Aula reforma psiquiátrica

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  • Os antipsiquiátricos responderam com esse projeto, de cunho atécnico e antimédico, que obstou a tramitação do plano da APB: passaram-se 10 anos até que o projeto fosse aprovado, e ainda assim quase inteiramente descaracterizado
    Pode-se crer que os burocratas apoiaram o projeto anarquista porque ele era menos dispendioso e permitia que o poder federal repassasse o encargo para os municípios, livrando-se das responsabilidades que havia assumido desde 1930.
  • Aula reforma psiquiátrica

    1. 1. REFORMA PSIQUIÁTRICA Professor Aroldo Gavioli
    2. 2. A Nave dos Loucos é uma pintura do artista flamengo Hieronymus Bosch (1450 — 1516).
    3. 3. INGLATERRA – (~1950)
    4. 4. França
    5. 5. Estados Unidos - 1960
    6. 6. Italia (1960)
    7. 7. Franco Basaglia
    8. 8.  Denúncia  violência dos manicômios,  mercantilização da loucura,  hegemonia de uma rede privada de assistência Foco: DOENTE MENTAL Foco: DOENTE MENTAL
    9. 9. Colônia Juliano Moreira
    10. 10. Fim da década de 1990 208 CAPS hospitais psiquiátricos = ~ 93% dos recursos do MS para a Saúde Mental
    11. 11.  Lei Federal 10.216     redireciona a assistência em saúde mental privilegiando o oferecimento de tratamento em serviços de base comunitária, dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais, mas não institui mecanismos claros para a progressiva extinção dos manicômios novo impulso e novo ritmo para o processo de Reforma Psiquiátrica no Brasil
    12. 12. Ano - Leitos HP 1996 -72514 1997 -71041 1998 -70323 1999 -66393 2000 -60868 2001 -52962 2002- 51393 2003 -48303 2004 -45814 2005 -42076 Fontes : Até o ano 2000, SIH/SUS. Em 2001, SIH/SUS, corrigido. Em 2002-2003, SIH/SUS, Coordenação Geral de Saúde Mental e Coordenações Estaduais. Em 2004-2005, PRH/CNES.
    13. 13. “ Saúde Mental direito e compromisso de todos: consolidar avanços e enfrentar desafios” Cresceu  complexidade, 46.000 pessoas 46.000 pessoas  multidimensionalidade e  pluralidade das necessidades em saúde mental, permanente atualização e diversificação das formas de mobilização e articulação política, de gestão, financiamento, normatização, avaliação e construção de estratégias inovadoras e intersetoriais de cuidado
    14. 14. integralidade do cuidado social e da saúde em geral  interfaces:   direitos humanos,  assistência social,  educação,  justiça,  trabalho  economia solidária,  habitação,  cultura,  lazer  esportes, etc.
    15. 15.  Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.DAPE. Coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental : 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, novembro de 2005.

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