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TRANSMISSÃO INTER E
TRANSGERACIONAL DE
TRAUMAS E DE RECURSOS
DR. ANDRÉ MAURÍCIO MONTEIRO
ABORDAGENS QUE PODEM CONTRIBUIR
PARATERAPIATTT
AMBIENTAL
EXPERIÊNCIAS ADVERSAS DE INFÂNCIA – ESTUDO
ACE (FELLITI E ANDA, 1998) – A MERA EXPOSIÇÃO A
EXPERIÊNCIAS ADVERSAS PARECE SER SUFICIENTE
PARA COMPROMETER SAÚDE MENTAL E FÍSICA NO
FUTURO.
FASE 1:TRAUMAS EVIVÊNCIAS INDESEJÁVEIS:
CICLO DE EXPERIÊNCIAS ADVERSAS DE INFÂNCIA
(ADVERSE CHILDHOOD EXPERIENCES - ACE)
O RELATÓRIO ACE: ESTUDO REVOLUCIONÁRIO DE SAÚDE PÚBLICA
FEITO POR FELITTI E ANDA, EM 1998 - ALQUIMIA REVERSA NA INFÂNCIA:
TRANSFORMANDO OURO EM CHUMBO.
O QUE SÃO EXPERIÊNCIAS ADVERSAS DE INFÂNCIA?
NESTA NARRATIVA ACES É USADO DE MODO GENÉRICO PARA REFERIR A
CONJUNTOS DE EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS E ADVERSAS NA
INFÂNCIA E FATORES NO AMBIENTE FAMILIAR QUE
SUBSTANCIALMENTE ELEVAM O RISCO DA CRIANÇA DE SOFRER DE
DOENÇAS SÉRIAS, CRÓNICAS, FÍSICAS E MENTAIS. À MEDIDA QUE O
NÚMERO DE ACES AUMENTA, O COMPROMETIMENTO MENTAL,
MÉDICO, SOCIAL E FISCAL AUMENTA PROPORCIONALMENTE.
EXEMPLOS BÁSICOS:
• DISFUNÇÃO FAMILIAR: ABUSO DE SUBSTÂNCIA,
SEPARAÇÃO PARENTAL/DIVÓRCIO/MORTE
PREMATURA, DOENÇA MENTAL,VIOLÊNCIA
CONJUGAL – ESPANCAMENTO,
COMPORTAMENTO CRIMINOSO;
• ABUSO: PSICOLÓGICO, FÍSICO, SEXUAL;
• NEGLIGÊNCIA: EMOCIONAL, FÍSICA,
EDUCACIONAL
VARIÁVEIS ADICIONAIS:
FRAGMENTAÇÃO SOCIAL:VIOLÊNCIA URBANA,
TRÁFICO, POBREZA EXTREMA, MIGRAÇÃO.
TODOS SÃO ALVOS POSSÍVEIS COM EMDR
O EIXO PRINCIPAL DO ESTUDO ACE:
QUESTIONÁRIO ACE – EMPREGAR COM CLIENTES,
MAS COM O DEVIDO CUIDADO, DE MODO DILUÍDO
DURANTE A FASE 1
QUESTIONÁRIO ACE
1. SEU PAI/MÃE OU OUTRO ADULTO NA CASA
FREQUENTEMENTE, OU MUITO FREQUENTEMENTE... O
INSULTOU, O DIMINUIU OU O HUMILHOU? OU AGIU DE UM
MODO QUE O DEIXOU COM MEDO DE SER MACHUCADO
FISICAMENTE?
NÃO ___ SE AFIRMATIVO, MARQUE 1 ___
2. SEU PAI/MÃE OU OUTRO ADULTO NA CASA
FREQUENTEMENTE, OU MUITO FREQUENTEMENTE... O
EMPURROU, AGARROU, DEU UMTAPA OU JOGOU ALGO EM
SI? OU ALGUMAVEZ LHE BATEUTÃO FORTEMENTE QUE
DEIXOU ALGUMA MARCA OU O DEIXOU FERIDO/A?
3. ALGUMAVEZ UM ADULTO OU UMA PESSOA PELO MENOS 5
ANOS MAISVELHA, OTOCOU OU ACARICIOU OU FEZ COM QUE
TOCASSE O CORPO DELE/A DE UM MODO SEXUAL? OUTENTOU
OU DE FATOTEVE RELAÇÃO ORAL, ANAL OUVAGINAL CONSIGO
?
4. COM FREQUÊNCIA OU MUITASVEZES SENTIU QUE...
NINGUÉM NA SUA FAMÍLIA O/A AMAVA OU PENSAVA QUE ERA
IMPORTANTE OU ESPECIAL? OU EM SUA FAMÍLIA AS PESSOAS
NÃO SE CUIDAVAM, OU SENTIAM-SE PRÓXIMAS, OU APOIAVAM
UMAS ÀS OUTRAS?
5. COM FREQUÊNCIA OU MUITASVEZES SENTIU... QUE NÃO
TINHA O SUFICIENTE PARA COMER,TINHA QUE USAR ROUPAS
SUJAS E NÃOTINHA NINGUÉM PARA O PROTEGER? OU SEUS
PAIS ESTAVAM BÊBADOS DEMAIS OU DROGADOS DEMAIS PARA
CUIDAR DE SI OU LEVAR AO MÉDICO, CASO PRECISASSE?
6. ALGUMAVEZ JÁ PERDEU UM PAI/MÃE BIOLÓGICO,
PADRASTO/MADRASTA POR CAUSA DE DIVÓRCIO,
ABANDONOOU OUTRO MOTIVO?
7. COM FREQUÊNCIA OU MUITASVEZES SUA MÃE/PAI,
MADRASTA/PADRASTO FOI EMPURRADA/O,AGARRADA/O,
LEVOU UMTAPA OUTEVEALGO JOGADO NELA/E, OU
CHUTADA/O, MORDIDA/O, LEVOU UM SOCO OU APANHOU
COM ALGO? OU ALGUMAVEZ APANHOU PELO MENOS POR
ALGUNS MINUTOS OU FOI AMEAÇADA/O COM UMA ARMA
OU FACA?
8.VIVEU COM ALGUMA PESSOA QUETINHA UM PROBLEMA
COM BEBIDA, OU QUE USAVA DROGAS?
9. ALGUÉM DE SUA CASA ERA DEPRIMIDO, OU
MENTALMENTE DOENTE OU ALGUMAVEZ
ALGUÉM DA CASATENTOU SUICÍDIO?
10. ALGUMAVEZ ALGUÉM DE SUA CASA FOI
PARA A PRISÃO?
SE SOMAR OS NUMERAIS, ESSE É SEU
RESULTADO DE ACES
HTTP://WWW.CDC.GOV/VIOLENCEPREVENTION/
ACESTUDY/
ALGUNS RESULTADOS:
- PESQUISAS INFORMAIS MOSTRAM QUE TERAPEUTAS
APRESENTAM RESULTADOS DE ACES MAIS ELEVADOS DO
QUE A POPULAÇÃO EM GERAL,
- MAIS DE 17.000 PESSOAS FIZERAM PARTE DO ESTUDO
SOBRE ACES - A MAIORIA DELAS PERTENCENTES À CLASSE
MÉDIA OU CLASSE ALTA COM NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA
CALIFÓRNIA, COM BONS EMPREGOS E EXCELENTE SISTEMA
DE SAÚDE.
- NÚMERO SUBSTANCIAL DE AMERICANOS (QUASE 4 EM 10)
RELATAM TER SOFRIDO ACES NA INFÂNCIA E ACREDITAM
QUE ISSO TEVE UM EFEITO PREJUDICIAL EM SUA SAÚDE
POSTERIORMENTE.
- ACES SÃO USADOS DE MODO GENÉRICO PARA REFERIR A
CONJUNTOS DE EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS E ADVERSAS
NA INFÂNCIA E FATORES NO AMBIENTE FAMILIAR QUE
SUBSTANCIALMENTE ELEVAM O RISCO DA CRIANÇA DE
SOFRER DE DOENÇAS SÉRIAS, CRÔNICAS, FÍSICAS E MENTAIS.
- À MEDIDA QUE O NÚMERO DE ACES AUMENTA, O
COMPROMETIMENTO MENTAL, MÉDICO, SOCIAL E FISCAL
AUMENTA PROPORCIONALMENTE.
ESSE EFEITO CUMULATIVO DOS ACES OCORRE EM NÍVEIS
MÚLTIPLOS, VARIANDO DE MARCADORES BIOLÓGICOS DE
ESTRESSE DENTRO DA PESSOA, A INDICADORES DE SAÚDE
POPULACIONAL, COMO TAXAS DE ASMA NA INFÂNCIA EM
DETERMINADAVIZINHANÇA.
PREVALÊNCIA DE ACES INDIVIDUAIS
DADOS COLETADOS ENTRE 1995 E 1997, AS
PREVALÊNCIAS (%)APRESENTADAS A SEGUIR SÃO
ESTIMADAS DA AMOSTRA COMPLETA DO ESTUDO
ACE (N=17,337).
CATEGORIA ACE
MULHERES = 9.367
HOMENS = 7.970
TOTAL = 17.337
EVENTOSADVERSOS DE INFÂNCIA
IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
- EFEITOS NEUROLÓGICOS (ANORMALIDADES NO
CÉREBRO, DESREGULAÇÃO DE HORMÔNIOS DO
ESTRESSE)
- EFEITOS PSICOSSOCIAIS (APEGO DEFICIENTE,
SOCIALIZAÇÃO DEFICIENTE, CAPACIDADE REDUZIDA DE
PERFORMANCE)
- COMPORTAMENTOS DE RISCO PARA A SAÚDE (FUMO,
OBESIDADE, ABUSO DE SUBSTÂNCIA, PROMISCUIDADE)
CONSEQUÊNCIAS DE LONGO PRAZO
DOENÇA E INCAPACIDADE
- DEPRESSÃO MAIOR, SUICÍDIO,TEPT; ABUSO DE ÁLCOOL E
DROGAS; DOENÇA CARDÍACA; CANCRO; DOENÇA
PULMONAR OBSTRUTIVACRÔNICA; DOENÇAS
SEXUALMENTETRANSMISSÍVEIS;TRANSMISSÃO
TRANSGERACIONAL DE ABUSO
PROBLEMAS SOCIAIS
- PROSTITUIÇÃO,COMPORTAMENTOCRIMINAL,
DESEMPREGO; DESABRIGO; PROBLEMAS PARENTAIS;ALTA
UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS;
LONGEVIDADE REDUZIDA
FELITTI E ANDA EM LANIUS, R, ET AL. 2010
ABUSO: MULHERES HOMENS TOTAL
EMOCIONAL 13,1 7,6 10,6
FÍSICO 27,0 29,9 28,3
SEXUAL 24,7 16,0 20,7
NEGLIGÊNCIA: M H T
EMOCIONAL 16,7 12,4 14,8
FÍSICA 9,2 10,7 9,9
DISFUNÇÃO FAMILIAR: M H T
MÃETRATADAVIOLENTAMENTE 13,7 11,5 12,7
ABUSO DE DROGAS EM CASA 29,5 23,8 26,9
DOENÇA MENTAL EM CASA 23,3 14,8 19,4
DIVÓRCIO DOS PAIS 24,5 21,8 23,3
MEMBRO FAM. ENCARCERADO 5,2 4,1 4,7
% ACES CUMULATIVOS ESTUDO ORIGINAL
ACES MULHERES HOMENS TOTAL
N= 9.367 N= 7.970 N=17.337
0 34,5 38 36,1
1 24,5 27,9 26,0
2 15,5 16,4 15,9
3 10,3 8,6 9,5
4 OU MAIS 15,2 9,2 12,5
CONSEQUÊNCIAS DOS ACES
- ABUSO NA INFÂNCIA E OUTROS ACES COLOCAMAS
PESSOAS EM RISCO DE DEPRESSÃO ETEPT, ATIVIDADES
PREJUDICIAIS, DIFICULDADES EM RELACIONAMENTOS,
CRENÇAS NEGATIVAS E ATITUDES NEGATIVAS EM RELAÇÃO
A SI MESMO E AOS OUTROS.
- CADA UM DESSES PROBLEMASAUMENTA A
PROBABILIDADE DETEMAS NEGATIVOS RELACIONADOSÀ
SAÚDE
- RESULTADOS DE SAÚDE PARA SOBREVIVENTES DE ACE
NÃO DEVEM AUMENTAR ATÉ QUE CADA UM DESSES
FATORES SEJA ABORDADO (E REPROCESSADO)
CONSEQUÊNCIAS DEACES
INDIVÍDUOS MALTRATADOS SOFREM MAIOR RISCO DE
SENSIBILIDADE AO ESTRESSE; PREDISPOSIÇÃO PARA PIOR
PROGNÓSTICO EM DOENÇAS ETRATAMENTOS; E ASSOCIADOS
A EPISÓDIOS DEPRESSIVOS E RESPOSTA PRECÁRIA AO
TRATAMENTO
À MEDIDA QUE O NÚMERO DE ACES NAVIDA DA CRIANÇA - O
RISCO PARA AS SEGUINTES DOENÇAS AUMENTA AO LONGO DE
SEU CICLOVITAL: ALCOOLISMO E ABUSO DE ÁLCOOL, DOENÇA
PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA, DEPRESSÃO, MORTE
FETAL,TEMAS DE QUALIDADE DEVIDA RELACIONADOS A
SAÚDE, USO DE DROGAS ILÍCITAS, DOENÇA CARDÍACA
ISQUÊMICA E DOENÇAS DO FÍGADO.
À MEDIDA QUE O RESULTADO DE ACE AUMENTA,
TAMBÉMAUMENTA O RISCO DE DOENÇAS,
PROBLEMAS SOCIAIS E EMOCIONAIS:
- COM UM RESULTADO DE 4 OU MAIS ACES, A
PROBABILIDADE DE DOENÇA PULMONAR CRÔNICA
AUMENTA EM 390%, QUANDO COMPARADA COM A
POPULAÇÃO EM GERAL;
- HEPATITE - 240%
- DEPRESSÃO - 460%
- SUICÍDIO - 1220%
SOBREVIVENTES DE ACE NÃO CORREM SOMENTE
RISCO MAIS ELEVADO DE DOENÇAS FÍSICAS, MAS
APRESENTAM PROBLEMAS DE SAÚDE ADICIONAIS;
FREQUENTEMENTE UTILIZAM OS SERVIÇOS DE
EMERGÊNCIA E DE ESPECIALISTAS - E SUBUTILIZAM O
SISTEMA ROTINEIRO DE SAÚDE.
ACE TAMBÉM ESTÁ ASSOCIADO À VULNERABILIDADE
DE ADULTOS A DOENÇAS GASTROINTESTINAIS,
RELACIONADA A ESTRESSE, ALTERAÇÕES
METABÓLICAS, CARDIOVASCULARES E
IMUNOLÓGICAS.
SOBREVIVENTES DE ACES APRESENTAM RISCO
MAIS ELEVADO DE:
-VIOLÊNCIA ÍNTIMA PELO PARCEIRO, PARCEIROS SEXUAIS
MÚLTIPLOS, DSTS (DOENÇAS SEXUALMENTE
TRANSMISSÍVEIS),TENTATIVAS DE SUICÍDIO, GRAVIDEZ
INDESEJADA, INICIAÇÃO PRECOCE AO FUMO, INICIAÇÃO
PRECOCE À ATIVIDADE SEXUAL E GRAVIDEZ NA
ADOLESCÊNCIA
QUANDO O SOBREVIVENTE DE ACE É UM PACIENTE COM
TRAUMA COMPLEXO (ACE +TEPT-C)
MUITOS ACES +TEMAS DE APEGO PRECOCE +TRAUMA
INTER RELACIONAL = AUMENTO NOS PROBLEMAS DE
SAÚDE.
DEFINIÇÃO DETRAUMA COMPLEXO: HISTÓRICO DE
RESULTADO DE ACES ELEVADO: NO AMBIENTE
FAMILIAR: CAOS,VIOLÊNCIA, FALTA DE SINTONIA,
NEGLIGÊNCIA, ABANDONO, MENSAGENS DUPLAS
(COMUNICAÇÃO PARADOXAL),TRAUMAS DE LONGA
DURAÇÃO +TEPT +TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS +
PROBLEMAS DE APEGO +TRANSTORNOS DE
PERSONALIDADE.
HISTÓRIA CLÍNICA (A PARTIR DE UMA
PERSPECTIVA DO EMDR)
UTILIZE O QUESTIONÁRIO ACE EMVERSÃO EXPANDIDA,
INCLUÍDAS DIFICULDADES LIGADAS AVIOLÊNCIA URBANA,
VIZINHANÇA DESFAVORECIDA, ETC.
GENOGRAMAS (EM FOLHA SEPARADA)
INCLUA NA FASE 1 A HISTÓRIA DE DESENVOLVIMENTO
(QUANDO DESMAMOU, COMEÇOU A ANDAR, FALAR,
LER/ESCREVER),TEMAS DE FAMÍLIA DE ORIGEM,TEMAS DE
APEGO. HISTÓRICO DE SAÚDE DO CLIENTE DEVOLTA AO
PERÍODO PERINATAL (E GESTACIONAL) E SAÚDE DE
MEMBROS DA FAMÍLIA.
USE O QUESTIONÁRIOACE COM SEUS CLIENTES
COMO PARTE DE SEU PACOTE DE AVALIAÇÃO; PARA
AVALIAR TEPT, TEPT COMPLEXO E PROBLEMAS DE
SAÚDE; NA HISTÓRIA CLÍNICA; PARA DESENVOLVER
ALVOS PARA REPROCESSAMENTO COM EMDR;
EXPLORE ABUSO DE SUBSTÂNCIAS E OUTROS
PERTURBAÇÕES COMPULSIVAS; TEMAS
BIOPSICOSSOCIAIS; TRAUMAS E SEUS LEGADOS,
TEMAS E CRENÇAS NEGATIVAS. CUIDADO COM EFEITO
DISPARADOR DO QUESTIONÁRIO.
TEMAS P/ SOBREVIVENTES DE
ACE ALTO ETEPT-C
TEPT: SE NÃOTRATADO, SINTOMAS INTRUSIVOS E
ANESTESIANTES CONTINUAM AO LONGO DAVIDA
TEPT NÃOTRATADO DEPRIME O SISTEMA
IMUNOLÓGICO
TEPT PODE SER UM DOS RESULTADOS DE ACE, SAÚDE
COMPROMETIDA, EVENTOS IATROGÊNICOS
RAIZ DE PROBLEMAS DE SAÚDE EM CLIENTES
COMTEPT COMPLEXO
FERIMENTOS ESPECÍFICOS, DOENÇAS – FAMÍLIA PODE TER
SUPERESTIMADO/SUBESTIMADO ESSESTEMAS
SINTOMAS EM CRIANÇAS CAUSADOS POR ABUSO.
AUSÊNCIA DE CONEXÃO ENTRE SINTOMAS E CAUSA
PROVÁVEL
DIFICULDADE DE IDENTIFICAR NECESSIDADES, DEVIDO A
ALTERAÇÕES DE PERCEPÇÃO DO CORPO (DISSOCIAÇÃO),
DESLIGAMENTO CORPORAL, REAÇÕES A DOR.
PROBLEMAS ESPECÍFICOS DE SAÚDE
SOBREVIVENTES NEM SEMPRE CONECTAM
DIFICULDADES ATUAIS COMTRATAMENTO DE
TRAUMAS ANTERIORES, RESULTANDO EM
RETRAUMATIZAÇÃO EM AMBIENTES MÉDICO-
HOSPITALARES
ENCONTRAM-SE ASSUSTADOS PELO NÍVEL DE
ANSIEDADE SOBRE CUIDADOS COM A SAÚDE
ACES ETEMAS DE FAMÍLIA DE ORIGEM
QUANDO CUIDADORES SÃO ABUSIVOS, AUSENTES,
NEGLIGENTES OU INCAPAZES DE PROTEGER DIANTE DE
TRAUMA, AS CRIANÇAS NÃO CONSEGUEM
DESENVOLVER UM SENSO DE SEGURANÇA OU DE
ESTABILIDADE.
NUMA FAMÍLIA SAUDÁVEL, ESSES ESTADOS SAUDÁVEIS
EMANAM DO CUIDADOR.
AS CRIANÇASVÍTIMAS DE ACES NÃO CONSEGUEM
CONFIAR NO CUIDADOR PARA RESTAURAR CALMA E
CONFIABILIDADE
ACE ETEMAS DE FAMÍLIA
AS RESPOSTAS DA CRIANÇA AO ESTRESSE FICAM
INOPERANTES
A HABILIDADE PARA SE AUTOTRANQUILIZAR E
REGULAR-SE EMOCIONALMENTE, ADMINISTRAR
ESTRESSE, IMPULSIVIDADE E ANSIEDADE É AFETADA
NEGATIVAMENTE
A CRIANÇAVIVENCIA UM SENTIMENTO DETRAIÇÃO E
PERCEBE O MUNDO COMO AMBIENTE HOSTIL E DE
ATAQUES
PROBLEMAS RELACIONADOSAAPEGO EM CLIENTES
ACE COMTRAUMA COMPLEXO
NA FAMÍLIA DE ORIGEM PROVAVELMENTE OS PAIS
DESSES PACIENTES TAMBÉM SÃO SOBREVIVENTES DE
ACES.
O ESTILO DE APEGO DOS PAIS É PREDOMINANTEMENTE
INSEGURO, NAS MODALIDADES EVITATIVO, CONFLITIVO
E DESORGANIZADO – PAIS TRAUMATIZADOS =
INCAPACIDADE PARA REGULAÇÃO DE EMOÇÕES NO
HEMISFÉRIO DIREITO DO INFANTE.
PREVISÃO DE FILHOS SEM REGULAÇÃO
EMOCIONAL, COM CIRCUITARIA CEREBRAL COM
COMPROMETIMENTO NA INTEGRAÇÃO
EMOCIONAL E NA INTEGRAÇÃO
SOMATOSSENSORIAL.
EVIDÊNCIAS DE PERDAS PRECOCES E
ROMPIMENTOS NO SISTEMA DE APEGO.
COMO O EMDR PODE FUNCIONAR PARA ESSA
POPULAÇÃO:
RESULTADOS DESEJADOS POR QUEBRA DO CICLO ACE:
ABORDARCOMOVITIMIZAÇÃO NO PASSADO INFLUENCIA A
SAÚDE ATUAL;
ELIMINAR COMPORTAMENTOS DE RISCO PARA A SAÚDE;
ELIMINAR FOBIA/EVITAÇÃO DE CUIDADOS COM A SAÚDE
APRIMORAR SAÚDE FÍSICA E MENTAL
MELHORAR FUNCIONAMENTO GERAL DEVIDA
COMEÇANDO COM COISAS SIMPLES
OBJETOS QUE RESISTEMAOTEMPO
QUAL OBJETO FAMILIARTEMTRANSCENDIDO O
TEMPO?
SE ELE FOSSE UMA MENSAGEM, ELE LEVA NA
GARRAFA O QUÊ?
TTT E DESENVOLVIMENTO
ESTUDOS SOBRE TEORIA DA VINCULAÇÃO
(ATTACHMENT) CORROBORAM RELATIVA
CONSTÂNCIA DE ESTILOS DE VINCULAÇÃO DA
INFÂNCIA À VIDA ADULTA E A PREVISIBILIDADE DE
REPETIÇÃO DESSES ESTILOS DE VINCULAÇÃO,
ESPECIALMENTE DE MÃES PARA SEUS FILHOS.
TRANSMISSÃO INTERGERACIONAL DE
VINCULAÇÃO?
MARY MAIN: A REPRESENTAÇÃO MENTAL DA MÃE EM RELAÇÃO
A SEU VÍNCULO COM A CRIANÇA É UM PREDITOR DA QUALIDADE
FUTURA DE VINCULAÇÃO DA CRIANÇA – META-ANÁLISE COM
661 DÍADES EM 13 ESTUDOS INDICAM:
75% (SEGURO/INSEGURO) – SE MÃE APRESENTA, ENTÃO FILHOS
TAMBÉM
MAS FOLLOW-UP COM 4 DIMENSÕES ESPECÍFICAS: SEGURO,
EVITATIVO, AMBIVALENTE E DESORGANIZADO = 63%
O QUE SETRANSMITE DE UMA GERAÇÃO PARA
OUTRA?
1. GENÉTICA
2. EPIGENÉTICA
3. COMPORTAMENTOS
4. LINGUAGEM
• 4A. CONTABILIDADE E LEALDADE
• 4B. MITOS E SEGREDOS DE FAMÍLIA
• SEPARAÇÃO DE FORÇAS, FRAGILIDADES (INDIVIDUAL)
• PENDÊNCIAS, OU DESAFIOS E DESFRUTES
EPIGENÉTICA
UMA DEFINIÇÃO DE EPIGENÉTICA É AQUILO QUE ESTÁ
ACIMA DA GENÉTICA, O QUE SIGNIFICA A
PRESERVAÇÃO DOS GENES, MAS QUE MODIFICA A
EXPRESSÃO DE CERTOS ASPECTOS GENÉTICOS EM
DETRIMENTO DE OUTROS, SILENCIADOS POR
PROCESSOS QUÍMICOS.
A EPIGENÉTICA NÃO FOI CONSIDERADA À ÉPOCA DO
ESTUDO ACE, MAS TORNA-SE CAMPO DE RELEVÂNCIA
CRESCENTE PARA COMPREENDERMOS MELHOR COMO
CERTAS INFORMAÇÕES SÃO TRANSMITIDAS DE UMA
GERAÇÃO A OUTRA.
Epigenética
Um exemplo prático pode ser o de uma letra de
música, que seria a sequenciação genética: um verso
conduz a outro e ao refrão, até chegar ao final. Essa é
a música! No entanto, a expressão dessa letra pode ser
variada. O estilo de canto pode ser interpretado no
estilo de bossa nova, samba ou heavy metal. Isso faz
toda a diferença, ou quase toda, porque a letra
continua igual. Assim é a epigenética: a letra é fixa, mas
o estilo musical pode ser reescrito.
PESQUISA EM EPIGENÉTICA MOSTRA QUE O
AMBIENTE EMOCIONAL E SOCIAL, INCLUINDO ACE,
PODE (DES)LIGAR CERTOS GENES, AFETANDO A
SAÚDE FÍSICA E MENTAL. AQUILO QUE
VIVENCIAMOS AJUDA A ESCREVER UMA LETRA DE
MÚSICA E NOSSOS DESCENDENTES ACABAM POR
APRENDER ESSA TOADA E A REPETIR, COMO UMA
MÚSICA QUE NÃO SAI DE NOSSAS CABEÇAS E A
REPETIMOS SEM SABER EXATAMENTE O PORQUÊ.
HÁBITOS ALIMENTARES, FUMO, TRAUMAS PARECE
QUE TÊM TODOS IMPACTOS NA MÚSICA QUE
PASSAMOS AOS FILHOS.
SEGUNDO A
EPIGENÉTICA DO
COMPORTAMENTO, AS
EXPERIÊNCIAS
TRAUMÁTICAS
PASSADAS DE UM
ORGANISMO OU DE
SEUS ANTEPASSADOS,
DEIXAM CICATRIZES
MOLECULARES QUE SE
ADEREM AO DNA.
A fome holandesa
Mães privadas de alimento no primeiro trimestre
de gestação e mães privadas de alimento no
último trimestre de gestação.
Influência do ambiente intrauterino na expressão
genética de indivíduos
Impactos na saúde física de longo prazo
dependendo do período de fome.
FETOS GANHAM MAIOR PESO NO ÚLTIMO TRIMESTRE DE
GRAVIDEZ. MULHERES QUE PASSARAM MUITA FOME
NESSE PERÍODO FINAL DE GESTAÇÃO TIVERAM FILHOS
PEQUENOS E COM BAIXO PESO.
PASSADA ESSA FASE DE FOME ACENTUADA, AS CRIANÇAS
TIVERAM ACESSO A ALIMENTAÇÃO EM ABUNDÂNCIA. NO
ENTANTO, PERMANECERAM MAIS MAGRAS E MAIS BAIXAS
DO QUE A MÉDIA HOLANDESA DURANTE A VIDA TODA.
ALÉM DISSO, SEUS FILHOS E NETOS TAMBÉM FORAM MAIS
BAIXOS E MAIS MAGROS DO QUE A MÉDIA
POPULACIONAL. É COMO SE TIVESSEM PRONTOS PARA
TEMPOS DE FALTA.
JÁ AS MULHERES QUE PASSARAM O PRIMEIRO TRIMESTRE
DE GESTAÇÃO COM MUITA FOME, MAS QUE NO ÚLTIMO
TRIMESTRE JÁ TINHAM ACESSO NORMAL A COMIDA,
TIVERAM FILHOS COM PESO E TAMANHO NORMAIS.
CURIOSAMENTE, ESSAS CRIANÇAS CRESCERAM COM
UMA TENDÊNCIA A PROBLEMAS DE OBESIDADE, COMO
ALTERAÇÕES DOS NÍVEIS DE GLICOSE E COLESTEROL
ELEVADO, ALÉM DE NA MÉDIA SEREM MAIS ALTAS E MAIS
GORDAS DO QUE A MÉDIA POPULACIONAL, BEM COMO
SEUS FILHOS E NETOS.
É COMO SE TIVESSEM APRENDIDO A ARMAZENAR TODA
A COMIDA POSSÍVEL, DEPOIS DE UMA FASE INICIAL DE
PRIVAÇÃO NO INÍCIO DA GESTAÇÃO.
Protocolo das Fotos de
Família
(A) MONTAR FOTO MENTAL COM OLHOS FECHADOS
OU
(B) RASCUNHAR UM DESENHO DA FOTO DE FAMÍLIA, E
ASSIM ATIVAR EM NOSSAS MENTES AS PRESENÇAS
DAQUELES QUE SE ENCONTRAM NESSA FOTO, REAL E
JÁ VISTA, OU IMAGINADA, DESEJADA;
SE (C) ESTIVER COM A FOTO NA MÃO, OBSERVE-A
ATENTAMENTE;
2. EM SEGUIDA VAMOS BUSCAR RECONHECER UM
ESPAÇO NA FOTO QUE PODEMOS OCUPAR – PRESTE
ATENÇÃO AO QUE SURGE ESPONTANEAMENTE;
3. OBSERVAR CARACTERÍSTICAS DESSA ESCOLHA:
LOCALIZAÇÃO, PROXIMIDADE COM E DISTANCIAMENTO
DE QUEM, PREFERE FICAR MAIS NO PLANO DE FUNDO
OU MAIS PRÓXIMA DO OBSERVADOR; ESTÁ EM PÉ OU
SENTADA; HÁ CONTATO FÍSICO COM ALGUÉM?
4. SE DE FATO JÁ ESTIVER NA FOTO, OBSERVE ESSES
MESMOS DETALHES E PRESTE ATENÇÃO A
5. COMO O CORPO REAGE A ESSA LOCALIZAÇÃO
IMAGINADA E QUAIS AS EMOÇÕES QUE ACOMPANHAM.
IDENTIFICAR ISSO NO CORPO E REPROCESSAR COM
EBLS/ TOMAR CONSCIÊNCIA E RESPIRAR
PROFUNDAMENTE.
QUAL LUGAR NOS CORRESPONDE?
E SE NESTE GRUPO MONTAMOS ESTA FOTO?
AO OBSERVAR A FOTO ANTIGA, COMO TRANSPÔ-LA
PARA ESTE ESPAÇO? FAÇAMOS ISSO.
PARA QUEM QUISER, EXPERIMENTE UM LUGAR NA FOTO;
CONSCIENTIZE-SE DE COMO É ESTAR NESTE LUGAR; EBLS
CONFIRMA OU MUDA DE LUGAR E DE POSTURA?
OBSERVE PERTENCIMENTO X AUTONOMIA
COMPONENTES DA FOTO – ABRAÇO DA BORBOLETA –
CONFIRMA OU MUDA DE LUGAR E DE POSTURA?
NOVA POSIÇÃO
PROTOCOLO DE DÉBITOS E CRÉDITOS
OBSERVE O BALANCETE SIMPLIFICADO A SEGUIR.
CONCENTRE-SE NA HISTÓRIA DE SUA FAMÍLIA E
APENAS AGUARDE QUE FEITOS MARCANTES DO
TRAJETO FAMILIAR, DAQUILO QUE EMERGE
ESPONTANEAMENTE, VENHA À MENTE. O IDEAL É
NÃO INICIAR UMA BUSCA ATIVA; APENAS DEIXAR A
MENTE VAGUEAR. EM SEGUIDA, ESCREVA NOS
ESPAÇOS ABAIXO, QUAIS DESSAS LEMBRANÇAS
CORRESPONDEM A DÉBITOS E/OU A CRÉDITOS.
Protocolo do Balancete Familiar
e Missão Pessoal
Débitos Créditos
DEPOIS QUE SEU TRABALHO DE EVOCAÇÃO DE
FEITOS FAMILIARES ESTIVER FINALIZADO, OBSERVE
O CONJUNTO DOS DÉBITOS DA TABELA E AVALIE
QUAL A IMPORTÂNCIA DE CADA ITEM, QUAL O
VALOR ATRIBUÍDO A DÉBITOS E CRÉDITOS (SUD).
QUANDO OLHA PARA O CONJUNTO DESSE
BALANCETE, QUE IMPRESSÃO ELE DESPERTA?
ALGUMA SENSAÇÃO FÍSICA? ALGUM SENSO DE
APROXIMAÇÃO OU DE DISTANCIAMENTO?
TERAPEUTA APROVEITA A IMAGEM DO BALANCETE
PARA MONTAGEM DO ICES.
CONCENTRE-SE NA IMPRESSÃO QUE ESSE
CONJUNTO DESPERTA.
VOLTE AO SEU PASSADO E OBSERVE SE EM
OUTRO MOMENTO SE PERCEBEU, OU SE
SENTIU, OU PENSOU EM COISAS PARECIDAS,
MESMO SE EM UM MOMENTO NÃO
APARENTEMENTE RELACIONADO À IMAGEM
DESTE BALANCETE.
MONTA-SE O ICES E REPROCESSA O
CONJUNTO. OU
QUANDO OLHA PARA A LISTA DE DÉBITOS, QUAL
DELES GOSTARIA DE FOCALIZAR? ASSOCIA A ESSA
IMPRESSÃO INICIAL UMA IMAGEM, CRENÇA
NEGATIVA, CRENÇA POSITIVA, EMOÇÕES E
SENSAÇÕES FÍSICAS (ICES). EXPERIMENTE
REPROCESSAR AO MENOS UM DELES, COM A
ESCOLHA DE SUDS MAIS BAIXO OU MAIS ELEVADO
DA LISTA. OU
QUANDO OLHA PARA A LISTA DOS CRÉDITOS, O QUE
ELES LHE DIZEM? E SE FÔSSEMOS REPROCESSAR
ALGUM DELES, COM QUAL INICIARÍAMOS?
AGORA, DEPOIS DE REPROCESSAR ESSE CONTEÚDO,
QUANDO OLHA PARA A TABELA, O QUE OCORRE AO
OBSERVAR O BALANCETE?
ATUALIZE A TABELA, SE FOR O CASO. PREENCHA OS
ESPAÇOS COM O QUE EMERGIU DURANTE O
TRABALHO DE REPROCESSAMENTO.
OS ITENS CONTINUAM OS MESMOS, COM O MESMO
VALOR?
DEPOIS DE IDENTIFICAR QUE CHEGOU AONDE
QUERIA, OU PRECISAVA, OBSERVE NOVAMENTE O
QUADRO GERAL.
CONSIDERE SUAS ATIVIDADES, SUAS MOTIVAÇÕES E COM
SUA MISSÃO EM GERAL. O QUE É NECESSÁRIO QUE FAÇA
PARA AO MENOS ZERAR A CONTA? OU QUEM SABE HÁ
CRÉDITOS SUFICIENTES PARA DESFRUTAR DO EMPENHO
DOS ANTEPASSADOS?
O QUE É NECESSÁRIO PARA SE FECHAR BEM ESSE
BALANÇO?
QUE BALANÇO DESEJA PASSAR À GERAÇÃO SEGUINTE DE
SUA FAMÍLIA?
EM QUE MEDIDA ESSE CONJUNTO DE INFORMAÇÕES
INTERFERE NAS ESCOLHAS QUE FEZ EM RELAÇÃO A SUA
MISSÃO DE VIDA?
Protocolo de Entrelaçamento de
Duas-Mãos
QUANDO PENSA EM SUA FAMÍLIA E NAQUELAS
PESSOAS QUE SÃO TÍPICAS DE UMA FAMÍLIA,
COMO POR EXEMPLO: O INTELIGENTE, O BEM-
SUCEDIDO, O PALHAÇO, O FRACASSADO, O BAÚ
DE LEMBRANÇAS, ETC... QUAL ESTEREÓTIPO É
ATRIBUÍDO A VC ?
SE FOR O CASO, EMPREGUE O PROTOCOLO DE
ENTRELAÇAMENTO DE DUAS MÃOS: ESCOLHA
UMA DAS MÃOS PARA REPRESENTAR O QUE A
FAMÍLIA ATRIBUI A E NA OUTRA MÃO QUEM É.
APENAS OBSERVE.
ESSE PROTOCOLO AJUDA A PESSOA A DELINEAR
A DIFERENÇA ENTRE A MANEIRA COMO PERCEBE
SEU “SELF VERDADEIRO”
E A PROJEÇÃO FAMILIAR NEGATIVA,
GENERALIZADA E IMPRECISA, CONTRASTANDO-
AS, DE MODO A ENCONTRAR UM JEITO DE SER
MAIS CENTRADO, MAIS AUTÔNOMO E MAIS
ORIENTADO PARA O PRESENTE, DO QUE
VOLTADO PARA AS PENDÊNCIAS DO PASSADO,
OU CENTRADO NO JULGAMENTO DOS OUTROS.
QUANDO PENSA QUE ESTA FRASE ESTÁ PRESENTE DE
MODO REPETITIVO EM SUA CABEÇA, E NÃO IMPORTA O
QUE OS OUTROS DIGAM EM CONTRÁRIO, QUE TAL SE
TENTARMOS ENTENDER ISSO UM POUCO MELHOR?
IMAGINE-SE COLOCANDO UMA FRASE QUE É UTILIZADA
PARA DEFINI-LO/LA, DE O QUANTO UMA PESSOA
GORDA/MAGRA/ALTA/LOIRA ETC DEVE SER EM UMA DE
SUAS MÃOS E O COMO SE PERCEBE REALMENTE SER NA
OUTRA. SE SUA OPINIÃO NÃO ESTIVER CLARA, ATRIBUA
ESSA INCERTEZA A UMA DAS MÃOS. OBSERVE AS DUAS
MÃOS SEM JULGAMENTO, E VEJA COMO SEU CORPO
REAGE A ESSAS INFORMAÇÕES.
SE POSSÍVEL, ELABORE UM ICES QUE ACOMPANHA ESSAS
IMPRESSÕES INICIAIS.
APÓS ALGUMAS SEQUÊNCIAS DE EBLS RÁPIDOS A
PESSOA TENDE A ESPONTANEAMENTE DAR-SE CONTA DE
QUE NÃO SE ENCAIXA NO ESTEREÓTIPO INTERNALIZADO
E FAZER AS PAZES COM ESSA DISTINÇÃO, ASSUMINDO-SE
COMO UMA PESSOA COM SINGULARIDADE, COM VALOR
PRÓPRIO.
OUTRA POSSIBILIDADE ADICIONAL PODE SER A
PERSISTÊNCIA DA CONFUSÃO E DO CONFLITO. NESSE
CASO, RECONHECEMOS ESSA IMOBILIZAÇÃO
SOLICITAMOS AO PACIENTE FLUTUAR AO PASSADO,
ATIVANDO ALGUMA LEMBRANÇA-CHAVE RELEVANTE
AGORA QUE RECONHECE ESSA CONFUSÃO ENTRE O
COMO SE AVALIA E O COMO É AVALIADO,
CONCENTRE-SE NESSA CONFUSÃO E MENTALMENTE
VAMOS FLUTUAR AO PASSADO. QUERO QUE TENTE
IDENTIFICAR A PRIMEIRA VEZ EM SUA VIDA QUE ESSE
TIPO DE CONFUSÃO SE FEZ PRESENTE. OBSERVE ESSE
MOMENTO EM QUE AQUILO QUE PENSAVA SOBRE OS
OUTROS OU SOBRE SI MESMO/A NÃO COMBINAVA
COM AS “VERDADES”/”JULGAMENTOS” QUE OUVIA EM
CASA OU NA ESCOLA OU EM ALGUM OUTRO LUGAR.
OBSERVE ATENTAMENTE ESSA CRIANÇA NAQUELA
SITUAÇÃO.
AGORA QUE CONSEGUE OBSERVAR ESSA CRIANÇA,
TENTE IDENTIFICAR DO QUE É QUE ELA NECESSITA/
OU TENTE ESCLARECER COM ELA O QUE
ACONTECEU, EXPLIQUE PARA ELA O CAMINHO QUE
FEZ NA VIDA. OBSERVE ATENTAMENTE COMO ELA
REAGE. CONSCIENTIZE-SE DO QUE ELA PRECISA
SABER.
TEMPO
E AGORA, QUANDO OLHA PARA AS DUAS MÃOS, O
QUE ACONTECE?
Carta para retratamento de
assuntos relacionais em aberto
homenagem ou devolução
VOU PEDIR PARA QUE LEIA A CARTA INTEIRA
EM VOZ ALTA.
ASSIM QUE HOUVER UMA EMOÇÃO OU UMA
SENSAÇÃO FÍSICA SURGINDO, VAMOS PARAR A
LEITURA E VOU FAZER A ESTIMULAÇÃO
BILATERAL.
ENQUANTO ISSO, OBSERVE O QUE EMERGE EM
SEU CORPO. PROSSEGUIMOS ATÉ QUE TUDO SE
ACALME NOVAMENTE.
NESSE MOMENTO VOU PROPOR QUE RETORNE À
CARTA, DE VOLTA À FRASE IMEDIATAMENTE
ANTERIOR ÀQUELA QUE PROVOCOU O
APARECIMENTO DAS EMOÇÕES E DAS SENSAÇÕES
FÍSICAS. PODE PROSSEGUIR COM A LEITURA ATÉ
QUE A PRÓXIMA EMOÇÃO SURJA E RETOMAMOS A
ESTIMULAÇÃO BILATERAL. VAMOS SEGUIR ADIANTE
DESSA MANEIRA ATÉ CHEGARMOS AO FIM DA
CARTA. PODE SER QUE EU INTERROMPA PARA
PERGUNTAR O QUE SENTE. VOU EM SEGUIDA PEDIR
PARA QUE LOCALIZE O QUE SENTE NO CORPO.
HÁ RELACIONAMENTOS NÃO-CONSTRUTIVOS?
ACRESCENTE UM RITUAL DE DEVOLUÇÃO
(ADAPTADO DE SPARRER, 2001)
PEÇA PARA CLIENTE IMAGINARA PESSOA PARA QUEM A
CARTA ESTÁ ESCRITA.
PEÇA AO PACIENTE PARA GERAR UM CONTATO POR MEIO
DE UMA INTERAÇÃO, ASSIM COMO OCORRE COM UM
ESTADO DE EGO PESSOAL: EXPLORE REAÇÕES DE AMBOS
OS LADOS.
PEÇA PARA A PESSOA IMAGINAR O QUE CARREGA, ALGO
ADEQUADO, PARA SER ENTREGUE A EL@. EXPLORE
COMO ISSO APARENTA.
EM SEGUIDA, INSTRUA O PACIENTE, POR MEIO
DO RITUAL DE RETORNO, PARA QUE DIGA
MENTALMENTE OU EMVOZ ALTA:
« ENQUANTO TRABALHAVA MINHAS COISAS,
PERCEBI QUE CARREGO COISAS QUE NÃO ME
PERTENCEM E COMO ISSO NÃO ME PERTENCE,
EU DEVOLVO AVOCÊ.VOCÊ PODE DEVOLVER
ISSO A QUEM PERTENCE, OU FAZER O QUE
JULGAR MELHOR » E FAZER EBLS.
HÁ RELACIONAMENTOS NÃO-
CONSTRUTIVOS?ACRESCENTE UM RITUAL DE
DEVOLUÇÃO (ADAPTADO DE SPARRER, 2001)
PODE HAVER EMOÇÃO INTENSA –TRATAR COMO AB-
REAÇÃO USUAL.
DEPOIS, ESSE RITUAL É FINALIZADO COMA AFIRMATIVA:
«VOUCONTINUAR COM MINHAVIDA EVOU DESFRUTAR
DE MINHAVIDA. FIQUE BEM»
ESTE PASSO É COMPLETADO SE A PESSOA ESTIVER
COMPLETAMENTE CALMA E ORIENTADA AO PRESENTE.
COM FREQUÊNCIA, PENSAMENTOS SIGNIFICATIVOS
OCORREM, BEM COMO NOVAS FORMAS DE PENSAR, QUE
PODEM DEMANDAR MAIS EBL (LENTOS E POUCOS).
ENTRELAÇAMENTO PARA APOIAR O RITUAL DE
DEVOLUÇÃO
COM FREQUÊNCIA HÁ RELUTÂNCIA NA HORA DE DEVOLVER.
NESTE CASO, PODE SER ÚTIL FAZER O SEGUINTE
ENTRELAÇAMENTO:
ÀSVEZES, CRIANÇAS PEQUENAS, CORAJOSAS FEITO HERÓIS,
FARIAM QUALQUER COISA PARA AJUDAR OS PAIS. ISSO
ACONTECE ESPECIALMENTE QUANDO PERCEBEM QUE OS PAIS
NÃO ESTÃO BEM. ELAS MAGICAMENTE ASSUMEM OS
PROBLEMAS DOS PAIS E OS COLOCAM SOBRE OS OMBROS, NA
ESPERANÇA DE QUE ISSOTRAGA ALÍVIO. NO FINAL DAS
CONTAS, ISSO NÃOTRAZ ALÍVIO NEM PARA ELAS, NEM PARA
OS PAIS. ATAREFA DOS PAIS É A DE CARREGAR SEUS PRÓPRIOS
PROBLEMAS, AO PASSO QUE A DAS CRIANÇAS É A DE CONFIAR
QUE SEUS PAIS CONSEGUIRÃO. »
DEPOIS DE TERMINARMOS TODA A CARTA, VOU
PROPOR O RETORNO AO INÍCIO E A RELEITURA DA
CARTA NOVAMENTE, DE MODO CONTÍNUO, COMO
UMA CHECAGEM CORPORAL, PRESTANDO
ATENÇÃO AO QUE SENTE NO CORPO, APENAS
PARA CONFERIR QUE NÃO SE ESQUECEU DE NADA
E SE FICA BEM A LEITURA DA CARTA SEM ALGUMA
INTERRUPÇÃO DO CORPO.
NESSA LEITURA FINAL, PODE IMPROVISAR E
ACRESCENTAR UM PS APÓS O TÉRMINO
FICA BEM DESSE JEITO?
Protocolo da conexão corporal e
o movimento sutil
QUERO QUE NESTE EXERCÍCIO ESCOLHA UMA POSIÇÃO EM PÉ, QUE
SEJA CONFORTÁVEL. NÃO IMPORTA A DIREÇÃO, MAS QUERO QUE
IMAGINE O QUE SERIA UMA DIREÇÃO DE SEU PASSADO E DE SEUS
ANCESTRAIS. QUERO QUE FIQUE DE FRENTE PARA ELES E DE COSTAS
PARA SEU FUTURO.
QUANDO TIVER ESCOLHIDO A POSIÇÃO, IMAGINE QUE AO SEU
LADO E QUANTO MAIS PARA FRENTE ESTÁ SEU PASSADO, MAIS
DISTANTES AS GERAÇÕES PASSADAS.
FECHE OS OLHOS E IMAGINE DE QUE MODO SEU CORPO
ENCONTRA-SE MAIS OU MENOS LIGADO A ESSAS PESSOAS. SE
QUISER, PONHA A MÃO SOBRE A PARTE DO CORPO MAIS
CONECTADA E VISUALIZE ESSA CONEXÃO.
ESCLAREÇA SE HOUVER ALGUMA EXPRESSÃO FÍSICA OU
EMOCIONAL MAIS SIGNIFICATIVA.
COMO ESSA INFORMAÇÃO É
ARMAZENADA NO CÉREBRO?
ALGUMAS DESSAS ASSOCIAÇÕES DO PASSADO
PODEM ESTAR ARMAZENADAS DE MODO
DISFUNCIONAL NO CÉREBRO. MEMÓRIAS
PODEM SE APRESENTAR NO TEMPO PRESENTE
POR IMAGENS INTRUSIVAS, COGNIÇÕES
NEGATIVAS SOBRE SELF E OUTROS,
DESREGULAÇÃO DE AFETOS E/ OU SENSAÇÕES
CORPORAIS PERTURBADORAS.
ESSAS MEMÓRIAS E CRENÇAS, ARMAZENADAS
DE MODO DISFUNCIONAL, PODEM SE
DISSEMINAR PELA VIDA DA PESSOA E SER
TRANSMITIDA AOS DESCENDENTES DE
CULTURAS DOMINANTES E MINORITÁRIAS, BEM
COMO A PESSOAS QUE PERTENCEM A FAMÍLIAS
POR NASCIMENTO OU POR ADOÇÃO.
REPROCESSAMENTO DE TTT PODE
PROMOVER:
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FAMILIARES
DESSENSIBILIZAR INFORMAÇÃO MAL-ADAPTATIVA
ARMAZENADA OU ENGENDRADA POR CICLOS
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REPROCESSAR PADRÕES DISFUNCIONAIS
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PROPICIA DISCERNIMENTO E UM SENSO DE
COMPAIXÃO EM RELAÇÃO AOS ANCESTRAIS,
FORÇADOS A FAZER SACRIFÍCIOS (MIGRAÇÃO), EM
BUSCA DE SOBREVIVÊNCIA OU DE UMA VIDA
MELHOR.
FICA RELEVANTE PARA AQUELES PERSEGUIDOS POR
DISCRIMINAÇÃO RACIAL, RELIGIOSA E DE GÊNERO,
INCLUINDO GAYS, TRANSGÊNEROS E MINORIAS, QUE SE
SENTIRAM TRAÍDOS E INVALIDADOS POR SUA
HERANÇA CULTURAL.
PROCESSAMENTO TRANSGERACIONAL TAMBÉM
PERMITE AOS DESCENDENTES PERCEBER E ASSIMILAR
TRADIÇÕES E CRENÇAS POSITIVAS DOS ANCESTRAIS,
ESTIMULANDO A RESILIÊNCIA E PERMITINDO
ATUALIZAÇÃO AUTOBIOGRÁFICA.
MEU LUGAR E LUGAR DOS IRMÃOS
RITUAIS – CHEGADA/NASCIMENTO,
CASAMENTO, SAÍDA/ MORTE, ALIMENTO/
AMIZADE
FECHAMENTO
AGORA QUE ESTAMOS CHEGANDO AO FINAL DE
NOSSAS ATIVIDADES, QUE TAL AGRADECERMOS AO
GUARDIÃO ESCOLHIDO PARA ESSE
ACOMPANHAMENTO DURANTE ESTE NOSSO
ENCONTRO?
FECHE UM POUCO OS OLHOS E FAÇA UM RESUMO DO
QUE FOI O TRAJETO PERCORRIDO PARA SEU CUIDADOR
ESCOLHIDO. EM SEGUIDA AGRADEÇA PELA TAREFA
CUMPRIDA E FAÇA SUA DESPEDIDA – NO SEU RITMO.
CASO QUEIRA, FAÇA ALGUNS MOVIMENTOS DE
ABRAÇO DE BORBOLETA PARA DEIXAR ESSAS
IMPRESSÕES BEM REGISTADAS.

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Transmissão Transgeracional do Trauma com André Monteiro PhD

  • 1. TRANSMISSÃO INTER E TRANSGERACIONAL DE TRAUMAS E DE RECURSOS DR. ANDRÉ MAURÍCIO MONTEIRO
  • 2. ABORDAGENS QUE PODEM CONTRIBUIR PARATERAPIATTT AMBIENTAL EXPERIÊNCIAS ADVERSAS DE INFÂNCIA – ESTUDO ACE (FELLITI E ANDA, 1998) – A MERA EXPOSIÇÃO A EXPERIÊNCIAS ADVERSAS PARECE SER SUFICIENTE PARA COMPROMETER SAÚDE MENTAL E FÍSICA NO FUTURO.
  • 3. FASE 1:TRAUMAS EVIVÊNCIAS INDESEJÁVEIS: CICLO DE EXPERIÊNCIAS ADVERSAS DE INFÂNCIA (ADVERSE CHILDHOOD EXPERIENCES - ACE) O RELATÓRIO ACE: ESTUDO REVOLUCIONÁRIO DE SAÚDE PÚBLICA FEITO POR FELITTI E ANDA, EM 1998 - ALQUIMIA REVERSA NA INFÂNCIA: TRANSFORMANDO OURO EM CHUMBO. O QUE SÃO EXPERIÊNCIAS ADVERSAS DE INFÂNCIA? NESTA NARRATIVA ACES É USADO DE MODO GENÉRICO PARA REFERIR A CONJUNTOS DE EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS E ADVERSAS NA INFÂNCIA E FATORES NO AMBIENTE FAMILIAR QUE SUBSTANCIALMENTE ELEVAM O RISCO DA CRIANÇA DE SOFRER DE DOENÇAS SÉRIAS, CRÓNICAS, FÍSICAS E MENTAIS. À MEDIDA QUE O NÚMERO DE ACES AUMENTA, O COMPROMETIMENTO MENTAL, MÉDICO, SOCIAL E FISCAL AUMENTA PROPORCIONALMENTE.
  • 4. EXEMPLOS BÁSICOS: • DISFUNÇÃO FAMILIAR: ABUSO DE SUBSTÂNCIA, SEPARAÇÃO PARENTAL/DIVÓRCIO/MORTE PREMATURA, DOENÇA MENTAL,VIOLÊNCIA CONJUGAL – ESPANCAMENTO, COMPORTAMENTO CRIMINOSO; • ABUSO: PSICOLÓGICO, FÍSICO, SEXUAL; • NEGLIGÊNCIA: EMOCIONAL, FÍSICA, EDUCACIONAL
  • 5. VARIÁVEIS ADICIONAIS: FRAGMENTAÇÃO SOCIAL:VIOLÊNCIA URBANA, TRÁFICO, POBREZA EXTREMA, MIGRAÇÃO. TODOS SÃO ALVOS POSSÍVEIS COM EMDR O EIXO PRINCIPAL DO ESTUDO ACE: QUESTIONÁRIO ACE – EMPREGAR COM CLIENTES, MAS COM O DEVIDO CUIDADO, DE MODO DILUÍDO DURANTE A FASE 1
  • 6. QUESTIONÁRIO ACE 1. SEU PAI/MÃE OU OUTRO ADULTO NA CASA FREQUENTEMENTE, OU MUITO FREQUENTEMENTE... O INSULTOU, O DIMINUIU OU O HUMILHOU? OU AGIU DE UM MODO QUE O DEIXOU COM MEDO DE SER MACHUCADO FISICAMENTE? NÃO ___ SE AFIRMATIVO, MARQUE 1 ___ 2. SEU PAI/MÃE OU OUTRO ADULTO NA CASA FREQUENTEMENTE, OU MUITO FREQUENTEMENTE... O EMPURROU, AGARROU, DEU UMTAPA OU JOGOU ALGO EM SI? OU ALGUMAVEZ LHE BATEUTÃO FORTEMENTE QUE DEIXOU ALGUMA MARCA OU O DEIXOU FERIDO/A?
  • 7. 3. ALGUMAVEZ UM ADULTO OU UMA PESSOA PELO MENOS 5 ANOS MAISVELHA, OTOCOU OU ACARICIOU OU FEZ COM QUE TOCASSE O CORPO DELE/A DE UM MODO SEXUAL? OUTENTOU OU DE FATOTEVE RELAÇÃO ORAL, ANAL OUVAGINAL CONSIGO ? 4. COM FREQUÊNCIA OU MUITASVEZES SENTIU QUE... NINGUÉM NA SUA FAMÍLIA O/A AMAVA OU PENSAVA QUE ERA IMPORTANTE OU ESPECIAL? OU EM SUA FAMÍLIA AS PESSOAS NÃO SE CUIDAVAM, OU SENTIAM-SE PRÓXIMAS, OU APOIAVAM UMAS ÀS OUTRAS? 5. COM FREQUÊNCIA OU MUITASVEZES SENTIU... QUE NÃO TINHA O SUFICIENTE PARA COMER,TINHA QUE USAR ROUPAS SUJAS E NÃOTINHA NINGUÉM PARA O PROTEGER? OU SEUS PAIS ESTAVAM BÊBADOS DEMAIS OU DROGADOS DEMAIS PARA CUIDAR DE SI OU LEVAR AO MÉDICO, CASO PRECISASSE?
  • 8. 6. ALGUMAVEZ JÁ PERDEU UM PAI/MÃE BIOLÓGICO, PADRASTO/MADRASTA POR CAUSA DE DIVÓRCIO, ABANDONOOU OUTRO MOTIVO? 7. COM FREQUÊNCIA OU MUITASVEZES SUA MÃE/PAI, MADRASTA/PADRASTO FOI EMPURRADA/O,AGARRADA/O, LEVOU UMTAPA OUTEVEALGO JOGADO NELA/E, OU CHUTADA/O, MORDIDA/O, LEVOU UM SOCO OU APANHOU COM ALGO? OU ALGUMAVEZ APANHOU PELO MENOS POR ALGUNS MINUTOS OU FOI AMEAÇADA/O COM UMA ARMA OU FACA? 8.VIVEU COM ALGUMA PESSOA QUETINHA UM PROBLEMA COM BEBIDA, OU QUE USAVA DROGAS?
  • 9. 9. ALGUÉM DE SUA CASA ERA DEPRIMIDO, OU MENTALMENTE DOENTE OU ALGUMAVEZ ALGUÉM DA CASATENTOU SUICÍDIO? 10. ALGUMAVEZ ALGUÉM DE SUA CASA FOI PARA A PRISÃO? SE SOMAR OS NUMERAIS, ESSE É SEU RESULTADO DE ACES HTTP://WWW.CDC.GOV/VIOLENCEPREVENTION/ ACESTUDY/
  • 10. ALGUNS RESULTADOS: - PESQUISAS INFORMAIS MOSTRAM QUE TERAPEUTAS APRESENTAM RESULTADOS DE ACES MAIS ELEVADOS DO QUE A POPULAÇÃO EM GERAL, - MAIS DE 17.000 PESSOAS FIZERAM PARTE DO ESTUDO SOBRE ACES - A MAIORIA DELAS PERTENCENTES À CLASSE MÉDIA OU CLASSE ALTA COM NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CALIFÓRNIA, COM BONS EMPREGOS E EXCELENTE SISTEMA DE SAÚDE. - NÚMERO SUBSTANCIAL DE AMERICANOS (QUASE 4 EM 10) RELATAM TER SOFRIDO ACES NA INFÂNCIA E ACREDITAM QUE ISSO TEVE UM EFEITO PREJUDICIAL EM SUA SAÚDE POSTERIORMENTE.
  • 11. - ACES SÃO USADOS DE MODO GENÉRICO PARA REFERIR A CONJUNTOS DE EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS E ADVERSAS NA INFÂNCIA E FATORES NO AMBIENTE FAMILIAR QUE SUBSTANCIALMENTE ELEVAM O RISCO DA CRIANÇA DE SOFRER DE DOENÇAS SÉRIAS, CRÔNICAS, FÍSICAS E MENTAIS. - À MEDIDA QUE O NÚMERO DE ACES AUMENTA, O COMPROMETIMENTO MENTAL, MÉDICO, SOCIAL E FISCAL AUMENTA PROPORCIONALMENTE. ESSE EFEITO CUMULATIVO DOS ACES OCORRE EM NÍVEIS MÚLTIPLOS, VARIANDO DE MARCADORES BIOLÓGICOS DE ESTRESSE DENTRO DA PESSOA, A INDICADORES DE SAÚDE POPULACIONAL, COMO TAXAS DE ASMA NA INFÂNCIA EM DETERMINADAVIZINHANÇA.
  • 12. PREVALÊNCIA DE ACES INDIVIDUAIS DADOS COLETADOS ENTRE 1995 E 1997, AS PREVALÊNCIAS (%)APRESENTADAS A SEGUIR SÃO ESTIMADAS DA AMOSTRA COMPLETA DO ESTUDO ACE (N=17,337). CATEGORIA ACE MULHERES = 9.367 HOMENS = 7.970 TOTAL = 17.337
  • 13. EVENTOSADVERSOS DE INFÂNCIA IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA - EFEITOS NEUROLÓGICOS (ANORMALIDADES NO CÉREBRO, DESREGULAÇÃO DE HORMÔNIOS DO ESTRESSE) - EFEITOS PSICOSSOCIAIS (APEGO DEFICIENTE, SOCIALIZAÇÃO DEFICIENTE, CAPACIDADE REDUZIDA DE PERFORMANCE) - COMPORTAMENTOS DE RISCO PARA A SAÚDE (FUMO, OBESIDADE, ABUSO DE SUBSTÂNCIA, PROMISCUIDADE)
  • 14. CONSEQUÊNCIAS DE LONGO PRAZO DOENÇA E INCAPACIDADE - DEPRESSÃO MAIOR, SUICÍDIO,TEPT; ABUSO DE ÁLCOOL E DROGAS; DOENÇA CARDÍACA; CANCRO; DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVACRÔNICA; DOENÇAS SEXUALMENTETRANSMISSÍVEIS;TRANSMISSÃO TRANSGERACIONAL DE ABUSO PROBLEMAS SOCIAIS - PROSTITUIÇÃO,COMPORTAMENTOCRIMINAL, DESEMPREGO; DESABRIGO; PROBLEMAS PARENTAIS;ALTA UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS; LONGEVIDADE REDUZIDA FELITTI E ANDA EM LANIUS, R, ET AL. 2010
  • 15. ABUSO: MULHERES HOMENS TOTAL EMOCIONAL 13,1 7,6 10,6 FÍSICO 27,0 29,9 28,3 SEXUAL 24,7 16,0 20,7 NEGLIGÊNCIA: M H T EMOCIONAL 16,7 12,4 14,8 FÍSICA 9,2 10,7 9,9
  • 16. DISFUNÇÃO FAMILIAR: M H T MÃETRATADAVIOLENTAMENTE 13,7 11,5 12,7 ABUSO DE DROGAS EM CASA 29,5 23,8 26,9 DOENÇA MENTAL EM CASA 23,3 14,8 19,4 DIVÓRCIO DOS PAIS 24,5 21,8 23,3 MEMBRO FAM. ENCARCERADO 5,2 4,1 4,7
  • 17. % ACES CUMULATIVOS ESTUDO ORIGINAL ACES MULHERES HOMENS TOTAL N= 9.367 N= 7.970 N=17.337 0 34,5 38 36,1 1 24,5 27,9 26,0 2 15,5 16,4 15,9 3 10,3 8,6 9,5 4 OU MAIS 15,2 9,2 12,5
  • 18.
  • 19.
  • 20. CONSEQUÊNCIAS DOS ACES - ABUSO NA INFÂNCIA E OUTROS ACES COLOCAMAS PESSOAS EM RISCO DE DEPRESSÃO ETEPT, ATIVIDADES PREJUDICIAIS, DIFICULDADES EM RELACIONAMENTOS, CRENÇAS NEGATIVAS E ATITUDES NEGATIVAS EM RELAÇÃO A SI MESMO E AOS OUTROS. - CADA UM DESSES PROBLEMASAUMENTA A PROBABILIDADE DETEMAS NEGATIVOS RELACIONADOSÀ SAÚDE - RESULTADOS DE SAÚDE PARA SOBREVIVENTES DE ACE NÃO DEVEM AUMENTAR ATÉ QUE CADA UM DESSES FATORES SEJA ABORDADO (E REPROCESSADO)
  • 21.
  • 22. CONSEQUÊNCIAS DEACES INDIVÍDUOS MALTRATADOS SOFREM MAIOR RISCO DE SENSIBILIDADE AO ESTRESSE; PREDISPOSIÇÃO PARA PIOR PROGNÓSTICO EM DOENÇAS ETRATAMENTOS; E ASSOCIADOS A EPISÓDIOS DEPRESSIVOS E RESPOSTA PRECÁRIA AO TRATAMENTO À MEDIDA QUE O NÚMERO DE ACES NAVIDA DA CRIANÇA - O RISCO PARA AS SEGUINTES DOENÇAS AUMENTA AO LONGO DE SEU CICLOVITAL: ALCOOLISMO E ABUSO DE ÁLCOOL, DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA, DEPRESSÃO, MORTE FETAL,TEMAS DE QUALIDADE DEVIDA RELACIONADOS A SAÚDE, USO DE DROGAS ILÍCITAS, DOENÇA CARDÍACA ISQUÊMICA E DOENÇAS DO FÍGADO.
  • 23. À MEDIDA QUE O RESULTADO DE ACE AUMENTA, TAMBÉMAUMENTA O RISCO DE DOENÇAS, PROBLEMAS SOCIAIS E EMOCIONAIS: - COM UM RESULTADO DE 4 OU MAIS ACES, A PROBABILIDADE DE DOENÇA PULMONAR CRÔNICA AUMENTA EM 390%, QUANDO COMPARADA COM A POPULAÇÃO EM GERAL; - HEPATITE - 240% - DEPRESSÃO - 460% - SUICÍDIO - 1220%
  • 24. SOBREVIVENTES DE ACE NÃO CORREM SOMENTE RISCO MAIS ELEVADO DE DOENÇAS FÍSICAS, MAS APRESENTAM PROBLEMAS DE SAÚDE ADICIONAIS; FREQUENTEMENTE UTILIZAM OS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA E DE ESPECIALISTAS - E SUBUTILIZAM O SISTEMA ROTINEIRO DE SAÚDE. ACE TAMBÉM ESTÁ ASSOCIADO À VULNERABILIDADE DE ADULTOS A DOENÇAS GASTROINTESTINAIS, RELACIONADA A ESTRESSE, ALTERAÇÕES METABÓLICAS, CARDIOVASCULARES E IMUNOLÓGICAS.
  • 25.
  • 26. SOBREVIVENTES DE ACES APRESENTAM RISCO MAIS ELEVADO DE: -VIOLÊNCIA ÍNTIMA PELO PARCEIRO, PARCEIROS SEXUAIS MÚLTIPLOS, DSTS (DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS),TENTATIVAS DE SUICÍDIO, GRAVIDEZ INDESEJADA, INICIAÇÃO PRECOCE AO FUMO, INICIAÇÃO PRECOCE À ATIVIDADE SEXUAL E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA QUANDO O SOBREVIVENTE DE ACE É UM PACIENTE COM TRAUMA COMPLEXO (ACE +TEPT-C) MUITOS ACES +TEMAS DE APEGO PRECOCE +TRAUMA INTER RELACIONAL = AUMENTO NOS PROBLEMAS DE SAÚDE.
  • 27. DEFINIÇÃO DETRAUMA COMPLEXO: HISTÓRICO DE RESULTADO DE ACES ELEVADO: NO AMBIENTE FAMILIAR: CAOS,VIOLÊNCIA, FALTA DE SINTONIA, NEGLIGÊNCIA, ABANDONO, MENSAGENS DUPLAS (COMUNICAÇÃO PARADOXAL),TRAUMAS DE LONGA DURAÇÃO +TEPT +TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS + PROBLEMAS DE APEGO +TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE.
  • 28. HISTÓRIA CLÍNICA (A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA DO EMDR) UTILIZE O QUESTIONÁRIO ACE EMVERSÃO EXPANDIDA, INCLUÍDAS DIFICULDADES LIGADAS AVIOLÊNCIA URBANA, VIZINHANÇA DESFAVORECIDA, ETC. GENOGRAMAS (EM FOLHA SEPARADA) INCLUA NA FASE 1 A HISTÓRIA DE DESENVOLVIMENTO (QUANDO DESMAMOU, COMEÇOU A ANDAR, FALAR, LER/ESCREVER),TEMAS DE FAMÍLIA DE ORIGEM,TEMAS DE APEGO. HISTÓRICO DE SAÚDE DO CLIENTE DEVOLTA AO PERÍODO PERINATAL (E GESTACIONAL) E SAÚDE DE MEMBROS DA FAMÍLIA.
  • 29. USE O QUESTIONÁRIOACE COM SEUS CLIENTES COMO PARTE DE SEU PACOTE DE AVALIAÇÃO; PARA AVALIAR TEPT, TEPT COMPLEXO E PROBLEMAS DE SAÚDE; NA HISTÓRIA CLÍNICA; PARA DESENVOLVER ALVOS PARA REPROCESSAMENTO COM EMDR; EXPLORE ABUSO DE SUBSTÂNCIAS E OUTROS PERTURBAÇÕES COMPULSIVAS; TEMAS BIOPSICOSSOCIAIS; TRAUMAS E SEUS LEGADOS, TEMAS E CRENÇAS NEGATIVAS. CUIDADO COM EFEITO DISPARADOR DO QUESTIONÁRIO.
  • 30. TEMAS P/ SOBREVIVENTES DE ACE ALTO ETEPT-C TEPT: SE NÃOTRATADO, SINTOMAS INTRUSIVOS E ANESTESIANTES CONTINUAM AO LONGO DAVIDA TEPT NÃOTRATADO DEPRIME O SISTEMA IMUNOLÓGICO TEPT PODE SER UM DOS RESULTADOS DE ACE, SAÚDE COMPROMETIDA, EVENTOS IATROGÊNICOS
  • 31. RAIZ DE PROBLEMAS DE SAÚDE EM CLIENTES COMTEPT COMPLEXO FERIMENTOS ESPECÍFICOS, DOENÇAS – FAMÍLIA PODE TER SUPERESTIMADO/SUBESTIMADO ESSESTEMAS SINTOMAS EM CRIANÇAS CAUSADOS POR ABUSO. AUSÊNCIA DE CONEXÃO ENTRE SINTOMAS E CAUSA PROVÁVEL DIFICULDADE DE IDENTIFICAR NECESSIDADES, DEVIDO A ALTERAÇÕES DE PERCEPÇÃO DO CORPO (DISSOCIAÇÃO), DESLIGAMENTO CORPORAL, REAÇÕES A DOR.
  • 32. PROBLEMAS ESPECÍFICOS DE SAÚDE SOBREVIVENTES NEM SEMPRE CONECTAM DIFICULDADES ATUAIS COMTRATAMENTO DE TRAUMAS ANTERIORES, RESULTANDO EM RETRAUMATIZAÇÃO EM AMBIENTES MÉDICO- HOSPITALARES ENCONTRAM-SE ASSUSTADOS PELO NÍVEL DE ANSIEDADE SOBRE CUIDADOS COM A SAÚDE
  • 33. ACES ETEMAS DE FAMÍLIA DE ORIGEM QUANDO CUIDADORES SÃO ABUSIVOS, AUSENTES, NEGLIGENTES OU INCAPAZES DE PROTEGER DIANTE DE TRAUMA, AS CRIANÇAS NÃO CONSEGUEM DESENVOLVER UM SENSO DE SEGURANÇA OU DE ESTABILIDADE. NUMA FAMÍLIA SAUDÁVEL, ESSES ESTADOS SAUDÁVEIS EMANAM DO CUIDADOR. AS CRIANÇASVÍTIMAS DE ACES NÃO CONSEGUEM CONFIAR NO CUIDADOR PARA RESTAURAR CALMA E CONFIABILIDADE
  • 34. ACE ETEMAS DE FAMÍLIA AS RESPOSTAS DA CRIANÇA AO ESTRESSE FICAM INOPERANTES A HABILIDADE PARA SE AUTOTRANQUILIZAR E REGULAR-SE EMOCIONALMENTE, ADMINISTRAR ESTRESSE, IMPULSIVIDADE E ANSIEDADE É AFETADA NEGATIVAMENTE A CRIANÇAVIVENCIA UM SENTIMENTO DETRAIÇÃO E PERCEBE O MUNDO COMO AMBIENTE HOSTIL E DE ATAQUES
  • 35. PROBLEMAS RELACIONADOSAAPEGO EM CLIENTES ACE COMTRAUMA COMPLEXO NA FAMÍLIA DE ORIGEM PROVAVELMENTE OS PAIS DESSES PACIENTES TAMBÉM SÃO SOBREVIVENTES DE ACES. O ESTILO DE APEGO DOS PAIS É PREDOMINANTEMENTE INSEGURO, NAS MODALIDADES EVITATIVO, CONFLITIVO E DESORGANIZADO – PAIS TRAUMATIZADOS = INCAPACIDADE PARA REGULAÇÃO DE EMOÇÕES NO HEMISFÉRIO DIREITO DO INFANTE.
  • 36. PREVISÃO DE FILHOS SEM REGULAÇÃO EMOCIONAL, COM CIRCUITARIA CEREBRAL COM COMPROMETIMENTO NA INTEGRAÇÃO EMOCIONAL E NA INTEGRAÇÃO SOMATOSSENSORIAL. EVIDÊNCIAS DE PERDAS PRECOCES E ROMPIMENTOS NO SISTEMA DE APEGO.
  • 37. COMO O EMDR PODE FUNCIONAR PARA ESSA POPULAÇÃO: RESULTADOS DESEJADOS POR QUEBRA DO CICLO ACE: ABORDARCOMOVITIMIZAÇÃO NO PASSADO INFLUENCIA A SAÚDE ATUAL; ELIMINAR COMPORTAMENTOS DE RISCO PARA A SAÚDE; ELIMINAR FOBIA/EVITAÇÃO DE CUIDADOS COM A SAÚDE APRIMORAR SAÚDE FÍSICA E MENTAL MELHORAR FUNCIONAMENTO GERAL DEVIDA
  • 38.
  • 39.
  • 41.
  • 42. OBJETOS QUE RESISTEMAOTEMPO QUAL OBJETO FAMILIARTEMTRANSCENDIDO O TEMPO? SE ELE FOSSE UMA MENSAGEM, ELE LEVA NA GARRAFA O QUÊ?
  • 43. TTT E DESENVOLVIMENTO ESTUDOS SOBRE TEORIA DA VINCULAÇÃO (ATTACHMENT) CORROBORAM RELATIVA CONSTÂNCIA DE ESTILOS DE VINCULAÇÃO DA INFÂNCIA À VIDA ADULTA E A PREVISIBILIDADE DE REPETIÇÃO DESSES ESTILOS DE VINCULAÇÃO, ESPECIALMENTE DE MÃES PARA SEUS FILHOS.
  • 44.
  • 45. TRANSMISSÃO INTERGERACIONAL DE VINCULAÇÃO? MARY MAIN: A REPRESENTAÇÃO MENTAL DA MÃE EM RELAÇÃO A SEU VÍNCULO COM A CRIANÇA É UM PREDITOR DA QUALIDADE FUTURA DE VINCULAÇÃO DA CRIANÇA – META-ANÁLISE COM 661 DÍADES EM 13 ESTUDOS INDICAM: 75% (SEGURO/INSEGURO) – SE MÃE APRESENTA, ENTÃO FILHOS TAMBÉM MAS FOLLOW-UP COM 4 DIMENSÕES ESPECÍFICAS: SEGURO, EVITATIVO, AMBIVALENTE E DESORGANIZADO = 63%
  • 46. O QUE SETRANSMITE DE UMA GERAÇÃO PARA OUTRA? 1. GENÉTICA 2. EPIGENÉTICA 3. COMPORTAMENTOS 4. LINGUAGEM • 4A. CONTABILIDADE E LEALDADE • 4B. MITOS E SEGREDOS DE FAMÍLIA • SEPARAÇÃO DE FORÇAS, FRAGILIDADES (INDIVIDUAL) • PENDÊNCIAS, OU DESAFIOS E DESFRUTES
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50. EPIGENÉTICA UMA DEFINIÇÃO DE EPIGENÉTICA É AQUILO QUE ESTÁ ACIMA DA GENÉTICA, O QUE SIGNIFICA A PRESERVAÇÃO DOS GENES, MAS QUE MODIFICA A EXPRESSÃO DE CERTOS ASPECTOS GENÉTICOS EM DETRIMENTO DE OUTROS, SILENCIADOS POR PROCESSOS QUÍMICOS. A EPIGENÉTICA NÃO FOI CONSIDERADA À ÉPOCA DO ESTUDO ACE, MAS TORNA-SE CAMPO DE RELEVÂNCIA CRESCENTE PARA COMPREENDERMOS MELHOR COMO CERTAS INFORMAÇÕES SÃO TRANSMITIDAS DE UMA GERAÇÃO A OUTRA.
  • 51. Epigenética Um exemplo prático pode ser o de uma letra de música, que seria a sequenciação genética: um verso conduz a outro e ao refrão, até chegar ao final. Essa é a música! No entanto, a expressão dessa letra pode ser variada. O estilo de canto pode ser interpretado no estilo de bossa nova, samba ou heavy metal. Isso faz toda a diferença, ou quase toda, porque a letra continua igual. Assim é a epigenética: a letra é fixa, mas o estilo musical pode ser reescrito.
  • 52. PESQUISA EM EPIGENÉTICA MOSTRA QUE O AMBIENTE EMOCIONAL E SOCIAL, INCLUINDO ACE, PODE (DES)LIGAR CERTOS GENES, AFETANDO A SAÚDE FÍSICA E MENTAL. AQUILO QUE VIVENCIAMOS AJUDA A ESCREVER UMA LETRA DE MÚSICA E NOSSOS DESCENDENTES ACABAM POR APRENDER ESSA TOADA E A REPETIR, COMO UMA MÚSICA QUE NÃO SAI DE NOSSAS CABEÇAS E A REPETIMOS SEM SABER EXATAMENTE O PORQUÊ. HÁBITOS ALIMENTARES, FUMO, TRAUMAS PARECE QUE TÊM TODOS IMPACTOS NA MÚSICA QUE PASSAMOS AOS FILHOS.
  • 53. SEGUNDO A EPIGENÉTICA DO COMPORTAMENTO, AS EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS PASSADAS DE UM ORGANISMO OU DE SEUS ANTEPASSADOS, DEIXAM CICATRIZES MOLECULARES QUE SE ADEREM AO DNA.
  • 54. A fome holandesa Mães privadas de alimento no primeiro trimestre de gestação e mães privadas de alimento no último trimestre de gestação. Influência do ambiente intrauterino na expressão genética de indivíduos Impactos na saúde física de longo prazo dependendo do período de fome.
  • 55. FETOS GANHAM MAIOR PESO NO ÚLTIMO TRIMESTRE DE GRAVIDEZ. MULHERES QUE PASSARAM MUITA FOME NESSE PERÍODO FINAL DE GESTAÇÃO TIVERAM FILHOS PEQUENOS E COM BAIXO PESO. PASSADA ESSA FASE DE FOME ACENTUADA, AS CRIANÇAS TIVERAM ACESSO A ALIMENTAÇÃO EM ABUNDÂNCIA. NO ENTANTO, PERMANECERAM MAIS MAGRAS E MAIS BAIXAS DO QUE A MÉDIA HOLANDESA DURANTE A VIDA TODA. ALÉM DISSO, SEUS FILHOS E NETOS TAMBÉM FORAM MAIS BAIXOS E MAIS MAGROS DO QUE A MÉDIA POPULACIONAL. É COMO SE TIVESSEM PRONTOS PARA TEMPOS DE FALTA.
  • 56. JÁ AS MULHERES QUE PASSARAM O PRIMEIRO TRIMESTRE DE GESTAÇÃO COM MUITA FOME, MAS QUE NO ÚLTIMO TRIMESTRE JÁ TINHAM ACESSO NORMAL A COMIDA, TIVERAM FILHOS COM PESO E TAMANHO NORMAIS. CURIOSAMENTE, ESSAS CRIANÇAS CRESCERAM COM UMA TENDÊNCIA A PROBLEMAS DE OBESIDADE, COMO ALTERAÇÕES DOS NÍVEIS DE GLICOSE E COLESTEROL ELEVADO, ALÉM DE NA MÉDIA SEREM MAIS ALTAS E MAIS GORDAS DO QUE A MÉDIA POPULACIONAL, BEM COMO SEUS FILHOS E NETOS. É COMO SE TIVESSEM APRENDIDO A ARMAZENAR TODA A COMIDA POSSÍVEL, DEPOIS DE UMA FASE INICIAL DE PRIVAÇÃO NO INÍCIO DA GESTAÇÃO.
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60. Protocolo das Fotos de Família
  • 61. (A) MONTAR FOTO MENTAL COM OLHOS FECHADOS OU (B) RASCUNHAR UM DESENHO DA FOTO DE FAMÍLIA, E ASSIM ATIVAR EM NOSSAS MENTES AS PRESENÇAS DAQUELES QUE SE ENCONTRAM NESSA FOTO, REAL E JÁ VISTA, OU IMAGINADA, DESEJADA; SE (C) ESTIVER COM A FOTO NA MÃO, OBSERVE-A ATENTAMENTE; 2. EM SEGUIDA VAMOS BUSCAR RECONHECER UM ESPAÇO NA FOTO QUE PODEMOS OCUPAR – PRESTE ATENÇÃO AO QUE SURGE ESPONTANEAMENTE;
  • 62. 3. OBSERVAR CARACTERÍSTICAS DESSA ESCOLHA: LOCALIZAÇÃO, PROXIMIDADE COM E DISTANCIAMENTO DE QUEM, PREFERE FICAR MAIS NO PLANO DE FUNDO OU MAIS PRÓXIMA DO OBSERVADOR; ESTÁ EM PÉ OU SENTADA; HÁ CONTATO FÍSICO COM ALGUÉM? 4. SE DE FATO JÁ ESTIVER NA FOTO, OBSERVE ESSES MESMOS DETALHES E PRESTE ATENÇÃO A 5. COMO O CORPO REAGE A ESSA LOCALIZAÇÃO IMAGINADA E QUAIS AS EMOÇÕES QUE ACOMPANHAM. IDENTIFICAR ISSO NO CORPO E REPROCESSAR COM EBLS/ TOMAR CONSCIÊNCIA E RESPIRAR PROFUNDAMENTE.
  • 63. QUAL LUGAR NOS CORRESPONDE?
  • 64. E SE NESTE GRUPO MONTAMOS ESTA FOTO? AO OBSERVAR A FOTO ANTIGA, COMO TRANSPÔ-LA PARA ESTE ESPAÇO? FAÇAMOS ISSO. PARA QUEM QUISER, EXPERIMENTE UM LUGAR NA FOTO; CONSCIENTIZE-SE DE COMO É ESTAR NESTE LUGAR; EBLS CONFIRMA OU MUDA DE LUGAR E DE POSTURA? OBSERVE PERTENCIMENTO X AUTONOMIA COMPONENTES DA FOTO – ABRAÇO DA BORBOLETA – CONFIRMA OU MUDA DE LUGAR E DE POSTURA?
  • 66. PROTOCOLO DE DÉBITOS E CRÉDITOS OBSERVE O BALANCETE SIMPLIFICADO A SEGUIR. CONCENTRE-SE NA HISTÓRIA DE SUA FAMÍLIA E APENAS AGUARDE QUE FEITOS MARCANTES DO TRAJETO FAMILIAR, DAQUILO QUE EMERGE ESPONTANEAMENTE, VENHA À MENTE. O IDEAL É NÃO INICIAR UMA BUSCA ATIVA; APENAS DEIXAR A MENTE VAGUEAR. EM SEGUIDA, ESCREVA NOS ESPAÇOS ABAIXO, QUAIS DESSAS LEMBRANÇAS CORRESPONDEM A DÉBITOS E/OU A CRÉDITOS.
  • 67. Protocolo do Balancete Familiar e Missão Pessoal Débitos Créditos
  • 68. DEPOIS QUE SEU TRABALHO DE EVOCAÇÃO DE FEITOS FAMILIARES ESTIVER FINALIZADO, OBSERVE O CONJUNTO DOS DÉBITOS DA TABELA E AVALIE QUAL A IMPORTÂNCIA DE CADA ITEM, QUAL O VALOR ATRIBUÍDO A DÉBITOS E CRÉDITOS (SUD). QUANDO OLHA PARA O CONJUNTO DESSE BALANCETE, QUE IMPRESSÃO ELE DESPERTA? ALGUMA SENSAÇÃO FÍSICA? ALGUM SENSO DE APROXIMAÇÃO OU DE DISTANCIAMENTO? TERAPEUTA APROVEITA A IMAGEM DO BALANCETE PARA MONTAGEM DO ICES.
  • 69. CONCENTRE-SE NA IMPRESSÃO QUE ESSE CONJUNTO DESPERTA. VOLTE AO SEU PASSADO E OBSERVE SE EM OUTRO MOMENTO SE PERCEBEU, OU SE SENTIU, OU PENSOU EM COISAS PARECIDAS, MESMO SE EM UM MOMENTO NÃO APARENTEMENTE RELACIONADO À IMAGEM DESTE BALANCETE. MONTA-SE O ICES E REPROCESSA O CONJUNTO. OU
  • 70. QUANDO OLHA PARA A LISTA DE DÉBITOS, QUAL DELES GOSTARIA DE FOCALIZAR? ASSOCIA A ESSA IMPRESSÃO INICIAL UMA IMAGEM, CRENÇA NEGATIVA, CRENÇA POSITIVA, EMOÇÕES E SENSAÇÕES FÍSICAS (ICES). EXPERIMENTE REPROCESSAR AO MENOS UM DELES, COM A ESCOLHA DE SUDS MAIS BAIXO OU MAIS ELEVADO DA LISTA. OU QUANDO OLHA PARA A LISTA DOS CRÉDITOS, O QUE ELES LHE DIZEM? E SE FÔSSEMOS REPROCESSAR ALGUM DELES, COM QUAL INICIARÍAMOS?
  • 71. AGORA, DEPOIS DE REPROCESSAR ESSE CONTEÚDO, QUANDO OLHA PARA A TABELA, O QUE OCORRE AO OBSERVAR O BALANCETE? ATUALIZE A TABELA, SE FOR O CASO. PREENCHA OS ESPAÇOS COM O QUE EMERGIU DURANTE O TRABALHO DE REPROCESSAMENTO. OS ITENS CONTINUAM OS MESMOS, COM O MESMO VALOR? DEPOIS DE IDENTIFICAR QUE CHEGOU AONDE QUERIA, OU PRECISAVA, OBSERVE NOVAMENTE O QUADRO GERAL.
  • 72. CONSIDERE SUAS ATIVIDADES, SUAS MOTIVAÇÕES E COM SUA MISSÃO EM GERAL. O QUE É NECESSÁRIO QUE FAÇA PARA AO MENOS ZERAR A CONTA? OU QUEM SABE HÁ CRÉDITOS SUFICIENTES PARA DESFRUTAR DO EMPENHO DOS ANTEPASSADOS? O QUE É NECESSÁRIO PARA SE FECHAR BEM ESSE BALANÇO? QUE BALANÇO DESEJA PASSAR À GERAÇÃO SEGUINTE DE SUA FAMÍLIA? EM QUE MEDIDA ESSE CONJUNTO DE INFORMAÇÕES INTERFERE NAS ESCOLHAS QUE FEZ EM RELAÇÃO A SUA MISSÃO DE VIDA?
  • 74. QUANDO PENSA EM SUA FAMÍLIA E NAQUELAS PESSOAS QUE SÃO TÍPICAS DE UMA FAMÍLIA, COMO POR EXEMPLO: O INTELIGENTE, O BEM- SUCEDIDO, O PALHAÇO, O FRACASSADO, O BAÚ DE LEMBRANÇAS, ETC... QUAL ESTEREÓTIPO É ATRIBUÍDO A VC ? SE FOR O CASO, EMPREGUE O PROTOCOLO DE ENTRELAÇAMENTO DE DUAS MÃOS: ESCOLHA UMA DAS MÃOS PARA REPRESENTAR O QUE A FAMÍLIA ATRIBUI A E NA OUTRA MÃO QUEM É. APENAS OBSERVE.
  • 75.
  • 76. ESSE PROTOCOLO AJUDA A PESSOA A DELINEAR A DIFERENÇA ENTRE A MANEIRA COMO PERCEBE SEU “SELF VERDADEIRO” E A PROJEÇÃO FAMILIAR NEGATIVA, GENERALIZADA E IMPRECISA, CONTRASTANDO- AS, DE MODO A ENCONTRAR UM JEITO DE SER MAIS CENTRADO, MAIS AUTÔNOMO E MAIS ORIENTADO PARA O PRESENTE, DO QUE VOLTADO PARA AS PENDÊNCIAS DO PASSADO, OU CENTRADO NO JULGAMENTO DOS OUTROS.
  • 77. QUANDO PENSA QUE ESTA FRASE ESTÁ PRESENTE DE MODO REPETITIVO EM SUA CABEÇA, E NÃO IMPORTA O QUE OS OUTROS DIGAM EM CONTRÁRIO, QUE TAL SE TENTARMOS ENTENDER ISSO UM POUCO MELHOR? IMAGINE-SE COLOCANDO UMA FRASE QUE É UTILIZADA PARA DEFINI-LO/LA, DE O QUANTO UMA PESSOA GORDA/MAGRA/ALTA/LOIRA ETC DEVE SER EM UMA DE SUAS MÃOS E O COMO SE PERCEBE REALMENTE SER NA OUTRA. SE SUA OPINIÃO NÃO ESTIVER CLARA, ATRIBUA ESSA INCERTEZA A UMA DAS MÃOS. OBSERVE AS DUAS MÃOS SEM JULGAMENTO, E VEJA COMO SEU CORPO REAGE A ESSAS INFORMAÇÕES.
  • 78. SE POSSÍVEL, ELABORE UM ICES QUE ACOMPANHA ESSAS IMPRESSÕES INICIAIS. APÓS ALGUMAS SEQUÊNCIAS DE EBLS RÁPIDOS A PESSOA TENDE A ESPONTANEAMENTE DAR-SE CONTA DE QUE NÃO SE ENCAIXA NO ESTEREÓTIPO INTERNALIZADO E FAZER AS PAZES COM ESSA DISTINÇÃO, ASSUMINDO-SE COMO UMA PESSOA COM SINGULARIDADE, COM VALOR PRÓPRIO. OUTRA POSSIBILIDADE ADICIONAL PODE SER A PERSISTÊNCIA DA CONFUSÃO E DO CONFLITO. NESSE CASO, RECONHECEMOS ESSA IMOBILIZAÇÃO SOLICITAMOS AO PACIENTE FLUTUAR AO PASSADO, ATIVANDO ALGUMA LEMBRANÇA-CHAVE RELEVANTE
  • 79. AGORA QUE RECONHECE ESSA CONFUSÃO ENTRE O COMO SE AVALIA E O COMO É AVALIADO, CONCENTRE-SE NESSA CONFUSÃO E MENTALMENTE VAMOS FLUTUAR AO PASSADO. QUERO QUE TENTE IDENTIFICAR A PRIMEIRA VEZ EM SUA VIDA QUE ESSE TIPO DE CONFUSÃO SE FEZ PRESENTE. OBSERVE ESSE MOMENTO EM QUE AQUILO QUE PENSAVA SOBRE OS OUTROS OU SOBRE SI MESMO/A NÃO COMBINAVA COM AS “VERDADES”/”JULGAMENTOS” QUE OUVIA EM CASA OU NA ESCOLA OU EM ALGUM OUTRO LUGAR. OBSERVE ATENTAMENTE ESSA CRIANÇA NAQUELA SITUAÇÃO.
  • 80. AGORA QUE CONSEGUE OBSERVAR ESSA CRIANÇA, TENTE IDENTIFICAR DO QUE É QUE ELA NECESSITA/ OU TENTE ESCLARECER COM ELA O QUE ACONTECEU, EXPLIQUE PARA ELA O CAMINHO QUE FEZ NA VIDA. OBSERVE ATENTAMENTE COMO ELA REAGE. CONSCIENTIZE-SE DO QUE ELA PRECISA SABER. TEMPO E AGORA, QUANDO OLHA PARA AS DUAS MÃOS, O QUE ACONTECE?
  • 81. Carta para retratamento de assuntos relacionais em aberto homenagem ou devolução
  • 82. VOU PEDIR PARA QUE LEIA A CARTA INTEIRA EM VOZ ALTA. ASSIM QUE HOUVER UMA EMOÇÃO OU UMA SENSAÇÃO FÍSICA SURGINDO, VAMOS PARAR A LEITURA E VOU FAZER A ESTIMULAÇÃO BILATERAL. ENQUANTO ISSO, OBSERVE O QUE EMERGE EM SEU CORPO. PROSSEGUIMOS ATÉ QUE TUDO SE ACALME NOVAMENTE.
  • 83. NESSE MOMENTO VOU PROPOR QUE RETORNE À CARTA, DE VOLTA À FRASE IMEDIATAMENTE ANTERIOR ÀQUELA QUE PROVOCOU O APARECIMENTO DAS EMOÇÕES E DAS SENSAÇÕES FÍSICAS. PODE PROSSEGUIR COM A LEITURA ATÉ QUE A PRÓXIMA EMOÇÃO SURJA E RETOMAMOS A ESTIMULAÇÃO BILATERAL. VAMOS SEGUIR ADIANTE DESSA MANEIRA ATÉ CHEGARMOS AO FIM DA CARTA. PODE SER QUE EU INTERROMPA PARA PERGUNTAR O QUE SENTE. VOU EM SEGUIDA PEDIR PARA QUE LOCALIZE O QUE SENTE NO CORPO.
  • 84. HÁ RELACIONAMENTOS NÃO-CONSTRUTIVOS? ACRESCENTE UM RITUAL DE DEVOLUÇÃO (ADAPTADO DE SPARRER, 2001) PEÇA PARA CLIENTE IMAGINARA PESSOA PARA QUEM A CARTA ESTÁ ESCRITA. PEÇA AO PACIENTE PARA GERAR UM CONTATO POR MEIO DE UMA INTERAÇÃO, ASSIM COMO OCORRE COM UM ESTADO DE EGO PESSOAL: EXPLORE REAÇÕES DE AMBOS OS LADOS. PEÇA PARA A PESSOA IMAGINAR O QUE CARREGA, ALGO ADEQUADO, PARA SER ENTREGUE A EL@. EXPLORE COMO ISSO APARENTA.
  • 85. EM SEGUIDA, INSTRUA O PACIENTE, POR MEIO DO RITUAL DE RETORNO, PARA QUE DIGA MENTALMENTE OU EMVOZ ALTA: « ENQUANTO TRABALHAVA MINHAS COISAS, PERCEBI QUE CARREGO COISAS QUE NÃO ME PERTENCEM E COMO ISSO NÃO ME PERTENCE, EU DEVOLVO AVOCÊ.VOCÊ PODE DEVOLVER ISSO A QUEM PERTENCE, OU FAZER O QUE JULGAR MELHOR » E FAZER EBLS.
  • 86. HÁ RELACIONAMENTOS NÃO- CONSTRUTIVOS?ACRESCENTE UM RITUAL DE DEVOLUÇÃO (ADAPTADO DE SPARRER, 2001) PODE HAVER EMOÇÃO INTENSA –TRATAR COMO AB- REAÇÃO USUAL. DEPOIS, ESSE RITUAL É FINALIZADO COMA AFIRMATIVA: «VOUCONTINUAR COM MINHAVIDA EVOU DESFRUTAR DE MINHAVIDA. FIQUE BEM» ESTE PASSO É COMPLETADO SE A PESSOA ESTIVER COMPLETAMENTE CALMA E ORIENTADA AO PRESENTE. COM FREQUÊNCIA, PENSAMENTOS SIGNIFICATIVOS OCORREM, BEM COMO NOVAS FORMAS DE PENSAR, QUE PODEM DEMANDAR MAIS EBL (LENTOS E POUCOS).
  • 87. ENTRELAÇAMENTO PARA APOIAR O RITUAL DE DEVOLUÇÃO COM FREQUÊNCIA HÁ RELUTÂNCIA NA HORA DE DEVOLVER. NESTE CASO, PODE SER ÚTIL FAZER O SEGUINTE ENTRELAÇAMENTO: ÀSVEZES, CRIANÇAS PEQUENAS, CORAJOSAS FEITO HERÓIS, FARIAM QUALQUER COISA PARA AJUDAR OS PAIS. ISSO ACONTECE ESPECIALMENTE QUANDO PERCEBEM QUE OS PAIS NÃO ESTÃO BEM. ELAS MAGICAMENTE ASSUMEM OS PROBLEMAS DOS PAIS E OS COLOCAM SOBRE OS OMBROS, NA ESPERANÇA DE QUE ISSOTRAGA ALÍVIO. NO FINAL DAS CONTAS, ISSO NÃOTRAZ ALÍVIO NEM PARA ELAS, NEM PARA OS PAIS. ATAREFA DOS PAIS É A DE CARREGAR SEUS PRÓPRIOS PROBLEMAS, AO PASSO QUE A DAS CRIANÇAS É A DE CONFIAR QUE SEUS PAIS CONSEGUIRÃO. »
  • 88. DEPOIS DE TERMINARMOS TODA A CARTA, VOU PROPOR O RETORNO AO INÍCIO E A RELEITURA DA CARTA NOVAMENTE, DE MODO CONTÍNUO, COMO UMA CHECAGEM CORPORAL, PRESTANDO ATENÇÃO AO QUE SENTE NO CORPO, APENAS PARA CONFERIR QUE NÃO SE ESQUECEU DE NADA E SE FICA BEM A LEITURA DA CARTA SEM ALGUMA INTERRUPÇÃO DO CORPO. NESSA LEITURA FINAL, PODE IMPROVISAR E ACRESCENTAR UM PS APÓS O TÉRMINO FICA BEM DESSE JEITO?
  • 89. Protocolo da conexão corporal e o movimento sutil
  • 90. QUERO QUE NESTE EXERCÍCIO ESCOLHA UMA POSIÇÃO EM PÉ, QUE SEJA CONFORTÁVEL. NÃO IMPORTA A DIREÇÃO, MAS QUERO QUE IMAGINE O QUE SERIA UMA DIREÇÃO DE SEU PASSADO E DE SEUS ANCESTRAIS. QUERO QUE FIQUE DE FRENTE PARA ELES E DE COSTAS PARA SEU FUTURO. QUANDO TIVER ESCOLHIDO A POSIÇÃO, IMAGINE QUE AO SEU LADO E QUANTO MAIS PARA FRENTE ESTÁ SEU PASSADO, MAIS DISTANTES AS GERAÇÕES PASSADAS. FECHE OS OLHOS E IMAGINE DE QUE MODO SEU CORPO ENCONTRA-SE MAIS OU MENOS LIGADO A ESSAS PESSOAS. SE QUISER, PONHA A MÃO SOBRE A PARTE DO CORPO MAIS CONECTADA E VISUALIZE ESSA CONEXÃO. ESCLAREÇA SE HOUVER ALGUMA EXPRESSÃO FÍSICA OU EMOCIONAL MAIS SIGNIFICATIVA.
  • 91. COMO ESSA INFORMAÇÃO É ARMAZENADA NO CÉREBRO? ALGUMAS DESSAS ASSOCIAÇÕES DO PASSADO PODEM ESTAR ARMAZENADAS DE MODO DISFUNCIONAL NO CÉREBRO. MEMÓRIAS PODEM SE APRESENTAR NO TEMPO PRESENTE POR IMAGENS INTRUSIVAS, COGNIÇÕES NEGATIVAS SOBRE SELF E OUTROS, DESREGULAÇÃO DE AFETOS E/ OU SENSAÇÕES CORPORAIS PERTURBADORAS.
  • 92. ESSAS MEMÓRIAS E CRENÇAS, ARMAZENADAS DE MODO DISFUNCIONAL, PODEM SE DISSEMINAR PELA VIDA DA PESSOA E SER TRANSMITIDA AOS DESCENDENTES DE CULTURAS DOMINANTES E MINORITÁRIAS, BEM COMO A PESSOAS QUE PERTENCEM A FAMÍLIAS POR NASCIMENTO OU POR ADOÇÃO.
  • 93. REPROCESSAMENTO DE TTT PODE PROMOVER: CONEXÃO COM FORÇAS BASEADAS NOS LEGADOS FAMILIARES DESSENSIBILIZAR INFORMAÇÃO MAL-ADAPTATIVA ARMAZENADA OU ENGENDRADA POR CICLOS INCOMPLETOS OU NEGATIVOS DE GERAÇÕES PRÉVIAS REPROCESSAR PADRÕES DISFUNCIONAIS RELACIONADOS A ABUSO PASSADOS ADIANTE POR ANCESTRAIS
  • 94. REPROCESSAMENTO DE TTT PODE PROMOVER: REDEFINIÇÃO DA IDENTIDADE COM OLHAR MAIS CONSTRUTIVO, PROPORCIONADO POR COGNIÇÕES POSITIVAS – E ”REAUTORIA BIOGRÁFICA", COM A INCLUSÃO DE NARRATIVAS QUE PROMOVEM INSERÇÃO INDIVIDUAL DENTRO DA LINHA DE VIDA FAMILIAR.
  • 95. TERAPIA SINTONIZADA A LEGADOS PROMOVE A CONSCIENTIZAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES FUGIDIAS QUE PODEM SURGIR DA FAMÍLIA DE ORIGEM OU ESCONTRA-SE INCRUSTRADA EM NARRATIVAS CULTURAIS; ÀS VEZES CERTOS SILÊNCIOS FAMILIARES QUANTO A DETERMINADOS ASSUNTOS, REPORTAGENS HISTÓRICAS DA MÍDIA, IMAGENS FOTOGRÁFICAS, OU PERCEPÇÕES DE UM PASSADO IMAGINADO.
  • 96. TERAPIA SINTONIZADA COM LEGADOS CONTEMPLA NARRATIVA, COMPONENTES INTRA E TRANSGERACIONAIS RELATIVOS A LEMBRANÇAS E FANTASIAS NÃO ASSIMILADAS. PERMITE AOS TERAPEUTAS ACESSAR E REPROCESSAR EVENTUAIS ASSOCIAÇÕES DISFUNCIONAIS TRANSGERACIONAIS E MEMÓRIAS QUE IMPACTAM NEGATIVAMENTE TEMAS ATUAIS DE VIDA, POR MEIO DE UMA ABORDAGEM INTEGRATIVA.
  • 97. REPROCESSAMENTO DE CONTEÚDOS DE LEGADO PODEM BENEFICIAR QUALQUER INDIVÍDUOS, MAS PODE SER ESPECIALMENTE TERAPÊUTICO PARA AQUELES QUE EXPERIENCIARAM ABUSO EM UM NÍVEL: • TRANSGERACIONAL, • CULTURAL, OU • INSTITUCIONAL. PROPICIA DISCERNIMENTO E UM SENSO DE COMPAIXÃO EM RELAÇÃO AOS ANCESTRAIS, FORÇADOS A FAZER SACRIFÍCIOS (MIGRAÇÃO), EM BUSCA DE SOBREVIVÊNCIA OU DE UMA VIDA MELHOR.
  • 98. FICA RELEVANTE PARA AQUELES PERSEGUIDOS POR DISCRIMINAÇÃO RACIAL, RELIGIOSA E DE GÊNERO, INCLUINDO GAYS, TRANSGÊNEROS E MINORIAS, QUE SE SENTIRAM TRAÍDOS E INVALIDADOS POR SUA HERANÇA CULTURAL. PROCESSAMENTO TRANSGERACIONAL TAMBÉM PERMITE AOS DESCENDENTES PERCEBER E ASSIMILAR TRADIÇÕES E CRENÇAS POSITIVAS DOS ANCESTRAIS, ESTIMULANDO A RESILIÊNCIA E PERMITINDO ATUALIZAÇÃO AUTOBIOGRÁFICA.
  • 99. MEU LUGAR E LUGAR DOS IRMÃOS RITUAIS – CHEGADA/NASCIMENTO, CASAMENTO, SAÍDA/ MORTE, ALIMENTO/ AMIZADE
  • 100.
  • 101. FECHAMENTO AGORA QUE ESTAMOS CHEGANDO AO FINAL DE NOSSAS ATIVIDADES, QUE TAL AGRADECERMOS AO GUARDIÃO ESCOLHIDO PARA ESSE ACOMPANHAMENTO DURANTE ESTE NOSSO ENCONTRO? FECHE UM POUCO OS OLHOS E FAÇA UM RESUMO DO QUE FOI O TRAJETO PERCORRIDO PARA SEU CUIDADOR ESCOLHIDO. EM SEGUIDA AGRADEÇA PELA TAREFA CUMPRIDA E FAÇA SUA DESPEDIDA – NO SEU RITMO. CASO QUEIRA, FAÇA ALGUNS MOVIMENTOS DE ABRAÇO DE BORBOLETA PARA DEIXAR ESSAS IMPRESSÕES BEM REGISTADAS.

Notas do Editor

  1. Integration of Transgenerational emphasis with EMDR Classic protocol and Three-Pronged (Past/Present/Future) dimensions.
  2. Triggers may be internal or external
  3. The importance of reconnecting to roots