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Arte Medieval
Período entre século V à XV
Carla Camuso,
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•Cristianismo
Arte cristã primitiva
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BIZANTIN
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• Arte conduzida pela religião.
• Os artistas eram apenas
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• Regime teocrático:
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Esta técnica consiste em pintar sobre camada de
revestimento de cimento fresco, gesso ou nata de cal.
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Ícones
• Ícone, termo
derivado do grego
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sacra pintada
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Ícones
.Quando da queda de
Constantinopla em 1453,
foi a população dos
Bálcãs que contribuiu
para difundir e
incrementar a produção
desta representação
sacra
• As cores tem na
iconografia uma
linguagem própria,
são portadores de
uma linguagem
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transcendente. Nos
ícones, as cores são
usadas pelo artista
para separar o céu de
nossa experiência
terrena.
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O azul é a cor da transcendência, mistério
divino.
O vermelho, a cor mais viva presente nos
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O verde é usado como símbolo da natureza, da
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MOSAICO
• No mosaico Bizantino
as pessoas são
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Mosaico é a arte de produzir, através
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produtos, desenhos e criações das
mais diversas.
• A perspectiva e o
volume são ignorados
• O dourado é muito
utilizado devido à
associação com maior
bem existente na terra: o
ouro
• Se destinava a enfeitar
as paredes e abóbadas e
instruir os fiéis mostrando-
lhes cenas da vida de
Cristo, dos profetas e dos
vários imperadores.
Rainha Theodora e seus ministros
Imperador
JustinianoI
Mosaico–SantaSofia
Arquitetura
A construção de igrejas foi o marco da
arquitetura bizantina.
Planejadas sobre uma base circular,
octogonal ou quadrada, com imensas
cúpulas, criando-se prédios enormes e
espaçosos totalmente decorados.
Igreja de Santa Sofia
Igreja de Santa Sofia (Sofia =
Sabedoria), na hoje Istambul,
foi um dos maiores triunfos da
nova técnica bizantina,
projetada pelos arquitetos
Antêmio de Tralles e Isidoro
de Mileto, ela possui uma
cúpula de 55 metros apoiada
em quatro arcos plenos.Tal
método tornou a cúpula
extremamente elevada,
sugerindo, por associação à
abóbada celeste, sentimentos
de universalidade e poder
absoluto. Apresenta pinturas
nas paredes, colunas com
capitel ricamente decorado
com mosaicos e o chão de
mármore polido.
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Escultura
A atração por decoração
aliada a prevenção que os
cristãos tinham contra a
estatuária que lembrava de
imediato o paganismo
romano, afasta o gosto
pela forma e
conseqüentemente a
escultura não teve tanto
destaque neste período.
Cabeça do Imperador Constantino
O que se encontra
restringe-se a baixos
relevos acoplados à
decoração
Capitel com busto do Arcanjo Miguel.
Bizantino, feito em Constantinopla
FIMDOIMPÉRIOBIZANTINO
• Em 13 de abril de 1204, os cruzados, vindos da Terra Santa, decidiram
invadir Constantinopla. A cidade sucumbiu e sofreu um bárbaro saque.
Metade da capital estava em escombros, enquanto a outra era devastada e
pilhada. Os habitantes foram dizimados; dezenas de monumentos de
arquitetura antiga, de inigualável beleza, perderam-se para sempre. Os
cruzados saciaram-se com o sangue. Avaliou-se em mais de 400 000
marcos de prata a parte do saque que foi sistematicamente partilhada entre
os cruzados, sem contar com as riquezas roubadas arbitrariamente e com o
que ficou para os Venezianos. Um escritor bizantino, testemunha do saque
de Constantinopla, dizia que os muçulmanos tinham sido mais
misericordiosos e menos ferozes do que os cruzados.
• O Império Bizantino desfez-se em pedaços. Os cruzados criaram o Império
Latino. Surgiram Estados Gregos no Epiro e na Ásia Menor, que iniciaram
imediatamente a luta contra os conquistadores. Depois da partilha de
Bizâncio, os cavaleiros ocidentais recusaram-se a continuar a cruzada. Já
não fazia qualquer sentido que se enfrentassem novos perigos. Só o Papa
manifestou algum descontentamento, que não durou muito tempo; perdoou
este "licenciamento" aos cavaleiros, na esperança de poder submeter a
Igreja Bizantina à Santa Sé (os cruzados achavam os bizantinos uns
hereges porque não aceitavam a autoridade do Papa).
Técnica original
Arte Medieval: Arte Bizantina
Arte Medieval: Arte Bizantina
Arte Medieval: Arte Bizantina
Arte Medieval: Arte Bizantina
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Arte Medieval: Arte Bizantina
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Arte Medieval: Arte Bizantina

  • 1. Arte Medieval Período entre século V à XV Carla Camuso, 2015
  • 7.
  • 8. Contexto Histórico Legalização do Cristianismo Queda do Império Romano Transferência Imperador Constantino
  • 9. Principais pontos: • Arte conduzida pela religião. • Os artistas eram apenas executores. O clero comandava. • Regime teocrático: Imperador possuía poderes administrativos e espirituais; era considerado representante de Deus. •Apogeu: séc VI
  • 11. AFRESCOS Esta técnica consiste em pintar sobre camada de revestimento de cimento fresco, gesso ou nata de cal. A pintura também pode ser realizada em revestimento úmido, desde que a tinta possa ser fixada.
  • 13.
  • 14. Ícones • Ícone, termo derivado do grego ε κών, (ἰ eikon, imagem), arte pictórica religiosa, identifica uma representação sacra pintada sobre um painel de madeira.
  • 16. .Quando da queda de Constantinopla em 1453, foi a população dos Bálcãs que contribuiu para difundir e incrementar a produção desta representação sacra
  • 17. • As cores tem na iconografia uma linguagem própria, são portadores de uma linguagem mística transcendente. Nos ícones, as cores são usadas pelo artista para separar o céu de nossa experiência terrena.
  • 18. Simbologiadascores O azul é a cor da transcendência, mistério divino. O vermelho, a cor mais viva presente nos ícones, é a cor do humano e do sangue dos mártires. O verde é usado como símbolo da natureza, da fertilidade e da abundância. O marrom simboliza o terrestre, o humilde e pobre. E finalmente o branco é a harmonia, a paz, a cor do divino que representa a luz que se avizinha.
  • 19. MOSAICO • No mosaico Bizantino as pessoas são representadas de frente e verticalizadas para criar certa espiritualidade; Mosaico é a arte de produzir, através de pequenos cacos ou outros produtos, desenhos e criações das mais diversas.
  • 20. • A perspectiva e o volume são ignorados • O dourado é muito utilizado devido à associação com maior bem existente na terra: o ouro • Se destinava a enfeitar as paredes e abóbadas e instruir os fiéis mostrando- lhes cenas da vida de Cristo, dos profetas e dos vários imperadores.
  • 21. Rainha Theodora e seus ministros
  • 23.
  • 25.
  • 26. Arquitetura A construção de igrejas foi o marco da arquitetura bizantina. Planejadas sobre uma base circular, octogonal ou quadrada, com imensas cúpulas, criando-se prédios enormes e espaçosos totalmente decorados.
  • 27. Igreja de Santa Sofia Igreja de Santa Sofia (Sofia = Sabedoria), na hoje Istambul, foi um dos maiores triunfos da nova técnica bizantina, projetada pelos arquitetos Antêmio de Tralles e Isidoro de Mileto, ela possui uma cúpula de 55 metros apoiada em quatro arcos plenos.Tal método tornou a cúpula extremamente elevada, sugerindo, por associação à abóbada celeste, sentimentos de universalidade e poder absoluto. Apresenta pinturas nas paredes, colunas com capitel ricamente decorado com mosaicos e o chão de mármore polido.
  • 28.
  • 29.
  • 31.
  • 32.
  • 33. Escultura A atração por decoração aliada a prevenção que os cristãos tinham contra a estatuária que lembrava de imediato o paganismo romano, afasta o gosto pela forma e conseqüentemente a escultura não teve tanto destaque neste período. Cabeça do Imperador Constantino
  • 34. O que se encontra restringe-se a baixos relevos acoplados à decoração Capitel com busto do Arcanjo Miguel. Bizantino, feito em Constantinopla
  • 35. FIMDOIMPÉRIOBIZANTINO • Em 13 de abril de 1204, os cruzados, vindos da Terra Santa, decidiram invadir Constantinopla. A cidade sucumbiu e sofreu um bárbaro saque. Metade da capital estava em escombros, enquanto a outra era devastada e pilhada. Os habitantes foram dizimados; dezenas de monumentos de arquitetura antiga, de inigualável beleza, perderam-se para sempre. Os cruzados saciaram-se com o sangue. Avaliou-se em mais de 400 000 marcos de prata a parte do saque que foi sistematicamente partilhada entre os cruzados, sem contar com as riquezas roubadas arbitrariamente e com o que ficou para os Venezianos. Um escritor bizantino, testemunha do saque de Constantinopla, dizia que os muçulmanos tinham sido mais misericordiosos e menos ferozes do que os cruzados. • O Império Bizantino desfez-se em pedaços. Os cruzados criaram o Império Latino. Surgiram Estados Gregos no Epiro e na Ásia Menor, que iniciaram imediatamente a luta contra os conquistadores. Depois da partilha de Bizâncio, os cavaleiros ocidentais recusaram-se a continuar a cruzada. Já não fazia qualquer sentido que se enfrentassem novos perigos. Só o Papa manifestou algum descontentamento, que não durou muito tempo; perdoou este "licenciamento" aos cavaleiros, na esperança de poder submeter a Igreja Bizantina à Santa Sé (os cruzados achavam os bizantinos uns hereges porque não aceitavam a autoridade do Papa).