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Metodologia de pesquisa
“A ciência se constitui aplicando técnicas, seguindo
métodos e apoiando-se em fundamentos
epistemológicos. Tem assim elementos gerais que
são comuns a todos os processos de conhecimento
que pretenda realizar, marcando toda atividade de
pesquisa. Mas, além da possível divisão entre
Ciências Naturais e Ciências Humanas, ocorrem
diferenças significativas no modo de se praticar a
investigação científica, em decorrência da
diversidade de perspectivas epistemológicas que se
podem adotar e de enfoques diferenciados que se
podem assumir no trato com os objetos
pesquisados e eventuais aspectos que se queria
destacar” (SEVERINO, 2007, p. 117-118).
Modalidades de Pesquisa: formas de
abordagem
• Pesquisa Quantitativa: “utiliza descrição matemática para
descrever as características de um fenômeno. A estatística
faz a relação entre a teoria apresentada nos livros e os
dados observados no ambiente em que estamos
pesquisando”. Busca-se saber:
a) A relação entre variáveis (ex.: qual é a relação entre
idade, sexo e estado civil, com as faltas no trabalho?)
b) A causa (ex.: o que causa as faltas?)
c) O efeito ou consequência (ex.: qual é o efeito do novo
sistema administrativo da fábrica sobre o desempenho
dos empregados?)
d) A incidência (ex.: qual é o número de faltas por dia em
média?)
(SILVA, 2005, P. 82)
Pesquisa Qualitativa
• Para este tipo de abordagem, “o social é visto como um
mundo cheio de significados que podem ser
investigados”.
• “A linguagem das pessoas que fazem parte daquele
objeto de pesquisa (uma comunidade, uma empresa) é
usada pelo pesquisador , como se fosse matéria-prima
para confeccionar seu estudo, pois a abordagem
qualitativa tem como objeto a linguagem como das
pessoas e sua vida cotidiana, seus significados,
motivos, aspirações, atitudes, crenças e valores”
(SILVA, 2005, p. 85)
Características pesquisa qualitativa
• Qual é a percepção dos funcionários da fábrica X
sobre o novo sistema de treinamento e
reciclagem que estão recebendo?
• Qual é o significado de participar do treinamento
par ao funcionário?
• Quais são os aspectos que caracterizam a
trajetória dos funcionários mais eficazes?
• Quais os conhecimentos que os funcionários têm
sobre o novo programa de treinamento?
(SILVA, 2005, p. 85)
A pesquisa qualitativa...
• Utiliza como fontes de dados o ambiente natural,
como o cotidiano de uma fábrica, o relacionamento
entre os operários, seu modo de ser, de agir, etc. o
investigador é o instrumento de pesquisa, ele tem
que observar cada gesto, ato ou palavra dentro
daquele contexto.
• É sempre descritiva, apresentando os
acontecimentos da forma como sucederam e em que
resultaram.
• Os pesquisadores interessam-se tanto pelo processo
como pelos resultados ou produtos.
• Os pesquisadores tendem a analisar os dados
observados de forma indutiva (partindo do particular
para o geral), ou seja, da prática para a teoria.
Do ponto de vista dos objetivos, a
pesquisa pode ser:
• Pesquisa Exploratória: visa proporcionar
maior familiaridade com o problema com
vistas a torná-lo explícito ou a construir
hipóteses. Envolve levantamento bibliográfico;
entrevistas com pessoas que tiveram
experiências práticas com o problema
pesquisado; análise de exemplos que
estimulem a compreensão. Assume, em geral,
as formas de Pesquisas Bibliográficas e
Estudos de Caso.
• Pesquisa Descritiva: visa descrever as
características de determinada população ou
fenômeno ou o estabelecimento de relações
entre variáveis. Envolve o uso de técnicas
padronizadas de coleta de dados: questionário
e observação sistemática. Assume, em geral, a
forma de Levantamento.
• Pesquisa Explicativa: visa identificar os fatores
que determinam ou contribuem para a
ocorrência dos fenômenos. aprofunda o
conhecimento da realidade porque explica a
razão, o “porquê” das coisas. Quando
realizada nas ciências naturais, requer o uso
do método experimental, e nas ciências
sociais requer o uso do método observacional.
Assume, em geral, a formas de Pesquisa
Experimental e Pesquisa Expost-facto.
Do ponto de vista dos procedimentos
técnicos
• Pesquisa Bibliográfica: quando elaborada a partir de
material já publicado, constituído principalmente de
livros, artigos de periódicos e atualmente com
material disponibilizado na Internet.
• Pesquisa Documental: quando elaborada a partir de
materiais que não receberam tratamento analítico.
• Pesquisa Experimental: quando se determina um
objeto de estudo, selecionam-se as variáveis que
seriam capazes de influenciá-lo, definem-se as
formas de controle e de observação dos efeitos que
a variável produz no objeto.
• Levantamento: quando a pesquisa envolve a
interrogação direta das pessoas cujo
comportamento se deseja conhecer.
• Estudo de caso: quando envolve o estudo profundo
e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira
que se permita o seu amplo e detalhado
conhecimento.
• Pesquisa Expost-Facto: quando o “experimento” se
realiza depois dos fatos.
• Análise de conteúdo: metodologia de tratamento e
análise de informações constantes de um
documento, sob forma de discursos pronunciados
em diferentes linguagens (escritos, gestos, imagens,
orais).
• Pesquisa-Ação: quando concebida e realizada
em estreita associação com uma ação ou com a
resolução de um problema coletivo. Os
pesquisadores e participantes representativos da
situação ou do problema estão envolvidos de
modo cooperativo ou participativo.
• Pesquisa Participante: quando se desenvolve a
partir da interação entre pesquisadores e
membros das situações investigadas.
• Pesquisa Etnográfica: visa compreender, na sua
cotidianidade, os processos do dia-a-dia em suas
diversas modalidades. Trata-se de um mergulho
no microssocial, olhado com uma lente de
aumento.
Técnicas de Pesquisa
• As técnicas são procedimentos operacionais
que servem de mediação para a realização das
pesquisas. Como tais, podem ser utilizadas em
pesquisas conduzidas mediante diferentes
metodologias e fundadas em diferentes
epistemologias. Mas, obviamente, precisam
ser compatíveis com os métodos adotados e
com os paradigmas epistemológicos adotados.
(SEVERINO, 2007, p. 124)
Questionário
(GERHARDT e SILVEIRA, 2009; SILVA, 2005; DALLA VECCHIA, 2013)
• É um instrumento de coleta de dados
constituído por uma série ordenada de
perguntas que devem ser respondidas por
escrito pelo informante, sem a presença do
pesquisador. Objetiva levantar opiniões,
crenças, sentimentos, interesses, expectativas,
situações vivenciadas. A linguagem utilizada
no questionário deve ser simples e direta,
para que quem vá responder compreenda
com clareza o que está sendo perguntado.
Processo de elaboração do
questionário
• Nas questões abertas, o informante responde livremente, da
forma que desejar, e o entrevistador anota tudo o que for
declarado.
• Nas questões fechadas, o informante deve escolher uma
resposta entre as constantes de uma lista predeterminada,
indicando aquela que melhor corresponda à que deseja
fornecer. Este último caso favorece uma padronização e
uniformização dos dados coletados pelo questionário maior do
que no caso das perguntas abertas. Contudo, a maior parte
dos questionários apresenta uma proporção variável entre os
dois tipos de questões.
• As questões mistas (fechadas e abertas) são aquelas em que,
dentro de uma lista predeterminada, há um item aberto, por
exemplo, “outros”.
Perguntas fechadas
• Quais línguas você aprendeu em casa?
• ( ) Schwowisch
• ( ) Alemão Clássico (Hochdeutsch)
• ( ) Português
Perguntas Semiabertas
• Quais línguas você fala com os professores no
colégio?
• ( ) Schwowisch
• ( ) Alemão Clássico (Hochdeutsch)
• ( ) Português
• ( ) Outras. Quais?
____________________________________
Perguntas Abertas
• Qual é a sua opinião sobre o uso que se faz na
Colônia Entre Rios das diferentes línguas que a
comunidade tem à sua disposição?
Pergunta dicotômica
• Além de português, você fala também alemão
Hochdeustch?
• ( ) Sim
• ( ) Não
Entrevistas
(GIL, 1994; SEVERINO, 2007)
• Técnica de coleta de informações sobre um
determinado assunto, diretamente solicitadas
aos sujeitos pesquisados. Trata-se, portanto,
de uma interação entre pesquisador e
pesquisado. O pesquisador visa aprender o
que os sujeitos pensam, sabem, fazem,
representam e argumentam.
• Instrumentos acessórios: filmadora, gravador,
bloco para anotações e outros.
Vantagens
• A entrevista possibilita a obtenção de dados referentes aos
mais diversos aspectos da vida social;
• É uma técnica muito eficiente para a obtenção de dados em
profundidade acerca do comportamento humano;
• Os dados obtidos são suscetíveis de classificação e de
quantificação;
• Não exige que o entrevistado saiba ler e escrever;
• Possibilita a obtenção de maior número de respostas, posto
que é mais fácil de responder a um questionário do que
negar-se a ser entrevistado;
• Oferece flexibilidade muito maior, já que o entrevistador
pode esclarecer o significado das perguntas e adaptar-se
mais facilmente às pessoas e às circunstâncias em que se
desenvolve a entrevista;
• Possibilita captar a expressão corporal do entrevistado, bem
como a tonalidade de voz e a ênfase das respostas.
• O número de dados é bem maior que no caso do
questionário;
• Em vez da tabulação, é preciso fazer a transcrição de
entrevistas;
• Falta de motivação do entrevistado;
• O fornecimento de respostas falsas;
• Incapacidade ou inabilidade do entrevistado para
responder adequadamente;
• A influência exercida pelo aspecto pessoal do
entrevistador sobre o entrevistado;
• A influência das opiniões pessoais do entrevistado
sobre as respostas do entrevistado.
Desvantagens
Entrevista Estruturada
• Perguntas fixas, cuja ordem é invariável;
• As perguntas fixas permitem tratamento
quantitativo dos dados;
Entrevista aberta
• quando as questões não são pré-
determinadas. Assemelha-se mais a uma
conversa. Nem sempre reflete a realidade,
mas uma visão dele. As vantagens é que
permite coletar algo sem a devida intenção
do entrevistado, seus deslizes. As dificuldades
estão em não possuírem uma imagem fiel e
dificultar a comparação com outros dados.
Entrevista semiestruturada
• são apresentados tópicos, ao invés de
questões fechadas e permitem respostas
subjetivas, sem perder o quantitativo. É
considerada a melhor forma por se utilizar das
duas anteriores. O entrevistador segue um
guia de questões, mas deve estar preparado
para caso a entrevista mude de caminho.
Entrevista orientada
• O entrevistador focaliza sua atenção sobre
uma experiência dada e seus efeitos; isso quer
dizer que ele sabe por antecipação os tópicos
ou informações que deseja obter com a
entrevista.
Entrevista em grupo
• Pequenos grupos de entrevistados respondem
simultaneamente às questões, de maneira
informal. As respostas são organizadas
posteriormente pelo entrevistador, numa
avaliação global.
Entrevista informal
• É geralmente utilizada em estudos
exploratórios, a fim de possibilitar ao
pesquisador um conhecimento mais
aprofundado da temática que está sendo
investigada. Pode fornecer pistas para o
encaminhamento da pesquisa, a seleção de
outros informantes, ou mesmo a revisão das
hipóteses inicialmente levantadas.
ROTEIRO DE ENTREVISTA PARA O ALUNO FALANTE
NATIVO DE PORTUGUÊS OU DE ALEMÃO
•Você é descendente de suábio?
•Você é bilíngue português/alemão? Considera que fala/compreende/escreve/lê em
português e alemão com a mesma fluência? Fale sobre isso.
•Antes de ir para a escola, qual(is) língua(s) você falava: português ou alemão?
•Em casa, em que língua você e sua família utilizam na maior parte do tempo?
•Em sua família, as pessoas falam que língua(s)?
•Entre português e alemão, qual delas você considera mais difícil de aprender?
•Você gosta mais das aulas de alemão ou de português? Por quê?
•Nesta escola, você tem aula com professores falantes de português e de alemão e
professores que falam só português ou só alemão? Como é a aula do professor bilíngue?
Como é a aula do professor monolíngue?
•Você acha que a escola dá prioridade para o ensino de alemão ou ao ensino de
português? Por quê?
•A escola preocupa-se em manter a cultura alemã e disseminar a cultura brasileira
também? Ou uma delas tem preferência?
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•O que você pensa sobre o testes de proficiência em língua alemã? São importantes?
Por quê?
•Como vocês são preparados para os testes? O que você da forma como são
preparados?
Observação
• É uma técnica que faz uso dos sentidos para a
apreensão de determinados aspectos da
realidade. Ela consiste em ver, ouvir e
examinar os fatos, os fenômenos que se
pretende investigar. A técnica da observação
desempenha importante papel no contexto da
descoberta e obriga o investigador a ter um
contato mais próximo com o objeto de estudo.
Observação Simples ou assistemática
• O pesquisador permanece abstraído da situação
estudada, apenas observa de maneira espontânea
como os fatos ocorrem e controla os dados obtidos.
Nessa categoria, não se utilizam meios técnicos
especiais para coletar os dados, nem é preciso fazer
perguntas diretas aos informantes. É comumente
utilizada em casos de estudos exploratórios, nos
quais os objetivos não estão claramente
especificados; pode ser que o pesquisador sinta a
necessidade de redefinir seus objetivos ao longo do
processo. É muito apropriada para o estudo de
condutas mais manifestadas das pessoas na vida
social.
Observação sistemática/não-
participante
• Também conhecida como observação passiva.
O pesquisador não se integra ao grupo
observado, permanecendo de fora. Presencia
o fato, mas não participa dele, não se deixa
envolver pelas situações, faz mais o papel de
espectador. O procedimento tem caráter
sistemático.
Observação Participante
• O investigador participa até certo ponto como
membro da comunidade ou população pesquisada.
A ideia de sua incursão na população é ganhar a
confiança do grupo, ser influenciado pelas
características dos elementos do grupo e, ao mesmo
tempo, conscientizá-los da importância da
investigação. Este tipo de observação foi introduzido
nas ciências sociais pelos antropólogos no estudo
das chamadas sociedades primitivas. A técnica de
observação participante ocorre pelo contato direto
do pesquisador com o fenômeno observado. Obtém
informações sobre a realidade dos atores sociais em
seus próprios contextos.
Diário de campo/Notas de
campo
Diário do participante
(JONES, MARTIN-JONES e BHATT, 2000)
• É geralmente representado como uma fonte suplementar de
coleta de dados, atuando junto das observação e entrevistas.
• É caracterizado como um meio útil de verificar os relatórios dos
participantes e, às vezes, como uma forma de medir a eficiência
do contato ou identificar o padrão de atividades particulares
através do espaço e do tempo.
• É usado em ciências sociais, em estudos com adultos e em estudos
com crianças em diferentes campos de pesquisa: na educação ou
no estudo das relações de gênero, redes sociais ou a participação
nos mercados de trabalho.
• Seu uso dá primazia à introspecção, reflexão e autoanálise
detalhada do participante, o que é muito útil para a Linguística
Aplicada. Em alguns dos primeiros estudos realizados neste
campo, os alunos de línguas envolvidos na pesquisa, refletiam
sobre a experiência pela qual eles estavam passando e sobre a sua
relação com o professor e com outros alunos naquele processo de
ensino-aprendizagem.
Documentação
• É toda forma de registro e sistematização de dados,
informações, colocando-os em condições de análise
por parte do pesquisador.
• Documento é todo objeto (livro, jornal, estátua,
escultura, edifício, ferramenta, túmulo, monumento,
foto, filme, vídeo, CD, disco, etc.) que se torna suporte
material de uma informação (oral, escrita, gestual,
visual, sonora) que nele é fixada mediante técnicas
especiais (escritura, impressão, incrustação, pintura,
escultura, construção). Nessa condição, transforma-se
em fonte durável de informação sobre os fenômenos
pesquisados.
História/narrativa de vida
• Coleta as informações da vida pessoa de um
ou vários informantes. Pode assumir formas
variadas: autobiografia, memorial, crônicas,
em que se possa expressar as trajetórias
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Metodologias de Pesquisa Científica

  • 2. “A ciência se constitui aplicando técnicas, seguindo métodos e apoiando-se em fundamentos epistemológicos. Tem assim elementos gerais que são comuns a todos os processos de conhecimento que pretenda realizar, marcando toda atividade de pesquisa. Mas, além da possível divisão entre Ciências Naturais e Ciências Humanas, ocorrem diferenças significativas no modo de se praticar a investigação científica, em decorrência da diversidade de perspectivas epistemológicas que se podem adotar e de enfoques diferenciados que se podem assumir no trato com os objetos pesquisados e eventuais aspectos que se queria destacar” (SEVERINO, 2007, p. 117-118).
  • 3. Modalidades de Pesquisa: formas de abordagem • Pesquisa Quantitativa: “utiliza descrição matemática para descrever as características de um fenômeno. A estatística faz a relação entre a teoria apresentada nos livros e os dados observados no ambiente em que estamos pesquisando”. Busca-se saber: a) A relação entre variáveis (ex.: qual é a relação entre idade, sexo e estado civil, com as faltas no trabalho?) b) A causa (ex.: o que causa as faltas?) c) O efeito ou consequência (ex.: qual é o efeito do novo sistema administrativo da fábrica sobre o desempenho dos empregados?) d) A incidência (ex.: qual é o número de faltas por dia em média?) (SILVA, 2005, P. 82)
  • 4. Pesquisa Qualitativa • Para este tipo de abordagem, “o social é visto como um mundo cheio de significados que podem ser investigados”. • “A linguagem das pessoas que fazem parte daquele objeto de pesquisa (uma comunidade, uma empresa) é usada pelo pesquisador , como se fosse matéria-prima para confeccionar seu estudo, pois a abordagem qualitativa tem como objeto a linguagem como das pessoas e sua vida cotidiana, seus significados, motivos, aspirações, atitudes, crenças e valores” (SILVA, 2005, p. 85)
  • 5. Características pesquisa qualitativa • Qual é a percepção dos funcionários da fábrica X sobre o novo sistema de treinamento e reciclagem que estão recebendo? • Qual é o significado de participar do treinamento par ao funcionário? • Quais são os aspectos que caracterizam a trajetória dos funcionários mais eficazes? • Quais os conhecimentos que os funcionários têm sobre o novo programa de treinamento? (SILVA, 2005, p. 85)
  • 6. A pesquisa qualitativa... • Utiliza como fontes de dados o ambiente natural, como o cotidiano de uma fábrica, o relacionamento entre os operários, seu modo de ser, de agir, etc. o investigador é o instrumento de pesquisa, ele tem que observar cada gesto, ato ou palavra dentro daquele contexto. • É sempre descritiva, apresentando os acontecimentos da forma como sucederam e em que resultaram. • Os pesquisadores interessam-se tanto pelo processo como pelos resultados ou produtos. • Os pesquisadores tendem a analisar os dados observados de forma indutiva (partindo do particular para o geral), ou seja, da prática para a teoria.
  • 7. Do ponto de vista dos objetivos, a pesquisa pode ser: • Pesquisa Exploratória: visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou a construir hipóteses. Envolve levantamento bibliográfico; entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado; análise de exemplos que estimulem a compreensão. Assume, em geral, as formas de Pesquisas Bibliográficas e Estudos de Caso.
  • 8. • Pesquisa Descritiva: visa descrever as características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionário e observação sistemática. Assume, em geral, a forma de Levantamento.
  • 9. • Pesquisa Explicativa: visa identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. aprofunda o conhecimento da realidade porque explica a razão, o “porquê” das coisas. Quando realizada nas ciências naturais, requer o uso do método experimental, e nas ciências sociais requer o uso do método observacional. Assume, em geral, a formas de Pesquisa Experimental e Pesquisa Expost-facto.
  • 10. Do ponto de vista dos procedimentos técnicos • Pesquisa Bibliográfica: quando elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e atualmente com material disponibilizado na Internet. • Pesquisa Documental: quando elaborada a partir de materiais que não receberam tratamento analítico. • Pesquisa Experimental: quando se determina um objeto de estudo, selecionam-se as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo, definem-se as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto.
  • 11. • Levantamento: quando a pesquisa envolve a interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. • Estudo de caso: quando envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento. • Pesquisa Expost-Facto: quando o “experimento” se realiza depois dos fatos. • Análise de conteúdo: metodologia de tratamento e análise de informações constantes de um documento, sob forma de discursos pronunciados em diferentes linguagens (escritos, gestos, imagens, orais).
  • 12. • Pesquisa-Ação: quando concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo. Os pesquisadores e participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. • Pesquisa Participante: quando se desenvolve a partir da interação entre pesquisadores e membros das situações investigadas. • Pesquisa Etnográfica: visa compreender, na sua cotidianidade, os processos do dia-a-dia em suas diversas modalidades. Trata-se de um mergulho no microssocial, olhado com uma lente de aumento.
  • 13. Técnicas de Pesquisa • As técnicas são procedimentos operacionais que servem de mediação para a realização das pesquisas. Como tais, podem ser utilizadas em pesquisas conduzidas mediante diferentes metodologias e fundadas em diferentes epistemologias. Mas, obviamente, precisam ser compatíveis com os métodos adotados e com os paradigmas epistemológicos adotados. (SEVERINO, 2007, p. 124)
  • 14. Questionário (GERHARDT e SILVEIRA, 2009; SILVA, 2005; DALLA VECCHIA, 2013) • É um instrumento de coleta de dados constituído por uma série ordenada de perguntas que devem ser respondidas por escrito pelo informante, sem a presença do pesquisador. Objetiva levantar opiniões, crenças, sentimentos, interesses, expectativas, situações vivenciadas. A linguagem utilizada no questionário deve ser simples e direta, para que quem vá responder compreenda com clareza o que está sendo perguntado.
  • 15.
  • 16.
  • 17. Processo de elaboração do questionário • Nas questões abertas, o informante responde livremente, da forma que desejar, e o entrevistador anota tudo o que for declarado. • Nas questões fechadas, o informante deve escolher uma resposta entre as constantes de uma lista predeterminada, indicando aquela que melhor corresponda à que deseja fornecer. Este último caso favorece uma padronização e uniformização dos dados coletados pelo questionário maior do que no caso das perguntas abertas. Contudo, a maior parte dos questionários apresenta uma proporção variável entre os dois tipos de questões. • As questões mistas (fechadas e abertas) são aquelas em que, dentro de uma lista predeterminada, há um item aberto, por exemplo, “outros”.
  • 18. Perguntas fechadas • Quais línguas você aprendeu em casa? • ( ) Schwowisch • ( ) Alemão Clássico (Hochdeutsch) • ( ) Português
  • 19. Perguntas Semiabertas • Quais línguas você fala com os professores no colégio? • ( ) Schwowisch • ( ) Alemão Clássico (Hochdeutsch) • ( ) Português • ( ) Outras. Quais? ____________________________________
  • 20. Perguntas Abertas • Qual é a sua opinião sobre o uso que se faz na Colônia Entre Rios das diferentes línguas que a comunidade tem à sua disposição?
  • 21. Pergunta dicotômica • Além de português, você fala também alemão Hochdeustch? • ( ) Sim • ( ) Não
  • 22. Entrevistas (GIL, 1994; SEVERINO, 2007) • Técnica de coleta de informações sobre um determinado assunto, diretamente solicitadas aos sujeitos pesquisados. Trata-se, portanto, de uma interação entre pesquisador e pesquisado. O pesquisador visa aprender o que os sujeitos pensam, sabem, fazem, representam e argumentam. • Instrumentos acessórios: filmadora, gravador, bloco para anotações e outros.
  • 23. Vantagens • A entrevista possibilita a obtenção de dados referentes aos mais diversos aspectos da vida social; • É uma técnica muito eficiente para a obtenção de dados em profundidade acerca do comportamento humano; • Os dados obtidos são suscetíveis de classificação e de quantificação; • Não exige que o entrevistado saiba ler e escrever; • Possibilita a obtenção de maior número de respostas, posto que é mais fácil de responder a um questionário do que negar-se a ser entrevistado; • Oferece flexibilidade muito maior, já que o entrevistador pode esclarecer o significado das perguntas e adaptar-se mais facilmente às pessoas e às circunstâncias em que se desenvolve a entrevista; • Possibilita captar a expressão corporal do entrevistado, bem como a tonalidade de voz e a ênfase das respostas.
  • 24. • O número de dados é bem maior que no caso do questionário; • Em vez da tabulação, é preciso fazer a transcrição de entrevistas; • Falta de motivação do entrevistado; • O fornecimento de respostas falsas; • Incapacidade ou inabilidade do entrevistado para responder adequadamente; • A influência exercida pelo aspecto pessoal do entrevistador sobre o entrevistado; • A influência das opiniões pessoais do entrevistado sobre as respostas do entrevistado. Desvantagens
  • 25. Entrevista Estruturada • Perguntas fixas, cuja ordem é invariável; • As perguntas fixas permitem tratamento quantitativo dos dados;
  • 26. Entrevista aberta • quando as questões não são pré- determinadas. Assemelha-se mais a uma conversa. Nem sempre reflete a realidade, mas uma visão dele. As vantagens é que permite coletar algo sem a devida intenção do entrevistado, seus deslizes. As dificuldades estão em não possuírem uma imagem fiel e dificultar a comparação com outros dados.
  • 27. Entrevista semiestruturada • são apresentados tópicos, ao invés de questões fechadas e permitem respostas subjetivas, sem perder o quantitativo. É considerada a melhor forma por se utilizar das duas anteriores. O entrevistador segue um guia de questões, mas deve estar preparado para caso a entrevista mude de caminho.
  • 28. Entrevista orientada • O entrevistador focaliza sua atenção sobre uma experiência dada e seus efeitos; isso quer dizer que ele sabe por antecipação os tópicos ou informações que deseja obter com a entrevista.
  • 29. Entrevista em grupo • Pequenos grupos de entrevistados respondem simultaneamente às questões, de maneira informal. As respostas são organizadas posteriormente pelo entrevistador, numa avaliação global.
  • 30. Entrevista informal • É geralmente utilizada em estudos exploratórios, a fim de possibilitar ao pesquisador um conhecimento mais aprofundado da temática que está sendo investigada. Pode fornecer pistas para o encaminhamento da pesquisa, a seleção de outros informantes, ou mesmo a revisão das hipóteses inicialmente levantadas.
  • 31. ROTEIRO DE ENTREVISTA PARA O ALUNO FALANTE NATIVO DE PORTUGUÊS OU DE ALEMÃO •Você é descendente de suábio? •Você é bilíngue português/alemão? Considera que fala/compreende/escreve/lê em português e alemão com a mesma fluência? Fale sobre isso. •Antes de ir para a escola, qual(is) língua(s) você falava: português ou alemão? •Em casa, em que língua você e sua família utilizam na maior parte do tempo? •Em sua família, as pessoas falam que língua(s)? •Entre português e alemão, qual delas você considera mais difícil de aprender? •Você gosta mais das aulas de alemão ou de português? Por quê? •Nesta escola, você tem aula com professores falantes de português e de alemão e professores que falam só português ou só alemão? Como é a aula do professor bilíngue? Como é a aula do professor monolíngue? •Você acha que a escola dá prioridade para o ensino de alemão ou ao ensino de português? Por quê? •A escola preocupa-se em manter a cultura alemã e disseminar a cultura brasileira também? Ou uma delas tem preferência? •Você mistura as línguas que fala? •O que você pensa sobre o testes de proficiência em língua alemã? São importantes? Por quê? •Como vocês são preparados para os testes? O que você da forma como são preparados?
  • 32. Observação • É uma técnica que faz uso dos sentidos para a apreensão de determinados aspectos da realidade. Ela consiste em ver, ouvir e examinar os fatos, os fenômenos que se pretende investigar. A técnica da observação desempenha importante papel no contexto da descoberta e obriga o investigador a ter um contato mais próximo com o objeto de estudo.
  • 33. Observação Simples ou assistemática • O pesquisador permanece abstraído da situação estudada, apenas observa de maneira espontânea como os fatos ocorrem e controla os dados obtidos. Nessa categoria, não se utilizam meios técnicos especiais para coletar os dados, nem é preciso fazer perguntas diretas aos informantes. É comumente utilizada em casos de estudos exploratórios, nos quais os objetivos não estão claramente especificados; pode ser que o pesquisador sinta a necessidade de redefinir seus objetivos ao longo do processo. É muito apropriada para o estudo de condutas mais manifestadas das pessoas na vida social.
  • 34. Observação sistemática/não- participante • Também conhecida como observação passiva. O pesquisador não se integra ao grupo observado, permanecendo de fora. Presencia o fato, mas não participa dele, não se deixa envolver pelas situações, faz mais o papel de espectador. O procedimento tem caráter sistemático.
  • 35. Observação Participante • O investigador participa até certo ponto como membro da comunidade ou população pesquisada. A ideia de sua incursão na população é ganhar a confiança do grupo, ser influenciado pelas características dos elementos do grupo e, ao mesmo tempo, conscientizá-los da importância da investigação. Este tipo de observação foi introduzido nas ciências sociais pelos antropólogos no estudo das chamadas sociedades primitivas. A técnica de observação participante ocorre pelo contato direto do pesquisador com o fenômeno observado. Obtém informações sobre a realidade dos atores sociais em seus próprios contextos.
  • 37. Diário do participante (JONES, MARTIN-JONES e BHATT, 2000) • É geralmente representado como uma fonte suplementar de coleta de dados, atuando junto das observação e entrevistas. • É caracterizado como um meio útil de verificar os relatórios dos participantes e, às vezes, como uma forma de medir a eficiência do contato ou identificar o padrão de atividades particulares através do espaço e do tempo. • É usado em ciências sociais, em estudos com adultos e em estudos com crianças em diferentes campos de pesquisa: na educação ou no estudo das relações de gênero, redes sociais ou a participação nos mercados de trabalho. • Seu uso dá primazia à introspecção, reflexão e autoanálise detalhada do participante, o que é muito útil para a Linguística Aplicada. Em alguns dos primeiros estudos realizados neste campo, os alunos de línguas envolvidos na pesquisa, refletiam sobre a experiência pela qual eles estavam passando e sobre a sua relação com o professor e com outros alunos naquele processo de ensino-aprendizagem.
  • 38. Documentação • É toda forma de registro e sistematização de dados, informações, colocando-os em condições de análise por parte do pesquisador. • Documento é todo objeto (livro, jornal, estátua, escultura, edifício, ferramenta, túmulo, monumento, foto, filme, vídeo, CD, disco, etc.) que se torna suporte material de uma informação (oral, escrita, gestual, visual, sonora) que nele é fixada mediante técnicas especiais (escritura, impressão, incrustação, pintura, escultura, construção). Nessa condição, transforma-se em fonte durável de informação sobre os fenômenos pesquisados.
  • 39. História/narrativa de vida • Coleta as informações da vida pessoa de um ou vários informantes. Pode assumir formas variadas: autobiografia, memorial, crônicas, em que se possa expressar as trajetórias pessoais dos sujeitos.