FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU –
CAMPUS ALIANÇA
ENFERMAGEM – 5º PERÍODO – TURNO MANHÃ
 Francisco Lucas Fontes
 Waldennia V...
O ADOLESCENTE
PORTADOR DE
PATOLOGIA CRÔNICA
O ADOLESCENTE PORTADOR
DE DOENÇA CRÔNICA
 Considera-se doença
crônica aquela que tem
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 Existem três fases na
história da doença
crônica: fase da crise,
fase crônica e fase
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 Como jovens portadores
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descrevem os padrões
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 A doença para o
adolescente constitui-
se num caminho difícil
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surge quando recebem
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 Os programas educativos estão entre estratégias
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 A comunicação tem como funções: transmitir
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 Dentro do hospital, as
brincadeiras, o lazer, a
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 As ausências frequentes à escola acabam por
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 Devido a sua condição, o adolescente com doença
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 Não agrada ao adolescente comentários sobre sua
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 A interação que os adolescentes estabelecem com
a equipe de saúde, pode modificar suas respostas
e auxiliá-los frente à ...
 Doença crônica, com altos percentuais de
insucessos terapêuticos e de recidivas, com sérias
repercussões orgânicas e psi...
 DIABETES:
 Doença crônica caracterizada pelo excesso de
glicose no sangue e produção deficiente de
insulina pelo pâncre...
 CÂNCER:
 No Brasil, entre as doenças crônicas, o câncer se
constitui na terceira maior causa de morte
infantojuvenil, p...
REFERÊNCIAS
 Vieira M.A., Lima R.A.G. Crianças e adolescentes com doença crônica:
convivendo com mudanças. Rev Latino-am ...
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Adolescente portador de doença crônica - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.

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Slide sobre o adolescente portador de doença crônica apresentado por um grupo de graduandos para a disciplina de Saúde do Adolescente do curso de Enfermagem da Faculdade Maurício de Nassau - Campus Aliança. Lucas Fontes. http://NoCaminhoDaEnfermagem.blogspot.com.br/

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Adolescente portador de doença crônica - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.

  1. 1. FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU – CAMPUS ALIANÇA ENFERMAGEM – 5º PERÍODO – TURNO MANHÃ  Francisco Lucas Fontes  Waldennia Veloso  Alzira Sousa  Renata Freitas  Larisse Neves  Cecília Natielly  Natana Karen  Jessica Suelen  Letícia Silva  Elane Rodrigues  DOCENTE:  Adrielly Caroline Teresina (PI), setembro de 2015.
  2. 2. O ADOLESCENTE PORTADOR DE PATOLOGIA CRÔNICA
  3. 3. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA  Considera-se doença crônica aquela que tem um curso longo, podendo ser incurável, deixando sequelas e impondo limitações às funções do indivíduo, requerendo adaptação.  O adolescente tem seu cotidiano modificado, com limitações, devido aos sinais e sintomas da doença acabam sendo submetidos a hospitalizações para exames e tratamento à medida que a doença progride.
  4. 4.  Existem três fases na história da doença crônica: fase da crise, fase crônica e fase terminal.  A doença crônica impõe modificações na vida do adolescente e sua família, exigindo readaptações frente à nova situação e estratégias para o enfrentamento. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  5. 5.  Como jovens portadores de doenças crônicas descrevem os padrões comunicativos habituais ocorridos nas consultas médicas?  Como os padrões comunicativos identificados na pergunta anterior interferem na adesão ao tratamento?  Como esses jovens percebem a sua condição existencial de portadores de uma doença incurável? O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  6. 6.  A doença para o adolescente constitui- se num caminho difícil e imprevisível.  O primeiro impacto surge quando recebem o diagnóstico, e constatam que têm uma doença. A lembrança dessa época provoca neles sentimentos de tristeza e angústia. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  7. 7.  “Fiquei assim agoniada, quando uma pessoa tá doente fica”.  “(...) é difícil ficar doente, assim numa cama. Ah! ficar doente não é bom né, sente fraqueza, tontura...”.  “Fui pra Rondonópolis fazer exame, não deu nada, fui pra Cuiabá, fiz um exame, aí deu colite (...) não melhorou, aí fui pra Guiratinga, fiquei lá seis dias, não melhorou, aí vim pra Cuiabá”. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  8. 8.  É na fase da crise, os adolescentes aprendem a lidar com os sintomas, procedimentos diagnósticos e terapêuticos, para, assim, reorganizarem suas vidas.  Frente a hospitalizações frequentes, o adolescente passa, então, a se familiarizar com os procedimentos, nomes dos medicamentos, apropriando-se de um vocabulário técnico. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  9. 9.  Para alguns adolescentes, sua doença advém do fato de ser congênita, e esse modelo de explicação denomina- se endógeno, ou seja, a doença tem origem dentro do organismo, fazendo parte do próprio interior do sujeito.  “(...) não sei do que peguei né, às vezes acho que nasci com ela, só pode ser”.  “A minha mãe acha que é desde que eu nasci, porque, quando eu chorava, arroxeava a boca...”. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  10. 10.  O adolescente compreende a necessidade do tratamento e as hospitalizações, mas gostariam de estar em casa, realizando atividades cotidianas.  “É porque eu não fico mais em casa ... (onde você fica mais tempo?) No hospital”. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  11. 11.  Para o adolescente, o hospital tem uma característica dual: um ambiente de tristeza e de cura.  “Ah, pra melhorar né, tem remédio na hora certa (...) E pra salvar a vida da gente”.  “É responsabilidade do hospital cuidar, a gente sair bem, sem doença nenhuma, sair curada”. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  12. 12.  Estando hospitalizados, precisam se ajustar às rotinas do hospital causadoras de desconforto, como: medicações, verificação de sinais vitais, observações, luzes acesas e crianças que choram nas enfermarias.  “Eu estava dormindo bem tranquilo, aí ele chegou (o médico) e falou “acorda”. Aí eu fiquei assim com sono, me deu raiva, passa muito cedo, fica acordando a gente”. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  13. 13.  É através da boa (ou não) comunicação com o profissional, que o adolescente tende a aderir ao tratamento de sua patologia.  A adesão é definida como uma colaboração ativa entre o paciente e seu médico, num trabalho cooperativo, para alcançar sucesso terapêutico. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  14. 14.  Os programas educativos estão entre estratégias mais utilizadas para melhorar a adesão ao tratamento.  Estes programas procuram informar sobre características da doença e envolver no tratamento tanto os jovens quanto seus familiares.  Uma efetiva comunicação interpessoal é essencial para a saúde física e psicológica de qualquer pessoa. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  15. 15.  A comunicação tem como funções: transmitir mensagens, obter informações, deduzir novas conclusões, reconstruir o passado, antecipar fatos futuros, iniciar e modificar processos fisiológicos dentro do corpo, e influenciar outras pessoas e acontecimentos externos. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  16. 16.  Dentro do hospital, as brincadeiras, o lazer, a alegria e o respeito à singularidade de cada adolescente estabelecem condições favoráveis para mudança desse ambiente.  Muitos adolescentes necessitam se ausentar da escola, o que acarreta atraso e prejuízo ao seu aprendizado, levando- os a abandoná-la. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  17. 17.  As ausências frequentes à escola acabam por desmotivar o adolescente, criando uma barreira no relacionamento entre ele, os professores e as demais crianças, dificultando, assim, seu ajustamento escolar.  Os professores têm de participar do processo que esses jovens vivenciam, considerando suas necessidades e limitações O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  18. 18.  Devido a sua condição, o adolescente com doença crônica precisa de aprovação do grupo para a construção e reafirmação de uma auto-imagem positiva.  Surge o medo de não ser aceito pelo grupo.  “ninguém gosta de mim na escola (...) as meninas ... elas fica cochichando de mim, falando, eu odeio isso (...) Ah, senti que não tinha mais ninguém.” O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  19. 19.  Não agrada ao adolescente comentários sobre sua aparência física e problemas de saúde; desejam ser vistos como pessoas “normais”, não com o estigma de doente.  O estar doente é negativo e compreende ser nocivo, indesejável e socialmente desvalorizado. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  20. 20.  A interação que os adolescentes estabelecem com a equipe de saúde, pode modificar suas respostas e auxiliá-los frente à situação da doença, minimizando consequências negativas e tornando- os resilientes diante das limitações e tratamento que a doença impôs. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  21. 21.  Doença crônica, com altos percentuais de insucessos terapêuticos e de recidivas, com sérias repercussões orgânicas e psicológicas.  A chance do adolescente obeso permanecer obeso na idade adulta é muito grande, aumentando a morbimortalidade para diversas doenças.  O profissional deve identificar adolescentes com predisposição à obesidade e tomar medidas efetivas de controle.  OBESIDADE: O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  22. 22.  DIABETES:  Doença crônica caracterizada pelo excesso de glicose no sangue e produção deficiente de insulina pelo pâncreas.  O Diabetes mellitus Tipo 1 (insulino-dependente) desenvolve-se, com maior frequência em crianças e adolescentes.  Os adolescentes com diabetes indicam algumas dificuldades com a doença, como faltas à escola para ir a consultas médicas, mas não consideraram ter seu cotidiano modificado. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  23. 23.  CÂNCER:  No Brasil, entre as doenças crônicas, o câncer se constitui na terceira maior causa de morte infantojuvenil, perdendo somente para as mortes violentas (acidentes, homicídios).  O diagnóstico da doença é visto pelas famílias como uma catástrofe, provocando sentimentos de angústia e incerteza.  É de fundamental importância que a Enfermagem reconheça o seu papel na produção de conhecimento na área oncológico-pediátrica-hebiátrica. O ADOLESCENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA
  24. 24. REFERÊNCIAS  Vieira M.A., Lima R.A.G. Crianças e adolescentes com doença crônica: convivendo com mudanças. Rev Latino-am Enfermagem 2002 julho-agosto; 10(4):552-60.  Oliveira V.Z., Gomes W.B., Comunicação médico-paciente e adesão ao tratamento em adolescentes portadores de doenças orgânicas crônicas. Estud. psicol. 2004, 9(3), 459-469  Anders J.C., Souza A.I.J., Crianças e adolescentes sobreviventes ao câncer:desafios e possibilidades. Cienc. cuid. saude. 2009 jan/mar;8(1):131-7.  Escrivão, M.A.M.S. et al. Obesidade exógena na infância e na adolescência. J Pediatr (Rio J) 2000;76(Supl.3):s305-s10.  Santos, J.R., Enumo, S.R.F., Adolescentes com Diabetes mellitus tipo 1: seu cotidiano e enfrentamento da doença. Psicol. Reflex. Crit. 2003, vol.16, n.2, pp. 411-425.
  25. 25. BOM DIA!

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