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INCONTINÊNCIA URINÁRIA E FECAL NO
IDOSO
Teresina (PI), março de 2015
 ACADÊMICOS:
 Alzira Silva
 Cecília Natielly
 Francisco Lucas Fontes
 Natana Karen
 Renata Freitas
 Suzana Bacelar
 Waldennia Veloso
 DOCENTE:
 Cidianna Melo
• É definida como a “eliminação
involuntária de urina em qualquer
quantidade e frequência suficientes
para provocar prejuízos sociais ou à
saúde”.
• A prevalência aumenta com o
envelhecimento e é maior em
mulheres.
• É considerada um “gigante da
geriatria”.
• Traz consequências sociais, como:
depressão, redução da autoestima,
afastamento de atividades sociais e
mesmo do relacionamento íntimo.
• Também está associada a quedas e
fraturas, infecções cutâneas e úlceras
por pressão (UPP).
• É considerada um problema “normal da idade” por
muitos pacientes.
• Muitos têm vergonha de contar e outros nem
mencionam, por acreditarem que nada há a fazer.
• Muitos profissionais de saúde reconhecem a IU
como doença, mas não investigam sua presença,
por não se considerarem aptos a tratá-la.
• Incontinência urinária transitória.
• Incontinência urinária estabelecida, que
engloba: IU funcional (muitas vezes
transitória), IU de urgência (ou bexiga
hiperativa ou instabilidade do detrusor), IU
de esforço (ou IU de estresse), IU de
transbordamento (ou IU paradoxal).
• Surge de maneira mais ou menos
súbita em pacientes previamente
continentes ou provoca o
agravamento da IU já estabelecida.
• O tratamento da causa geralmente
leva à remissão da IU transitória:
remoção de fecalomas e uso de
supositórios; retirada do
medicamento que desencadeou a
IU.
• A dificuldade de “chegar a tempo”
ao banheiro pode provocar IU.
• Pode surgir subitamente após uma
fratura, AVC ou qualquer doença
debilitante aguda.
• Torna-se estabelecida quando a
situação que a desencadeou se
tornar crônica como a osteoartrose
grave, a doença de Parkinson e a
hemiplegia após um AVC.
• O tratamento da IU funcional consiste em melhorar a mobilidade com
fisioterapia para reabilitação da marcha, uso de órteses como bengalas e
andadores e a otimização do tratamento da doença de Parkinson.
• O percurso até o banheiro pode ser encurtado ou facilitado com mudança de
quarto, reorganização dos móveis e adaptações ambientais como a instalação
de corrimão e pisos antiderrapantes.
• A disponibilidade de urinol próximo da cama ou sofá do idoso pode resolver o
problema.
• Desejo imperioso de urinar
imediatamente.
• Se há perda de urina, a
denominação correta é IU de
urgência, a causa mais comum de
IU estabelecida em idosos com 75
anos ou mais.
• O seu mecanismo é a contração
involuntária e não inibida do
detrusor, o músculo responsável
pelo esvaziamento da bexiga.
• Em pessoas hígidas, o enchimento
parcial da bexiga estimula a
contração do detrusor, mas esta é
inibida pelo cérebro até o momento
adequado para a micção.
• O envelhecimento pode prejudicar
esse controle pelo excesso de
atividade do detrusor ou, por outro
lado, pela inibição insuficiente.
• Esta última forma é comum em
algumas doenças neurológicas
como a doença de Parkinson,
algumas demências e após o AVC.
• O tratamento da IU de urgência
envolve a utilização de
“antimuscarínicos”, medicamentos
que inibem a atividade do detrusor.
• No entanto, essas drogas estarão
contraindicadas em algumas
situações.
• A causa mais comum de IU
estabelecida em idosas com menos
de 75 anos é a IU de esforço.
• Provocada pela redução da
eficiência dos mecanismos
responsáveis pela retenção
urinária, ocorre nas situações de
aumento da pressão intra-
abdominal (PIA).
• O relaxamento do assoalho pélvico,
resultado de multiparidade e
cirurgias, provoca a deformação da
uretra e mobilidade exagerada,
fatores que reduzem sua eficiência
como esfíncter.
• O hipoestrogenismo pode causar
deficiência do mecanismo
esfincteriano.
• A IU de esforço pode ser
confirmada no exame físico ao se
solicitar à idosa que tussa.
• O exame pode identificar vaginite
atrófica, na maioria das vezes
associada à uretrite atrófica, que facilita
a IU.
• Em homens, a IU de esforço é menos
comum e praticamente se restringe
àqueles submetidos à prostatectomia.
• Para confirmar a impressão clínica, você pode
solicitar ao idoso que durante dois ou três
dias registre algumas informações em um
“DIÁRIO URINÁRIO”: horário e volume da
ingestão de líquidos, horário e volume das
micções, horário, volume e situação dos
episódios de incontinência e se há urgência.
Modelo de diário miccional.
• A obstrução da uretra e doenças
neurológicas que acometem o
detrusor levam à hiperdistensão da
bexiga.
• Passa a ocorrer então
extravasamento constante de
pequenas quantidades de urina,
nem sempre percebido pelo
paciente.
• O exame físico demonstrará
bexigoma e a passagem da SVA
levará à eliminação de mais de 450
mL de urina.
• A IU por transbordamento pode ser
iatrogênica.
• Idosos com dificuldade de
esvaziamento vesical por HBP ou
por redução da contratilidade do
detrusor podem se tornar incapazes
de urinar se utilizarem
medicamentos antimuscarínicos.
• Através da anamnese, faça as
perguntas a seguir a todos os seus
pacientes idosos.
• Muitos idosos que respondem
“não” à primeira pergunta referem a
perda nas outras. Caracterize se há
prejuízo social ou à saúde e estará
feito mais um diagnóstico de IU.
• 1º PASSO: DIAGNOSTICAR INCONTINÊNCIA URINÁRIA
• Indague se há sensação de urgência precedendo a perda, se ocorre em
situações de aumento da PIA ou se não é percebida pelo paciente.
• Verifique se é recente (sugerindo causas transitórias) ou de longa data.
• Avalie se há padrões de micção e perda urinária: qual o volume, horário,
situação e se há relação com ingesta de líquidos.
• No exame físico, verifique se há perda constante ou ao tossir.
• 2º PASSO: DEFINIR O TIPO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
 Avalie se há causas de IU transitória,
incluindo uso de medicamentos.
 A mudança de alguns hábitos que podem
provocar IU.
 O enfermeiro como profissional da equipe
multidisciplinar, pode conversar com médico
para que o mesmo solicite exames de
urocultura, cálcio, glicemia, vitamina B12 e
função renal.
• 3º PASSO: IDENTIFICAR E TRATAR CAUSAS PREDISPONENTES
• 4º PASSO: TRATAMENTO NÃO-FARMACOLÓGICO
 Restrição à ingestão excesso de líquidos no período noturno.
 Elevação das pernas para iniciar a reabsorção do edema.
 Idas mais frequentes ao banheiro.
 Abster-se da cafeína.
 Exercícios de Kegel, para fortalecer o músculo pubococcígeo que circunda o
ânus, uretra e vagina e pode interromper voluntariamente a micção.
• 5º PASSO: TRATAMENTO FARMACOLÓGICO PARA IU ESTABELECIDA
 Se o tratamento não-farmacológico
falhar, poderá ser associado ao
tratamento farmacológico.
• Orientar o idoso quanto à redução da ingestão de alimentos considerados irritantes
vesicais, como a cafeína, bebidas gaseificadas, pimenta, e alimentos e bebidas ácidas.
• Incentivar a prática de exercícios físicos auxilia na manutenção de uma boa
mobilidade.
• Explicar que se for para restringir a ingesta hídrica, que a mesma aconteça apenas no
período noturno para evitar a noctúria.
• Verificar se a ingesta alimentar do idoso contém fibras em quantidades adequadas a
fim de contribuir para um bom funcionamento intestinal e evitar a constipação.
• Estimular o exercício de Kegel.
• É definida como passagem
involuntária ou incapacidade de
controlar a perda de matéria fecal,
incluindo gases, através do ânus.
• Não é uma uma doença fatal,
contudo está associada a uma
elevada morbilidade e envolve os
doentes numa grande ansiedade e
vergonha.
• A abordagem da incontinência fecal
deve ser abrangente e estruturada
para que se possa tratar
individualmente o doente.
• O que é adequado para uns, pode
ser completamente inaceitável para
outros.
• Mais frequente nas mulheres.
• É mais comum em idosos e é uma das causas mais comuns de internamentos
em lares.
• Mecanismos da normal continência fecal: a motilidade intestinal, o volume e a
consistência fecal, o grau de consciência mental, o tônus esfincteriano anal e a
integridade da inervação neuronal.
• A incontinência surge geralmente após uma lesão traumática esfincteriana.
• Estima-se que a IF seja de 1,4 a 20% para o grupo com idade superior a 40
anos.
 Em termos etiológicos, a
incontinência fecal pode dividir-se
em quatro categorias: danos do
esfíncter, alterações das
características das fezes, distúrbios
neuromusculares e sensibilidade
retal.
• Incontinência passiva: descarga
involuntária e inconsciente de fezes
ou gases.
• Incontinência de urgência:
descarga de matéria fecal apesar
das tentativas ativas para reter os
conteúdos intestinais.
• Fecal soiling: perda de fezes após
evacuação normal.
• A gravidade da incontinência varia
desde a eliminação não intencional
de gases, a perda de matéria fecal
líquida até à evacuação completa
do conteúdo intestinal.
• O sistema nervoso autônomo
medeia a contração tônica do
esfíncter anal interno durante a
continência e seu relaxamento
durante a defecação, através do
controle simpático e
parassimpático, respectivamente.
• Com o envelhecimento, ocorre
degeneração do esfíncter anal
interno, que pode causar redução
progressiva das pressões de
repouso.
• Também pode ocorrer redução da
complacência retal, da
sensibilidade anal e atrofia
muscular do assoalho pélvico
associadas ao aumento da idade.
 Principalmente por causa do trabalho
de parto que determina o estiramento e
a degeneração parcial do nervo
pudendo.
 É um nervo misto que tem funções
sensitivas e motoras.
 É responsável pela sensibilidade do
períneo por meio do ramo perineal
(escrotais e labiais), dos ramos retais
inferiores e pelo ramo dorsal do
pênis/clitóris.
• A IF em idosos poderia estar
associada ainda aos
comprometimentos cognitivos e
físicos, que podem dificultar o
acesso e a localização do banheiro,
causar desinibição social e
incapacidade de evacuar sozinho.
• A avaliação e o diagnóstico da IF
incluem a avaliação clínica,
constituída pelos sinais, sintomas e
exame físico.
• Também podem ser solicitados
exames complementares, incluindo
a manometria anorretal, a
retossigmoidoscopia, a
defecografia, a eletromiografia
anorretal, a ultra-sonografia
endoanal e a latência motora
terminal do nervo pudendo.
• A modificação dos hábitos
intestinais irregulares é muitas
vezes essencial para o tratamento
da incontinência.
• O objetivo é estabelecer um trânsito
intestinal previsível, com frequência
e consistência de fezes mais fáceis
de controlar.
• Uma dieta equilibrada de fibras e
fluidos é essencial.
• Existem fármacos eficazes
utilizados no tratamento da IF:
agentes formadores de volume,
agentes antidiarreicos, injeções
diretas no esfíncter, fármacos que
aumentam a função do esfíncter e a
desimpactação fecal.
• Contudo, existem medicamentos
que exacerbam a incontinência
fecal e a medicação do doente deve,
por isso, ser revista.
• Tratamentos efetuados por
fisioterapeutas especializados têm
grande benefício na incontinência fecal.
• O treino dos músculos do pavimento
pélvico aumenta a sua força e
resistência, estimula o seu suprimento
nervoso, aumenta o fluxo sanguíneo
para o reto, região anal e pavimento
pélvico, bem como melhora a
“consciência” anatômica para diminuir
os episódios de incontinência.
• O biofeedback também se mostra um
tratamento simples e seguro, com
efeitos colaterais mínimos.
• Pretende que o doente reconheça o seu
limiar sensitivo, aprenda a coordenar o
processo de defecação e exercite o
esfíncter.
• Ao contrário dos exercícios que
fortalecem o pavimento pélvico, o
biofeedback melhora a percepção da
sensação retal e a resposta do esfíncter
à distensão.
• Não constranger o idoso/paciente com IF, procurando assisti-lo da maneira
mais humanizada possível.
• Incentivar a ingestão de mais fibra para aumentar o volume das fezes e evitar
crises de obstipação intestinal.
• Explicar a utilização de supositórios evacuadores ou pequenas lavagens
intestinais para esvaziar o reto antes de sair de casa. Desse modo, será
possível evitar o inconveniente da perda de fezes ou de gases.
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Instagram: @NoCaminhoDaEnfermagem
Blog: NoCaminhoDaEnfermagem.blogspot.com.br/
Lucas Fontes

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Incontinência Urinária e Fecal No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes

  • 1. INCONTINÊNCIA URINÁRIA E FECAL NO IDOSO Teresina (PI), março de 2015
  • 2.  ACADÊMICOS:  Alzira Silva  Cecília Natielly  Francisco Lucas Fontes  Natana Karen  Renata Freitas  Suzana Bacelar  Waldennia Veloso  DOCENTE:  Cidianna Melo
  • 3. • É definida como a “eliminação involuntária de urina em qualquer quantidade e frequência suficientes para provocar prejuízos sociais ou à saúde”. • A prevalência aumenta com o envelhecimento e é maior em mulheres. • É considerada um “gigante da geriatria”. • Traz consequências sociais, como: depressão, redução da autoestima, afastamento de atividades sociais e mesmo do relacionamento íntimo. • Também está associada a quedas e fraturas, infecções cutâneas e úlceras por pressão (UPP).
  • 4. • É considerada um problema “normal da idade” por muitos pacientes. • Muitos têm vergonha de contar e outros nem mencionam, por acreditarem que nada há a fazer. • Muitos profissionais de saúde reconhecem a IU como doença, mas não investigam sua presença, por não se considerarem aptos a tratá-la.
  • 5. • Incontinência urinária transitória. • Incontinência urinária estabelecida, que engloba: IU funcional (muitas vezes transitória), IU de urgência (ou bexiga hiperativa ou instabilidade do detrusor), IU de esforço (ou IU de estresse), IU de transbordamento (ou IU paradoxal).
  • 6. • Surge de maneira mais ou menos súbita em pacientes previamente continentes ou provoca o agravamento da IU já estabelecida. • O tratamento da causa geralmente leva à remissão da IU transitória: remoção de fecalomas e uso de supositórios; retirada do medicamento que desencadeou a IU.
  • 7. • A dificuldade de “chegar a tempo” ao banheiro pode provocar IU. • Pode surgir subitamente após uma fratura, AVC ou qualquer doença debilitante aguda. • Torna-se estabelecida quando a situação que a desencadeou se tornar crônica como a osteoartrose grave, a doença de Parkinson e a hemiplegia após um AVC.
  • 8. • O tratamento da IU funcional consiste em melhorar a mobilidade com fisioterapia para reabilitação da marcha, uso de órteses como bengalas e andadores e a otimização do tratamento da doença de Parkinson. • O percurso até o banheiro pode ser encurtado ou facilitado com mudança de quarto, reorganização dos móveis e adaptações ambientais como a instalação de corrimão e pisos antiderrapantes. • A disponibilidade de urinol próximo da cama ou sofá do idoso pode resolver o problema.
  • 9. • Desejo imperioso de urinar imediatamente. • Se há perda de urina, a denominação correta é IU de urgência, a causa mais comum de IU estabelecida em idosos com 75 anos ou mais. • O seu mecanismo é a contração involuntária e não inibida do detrusor, o músculo responsável pelo esvaziamento da bexiga.
  • 10. • Em pessoas hígidas, o enchimento parcial da bexiga estimula a contração do detrusor, mas esta é inibida pelo cérebro até o momento adequado para a micção. • O envelhecimento pode prejudicar esse controle pelo excesso de atividade do detrusor ou, por outro lado, pela inibição insuficiente. • Esta última forma é comum em algumas doenças neurológicas como a doença de Parkinson, algumas demências e após o AVC.
  • 11. • O tratamento da IU de urgência envolve a utilização de “antimuscarínicos”, medicamentos que inibem a atividade do detrusor. • No entanto, essas drogas estarão contraindicadas em algumas situações.
  • 12. • A causa mais comum de IU estabelecida em idosas com menos de 75 anos é a IU de esforço. • Provocada pela redução da eficiência dos mecanismos responsáveis pela retenção urinária, ocorre nas situações de aumento da pressão intra- abdominal (PIA). • O relaxamento do assoalho pélvico, resultado de multiparidade e cirurgias, provoca a deformação da uretra e mobilidade exagerada, fatores que reduzem sua eficiência como esfíncter. • O hipoestrogenismo pode causar deficiência do mecanismo esfincteriano. • A IU de esforço pode ser confirmada no exame físico ao se solicitar à idosa que tussa.
  • 13. • O exame pode identificar vaginite atrófica, na maioria das vezes associada à uretrite atrófica, que facilita a IU. • Em homens, a IU de esforço é menos comum e praticamente se restringe àqueles submetidos à prostatectomia. • Para confirmar a impressão clínica, você pode solicitar ao idoso que durante dois ou três dias registre algumas informações em um “DIÁRIO URINÁRIO”: horário e volume da ingestão de líquidos, horário e volume das micções, horário, volume e situação dos episódios de incontinência e se há urgência.
  • 14. Modelo de diário miccional.
  • 15. • A obstrução da uretra e doenças neurológicas que acometem o detrusor levam à hiperdistensão da bexiga. • Passa a ocorrer então extravasamento constante de pequenas quantidades de urina, nem sempre percebido pelo paciente. • O exame físico demonstrará bexigoma e a passagem da SVA levará à eliminação de mais de 450 mL de urina. • A IU por transbordamento pode ser iatrogênica. • Idosos com dificuldade de esvaziamento vesical por HBP ou por redução da contratilidade do detrusor podem se tornar incapazes de urinar se utilizarem medicamentos antimuscarínicos.
  • 16. • Através da anamnese, faça as perguntas a seguir a todos os seus pacientes idosos. • Muitos idosos que respondem “não” à primeira pergunta referem a perda nas outras. Caracterize se há prejuízo social ou à saúde e estará feito mais um diagnóstico de IU. • 1º PASSO: DIAGNOSTICAR INCONTINÊNCIA URINÁRIA
  • 17.
  • 18. • Indague se há sensação de urgência precedendo a perda, se ocorre em situações de aumento da PIA ou se não é percebida pelo paciente. • Verifique se é recente (sugerindo causas transitórias) ou de longa data. • Avalie se há padrões de micção e perda urinária: qual o volume, horário, situação e se há relação com ingesta de líquidos. • No exame físico, verifique se há perda constante ou ao tossir. • 2º PASSO: DEFINIR O TIPO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
  • 19.  Avalie se há causas de IU transitória, incluindo uso de medicamentos.  A mudança de alguns hábitos que podem provocar IU.  O enfermeiro como profissional da equipe multidisciplinar, pode conversar com médico para que o mesmo solicite exames de urocultura, cálcio, glicemia, vitamina B12 e função renal. • 3º PASSO: IDENTIFICAR E TRATAR CAUSAS PREDISPONENTES
  • 20. • 4º PASSO: TRATAMENTO NÃO-FARMACOLÓGICO  Restrição à ingestão excesso de líquidos no período noturno.  Elevação das pernas para iniciar a reabsorção do edema.  Idas mais frequentes ao banheiro.  Abster-se da cafeína.  Exercícios de Kegel, para fortalecer o músculo pubococcígeo que circunda o ânus, uretra e vagina e pode interromper voluntariamente a micção.
  • 21.
  • 22. • 5º PASSO: TRATAMENTO FARMACOLÓGICO PARA IU ESTABELECIDA  Se o tratamento não-farmacológico falhar, poderá ser associado ao tratamento farmacológico.
  • 23. • Orientar o idoso quanto à redução da ingestão de alimentos considerados irritantes vesicais, como a cafeína, bebidas gaseificadas, pimenta, e alimentos e bebidas ácidas. • Incentivar a prática de exercícios físicos auxilia na manutenção de uma boa mobilidade. • Explicar que se for para restringir a ingesta hídrica, que a mesma aconteça apenas no período noturno para evitar a noctúria. • Verificar se a ingesta alimentar do idoso contém fibras em quantidades adequadas a fim de contribuir para um bom funcionamento intestinal e evitar a constipação. • Estimular o exercício de Kegel.
  • 24. • É definida como passagem involuntária ou incapacidade de controlar a perda de matéria fecal, incluindo gases, através do ânus. • Não é uma uma doença fatal, contudo está associada a uma elevada morbilidade e envolve os doentes numa grande ansiedade e vergonha. • A abordagem da incontinência fecal deve ser abrangente e estruturada para que se possa tratar individualmente o doente. • O que é adequado para uns, pode ser completamente inaceitável para outros.
  • 25. • Mais frequente nas mulheres. • É mais comum em idosos e é uma das causas mais comuns de internamentos em lares. • Mecanismos da normal continência fecal: a motilidade intestinal, o volume e a consistência fecal, o grau de consciência mental, o tônus esfincteriano anal e a integridade da inervação neuronal. • A incontinência surge geralmente após uma lesão traumática esfincteriana. • Estima-se que a IF seja de 1,4 a 20% para o grupo com idade superior a 40 anos.
  • 26.  Em termos etiológicos, a incontinência fecal pode dividir-se em quatro categorias: danos do esfíncter, alterações das características das fezes, distúrbios neuromusculares e sensibilidade retal.
  • 27. • Incontinência passiva: descarga involuntária e inconsciente de fezes ou gases. • Incontinência de urgência: descarga de matéria fecal apesar das tentativas ativas para reter os conteúdos intestinais. • Fecal soiling: perda de fezes após evacuação normal. • A gravidade da incontinência varia desde a eliminação não intencional de gases, a perda de matéria fecal líquida até à evacuação completa do conteúdo intestinal.
  • 28. • O sistema nervoso autônomo medeia a contração tônica do esfíncter anal interno durante a continência e seu relaxamento durante a defecação, através do controle simpático e parassimpático, respectivamente. • Com o envelhecimento, ocorre degeneração do esfíncter anal interno, que pode causar redução progressiva das pressões de repouso. • Também pode ocorrer redução da complacência retal, da sensibilidade anal e atrofia muscular do assoalho pélvico associadas ao aumento da idade.
  • 29.  Principalmente por causa do trabalho de parto que determina o estiramento e a degeneração parcial do nervo pudendo.  É um nervo misto que tem funções sensitivas e motoras.  É responsável pela sensibilidade do períneo por meio do ramo perineal (escrotais e labiais), dos ramos retais inferiores e pelo ramo dorsal do pênis/clitóris.
  • 30. • A IF em idosos poderia estar associada ainda aos comprometimentos cognitivos e físicos, que podem dificultar o acesso e a localização do banheiro, causar desinibição social e incapacidade de evacuar sozinho. • A avaliação e o diagnóstico da IF incluem a avaliação clínica, constituída pelos sinais, sintomas e exame físico. • Também podem ser solicitados exames complementares, incluindo a manometria anorretal, a retossigmoidoscopia, a defecografia, a eletromiografia anorretal, a ultra-sonografia endoanal e a latência motora terminal do nervo pudendo.
  • 31. • A modificação dos hábitos intestinais irregulares é muitas vezes essencial para o tratamento da incontinência. • O objetivo é estabelecer um trânsito intestinal previsível, com frequência e consistência de fezes mais fáceis de controlar. • Uma dieta equilibrada de fibras e fluidos é essencial. • Existem fármacos eficazes utilizados no tratamento da IF: agentes formadores de volume, agentes antidiarreicos, injeções diretas no esfíncter, fármacos que aumentam a função do esfíncter e a desimpactação fecal. • Contudo, existem medicamentos que exacerbam a incontinência fecal e a medicação do doente deve, por isso, ser revista.
  • 32.
  • 33. • Tratamentos efetuados por fisioterapeutas especializados têm grande benefício na incontinência fecal. • O treino dos músculos do pavimento pélvico aumenta a sua força e resistência, estimula o seu suprimento nervoso, aumenta o fluxo sanguíneo para o reto, região anal e pavimento pélvico, bem como melhora a “consciência” anatômica para diminuir os episódios de incontinência. • O biofeedback também se mostra um tratamento simples e seguro, com efeitos colaterais mínimos. • Pretende que o doente reconheça o seu limiar sensitivo, aprenda a coordenar o processo de defecação e exercite o esfíncter. • Ao contrário dos exercícios que fortalecem o pavimento pélvico, o biofeedback melhora a percepção da sensação retal e a resposta do esfíncter à distensão.
  • 34. • Não constranger o idoso/paciente com IF, procurando assisti-lo da maneira mais humanizada possível. • Incentivar a ingestão de mais fibra para aumentar o volume das fezes e evitar crises de obstipação intestinal. • Explicar a utilização de supositórios evacuadores ou pequenas lavagens intestinais para esvaziar o reto antes de sair de casa. Desse modo, será possível evitar o inconveniente da perda de fezes ou de gases.
  • 35. Facebook: No Caminho da Enfermagem Instagram: @NoCaminhoDaEnfermagem Blog: NoCaminhoDaEnfermagem.blogspot.com.br/ Lucas Fontes