SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 83
Baixar para ler offline
PESL - Programa de Ensino de Software Livre
   Departamento de Ciˆ ncia e Tecnologia
                        e
                                ˜
      Universidade Federal de Sao Paulo
               ˜    ´
             Sao Jose dos Campos




       ¸˜
Introducao ao LaTex

     WU CHUN AN


   Fevereiro de 2012




                                                1
¸˜
Introducao

      ´ A
O que e LTEX?
                       ´ A       ´
  Antes de saber o que e o L TEX e preciso conhecer o TEX.




                                                             2
¸˜
Introducao

      ´ A
O que e LTEX?
                       ´ A       ´
  Antes de saber o que e o L TEX e preciso conhecer o TEX.

      ´
O que e TEX?
         ´                                          ´
   O TEX e um programa criado por Donald Knuth na decada de
                                                      ˜
70 com a finalidade de aumentar a qualidade de impressao
                              ´       ´
com base nas impressoras da epoca e e utilizado para
                    ´            ´
processar textos e formulas matematicas.




                                                              3
¸˜
Introducao

      ´ A
O que e LTEX?
                       ´ A       ´
  Antes de saber o que e o L TEX e preciso conhecer o TEX.

      ´
O que e TEX?
         ´                                          ´
   O TEX e um programa criado por Donald Knuth na decada de
                                                      ˜
70 com a finalidade de aumentar a qualidade de impressao
                              ´       ´
com base nas impressoras da epoca e e utilizado para
                    ´            ´
processar textos e formulas matematicas.

         ´                   ´
  LaTeX e um programa que reune comandos que utilizam o
TeX como base de processamento e foi criado por Leslie
             ´
Lamport na decada de 80 com o objetivo de facilitar o uso do
         ´                                 ¸˜
TeX atraves de comandos para diferentes funcoes.


                                                               4
¸˜
Introducao


   Os programas de processamento de texto podem ser
                                                   ´
divididos em duas classes: classe visual e classe logico.




                                                            5
¸˜
Introducao


   Os programas de processamento de texto podem ser
                                                   ´
divididos em duas classes: classe visual e classe logico.

Classe Visual
   Nestes processadores de texto, existe um menu
apresentando os recursos que podem ser usados, sendo
                  ´
selecionados atraves do mouse. O texto que vocˆ digita na
                                                e
     ´
tela e a mesma forma que vai ser impresso. Ex: Microsoft Office
Word e OpenOffice Writer.




                                                                 6
¸˜
Introducao



        ´
Classe Logico
                                   ´
   Nesta categoria o processamento e feito em duas etapas
distintas.
                                                        ¸˜
      1) O texto a ser impresso e os comandos de formatacao
    ˜
   sao escritos em um arquivo fonte com o uso de um editor.




                                                              7
¸˜
Introducao



        ´
Classe Logico
                                   ´
   Nesta categoria o processamento e feito em duas etapas
distintas.
                                                        ¸˜
      1) O texto a ser impresso e os comandos de formatacao
    ˜
   sao escritos em um arquivo fonte com o uso de um editor.
                                ´
     2) Em seguida este arquivo e compilado e gera uma
   arquivo de sa´da que pode ser visualizado. Ex: HTML.
                ı




                                                              8
¸˜
Introducao

   Programas deste tipo podem parecer inicialmente mais
complicados do que os do outro tipo, mas apresentam uma
 ´                        ¸˜
serie de vantagens em relacao aos processadores de texto,
como por exemplo:
                       ¸˜
  • Mudancas na formatacao do texto inteiro com apenas a
         ¸
mudanca de alguns comandos.
      ¸




                                                            9
¸˜
Introducao

   Programas deste tipo podem parecer inicialmente mais
complicados do que os do outro tipo, mas apresentam uma
 ´                        ¸˜
serie de vantagens em relacao aos processadores de texto,
como por exemplo:
                         ¸˜
  • Mudancas na formatacao do texto inteiro com apenas a
           ¸
mudanca de alguns comandos.
        ¸
             ¸˜       ´        ´           ¸˜          ¸˜
  • Numeracao automatica de formulas, secoes, definicoes,
exemplos e teoremas, o que permite que vocˆ faca mudancas
                                            e ¸           ¸
                                     ´               ´
na ordem do texto sem que seja necessario trocar os numeros
dos itens.




                                                              10
¸˜
Introducao

   Programas deste tipo podem parecer inicialmente mais
complicados do que os do outro tipo, mas apresentam uma
 ´                        ¸˜
serie de vantagens em relacao aos processadores de texto,
como por exemplo:
                          ¸˜
  • Mudancas na formatacao do texto inteiro com apenas a
            ¸
mudanca de alguns comandos.
        ¸
              ¸˜        ´       ´          ¸˜          ¸˜
  • Numeracao automatica de formulas, secoes, definicoes,
exemplos e teoremas, o que permite que vocˆ faca mudancas
                                            e ¸           ¸
                                      ´              ´
na ordem do texto sem que seja necessario trocar os numeros
dos itens.
                 ´
  • Escrita de formulas complexas usando apenas comandos,
               +∞
                       2
por exemplo,        e−x dx, e impressa com o comando
                            ´
               −∞
$int_{-infty}ˆ{+infty} eˆ{-xˆ2}dx$


                                                              11
¸˜
Introducao
    Os comandos LaTeX foram criados com base em diversos
                         ¸˜
estudos sobre diagramacao. Isto foi importante para fazer com
que o LaTeX entenda o que o autor deseja fazer. Geralmente, o
          ´
autor esta trabalhando com a um processador visual, ele
                           ˜
comete muitos erros por nao conseguir conciliar uma boa
     ´                       ´
estetica com uma estrutura logica e bem compreens´vel.
                                                     ı
                        ´                 ´
Utilizando o LaTeX, que e um processador logico, o autor se
            ´
preocupara mais com o conteudo.´




                                                                12
¸˜
Introducao
    Os comandos LaTeX foram criados com base em diversos
                         ¸˜
estudos sobre diagramacao. Isto foi importante para fazer com
que o LaTeX entenda o que o autor deseja fazer. Geralmente, o
          ´
autor esta trabalhando com a um processador visual, ele
                           ˜
comete muitos erros por nao conseguir conciliar uma boa
     ´                       ´
estetica com uma estrutura logica e bem compreens´vel.
                                                     ı
                        ´                 ´
Utilizando o LaTeX, que e um processador logico, o autor se
            ´
preocupara mais com o conteudo.´

            ´                 ´
    O L TEX e um programa de codigo aberto, por isso existem
      A
  ´                 ¸˜
varias implementacoes. Usamos uma implementacao    ¸˜
                                  ´
chamada MikTEX, uma interface grafica junto com um editor de
textos chamada TeXnicCenter, e um visualizador Adobe Reader.
                        ˜                  ´ ˜
Todos estes programas sao ”freeware”, isto e, sao gratuitos e
podem trabalhar juntos como se fossem um so.  ´


                                                                13
¸˜
Introducao


                                  ´    ´
    Um arquivo fonte do L TEX contem alem do texto a ser
                         A
processado, comandos que indicam como o texto deve ser
                       ˜
processado. Palavras sao separadas por um ou mais espacos.
                                                         ¸
     ´       ˜
Paragrafos sao separados por uma ou mais linhas em branco. A
  ı     ˜ ´
sa´da nao e afetada por espacos extras ou por linhas em
                                ¸
branco extras.

                                    ˜
   A maioria dos comandos do L TEX sao iniciados com o
                               A
                                    ´
caracter ”backslash”(ou barra contrario). Uma backslash
sozinha produz um espaco.
                       ¸




                                                               14
Texto, Comandos e Ambientes


Arquivo Fonte
                                                    ˜
  Todo arquivo fonte L TEX, normalmente tem a extensao .tex.
                     A



Comando - Preˆ mbulo
             a
          a         ˜
   No preˆ mbulo estao comandos que especificam parˆ metros
                                                        a
globais para o processamento do texto. Ex: tipo de documento,
formato do papel, altura e largura do texto, a forma de sa´da
                                                            ı
      ´                        ¸˜
das paginas com a sua paginacao, cabecalhos e rodapes
                                          ¸               ´
        ´
automaticos.




                                                                15
Texto, Comandos e Ambientes



Comando - Preˆ mbulo
             a
  O preˆ mbulo deve conter pelo menos o comando
       a

                 ¸˜
documentclass[opcoes]{estilo}

      ˜                                              ˜
. Se nao existem outros comandos no preˆ mbulo, entao LATEX
                                        a
                                ˜                ´
seleciona valores standard (padroes) para as variaveis que
determinam o formato global do texto.




                                                              16
Texto, Comandos e Ambientes


  ¸˜
Opcoes
                   ¸˜     ˜
   Algumas das opcoes sao: 10pt, 11pt ou 12pt para o tamanho
base das letras usadas no texto, a4paper se o papel for A4
                       ˜ ´         ´                    ¸˜
(para o papel letter, nao e necessario nenhuma indicacao),
landscape para a impressao  ˜ no modo paisagem, twocolumn
               ˜
para a impressao em duas colunas, twoside para a impressao   ˜
nos dois lados do papel, titlepage para que no estilo article seja
               ´
gerada uma pagina separada com o t´tulo.ı

Estilo
   O estilo pode ser: article, amsart, report, book ou letter




                                                                     17
Texto, Comandos e Ambientes



Ambiente verbatim
  O texto anterior foi conseguido com o uso do ambiente
verbatim (significa ao pe da letra).

    begin{verbatim}
        Tudo que estiver dentro deste ambiente
        e impresso exatamente como foi digitado.
     end{verbatim}




                                                          18
Texto, Comandos e Ambientes
Ambiente do documento
  Todo documento comeca e termina com
                     ¸

    begin{document}
        Conte´do...
             u
    end{document}
                ´    ˜
  Todo conteudo que nao estiver dentro do ambiente
            ˜                            ˜
document nao sera considerado, ou seja, nao aparecera no
arquivo de sa´da.
              ı




                                                           19
Texto, Comandos e Ambientes
Ambiente do documento
  Todo documento comeca e termina com
                     ¸

    begin{document}
        Conte´do...
             u
    end{document}
                ´    ˜
  Todo conteudo que nao estiver dentro do ambiente
            ˜                            ˜
document nao sera considerado, ou seja, nao aparecera no
arquivo de sa´da.
              ı
Alguns caracteres especiais
                ˜
  Lembre-se de nao digitar nenhum dos 10 caracteres
especiais

    % & $ # _ { } ˆ ˜ 
  No caso do uso de backslash, exceto como um comando!
                                                           20
Texto, Comandos e Ambientes

  Alguns exemplos de Comandos globais:

usepackage[brazil]{babel}
                                                 ¸˜
   Indica para usar o pacote babel, com a opcao de l´ngua
                                                     ı
brazil, faz com que ele gere datas e nomes como Cap´tulo,
                                                    ı
Bibliografia em portuguˆ s com estilo brasileiro.
                        e


usepackage{graphicx,color}
   Indica para usar os pacotes graficx e color, que permitem
incluir figuras e colorir o texto.




                                                              21
Texto, Comandos e Ambientes

usepackage[latin1]{inputenc}
                                                ¸˜
  Indica para usar o pacote inputenc com a opcao latin1,
                         ¸˜
que define uma codificacao para os caracteres em que os
         ˜
acentos sao digitados diretamente pelo teclado.


usepackage{amsthm,amsfonts}
  Indica para usar os pacotes da American Mathematical
Society amsthm e amsfonts. O primeiro, entre outras coisas,
define um estilo para a escrita dos teoremas e o segundo
adiciona alguns estilos de letras, por exemplo R,C e N foram
geradas com $mathbb{R}$, $mathbb{C}$ e $mathbb{N}$
                 ¸˜
por causa da adicao deste pacote.


                                                               22
¸˜
Formas de exibicao de texto
Tipos de letras



                                                  ¸˜
   O L TEXpermite uma variedade de formas de exibicao de
      A
texto tais como mudar o tamanho e o tipo das letras, centralizar,
criar diferentes tipos de listas, entre outras.

Estilo
                                  ´
textit{Unifesp} produz Unifesp italico;
textbf{Unifesp} produz Unifesp negrito;
textsf{Unifesp} produz Unifesp sans serif;
textrm{Unifesp} produz Unifesp romano;
                                     ´
texttt{Unifesp} produz Unifesp maquina de escrever;
textsc{Unifesp} produz U NIFESP caixa alta.




                                                                    23
Tipos de letras

Tamanho
{tiny Unifesp}         produz Unifesp;
{scriptsize Unifesp} produz Unifesp;
{footnotesize Unifesp} produz Unifesp;
{small Unifesp}        produz Unifesp;
{large Unifesp}        produz Unifesp;
{Large Unifesp}        produz Unifesp;
{LARGE Unifesp}        produz Unifesp;
{huge Unifesp}         produz   Unifesp;
{Huge Unifesp}         produz   Unifesp.

                                            24
Tipos de letras

Tamanho




                  25
Texto com cores

Comando
                         ´
  Para escrever em cores e preciso colocar no preˆ mbulo o
                                                 a
comando usepackage{graphicx,color}.

Modo de usar 1
    Podemos usar o comando textcolor{cor}{texto} para
colorir o texto desejado.
Ex:
textcolor{red}{sangue} produz sangue.
textcolor{blue}{oceano} produz oceano.
                                    ˜
textcolor{green}{lim˜o} produz limao.
                          a
textcolor{gray}{cimento} produz cimento.



                                                             26
Texto com cores



Modo de usar 2
        ´
    Tambem podemos usar o comando {color{cor1}texto}
para colorir o texto desejado.
Ex:
{color{brown}madeira} produz madeira.
{color{orange}laranja} produz laranja.
{color{violet}ultravioleta} produz ultravioleta.
                                                  ´
{color{magenta}que cor ´ essa?} produz que cor e essa?.
                              e




                                                           27
Centralizar e Indentar
Centralizar
  Usamos o comando begin{center} para iniciar e
end{center} para finalizar.
  Exemplo:

    begin{center}
        AAA  BBB  ldots  NNN
    end{center}

produz

                          AAA
                          BBB
                           ...
                          NNN


                                                   28
Centralizar e Indentar


Indentar
  Usamos o comando begin{quote} para iniciar e
end{quote} para finalizar.
  Exemplo:

    begin{quote}
    Texto a ser indentado.
    end{quote}

produz
   Texto a ser indentado.




                                                  29
Listas

   Existe alguns tipos de listas em L TEX : itemize, enumerate e
                                    A
outras.
itemize
begin{itemize}
item Os itens s˜o precedidos por $bullet$;
                a
item Os itens s˜o separados por um espaco adicional.
                a                       ¸
end{itemize}

produz
                ˜
    • Os itens sao precedidos por •;
                ˜
    • Os itens sao separados por um espaco adicional.
                                        ¸




                                                                   30
¸˜
Teoremas, proposicoes, etc
Comando
newtheorem{ambiente}{t´tulo}
                       ı
  Este comando define um ambiente para a escrita de
                  ¸˜                      ´
teoremas, proposicoes, onde ambiente e um apelido para o
            ı     ´    ı            ´
ambiente e t´tulo e o t´tulo que sera impresso no in´cio do texto,
                                                    ı
                              ´
como Teorema, Lema, Corolario, etc. Veja alguns exemplos:
newtheorem{theorem}{Teorema}[section]
newtheorem{lemma}[theorem]{Lema}
newtheorem{proposition}[theorem]{Proposic˜o}
                                           ¸a
newtheorem{corollary}[theorem]{Corol´rio}
                                      a
newtheorem{definition}[theorem]{Definic˜o}
                                        ¸a
newtheorem{property}[theorem]{Propriedade}
newtheorem{remark}[theorem]{Observac˜o}
                                    ¸a
newtheorem{example}[theorem]{Exemplo}
newtheorem{exercise}[theorem]{Exerc´cio}
                                    ı
                                                                     31
¸˜
Teoremas, proposicoes, etc
   No caso define ambientes com apelidos theorem, lemma,
                           ¸˜ ´        ´
proposition, ... . A numeracao e automatica e o argumento
                                                    ¸˜
theorem faz com que outros ambientes sigam a numeracao do
ambiente theorem. O argumento [section] faz com que
      ¸     ´           ¸˜           ´
apareca o numero da secao junto ao numero do teorema.
Exemplo
begin{theorem}[CHUTE]
    C´lculo Hipot´tico Universal T´cnico Estimativo
     a           e                e
    ´ bastante usado para fazer provas alternativas.
    e
end{theorem}




                                                            32
´            ´
Formulas matematicas
       ´             ´
   As formulas matematicas podem ser digitadas tanto
no meio de um texto ou em destaque. Isto significa que o L TEX
                                                          A
                                                ´       ´
deve ser informado que o texto que vem a seguir e uma formula
         ´
e tambem quando ela termina e o texto normal recomeca. ¸

No meio de um texto
              ´            ´     ´
   Quando a formula matematica e inserida no meio de um
                    ´    ´
texto, o modo matematico e iniciado e terminado com o sinal
de $.

Em destaque
                                ´              ´        ´
   Quando queremos destacar a formula matemetica, isto e, a
 ´                                   ¸˜
formula num espaco para chamar atencao, o modo
                 ¸
       ´    ´
matematico e iniciado e terminado com dois sinal de $$.


                                                                33
´            ´
Formulas matematicas



            ´
Exemplo da formula no meio de um texto
Uma equac˜o de segundo grau ´ da forma
        ¸a                  e
$axˆ2+bx+c = 0$.

produz

Uma equacao de segundo grau e da forma ax 2 + bx + c = 0.
        ¸˜                  ´




                                                            34
´
Formulas matematicas


Exemplo da formula em destaque
    A soluc˜o para equac˜o de segundo
          ¸a            ¸a
    grau e dada pela f´rmula
                      o
    $$x=frac{-bpmsqrt{bˆ2-4ac}}{2a}.$$

produz

      ¸˜           ¸˜                               ´
A solucao para equacao de segundo grau e dada pela formula

                        −b ±    b2 − 4ac
                   x=                    .
                               2a




                                                             35
¸˜
Enumerando equacoes


                 ¸˜
  O ambiente equacao numera automaticamente as
    ¸˜
equacoes.

Comando equation
    begin{equation}
        E=mcˆ2
    end{equation}

produz
                       E = mc 2                  (1)




                                                       36
¸˜
Referenciando equacoes e/ou figuras




                ´
   Vocˆ tambem pode usar comando label{nome} e
        e
                                      ´
ref{nome} (ou eqref{nome} provem do pacote amsmath)
                         ˜
para referenciar equacoes. Ao uso do comando ref{nome}
                       ¸
                  ¸˜
resulta a indicacao 1; se for uso do comando eqref{nome}
                  ¸˜
resulta a indicacao (1). Veja o exemplo.




                                                            37
¸˜
Referenciando equacoes e/ou figuras

Comando label e ref
                                                    ¸˜
   Este comando pode ser usado para referenciar equacoes
e/ou figuras.

    begin{equation}label{EqRelatividade}
        E=mcˆ2
    end{equation}

A equac˜o ref{EqRelatividade} ´ formulada
      ¸a                       e
pelo Albert Einstein.

produz
                           E = mc 2                        (2)
      ¸˜    ´
A equacao 2 e formulada pelo Albert Einstein.


                                                                 38
¸˜
Referenciando equacoes e/ou figuras

Comando label e eqref
                ´
  Este comando so pode ser usado para referenciar
     ¸˜
equacoes.

    begin{equation}label{EqRelat}
        E=mcˆ2
    end{equation}

A equac˜o eqref{EqRelat} ´ formulada
      ¸a                  e
pelo Albert Einstein.

produz
                           E = mc 2                 (3)
      ¸˜      ´
A equacao (3) e formulada pelo Albert Einstein.


                                                          39
Expoentes e ´ndices
            ı



Expoentes
  Para escrever algo em expoente, utilizamos o caracter ˆ. Este
caracter indica o 1o proximo caracter e um expoente.
                       ´              ´

´ndices
I
  Para escrever algo em expoente, utilizamos o caracter _. Este
caracter indica o 1o proximo caracter e um ´ndice.
                       ´              ´    ı




                                                                  40
Expoentes e ´ndices
            ı




Alguns exemplos
    xˆ2, xˆ{yˆ2},a_1, H_2O,xˆ2_n, xˆ{y_1}

produz
                         2
                  x 2 , x y , a1 , H2 O, xn , x y1
                                          2




                                                     41
¸˜
Fracao




Caracter / e comando frac
                ¸˜
   Pequenas fracoes no meio do texto pode usar o caracter /,
como $(x+y)/2$ produz (x + y)/2.
           ¸˜
   Para fracoes mais complexa utiliza-se do comando
frac{numerador}{denominador}, como
$frac{(x+y)}{2}$ produz (x+y)
                             2




                                                               42
Ra´zes
  ı


Ra´z
  ı
                          ´                ´
   A ra´z quadrada normal e produzida atravez do comando
       ı                                        √
sqrt{radicando}, como $sqrt{4}=2$ produz 4 = 2.


       ´
Ra´z n-esima
  ı
                    ´
   Para as ra´zes n-esimas acrescenta-se o argumento [n] antes
             ı
do radicando. Veja como funciona: $sqrt[3]{8}=2$ produz
√
3
  8=2




                                                                 43
´
Somatorios e Integrais


     ´
Somatorio
          ´   ´                                         ´
  O somatorio e obtido pelo comando sum. Se o somatorio for
no meio de um texto, os limites ficam fora do lugar. Ex:
$sum_{i=0}ˆn a_i$ produz n ai . i=0


Integral
             ´
  O integral e obtido pelo comando int. Se o integral for no
meio de um texto, os limites ficam fora do lugar. Ex:
                              n
$int_0ˆnf(x)dx$ produz 0 f (x)dx.




                                                                44
´
Somatorios e Integrais
                                    ´
    Para arrumar os limites da somatoria e do integral podemos
utilizar o comando limits ou displaystyle
Comando limits
                                         n
  $sumlimits_{i=0}ˆna_i$ produz             ai .
                                        i=0




Comando displaystyle
                                                     b
  $displaystyleint_aˆbf(x) dx$ produz                  f (x)dx.
                                                     a

                         ˜    ´
   Em modo destaque nao ha necessidade do uso deste dois
comandos, pois L TEX interpreta e coloca os limites no seu devido
               A
lugar.

                                                                    45
Coeficientes binomiais


Coeficientes binomiais
                           ´             ´
  Os coeficientes binomiais e obtido atraves do comando
choose. Exemplo:

    $${n+1choose k}={nchoose k}+{nchoose k-1}$$

produz

                   n+1       n     n
                         =     +
                    k        k   k −1




                                                         46
´
Pontos, Espacos e Texto no modo matematico
            ¸

Pontos
    Os comando cdots , ldots , vdots e ddots produzem
                           ¸˜
trˆ s pontos, sendo as posicoes delas no meio, embaixo, vertical,
  e
diagonal.

Espacos
    ¸
  Os comando quad e qquad produz espacos no modo
                                         ¸
matematico, sendo o 2o produz espaco maior que o 1o .
      ´                           ¸

Texto
  O comando mbox{} deve ser usado para produzir textos em
          ´
modo matematico.



                                                                    47
´
Pontos, Espacos e Texto no modo matematico
            ¸
Pontos
     Os comando cdots , ldots , vdots e ddots produzem
                . .
· · · , . . . , . , . ..
                .

Espacos e texto
    ¸
$$
x_1=frac{-b-sqrt{bˆ2-4ac}}{2a} quadmbox{e}quad
x_2=frac{-b+sqrt{bˆ2-4ac}}{2a}.
$$

produz

                −b −    b2 − 4ac            −b +    b2 − 4ac
         x1 =                      e x2 =                    .
                       2a                          2a


                                                                 48
´
S´mbolos matematico
 ı
                               ´       ˜
   Em L TEX , os s´mbolos matematicos sao impressos com o
      A           ı
nome do s´mbolo depois de uma barra invertida. Os seus nomes
           ı
 ˜                                           ´
sao semelhantes aos seus significados matematicos.




                                                               49
´
S´mbolos matematico
 ı




                      50
´
S´mbolos matematico
 ı




                      51
´
S´mbolos matematico
 ı




                      52
´
S´mbolos matematico
 ı




                      53
´
S´mbolos matematico
 ı




                      54
´
S´mbolos matematico
 ı




                      55
Matrizes

               ˜
  As matrizes sao produzidas com o uso do ambiente array.

Ambiente array
                                       ˜
  Os elementos de uma mesma linha sao separados pelo
                        ˜                    ´       ´
caracter & e as linhas sao separadas por . E necessario passar
para o L TE                                            ´
       A X como as colunas devem ser alinhadas. Isto e feito
em seguida ao comando que inicia o ambiente.

Argumentos de alinhamento do array
  Para alinhamento de um array, usamos r, c e l onde r significa
`                          `
a direita, c no centro e l a esquerda.




                                                                   56
Matrizes

Exemplo
$$
A=left[begin{array}{rcl}
-1&3&0
2&4&-2
4&-8&9
end{array}right]


produz                       
                      −1 3 0
                 A =  2 4 −2 
                       4 −8 9



                                  57
¸˜           ¸˜
Equacoes e Inequacoes multilinhas


              ¸˜          ¸˜       ´
   Para equacoes ou inequacoes em varias linhas pode-se usar
os seguintes ambientes:

Ambiente eqnarray e eqnarray*
begin{eqnarray}                begin{eqnarray*}
    linha 1                        linha 1
    ...                              ...
    linha n                          linha n
end{eqnarray}                   end{eqnarray*}

  A diferenca do eqnarray para eqnarray* e o 1o enumera a
           ¸                             ´
equacao
     ¸ ˜ e o 2o omite a enumeracao.
                                ¸ ˜




                                                               58
¸˜           ¸˜
Equacoes e Inequacoes multilinhas




Comando nonumber
             ´                     ´
  Como proprio nome disse ”sem numero”. Para toda linha de
       ¸˜                                    ˜
equacao se colocar o comando nonumber, nao numerara   ´
                      ¸˜      ´                        ¸˜
aquela linha de equacao. Isto e bastante usado nas equacoes
                         ¸˜
multilines devido a equacao ser muito longa.




                                                              59
¸˜           ¸˜
Equacoes e Inequacoes multilinhas

Exemplo
begin{eqnarray}
    lefteqn{(a+b+c)ˆ3=}nonumber
    & &aˆ3+3aˆ2b+3abˆ2+bˆ3+3acˆ2+nonumber
    & &3bcˆ2+3aˆ2c+6abc+3bˆ2c+cˆ3
end{eqnarray}

produz

           (a + b + c)3 =
              a 3 + 3a 2 b + 3ab2 + b3 + 3ac 2 +
              3bc 2 + 3a 2 c + 6abc + 3b2 c + c 3   (4)



                                                          60
¸˜             ¸˜
Sistemas de Equacoes com Numeracao de cada
      ¸˜
Equacao
                       ¸˜               ¸˜
  Para sistemas de equacoes com numeracao de cada
     ¸˜ ´         ´
equacao e necessario colocar no preˆ mbulo
                                   a
usepackage{empheq,amsmath}.
Exemplo
   begin{empheq}[left=empheqlbrace]{align}
     y(0) = 1, quad y’(0) = 2
     y’’(x) = -y(x)+x+1
   end{empheq}

produz
                   y(0) = 1,   y (0) = 2            (5)
                   y (x) = −y(x) + x + 1            (6)


                                                          61
´
Formulas dentro de uma moldura


      ´
  As formulas podem ser colocadas dentro de uma moldura
usando comando fbox
Exemplo
fbox{$int(f+g)=int f+int g$}

produz

                     (f + g) =   f+   g




                                                          62
Figuras
             ˜
  • O L TEX nao pode gerar imagens diretamente, por isso
      A
vamos precisar de alguma ajuda extra: temos que carregar o
pacote usepackage{graphicx} no preˆ mbulo do nosso
                                       a
documento.




                                                             63
Figuras
             ˜
  • O L TEX nao pode gerar imagens diretamente, por isso
      A
vamos precisar de alguma ajuda extra: temos que carregar o
pacote usepackage{graphicx} no preˆ mbulo do nosso
                                       a
documento.
Compilando com pdflatex
             ´
  Se vocˆ esta compilando com pdflatex para produzir um PDF,
        e
vocˆ tem uma escolha mais ampla. Vocˆ pode inserir:
   e                                e

• JPG: Amplamente utilizado na Internet, cˆ meras digitais, etc...
                                          a
      ˜
Eles sao a melhor escolha se vocˆ deseja inserir fotos.
                                e

                                              ˜
• PNG: Um formato muito comum (mesmo que nao tanto como
      ´                         ´
JPG), e um formato sem perdas e e a melhor escolha para os
diagramas.


                                                                     64
Ambiente figure


                                                       ´
   Este ambiente oferece a possibilidade da figura, que e
produzida com o ambiente picture ou importada com o
                                                    ´
comando includegraphics, ter uma legenda e alem disso,
flutuar no texto se colocando num local em que a perda de
      ¸        ı              ´
espaco seja m´nima. A sintaxe e a seguinte:

Ambiente figure
begin{figure}[onde]
        figura
        caption{Texto da figura}
end{figure}




                                                           65
Ambiente figure
Argumento onde


                                               ´
  O argumento onde especifica o local, onde e permitido a
      ¸˜
colocacao da figura, ou seja, consiste de zero a quatro letras
com os seguintes significados:

Argumento Onde
•[h] aqui.
•[t] em cima.
•[b] em baixo.
               ´
•[p] em uma pagina separada.

   Vale a pena observar que as letras devem ser colocados na
ordem de prioridade.



                                                                66
Inserir figura
          ¸˜
Nenhuma opcao definida




   Para inserir figura, precisa utilizar o ambiente figure.

Ambiente figura
     begin{figure}
         includegraphics{mario}
     end{figure}

  Usando comando includegraphics{mario} L TEX importa
                                                A
                                ˜
figura no seu tamanho original, nao importando se passa da
margem definida do documento ou nao.  ˜




                                                            67
Inserir figura
          ¸˜
Nenhuma opcao definida

Exemplo




                        68
Inserir figura
  ¸˜
Opcao scale




       ¸˜                       ´
   A opcao scale permite o usuario definir a escala desejada
no documento. Se o valor fosse 0.5, reduz a imagem pela
metade, 2 para o dobro.

  ¸˜
Opcao scale
begin{figure}
  includegraphics[scale=0.5]{mario}
end{figure}




                                                              69
Inserir figura
  ¸˜
Opcao scale

Exemplo




                70
Inserir figura
  ¸˜
Opcao widgh




        ¸˜                                 ´
   A opcao widgh e height permite que o usuario defina qual
a largura e altura em cm da figura no documento. Vale a pena
                                  ´      ´
observar que este comando tambem mantem a escala da
figura.

  ¸˜
Opcao width
begin{figure}
  includegraphics[width=2.5cm]{mario}
end{figure}




                                                              71
Inserir figura
  ¸˜
Opcao widgh




Exemplo




                72
Inserir figura
  ¸˜
Opcao angle




       ¸˜
  A opcao angle permite girar a figura em determinados graus
                   ´
em sentido anti-horario.
  ¸˜
Opcao angle
begin{figure}
  includegraphics[scale=0.5, angle=180]{mario}
end{figure}




                                                              73
Inserir figura
  ¸˜
Opcao angle

Exemplo




                74
T´tulo
 ı



                        ´
  O t´tulo do documento e gerado com os comandos:
     ı

Comando para t´tulo
              ı
    title{t´tulo do texto}
            ı
    author{nome do autor}
    maketitle
                         ´                ´
  Com estes comandos tambem a data atual e impressa. O
comando date{texto} coloca o texto no lugar da data atual.




                                                              75
¸˜
Cap´tulos e secoes
   ı



              ˜
  O L TEX dispoe os comandos seguintes para produzir um
     A
                       ´        ¨
seccionamento automatico e sequencial:

Comandos
    chapter{t´tulo}
              ı
    section{t´tulo}
              ı
    subsection{t´tulo}
                 ı




                                                          76
Bibliografia

   Para se gerar uma bibliografia em um documento, e ´
        ´                                    ´
necessario criar um arquivo na pasta onde esta o arquivo fonte
            ˜
com extensao .bib contendo um banco de dados
         ´
bibliograficos. As entradas deste banco de dados devem ter a
forma:
Banco de dado para bibliografia
    @TIPO{apelido,
        AUTHOR = "Fulano de Tal",
        TITLE = "O T´tulo Tal",
                    ı
        PUBLISHER = "A Editora",
        ADDRESS = "Cidade Tal",
        . . .
        YEAR = "1998" }



                                                                 77
Bibliografia
   O TIPO pode ser BOOK (para livros), ARTICLE (para artigos),
INCOLLECTION (para partes de um livro), PROCEEDINGS (para
                                                          ´
artigo em atas de congressos) ou TECHREPORT (para relatorios
 ´                  ¸˜
tecnicos). A publicacao vai ser citada no documento com o
comando cite{apelido}. Cada TIPO de entrada tem um
                             ´
conjunto de campos obrigatorio e outro conjunto de campos
opcional.




                                                                 78
Bibliografia
    O TIPO pode ser BOOK (para livros), ARTICLE (para artigos),
INCOLLECTION (para partes de um livro), PROCEEDINGS (para
                                                           ´
artigo em atas de congressos) ou TECHREPORT (para relatorios
  ´                  ¸˜
tecnicos). A publicacao vai ser citada no documento com o
comando cite{apelido}. Cada TIPO de entrada tem um
                             ´
conjunto de campos obrigatorio e outro conjunto de campos
opcional.
      ´                              ´       ´
    Alem do banco de dados bibliograficos, e necessario´
colocar no preˆ mbulo o comando
               a
bibliographystyle{plain} e no local do documento
colocar o comando bibliography{arquivo}, onde arquivo
 ´                                                       ˜
e o nome do arquivo de banco de dados sem a extensao .bib.




                                                                  79
Bibliografia
    O TIPO pode ser BOOK (para livros), ARTICLE (para artigos),
INCOLLECTION (para partes de um livro), PROCEEDINGS (para
                                                           ´
artigo em atas de congressos) ou TECHREPORT (para relatorios
  ´                  ¸˜
tecnicos). A publicacao vai ser citada no documento com o
comando cite{apelido}. Cada TIPO de entrada tem um
                             ´
conjunto de campos obrigatorio e outro conjunto de campos
opcional.
      ´                              ´       ´
    Alem do banco de dados bibliograficos, e necessario´
colocar no preˆ mbulo o comando
               a
bibliographystyle{plain} e no local do documento
colocar o comando bibliography{arquivo}, onde arquivo
 ´                                                       ˜
e o nome do arquivo de banco de dados sem a extensao .bib.
                                                  ˜
    Nem todas as entradas do banco de dados vao aparecer
na bibliografia do documento. Somente aquelas que foram
referenciadas no texto com o comando cite{apelido}.


                                                                  80
Agradecimento e Apoio

Agradecimento
    Agradecimento ao Prof. Dr. Marcelo Dias Passos pelo
incentivo do uso de L TEX , por responder as duvidas,
                    A                         ´
                                                        ˜
compartilharem as experiˆ ncias em L TEX e pelas dicas nao so
                            e         A                      ´
                            ´
nesse trabalho mas tambem em aula.
    Agradecimento ao Prof. Dr. Erwin Doescher por responder as
  ´                     ˜      ´                      ´
duvidas e pelas dica nao so nesse trabalho mas tambem em
aula.
                                                ¸˜
    Agradecimento ao Prof. Dr. Arlindo Conceicao pela
                    ¸˜       ˜   ´                        ´
paciˆ ncia e orientacao nao so nesse trabalho mas tambem em
     e
aula.
                                              ¨    ¨
    Agradecimento aos discentes Catarina Proglhof, Christopher
  ´
Padua, Desiree Maldonado e Paulo Cabral pelas colaboracoes  ¸˜
no trabalho e na bagunca. ¸


                                                                 81
Agradecimento e Apoio




Apoio
  UNIFESP e PESL




                        82
Referˆ ncia
     e




       ¸˜
Informacoes na internet
http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX




                                     83

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Estatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de Frequências
Estatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de FrequênciasEstatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de Frequências
Estatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de FrequênciasMarcus Araújo
 
Transformada de Fourrier
Transformada de FourrierTransformada de Fourrier
Transformada de FourrierJoão Batista
 
Topicos de econometria de séries temporais 2020_1
Topicos de econometria de séries temporais 2020_1Topicos de econometria de séries temporais 2020_1
Topicos de econometria de séries temporais 2020_1Adriano Figueiredo
 
101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas
101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas
101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemasHenrique Farias
 
Estatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear Simples
Estatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear SimplesEstatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear Simples
Estatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear SimplesMarcus Araújo
 
96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade
96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade
96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andradeJosé Aldanilo Paraiba
 
Aula espaço vetorial
Aula espaço vetorialAula espaço vetorial
Aula espaço vetorialTuane Paixão
 
Tabela completa de derivadas e integrais
Tabela completa de derivadas e integraisTabela completa de derivadas e integrais
Tabela completa de derivadas e integraisDiego Rodrigues Vaz
 
Análise de Algoritmos - Indução Finita
Análise de Algoritmos - Indução FinitaAnálise de Algoritmos - Indução Finita
Análise de Algoritmos - Indução FinitaDelacyr Ferreira
 

Mais procurados (20)

Séries temporais
Séries temporaisSéries temporais
Séries temporais
 
Estatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de Frequências
Estatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de FrequênciasEstatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de Frequências
Estatística Aplicada à Administração - Aula 05: Distribuição de Frequências
 
Árvores balanceadas - AVL
Árvores balanceadas - AVLÁrvores balanceadas - AVL
Árvores balanceadas - AVL
 
Transformada de Fourrier
Transformada de FourrierTransformada de Fourrier
Transformada de Fourrier
 
Topicos de econometria de séries temporais 2020_1
Topicos de econometria de séries temporais 2020_1Topicos de econometria de séries temporais 2020_1
Topicos de econometria de séries temporais 2020_1
 
101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas
101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas
101545233 exercicios-resolvidos-de-sinais-e-sistemas
 
flexão composta
flexão compostaflexão composta
flexão composta
 
Aula 04 séries estatísticas
Aula 04   séries estatísticasAula 04   séries estatísticas
Aula 04 séries estatísticas
 
Estatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear Simples
Estatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear SimplesEstatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear Simples
Estatística Aplicada à Administração - Aula 19: Regressão Linear Simples
 
Lecture 1
Lecture 1Lecture 1
Lecture 1
 
03 raizes
03 raizes03 raizes
03 raizes
 
Distribuicao continua
Distribuicao continuaDistribuicao continua
Distribuicao continua
 
96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade
96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade
96166676 introd-algebra-exercicios-resolvidos-3-lenimar-n-andrade
 
Aula espaço vetorial
Aula espaço vetorialAula espaço vetorial
Aula espaço vetorial
 
Princípios de Estatística Inferencial - II
Princípios de Estatística Inferencial - IIPrincípios de Estatística Inferencial - II
Princípios de Estatística Inferencial - II
 
Tabela completa de derivadas e integrais
Tabela completa de derivadas e integraisTabela completa de derivadas e integrais
Tabela completa de derivadas e integrais
 
distribuição-t-student
distribuição-t-studentdistribuição-t-student
distribuição-t-student
 
Exercícios de Geometria Analítica
Exercícios de Geometria AnalíticaExercícios de Geometria Analítica
Exercícios de Geometria Analítica
 
Análise de Algoritmos - Indução Finita
Análise de Algoritmos - Indução FinitaAnálise de Algoritmos - Indução Finita
Análise de Algoritmos - Indução Finita
 
07 tabela-de-derivadas-e-integrais
07 tabela-de-derivadas-e-integrais07 tabela-de-derivadas-e-integrais
07 tabela-de-derivadas-e-integrais
 

Semelhante a Pesl latex

Semelhante a Pesl latex (20)

Tutorial latex 2011
Tutorial latex 2011Tutorial latex 2011
Tutorial latex 2011
 
Minicurso LaTeX
Minicurso LaTeXMinicurso LaTeX
Minicurso LaTeX
 
Introdução ao Latex
Introdução ao LatexIntrodução ao Latex
Introdução ao Latex
 
Minicurso - Introdução ao LaTeX
Minicurso - Introdução ao LaTeXMinicurso - Introdução ao LaTeX
Minicurso - Introdução ao LaTeX
 
Processador de texto
Processador de textoProcessador de texto
Processador de texto
 
Introdução ao LaTeX - Mini-Curso da XI SACSIS
Introdução ao LaTeX - Mini-Curso da XI SACSISIntrodução ao LaTeX - Mini-Curso da XI SACSIS
Introdução ao LaTeX - Mini-Curso da XI SACSIS
 
Noções Básicas do Software dos Computadores Digitais
Noções Básicas do Software dos Computadores DigitaisNoções Básicas do Software dos Computadores Digitais
Noções Básicas do Software dos Computadores Digitais
 
Tic linux niv
Tic linux nivTic linux niv
Tic linux niv
 
Cursolatex
CursolatexCursolatex
Cursolatex
 
Sap – stablility and abstract principle
Sap – stablility and abstract principleSap – stablility and abstract principle
Sap – stablility and abstract principle
 
Linguagem C e Dev-C++ Algumas Explicações
Linguagem C e Dev-C++  Algumas ExplicaçõesLinguagem C e Dev-C++  Algumas Explicações
Linguagem C e Dev-C++ Algumas Explicações
 
Programação em Shell Script
Programação em Shell ScriptProgramação em Shell Script
Programação em Shell Script
 
Algoritmos - Aula 03 - Necessidade Do Uso da Logica
Algoritmos - Aula 03 - Necessidade Do Uso da LogicaAlgoritmos - Aula 03 - Necessidade Do Uso da Logica
Algoritmos - Aula 03 - Necessidade Do Uso da Logica
 
Aprenda a programar-luciano_ramalho
Aprenda a programar-luciano_ramalhoAprenda a programar-luciano_ramalho
Aprenda a programar-luciano_ramalho
 
Introducao ao LaTeX
Introducao ao LaTeXIntroducao ao LaTeX
Introducao ao LaTeX
 
Apostila linguagem pascal
Apostila linguagem pascalApostila linguagem pascal
Apostila linguagem pascal
 
Slide 4 - PROGRAMAÇÃO.pptx
Slide 4 - PROGRAMAÇÃO.pptxSlide 4 - PROGRAMAÇÃO.pptx
Slide 4 - PROGRAMAÇÃO.pptx
 
Cap02
Cap02Cap02
Cap02
 
Cap02
Cap02Cap02
Cap02
 
Cap02
Cap02Cap02
Cap02
 

Mais de PeslPinguim

Introdução ao Arduino
Introdução ao ArduinoIntrodução ao Arduino
Introdução ao ArduinoPeslPinguim
 
Aula 4 redes Inclusão Digital
Aula 4 redes Inclusão DigitalAula 4 redes Inclusão Digital
Aula 4 redes Inclusão DigitalPeslPinguim
 
Aula 3 parte 2 software Inclusão Digital
Aula 3 parte 2 software Inclusão DigitalAula 3 parte 2 software Inclusão Digital
Aula 3 parte 2 software Inclusão DigitalPeslPinguim
 
Aula 3 software Inclusão Digital
Aula 3 software Inclusão DigitalAula 3 software Inclusão Digital
Aula 3 software Inclusão DigitalPeslPinguim
 
Aula 2 parte 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 parte 2 hardware Inclusão DigitalAula 2 parte 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 parte 2 hardware Inclusão DigitalPeslPinguim
 
Aula 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 hardware Inclusão DigitalAula 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 hardware Inclusão DigitalPeslPinguim
 
Aula 1 apresentacao
Aula 1 apresentacaoAula 1 apresentacao
Aula 1 apresentacaoPeslPinguim
 
Aula 5 internet Inclusão Digital
Aula 5 internet Inclusão DigitalAula 5 internet Inclusão Digital
Aula 5 internet Inclusão DigitalPeslPinguim
 
Apresentação1_
Apresentação1_Apresentação1_
Apresentação1_PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 10
Curso Básico de Java - Aula 10Curso Básico de Java - Aula 10
Curso Básico de Java - Aula 10PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 5
Curso Básico de Java - Aula 5Curso Básico de Java - Aula 5
Curso Básico de Java - Aula 5PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 4
Curso Básico de Java - Aula 4Curso Básico de Java - Aula 4
Curso Básico de Java - Aula 4PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 1
Curso Básico de Java - Aula 1Curso Básico de Java - Aula 1
Curso Básico de Java - Aula 1PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 7
Curso Básico de Java - Aula 7Curso Básico de Java - Aula 7
Curso Básico de Java - Aula 7PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 3
Curso Básico de Java - Aula 3Curso Básico de Java - Aula 3
Curso Básico de Java - Aula 3PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 2
Curso Básico de Java - Aula 2Curso Básico de Java - Aula 2
Curso Básico de Java - Aula 2PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 9
Curso Básico de Java - Aula 9Curso Básico de Java - Aula 9
Curso Básico de Java - Aula 9PeslPinguim
 
Curso Básico de Java - Aula 8
Curso Básico de Java - Aula 8 Curso Básico de Java - Aula 8
Curso Básico de Java - Aula 8 PeslPinguim
 
Eletrônica aplicada - interruptor sonoro
Eletrônica aplicada - interruptor sonoroEletrônica aplicada - interruptor sonoro
Eletrônica aplicada - interruptor sonoroPeslPinguim
 

Mais de PeslPinguim (20)

Introdução ao Arduino
Introdução ao ArduinoIntrodução ao Arduino
Introdução ao Arduino
 
Aula 4 redes Inclusão Digital
Aula 4 redes Inclusão DigitalAula 4 redes Inclusão Digital
Aula 4 redes Inclusão Digital
 
Aula 3 parte 2 software Inclusão Digital
Aula 3 parte 2 software Inclusão DigitalAula 3 parte 2 software Inclusão Digital
Aula 3 parte 2 software Inclusão Digital
 
Aula 3 software Inclusão Digital
Aula 3 software Inclusão DigitalAula 3 software Inclusão Digital
Aula 3 software Inclusão Digital
 
Aula 2 parte 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 parte 2 hardware Inclusão DigitalAula 2 parte 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 parte 2 hardware Inclusão Digital
 
Aula 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 hardware Inclusão DigitalAula 2 hardware Inclusão Digital
Aula 2 hardware Inclusão Digital
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Aula 1 apresentacao
Aula 1 apresentacaoAula 1 apresentacao
Aula 1 apresentacao
 
Aula 5 internet Inclusão Digital
Aula 5 internet Inclusão DigitalAula 5 internet Inclusão Digital
Aula 5 internet Inclusão Digital
 
Apresentação1_
Apresentação1_Apresentação1_
Apresentação1_
 
Curso Básico de Java - Aula 10
Curso Básico de Java - Aula 10Curso Básico de Java - Aula 10
Curso Básico de Java - Aula 10
 
Curso Básico de Java - Aula 5
Curso Básico de Java - Aula 5Curso Básico de Java - Aula 5
Curso Básico de Java - Aula 5
 
Curso Básico de Java - Aula 4
Curso Básico de Java - Aula 4Curso Básico de Java - Aula 4
Curso Básico de Java - Aula 4
 
Curso Básico de Java - Aula 1
Curso Básico de Java - Aula 1Curso Básico de Java - Aula 1
Curso Básico de Java - Aula 1
 
Curso Básico de Java - Aula 7
Curso Básico de Java - Aula 7Curso Básico de Java - Aula 7
Curso Básico de Java - Aula 7
 
Curso Básico de Java - Aula 3
Curso Básico de Java - Aula 3Curso Básico de Java - Aula 3
Curso Básico de Java - Aula 3
 
Curso Básico de Java - Aula 2
Curso Básico de Java - Aula 2Curso Básico de Java - Aula 2
Curso Básico de Java - Aula 2
 
Curso Básico de Java - Aula 9
Curso Básico de Java - Aula 9Curso Básico de Java - Aula 9
Curso Básico de Java - Aula 9
 
Curso Básico de Java - Aula 8
Curso Básico de Java - Aula 8 Curso Básico de Java - Aula 8
Curso Básico de Java - Aula 8
 
Eletrônica aplicada - interruptor sonoro
Eletrônica aplicada - interruptor sonoroEletrônica aplicada - interruptor sonoro
Eletrônica aplicada - interruptor sonoro
 

Último

Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETODouglasVasconcelosMa
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no textoMariaPauladeSouzaTur
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaeliana862656
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 

Último (20)

Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Os Ratos - Dyonelio Machado FUVEST 2025
Os Ratos  -  Dyonelio Machado  FUVEST 2025Os Ratos  -  Dyonelio Machado  FUVEST 2025
Os Ratos - Dyonelio Machado FUVEST 2025
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no texto
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escrita
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 

Pesl latex

  • 1. PESL - Programa de Ensino de Software Livre Departamento de Ciˆ ncia e Tecnologia e ˜ Universidade Federal de Sao Paulo ˜ ´ Sao Jose dos Campos ¸˜ Introducao ao LaTex WU CHUN AN Fevereiro de 2012 1
  • 2. ¸˜ Introducao ´ A O que e LTEX? ´ A ´ Antes de saber o que e o L TEX e preciso conhecer o TEX. 2
  • 3. ¸˜ Introducao ´ A O que e LTEX? ´ A ´ Antes de saber o que e o L TEX e preciso conhecer o TEX. ´ O que e TEX? ´ ´ O TEX e um programa criado por Donald Knuth na decada de ˜ 70 com a finalidade de aumentar a qualidade de impressao ´ ´ com base nas impressoras da epoca e e utilizado para ´ ´ processar textos e formulas matematicas. 3
  • 4. ¸˜ Introducao ´ A O que e LTEX? ´ A ´ Antes de saber o que e o L TEX e preciso conhecer o TEX. ´ O que e TEX? ´ ´ O TEX e um programa criado por Donald Knuth na decada de ˜ 70 com a finalidade de aumentar a qualidade de impressao ´ ´ com base nas impressoras da epoca e e utilizado para ´ ´ processar textos e formulas matematicas. ´ ´ LaTeX e um programa que reune comandos que utilizam o TeX como base de processamento e foi criado por Leslie ´ Lamport na decada de 80 com o objetivo de facilitar o uso do ´ ¸˜ TeX atraves de comandos para diferentes funcoes. 4
  • 5. ¸˜ Introducao Os programas de processamento de texto podem ser ´ divididos em duas classes: classe visual e classe logico. 5
  • 6. ¸˜ Introducao Os programas de processamento de texto podem ser ´ divididos em duas classes: classe visual e classe logico. Classe Visual Nestes processadores de texto, existe um menu apresentando os recursos que podem ser usados, sendo ´ selecionados atraves do mouse. O texto que vocˆ digita na e ´ tela e a mesma forma que vai ser impresso. Ex: Microsoft Office Word e OpenOffice Writer. 6
  • 7. ¸˜ Introducao ´ Classe Logico ´ Nesta categoria o processamento e feito em duas etapas distintas. ¸˜ 1) O texto a ser impresso e os comandos de formatacao ˜ sao escritos em um arquivo fonte com o uso de um editor. 7
  • 8. ¸˜ Introducao ´ Classe Logico ´ Nesta categoria o processamento e feito em duas etapas distintas. ¸˜ 1) O texto a ser impresso e os comandos de formatacao ˜ sao escritos em um arquivo fonte com o uso de um editor. ´ 2) Em seguida este arquivo e compilado e gera uma arquivo de sa´da que pode ser visualizado. Ex: HTML. ı 8
  • 9. ¸˜ Introducao Programas deste tipo podem parecer inicialmente mais complicados do que os do outro tipo, mas apresentam uma ´ ¸˜ serie de vantagens em relacao aos processadores de texto, como por exemplo: ¸˜ • Mudancas na formatacao do texto inteiro com apenas a ¸ mudanca de alguns comandos. ¸ 9
  • 10. ¸˜ Introducao Programas deste tipo podem parecer inicialmente mais complicados do que os do outro tipo, mas apresentam uma ´ ¸˜ serie de vantagens em relacao aos processadores de texto, como por exemplo: ¸˜ • Mudancas na formatacao do texto inteiro com apenas a ¸ mudanca de alguns comandos. ¸ ¸˜ ´ ´ ¸˜ ¸˜ • Numeracao automatica de formulas, secoes, definicoes, exemplos e teoremas, o que permite que vocˆ faca mudancas e ¸ ¸ ´ ´ na ordem do texto sem que seja necessario trocar os numeros dos itens. 10
  • 11. ¸˜ Introducao Programas deste tipo podem parecer inicialmente mais complicados do que os do outro tipo, mas apresentam uma ´ ¸˜ serie de vantagens em relacao aos processadores de texto, como por exemplo: ¸˜ • Mudancas na formatacao do texto inteiro com apenas a ¸ mudanca de alguns comandos. ¸ ¸˜ ´ ´ ¸˜ ¸˜ • Numeracao automatica de formulas, secoes, definicoes, exemplos e teoremas, o que permite que vocˆ faca mudancas e ¸ ¸ ´ ´ na ordem do texto sem que seja necessario trocar os numeros dos itens. ´ • Escrita de formulas complexas usando apenas comandos, +∞ 2 por exemplo, e−x dx, e impressa com o comando ´ −∞ $int_{-infty}ˆ{+infty} eˆ{-xˆ2}dx$ 11
  • 12. ¸˜ Introducao Os comandos LaTeX foram criados com base em diversos ¸˜ estudos sobre diagramacao. Isto foi importante para fazer com que o LaTeX entenda o que o autor deseja fazer. Geralmente, o ´ autor esta trabalhando com a um processador visual, ele ˜ comete muitos erros por nao conseguir conciliar uma boa ´ ´ estetica com uma estrutura logica e bem compreens´vel. ı ´ ´ Utilizando o LaTeX, que e um processador logico, o autor se ´ preocupara mais com o conteudo.´ 12
  • 13. ¸˜ Introducao Os comandos LaTeX foram criados com base em diversos ¸˜ estudos sobre diagramacao. Isto foi importante para fazer com que o LaTeX entenda o que o autor deseja fazer. Geralmente, o ´ autor esta trabalhando com a um processador visual, ele ˜ comete muitos erros por nao conseguir conciliar uma boa ´ ´ estetica com uma estrutura logica e bem compreens´vel. ı ´ ´ Utilizando o LaTeX, que e um processador logico, o autor se ´ preocupara mais com o conteudo.´ ´ ´ O L TEX e um programa de codigo aberto, por isso existem A ´ ¸˜ varias implementacoes. Usamos uma implementacao ¸˜ ´ chamada MikTEX, uma interface grafica junto com um editor de textos chamada TeXnicCenter, e um visualizador Adobe Reader. ˜ ´ ˜ Todos estes programas sao ”freeware”, isto e, sao gratuitos e podem trabalhar juntos como se fossem um so. ´ 13
  • 14. ¸˜ Introducao ´ ´ Um arquivo fonte do L TEX contem alem do texto a ser A processado, comandos que indicam como o texto deve ser ˜ processado. Palavras sao separadas por um ou mais espacos. ¸ ´ ˜ Paragrafos sao separados por uma ou mais linhas em branco. A ı ˜ ´ sa´da nao e afetada por espacos extras ou por linhas em ¸ branco extras. ˜ A maioria dos comandos do L TEX sao iniciados com o A ´ caracter ”backslash”(ou barra contrario). Uma backslash sozinha produz um espaco. ¸ 14
  • 15. Texto, Comandos e Ambientes Arquivo Fonte ˜ Todo arquivo fonte L TEX, normalmente tem a extensao .tex. A Comando - Preˆ mbulo a a ˜ No preˆ mbulo estao comandos que especificam parˆ metros a globais para o processamento do texto. Ex: tipo de documento, formato do papel, altura e largura do texto, a forma de sa´da ı ´ ¸˜ das paginas com a sua paginacao, cabecalhos e rodapes ¸ ´ ´ automaticos. 15
  • 16. Texto, Comandos e Ambientes Comando - Preˆ mbulo a O preˆ mbulo deve conter pelo menos o comando a ¸˜ documentclass[opcoes]{estilo} ˜ ˜ . Se nao existem outros comandos no preˆ mbulo, entao LATEX a ˜ ´ seleciona valores standard (padroes) para as variaveis que determinam o formato global do texto. 16
  • 17. Texto, Comandos e Ambientes ¸˜ Opcoes ¸˜ ˜ Algumas das opcoes sao: 10pt, 11pt ou 12pt para o tamanho base das letras usadas no texto, a4paper se o papel for A4 ˜ ´ ´ ¸˜ (para o papel letter, nao e necessario nenhuma indicacao), landscape para a impressao ˜ no modo paisagem, twocolumn ˜ para a impressao em duas colunas, twoside para a impressao ˜ nos dois lados do papel, titlepage para que no estilo article seja ´ gerada uma pagina separada com o t´tulo.ı Estilo O estilo pode ser: article, amsart, report, book ou letter 17
  • 18. Texto, Comandos e Ambientes Ambiente verbatim O texto anterior foi conseguido com o uso do ambiente verbatim (significa ao pe da letra). begin{verbatim} Tudo que estiver dentro deste ambiente e impresso exatamente como foi digitado. end{verbatim} 18
  • 19. Texto, Comandos e Ambientes Ambiente do documento Todo documento comeca e termina com ¸ begin{document} Conte´do... u end{document} ´ ˜ Todo conteudo que nao estiver dentro do ambiente ˜ ˜ document nao sera considerado, ou seja, nao aparecera no arquivo de sa´da. ı 19
  • 20. Texto, Comandos e Ambientes Ambiente do documento Todo documento comeca e termina com ¸ begin{document} Conte´do... u end{document} ´ ˜ Todo conteudo que nao estiver dentro do ambiente ˜ ˜ document nao sera considerado, ou seja, nao aparecera no arquivo de sa´da. ı Alguns caracteres especiais ˜ Lembre-se de nao digitar nenhum dos 10 caracteres especiais % & $ # _ { } ˆ ˜ No caso do uso de backslash, exceto como um comando! 20
  • 21. Texto, Comandos e Ambientes Alguns exemplos de Comandos globais: usepackage[brazil]{babel} ¸˜ Indica para usar o pacote babel, com a opcao de l´ngua ı brazil, faz com que ele gere datas e nomes como Cap´tulo, ı Bibliografia em portuguˆ s com estilo brasileiro. e usepackage{graphicx,color} Indica para usar os pacotes graficx e color, que permitem incluir figuras e colorir o texto. 21
  • 22. Texto, Comandos e Ambientes usepackage[latin1]{inputenc} ¸˜ Indica para usar o pacote inputenc com a opcao latin1, ¸˜ que define uma codificacao para os caracteres em que os ˜ acentos sao digitados diretamente pelo teclado. usepackage{amsthm,amsfonts} Indica para usar os pacotes da American Mathematical Society amsthm e amsfonts. O primeiro, entre outras coisas, define um estilo para a escrita dos teoremas e o segundo adiciona alguns estilos de letras, por exemplo R,C e N foram geradas com $mathbb{R}$, $mathbb{C}$ e $mathbb{N}$ ¸˜ por causa da adicao deste pacote. 22
  • 23. ¸˜ Formas de exibicao de texto Tipos de letras ¸˜ O L TEXpermite uma variedade de formas de exibicao de A texto tais como mudar o tamanho e o tipo das letras, centralizar, criar diferentes tipos de listas, entre outras. Estilo ´ textit{Unifesp} produz Unifesp italico; textbf{Unifesp} produz Unifesp negrito; textsf{Unifesp} produz Unifesp sans serif; textrm{Unifesp} produz Unifesp romano; ´ texttt{Unifesp} produz Unifesp maquina de escrever; textsc{Unifesp} produz U NIFESP caixa alta. 23
  • 24. Tipos de letras Tamanho {tiny Unifesp} produz Unifesp; {scriptsize Unifesp} produz Unifesp; {footnotesize Unifesp} produz Unifesp; {small Unifesp} produz Unifesp; {large Unifesp} produz Unifesp; {Large Unifesp} produz Unifesp; {LARGE Unifesp} produz Unifesp; {huge Unifesp} produz Unifesp; {Huge Unifesp} produz Unifesp. 24
  • 26. Texto com cores Comando ´ Para escrever em cores e preciso colocar no preˆ mbulo o a comando usepackage{graphicx,color}. Modo de usar 1 Podemos usar o comando textcolor{cor}{texto} para colorir o texto desejado. Ex: textcolor{red}{sangue} produz sangue. textcolor{blue}{oceano} produz oceano. ˜ textcolor{green}{lim˜o} produz limao. a textcolor{gray}{cimento} produz cimento. 26
  • 27. Texto com cores Modo de usar 2 ´ Tambem podemos usar o comando {color{cor1}texto} para colorir o texto desejado. Ex: {color{brown}madeira} produz madeira. {color{orange}laranja} produz laranja. {color{violet}ultravioleta} produz ultravioleta. ´ {color{magenta}que cor ´ essa?} produz que cor e essa?. e 27
  • 28. Centralizar e Indentar Centralizar Usamos o comando begin{center} para iniciar e end{center} para finalizar. Exemplo: begin{center} AAA BBB ldots NNN end{center} produz AAA BBB ... NNN 28
  • 29. Centralizar e Indentar Indentar Usamos o comando begin{quote} para iniciar e end{quote} para finalizar. Exemplo: begin{quote} Texto a ser indentado. end{quote} produz Texto a ser indentado. 29
  • 30. Listas Existe alguns tipos de listas em L TEX : itemize, enumerate e A outras. itemize begin{itemize} item Os itens s˜o precedidos por $bullet$; a item Os itens s˜o separados por um espaco adicional. a ¸ end{itemize} produz ˜ • Os itens sao precedidos por •; ˜ • Os itens sao separados por um espaco adicional. ¸ 30
  • 31. ¸˜ Teoremas, proposicoes, etc Comando newtheorem{ambiente}{t´tulo} ı Este comando define um ambiente para a escrita de ¸˜ ´ teoremas, proposicoes, onde ambiente e um apelido para o ı ´ ı ´ ambiente e t´tulo e o t´tulo que sera impresso no in´cio do texto, ı ´ como Teorema, Lema, Corolario, etc. Veja alguns exemplos: newtheorem{theorem}{Teorema}[section] newtheorem{lemma}[theorem]{Lema} newtheorem{proposition}[theorem]{Proposic˜o} ¸a newtheorem{corollary}[theorem]{Corol´rio} a newtheorem{definition}[theorem]{Definic˜o} ¸a newtheorem{property}[theorem]{Propriedade} newtheorem{remark}[theorem]{Observac˜o} ¸a newtheorem{example}[theorem]{Exemplo} newtheorem{exercise}[theorem]{Exerc´cio} ı 31
  • 32. ¸˜ Teoremas, proposicoes, etc No caso define ambientes com apelidos theorem, lemma, ¸˜ ´ ´ proposition, ... . A numeracao e automatica e o argumento ¸˜ theorem faz com que outros ambientes sigam a numeracao do ambiente theorem. O argumento [section] faz com que ¸ ´ ¸˜ ´ apareca o numero da secao junto ao numero do teorema. Exemplo begin{theorem}[CHUTE] C´lculo Hipot´tico Universal T´cnico Estimativo a e e ´ bastante usado para fazer provas alternativas. e end{theorem} 32
  • 33. ´ ´ Formulas matematicas ´ ´ As formulas matematicas podem ser digitadas tanto no meio de um texto ou em destaque. Isto significa que o L TEX A ´ ´ deve ser informado que o texto que vem a seguir e uma formula ´ e tambem quando ela termina e o texto normal recomeca. ¸ No meio de um texto ´ ´ ´ Quando a formula matematica e inserida no meio de um ´ ´ texto, o modo matematico e iniciado e terminado com o sinal de $. Em destaque ´ ´ ´ Quando queremos destacar a formula matemetica, isto e, a ´ ¸˜ formula num espaco para chamar atencao, o modo ¸ ´ ´ matematico e iniciado e terminado com dois sinal de $$. 33
  • 34. ´ ´ Formulas matematicas ´ Exemplo da formula no meio de um texto Uma equac˜o de segundo grau ´ da forma ¸a e $axˆ2+bx+c = 0$. produz Uma equacao de segundo grau e da forma ax 2 + bx + c = 0. ¸˜ ´ 34
  • 35. ´ Formulas matematicas Exemplo da formula em destaque A soluc˜o para equac˜o de segundo ¸a ¸a grau e dada pela f´rmula o $$x=frac{-bpmsqrt{bˆ2-4ac}}{2a}.$$ produz ¸˜ ¸˜ ´ A solucao para equacao de segundo grau e dada pela formula −b ± b2 − 4ac x= . 2a 35
  • 36. ¸˜ Enumerando equacoes ¸˜ O ambiente equacao numera automaticamente as ¸˜ equacoes. Comando equation begin{equation} E=mcˆ2 end{equation} produz E = mc 2 (1) 36
  • 37. ¸˜ Referenciando equacoes e/ou figuras ´ Vocˆ tambem pode usar comando label{nome} e e ´ ref{nome} (ou eqref{nome} provem do pacote amsmath) ˜ para referenciar equacoes. Ao uso do comando ref{nome} ¸ ¸˜ resulta a indicacao 1; se for uso do comando eqref{nome} ¸˜ resulta a indicacao (1). Veja o exemplo. 37
  • 38. ¸˜ Referenciando equacoes e/ou figuras Comando label e ref ¸˜ Este comando pode ser usado para referenciar equacoes e/ou figuras. begin{equation}label{EqRelatividade} E=mcˆ2 end{equation} A equac˜o ref{EqRelatividade} ´ formulada ¸a e pelo Albert Einstein. produz E = mc 2 (2) ¸˜ ´ A equacao 2 e formulada pelo Albert Einstein. 38
  • 39. ¸˜ Referenciando equacoes e/ou figuras Comando label e eqref ´ Este comando so pode ser usado para referenciar ¸˜ equacoes. begin{equation}label{EqRelat} E=mcˆ2 end{equation} A equac˜o eqref{EqRelat} ´ formulada ¸a e pelo Albert Einstein. produz E = mc 2 (3) ¸˜ ´ A equacao (3) e formulada pelo Albert Einstein. 39
  • 40. Expoentes e ´ndices ı Expoentes Para escrever algo em expoente, utilizamos o caracter ˆ. Este caracter indica o 1o proximo caracter e um expoente. ´ ´ ´ndices I Para escrever algo em expoente, utilizamos o caracter _. Este caracter indica o 1o proximo caracter e um ´ndice. ´ ´ ı 40
  • 41. Expoentes e ´ndices ı Alguns exemplos xˆ2, xˆ{yˆ2},a_1, H_2O,xˆ2_n, xˆ{y_1} produz 2 x 2 , x y , a1 , H2 O, xn , x y1 2 41
  • 42. ¸˜ Fracao Caracter / e comando frac ¸˜ Pequenas fracoes no meio do texto pode usar o caracter /, como $(x+y)/2$ produz (x + y)/2. ¸˜ Para fracoes mais complexa utiliza-se do comando frac{numerador}{denominador}, como $frac{(x+y)}{2}$ produz (x+y) 2 42
  • 43. Ra´zes ı Ra´z ı ´ ´ A ra´z quadrada normal e produzida atravez do comando ı √ sqrt{radicando}, como $sqrt{4}=2$ produz 4 = 2. ´ Ra´z n-esima ı ´ Para as ra´zes n-esimas acrescenta-se o argumento [n] antes ı do radicando. Veja como funciona: $sqrt[3]{8}=2$ produz √ 3 8=2 43
  • 44. ´ Somatorios e Integrais ´ Somatorio ´ ´ ´ O somatorio e obtido pelo comando sum. Se o somatorio for no meio de um texto, os limites ficam fora do lugar. Ex: $sum_{i=0}ˆn a_i$ produz n ai . i=0 Integral ´ O integral e obtido pelo comando int. Se o integral for no meio de um texto, os limites ficam fora do lugar. Ex: n $int_0ˆnf(x)dx$ produz 0 f (x)dx. 44
  • 45. ´ Somatorios e Integrais ´ Para arrumar os limites da somatoria e do integral podemos utilizar o comando limits ou displaystyle Comando limits n $sumlimits_{i=0}ˆna_i$ produz ai . i=0 Comando displaystyle b $displaystyleint_aˆbf(x) dx$ produz f (x)dx. a ˜ ´ Em modo destaque nao ha necessidade do uso deste dois comandos, pois L TEX interpreta e coloca os limites no seu devido A lugar. 45
  • 46. Coeficientes binomiais Coeficientes binomiais ´ ´ Os coeficientes binomiais e obtido atraves do comando choose. Exemplo: $${n+1choose k}={nchoose k}+{nchoose k-1}$$ produz n+1 n n = + k k k −1 46
  • 47. ´ Pontos, Espacos e Texto no modo matematico ¸ Pontos Os comando cdots , ldots , vdots e ddots produzem ¸˜ trˆ s pontos, sendo as posicoes delas no meio, embaixo, vertical, e diagonal. Espacos ¸ Os comando quad e qquad produz espacos no modo ¸ matematico, sendo o 2o produz espaco maior que o 1o . ´ ¸ Texto O comando mbox{} deve ser usado para produzir textos em ´ modo matematico. 47
  • 48. ´ Pontos, Espacos e Texto no modo matematico ¸ Pontos Os comando cdots , ldots , vdots e ddots produzem . . · · · , . . . , . , . .. . Espacos e texto ¸ $$ x_1=frac{-b-sqrt{bˆ2-4ac}}{2a} quadmbox{e}quad x_2=frac{-b+sqrt{bˆ2-4ac}}{2a}. $$ produz −b − b2 − 4ac −b + b2 − 4ac x1 = e x2 = . 2a 2a 48
  • 49. ´ S´mbolos matematico ı ´ ˜ Em L TEX , os s´mbolos matematicos sao impressos com o A ı nome do s´mbolo depois de uma barra invertida. Os seus nomes ı ˜ ´ sao semelhantes aos seus significados matematicos. 49
  • 56. Matrizes ˜ As matrizes sao produzidas com o uso do ambiente array. Ambiente array ˜ Os elementos de uma mesma linha sao separados pelo ˜ ´ ´ caracter & e as linhas sao separadas por . E necessario passar para o L TE ´ A X como as colunas devem ser alinhadas. Isto e feito em seguida ao comando que inicia o ambiente. Argumentos de alinhamento do array Para alinhamento de um array, usamos r, c e l onde r significa ` ` a direita, c no centro e l a esquerda. 56
  • 58. ¸˜ ¸˜ Equacoes e Inequacoes multilinhas ¸˜ ¸˜ ´ Para equacoes ou inequacoes em varias linhas pode-se usar os seguintes ambientes: Ambiente eqnarray e eqnarray* begin{eqnarray} begin{eqnarray*} linha 1 linha 1 ... ... linha n linha n end{eqnarray} end{eqnarray*} A diferenca do eqnarray para eqnarray* e o 1o enumera a ¸ ´ equacao ¸ ˜ e o 2o omite a enumeracao. ¸ ˜ 58
  • 59. ¸˜ ¸˜ Equacoes e Inequacoes multilinhas Comando nonumber ´ ´ Como proprio nome disse ”sem numero”. Para toda linha de ¸˜ ˜ equacao se colocar o comando nonumber, nao numerara ´ ¸˜ ´ ¸˜ aquela linha de equacao. Isto e bastante usado nas equacoes ¸˜ multilines devido a equacao ser muito longa. 59
  • 60. ¸˜ ¸˜ Equacoes e Inequacoes multilinhas Exemplo begin{eqnarray} lefteqn{(a+b+c)ˆ3=}nonumber & &aˆ3+3aˆ2b+3abˆ2+bˆ3+3acˆ2+nonumber & &3bcˆ2+3aˆ2c+6abc+3bˆ2c+cˆ3 end{eqnarray} produz (a + b + c)3 = a 3 + 3a 2 b + 3ab2 + b3 + 3ac 2 + 3bc 2 + 3a 2 c + 6abc + 3b2 c + c 3 (4) 60
  • 61. ¸˜ ¸˜ Sistemas de Equacoes com Numeracao de cada ¸˜ Equacao ¸˜ ¸˜ Para sistemas de equacoes com numeracao de cada ¸˜ ´ ´ equacao e necessario colocar no preˆ mbulo a usepackage{empheq,amsmath}. Exemplo begin{empheq}[left=empheqlbrace]{align} y(0) = 1, quad y’(0) = 2 y’’(x) = -y(x)+x+1 end{empheq} produz y(0) = 1, y (0) = 2 (5) y (x) = −y(x) + x + 1 (6) 61
  • 62. ´ Formulas dentro de uma moldura ´ As formulas podem ser colocadas dentro de uma moldura usando comando fbox Exemplo fbox{$int(f+g)=int f+int g$} produz (f + g) = f+ g 62
  • 63. Figuras ˜ • O L TEX nao pode gerar imagens diretamente, por isso A vamos precisar de alguma ajuda extra: temos que carregar o pacote usepackage{graphicx} no preˆ mbulo do nosso a documento. 63
  • 64. Figuras ˜ • O L TEX nao pode gerar imagens diretamente, por isso A vamos precisar de alguma ajuda extra: temos que carregar o pacote usepackage{graphicx} no preˆ mbulo do nosso a documento. Compilando com pdflatex ´ Se vocˆ esta compilando com pdflatex para produzir um PDF, e vocˆ tem uma escolha mais ampla. Vocˆ pode inserir: e e • JPG: Amplamente utilizado na Internet, cˆ meras digitais, etc... a ˜ Eles sao a melhor escolha se vocˆ deseja inserir fotos. e ˜ • PNG: Um formato muito comum (mesmo que nao tanto como ´ ´ JPG), e um formato sem perdas e e a melhor escolha para os diagramas. 64
  • 65. Ambiente figure ´ Este ambiente oferece a possibilidade da figura, que e produzida com o ambiente picture ou importada com o ´ comando includegraphics, ter uma legenda e alem disso, flutuar no texto se colocando num local em que a perda de ¸ ı ´ espaco seja m´nima. A sintaxe e a seguinte: Ambiente figure begin{figure}[onde] figura caption{Texto da figura} end{figure} 65
  • 66. Ambiente figure Argumento onde ´ O argumento onde especifica o local, onde e permitido a ¸˜ colocacao da figura, ou seja, consiste de zero a quatro letras com os seguintes significados: Argumento Onde •[h] aqui. •[t] em cima. •[b] em baixo. ´ •[p] em uma pagina separada. Vale a pena observar que as letras devem ser colocados na ordem de prioridade. 66
  • 67. Inserir figura ¸˜ Nenhuma opcao definida Para inserir figura, precisa utilizar o ambiente figure. Ambiente figura begin{figure} includegraphics{mario} end{figure} Usando comando includegraphics{mario} L TEX importa A ˜ figura no seu tamanho original, nao importando se passa da margem definida do documento ou nao. ˜ 67
  • 68. Inserir figura ¸˜ Nenhuma opcao definida Exemplo 68
  • 69. Inserir figura ¸˜ Opcao scale ¸˜ ´ A opcao scale permite o usuario definir a escala desejada no documento. Se o valor fosse 0.5, reduz a imagem pela metade, 2 para o dobro. ¸˜ Opcao scale begin{figure} includegraphics[scale=0.5]{mario} end{figure} 69
  • 70. Inserir figura ¸˜ Opcao scale Exemplo 70
  • 71. Inserir figura ¸˜ Opcao widgh ¸˜ ´ A opcao widgh e height permite que o usuario defina qual a largura e altura em cm da figura no documento. Vale a pena ´ ´ observar que este comando tambem mantem a escala da figura. ¸˜ Opcao width begin{figure} includegraphics[width=2.5cm]{mario} end{figure} 71
  • 72. Inserir figura ¸˜ Opcao widgh Exemplo 72
  • 73. Inserir figura ¸˜ Opcao angle ¸˜ A opcao angle permite girar a figura em determinados graus ´ em sentido anti-horario. ¸˜ Opcao angle begin{figure} includegraphics[scale=0.5, angle=180]{mario} end{figure} 73
  • 74. Inserir figura ¸˜ Opcao angle Exemplo 74
  • 75. T´tulo ı ´ O t´tulo do documento e gerado com os comandos: ı Comando para t´tulo ı title{t´tulo do texto} ı author{nome do autor} maketitle ´ ´ Com estes comandos tambem a data atual e impressa. O comando date{texto} coloca o texto no lugar da data atual. 75
  • 76. ¸˜ Cap´tulos e secoes ı ˜ O L TEX dispoe os comandos seguintes para produzir um A ´ ¨ seccionamento automatico e sequencial: Comandos chapter{t´tulo} ı section{t´tulo} ı subsection{t´tulo} ı 76
  • 77. Bibliografia Para se gerar uma bibliografia em um documento, e ´ ´ ´ necessario criar um arquivo na pasta onde esta o arquivo fonte ˜ com extensao .bib contendo um banco de dados ´ bibliograficos. As entradas deste banco de dados devem ter a forma: Banco de dado para bibliografia @TIPO{apelido, AUTHOR = "Fulano de Tal", TITLE = "O T´tulo Tal", ı PUBLISHER = "A Editora", ADDRESS = "Cidade Tal", . . . YEAR = "1998" } 77
  • 78. Bibliografia O TIPO pode ser BOOK (para livros), ARTICLE (para artigos), INCOLLECTION (para partes de um livro), PROCEEDINGS (para ´ artigo em atas de congressos) ou TECHREPORT (para relatorios ´ ¸˜ tecnicos). A publicacao vai ser citada no documento com o comando cite{apelido}. Cada TIPO de entrada tem um ´ conjunto de campos obrigatorio e outro conjunto de campos opcional. 78
  • 79. Bibliografia O TIPO pode ser BOOK (para livros), ARTICLE (para artigos), INCOLLECTION (para partes de um livro), PROCEEDINGS (para ´ artigo em atas de congressos) ou TECHREPORT (para relatorios ´ ¸˜ tecnicos). A publicacao vai ser citada no documento com o comando cite{apelido}. Cada TIPO de entrada tem um ´ conjunto de campos obrigatorio e outro conjunto de campos opcional. ´ ´ ´ Alem do banco de dados bibliograficos, e necessario´ colocar no preˆ mbulo o comando a bibliographystyle{plain} e no local do documento colocar o comando bibliography{arquivo}, onde arquivo ´ ˜ e o nome do arquivo de banco de dados sem a extensao .bib. 79
  • 80. Bibliografia O TIPO pode ser BOOK (para livros), ARTICLE (para artigos), INCOLLECTION (para partes de um livro), PROCEEDINGS (para ´ artigo em atas de congressos) ou TECHREPORT (para relatorios ´ ¸˜ tecnicos). A publicacao vai ser citada no documento com o comando cite{apelido}. Cada TIPO de entrada tem um ´ conjunto de campos obrigatorio e outro conjunto de campos opcional. ´ ´ ´ Alem do banco de dados bibliograficos, e necessario´ colocar no preˆ mbulo o comando a bibliographystyle{plain} e no local do documento colocar o comando bibliography{arquivo}, onde arquivo ´ ˜ e o nome do arquivo de banco de dados sem a extensao .bib. ˜ Nem todas as entradas do banco de dados vao aparecer na bibliografia do documento. Somente aquelas que foram referenciadas no texto com o comando cite{apelido}. 80
  • 81. Agradecimento e Apoio Agradecimento Agradecimento ao Prof. Dr. Marcelo Dias Passos pelo incentivo do uso de L TEX , por responder as duvidas, A ´ ˜ compartilharem as experiˆ ncias em L TEX e pelas dicas nao so e A ´ ´ nesse trabalho mas tambem em aula. Agradecimento ao Prof. Dr. Erwin Doescher por responder as ´ ˜ ´ ´ duvidas e pelas dica nao so nesse trabalho mas tambem em aula. ¸˜ Agradecimento ao Prof. Dr. Arlindo Conceicao pela ¸˜ ˜ ´ ´ paciˆ ncia e orientacao nao so nesse trabalho mas tambem em e aula. ¨ ¨ Agradecimento aos discentes Catarina Proglhof, Christopher ´ Padua, Desiree Maldonado e Paulo Cabral pelas colaboracoes ¸˜ no trabalho e na bagunca. ¸ 81
  • 82. Agradecimento e Apoio Apoio UNIFESP e PESL 82
  • 83. Referˆ ncia e ¸˜ Informacoes na internet http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX 83