difícil localizar o recurso por seu ponto de acesso principal (AACR2r 21.30K1)
    58. 58. Pontos de acesso secundários – Ilustradores  Faça um ponto de acesso secundário para o ilustrador quando:  O nome do ilustrador constar na fonte principal de informação com destaque igual ao da pessoa ou da entidade coletiva para a qual foi feito o ponto de acesso principal  As ilustrações ocuparem metade ou mais do recurso  As ilustrações forem consideradas um aspecto importante da obra (AACR2r 21.30K2)
    59. 59. Pontos de acesso secundários – Entidades coletivas  Faça um ponto de acesso secundário para uma entidade coletiva que estiver mencionada em destaque no recurso quando sua responsabilidade for além da publicação, distribuição, etc. do recurso (AACR2r 21.30E1).
    60. 60. Pontos de acesso secundários – Séries  Se os recursos pertencentes a uma série forem catalogados separadamente e o título da série for um ponto de acesso útil, faça um ponto de acesso secundário para ele (AACR2r 21.30L1). Ortodontia : fundamentos em cefalometria clínica / Eros Petrelli, João M. Baptista. - Curitiba : EDITEC, 1997. - 269 p. : il. + CD-ROM. - (Multimidia & software em odontologia)
    61. 61. Pontos de acesso secundários – Analíticas  Faça pontos de acesso secundários (de pessoas, de entidades coletivas ou de títulos) para representar as partes de um recurso (analíticas – ver Capítulo 13).  Para a escolha desses pontos de acesso, considere a parte do recurso como sendo um recurso.  Se o ponto de acesso for para uma pessoa ou uma entidade coletiva, acrescente após ele o título da parte do recurso (ponto de acesso nome/título) (AACR2r 21.30M).
    62. 62. Capítulo 22
    63. 63. 22 Pontos de acesso para pessoas Sumário do Capítulo 22
    64. 64. Exercício 2 – Construção dos pontos de acesso  Construir os pontos de acesso para as pessoas escolhidas no Exercício 1.
    65. 65. Capítulo 23
    66. 66. 23 Nomes geográficos  23.1A. Os nomes geográficos (lugares) são usados  para fazer distinção entre entidades com o mesmo nome;  como acréscimo a outros nomes de entidades (p. ex., nomes de conferências);  nos pontos de acesso para governos e comunidades que não são governos.  23.2A1. Use a forma em português do nome de um lugar, se houver uma de uso corrente. Exemplos: Áustria, Copenhague, Helsinque (não Österreich, København e Helsinki)  23.2B1. Use a forma na língua oficial do país se não houver forma em português de uso corrente. Exemplo: Buenos Aires.
    67. 67. Capítulo 24
    68. 68. 24 Pontos de acesso para entidades Sumário do Capítulo 24
    69. 69. Exercício 3 – Construção dos pontos de acesso  Construir os pontos de acesso para as entidades escolhidas no Exercício 1.
    70. 70. Obrigado! Fabrício Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Marília, 15 de agosto de 2015 Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados

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