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Pesquisa com levantamentos
Pesquisa com levantamentos
 Pesquisa com levantamentos
• Descrever pensamentos, opiniões,
sentimentos
• Medir variáveis de ocorrência natural
• Fazer previsões baseadas em correlações
• Questionários
 Conjunto predeterminado de questões
• Amostra representa uma população
• Examinar procedimentos e análises em busca
de fontes de viés
Amostragem na pesquisa com
levantamentos
 Usar amostras para representar a
população maior
• “Representativa”: semelhante a
 Exige seleção cuidadosa da amostra
 Objetivo: generalizar resultados de
pesquisa de amostra representativa para
a população
Termos básicos de amostragem
 População
• Conjunto de todos os casos de interesse
 Modelo amostral
• Lista dos membros de uma população
 Amostra
• Subconjunto da população tirado do modelo
amostral
 Elemento
• Cada membro da população
Amostras tendenciosas
 Em uma amostra tendenciosa
• As características da amostra diferem
sistematicamente das características da
população.
• A amostra exagera ou subestima as
características de um segmento da população
Amostras tendenciosas
 Duas fontes
• Viés de seleção
 Os procedimentos dos pesquisadores para
selecionar a amostra causam vieses
• Viés da taxa de resposta
 Os indivíduos selecionados para a amostra não
concluem o levantamento
Abordagens de amostragem
 “Amostragem”
• Procedimentos usados para obter uma
amostra
 Duas abordagens básicas
• Amostragem não-probabilística
• Amostragem probabilística
Abordagens de amostragem,
continuação
 Amostragem não-probabilística
• Não há garantia de que cada membro da população
tenha igual chance de estar na amostra
• “Amostragem de conveniência”
 Indivíduos estão disponíveis e dispostos a responder ao
levantamento
 Exemplo: levantamentos em revistas, levantamentos feitos
por estações de rádio
• Amostra provavelmente não será representativa da
população
Abordagens de amostragem,
continuação
 Amostragem probabilística
• Todos os membros da população têm igual chance
de serem selecionados para o levantamento
• Amostra aleatória simples
 Seleção aleatória, discagem de números aleatórios
• Amostra aleatória estratificada
 Dividir a população em estratos e amostrar
proporcionalmente
 Aumenta a representatividade da amostra
Métodos com levantamentos
 Quatro métodos para obter dados com
levantamentos
• Levantamentos postais
• Entrevistas pessoais
• Entrevistas telefônicas
• Levantamentos pela internet
 Cada método tem vantagens e desvantagens.
 Escolher o método com base na pergunta de
pesquisa.
Métodos com levantamentos,
continuação
 Maneiras de aumentar a taxa de resposta
• Questionário deve ter um “toque pessoal”
 Usar nome, e não “prezado estudante”
• Exigir esforço mínimo para responder
• Tema do levantamento deve ser interessante
para respondentes
• Respondentes devem se identificar com a
organização ou patrocinador do levantamento
Desenhos de pesquisa com
levantamentos
 “Desenho de pesquisa”
• Plano para implementar projeto de pesquisa
• Escolher método mais adequado para responder
pergunta específica
 Três tipos de desenhos de pesquisa com
levantamentos
• Desenho transversal
• Desenho de amostras independentes sucessivas
• Desenho longitudinal
Desenhos de pesquisa com
levantamentos, continuação
 Desenho de pesquisa transversal
• Selecionar amostra de uma ou mais
populações de cada vez
• Respostas do levantamento são usadas para
 Descrever população (estatísticas descritivas)
 Fazer previsões para a população (correlações)
naquele momento no tempo
• Comparar populações
• Não consegue avaliar mudanças ao longo do
tempo
Desenhos de pesquisa com
levantamentos, continuação
 Desenho de amostras independentes
sucessivas
• Uma série de levantamentos transversais ao longo do
tempo.
• Uma amostra diferente da população responde o
levantamento a cada vez.
• Cada amostra é selecionada da mesma população.
• As respostas de cada amostra são usadas para
descrever mudanças na população ao longo do
tempo.
• Problema: amostras sucessivas incomparáveis
Desenhos de pesquisa com
levantamentos, continuação
 Desenho longitudinal com levantamentos
• Mesma amostra de indivíduos responde o
levantamento em diferentes pontos do tempo
• Avalia como os indivíduos mudam com o
tempo
• Respostas da amostra são generalizadas
para descrever mudanças na população ao
longo do tempo.
• Problemas: desgaste e reatividade
Medidas na pesquisa com levantamento
 Questionários
• Usados principalmente para coletar dados de
levantamentos
• Avaliam diferentes tipos de variáveis
 Variáveis demográficas com checklists
 Preferências, opiniões e posturas
• Escalas de auto-avaliação
• Muitas vezes, respondem usando escalas de avaliação
(supondo nível intervalar de avaliação)
• Todas as medidas devem ser fidedignas e
válidas.
Fidedignidade e validade
 A fidedignidade se refere à coerência da
mensuração.
• Fidedignidade de teste-reteste
 Administrar medida duas vezes à mesma amostra
 Correlação elevada entre dois conjuntos de
escores indica boa fidedignidade (r > 0,80)
Fidedignidade e validade, continuação
 Como aumentar a fidedignidade?
• Mais questões
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relação ao fator avaliado
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• Instruções claras
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válida.
Fidedignidade e validade, continuação
 A validade se refere à veracidade de uma
medida.
• Avalia o que pretende medir
• Validade de construto
 Instrumento mede o construto teórico que foi
criado para medir.
Fidedignidade e validade, continuação
 Estabelecendo validade de construto:
• Validade convergente
 Nível em que duas medidas do mesmo construto
estão correlacionadas (andam juntas)
• Validade discriminante
 Nível em que duas medidas de construtos
diferentes não estão correlacionadas (não andam
juntas)
Construindo um questionário
 Melhor escolha para selecionar uma
medida
• Usar medida que já se mostrou fidedigna e
válida em pesquisas anteriores.
• Se não encontrar material adequado, criar um
questionário ou medida.
 Criar um questionário fidedigno e válido
não é fácil.
Construindo um questionário,
continuação
 Primeiros passos importantes
• Decidir que informações se devem procurar.
• Decidir como administrar o questionário.
• Escrever um primeiro esboço do questionário.
• Reanalisar e revisar o questionário com base em
orientação especializada.
• Pré-testar o questionário.
• Revisar resultados e editar o questionário.
Construindo um questionário,
continuação
 Próximos passos: estabelecer
fidedignidade e validade
• Fidedignidade
 Teste e reteste o questionário usando amostra e
condições semelhantes ao levantamento
planejado.
• Validade
 Convergente: administre o questionário com
medidas de construtos teoricamente afins
 Discriminante: administre o questionário com
medidas de construtos teoricamente díspares
Construindo um questionário,
continuação
 Diretrizes para escrever questões de
levantamentos
• Escolher como os participantes responderão
 Questões de resposta livre ou fechadas
• Usar vocabulário simples e familiar
• Escrever questões claras e específicas
 Evitar questões duplas
 Colocar locuções condicionais no começo das sentenças
 Evitar questões indutoras e questões carregadas
 Evitar o viés de resposta
Construindo um questionário,
continuação
 Ordem de questões
• Questionários auto-administrados
 Colocar questões mais interessantes no começo
• Entrevistas pessoais e telefônicas
 Questões demográficas antes
• Usar pergunta-funil e pergunta-filtro, se
necessário.
Reflexão crítica sobre a pesquisa com
levantamentos
 Correspondência entre comportamento relatado
e real
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• Reatividade
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• Aceitar as respostas das pessoas como verídicas, a
menos que haja razão para suspeitar do contrário.
• Usar uma abordagem multimétodos para responder
perguntas de pesquisa.
Reflexão crítica sobre a pesquisa com
levantamentos, continuação
 Correlação e causalidade
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• Três inferências causais possíveis para
qualquer correlação
 A causa B
 B causa A
 Variável C causa A e B
Reflexão crítica sobre a pesquisa com
levantamentos, continuação
 Análise de trilha
• Procedimento estatístico para separar
relações correlacionais complexas entre
variáveis
• Mediadoras
 Variáveis usadas para explicar uma correlação
entre duas variáveis
• Moderadoras
 Variáveis que afetam a direção ou intensidade de
correlação entre duas variáveis
Reflexão crítica sobre a pesquisa com
levantamentos, continuação
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Caos
trilha b trilha c
Pobreza Perturbação
trilha a (direta) psicológica
O “caos” medeia a relação entre a pobreza e a
perturbação psicológica em crianças.
Reflexão crítica sobre a pesquisa com
levantamentos, continuação
 Exemplo de análise de trilha
• Uma variável moderadora pode afetar a
direção e a intensidade dessas relações.
• Moderadores possíveis:
 Sexo da criança
 Densidade populacional (p.ex., rural, urbano)
 Características da personalidade das crianças
(p.ex., resiliência)
Reflexão crítica sobre a pesquisa com
levantamentos, continuação
 Análise de trilha
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  • 2. Pesquisa com levantamentos  Pesquisa com levantamentos • Descrever pensamentos, opiniões, sentimentos • Medir variáveis de ocorrência natural • Fazer previsões baseadas em correlações • Questionários  Conjunto predeterminado de questões • Amostra representa uma população • Examinar procedimentos e análises em busca de fontes de viés
  • 3. Amostragem na pesquisa com levantamentos  Usar amostras para representar a população maior • “Representativa”: semelhante a  Exige seleção cuidadosa da amostra  Objetivo: generalizar resultados de pesquisa de amostra representativa para a população
  • 4. Termos básicos de amostragem  População • Conjunto de todos os casos de interesse  Modelo amostral • Lista dos membros de uma população  Amostra • Subconjunto da população tirado do modelo amostral  Elemento • Cada membro da população
  • 5. Amostras tendenciosas  Em uma amostra tendenciosa • As características da amostra diferem sistematicamente das características da população. • A amostra exagera ou subestima as características de um segmento da população
  • 6. Amostras tendenciosas  Duas fontes • Viés de seleção  Os procedimentos dos pesquisadores para selecionar a amostra causam vieses • Viés da taxa de resposta  Os indivíduos selecionados para a amostra não concluem o levantamento
  • 7. Abordagens de amostragem  “Amostragem” • Procedimentos usados para obter uma amostra  Duas abordagens básicas • Amostragem não-probabilística • Amostragem probabilística
  • 8. Abordagens de amostragem, continuação  Amostragem não-probabilística • Não há garantia de que cada membro da população tenha igual chance de estar na amostra • “Amostragem de conveniência”  Indivíduos estão disponíveis e dispostos a responder ao levantamento  Exemplo: levantamentos em revistas, levantamentos feitos por estações de rádio • Amostra provavelmente não será representativa da população
  • 9. Abordagens de amostragem, continuação  Amostragem probabilística • Todos os membros da população têm igual chance de serem selecionados para o levantamento • Amostra aleatória simples  Seleção aleatória, discagem de números aleatórios • Amostra aleatória estratificada  Dividir a população em estratos e amostrar proporcionalmente  Aumenta a representatividade da amostra
  • 10. Métodos com levantamentos  Quatro métodos para obter dados com levantamentos • Levantamentos postais • Entrevistas pessoais • Entrevistas telefônicas • Levantamentos pela internet  Cada método tem vantagens e desvantagens.  Escolher o método com base na pergunta de pesquisa.
  • 11. Métodos com levantamentos, continuação  Maneiras de aumentar a taxa de resposta • Questionário deve ter um “toque pessoal”  Usar nome, e não “prezado estudante” • Exigir esforço mínimo para responder • Tema do levantamento deve ser interessante para respondentes • Respondentes devem se identificar com a organização ou patrocinador do levantamento
  • 12. Desenhos de pesquisa com levantamentos  “Desenho de pesquisa” • Plano para implementar projeto de pesquisa • Escolher método mais adequado para responder pergunta específica  Três tipos de desenhos de pesquisa com levantamentos • Desenho transversal • Desenho de amostras independentes sucessivas • Desenho longitudinal
  • 13. Desenhos de pesquisa com levantamentos, continuação  Desenho de pesquisa transversal • Selecionar amostra de uma ou mais populações de cada vez • Respostas do levantamento são usadas para  Descrever população (estatísticas descritivas)  Fazer previsões para a população (correlações) naquele momento no tempo • Comparar populações • Não consegue avaliar mudanças ao longo do tempo
  • 14. Desenhos de pesquisa com levantamentos, continuação  Desenho de amostras independentes sucessivas • Uma série de levantamentos transversais ao longo do tempo. • Uma amostra diferente da população responde o levantamento a cada vez. • Cada amostra é selecionada da mesma população. • As respostas de cada amostra são usadas para descrever mudanças na população ao longo do tempo. • Problema: amostras sucessivas incomparáveis
  • 15. Desenhos de pesquisa com levantamentos, continuação  Desenho longitudinal com levantamentos • Mesma amostra de indivíduos responde o levantamento em diferentes pontos do tempo • Avalia como os indivíduos mudam com o tempo • Respostas da amostra são generalizadas para descrever mudanças na população ao longo do tempo. • Problemas: desgaste e reatividade
  • 16. Medidas na pesquisa com levantamento  Questionários • Usados principalmente para coletar dados de levantamentos • Avaliam diferentes tipos de variáveis  Variáveis demográficas com checklists  Preferências, opiniões e posturas • Escalas de auto-avaliação • Muitas vezes, respondem usando escalas de avaliação (supondo nível intervalar de avaliação) • Todas as medidas devem ser fidedignas e válidas.
  • 17. Fidedignidade e validade  A fidedignidade se refere à coerência da mensuração. • Fidedignidade de teste-reteste  Administrar medida duas vezes à mesma amostra  Correlação elevada entre dois conjuntos de escores indica boa fidedignidade (r > 0,80)
  • 18. Fidedignidade e validade, continuação  Como aumentar a fidedignidade? • Mais questões • Maior variabilidade entre indivíduos em relação ao fator avaliado • Situação de teste livre de distrações • Instruções claras  Uma medida pode ser fidedigna e não ser válida.
  • 19. Fidedignidade e validade, continuação  A validade se refere à veracidade de uma medida. • Avalia o que pretende medir • Validade de construto  Instrumento mede o construto teórico que foi criado para medir.
  • 20. Fidedignidade e validade, continuação  Estabelecendo validade de construto: • Validade convergente  Nível em que duas medidas do mesmo construto estão correlacionadas (andam juntas) • Validade discriminante  Nível em que duas medidas de construtos diferentes não estão correlacionadas (não andam juntas)
  • 21. Construindo um questionário  Melhor escolha para selecionar uma medida • Usar medida que já se mostrou fidedigna e válida em pesquisas anteriores. • Se não encontrar material adequado, criar um questionário ou medida.  Criar um questionário fidedigno e válido não é fácil.
  • 22. Construindo um questionário, continuação  Primeiros passos importantes • Decidir que informações se devem procurar. • Decidir como administrar o questionário. • Escrever um primeiro esboço do questionário. • Reanalisar e revisar o questionário com base em orientação especializada. • Pré-testar o questionário. • Revisar resultados e editar o questionário.
  • 23. Construindo um questionário, continuação  Próximos passos: estabelecer fidedignidade e validade • Fidedignidade  Teste e reteste o questionário usando amostra e condições semelhantes ao levantamento planejado. • Validade  Convergente: administre o questionário com medidas de construtos teoricamente afins  Discriminante: administre o questionário com medidas de construtos teoricamente díspares
  • 24. Construindo um questionário, continuação  Diretrizes para escrever questões de levantamentos • Escolher como os participantes responderão  Questões de resposta livre ou fechadas • Usar vocabulário simples e familiar • Escrever questões claras e específicas  Evitar questões duplas  Colocar locuções condicionais no começo das sentenças  Evitar questões indutoras e questões carregadas  Evitar o viés de resposta
  • 25. Construindo um questionário, continuação  Ordem de questões • Questionários auto-administrados  Colocar questões mais interessantes no começo • Entrevistas pessoais e telefônicas  Questões demográficas antes • Usar pergunta-funil e pergunta-filtro, se necessário.
  • 26. Reflexão crítica sobre a pesquisa com levantamentos  Correspondência entre comportamento relatado e real • Respostas ao levantamento podem não ser verídicas. • Reatividade • Desejabilidade social • Aceitar as respostas das pessoas como verídicas, a menos que haja razão para suspeitar do contrário. • Usar uma abordagem multimétodos para responder perguntas de pesquisa.
  • 27. Reflexão crítica sobre a pesquisa com levantamentos, continuação  Correlação e causalidade • “Correlação não implica causalidade” • Três inferências causais possíveis para qualquer correlação  A causa B  B causa A  Variável C causa A e B
  • 28. Reflexão crítica sobre a pesquisa com levantamentos, continuação  Análise de trilha • Procedimento estatístico para separar relações correlacionais complexas entre variáveis • Mediadoras  Variáveis usadas para explicar uma correlação entre duas variáveis • Moderadoras  Variáveis que afetam a direção ou intensidade de correlação entre duas variáveis
  • 29. Reflexão crítica sobre a pesquisa com levantamentos, continuação Diagrama de relações diretas e indiretas Caos trilha b trilha c Pobreza Perturbação trilha a (direta) psicológica O “caos” medeia a relação entre a pobreza e a perturbação psicológica em crianças.
  • 30. Reflexão crítica sobre a pesquisa com levantamentos, continuação  Exemplo de análise de trilha • Uma variável moderadora pode afetar a direção e a intensidade dessas relações. • Moderadores possíveis:  Sexo da criança  Densidade populacional (p.ex., rural, urbano)  Características da personalidade das crianças (p.ex., resiliência)
  • 31. Reflexão crítica sobre a pesquisa com levantamentos, continuação  Análise de trilha • Ajuda-nos a entender relações entre variáveis • Mas essas relações ainda são correlacionais • Não pode fazer afirmações causais definitivas • Outras variáveis que não são testadas podem ser importantes