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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 85
PROVAS DE CONCURSOS
PROVA
1
Cargo: Agente de Polícia Judiciária
Funções: Escrivão de Polícia Judiciária e Investigador de Polícia Judiciária
Data: 20/10/2013
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
O brasileiro não lê
A história de uma frase feita, e uma sugestão para quem insiste em repeti-la.
Danilo Venticinque
O brasileiro não lê. Ao menos é isso que eu tenho escutado. Por obrigação profissional e por obsessão nas horas
vagas, costumo conversar muito sobre livros. Com uma frequência incômoda, não importa qual é a formação de
quem fala comigo, essa frase se repete. Amigos, taxistas, colegas jornalistas, escritores e até executivos de editoras já
me disseram que o brasileiro não lê.
Quando temos dificuldade para entender uma frase, um boa técnica de aprendizado é repeti-la várias vezes.
Um dos meus primeiros professores de inglês me ensinou isso. Nunca pensei que fosse usar esse truque com uma frase
em português. Mas, depois de ouvir tantas vezes que o brasileiro não lê, e de discordar tanto dos que dizem isso,
resolvi tentar fazer esse exercício. Talvez enfim eu os entenda. Ou talvez eu me faça entender.
O brasileiro não lê, mas a quantidade de livros produzidos no Brasil só cresceu nos últimos anos. Na pesquisa mais
recente da Câmara Brasileira do Livro, a produção anual se aproximava dos 500 milhões de exemplares. Seriam
aproximadamente 2,5 livros para cada brasileiro, se o brasileiro lesse.
O brasileiro não lê, mas o país é o nono maior mercado editorial do mundo, com um faturamento de R$ 6,2
bilhões. Editoras estrangeiras têm desembarcado no país para investir na publicação de livros para os brasileiros que
não leem. Uma das primeiras foi a gigante espanhola Planeta, em 2003. Naquela época, imagino, os brasileiros já
não liam. Outras editoras vieram depois, no mesmo movimento incompreensível.
[...]
Na pesquisa Retratos da Leitura divulgada no ano passado, metade dos brasileiros com mais de 5 anos disse não
ter lido nenhum livro nos últimos três meses. É compreensível, num país em que há poucas livrarias, as bibliotecas
públicas estão abandonadas e 20% das pessoas entre 15 e 49 anos são analfabetas funcionais. Mas há outra
metade. São 88,2 milhões de leitores. Alguns se dedicam mais à leitura; outros, provavelmente a maior parte deles,
são leitores ocasionais. Há um enorme potencial para crescimento, mas já é um número animador.
Os brasileiros começaram a ler. Falta começar a mudar o discurso. Em vez de reclamar dos brasileiros que não
leem, os brasileiros que leem deveriam se esforçar para espalhar o hábito da leitura. Espalhar clichês pessimistas não
vai fazer ninguém abrir um livro.
Eu poderia ter repetido tudo isso para cada pessoa de quem ouvi a mesma frase feita. Mas resolvi escrever,
porque acredito que o brasileiro lê.
(Com supressão de parágrafos).
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/index.hatml. Acesso em 18/9/2013.
01. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.1) A ―frase feita‖ referida no texto é
aquela que:
a) se repete abusivamente e que perde, por isso, o valor expressivo.
b) pode ser formada por uma ou mais palavras variáveis.
c) se constrói com ou sem verbo, ou com uma ou mais orações.
d) encerra várias orações, coordenadas e/ou subordinadas.
e) se encaixa numa oração subordinada, ou na oração principal.
02. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.2) O autor do texto diz que tem
escutado a frase ―O brasileiro não lê‖ com uma ―frequência incômoda‖, ao conversar sobre livros, por:
a) desenvolver pesquisa sobre frases.
b) cumprir preceito religioso e legal.
c) dever de ofício e motivação irresistível.
d) ser estudioso compulsivo da linguagem.
e) ser um profissional da área de linguagens.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 86
3. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.3) Segundo o texto, para tentar
entender a frase ―O brasileiro não lê‖, o autor:
a) consultou a pesquisa Retratos da Leitura.
b) usou saber já explorado por ex-professor.
c) baseou-se na própria experiência, somente.
d) concordou com todos os que a repetiam.
e) discordou da opinião de todos, apenas.
4. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.4) O texto aponta um ―movimento
incompreensível‖ entre a afirmação ―O brasileiro não lê‖ e:
a) a quantidade de livros produzidos no Brasil nos últimos anos.
b) o resultado da pesquisa mais recente da Câmara Brasileira do Livro.
c) o fato de o país ser o nono maior mercado editorial do mundo.
d) o fato de dados estatísticos indicarem o sentido contrário.
e) o fato de editoras estrangeiras investirem na publicação de livros no Brasil.
5. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.5) Considerando o que consta no
texto, analise as seguintes afirmações sobre a pesquisa Retratos da Leitura.
I – 20% das pessoas entre 15 e 49 anos são alfabetizadas, ou seja, sabem ler e escrever, mas não conseguem
interpretar os textos lidos.
II – A maior parte dos 88,2 milhões de leitores leem eventualmente.
III – Há muitas livrarias, assim como bibliotecas públicas bem aparelhadas.
IV – O resultado da pesquisa mostrou que o número de leitores pode crescer.
Estão corretas apenas:
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.
d) I, II e III.
e) I, II e IV.
6. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.6) O ponto de vista a partir do qual o
autor analisa a frase feita ―O brasileiro não lê‖, ao longo do texto, revela um tom:
a) pessimista.
b) otimista.
c) realista.
d) desanimador.
e) radical.
7. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.7) Da leitura do texto, conclui-se que:
a) o autor resolveu escrevê-lo, porque está convencido de que o brasileiro lê.
b) à competência de saber ler corresponde a de saber escrever.
c) o autor crê que o brasileiro lê e escreve, normalmente.
d) o autor quer divulgar o clichê otimista sobre o qual pesquisou.
e) o autor preferia falar a cada pessoa de quem ouviu o clichê pessimista.
8. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.8) Para quem insiste em repetir que o
brasileiro não lê, o autor sugere:
a) frequentar as bibliotecas públicas.
b) visitar as grandes livrarias da cidade.
c) promover a divulgação do hábito da leitura.
d) ensinar os analfabetos funcionais a ler.
e) difundir conhecimentos produtivos.
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9. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.9) Analise os seguintes períodos,
transcritos do texto.
I – ―Amigos, taxistas, colegas jornalistas, escritores e até executivos de editoras já me disseram que o brasileiro não lê‖.
II – ―O brasileiro não lê, mas a quantidade de livros produzidos no Brasil só cresceu nos últimos anos‖.
III – ―O brasileiro não lê, mas o país é o nono maior mercado editorial do mundo‖.
IV – ―Na pesquisa mais recente da Câmara Brasileira do Livro, a produção anual se aproximava dos 500 milhões de exemplares‖.
V – ―Há um enorme potencial para crescimento, mas já é um número animador‖.
Tendo em vista a análise realizada, é correto afirmar que:
a) I e II são períodos compostos por subordinação.
b) III e IV são períodos compostos por coordenação.
c) V é um período composto por subordinação.
d) I e IV são períodos simples com orações absolutas.
e) II, III e V são períodos compostos por coordenação.
10. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.10) Em ―Eu poderia ter repetido
tudo isso para cada pessoa de quem ouvi a mesma frase feita‖, a expressão ―tudo isso‖ refere-se a/ao:
a) tudo o que foi dito no texto inteiro.
b) que foi discutido apenas no parágrafo 6.
c) que foi anunciado na introdução do texto, apenas.
d) que foi apresentado no segundo parágrafo.
e) que foi concluído no fechamento do texto.
11. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.11) Assinale a alternativa em que
todas as palavras são acentuadas graficamente em obediência à mesma regra.
a) chapéu, heroico, obediência, próximo.
b) alguém, compreensível, açúcar, dígrafo.
c) faísca, egoísta, viúva, proteína.
d) agradável, dívida, vírus, parabéns.
e) poderá, bênção, cuíca, lápis.
12. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.12) Analise a pontuação dos
seguintes períodos:
I – Ele era metódico, portanto não deixaria de telefonar.
II – Não estudou e, fez a prova muito bem.
III – Meu irmão comprou uma casa, um carro e vários móveis; por isso, está endividado.
Está/estão correto(s):
a) apenas o período I.
b) apenas o período II.
c) apenas o período III.
d) apenas o período I e III.
e) apenas o período I, II e III.
13. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.13) Observe que, nos enunciados
da primeira coluna, o verbo TER é empregado com uma série de significado distintos. Numere a segunda coluna, de
acordo com a primeira, considerando o verbo de significado mais específico que pode substituir o verbo TER nesses
enunciados.
(1) Tinha um longo vestido na cerimônia. ( ) esboçou
(2) Tive uma sensação de bem-estar. ( ) usava, vestia
(3) Jonas tem a função de fiscal de trânsito. ( ) manter
(4) Paulo teve um gesto de surpresa. ( ) exerce
(5) Não é permitido ter animais no prédio. ( ) experimentei
A sequência numérica correta é:
a) 2-3-5-1-4.
b) 5-3-2-1-4.
c) 4-1-5-3-2.
d) 1-5-4-3-2.
e) 3-2-4-5-1.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 88
Leia o seguinte poema para responder à questão 14.
Dois vocativos
A maravilha dá de três cores:
branca, lilás e amarela.
Seu outro nome é bonina.
Eu sou de três jeitos:
Alegre, triste e mofina,
Meu outro nome eu não sei.
Ó mistério profundo!
Ó amor!
(Adélia Prado)
14. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.14) Estão corretas as seguintes
afirmações sobre o poema, EXCETO:
a) O título se refere aos vocativos que o poema apresenta.
b) Esses vocativos são: Ó mistério profundo! e Ó amor!
c) Maravilha e bonina são nomes de flores.
d) O vocativo é um termo usado para chamamento.
e) O vocativo é um termo integrante ligado ao sujeito.
15. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.15) Assinale a alternativa em que
há uma oração subordinada adjetiva.
a) Entendo que tudo isso tem uma riqueza incalculável.
b) A forte luminosidade que iluminava o terreno recaia sobre as flores.
c) O que acontece aos nossos filhos depois que se despedem de nós?
d) Muitas pessoas dizem que o sapoti e o cambucá são frutas deliciosas.
e) É bom que aprendas a cultivar flores no jardim da tua casa.
Para as questões 16 e 17 observe as expressões sublinhadas no seguinte enunciado:
―A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) estima que em todo o mundo 870
milhões de pessoas passem fome todos os dias‖.
www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+Planeta+do+desperdício+e+da+fome.
16. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.16) Nesse contexto, ESTIMA significa:
a) tem apreço por alguém.
b) regozija-se com alguém.
c) sente amizade por uma pessoa.
d) emociona-se com a outra pessoa.
e) avalia o valor de algo e/ou de alguém.
17. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.17) Considerando o mesmo
contexto, observe as expressões transcritas a seguir:
I – ―[...]. todo o mundo...‖.
II – ―[...]. todos os dias‖.
Analise a alternativa correta.
a) Em I, todo é um adjetivo; em II, todo é um substantivo.
b) Em I, todo é um substantivo; em II, todo é um adjetivo.
c) Em I, todo é um advérbio; em II, todo é um substantivo.
d) Em I, todo é um adjetivo; em II, todo é um pronome.
e) Em I, todo é um adjetivo; em II, todo é um adjetivo.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 89
Considere o trecho a seguir para responder à questão 18.
"Na semana passada,veio outro dado impactante revelado também pela ONU: um terço de toda a
alimentação produzida pelo homem é desperdiçada pelo próprio homem."
www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+Planeta+do+desperdício+e+da+fome.
18. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.18) A expressão NA SEMANA
PASSADA, nesse trecho, é classificada como:
a) adjunto adverbial de tempo.
b) adjunto adverbial de lugar.
c) predicativo do sujeito.
d) predicativo do objeto.
e) adjunto adnominal.
Leia o trecho a seguir para responder às questões 19, 20.
―Não podemos mais nos omitir‖, declarou o diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva.‖
www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+ Planeta+do+desperdicio+e+da+fome.
19. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.20) O sujeito de ―Não podemos
mais nos omitir‖, é:
a) sujeito simples.
b) sujeito composto.
c) sujeito indeterminado.
d) sujeito oculto ou desinencial.
e) oração sem sujeito.
20. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.21) Analise as afirmações a seguir.
I – ―Não podemos mais nos omitir‖ – (NOS é pronome oblíquo).
II – ―...declarou o diretor-geral da FAO...‖ – (DECLAROU expressa uma ação iniciada e concluída no passado, está no
futuro pretérito).
III – ―... o brasileiro José Graziano da Silva.‖ – (O BRASILEIRO é um substantivo).
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões) apresentada(s) em:
a) I, apenas.
b) I e II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III.
Leia o trecho abaixo para responder à questão 21.
―O relatório aponta que 54% da comida desperdiçada ocorre na colheita, manipulação e armazenagem. Os
outros 46% acontecem na fase de processamento, distribuição e consumo  nesse último ponto cabe já a ação
individual responsável: não pôr comida no prato, por exemplo, além do apetite e acompanhar constantemente o
prazo de validade dos alimentos estocados.‖
www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+ Planeta+do+desperdicio+e+da+fome.
21. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.22) A relação entre o trecho
destacado e a explicação ao seu lado está correta em todas as alternativas, EXCETO em:
a) ―Os outros 46% acontecem...‖ – A expressão ―outros‖, remete à comida desperdiçada.
b) ―...distribuição e consumo...‖ – O conector ―e‖ expressa a ideia de adição.
c) ―...nesse último ponto cabe...‖ – Da expressão ―nesse último ponto‖, infere-se que já houve outro ponto.
d) ―...ação individual responsável:‖ – O uso dos dois pontos indica que haverá uma explicação na sequência.
e) ―...acompanhar constantemente...‖ – Constantemente é um adjetivo.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 90
22.[Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.23) Assinale a alternativa que
completa corretamente as frases.
I – Os adversários ficaram frente ____ frente.
II – Na fazenda todos andavam ____ cavalo.
III – O aniversariante ficou ____ vontade na festa.
IV – A professora saiu ____ seis horas.
V – O meu tio deu um presente ____ ela.
a) a – a – à – às – à.
b) à – a – à – às – a.
c) a – à – à – às – à.
d) a – a – à – às – a.
e) a – a – a – às – a.
23. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.24) Assinale a oração em que a
palavra QUE é um pronome relativo.
a) O caminho que segui era o mais rápido.
b) Você tem um quê de doçura no olhar.
c) Não se preocupe que há outros piores.
d) Que resposta você espera dele?
e) Antônio alega que ajuda a família.
24. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.25) Assinale a alternativa que
apresenta palavras que NÃO são grafadas com a inicial H.
a) ___omem/___umor.
b) ___erval/___ornamental.
c) ___eroico/___esitar.
d) ___erói/___erdar.
e) ___eroísmo/___istória.
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PROVA
2
AGEPEN MS – SEGURANÇA E CUSTÓDIA – 2016
TEXTO I
CONSUMIDOR QUE COMPRA PELA INTERNET TEM ASSEGURADO O DIREITO DE SE ARREPENDER
Quem nunca se arrependeu de uma compra por impulso que atire o primeiro cartão de crédito. De acordo com o
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a situação é muito frequente, mas poucos consumidores sabem
que podem desistir da aquisição e receber seu dinheiro de volta, sem ter de dar nenhuma explicação, se a compra
tiver sido feita por telefone ou pela internet. É o chamado direito de arrependimento, garantido pelo artigo 49 do
Código de Defesa do Consumidor (CDC).
O dispositivo assegura que ―o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias a contar de sua assinatura
ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e
serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio‖.
Seu parágrafo único estabelece que ―se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os
valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato,
monetariamente atualizados‖.
Vale ressaltar que o direito de arrependimento não se aplica a compras realizadas dentro do estabelecimento
comercial. Nessa hipótese, o consumidor só poderá pedir a devolução do dinheiro se o produto tiver defeito que
não seja sanado no prazo de 30 dias. Essa é a regra prevista no artigo 18 do CDC.
Excerto extraído do sítio doSuperior Tribunal de Justiça. Disponíve em: http://stj.jusbrasil.com.br/noticias/185091718/consumidor-que-compra-pela-
internet-tem-assegurado-o-direito-de-se-arrepender.Acesso em: 28 jan. 2016
As questões 01 e 02 devem ser respondidas, exclusivamente, com base no Texto I.
01. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta
quanto à interpretação.
a) Caso o consumidor venha a desistir de uma compra realizada por telefone, as empresas têm sete dias úteis para
substituir o produto por outro de igual marca ou valor.
CUSTODIA
b) Em caso de defeito, o consumidor virtual deverá primeiramente entrar em contato com o fabricante para verificar
as condições da garantia contratada.
c) O consumidor, brasileiro vem comprando cada vez mais produtos pela internei e, quase sempre, o produto
apresenta algum tipo de irregularidade.
d) O direito ao arrependimento é garantido ao consumidor que tenha realizado uma compra de forma não
presencial desde que a solicitação de cancelamento da compra não exceda o prazo de reflexão.
e) O número de reclamações sobre produtos adquiridos tem diminuído em virtude das campanhas de
esclarecimento voltadas aos consumidores.
02. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale, também com base no texto 1, a alternativa em que se
emprega a linguagem no sentido conotativo.
a) De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), a situação é muito frequente, mas pouco
consumidores sabem que podem desistir da aquisição e receber seu dinheiro de volta, sem ter de dar nenhuma
explicação, se a compra tiver sido feita por telefone ou pela internet.
b) É o chamado direito de arrependimento, garantido pelo artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). c)
Nessa hipótese, o consumidor só poderá pedir a devolução do dinheiro se o produto tiver defeito que não seja
sanado no prazo de 30 dias.
d) Quem nunca se arrependeu de uma compra por impulso que atire o primeiro cartão de crédito.
e) Vale ressaltar que o direito de arrependimento não se aplica a compras realizadas dentro do estabelecimento
comercial.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 92
03. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso do acento indicativo
de crase.
a) A decisão foi tomada a revelia de uma das partes.
b) Ando a esmo pela cidade.
c) Assisti àquela aula com peso na consciência.
d) Nunca fomos às festas promovidas pelo diretor.
e) O estudante se manteve à distância de dos passos da porta de entrada.
04. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Analise o seguinte texto
TEXTO II
Disponível em: HTTP://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/566798.Acesso em: 29 jan. 2016
Com base charge do cartunista Raimundo Rucke, recentemente premiada com o Ranan Lurie Political Cartoon
Awards, da Oranização das Nações Unidas (ONU), assinale a alternativa correta quanto à interpretação.
a) A charge aborda de forma apelativa a fluidez das relações humanas em um mundo globalizado.
b) A charge alude aos abusos e aos maus tratos sofridos pelas minorias em um cenário de luta armada.
c) A charge critica por meio do humor o sensacionalismo midiático utilizando-se de uma situação cotidiana.
d) A charge defende a intervenção governamental com o intuito de garantir o direito de coexistência pacífica entre
os animais domésticos e seus donos.
e) A charge retrata uma sena absurda a mediada que elabora a noção de transitoriedade identitária.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 93
05. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa em que ocorre indeterminação do sujeito.
a) Alguém contou que você não vinha.
b) Cortaram os próprios pulsos os pacientes desesperados.
c) fiz questão de dizer que, não sabia de nada.
d) Nunca se sabe quando as coisas vão piorar.
e) Um desconhecido esteve aqui te procurando.
TEXTO III
STÉVIA, AÇÚCAR MASCAVO E MEL SÃO OPÇÕES PARA
PRESERVAR A SAÚDE SEM CORTAR A SOBREMESA
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Bolos, tortas, doces, sorvetes e sobremesas
são guloseimas que levam na receita o açúcar,
componente apontado como vilão da alimentação
saudável. Apesar de ser agradável ao paladar, o
açúcar comum, branco e refinado não carrega
quantidades significativas de nutrientes e ainda
recebe aditivos químicos no seu processo de
industrialização. Isso faz dele um alimento nocivo
ao funcionamento do organismo. Tanto é que
segundo pesquisas recentemente desenvolvidas
por universidades norte-americanas, o açúcar
é tão perigoso quanto o álcool e o cigarro, e seu
consumo também deveria ser controlado.
Em artigo publicado em uma revista
especializada, os cientistas afirmam que o açúcar
é o responsável por problemas de saúde que
vão além da obesidade e diabetes.
A substância também provoca a elevação do
triglicérides, alterações no fígado e na hipertensão
arterial.
Mas há uma saída para manter a saúde sem tirar
o doce da alimentação: substituir o açúcar comum
por adoçantes mais saudáveis, entre eles o mel, o
açúcar mascavo e a estévia, uma planta originária
da América do Sul que, além de não possuir tantas
calorias quanto o açúcar, possui um teor de doçura
muito maior.
Excerto adaptado de PAGAN, Manuela. Troque o açúcar por estes sete substitutos saudáveis. Disponível em:
HTTP//www.minhavida.com.br/alientacao. Acesso em 30 jan. 2016
As questões 06 e 07 devem ser respondidas, exclusivamente, com base no Texto III.
06. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta.
a) O termo ―açúcar‖ (linha 26) especifica ―mascavo‖ (linha 24).
b) O termo ―que‖ (linha 25) retoma ― América do Sul‖ (linha 25).
c) O termo ―seu‖ (linha 7) alude a ―paladar‖ (linha 4).
d) O termo ―seu‖ (linha 12) complementa ―o álcool‖ e o cigarro‖ (linha 12).
e) O termo ―substância‖ (linha 18) se refere a ― açúcar‖ (linha 15).
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 94
07. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase do parágrafo
em destaque.
Mas há uma saída para manter a saúde sem tirar
o doce da alimentação: substituir o açúcar comum
por adoçantes mais saudáveis, entre eles o mel, o
açúcar mascavo e a estévia, uma planta originária da
América do Sul que, além de não possuir tantas
calorias quanto o açúcar, possui um teor de doçura
muito maior.
a) Contudo é possível permanecer saudável sem abrir mão de pratos doces, trocar o açúcar branco e refinado por
doces menos prejudiciais à saúde, como o mel, o açúcar semirrefinado e a estévia, planta sul-americana menos
calórica e com maior capacidade de adoçar que o açúcar.
b) De qualquer forma existe uma maneira de continuar esbanjando saúde e não precisar parar de consumir açúcar:
substituir o doce comum por sucralose e outros adoçantes químicos, entre eles o mel, o açúcar demerara e a
estevita, oriunda da América do Sul, planta que possui menos calorias e é bem mais doce que o açúcar comum. c)
Mas existe uma solução para manter-se saudável sem necessitar tirar o gosto doce de nossos pratos: utilizar, ao invés
do açúcar comum, adoçantes mais puros, com destaque para o mel, o açúcar in natura e a estévia, planta
brasileira que, embora não possua tantas calorias quanto o açúcar, apresenta um grau de adoção muito maior.
d) Não há uma saída para manter a saúde sem tirar o doce da alimentação: substituir o açúcar comum por
adoçantes menos saudáveis, entre eles o mel, o açúcar mascavo, e a estévia, uma planta originária da América do
Sul que, além de possuir tantas calorias quanto o açúcar, possui um teor de doçura muito menor.
e) Porém uma saída existe para se manter livre de doenças sem precisar suprimir a doçura das refeições: substituir o
branco refinado por outros açúcares mais saudáveis, entre eles o mascavo, o mel de abelhas e a estévia, uma
planta comum na América do Sul que possui tanto poder de adoçar quanto o açúcar, com menor teor calórico
que este.
08. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa correta com relação ao uso de "porque", "por
que", ―porquê' ou ―por quê".
a) Cada um sabe o porque de sua má sorte.
b) Não sabia porquê.
c) Por que não?
d) Por quê razão tive dúvida?
e) Porque essa e não aquela
Texto IV
Leia o texto a seguir.
Disponivel emhttp://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/coletaneas/calvin-seus-amigos-428892.shtml.
09. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Com base na interpretação da tirinha de Bill Watterson, assinale a
alternativa correta.
a) tirinha critica a violência na sala de aula ao enfatizar o fenômeno do bulling.
b) A tirinha denuncia a falência do sistema educacional brasileiro atual.
c) A tirinha desconstrói a história oficial e tematiza a opressão da classe trabalhadora nos países capitalistas.
d) A tirinha fundamenta-se na discussão dos direitos e deveres dos estudantes sobre ficar ou não depois da aula.
e) A tirinha reflete sobre a relevância do currículo escolar para os estudantes.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 95
10. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal.
a) A cidadã anda meia cansada.
b) A professora disse muito obrigado.
c) Encontramos o carro e o celular roubados.
d) Envio anexo as certidões de nascimento.
e) esta receita é bom para a vista.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 96
PROVA
3
PROFESSOR DA PREFEITURA MUNICIPAL – CAMPO GRANDE MS – 2016
As questões de 01 a 05 referem-se ao texto a seguir. O texto apresenta algumas lacunas (l.5, l.16, l.18 e l.26), de cujo
preenchimento depende a resposta à questão 01:
A vida é uma mercadoria
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
Talvez você nem perceba, mas, de tão comum que se tornou, consumir para
ter saúde até parece natural. Mas não deveria...
Segundo D. Portugal (2012), ― a centralidade do esforço de permanecer belo,
jovem, magro e feliz por muito tempo, no conjunto das preocupações existenciais
dos indivíduos, ajuda a explicar _______ a indústria farmacêutica ____ ter crescido
tanto nos últimos 30 anos‖.
Só em 2012, conforme dados da Abradilan, os fármacos alcançaram u m
f a tu r a men t o d e R $ 4 9 ,6 bi lh õ es , o qu e r e pr e sen t a u m c r e sc i me n t o d e 1 5 ,8 % e m
relação ao ano anterior. Os genéricos também tiveram desempenho positivo nesse
mesmo período: o faturamento chegou aos R$11,1 bilhões, apontando crescimento
d e 2 6 , 8 % . J á o s m e d i c a m e n t o s d e f o r m a g e r a l , e m v o l u m e s d e u n i d a d e s d e
me d i c a me n t o s , ti v er a m, e m 2 0 1 2 , c r e sc i me n t o d e 1 0 ,6 % en qu a n to o s g ené r i c os
cresceram 16,7%, ambos em relação a 2011.
E m 1 9 9 1 , L ef è v r e , p es q u i s a d or d a F ac u l da d e d e S aú de P ú b li c a d a U S P ,
afirmava que, do ponto de vista do sistema produtivo, a saúde era um dos valores a
ser retificado em mercadorias ou serviços, _______ uso implicava __ posse do valor
c onsu mi do. O pesquisador j á aler tava par a algo qu e viri a a ser c ompr ovado: ―os
indivíduos _____ saúde pelo consume, direto ou indireto, de algum tipo de produto
ou serviço considerado, com base ou não em critérios técnicos, como produtor ou
indutor externo de saúde ou de proteção contra doenças‖.
M ai s r ec en t e me n te , o u tr o pe s qu i s a d or da U S P (R i bei r ã o Pr e to ), E d w a r d
Meirelles de Oliveira, em sua tese de dou toramento sobre o SUS, concluiu que ―o
p r i nc i p al i n ter es s e da s p o l í ti c as pú b li c as d e s aú d e n o Br a si l é o lu c r o , o u sej a , a
saúde como mercadoria ou negócio‖.
Na prática, o que isso significa? O pesquisador explica que a maneira como a
s a ú d e v e m s e n d o a s s o c i a d a a u m b e m c o n s u m í v e l , _ _ m e r c a d o r i a , a c a b a p o r
r eduzi r os c onc ei tos qu e a levam a se r compr eendi da c omo dir ei to. E i sso é u m
c o m p l i c a d o r , e s p e c i a l m e n t e p a r a f a m í l i a s d e b a i x a r e n d a , q u e d e p e n d e m
exclusivamente da assistência pública.
Assim, a saúde não só em representado um negócio de interesse ao grande
complexo industrial da saúde, mas também está no imaginário das pessoas como
algo que deve ser adquirido por um preço, quando deveria ser entendida como uma
conquista pública.
Nada contra uma geração absurdamente fitness, mas está na hora de pensar
mais para agir com mais capacidade de efetuar transformações positivas por si, por
sua família e pela sociedade. Seja um sujeito mais atuante no controle da sua saúde
─ e n ã o à m e r c ê d e t e n d ê n c i a s e m e r a s i n s i n u a ç õ e s d e u m m e r c a d o q u e
transformou a saúde em mais um objeto da cultura capitalist a.
Fragmento do texto ―A saúde que cabe no bolso‖, escrito por Ágatha Lemos, publicado em
Vida e saúde, Tatuí: CPB, ano 78, nº 3, p. 34-36, março-2016. Com supressões e adaptações).
1. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) Observando a grafia e uso de hormônios ou formas
variantes, a acentuação, o emprego das classes (pronomes relativos) e as relações de regência (incluindo crase) e
concordância, assinale a alternativa que preenche corretamente as seis lacunas do texto:
a) por que; pôde; em que; na; obtêm; à.
b) porque; pode; na qual; a; obtém; à.
c) porquê; pôde; o qual; na; obtêm; a.
d) porque; pode; no qual; na; obtém; a.
e) por que; pôde; cujo; a; obtêm;a.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 97
2. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A compreensão de textos depende, entre outros
fatores, da identificação de sentidos de palavras, expressões ou construções e recursos linguísticos. Assinale a
alternativa em que a informação a esse respeito è verdadeira:
a) A palavra ―até‖ (l.2) veicula sentido de deslocamento espacial.
b) A oração ―que dependem exclusivamente da assistência pública‖ (l.28-29) introduz, no período de que faz
parte, ideia de restrição.
c) A oração ―que dependem exclusivamente da assistência pública‖ introduz, no período de que faz parte, sentido
de generalização.
d) A palavra ―já‖ tem o mesmo sentido (tempo passado) nas duas ocorrências textuais (l.11 e l. 17).
e) O uso do travessão em ―─ e não à mercê de tendências [...]‖ (l.37) indica mudança de interlocutor.
3. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) Sobre gêneros e tipologias textuais e funções da
linguagem, a alternativa que apresenta informação pertinente é:
a) O texto apresenta características de artigo de opinião e nele prevalecem sequências informativas e dissertativas.
A função da linguagem predominante é a referencial.
b) Articulado em sequências predominantemente descritivas e caracterizado pelo predomínio da função conativa,
o texto pode ser enquadrado no gênero editorial.
c) Com predomínio de traços de texto publicitário e da função conativa, o texto articula-se em sequências
injuntivas e dialogais.
d) Predominam no texto: características de artigo de divulgação científica, função metalingüísticas e sequências
narrativas.
e) Com predomínio de sequências instrucionais e função fática, o texto enquadra-se no gênero propaganda.
4. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A Análise das relações de coesão concorre, ao lado de
outros fatores, para a compreensão ou interpretação de textos. Assim, assinale a alternativa que traz o comentário
verdadeiro sobre o texto em foco:
a) Não é possível identificar o que se tornou ―tão comum‖ (l.1).
b) No ―conjunto das preocupações existenciais dos indivíduos‖ (l.4-5), ―o esforço de permanecer belo, jovem, magro
e feliz por muito tempo‖ (l.3-4) ocupa lugar central.
c) O enunciado ―no conjunto das preocupações existenciais dos indivíduos‖ (l.4-5) retoma ―tempo‖ (l.4).
d) O pronome ―isso (l.25) retoma ―mercadoria ou negócio‖ (l.24).
e) O pronome ―isso‖ (l.27)retoma ―ser compreendida como direito‖ (l.27).
5. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A(s) classe(s) das palavras está(ao) corretamente
indicada(s) na alternativa:
a) ―jovem‖ (l.4) e ―genéricos‖ (l.9) = substantivos.
b) ―indutor‖ (l.20) e ―interesse‖ (l.23) = adjetivo e substantivo, respectivamente.
c) ―consumo‖ (l.18) e ―complicador‖ (l.28) = substantivo e adjetivo, respectivamente.
d) ―mais‖, em ―pensar mais‖ (l. 34-35) e em ―mais capacidade‖ (l.35) = advérbio e pronome, respectivamente.
e) ―conquista‖ (l.33) e ―controle‖ (l.36) = verbo e substantivo, respectivamente.
6. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A pontuação está correta na alternativa:
a) A busca de saúde e bem-estar é um valor muito marcado em nossa era, para gerações mais recentes, gente que
nasceu nesse contexto pode parecer que, a saúde sempre teve esse status, sendo naturalizada como bem
inestimável.
b) A busca de saúde e bem-estar é um valor muito marcado em nossa era. Para gerações mais recentes, gente que
nasceu nesse contexto, pode parecer, que a saúde sempre teve esse status. Sendo naturalizada como bem
inestimável.
c) A velhice para uns, ou longevidade para outros, já foi idealizada e também aviltada até a Idade Média. Por
exemplo, os anciãos eram belos, bons e inspiradores. No entanto, os séculos 16 e 17, não foram tão promissores para
o ancionato, e os ―velhos‖só voltaram a receber atenção no século 18. Quando a relação entre condições de vida
e saúde, começou a ser estudada pela medicina.
d) A velhice, para uns, ou longevidade, para outros, já foi idealizada e também, aviltada até a Idade Média, Por
exemplo. Os anciãos eram belos, bons e inspiradores no entanto, os séculos 16 e 17, não foram tão promissores para
o ancionato e os ―velhos‖, só voltaram a receber atenção no século 18, quando a relação entre condições de vida
e saúde, começou a ser estudada pela medicina.
e) A velhice (para uns) ou longevidade (para outros) já foi idealizada e também aviltada. Até a Idade Média, por
exemplo, os anciãos eram belos, bons e inspiradores, no entanto, os séculos 16 e 17 não foram tão promissores para
o ancionato, e os ―velhos‖só voltaram a receber atenção no século 18, quando a relação entre condições de vida e
saúde começou a ser estudada pela medicina.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 98
7. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) Assinale a alternativa correta quanto à regência, ao uso
do ―acento‖ indicativo de crase e à concordância:
a) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou os alunos que, para
responder as questões objetiva da prova, eles precisariam assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que
conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa haviam na área no momento do
segundo gol do time visitante.
b) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou aos alunos de que, para
responder as questões objetivas da prova, eles precisariam assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que
conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa haviam na área no momento do
segundo gol do time visitante.
c) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou aos alunos de que, para
responder às questões objetivas da prova, eles precisariam assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que
conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa havia na área no momento do
segundo gol do time visitante.
d) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou os alunos de que, para
responder às questões objetivas da prova, eles precisariam assistir ao replay do jogo. Júlio foi um dos poucos
que conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa havia na área no momento do
segundo gol do time visitante.
e) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou os alunos que, para
responder as questões objetivas da prova, eles precisaria assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que
conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogador de defesa haviam na área no momento do
segundo gol do time visitante.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 99
PROVA
4
PROMOTOR DE JUSTIÇA SUBSTITUTO – MPE – MS – 2015
1. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.95) Interpretação do texto
A arte de ser feliz – Cecília Meireles
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, pra que o jardim não
morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de
seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Às vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Glossário: Félix Lope de Vega y Carpio – Dramaturgo espanhol nascido em Madri, fundador da comédia espanhola e um dos mais
prolíficos autores da literatura universal.
A partir da leitura e interpretação do texto acima, assinale a alternativa correta:
a) O texto apresenta o modo descritivo-narrativo, trazendo como uma de suas mensagens a ideia de que o ser
humano precisa aprender a ver com olhos conscientes para poder captar a realidade em sua plenitude.
b) O texto apresenta o modo dissertativo-argumentativo, porque está baseado na defesa de uma ideia visando
convencer o leitor de que as pessoas precisam enxergar as coisas e fatos mais singelos do cotidiano para alcançar a
felicidade.
c) O texto apresenta somente o modo narrativo, trazendo a ideia de que todos devem ter uma só visão sobre o
mundo.
d) O texto apresenta somente o modo injuntivo ou instrucional, pois objetiva, sobretudo, trazer explicações sobre a
visão do ser humano, sem a finalidade de convencer o leitor por meio de argumentos.
e) O texto apresenta somente o modo descritivo ao fazer o retrato minucioso escrito de um lugar, uma cena, uma
pessoa e alguns animais, identificados como “pequenas felicidades certas”.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 100
2. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.96) Assinale a alternativa em que a crase foi empregada
corretamente:
a) Vieram à pé.
b) Ficamos à admirá-los.
c) Refiro-me à uma pessoa educada.
d) Enfrentaram-se cara à cara.
e) Fernanda entrou em medicina, na federal, à força de muito estudo.
3. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.97) Assinale a opção correta em relação à função gramatical
da palavra ―quê‖ empregada na seguinte frase: ―QUE poderemos desejar melhor que a saúde?‖:
a) Pronome substantivo indefinido.
b) Partícula expletiva.
c) Advérbio de intensidade.
d) Conjunção consecutiva.
e) Substantivo.
4. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.98) Assinale a questão correta de concordância verbal,
referente ao verbo haver (em sentido de existir) e fazer (indicando tempo):
a) Havia aparecido manchas de óleo no mar.
b) Deve haver coisas erradas.
c) Houveram vários debates sobre o tema.
d) Haviam candidatos distraídos.
e) Estão fazendo três anos que ela nasceu.
5. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.99) Assinale a hipótese que apresenta a grafia correta dos
vocábulos e locuções:
a) Bandeja, a que horas, em redor, na saída.
b) Bandeija, apoiamento, à socapa, asterisco.
c) Em que horas, asterístico, ao redor, à saída.
d) À sorrelfa, à paisano, ao meu ver, amiúde.
e) A meu ver, à mesa, em que horas, aforisma.
6. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.100) Assinale a alternativa da oração que empregou
incorretamente o uso do porquê:
a) Estes são os direitos por que estamos lutando.
b) Estudei bastante ontem à noite. Sabe por quê?
c) Vou ao supermercado porque não temos mais frutas.
d) Você não vai à festa? Diga pelo menos um porquê.
e) Você veio até aqui por que não conseguiu telefonar?
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 101
PROVA
5
ANALISTA DE CONTROLE INTERNO II – FUNSAUD – MS – 2015
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir e avaliam conhecimentos sobre diferentes itens do conteúdo
previsto no edital:
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
A lista das coisas que podem ser preparadas na grelha não tem fim. Dito
isso, é inegável que a carne bovina desempenha o protagonismo em um
churrasco clássico.
Para ser preparada na churrasqueira, uma peça de carne precisa de
alguma maciez, porque a grelha é um método de cocção que atua em
altíssimas temperaturas, extraindo velozmente a umidade da comida. Qualquer
tentativa de fazer churrasco com carne dura resultará em algo parecido com
uma pedra ou um toco de carvão. Para romper suas fibras musculares e
derreter o colágeno - que vem na forma de tendões e de outros tecidos
conjuntivos -, é necessário cozinhar lentamente, em calor -brando e com muito
líquido, ou picar tudo muito bem picadinho Saborosos, cortes como o acém e a
paleta são ótimos para cozidos e hambúrgueres, mas o churrasco exige carnes
que fiquem prontas rapidamente, tenras e ainda suculentas.
Animais confinados tendem a ter carne macia, assim como aqueles
abatidos jovens e com estresse mínimo. A genética do gado faz sua parte:
algumas raças são desenvolvidas .para produzir indivíduos obesos,
sedentários, cujos bifes exigem esforço mínimo de mastigação. Após o abate,
ainda é possível amaciar a carne com a ação de enzimas que digerem as fibras
musculares. É à chamada maturação - um processo de decomposição
controlada, que exclui os micro-organismos causadores do apodrecimento.
O fator mais importante é, porém, a anatomia do animal. Os músculos
menos exercitados são menos rijos. As pernas são usadas na locomoção; o
pescoço e os ombros sustentam a cabeça. Evite essas partes e prefira as
carnes do lombo. das costas e próximas à barriga do boi: picanha, contrafilé,
alcatra, maminha, fraldinha.
Outros dois atributos fundamentais para a carne grelhada são o sabor e
a suculência, que dependem, ambos, do teor de gordura e da irrigação do
tecido muscular.
(Antes de prosseguir, uma pequena pausa para esclarecer um mito
largamente difundido. O líquido que escorre de um pedaço de carne
malpassada não é sangue - este é totalmente drenado do animal no
abatedouro -; é mioglobina, proteína que transporta e estoca oxigênio nas
células dos músculos).
Uma peça de carne muito irrigada é mais suculenta porque, obviamente,
tem mais umidade, a gordura, ao derreter com o calor, também protege o bife
do ressecamento. Quanto ao sabor, há controvérsias acerca do que o define —
a gordura entremeada na fibra muscular, ou a mioglobina na irrigação muscular?
—, mas pode depender da raça, da dieta ou do regime de criação do animal.
Existe uma forma de escapar do dilema sabor versus maciez ela se
chama "picanha". Antes, porém, que você saia correndo para o açougue, duas
dicas; 1) compre sempre a peça inteira, pois a picanha fatiada é muito parecida
com o coxão duro fatiado; 2) leve uma picanha pequena, pois quem adquire
uma peça de cinco quilos vai pôr na sacola cerca de 3,8 kg de coxão duro...
[Adaptado do texto "Não é tecnologia: é feitiçaria", escrito por Marcos Nogueira, publicado em
Dossiê Superinteressante, p. 23-24 São Paulo-SP, Abril, edição 342-A, jan 2015. O texto completo estende-se
da p 18 à p. 25].
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 102
1. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.1) Sobre tipologias textuais, é verdadeiro o que consta na
alternativa:
a) No segundo parágrafo (l. 4-13), articulam-se mais sequências explicativas e descritivas, no último (l 39-43),
explicativas e injuntivas.
b) Ao longo de todo o texto, predominam sequências dissertativas e argumentativas.
c) Ao longo de todo o texto, predominam sequências narrativas .
d) O texto é marcado, do início ao fim, por sequências injuntivas, entremeadas por sequências narrativas.
e) No último parágrafo (l. 39-43), as sequências dialogais concorrem com as narrativas e dissertativas.
2. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.2) Independente do gênero em que se enquadram, os textos
caracterizam-se pela ocorrência de uma ou mais funções da linguagem, que podem ser expressas ou manifestas em
diferentes enunciados. No texto em análise, pode-se afirmar que, além da função referencial, ocorre(m):
a) Função fática 2° período do último parágrafo (l. 40-43).
b) Funções conativa e fática: último período do 7° parágrafo (l. 36-38).
c) Função metalinguística último período do 3° parágrafo (l.19-20); 2° período do 6° parágrafo (especificamente l. 32-33).
d) Funções poética e emotiva: último período do segundo parágrafo (l. 11-13).
e) Função emotiva: primeiro período do 6° parágrafo (l. 29-30).
3. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q. 3) A identificação do sentido ou valor das orações
subordinadas adjetivas nos períodos compostos é um dos fatores relevantes para a compreensão ou interpretação
de textos. Assinale a alternativa que traz o comentário pertinente a esse respeito
a) A oração "que vem na forma de tendões e de outros tecidos conjuntivos" (l. 9-10) é de valor restritivo, ou seja
restringe o sentido da palavra a que se refere ("colágeno").
b) As orações "que digerem as fibras musculares" (l. 18-19) e "que exclui os micro-organismos causadores do
apodrecimento" (l. 20) introduzem, nos respectivos períodos, ideia de restrição.
c) As orações "que digerem as fibras musculares" (l. 18-19) e "que exclui os micro-organismos causadores do
apodrecimento" (l. 20) introduzem, nos respectivos períodos, ideia de generalização.
d) As orações "que vem na forma de tendões e de outros tecidos conjuntivos" (l. 9-10) e "que exclui os micro-
organismos causadores do apodrecimento" (l. 20) têm, nos respectivos períodos, valor explicativo.
e) A oração "que transporta e estoca oxigênio nas células dos músculos" (l. 32-33) introduz, no período, ideia de
generalização, explicando o sentido da palavra "proteína" (l. 32).
4. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.4) Sobre as relações de coesão estabelecidas no texto é
correto o que consta na alternativa
a) O pronome relativo "que" (l.1) retoma "lista" (l. 1).
b) O pronome "este" (l. 31) retoma "líquido" (l. 30).
c) A expressão "essas partes" (l. 23) retoma "músculos" (l. 21).
d) O pronome "Outros" (l. 26) aponta para "sabor" (l. 26) e "suculência" (l. 27) e também evoca ou retoma "maciez" (l. 5).
e) O uso de "porém" (l. 21) não se justifica, pois não há ideia de oposição; o correto seria 'portanto".
5. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.5) Dentre os fatores que contribuem para a constituição de
um texto escrito, pode-se destacar a pontuação identificar os sentidos ou efeitos produzidos pelo emprego dos sinais,
por sua vez, permite ao leitor compreendê-lo ou interpretá-lo. Assim, assinale a alternativa que traz comentário
verdadeiro sobre a pontuação do texto em análise:
a) Em "Saborosos, cortes como o acém e a paleta são ótimos [...]." (l. 11-12), se deslocarmos a vírgula para depois da
palavra "paleta", o sentido do enunciado não se alterará.
b) Em "Saborosos, cortes como o acém e a paleta são ótimos [...],‖ (l. 11-12), o uso da vírgula produz, no enunciado,
efeito de sentido de causalidade, que desaparecerá caso suprimamos o sinal.
c) Em todas as ocorrências (linhas 9 e 10, 19, 31 e 32, 36 e 38), o travessão é usado para intercalar orações.
d) Assim como na linha 11, o uso da vírgula antes de "ou" indica, na linha 37, inclusão: as duas alternativas
mencionadas são igualmente possíveis em ambos os casos.
e) O uso do travessão nas linhas 31 e 32 indica mudança de interlocutor.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 103
6. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.6) Pela análise de períodos compostos contidos no texto, é
correto afirmar que:
a) As orações "que a carne bovina desempenha o protagonismo em um churrasco clássico" (l. 2-3) e "amaciar a
carne com a ação de enzimas" (l. 18) são subordinadas substantivas predicativas, sendo a segunda reduzida de infinitivo.
b) As orações "que dependem, ambos, do teor de gordura e da irrigação do tecido muscular" (l. 27-28) e "que
escorre de um pedaço de carne malpassada" (l. 30-31) são subordinadas adjetivas restritivas.
c) As orações "que dependem, ambos, do teor de gordura e da irrigação do tecido muscular" (l. 27-28) e "que
escorre de um pedaço de carne malpassada" (l. 30-31) são subordinadas adjetivas explicativas.
d) As orações "porque, obviamente, tem mais umidade" (l. 34-35) e "pois vai pôr na sacola cerca de 3,8 kg de coxão
duro..." (l. 42-43) são subordinadas adverbiais causais.
e) No enunciado "é necessário cozinhar lentamente, em calor brando e com muito líquido ou picar tudo muito bem
picadinho" (l. 10-11), há duas orações subordinadas substantivas subjetivas reduzidas de infinitivo, coordenadas entre si.
7. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.7) A classificação da oração reduzida está correta na
alternativa.
a) "de fazer churrasco com carne dura" (l. 7) subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de infinitivo.
b) "Para romper suas fibras musculares" (l. 8) subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo.
c) "amaciar a carne com a ação de enzimas" (l. 18): subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo.
d) "ao derreter com o calor" (l. 35) subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio.
e) ―de escapar do dilema sabor versus maciez" (l. 39): subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de infinitivo.
8. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.8) A classe da palavra está corretamente indicada na
alternativa:
a) "maciez" (l. 5) = adjetivo.
b) "cozidos" (l. 12) = adjetivo
c) "jovens" (l. 15) = substantivo.
d)"abate" (l. 17) = substantivo
e) "mais", em "mais umidade" (l. 35) = advérbio de intensidade.
9. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.9) Considerada a ortografia (incluindo uso de hífen) e a
acentuação, está correto o que consta na alternativa:
a) A palavra "cocção" (l. 5) poderia ter sido grafada "coção", pois o Acordo Ortográfico eliminou o primeiro "c" das
sequências consonânticas interiores "cc", "cç" e "ct".
b) Usou-se o hífen em "micro-organismos" (l. 20), porque, de acordo com as novas normas, quando o prefixo ou
pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento, deve-se usar o hífen.
c) A palavra "anatomia" (l. 21) deveria estar graficamente acentuada ("anatomia"), assim como era antes do
Acordo Ortográfico.
d) Consideradas as novas normas, as palavras "contrafilé" (l. 24) e "malpassada" (l. 31) deveriam ter sido grafadas com hífen.
e) A palavra "pôr" (l. 43) está indevidamente acentuada, pois o Acordo Ortográfico aboliu os acentos diferenciais.
10. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.10) Esta questão avalia conhecimentos sobre itens diversos
do conteúdo previsto para a prova. Assinale a alternativa que apresenta o comentário correto sobre o(s)
respectivo(s) item(itens):
a) Concordância: O autor usou o singular em ―tem‖ (l. 1) para concordar com "lista" (l. 1), o que, no contexto, é a
forma correta de concordância.
b) Concordância: A forma verbal "tem" (l. 1) deveria estar acentuada ("têm") para indicar o plural, já que o núcleo
do sujeito a que se refere é "coisas".
c) Coesão: O pronome "suas" (l. 8) retoma "carne" (l. 4).
d) Coesão: O pronome "cujos" (l. 17) poderia ser substituído por "onde", sem prejuízos para a coesão textual.
e) Regência e crase: Em "prefira as carnes do lombo" (l. 23-24), faltou "acento" indicativo de crase, pois o verbo
"preferir" é transitivo indireto e rege preposição "a".
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11. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.11) Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas dos enunciados a seguir:
i)__________ punir os funcionários corruptos, a empresa promoveu-__________ ii) Suas ideias pareciam__________ , mas,
mesmo assim, o__________ que apresentou foi aprovado e até__________de inovador. iii) Ele tinha
certeza__________sua proposta de campanha, recheada de benefícios para o povo, iria__________ aspirações
daquela comunidade tão carente. Assim, não entendeu__________ alguns__________ vaiaram.
a) Ao invés de — os, antediluvianas — anteprojeto — tachado, de que — ao encontro das — por que — o.
b) Em vez de — lhes; antidiluvianas — antiprojeto — taxado, que — de encontro às — porque —lhe.
c) Ao invés de — lhes; antidiluvianas — anteprojeto — tachado, que — ao encontro das — porquê — o
d) Em vez de — os, antediluvianas — anteprojeto — taxado, de que — de encontro às —porquê — lhe.
e) Em vez de — os, antediluvianas — antiprojeto — tachado, de que — ao encontro das —porque — o
12. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.12) Assinale a alternativa em que NÃO há erro de
concordância nem de pontuação:
a) De modo geral, são em momentos conturbados da história de uma sociedade que vem à tona problemáticas
antes não visualizada e, por isso, consideradas inexistente.
b) De modo geral, é em momentos conturbado da história de uma sociedade que, vem à tona problemáticas antes
não visualizada e por isso consideradas inexistente.
c) De modo geral, é em momentos conturbados da história de uma sociedade que vêm tona problemáticas antes
não visualizadas e, por isso, consideradas inexistentes.
d) De modo geral são, em momentos conturbados da história de uma sociedade, que vem à tona problemáticas,
antes, não visualizada e, por isso, considerada inexistente.
e) De modo geral, são, em momentos conturbados da história de uma sociedade, que, vêm à tona problemáticas
antes não visualizadas e por isso, consideradas inexistentes.
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PROVA
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GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
Secretaria de Estado de Administração
Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS/DP/PCMS/2013
Cargo: Delegado de Polícia
Data: 9/06/2013
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
Naquele Tempo...
De 1890 até o início da década de 30, o Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira, punindo com rigor quem a
praticasse.
Misto de luta e dança, a capoeira, hoje é tão difundida no Brasil – até as crianças podem aprendê-la na escola –
que é difícil imaginá-la como algo proibido ou criminoso. Mas por mais de quarenta anos – de 1890 até o início da
década de trinta – o Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira, punindo com rigor quem a praticasse. O ano de
1904, no Rio de Janeiro, foi de intensa repressão e muitos praticantes foram deportados para outras regiões do país.
Introduzida no Brasil pelos negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão. Nas
fugas, era praticada como forma de ataque ou defesa.
No período de 1904 a 1910, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência. Não mais à escravidão – que
já não existia – mas a uma sociedade preconceituosa que excluía o negro ex-escravo da vida social e econômica
do país.[...]
Sozinhos ou organizados em bandos (as chamadas maltas), os capoeiras utilizam-se de um conjunto de recursos
físicos para agredir e ferir as pessoas, muitas vezes com uma navalha. Em festas e eventos públicos envolviam-se em
confusão com as maltas rivais.
Nas ruas, os capoeiras participavam de apostas e desafios, nos quais sempre ganhavam algum dinheiro. Mas a
habilidade na luta corporal, a destreza e a rapidez com que praticavam a violência qualificavam-nos para um
serviço ainda mais específico: desorganizar comícios em função dos interesses eleitorais daqueles que os
empregavam e protegiam. Ironicamente, acabavam servindo aos grupos dominantes que os excluíam. [...].
Associada à baderna, à violência e à vadiagem, a prática da capoeira desafiava claramente as regras de
ordem pública. Foi preciso criminalizá-la para poder contê-la. Apesar da repressão e da criminalização, a capoeira
sobreviveu ao tempo, mantendo viva a cultura negra. [Com adaptações].
Rosane Bardanachvi
(Graduada em História [UFF] e mestre em História da Cultura [PUC/RJ]).
Disponível em http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado.
1. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.1) O recurso gráfico [...], reticências entre colchetes,
utilizado no final do terceiro e do quinto parágrafos foi empregado para:
a) marcar uma pausa entre parágrafos.
b) indicar supressão de partes do texto original.
c) marcar a separação de orações interferentes.
d) assinalar a separação de parágrafos.
e) indicar uma sequência enumerativa.
2. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.2) O primeiro parágrafo começa caracterizando a capoeira
na atualidade. Em seguida, apresenta um argumento que se contrapõe a essa caracterização e que será
desenvolvido ao longo do texto. Esse argumento é:
a) O ano de 1904 foi de intensa repressão aos capoeiras cariocas.
b) Muitos capoeiras foram deportados para várias regiões do país.
c) O Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira por mais de 40 anos.
d) A capoeira era um crime punido com rigor.
e) Hoje é difícil conceber a capoeira como um crime.
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3. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.3 Analise as ações designadas pelas formas verbais
sublinhadas nos parágrafos 2 e 3 do texto.
―Introduzida no Brasil pelos negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão. Nas
fugas, era praticada como forma de ataque ou defesa.
No período de 1904 a 1910, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência. Não mais à escravidão – que
já não existia – mas a uma sociedade preconceituosa que excluía o negro ex-escravo da vida social e econômica
do país. (...)‖.
As formas verbais sublinhadas revelam que essas ações:
a) estão totalmente concluídas.
b) podiam ser realizadas em certo tempo.
c) eram rotineiras e, portanto, repetiam-se por muitas vezes.
d) não se realizaram ainda, mas poderão realizar-se.
e) ainda podiam ser realizadas.
4. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.4) Assinale a alternativa que apresenta um período
composto e contém uma oração subordinada adverbial consecutiva.
a) ―Misto de luta e dança, a capoeira, hoje, é tão difundida no Brasil – até as crianças podem aprendê-la na escola
– que é difícil imaginá-la como algo proibido ou criminoso‖.
b) ―O ano de 1904, no Rio de Janeiro, foi de intensa repressão e muitos praticantes foram deportados para outras
regiões do país‖.
c) ―Introduzida no Brasil pelos negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão‖.
d) ―No período de 1904 a 1910, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência‖.
e) ―Nas ruas, os capoeiras participavam de apostas e desafios, nos quais sempre ganhavam algum dinheiro‖.
5. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.5) Assinale a alternativa em que a pontuação está
INCORRETA, conforme a norma culta da língua escrita.
a) Os candidatos, esperavam ansiosos, o resultado do concurso.
b) Os candidatos, ansiosos, esperavam o resultado do concurso.
c) Ansiosos, os candidatos esperavam o resultado do concurso.
d) Os candidatos esperavam, ansiosos, o resultado do concurso.
e) Os candidatos ansiosos esperavam o resultado do concurso.
6. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.6) Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas.
____ semana passada, Alexandre estava ____ observar ____ loja de importados do Shopping, quando ____ lembrança
de Maria veio-lhe ____ mente.
a) A, à, a, a, a.
b) À, a, a, a, a.
c) À, a, a, à, à.
d) À, a, à, à, à.
e) A, a, a, a, à.
7. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.7) Analise as afirmações a seguir.
I – Em 1) des-a-ter-rar; 2) sub-es-ti-mar; 3) trans-tor-nar, contatamos que a separação silábica está correta apenas em 3).
II – Em ―águia – queijo – quatro – quero‖ apenas um dos vocábulos não possui dígrafo.
III – Em ―O motorista foi multado porque .................................... ([1]) infligiu, [2] infringiu) as regras de trânsito‖, a lacuna
deve ser preenchida corretamente com [1].
IV – Em ―cérebro – próximo – lágrima‖, as três palavras são acentuadas de acordo com a mesma regra.
Está correto o que se afirma apenas em:
a) I e II.
b) II e III.
c) I, II e III.
d) II, III e IV.
e) I, II e IV.
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8. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.8) Considerando os processos de formação de palavras,
relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
1) Derivação imprópria ( ) infeliz
2) Prefixação ( ) vandalismo
3) Parassintética ( ) anoitecer
4) Sufixação ( ) um não
5) Composição por aglutinação ( ) planalto
Assinale a alternativa que contenha a numeração, de cima para baixo, em sequência correta.
a) 2 – 4 – 3 – 5 – 1
b) 2 – 4 – 3 – 1 – 5
c) 3 – 4 – 2 – 1 – 5
d) 4 – 1 – 5 – 2 – 3
e) 4 – 1 – 5 – 3 – 2
9. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.10) Analise as frases (I) e (II) e assinale a alternativa
INCORRETA.
I – Com a Eva ele vai sair.
II – Com Ivo ele não vai sair.
a) A frase II, não tendo o artigo definido diante do nome próprio, está errada.
b) A frase I traz um artigo definido, no feminino e no singular, pois antecede um nome próprio com as mesmas
características morfológicas.
c) Na comparação entre a frase I e a frase II pode-se observar a relevância da estilística no artigo.
d) A frase II, dispensando o artigo diante do nome próprio, marca o distanciamento entre o referente e o emissor.
e) A frase I apresenta um artigo definido, no singular e no feminino, que semanticamente torna Eva mais próxima.
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7
GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
Secretaria de Estado de Administração
Secretaria de Estado de Educação
Concurso Público de Provas para Provimento em Cargo da Carreira Apoio à
Educação Básica do Quadro Permanente de Pessoal da Secretaria de Estado de
Educação
Cargo: ASSISTENTE DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS
Funções: Assistente de Atividades Educacionais, Assistente de Inspeção de Alunos
e Técnico de Biblioteca
Data: 8/12/2013
Leia atentamente o texto para responder às questões de 1 a 6.
Cacófatos
No início do século passado, antes da Primeira Grande Guerra, o estudo da língua portuguesa no Brasil era
dominado por um bando de corvos barulhentos de pouca ou nenhuma ciência, que passavam o tempo à procura
de ―defeitos‖ na linguagem dos outros, e a acusá-los, com o dedo em riste, como se fossem criminosos hediondos.
―Galicismos!‖, bradava um. ―Errou a mesóclise‖, gritava outro; e a vítima, o autor desses ―erros‖, tinha de vir a público
fazer sua defesa, apoiar-se nos clássicos, invocar a autores consagrados que lhe avaliassem a frase suspeita. Nem
Machado escapou desses abutres. Só Camões passou livre por essa gentalha: escreveu ―Alma minha gentil que te
partiste‖ bem na entrada de seu maravilhoso soneto, e não veio nenhum desses pigmeus apontar-lhe o dedo a gritar
―Fora! Falou maminha‖!
Foi um tempo de trevas para os estudos do português. [...]
Pois uma das preocupações desses censores eram os cacófatos – palavras torpes, obscenas ou ridículas (esta é
a adjetivação da época) formadas por encontros casuais das sílabas finais de um vocábulo com as iniciais de outro.
―Não pense nunca nisso!‖ – pronto! Falou caniço. ―Já que tinha resolvido...‖ – pronto! Falou jaquetinha. Sou obrigado
a reconhecer, nesses fanáticos, uma imaginação exacerbada e uma extrema sensibilidade para o mau vocábulo.
[...] O leitor normal (principalmente na leitura usual, silenciosa) sequer enxerga essas preciosidades, e precisamos
apontá-las com o dedo, sublinhá-las até, para que ele finalmente se dê conta de que elas podem estar ali.
Por causa do cacófato chegaram a propor o uso do apóstrofo (na escrita!) em expressões como ―u’a mão‖,
para evitar o som /umamão/, (na fala!) que poderia ser segmentado como ―um mamão‖. É de fazer chorar! [...]
Hoje só se admite certa preocupação com os cacófatos no caso da TV e do rádio, e, mesmo assim, dificilmente
o ouvinte vai fazer essas segmentações tendenciosas. [...] Fora disso, tenho visto é aquele uso maroto do cacófato,
que o autor faz questão de sinalizar para que todos percebam. Parece que encontraram o verdadeiro tratamento
que o cacófato merece, diferente daquela visão repressiva, obscurantista, do Brasil de antigamente: ele é um jogo
criativo com a linguagem, safado, moleque, presente nas brincadeiras verbais do colégio e nas piadas de
humoristas.
MORENO, Cláudio. Disponível em: http://educaterra.terra.com.br/sualingua. (Com adaptações).
1. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.1) Pela leitura global do texto, pode-se afirmar que:
a) a definição de cacófato aparece nas entrelinhas.
b) devemos nos preocupar com o cacófato na linguagem escrita em qualquer situação.
c) os cacófatos são pouco utilizados porque as pessoas cuidam da linguagem oral.
d) como o cacófato causa mau impacto sonoro, a preocupação por parte do interlocutor deve ser maior quanto à
linguagem oral.
e) antigamente, muitos críticos da língua portuguesa viam com bons olhos o emprego da cacofonia.
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2. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.2) A respeito do texto, conclui-se que:
a) atualmente, o cacófato utilizado no humor já é admitido sem o rigor do passado.
b) Camões e Machado de Assis foram autores criticados pelo uso indevido do cacófato.
c) o “erro” de Camões, cometido no verso “Alma minha gentil que te partiste”, foi maior quanto à colocação do
pronome oblíquo.
d) o início do século XX foi um momento histórico importante porque muitos se preocuparam com a adequação e
correção da língua portuguesa.
e) o leitor, ao detectar o cacófato, sublinha-o para poder fazer uma releitura mais compreensível e evitá-lo oralmente.
3. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.3) Ainda sobre o texto, assinale a alternativa que contém
a afirmação correta.
a) O autor considera que os preocupados com a perfeição da linguagem têm razão.
b) Ao criticar o mau uso da mesóclise, o autor se referiu à colocação de pronome intercalado no verbo.
c) Se Camões tivesse escrito “Alma minha gentil que te partiste-te”, ele teria abolido o cacófato desse verso.
d) Antigamente, a adjetivação “torpe”, “obscenas” e “ridículas” era apropriada à cacofonia, ocorrendo ainda hoje
essa visão.
e) A perseguição ao cacófato, no passado, foi tão grande que os gramáticos criaram a regra do “apóstrofo” na
escrita, para que fosse possível pronunciar letras, de forma camuflada, que causariam som repetitivo na fala.
4. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.4) Observando o trecho “[...] que passavam o tempo à
procura de „defeitos‟ na linguagem dos outros [...]”, assinale a alternativa que comenta o emprego do acento grave
de acordo com as exigências da norma padrão do nosso idioma.
a) Houve falha quanto à colocação do acento, pois não ocorre crase antes de verbo.
b) Trecho correto, porque está presente uma locução prepositiva feminina.
c) Ocorre o processo de crase diante de todas as palavras femininas.
d) Deveria estar como no trecho ―Sou obrigado a reconhecer [...]‖ (3º parágrafo) e ―[...] que chegaram a propor
[...]‖ (4º parágrafo).
e) Emprego de acordo com a norma culta. Outros exemplos semelhantes: à cata de / à respeito de / à busca de.
5. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.5) Morfologicamente, assinale a alternativa que contém a
classificação correta da(s) palavra(s) sublinhada(s):
a) ―aquele uso maroto‖ – pronome demonstrativo / verbo.
b) Nem Machado escapou‖ – conjunção adversativa.
c) ―o verdadeiro tratamento‖ – adjetivo / substantivo.
d) ―jogo criativo com a linguagem‖ – substantivo / preposição.
e) ―Hoje só se admite‖ – adjetivo / pronome apassivador.
6. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.6) Sobre a pontuação empregada no texto, conclui-se que:
a) no primeiro parágrafo, as aspas podem ser substituídas por travessão na fala do locutor.
b) houve emprego indevido das aspas no trecho ―Alma minha gentil que te partiste”.
c) na última frase do 3º parágrafo, os parênteses não poderiam ser substituídos por vírgulas.
d) as reticências entre colchetes indicam que o autor interrompeu o pensamento para refletir.
e) a primeira vírgula do texto separa somente um adjunto adverbial de tempo.
7. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.7) Os pronomes desempenham importante papel na
coesão textual. Esta faz com que se estabeleça uma série de relações entre as ideias já expressas e as que virão.
Com base nessa afirmação, leia este fragmento de texto:
O Brasil é possivelmente o último país do mundo – ou um dos últimos – a ainda abrigar em seu território grupos
humanos desconhecidos. Acredita-se que em 53 locais (sendo 38 deles na Amazônia) viveriam tribos sem contato
com nossa cultura. Porém esse quadro pode vir a sofrer alterações significativas nos próximos meses, como resultado
de uma expedição destinada a captar novos dados sobre povos isolados, embora sem fazer contato com eles.
Revista Terra.
Conclui-se que o(s) pronome(s):
a) possessivo, na expressão “nossa cultura” (2ª frase), faz referência à cultura dos índios.
b) “nossa” (2ª frase) e “esse” (3ª frase) retomam a presença de grupos humanos isolados e a Amazônia.
c) “seu” (1ª frase) estabelece uma coesão com o substantivo “mundo” (1ª frase).
d) pessoal “eles” (última frase) dá harmonia ao texto ao substituir a palavra “isolados” (última frase).
e) demonstrativo, em “esse quadro” (última frase), refere-se a grupos humanos desconhecidos que vivem sem
contato com o homem branco.
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O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 110
8. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.8) Considerando a regência verbal sobre os verbos “lembrar” e
“esquecer”, assinale a alternativa que contém a frase em DESACORDO com as regras da língua portuguesa.
a) Lembrei a resposta do problema.
b) Lembraram-me daqueles dias felizes do nosso relacionamento.
c) Esqueceram-me os livros.
d) Lembrei da situação, mas me esqueci o que falei.
e) Esqueci-me desses detalhes sobre a excursão.
9. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.9) Assinale a alternativa que contém o grupo de palavras
com a ortografia dentro das normas da variedade padrão.
a) trage – gengibre – majestoso – pequinez.
b) escassez – pretensão – obcecar – hombridade.
c) contensão – enxarcar – enfarto – confissionário.
d) curinga – incorporar – mantegueira – chipanzé.
e) enfarte – freiada – envólucro – explendido.
10. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.10) Leia estas frases, analisando a coerência textual.
I - Quando se trabalhou intelectualmente a vida inteira, a gente se adapta facilmente ao trabalho físico.
II - Nosso crítico elogiou o filme que estreou ontem e que foi considerado de curta duração pela crítica de outras
revistas.
III - Os alunos protestaram em alto e bom som contra os resultados da prova até que o professor lhes solicitou que
parassem com os resmungos.
Apresenta(m) incoerência:
a) I, II e III.
b) I e II, somente.
c) II e III, somente
d) I somente.
e) II somente.
11. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.11) Julgue estes pares de frases, aplicando as regras da
concordância nominal.
- Senti sujas as mãos e o rosto.
Sentia sujo o rosto e as mãos.
- Desconfiados, o zelador e a mulher abandonaram o recinto.
Desconfiados , o zelador a mulher abandonaram o recinto.
- É proibida a saída durante a palestra.
É proibido saída durante a palestra.
Está(ão) correto(s), (a):
a) apenas os dois últimos pares.
b) apenas os dois primeiros pares.
c) todos os pares.
d) apenas a primeira frase de cada par.
e) apenas a segunda frase de cada par.
12. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.12) A pontuação da frase está correta na alternativa:
a) Têm-se apontado muitas razões para a demora na evolução do país; pouco, porém, fala-se na manutenção de
privilégios.
b) O álcool combustível é uma fonte renovável de energia, deve ter seu uso ampliado e estimulado portanto.
c) Hoje, Ricardo aquele ―gênio‖, interrompeu a aula e depois ficou ―surfando‖ na internet.
d) ―Era um restaurante francês (tão francês que ficava na França) e perto da nossa mesa almoçava sozinho, um
homem ruivo‖. (Luís Fernando Veríssimo).
e) E o ladrão perguntei eu: – foi condenado ou não?
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13. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.13) Há muitos sinônimos para o verbo ―dar” dependendo
do contexto. Relacione as colunas I e II, de acordo com o sentido em que ele foi empregado nas frases abaixo. (Na
coluna II, os verbos foram colocados no infinitivo.)
Coluna I Coluna II
(1) Eu não gosto de dar palpite no trabalho dos outros. ( ) publicar
(2) Quando dei por mim, estava diante de sua casa. ( ) soar
(3) Você viu o relógio dar oito horas? ( ) emitir
(4) Os jornais ainda não deram a notícia. ( ) sentir
(5) Dou-me muito bem aqui. ( ) perceber
A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, está na alternativa:
a) 3 – 2 – 1 – 5 – 4.
b) 2 – 1 – 4 – 3 – 5.
c) 1 – 3 – 5 – 4 – 2.
d) 4 – 3 – 1 – 5 – 2.
e) 5 – 4 – 3 – 1 – 2.
14. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.14) Nas frases ―Todos estariam junto a ele.‖ e ―Sentiu
muito a falta das crianças.‖, os verbos sublinhados estão no modo _______ e nos tempos _______ / _______,
respectivamente.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
a) indicativo – futuro do pretérito / pretérito perfeito
b) subjuntivo – imperfeito / pretérito imperfeito
c) imperativo – afirmativo / afirmativo
d) indicativo – futuro do pretérito / pretérito imperfeito
e) subjuntivo – futuro do presente / imperfeito
15. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.15) Julgue, nas frases a seguir, o emprego das palavras
mal e mau.
I – Luís agiu mal.
II – Mal entrou na biblioteca, começou a ler em voz alta.
III – Ainda bem que é um mal que tem fim.
IV – Esse homem é realmente mau.
Morfologicamente, em:
a) I, é um adjetivo.
b) II, funciona como preposição.
c) III, exerce a função de advérbio.
d) III e IV, são substantivos.
e) I, é advérbio e, em II, conjunção.
16. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.16) Analise as particularidades léxicas e gramaticais das
palavras e/ou expressões sublinhadas e assinale a alternativa que contém o par de frases com o emprego dentro
das regras do nosso idioma.
a) Não vou dizer as razões porque deixei de vir à aula. / Muitos estavam na passeata sem saber o por quê.
b) A biblioteca municipal fica há duzentos metros de minha casa. / Chegou a tempo de fazer as malas.
c) A cidade onde moramos é muito tranquila. / A cidade aonde fomos é boa para morar.
d) Havia gente de mais ali. / Recebeu dinheiro demais.
e) Queria sair, mais ia esperar o tempo melhorar mais. / Pode ir até o clube, mas não demore.
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Leia este poema para responder às questões 17 e 18.
A LÍNGUA MÃE
Não sinto o mesmo gosto nas palavras:
oiseau e pássaro.
Embora elas tenham o mesmo sentido.
Será pelo gosto que vem de mãe? de língua mãe?
Seria porque eu não tenho amor pela língua de Flaubert?
Mas eu tenho.
(Faço este registro porque tenho a estupefação
de não sentir com a mesma riqueza as palavras oiseau e pássaro.)
Penso que seja porque a palavra pássaro em mim repercute a infância
E oiseau não repercute.
Penso que a palavra pássaro carrega até hoje nela o menino que ia de tarde
pra debaixo das árvores a ouvir os pássaros.
Nas folhas daquelas árvores não tinha oiseaux
Só tinha pássaros.
É o que me ocorre sobre língua mãe.
Manoel de Barros. O fazedor de amanhecer.
Vocabulário: oiseau (pronuncia-se uasô) significa pássaro, em francês; o plural é oiseaux. Flaubert, citado no poema,
é um renomado escritor francês.
17. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.17) Sobre as ideias transmitidas no poema, infere-se que o
poeta:
a) tem amor pelas línguas francesa e portuguesa.
b) no final, não encontra a explicação para o fato de não sentir o mesmo gosto pelas palavras em francês e em
português.
c) considera que tanto a palavra pássaro como oiseau trazem lembranças de sua infância.
d) deduz que as palavras pássaro e oiseau, na verdade, têm o mesmo sentido para ele.
e) sente com a mesma riqueza as palavras em português e em francês.
18. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.18) A respeito da gramática do texto, assinale a
alternativa que contém a afirmação correta.
a) As palavras “oiseau” e “pássaro” podem ser consideradas sinônimas porque têm a mesma origem.
b) Quanto à coesão, a conjunção “embora” indica uma concessão em relação ao que foi dito anteriormente.
c) Nos versos em que aparece a palavra “porque”, não há a causa expressa.
d) Ao usar os verbos “será” (4º verso) e “seria” (5º verso), no tempo futuro, o autor procura indagar sobre certezas
que vão dentro dele.
e) A contração “nela” (11º verso) estabelece coesão com a palavra “pássaro” (9º verso).
19. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.19) Considerando as características semânticas dos
artigos, assinale a alternativa que analisa de forma INCORRETA o emprego dos artigos indefinido e definido nesta
frase: ―Eu não havia encontrado um livro qualquer: aquele era o livro‖.
a) O artigo definido foi usado para indicar o caráter único e singular do substantivo ―livro‖.
b) O artigo indefinido atribuiu ao livro um sentido indeterminado.
c) Em ―o livro”, o artigo sublinhado passou a dar notoriedade ao ser.
d) A conclusão é que o livro encontrado é o melhor.
e) O artigo indefinido dá ideia de especificidade e o definido indica referência genérica de realce do ser.
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20. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.20) Levando em conta que as preposições podem ter
conteúdo semântico (de sentido), relacione as colunas I e II, verificando as relações expressas pela preposição de
(ou pela contração da).
Coluna I Coluna II
(1) qualidade ( ) Viagem de longe.
(2) causa ( ) Morreu de tristeza.
(3) matéria ( ) Coração de pedra.
(4) origem ( ) Pernas de cadeira.
(5) parte ( ) Pulseira de ouro.
A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
a) 2 – 4 – 5 – 1 – 3.
b) 3 – 1 – 4 – 2 – 5.
c) 4 – 1 – 3 – 5 – 2.
d) 4 – 2 – 1 – 5 – 3.
e) 5 – 3 – 2 – 1 – 4.
21. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.21) Complete as frases com o pronome pessoal oblíquo
adequado.
- Para _____ passar no exame, tive que estudar muito.
- Já que entre _____ e _____ não há confiança, é melhor que _____ _____ prepares para viver sozinho _____.
Os pronomes que preenchem as lacunas corretamente estão na alternativa:
a) eu – mim – ti – tu – te – contigo.
b) mim – eu – você – tu – te – consigo.
c) eu – tu – eu – você – se – contigo.
d) eu – mim – ti – tu – te – contigo.
e) mim – você – eu – tu – te – contigo.
Leia os textos a seguir para responder às questões de 22 a 25.
Texto I
Alfabeto
AH – Interjeição. Usada para indicar espanto, admiração,
medo. Curiosamente também são as inicias de Alfred
Hitchcock. [...]
AI – Interjeição. Denota dor, apreensão ou êxtase, como em
―Ai que bom, ai que bom‖.[...]
AI, AI – Expressão sarcástica, de troça. O mesmo que ―Como
nós estamos sensíveis hoje, hein, Juvenal?‖
AI, AI, AI – Expressão de mau pressentimento, de que em boa
coisa isto não pode dar, de ―olhem lá o que vocês vão fazer,
gente‖.
AI, AI, AI, AI, AI – O mesmo que ―Ai, ai, ai‖, mas com mais
dados sobre a gravidade da situação.
Geralmente precede uma reprimenda ou uma fuga.
[...]
VERÍSSIMO, Luís Fernando.
Texto II
Interjeição é uma espécie de grito com
que traduzimos de modo vivo nossas
emoções.
A mesma reação emotiva pode ser
expressa por mais de uma interjeição.
Inversamente, uma só interjeição pode
corresponder a sentimentos variados e, até
opostos. O valor de cada forma interjectiva
depende fundamentalmente do contexto e
da entoação. [...]
CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. L. Nova Gramática do
Português Contemporâneo .
22. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.22) No texto I, o autor:
a) comenta sobre interjeição, embora não a defina.
b) faz uma relação convencional, exatamente como aparece no dicionário, justificando o emprego do título.
c) mostra que as repetições da interjeição pouco interferem na criação do humor.
d) faz uma apresentação das interjeições sem associar ao alfabeto tradicional.
e) define interjeição, valendo-se de enunciados ou expressões engraçadas que exemplificam cada caso.
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23. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.23) Comparando os textos I e II, é INCORRETO afirmar que:
a) as três últimas definições apresentadas no texto I estão de acordo com as afirmações feitas no segundo
parágrafo do texto II.
b) o autor do texto I, ao repetir a interjeição, associa enunciados que conotariam diferentes sentimentos.
c) o autor do texto I comprova a afirmação de que ―uma só interjeição pode corresponder a sentimentos variados
e, até, opostos‖.
d) a quantidade de vezes que a interjeição é repetida pouco interfere na língua oral, e mantém sua significação.
e) Veríssimo confirma que ―o valor de cada forma interjectiva depende do contexto e da entoação‖.
24. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.24) Quanto à sintaxe dos textos I e II, assinale a alternativa
que contém a classificação correta dos termos da oração.
a) I – A segunda frase do segundo parágrafo contém sujeito indeterminado.
b) II – O termo ―espécie‖ é o núcleo do predicativo do sujeito.
c) I – O vocábulo “gente” é um termo acessório que exerce a função de aposto.
d) II – A última frase contém predicado verbo-nominal.
e) I – As palavras “espanto, admiração, medo” são termos essenciais da oração.
25. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.25) Nos texto I e II, os advérbios “geralmente”,
“inversamente” e “fundamentalmente” podem ser substituídos, respectivamente, por:
a) especificamente / contrariamente / basicamente.
b) normalmente / diferentemente / comprovadamente.
c) genericamente / opostamente / essencialmente.
d) logicamente / oponentemente / necessariamente.
e) universalmente / supostamente / firmemente.
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PROVA
8
GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
Secretaria de Estado de Administração
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do
Comércio e do Turismo
Concurso Público de Provas e Títulos para Provimento em Cargo da Carreira
Fiscalização e Defesa Sanitária do Quadro Permanente de Pessoal da Agência
Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO)
Cargo: GESTOR ESTADUAL AGROPECUÁRIO
Habilitação: Ciências Contábeis
Data: 1º/12/2013
Leia o seguinte texto, para responder às questões 1 a 7.
INQUILINOS
Luís Fernando Veríssimo
Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as
caldeiras e checar se a Terra está girando em torno do seu próprio eixo na velocidade apropriada, e em torno do Sol
de modo a garantir a correta sucessão das estações. Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do
planeta são providenciados sem que se enxergue o síndico – e sem taxa de administração. Imagine se coubesse à
humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus
horários, ou se – coroando o mais delirante dos sonhos liberais – sua gerência fosse entregue a uma empresa privada,
com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar dias e noites e até mudar
de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas, fraudes e
falência.
É verdade que, mesmo sob o atual regime impessoal, o mundo apresenta falhas na distribuição dos seus
benefícios, favorecendo alguns andares do prédio metafórico e martirizando outros, tudo devido ao que só pode ser
chamado de incompetência administrativa. Mas a responsabilidade não é nossa. A infraestrutura já estava pronta
quando nós chegamos. Apesar de tentativas como a construção de grandes obras que afetam o clima e
redistribuem as águas, há pouco que podemos fazer para alterar as regras do seu funcionamento.
Podemos, isto sim, é colaborar na manutenção da Terra. Todos os argumentos conservacionistas e ambientalistas
teriam mais força se conseguissem nos convencer de que somos inquilinos no mundo. E que temos as mesmas
obrigações de qualquer inquilino, inclusive a de prestar contas por cada arranhão no fim do contrato. A escatologia
cristã deveria substituir o Salvador que virá pela segunda vez para nos julgar por um Proprietário que chegará para
retomar seu imóvel. E o Juízo Final, por um cuidadoso inventário em que todos os estragos que fizemos no mundo
seriam contabilizados e cobrados.
– Cadê a floresta que estava aqui? – perguntaria o Proprietário. – Valia uma fortuna.
E:
– Este rio não está como eu deixei...
E, depois de uma contagem minuciosa.
– Estão faltando cento e dezessete espécies.
A Humanidade poderia tentar negociar. Apontar as benfeitorias – monumentos, parques, áreas férteis onde
outrora existiam desertos – para compensar a devastação. O Proprietário não se impressionaria.
– Para que eu quero o Taj Mahal? Sete Quedas era muito mais bonita.
E a catedral de Chartres? Fomos nós que construímos. Aumentou o valor do terreno em...
– Fiquei com todas as suas catedrais, represas, cidades e shoppings. Quero o mundo como eu o entreguei.
Não precisamos de uma mentalidade ecológica. Precisamos de uma mentalidade de locadores. E do terror da
indenização.
http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com.br/2010/06/inquilinos-luis-fernando-verissimo.html. Acesso em: 10/11/2013.
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1. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.1) Leia o seguinte
enunciado, correspondente ao período inicial da introdução do texto.
―Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as
caldeiras e checar se a Terra está girando em torno do seu próprio eixo na velocidade apropriada, e em torno do Sol
de modo a garantir a correta sucessão das estações (§1 – segmento 1).
Assinale a alternativa que apreseta a classificação correta desse enunciado:
a) Interrogação – questionamento.
b) Declaração inicial – uma afirmação.
c) Suspense – omissão de informações.
d) Definição – identificação de um termo.
e) Alusão histórica – referência a um fato histórico.
2. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.2) Analise o seguinte
enunciado, apresentado na sequência da introdução.
―Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do planeta são providenciados sem que se enxergue
o síndico – e sem taxa de administração.‖ (§ 1 – segmento 3).
Considerando a estrutura e as palavras utilizadas, é correto afirmar que tal enunciado introduz uma:
a) proposição – declaração de intenções a serem expostas no texto.
b) provocação – proposta de um problema a ser solucionado no texto.
c) comparação – apresentação de relações de semelhança entre duas situações ao longo do texto.
d) divisão – organização do texto em partes ou porções a serem analisadas.
e) citação – transcrição de um pensamento alheio a ser analisado no texto.
3. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.3) A seguir, verifique a
parte final da introdução:
―Imagine se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a
Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se – coroando o mais delirantes dos sonhos liberais – sua gerência fosse
entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou
alongar dias e noites e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a
decisões catastróficas, fraudes e falência.‖. (§ 1 – segmento 3).
Nesse enunciado, levando em, conta os tempos e modos verbais utilizados, é correto afirmar que o autor apresenta
uma:
a) hipótese – possibilidade de tratar os serviços básicos do planeta tal como os de um prédio bem administrado.
b) instituição – apresentação, caracterizada especialmente pela presença do modo imperativo, de administrar os
serviços básicos do planeta.
c) descrição – reprodução detalhada de características do Sol.
d) narração – exposição de uma série de acontecimentos sobre a órbita da Terra.
e) dissertação – exposição de descobertas relevantes sobre a Terra e o Sol.
4. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.4) Considerando o título e
a introdução (§ 1), é correto afirmar que o texto de Veríssimo possibilita:
a) provocar o questionamento daquilo em que as pessoas acreditam.
b) analisar o comportamento do seu humano contemporâneo por meio de sua visão irônica.
c) estimular a reivindicação de direitos por meio de manifestações coletivas.
d) questionar a hierarquia de poder na sociedade, que prejudica a preservação do meio ambiente.
e) refletir sobre o funcionamento do mundo, comparando os seres humanos a inquilinos do planeta Terra, tal como
ocorre num prédio residencial.
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Portugues pc sobrinho aula 01

  • 1. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 85 PROVAS DE CONCURSOS PROVA 1 Cargo: Agente de Polícia Judiciária Funções: Escrivão de Polícia Judiciária e Investigador de Polícia Judiciária Data: 20/10/2013 Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O brasileiro não lê A história de uma frase feita, e uma sugestão para quem insiste em repeti-la. Danilo Venticinque O brasileiro não lê. Ao menos é isso que eu tenho escutado. Por obrigação profissional e por obsessão nas horas vagas, costumo conversar muito sobre livros. Com uma frequência incômoda, não importa qual é a formação de quem fala comigo, essa frase se repete. Amigos, taxistas, colegas jornalistas, escritores e até executivos de editoras já me disseram que o brasileiro não lê. Quando temos dificuldade para entender uma frase, um boa técnica de aprendizado é repeti-la várias vezes. Um dos meus primeiros professores de inglês me ensinou isso. Nunca pensei que fosse usar esse truque com uma frase em português. Mas, depois de ouvir tantas vezes que o brasileiro não lê, e de discordar tanto dos que dizem isso, resolvi tentar fazer esse exercício. Talvez enfim eu os entenda. Ou talvez eu me faça entender. O brasileiro não lê, mas a quantidade de livros produzidos no Brasil só cresceu nos últimos anos. Na pesquisa mais recente da Câmara Brasileira do Livro, a produção anual se aproximava dos 500 milhões de exemplares. Seriam aproximadamente 2,5 livros para cada brasileiro, se o brasileiro lesse. O brasileiro não lê, mas o país é o nono maior mercado editorial do mundo, com um faturamento de R$ 6,2 bilhões. Editoras estrangeiras têm desembarcado no país para investir na publicação de livros para os brasileiros que não leem. Uma das primeiras foi a gigante espanhola Planeta, em 2003. Naquela época, imagino, os brasileiros já não liam. Outras editoras vieram depois, no mesmo movimento incompreensível. [...] Na pesquisa Retratos da Leitura divulgada no ano passado, metade dos brasileiros com mais de 5 anos disse não ter lido nenhum livro nos últimos três meses. É compreensível, num país em que há poucas livrarias, as bibliotecas públicas estão abandonadas e 20% das pessoas entre 15 e 49 anos são analfabetas funcionais. Mas há outra metade. São 88,2 milhões de leitores. Alguns se dedicam mais à leitura; outros, provavelmente a maior parte deles, são leitores ocasionais. Há um enorme potencial para crescimento, mas já é um número animador. Os brasileiros começaram a ler. Falta começar a mudar o discurso. Em vez de reclamar dos brasileiros que não leem, os brasileiros que leem deveriam se esforçar para espalhar o hábito da leitura. Espalhar clichês pessimistas não vai fazer ninguém abrir um livro. Eu poderia ter repetido tudo isso para cada pessoa de quem ouvi a mesma frase feita. Mas resolvi escrever, porque acredito que o brasileiro lê. (Com supressão de parágrafos). http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/index.hatml. Acesso em 18/9/2013. 01. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.1) A ―frase feita‖ referida no texto é aquela que: a) se repete abusivamente e que perde, por isso, o valor expressivo. b) pode ser formada por uma ou mais palavras variáveis. c) se constrói com ou sem verbo, ou com uma ou mais orações. d) encerra várias orações, coordenadas e/ou subordinadas. e) se encaixa numa oração subordinada, ou na oração principal. 02. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.2) O autor do texto diz que tem escutado a frase ―O brasileiro não lê‖ com uma ―frequência incômoda‖, ao conversar sobre livros, por: a) desenvolver pesquisa sobre frases. b) cumprir preceito religioso e legal. c) dever de ofício e motivação irresistível. d) ser estudioso compulsivo da linguagem. e) ser um profissional da área de linguagens.
  • 2. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 86 3. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.3) Segundo o texto, para tentar entender a frase ―O brasileiro não lê‖, o autor: a) consultou a pesquisa Retratos da Leitura. b) usou saber já explorado por ex-professor. c) baseou-se na própria experiência, somente. d) concordou com todos os que a repetiam. e) discordou da opinião de todos, apenas. 4. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.4) O texto aponta um ―movimento incompreensível‖ entre a afirmação ―O brasileiro não lê‖ e: a) a quantidade de livros produzidos no Brasil nos últimos anos. b) o resultado da pesquisa mais recente da Câmara Brasileira do Livro. c) o fato de o país ser o nono maior mercado editorial do mundo. d) o fato de dados estatísticos indicarem o sentido contrário. e) o fato de editoras estrangeiras investirem na publicação de livros no Brasil. 5. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.5) Considerando o que consta no texto, analise as seguintes afirmações sobre a pesquisa Retratos da Leitura. I – 20% das pessoas entre 15 e 49 anos são alfabetizadas, ou seja, sabem ler e escrever, mas não conseguem interpretar os textos lidos. II – A maior parte dos 88,2 milhões de leitores leem eventualmente. III – Há muitas livrarias, assim como bibliotecas públicas bem aparelhadas. IV – O resultado da pesquisa mostrou que o número de leitores pode crescer. Estão corretas apenas: a) I e II. b) II e III. c) III e IV. d) I, II e III. e) I, II e IV. 6. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.6) O ponto de vista a partir do qual o autor analisa a frase feita ―O brasileiro não lê‖, ao longo do texto, revela um tom: a) pessimista. b) otimista. c) realista. d) desanimador. e) radical. 7. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.7) Da leitura do texto, conclui-se que: a) o autor resolveu escrevê-lo, porque está convencido de que o brasileiro lê. b) à competência de saber ler corresponde a de saber escrever. c) o autor crê que o brasileiro lê e escreve, normalmente. d) o autor quer divulgar o clichê otimista sobre o qual pesquisou. e) o autor preferia falar a cada pessoa de quem ouviu o clichê pessimista. 8. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.8) Para quem insiste em repetir que o brasileiro não lê, o autor sugere: a) frequentar as bibliotecas públicas. b) visitar as grandes livrarias da cidade. c) promover a divulgação do hábito da leitura. d) ensinar os analfabetos funcionais a ler. e) difundir conhecimentos produtivos.
  • 3. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 87 9. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.9) Analise os seguintes períodos, transcritos do texto. I – ―Amigos, taxistas, colegas jornalistas, escritores e até executivos de editoras já me disseram que o brasileiro não lê‖. II – ―O brasileiro não lê, mas a quantidade de livros produzidos no Brasil só cresceu nos últimos anos‖. III – ―O brasileiro não lê, mas o país é o nono maior mercado editorial do mundo‖. IV – ―Na pesquisa mais recente da Câmara Brasileira do Livro, a produção anual se aproximava dos 500 milhões de exemplares‖. V – ―Há um enorme potencial para crescimento, mas já é um número animador‖. Tendo em vista a análise realizada, é correto afirmar que: a) I e II são períodos compostos por subordinação. b) III e IV são períodos compostos por coordenação. c) V é um período composto por subordinação. d) I e IV são períodos simples com orações absolutas. e) II, III e V são períodos compostos por coordenação. 10. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.10) Em ―Eu poderia ter repetido tudo isso para cada pessoa de quem ouvi a mesma frase feita‖, a expressão ―tudo isso‖ refere-se a/ao: a) tudo o que foi dito no texto inteiro. b) que foi discutido apenas no parágrafo 6. c) que foi anunciado na introdução do texto, apenas. d) que foi apresentado no segundo parágrafo. e) que foi concluído no fechamento do texto. 11. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.11) Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente em obediência à mesma regra. a) chapéu, heroico, obediência, próximo. b) alguém, compreensível, açúcar, dígrafo. c) faísca, egoísta, viúva, proteína. d) agradável, dívida, vírus, parabéns. e) poderá, bênção, cuíca, lápis. 12. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.12) Analise a pontuação dos seguintes períodos: I – Ele era metódico, portanto não deixaria de telefonar. II – Não estudou e, fez a prova muito bem. III – Meu irmão comprou uma casa, um carro e vários móveis; por isso, está endividado. Está/estão correto(s): a) apenas o período I. b) apenas o período II. c) apenas o período III. d) apenas o período I e III. e) apenas o período I, II e III. 13. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.13) Observe que, nos enunciados da primeira coluna, o verbo TER é empregado com uma série de significado distintos. Numere a segunda coluna, de acordo com a primeira, considerando o verbo de significado mais específico que pode substituir o verbo TER nesses enunciados. (1) Tinha um longo vestido na cerimônia. ( ) esboçou (2) Tive uma sensação de bem-estar. ( ) usava, vestia (3) Jonas tem a função de fiscal de trânsito. ( ) manter (4) Paulo teve um gesto de surpresa. ( ) exerce (5) Não é permitido ter animais no prédio. ( ) experimentei A sequência numérica correta é: a) 2-3-5-1-4. b) 5-3-2-1-4. c) 4-1-5-3-2. d) 1-5-4-3-2. e) 3-2-4-5-1.
  • 4. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 88 Leia o seguinte poema para responder à questão 14. Dois vocativos A maravilha dá de três cores: branca, lilás e amarela. Seu outro nome é bonina. Eu sou de três jeitos: Alegre, triste e mofina, Meu outro nome eu não sei. Ó mistério profundo! Ó amor! (Adélia Prado) 14. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.14) Estão corretas as seguintes afirmações sobre o poema, EXCETO: a) O título se refere aos vocativos que o poema apresenta. b) Esses vocativos são: Ó mistério profundo! e Ó amor! c) Maravilha e bonina são nomes de flores. d) O vocativo é um termo usado para chamamento. e) O vocativo é um termo integrante ligado ao sujeito. 15. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.15) Assinale a alternativa em que há uma oração subordinada adjetiva. a) Entendo que tudo isso tem uma riqueza incalculável. b) A forte luminosidade que iluminava o terreno recaia sobre as flores. c) O que acontece aos nossos filhos depois que se despedem de nós? d) Muitas pessoas dizem que o sapoti e o cambucá são frutas deliciosas. e) É bom que aprendas a cultivar flores no jardim da tua casa. Para as questões 16 e 17 observe as expressões sublinhadas no seguinte enunciado: ―A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) estima que em todo o mundo 870 milhões de pessoas passem fome todos os dias‖. www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+Planeta+do+desperdício+e+da+fome. 16. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.16) Nesse contexto, ESTIMA significa: a) tem apreço por alguém. b) regozija-se com alguém. c) sente amizade por uma pessoa. d) emociona-se com a outra pessoa. e) avalia o valor de algo e/ou de alguém. 17. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.17) Considerando o mesmo contexto, observe as expressões transcritas a seguir: I – ―[...]. todo o mundo...‖. II – ―[...]. todos os dias‖. Analise a alternativa correta. a) Em I, todo é um adjetivo; em II, todo é um substantivo. b) Em I, todo é um substantivo; em II, todo é um adjetivo. c) Em I, todo é um advérbio; em II, todo é um substantivo. d) Em I, todo é um adjetivo; em II, todo é um pronome. e) Em I, todo é um adjetivo; em II, todo é um adjetivo.
  • 5. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 89 Considere o trecho a seguir para responder à questão 18. "Na semana passada,veio outro dado impactante revelado também pela ONU: um terço de toda a alimentação produzida pelo homem é desperdiçada pelo próprio homem." www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+Planeta+do+desperdício+e+da+fome. 18. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.18) A expressão NA SEMANA PASSADA, nesse trecho, é classificada como: a) adjunto adverbial de tempo. b) adjunto adverbial de lugar. c) predicativo do sujeito. d) predicativo do objeto. e) adjunto adnominal. Leia o trecho a seguir para responder às questões 19, 20. ―Não podemos mais nos omitir‖, declarou o diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva.‖ www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+ Planeta+do+desperdicio+e+da+fome. 19. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.20) O sujeito de ―Não podemos mais nos omitir‖, é: a) sujeito simples. b) sujeito composto. c) sujeito indeterminado. d) sujeito oculto ou desinencial. e) oração sem sujeito. 20. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.21) Analise as afirmações a seguir. I – ―Não podemos mais nos omitir‖ – (NOS é pronome oblíquo). II – ―...declarou o diretor-geral da FAO...‖ – (DECLAROU expressa uma ação iniciada e concluída no passado, está no futuro pretérito). III – ―... o brasileiro José Graziano da Silva.‖ – (O BRASILEIRO é um substantivo). Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões) apresentada(s) em: a) I, apenas. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. e) I, II e III. Leia o trecho abaixo para responder à questão 21. ―O relatório aponta que 54% da comida desperdiçada ocorre na colheita, manipulação e armazenagem. Os outros 46% acontecem na fase de processamento, distribuição e consumo  nesse último ponto cabe já a ação individual responsável: não pôr comida no prato, por exemplo, além do apetite e acompanhar constantemente o prazo de validade dos alimentos estocados.‖ www. istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/3242370+ Planeta+do+desperdicio+e+da+fome. 21. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.22) A relação entre o trecho destacado e a explicação ao seu lado está correta em todas as alternativas, EXCETO em: a) ―Os outros 46% acontecem...‖ – A expressão ―outros‖, remete à comida desperdiçada. b) ―...distribuição e consumo...‖ – O conector ―e‖ expressa a ideia de adição. c) ―...nesse último ponto cabe...‖ – Da expressão ―nesse último ponto‖, infere-se que já houve outro ponto. d) ―...ação individual responsável:‖ – O uso dos dois pontos indica que haverá uma explicação na sequência. e) ―...acompanhar constantemente...‖ – Constantemente é um adjetivo.
  • 6. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 90 22.[Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.23) Assinale a alternativa que completa corretamente as frases. I – Os adversários ficaram frente ____ frente. II – Na fazenda todos andavam ____ cavalo. III – O aniversariante ficou ____ vontade na festa. IV – A professora saiu ____ seis horas. V – O meu tio deu um presente ____ ela. a) a – a – à – às – à. b) à – a – à – às – a. c) a – à – à – às – à. d) a – a – à – às – a. e) a – a – a – às – a. 23. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.24) Assinale a oração em que a palavra QUE é um pronome relativo. a) O caminho que segui era o mais rápido. b) Você tem um quê de doçura no olhar. c) Não se preocupe que há outros piores. d) Que resposta você espera dele? e) Antônio alega que ajuda a família. 24. [Agente-(Escrivão e Investigador)-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV. MS].(Q.25) Assinale a alternativa que apresenta palavras que NÃO são grafadas com a inicial H. a) ___omem/___umor. b) ___erval/___ornamental. c) ___eroico/___esitar. d) ___erói/___erdar. e) ___eroísmo/___istória.
  • 7. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 91 PROVA 2 AGEPEN MS – SEGURANÇA E CUSTÓDIA – 2016 TEXTO I CONSUMIDOR QUE COMPRA PELA INTERNET TEM ASSEGURADO O DIREITO DE SE ARREPENDER Quem nunca se arrependeu de uma compra por impulso que atire o primeiro cartão de crédito. De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a situação é muito frequente, mas poucos consumidores sabem que podem desistir da aquisição e receber seu dinheiro de volta, sem ter de dar nenhuma explicação, se a compra tiver sido feita por telefone ou pela internet. É o chamado direito de arrependimento, garantido pelo artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). O dispositivo assegura que ―o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio‖. Seu parágrafo único estabelece que ―se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados‖. Vale ressaltar que o direito de arrependimento não se aplica a compras realizadas dentro do estabelecimento comercial. Nessa hipótese, o consumidor só poderá pedir a devolução do dinheiro se o produto tiver defeito que não seja sanado no prazo de 30 dias. Essa é a regra prevista no artigo 18 do CDC. Excerto extraído do sítio doSuperior Tribunal de Justiça. Disponíve em: http://stj.jusbrasil.com.br/noticias/185091718/consumidor-que-compra-pela- internet-tem-assegurado-o-direito-de-se-arrepender.Acesso em: 28 jan. 2016 As questões 01 e 02 devem ser respondidas, exclusivamente, com base no Texto I. 01. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta quanto à interpretação. a) Caso o consumidor venha a desistir de uma compra realizada por telefone, as empresas têm sete dias úteis para substituir o produto por outro de igual marca ou valor. CUSTODIA b) Em caso de defeito, o consumidor virtual deverá primeiramente entrar em contato com o fabricante para verificar as condições da garantia contratada. c) O consumidor, brasileiro vem comprando cada vez mais produtos pela internei e, quase sempre, o produto apresenta algum tipo de irregularidade. d) O direito ao arrependimento é garantido ao consumidor que tenha realizado uma compra de forma não presencial desde que a solicitação de cancelamento da compra não exceda o prazo de reflexão. e) O número de reclamações sobre produtos adquiridos tem diminuído em virtude das campanhas de esclarecimento voltadas aos consumidores. 02. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale, também com base no texto 1, a alternativa em que se emprega a linguagem no sentido conotativo. a) De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), a situação é muito frequente, mas pouco consumidores sabem que podem desistir da aquisição e receber seu dinheiro de volta, sem ter de dar nenhuma explicação, se a compra tiver sido feita por telefone ou pela internet. b) É o chamado direito de arrependimento, garantido pelo artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). c) Nessa hipótese, o consumidor só poderá pedir a devolução do dinheiro se o produto tiver defeito que não seja sanado no prazo de 30 dias. d) Quem nunca se arrependeu de uma compra por impulso que atire o primeiro cartão de crédito. e) Vale ressaltar que o direito de arrependimento não se aplica a compras realizadas dentro do estabelecimento comercial.
  • 8. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 92 03. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso do acento indicativo de crase. a) A decisão foi tomada a revelia de uma das partes. b) Ando a esmo pela cidade. c) Assisti àquela aula com peso na consciência. d) Nunca fomos às festas promovidas pelo diretor. e) O estudante se manteve à distância de dos passos da porta de entrada. 04. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Analise o seguinte texto TEXTO II Disponível em: HTTP://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/566798.Acesso em: 29 jan. 2016 Com base charge do cartunista Raimundo Rucke, recentemente premiada com o Ranan Lurie Political Cartoon Awards, da Oranização das Nações Unidas (ONU), assinale a alternativa correta quanto à interpretação. a) A charge aborda de forma apelativa a fluidez das relações humanas em um mundo globalizado. b) A charge alude aos abusos e aos maus tratos sofridos pelas minorias em um cenário de luta armada. c) A charge critica por meio do humor o sensacionalismo midiático utilizando-se de uma situação cotidiana. d) A charge defende a intervenção governamental com o intuito de garantir o direito de coexistência pacífica entre os animais domésticos e seus donos. e) A charge retrata uma sena absurda a mediada que elabora a noção de transitoriedade identitária.
  • 9. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 93 05. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa em que ocorre indeterminação do sujeito. a) Alguém contou que você não vinha. b) Cortaram os próprios pulsos os pacientes desesperados. c) fiz questão de dizer que, não sabia de nada. d) Nunca se sabe quando as coisas vão piorar. e) Um desconhecido esteve aqui te procurando. TEXTO III STÉVIA, AÇÚCAR MASCAVO E MEL SÃO OPÇÕES PARA PRESERVAR A SAÚDE SEM CORTAR A SOBREMESA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 21 23 24 25 26 27 Bolos, tortas, doces, sorvetes e sobremesas são guloseimas que levam na receita o açúcar, componente apontado como vilão da alimentação saudável. Apesar de ser agradável ao paladar, o açúcar comum, branco e refinado não carrega quantidades significativas de nutrientes e ainda recebe aditivos químicos no seu processo de industrialização. Isso faz dele um alimento nocivo ao funcionamento do organismo. Tanto é que segundo pesquisas recentemente desenvolvidas por universidades norte-americanas, o açúcar é tão perigoso quanto o álcool e o cigarro, e seu consumo também deveria ser controlado. Em artigo publicado em uma revista especializada, os cientistas afirmam que o açúcar é o responsável por problemas de saúde que vão além da obesidade e diabetes. A substância também provoca a elevação do triglicérides, alterações no fígado e na hipertensão arterial. Mas há uma saída para manter a saúde sem tirar o doce da alimentação: substituir o açúcar comum por adoçantes mais saudáveis, entre eles o mel, o açúcar mascavo e a estévia, uma planta originária da América do Sul que, além de não possuir tantas calorias quanto o açúcar, possui um teor de doçura muito maior. Excerto adaptado de PAGAN, Manuela. Troque o açúcar por estes sete substitutos saudáveis. Disponível em: HTTP//www.minhavida.com.br/alientacao. Acesso em 30 jan. 2016 As questões 06 e 07 devem ser respondidas, exclusivamente, com base no Texto III. 06. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta. a) O termo ―açúcar‖ (linha 26) especifica ―mascavo‖ (linha 24). b) O termo ―que‖ (linha 25) retoma ― América do Sul‖ (linha 25). c) O termo ―seu‖ (linha 7) alude a ―paladar‖ (linha 4). d) O termo ―seu‖ (linha 12) complementa ―o álcool‖ e o cigarro‖ (linha 12). e) O termo ―substância‖ (linha 18) se refere a ― açúcar‖ (linha 15).
  • 10. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 94 07. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase do parágrafo em destaque. Mas há uma saída para manter a saúde sem tirar o doce da alimentação: substituir o açúcar comum por adoçantes mais saudáveis, entre eles o mel, o açúcar mascavo e a estévia, uma planta originária da América do Sul que, além de não possuir tantas calorias quanto o açúcar, possui um teor de doçura muito maior. a) Contudo é possível permanecer saudável sem abrir mão de pratos doces, trocar o açúcar branco e refinado por doces menos prejudiciais à saúde, como o mel, o açúcar semirrefinado e a estévia, planta sul-americana menos calórica e com maior capacidade de adoçar que o açúcar. b) De qualquer forma existe uma maneira de continuar esbanjando saúde e não precisar parar de consumir açúcar: substituir o doce comum por sucralose e outros adoçantes químicos, entre eles o mel, o açúcar demerara e a estevita, oriunda da América do Sul, planta que possui menos calorias e é bem mais doce que o açúcar comum. c) Mas existe uma solução para manter-se saudável sem necessitar tirar o gosto doce de nossos pratos: utilizar, ao invés do açúcar comum, adoçantes mais puros, com destaque para o mel, o açúcar in natura e a estévia, planta brasileira que, embora não possua tantas calorias quanto o açúcar, apresenta um grau de adoção muito maior. d) Não há uma saída para manter a saúde sem tirar o doce da alimentação: substituir o açúcar comum por adoçantes menos saudáveis, entre eles o mel, o açúcar mascavo, e a estévia, uma planta originária da América do Sul que, além de possuir tantas calorias quanto o açúcar, possui um teor de doçura muito menor. e) Porém uma saída existe para se manter livre de doenças sem precisar suprimir a doçura das refeições: substituir o branco refinado por outros açúcares mais saudáveis, entre eles o mascavo, o mel de abelhas e a estévia, uma planta comum na América do Sul que possui tanto poder de adoçar quanto o açúcar, com menor teor calórico que este. 08. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa correta com relação ao uso de "porque", "por que", ―porquê' ou ―por quê". a) Cada um sabe o porque de sua má sorte. b) Não sabia porquê. c) Por que não? d) Por quê razão tive dúvida? e) Porque essa e não aquela Texto IV Leia o texto a seguir. Disponivel emhttp://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/coletaneas/calvin-seus-amigos-428892.shtml. 09. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Com base na interpretação da tirinha de Bill Watterson, assinale a alternativa correta. a) tirinha critica a violência na sala de aula ao enfatizar o fenômeno do bulling. b) A tirinha denuncia a falência do sistema educacional brasileiro atual. c) A tirinha desconstrói a história oficial e tematiza a opressão da classe trabalhadora nos países capitalistas. d) A tirinha fundamenta-se na discussão dos direitos e deveres dos estudantes sobre ficar ou não depois da aula. e) A tirinha reflete sobre a relevância do currículo escolar para os estudantes.
  • 11. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 95 10. [AGEPEN – Segurança e Custódia - MS - 2016] Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal. a) A cidadã anda meia cansada. b) A professora disse muito obrigado. c) Encontramos o carro e o celular roubados. d) Envio anexo as certidões de nascimento. e) esta receita é bom para a vista.
  • 12. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 96 PROVA 3 PROFESSOR DA PREFEITURA MUNICIPAL – CAMPO GRANDE MS – 2016 As questões de 01 a 05 referem-se ao texto a seguir. O texto apresenta algumas lacunas (l.5, l.16, l.18 e l.26), de cujo preenchimento depende a resposta à questão 01: A vida é uma mercadoria 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 Talvez você nem perceba, mas, de tão comum que se tornou, consumir para ter saúde até parece natural. Mas não deveria... Segundo D. Portugal (2012), ― a centralidade do esforço de permanecer belo, jovem, magro e feliz por muito tempo, no conjunto das preocupações existenciais dos indivíduos, ajuda a explicar _______ a indústria farmacêutica ____ ter crescido tanto nos últimos 30 anos‖. Só em 2012, conforme dados da Abradilan, os fármacos alcançaram u m f a tu r a men t o d e R $ 4 9 ,6 bi lh õ es , o qu e r e pr e sen t a u m c r e sc i me n t o d e 1 5 ,8 % e m relação ao ano anterior. Os genéricos também tiveram desempenho positivo nesse mesmo período: o faturamento chegou aos R$11,1 bilhões, apontando crescimento d e 2 6 , 8 % . J á o s m e d i c a m e n t o s d e f o r m a g e r a l , e m v o l u m e s d e u n i d a d e s d e me d i c a me n t o s , ti v er a m, e m 2 0 1 2 , c r e sc i me n t o d e 1 0 ,6 % en qu a n to o s g ené r i c os cresceram 16,7%, ambos em relação a 2011. E m 1 9 9 1 , L ef è v r e , p es q u i s a d or d a F ac u l da d e d e S aú de P ú b li c a d a U S P , afirmava que, do ponto de vista do sistema produtivo, a saúde era um dos valores a ser retificado em mercadorias ou serviços, _______ uso implicava __ posse do valor c onsu mi do. O pesquisador j á aler tava par a algo qu e viri a a ser c ompr ovado: ―os indivíduos _____ saúde pelo consume, direto ou indireto, de algum tipo de produto ou serviço considerado, com base ou não em critérios técnicos, como produtor ou indutor externo de saúde ou de proteção contra doenças‖. M ai s r ec en t e me n te , o u tr o pe s qu i s a d or da U S P (R i bei r ã o Pr e to ), E d w a r d Meirelles de Oliveira, em sua tese de dou toramento sobre o SUS, concluiu que ―o p r i nc i p al i n ter es s e da s p o l í ti c as pú b li c as d e s aú d e n o Br a si l é o lu c r o , o u sej a , a saúde como mercadoria ou negócio‖. Na prática, o que isso significa? O pesquisador explica que a maneira como a s a ú d e v e m s e n d o a s s o c i a d a a u m b e m c o n s u m í v e l , _ _ m e r c a d o r i a , a c a b a p o r r eduzi r os c onc ei tos qu e a levam a se r compr eendi da c omo dir ei to. E i sso é u m c o m p l i c a d o r , e s p e c i a l m e n t e p a r a f a m í l i a s d e b a i x a r e n d a , q u e d e p e n d e m exclusivamente da assistência pública. Assim, a saúde não só em representado um negócio de interesse ao grande complexo industrial da saúde, mas também está no imaginário das pessoas como algo que deve ser adquirido por um preço, quando deveria ser entendida como uma conquista pública. Nada contra uma geração absurdamente fitness, mas está na hora de pensar mais para agir com mais capacidade de efetuar transformações positivas por si, por sua família e pela sociedade. Seja um sujeito mais atuante no controle da sua saúde ─ e n ã o à m e r c ê d e t e n d ê n c i a s e m e r a s i n s i n u a ç õ e s d e u m m e r c a d o q u e transformou a saúde em mais um objeto da cultura capitalist a. Fragmento do texto ―A saúde que cabe no bolso‖, escrito por Ágatha Lemos, publicado em Vida e saúde, Tatuí: CPB, ano 78, nº 3, p. 34-36, março-2016. Com supressões e adaptações). 1. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) Observando a grafia e uso de hormônios ou formas variantes, a acentuação, o emprego das classes (pronomes relativos) e as relações de regência (incluindo crase) e concordância, assinale a alternativa que preenche corretamente as seis lacunas do texto: a) por que; pôde; em que; na; obtêm; à. b) porque; pode; na qual; a; obtém; à. c) porquê; pôde; o qual; na; obtêm; a. d) porque; pode; no qual; na; obtém; a. e) por que; pôde; cujo; a; obtêm;a.
  • 13. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 97 2. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A compreensão de textos depende, entre outros fatores, da identificação de sentidos de palavras, expressões ou construções e recursos linguísticos. Assinale a alternativa em que a informação a esse respeito è verdadeira: a) A palavra ―até‖ (l.2) veicula sentido de deslocamento espacial. b) A oração ―que dependem exclusivamente da assistência pública‖ (l.28-29) introduz, no período de que faz parte, ideia de restrição. c) A oração ―que dependem exclusivamente da assistência pública‖ introduz, no período de que faz parte, sentido de generalização. d) A palavra ―já‖ tem o mesmo sentido (tempo passado) nas duas ocorrências textuais (l.11 e l. 17). e) O uso do travessão em ―─ e não à mercê de tendências [...]‖ (l.37) indica mudança de interlocutor. 3. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) Sobre gêneros e tipologias textuais e funções da linguagem, a alternativa que apresenta informação pertinente é: a) O texto apresenta características de artigo de opinião e nele prevalecem sequências informativas e dissertativas. A função da linguagem predominante é a referencial. b) Articulado em sequências predominantemente descritivas e caracterizado pelo predomínio da função conativa, o texto pode ser enquadrado no gênero editorial. c) Com predomínio de traços de texto publicitário e da função conativa, o texto articula-se em sequências injuntivas e dialogais. d) Predominam no texto: características de artigo de divulgação científica, função metalingüísticas e sequências narrativas. e) Com predomínio de sequências instrucionais e função fática, o texto enquadra-se no gênero propaganda. 4. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A Análise das relações de coesão concorre, ao lado de outros fatores, para a compreensão ou interpretação de textos. Assim, assinale a alternativa que traz o comentário verdadeiro sobre o texto em foco: a) Não é possível identificar o que se tornou ―tão comum‖ (l.1). b) No ―conjunto das preocupações existenciais dos indivíduos‖ (l.4-5), ―o esforço de permanecer belo, jovem, magro e feliz por muito tempo‖ (l.3-4) ocupa lugar central. c) O enunciado ―no conjunto das preocupações existenciais dos indivíduos‖ (l.4-5) retoma ―tempo‖ (l.4). d) O pronome ―isso (l.25) retoma ―mercadoria ou negócio‖ (l.24). e) O pronome ―isso‖ (l.27)retoma ―ser compreendida como direito‖ (l.27). 5. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A(s) classe(s) das palavras está(ao) corretamente indicada(s) na alternativa: a) ―jovem‖ (l.4) e ―genéricos‖ (l.9) = substantivos. b) ―indutor‖ (l.20) e ―interesse‖ (l.23) = adjetivo e substantivo, respectivamente. c) ―consumo‖ (l.18) e ―complicador‖ (l.28) = substantivo e adjetivo, respectivamente. d) ―mais‖, em ―pensar mais‖ (l. 34-35) e em ―mais capacidade‖ (l.35) = advérbio e pronome, respectivamente. e) ―conquista‖ (l.33) e ―controle‖ (l.36) = verbo e substantivo, respectivamente. 6. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) A pontuação está correta na alternativa: a) A busca de saúde e bem-estar é um valor muito marcado em nossa era, para gerações mais recentes, gente que nasceu nesse contexto pode parecer que, a saúde sempre teve esse status, sendo naturalizada como bem inestimável. b) A busca de saúde e bem-estar é um valor muito marcado em nossa era. Para gerações mais recentes, gente que nasceu nesse contexto, pode parecer, que a saúde sempre teve esse status. Sendo naturalizada como bem inestimável. c) A velhice para uns, ou longevidade para outros, já foi idealizada e também aviltada até a Idade Média. Por exemplo, os anciãos eram belos, bons e inspiradores. No entanto, os séculos 16 e 17, não foram tão promissores para o ancionato, e os ―velhos‖só voltaram a receber atenção no século 18. Quando a relação entre condições de vida e saúde, começou a ser estudada pela medicina. d) A velhice, para uns, ou longevidade, para outros, já foi idealizada e também, aviltada até a Idade Média, Por exemplo. Os anciãos eram belos, bons e inspiradores no entanto, os séculos 16 e 17, não foram tão promissores para o ancionato e os ―velhos‖, só voltaram a receber atenção no século 18, quando a relação entre condições de vida e saúde, começou a ser estudada pela medicina. e) A velhice (para uns) ou longevidade (para outros) já foi idealizada e também aviltada. Até a Idade Média, por exemplo, os anciãos eram belos, bons e inspiradores, no entanto, os séculos 16 e 17 não foram tão promissores para o ancionato, e os ―velhos‖só voltaram a receber atenção no século 18, quando a relação entre condições de vida e saúde começou a ser estudada pela medicina.
  • 14. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 98 7. (Professor-Educação Infantil-CG/MS – SEMED/2016 – (NS)) Assinale a alternativa correta quanto à regência, ao uso do ―acento‖ indicativo de crase e à concordância: a) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou os alunos que, para responder as questões objetiva da prova, eles precisariam assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa haviam na área no momento do segundo gol do time visitante. b) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou aos alunos de que, para responder as questões objetivas da prova, eles precisariam assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa haviam na área no momento do segundo gol do time visitante. c) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou aos alunos de que, para responder às questões objetivas da prova, eles precisariam assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa havia na área no momento do segundo gol do time visitante. d) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou os alunos de que, para responder às questões objetivas da prova, eles precisariam assistir ao replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogadores de defesa havia na área no momento do segundo gol do time visitante. e) Concluída a explicação das regras de futebol, o professor de Educação Física informou os alunos que, para responder as questões objetivas da prova, eles precisaria assistir o replay do jogo. Júlio foi um dos poucos que conseguiu acertar a questão que perguntava quantos jogador de defesa haviam na área no momento do segundo gol do time visitante.
  • 15. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 99 PROVA 4 PROMOTOR DE JUSTIÇA SUBSTITUTO – MPE – MS – 2015 1. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.95) Interpretação do texto A arte de ser feliz – Cecília Meireles Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, pra que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim. Glossário: Félix Lope de Vega y Carpio – Dramaturgo espanhol nascido em Madri, fundador da comédia espanhola e um dos mais prolíficos autores da literatura universal. A partir da leitura e interpretação do texto acima, assinale a alternativa correta: a) O texto apresenta o modo descritivo-narrativo, trazendo como uma de suas mensagens a ideia de que o ser humano precisa aprender a ver com olhos conscientes para poder captar a realidade em sua plenitude. b) O texto apresenta o modo dissertativo-argumentativo, porque está baseado na defesa de uma ideia visando convencer o leitor de que as pessoas precisam enxergar as coisas e fatos mais singelos do cotidiano para alcançar a felicidade. c) O texto apresenta somente o modo narrativo, trazendo a ideia de que todos devem ter uma só visão sobre o mundo. d) O texto apresenta somente o modo injuntivo ou instrucional, pois objetiva, sobretudo, trazer explicações sobre a visão do ser humano, sem a finalidade de convencer o leitor por meio de argumentos. e) O texto apresenta somente o modo descritivo ao fazer o retrato minucioso escrito de um lugar, uma cena, uma pessoa e alguns animais, identificados como “pequenas felicidades certas”.
  • 16. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 100 2. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.96) Assinale a alternativa em que a crase foi empregada corretamente: a) Vieram à pé. b) Ficamos à admirá-los. c) Refiro-me à uma pessoa educada. d) Enfrentaram-se cara à cara. e) Fernanda entrou em medicina, na federal, à força de muito estudo. 3. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.97) Assinale a opção correta em relação à função gramatical da palavra ―quê‖ empregada na seguinte frase: ―QUE poderemos desejar melhor que a saúde?‖: a) Pronome substantivo indefinido. b) Partícula expletiva. c) Advérbio de intensidade. d) Conjunção consecutiva. e) Substantivo. 4. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.98) Assinale a questão correta de concordância verbal, referente ao verbo haver (em sentido de existir) e fazer (indicando tempo): a) Havia aparecido manchas de óleo no mar. b) Deve haver coisas erradas. c) Houveram vários debates sobre o tema. d) Haviam candidatos distraídos. e) Estão fazendo três anos que ela nasceu. 5. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.99) Assinale a hipótese que apresenta a grafia correta dos vocábulos e locuções: a) Bandeja, a que horas, em redor, na saída. b) Bandeija, apoiamento, à socapa, asterisco. c) Em que horas, asterístico, ao redor, à saída. d) À sorrelfa, à paisano, ao meu ver, amiúde. e) A meu ver, à mesa, em que horas, aforisma. 6. [Promotor De Justiça Substituto – MPE/MS – 2015]. (Q.100) Assinale a alternativa da oração que empregou incorretamente o uso do porquê: a) Estes são os direitos por que estamos lutando. b) Estudei bastante ontem à noite. Sabe por quê? c) Vou ao supermercado porque não temos mais frutas. d) Você não vai à festa? Diga pelo menos um porquê. e) Você veio até aqui por que não conseguiu telefonar?
  • 17. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 101 PROVA 5 ANALISTA DE CONTROLE INTERNO II – FUNSAUD – MS – 2015 As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir e avaliam conhecimentos sobre diferentes itens do conteúdo previsto no edital: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 A lista das coisas que podem ser preparadas na grelha não tem fim. Dito isso, é inegável que a carne bovina desempenha o protagonismo em um churrasco clássico. Para ser preparada na churrasqueira, uma peça de carne precisa de alguma maciez, porque a grelha é um método de cocção que atua em altíssimas temperaturas, extraindo velozmente a umidade da comida. Qualquer tentativa de fazer churrasco com carne dura resultará em algo parecido com uma pedra ou um toco de carvão. Para romper suas fibras musculares e derreter o colágeno - que vem na forma de tendões e de outros tecidos conjuntivos -, é necessário cozinhar lentamente, em calor -brando e com muito líquido, ou picar tudo muito bem picadinho Saborosos, cortes como o acém e a paleta são ótimos para cozidos e hambúrgueres, mas o churrasco exige carnes que fiquem prontas rapidamente, tenras e ainda suculentas. Animais confinados tendem a ter carne macia, assim como aqueles abatidos jovens e com estresse mínimo. A genética do gado faz sua parte: algumas raças são desenvolvidas .para produzir indivíduos obesos, sedentários, cujos bifes exigem esforço mínimo de mastigação. Após o abate, ainda é possível amaciar a carne com a ação de enzimas que digerem as fibras musculares. É à chamada maturação - um processo de decomposição controlada, que exclui os micro-organismos causadores do apodrecimento. O fator mais importante é, porém, a anatomia do animal. Os músculos menos exercitados são menos rijos. As pernas são usadas na locomoção; o pescoço e os ombros sustentam a cabeça. Evite essas partes e prefira as carnes do lombo. das costas e próximas à barriga do boi: picanha, contrafilé, alcatra, maminha, fraldinha. Outros dois atributos fundamentais para a carne grelhada são o sabor e a suculência, que dependem, ambos, do teor de gordura e da irrigação do tecido muscular. (Antes de prosseguir, uma pequena pausa para esclarecer um mito largamente difundido. O líquido que escorre de um pedaço de carne malpassada não é sangue - este é totalmente drenado do animal no abatedouro -; é mioglobina, proteína que transporta e estoca oxigênio nas células dos músculos). Uma peça de carne muito irrigada é mais suculenta porque, obviamente, tem mais umidade, a gordura, ao derreter com o calor, também protege o bife do ressecamento. Quanto ao sabor, há controvérsias acerca do que o define — a gordura entremeada na fibra muscular, ou a mioglobina na irrigação muscular? —, mas pode depender da raça, da dieta ou do regime de criação do animal. Existe uma forma de escapar do dilema sabor versus maciez ela se chama "picanha". Antes, porém, que você saia correndo para o açougue, duas dicas; 1) compre sempre a peça inteira, pois a picanha fatiada é muito parecida com o coxão duro fatiado; 2) leve uma picanha pequena, pois quem adquire uma peça de cinco quilos vai pôr na sacola cerca de 3,8 kg de coxão duro... [Adaptado do texto "Não é tecnologia: é feitiçaria", escrito por Marcos Nogueira, publicado em Dossiê Superinteressante, p. 23-24 São Paulo-SP, Abril, edição 342-A, jan 2015. O texto completo estende-se da p 18 à p. 25].
  • 18. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 102 1. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.1) Sobre tipologias textuais, é verdadeiro o que consta na alternativa: a) No segundo parágrafo (l. 4-13), articulam-se mais sequências explicativas e descritivas, no último (l 39-43), explicativas e injuntivas. b) Ao longo de todo o texto, predominam sequências dissertativas e argumentativas. c) Ao longo de todo o texto, predominam sequências narrativas . d) O texto é marcado, do início ao fim, por sequências injuntivas, entremeadas por sequências narrativas. e) No último parágrafo (l. 39-43), as sequências dialogais concorrem com as narrativas e dissertativas. 2. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.2) Independente do gênero em que se enquadram, os textos caracterizam-se pela ocorrência de uma ou mais funções da linguagem, que podem ser expressas ou manifestas em diferentes enunciados. No texto em análise, pode-se afirmar que, além da função referencial, ocorre(m): a) Função fática 2° período do último parágrafo (l. 40-43). b) Funções conativa e fática: último período do 7° parágrafo (l. 36-38). c) Função metalinguística último período do 3° parágrafo (l.19-20); 2° período do 6° parágrafo (especificamente l. 32-33). d) Funções poética e emotiva: último período do segundo parágrafo (l. 11-13). e) Função emotiva: primeiro período do 6° parágrafo (l. 29-30). 3. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q. 3) A identificação do sentido ou valor das orações subordinadas adjetivas nos períodos compostos é um dos fatores relevantes para a compreensão ou interpretação de textos. Assinale a alternativa que traz o comentário pertinente a esse respeito a) A oração "que vem na forma de tendões e de outros tecidos conjuntivos" (l. 9-10) é de valor restritivo, ou seja restringe o sentido da palavra a que se refere ("colágeno"). b) As orações "que digerem as fibras musculares" (l. 18-19) e "que exclui os micro-organismos causadores do apodrecimento" (l. 20) introduzem, nos respectivos períodos, ideia de restrição. c) As orações "que digerem as fibras musculares" (l. 18-19) e "que exclui os micro-organismos causadores do apodrecimento" (l. 20) introduzem, nos respectivos períodos, ideia de generalização. d) As orações "que vem na forma de tendões e de outros tecidos conjuntivos" (l. 9-10) e "que exclui os micro- organismos causadores do apodrecimento" (l. 20) têm, nos respectivos períodos, valor explicativo. e) A oração "que transporta e estoca oxigênio nas células dos músculos" (l. 32-33) introduz, no período, ideia de generalização, explicando o sentido da palavra "proteína" (l. 32). 4. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.4) Sobre as relações de coesão estabelecidas no texto é correto o que consta na alternativa a) O pronome relativo "que" (l.1) retoma "lista" (l. 1). b) O pronome "este" (l. 31) retoma "líquido" (l. 30). c) A expressão "essas partes" (l. 23) retoma "músculos" (l. 21). d) O pronome "Outros" (l. 26) aponta para "sabor" (l. 26) e "suculência" (l. 27) e também evoca ou retoma "maciez" (l. 5). e) O uso de "porém" (l. 21) não se justifica, pois não há ideia de oposição; o correto seria 'portanto". 5. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.5) Dentre os fatores que contribuem para a constituição de um texto escrito, pode-se destacar a pontuação identificar os sentidos ou efeitos produzidos pelo emprego dos sinais, por sua vez, permite ao leitor compreendê-lo ou interpretá-lo. Assim, assinale a alternativa que traz comentário verdadeiro sobre a pontuação do texto em análise: a) Em "Saborosos, cortes como o acém e a paleta são ótimos [...]." (l. 11-12), se deslocarmos a vírgula para depois da palavra "paleta", o sentido do enunciado não se alterará. b) Em "Saborosos, cortes como o acém e a paleta são ótimos [...],‖ (l. 11-12), o uso da vírgula produz, no enunciado, efeito de sentido de causalidade, que desaparecerá caso suprimamos o sinal. c) Em todas as ocorrências (linhas 9 e 10, 19, 31 e 32, 36 e 38), o travessão é usado para intercalar orações. d) Assim como na linha 11, o uso da vírgula antes de "ou" indica, na linha 37, inclusão: as duas alternativas mencionadas são igualmente possíveis em ambos os casos. e) O uso do travessão nas linhas 31 e 32 indica mudança de interlocutor.
  • 19. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 103 6. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.6) Pela análise de períodos compostos contidos no texto, é correto afirmar que: a) As orações "que a carne bovina desempenha o protagonismo em um churrasco clássico" (l. 2-3) e "amaciar a carne com a ação de enzimas" (l. 18) são subordinadas substantivas predicativas, sendo a segunda reduzida de infinitivo. b) As orações "que dependem, ambos, do teor de gordura e da irrigação do tecido muscular" (l. 27-28) e "que escorre de um pedaço de carne malpassada" (l. 30-31) são subordinadas adjetivas restritivas. c) As orações "que dependem, ambos, do teor de gordura e da irrigação do tecido muscular" (l. 27-28) e "que escorre de um pedaço de carne malpassada" (l. 30-31) são subordinadas adjetivas explicativas. d) As orações "porque, obviamente, tem mais umidade" (l. 34-35) e "pois vai pôr na sacola cerca de 3,8 kg de coxão duro..." (l. 42-43) são subordinadas adverbiais causais. e) No enunciado "é necessário cozinhar lentamente, em calor brando e com muito líquido ou picar tudo muito bem picadinho" (l. 10-11), há duas orações subordinadas substantivas subjetivas reduzidas de infinitivo, coordenadas entre si. 7. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.7) A classificação da oração reduzida está correta na alternativa. a) "de fazer churrasco com carne dura" (l. 7) subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de infinitivo. b) "Para romper suas fibras musculares" (l. 8) subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo. c) "amaciar a carne com a ação de enzimas" (l. 18): subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo. d) "ao derreter com o calor" (l. 35) subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio. e) ―de escapar do dilema sabor versus maciez" (l. 39): subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de infinitivo. 8. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.8) A classe da palavra está corretamente indicada na alternativa: a) "maciez" (l. 5) = adjetivo. b) "cozidos" (l. 12) = adjetivo c) "jovens" (l. 15) = substantivo. d)"abate" (l. 17) = substantivo e) "mais", em "mais umidade" (l. 35) = advérbio de intensidade. 9. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.9) Considerada a ortografia (incluindo uso de hífen) e a acentuação, está correto o que consta na alternativa: a) A palavra "cocção" (l. 5) poderia ter sido grafada "coção", pois o Acordo Ortográfico eliminou o primeiro "c" das sequências consonânticas interiores "cc", "cç" e "ct". b) Usou-se o hífen em "micro-organismos" (l. 20), porque, de acordo com as novas normas, quando o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento, deve-se usar o hífen. c) A palavra "anatomia" (l. 21) deveria estar graficamente acentuada ("anatomia"), assim como era antes do Acordo Ortográfico. d) Consideradas as novas normas, as palavras "contrafilé" (l. 24) e "malpassada" (l. 31) deveriam ter sido grafadas com hífen. e) A palavra "pôr" (l. 43) está indevidamente acentuada, pois o Acordo Ortográfico aboliu os acentos diferenciais. 10. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.10) Esta questão avalia conhecimentos sobre itens diversos do conteúdo previsto para a prova. Assinale a alternativa que apresenta o comentário correto sobre o(s) respectivo(s) item(itens): a) Concordância: O autor usou o singular em ―tem‖ (l. 1) para concordar com "lista" (l. 1), o que, no contexto, é a forma correta de concordância. b) Concordância: A forma verbal "tem" (l. 1) deveria estar acentuada ("têm") para indicar o plural, já que o núcleo do sujeito a que se refere é "coisas". c) Coesão: O pronome "suas" (l. 8) retoma "carne" (l. 4). d) Coesão: O pronome "cujos" (l. 17) poderia ser substituído por "onde", sem prejuízos para a coesão textual. e) Regência e crase: Em "prefira as carnes do lombo" (l. 23-24), faltou "acento" indicativo de crase, pois o verbo "preferir" é transitivo indireto e rege preposição "a".
  • 20. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 104 11. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.11) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos enunciados a seguir: i)__________ punir os funcionários corruptos, a empresa promoveu-__________ ii) Suas ideias pareciam__________ , mas, mesmo assim, o__________ que apresentou foi aprovado e até__________de inovador. iii) Ele tinha certeza__________sua proposta de campanha, recheada de benefícios para o povo, iria__________ aspirações daquela comunidade tão carente. Assim, não entendeu__________ alguns__________ vaiaram. a) Ao invés de — os, antediluvianas — anteprojeto — tachado, de que — ao encontro das — por que — o. b) Em vez de — lhes; antidiluvianas — antiprojeto — taxado, que — de encontro às — porque —lhe. c) Ao invés de — lhes; antidiluvianas — anteprojeto — tachado, que — ao encontro das — porquê — o d) Em vez de — os, antediluvianas — anteprojeto — taxado, de que — de encontro às —porquê — lhe. e) Em vez de — os, antediluvianas — antiprojeto — tachado, de que — ao encontro das —porque — o 12. [Analista De Controle Interno II – FUNSAUD – 2015].(Q.12) Assinale a alternativa em que NÃO há erro de concordância nem de pontuação: a) De modo geral, são em momentos conturbados da história de uma sociedade que vem à tona problemáticas antes não visualizada e, por isso, consideradas inexistente. b) De modo geral, é em momentos conturbado da história de uma sociedade que, vem à tona problemáticas antes não visualizada e por isso consideradas inexistente. c) De modo geral, é em momentos conturbados da história de uma sociedade que vêm tona problemáticas antes não visualizadas e, por isso, consideradas inexistentes. d) De modo geral são, em momentos conturbados da história de uma sociedade, que vem à tona problemáticas, antes, não visualizada e, por isso, considerada inexistente. e) De modo geral, são, em momentos conturbados da história de uma sociedade, que, vêm à tona problemáticas antes não visualizadas e por isso, consideradas inexistentes.
  • 21. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 105 PROVA 6 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Administração Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS/DP/PCMS/2013 Cargo: Delegado de Polícia Data: 9/06/2013 Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4. Naquele Tempo... De 1890 até o início da década de 30, o Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira, punindo com rigor quem a praticasse. Misto de luta e dança, a capoeira, hoje é tão difundida no Brasil – até as crianças podem aprendê-la na escola – que é difícil imaginá-la como algo proibido ou criminoso. Mas por mais de quarenta anos – de 1890 até o início da década de trinta – o Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira, punindo com rigor quem a praticasse. O ano de 1904, no Rio de Janeiro, foi de intensa repressão e muitos praticantes foram deportados para outras regiões do país. Introduzida no Brasil pelos negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão. Nas fugas, era praticada como forma de ataque ou defesa. No período de 1904 a 1910, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência. Não mais à escravidão – que já não existia – mas a uma sociedade preconceituosa que excluía o negro ex-escravo da vida social e econômica do país.[...] Sozinhos ou organizados em bandos (as chamadas maltas), os capoeiras utilizam-se de um conjunto de recursos físicos para agredir e ferir as pessoas, muitas vezes com uma navalha. Em festas e eventos públicos envolviam-se em confusão com as maltas rivais. Nas ruas, os capoeiras participavam de apostas e desafios, nos quais sempre ganhavam algum dinheiro. Mas a habilidade na luta corporal, a destreza e a rapidez com que praticavam a violência qualificavam-nos para um serviço ainda mais específico: desorganizar comícios em função dos interesses eleitorais daqueles que os empregavam e protegiam. Ironicamente, acabavam servindo aos grupos dominantes que os excluíam. [...]. Associada à baderna, à violência e à vadiagem, a prática da capoeira desafiava claramente as regras de ordem pública. Foi preciso criminalizá-la para poder contê-la. Apesar da repressão e da criminalização, a capoeira sobreviveu ao tempo, mantendo viva a cultura negra. [Com adaptações]. Rosane Bardanachvi (Graduada em História [UFF] e mestre em História da Cultura [PUC/RJ]). Disponível em http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado. 1. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.1) O recurso gráfico [...], reticências entre colchetes, utilizado no final do terceiro e do quinto parágrafos foi empregado para: a) marcar uma pausa entre parágrafos. b) indicar supressão de partes do texto original. c) marcar a separação de orações interferentes. d) assinalar a separação de parágrafos. e) indicar uma sequência enumerativa. 2. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.2) O primeiro parágrafo começa caracterizando a capoeira na atualidade. Em seguida, apresenta um argumento que se contrapõe a essa caracterização e que será desenvolvido ao longo do texto. Esse argumento é: a) O ano de 1904 foi de intensa repressão aos capoeiras cariocas. b) Muitos capoeiras foram deportados para várias regiões do país. c) O Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira por mais de 40 anos. d) A capoeira era um crime punido com rigor. e) Hoje é difícil conceber a capoeira como um crime.
  • 22. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 106 3. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.3 Analise as ações designadas pelas formas verbais sublinhadas nos parágrafos 2 e 3 do texto. ―Introduzida no Brasil pelos negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão. Nas fugas, era praticada como forma de ataque ou defesa. No período de 1904 a 1910, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência. Não mais à escravidão – que já não existia – mas a uma sociedade preconceituosa que excluía o negro ex-escravo da vida social e econômica do país. (...)‖. As formas verbais sublinhadas revelam que essas ações: a) estão totalmente concluídas. b) podiam ser realizadas em certo tempo. c) eram rotineiras e, portanto, repetiam-se por muitas vezes. d) não se realizaram ainda, mas poderão realizar-se. e) ainda podiam ser realizadas. 4. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.4) Assinale a alternativa que apresenta um período composto e contém uma oração subordinada adverbial consecutiva. a) ―Misto de luta e dança, a capoeira, hoje, é tão difundida no Brasil – até as crianças podem aprendê-la na escola – que é difícil imaginá-la como algo proibido ou criminoso‖. b) ―O ano de 1904, no Rio de Janeiro, foi de intensa repressão e muitos praticantes foram deportados para outras regiões do país‖. c) ―Introduzida no Brasil pelos negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão‖. d) ―No período de 1904 a 1910, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência‖. e) ―Nas ruas, os capoeiras participavam de apostas e desafios, nos quais sempre ganhavam algum dinheiro‖. 5. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.5) Assinale a alternativa em que a pontuação está INCORRETA, conforme a norma culta da língua escrita. a) Os candidatos, esperavam ansiosos, o resultado do concurso. b) Os candidatos, ansiosos, esperavam o resultado do concurso. c) Ansiosos, os candidatos esperavam o resultado do concurso. d) Os candidatos esperavam, ansiosos, o resultado do concurso. e) Os candidatos ansiosos esperavam o resultado do concurso. 6. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.6) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas. ____ semana passada, Alexandre estava ____ observar ____ loja de importados do Shopping, quando ____ lembrança de Maria veio-lhe ____ mente. a) A, à, a, a, a. b) À, a, a, a, a. c) À, a, a, à, à. d) À, a, à, à, à. e) A, a, a, a, à. 7. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.7) Analise as afirmações a seguir. I – Em 1) des-a-ter-rar; 2) sub-es-ti-mar; 3) trans-tor-nar, contatamos que a separação silábica está correta apenas em 3). II – Em ―águia – queijo – quatro – quero‖ apenas um dos vocábulos não possui dígrafo. III – Em ―O motorista foi multado porque .................................... ([1]) infligiu, [2] infringiu) as regras de trânsito‖, a lacuna deve ser preenchida corretamente com [1]. IV – Em ―cérebro – próximo – lágrima‖, as três palavras são acentuadas de acordo com a mesma regra. Está correto o que se afirma apenas em: a) I e II. b) II e III. c) I, II e III. d) II, III e IV. e) I, II e IV.
  • 23. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 107 8. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.8) Considerando os processos de formação de palavras, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira. 1) Derivação imprópria ( ) infeliz 2) Prefixação ( ) vandalismo 3) Parassintética ( ) anoitecer 4) Sufixação ( ) um não 5) Composição por aglutinação ( ) planalto Assinale a alternativa que contenha a numeração, de cima para baixo, em sequência correta. a) 2 – 4 – 3 – 5 – 1 b) 2 – 4 – 3 – 1 – 5 c) 3 – 4 – 2 – 1 – 5 d) 4 – 1 – 5 – 2 – 3 e) 4 – 1 – 5 – 3 – 2 9. [Delegado-(NS)-PC-MS/2013-SAD-SEJUSP-GOV.MS].(Q.10) Analise as frases (I) e (II) e assinale a alternativa INCORRETA. I – Com a Eva ele vai sair. II – Com Ivo ele não vai sair. a) A frase II, não tendo o artigo definido diante do nome próprio, está errada. b) A frase I traz um artigo definido, no feminino e no singular, pois antecede um nome próprio com as mesmas características morfológicas. c) Na comparação entre a frase I e a frase II pode-se observar a relevância da estilística no artigo. d) A frase II, dispensando o artigo diante do nome próprio, marca o distanciamento entre o referente e o emissor. e) A frase I apresenta um artigo definido, no singular e no feminino, que semanticamente torna Eva mais próxima.
  • 24. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 108 PROVA 7 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Administração Secretaria de Estado de Educação Concurso Público de Provas para Provimento em Cargo da Carreira Apoio à Educação Básica do Quadro Permanente de Pessoal da Secretaria de Estado de Educação Cargo: ASSISTENTE DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS Funções: Assistente de Atividades Educacionais, Assistente de Inspeção de Alunos e Técnico de Biblioteca Data: 8/12/2013 Leia atentamente o texto para responder às questões de 1 a 6. Cacófatos No início do século passado, antes da Primeira Grande Guerra, o estudo da língua portuguesa no Brasil era dominado por um bando de corvos barulhentos de pouca ou nenhuma ciência, que passavam o tempo à procura de ―defeitos‖ na linguagem dos outros, e a acusá-los, com o dedo em riste, como se fossem criminosos hediondos. ―Galicismos!‖, bradava um. ―Errou a mesóclise‖, gritava outro; e a vítima, o autor desses ―erros‖, tinha de vir a público fazer sua defesa, apoiar-se nos clássicos, invocar a autores consagrados que lhe avaliassem a frase suspeita. Nem Machado escapou desses abutres. Só Camões passou livre por essa gentalha: escreveu ―Alma minha gentil que te partiste‖ bem na entrada de seu maravilhoso soneto, e não veio nenhum desses pigmeus apontar-lhe o dedo a gritar ―Fora! Falou maminha‖! Foi um tempo de trevas para os estudos do português. [...] Pois uma das preocupações desses censores eram os cacófatos – palavras torpes, obscenas ou ridículas (esta é a adjetivação da época) formadas por encontros casuais das sílabas finais de um vocábulo com as iniciais de outro. ―Não pense nunca nisso!‖ – pronto! Falou caniço. ―Já que tinha resolvido...‖ – pronto! Falou jaquetinha. Sou obrigado a reconhecer, nesses fanáticos, uma imaginação exacerbada e uma extrema sensibilidade para o mau vocábulo. [...] O leitor normal (principalmente na leitura usual, silenciosa) sequer enxerga essas preciosidades, e precisamos apontá-las com o dedo, sublinhá-las até, para que ele finalmente se dê conta de que elas podem estar ali. Por causa do cacófato chegaram a propor o uso do apóstrofo (na escrita!) em expressões como ―u’a mão‖, para evitar o som /umamão/, (na fala!) que poderia ser segmentado como ―um mamão‖. É de fazer chorar! [...] Hoje só se admite certa preocupação com os cacófatos no caso da TV e do rádio, e, mesmo assim, dificilmente o ouvinte vai fazer essas segmentações tendenciosas. [...] Fora disso, tenho visto é aquele uso maroto do cacófato, que o autor faz questão de sinalizar para que todos percebam. Parece que encontraram o verdadeiro tratamento que o cacófato merece, diferente daquela visão repressiva, obscurantista, do Brasil de antigamente: ele é um jogo criativo com a linguagem, safado, moleque, presente nas brincadeiras verbais do colégio e nas piadas de humoristas. MORENO, Cláudio. Disponível em: http://educaterra.terra.com.br/sualingua. (Com adaptações). 1. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.1) Pela leitura global do texto, pode-se afirmar que: a) a definição de cacófato aparece nas entrelinhas. b) devemos nos preocupar com o cacófato na linguagem escrita em qualquer situação. c) os cacófatos são pouco utilizados porque as pessoas cuidam da linguagem oral. d) como o cacófato causa mau impacto sonoro, a preocupação por parte do interlocutor deve ser maior quanto à linguagem oral. e) antigamente, muitos críticos da língua portuguesa viam com bons olhos o emprego da cacofonia.
  • 25. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 109 2. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.2) A respeito do texto, conclui-se que: a) atualmente, o cacófato utilizado no humor já é admitido sem o rigor do passado. b) Camões e Machado de Assis foram autores criticados pelo uso indevido do cacófato. c) o “erro” de Camões, cometido no verso “Alma minha gentil que te partiste”, foi maior quanto à colocação do pronome oblíquo. d) o início do século XX foi um momento histórico importante porque muitos se preocuparam com a adequação e correção da língua portuguesa. e) o leitor, ao detectar o cacófato, sublinha-o para poder fazer uma releitura mais compreensível e evitá-lo oralmente. 3. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.3) Ainda sobre o texto, assinale a alternativa que contém a afirmação correta. a) O autor considera que os preocupados com a perfeição da linguagem têm razão. b) Ao criticar o mau uso da mesóclise, o autor se referiu à colocação de pronome intercalado no verbo. c) Se Camões tivesse escrito “Alma minha gentil que te partiste-te”, ele teria abolido o cacófato desse verso. d) Antigamente, a adjetivação “torpe”, “obscenas” e “ridículas” era apropriada à cacofonia, ocorrendo ainda hoje essa visão. e) A perseguição ao cacófato, no passado, foi tão grande que os gramáticos criaram a regra do “apóstrofo” na escrita, para que fosse possível pronunciar letras, de forma camuflada, que causariam som repetitivo na fala. 4. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.4) Observando o trecho “[...] que passavam o tempo à procura de „defeitos‟ na linguagem dos outros [...]”, assinale a alternativa que comenta o emprego do acento grave de acordo com as exigências da norma padrão do nosso idioma. a) Houve falha quanto à colocação do acento, pois não ocorre crase antes de verbo. b) Trecho correto, porque está presente uma locução prepositiva feminina. c) Ocorre o processo de crase diante de todas as palavras femininas. d) Deveria estar como no trecho ―Sou obrigado a reconhecer [...]‖ (3º parágrafo) e ―[...] que chegaram a propor [...]‖ (4º parágrafo). e) Emprego de acordo com a norma culta. Outros exemplos semelhantes: à cata de / à respeito de / à busca de. 5. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.5) Morfologicamente, assinale a alternativa que contém a classificação correta da(s) palavra(s) sublinhada(s): a) ―aquele uso maroto‖ – pronome demonstrativo / verbo. b) Nem Machado escapou‖ – conjunção adversativa. c) ―o verdadeiro tratamento‖ – adjetivo / substantivo. d) ―jogo criativo com a linguagem‖ – substantivo / preposição. e) ―Hoje só se admite‖ – adjetivo / pronome apassivador. 6. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.6) Sobre a pontuação empregada no texto, conclui-se que: a) no primeiro parágrafo, as aspas podem ser substituídas por travessão na fala do locutor. b) houve emprego indevido das aspas no trecho ―Alma minha gentil que te partiste”. c) na última frase do 3º parágrafo, os parênteses não poderiam ser substituídos por vírgulas. d) as reticências entre colchetes indicam que o autor interrompeu o pensamento para refletir. e) a primeira vírgula do texto separa somente um adjunto adverbial de tempo. 7. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.7) Os pronomes desempenham importante papel na coesão textual. Esta faz com que se estabeleça uma série de relações entre as ideias já expressas e as que virão. Com base nessa afirmação, leia este fragmento de texto: O Brasil é possivelmente o último país do mundo – ou um dos últimos – a ainda abrigar em seu território grupos humanos desconhecidos. Acredita-se que em 53 locais (sendo 38 deles na Amazônia) viveriam tribos sem contato com nossa cultura. Porém esse quadro pode vir a sofrer alterações significativas nos próximos meses, como resultado de uma expedição destinada a captar novos dados sobre povos isolados, embora sem fazer contato com eles. Revista Terra. Conclui-se que o(s) pronome(s): a) possessivo, na expressão “nossa cultura” (2ª frase), faz referência à cultura dos índios. b) “nossa” (2ª frase) e “esse” (3ª frase) retomam a presença de grupos humanos isolados e a Amazônia. c) “seu” (1ª frase) estabelece uma coesão com o substantivo “mundo” (1ª frase). d) pessoal “eles” (última frase) dá harmonia ao texto ao substituir a palavra “isolados” (última frase). e) demonstrativo, em “esse quadro” (última frase), refere-se a grupos humanos desconhecidos que vivem sem contato com o homem branco.
  • 26. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 110 8. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.8) Considerando a regência verbal sobre os verbos “lembrar” e “esquecer”, assinale a alternativa que contém a frase em DESACORDO com as regras da língua portuguesa. a) Lembrei a resposta do problema. b) Lembraram-me daqueles dias felizes do nosso relacionamento. c) Esqueceram-me os livros. d) Lembrei da situação, mas me esqueci o que falei. e) Esqueci-me desses detalhes sobre a excursão. 9. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.9) Assinale a alternativa que contém o grupo de palavras com a ortografia dentro das normas da variedade padrão. a) trage – gengibre – majestoso – pequinez. b) escassez – pretensão – obcecar – hombridade. c) contensão – enxarcar – enfarto – confissionário. d) curinga – incorporar – mantegueira – chipanzé. e) enfarte – freiada – envólucro – explendido. 10. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.10) Leia estas frases, analisando a coerência textual. I - Quando se trabalhou intelectualmente a vida inteira, a gente se adapta facilmente ao trabalho físico. II - Nosso crítico elogiou o filme que estreou ontem e que foi considerado de curta duração pela crítica de outras revistas. III - Os alunos protestaram em alto e bom som contra os resultados da prova até que o professor lhes solicitou que parassem com os resmungos. Apresenta(m) incoerência: a) I, II e III. b) I e II, somente. c) II e III, somente d) I somente. e) II somente. 11. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.11) Julgue estes pares de frases, aplicando as regras da concordância nominal. - Senti sujas as mãos e o rosto. Sentia sujo o rosto e as mãos. - Desconfiados, o zelador e a mulher abandonaram o recinto. Desconfiados , o zelador a mulher abandonaram o recinto. - É proibida a saída durante a palestra. É proibido saída durante a palestra. Está(ão) correto(s), (a): a) apenas os dois últimos pares. b) apenas os dois primeiros pares. c) todos os pares. d) apenas a primeira frase de cada par. e) apenas a segunda frase de cada par. 12. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.12) A pontuação da frase está correta na alternativa: a) Têm-se apontado muitas razões para a demora na evolução do país; pouco, porém, fala-se na manutenção de privilégios. b) O álcool combustível é uma fonte renovável de energia, deve ter seu uso ampliado e estimulado portanto. c) Hoje, Ricardo aquele ―gênio‖, interrompeu a aula e depois ficou ―surfando‖ na internet. d) ―Era um restaurante francês (tão francês que ficava na França) e perto da nossa mesa almoçava sozinho, um homem ruivo‖. (Luís Fernando Veríssimo). e) E o ladrão perguntei eu: – foi condenado ou não?
  • 27. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 111 13. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.13) Há muitos sinônimos para o verbo ―dar” dependendo do contexto. Relacione as colunas I e II, de acordo com o sentido em que ele foi empregado nas frases abaixo. (Na coluna II, os verbos foram colocados no infinitivo.) Coluna I Coluna II (1) Eu não gosto de dar palpite no trabalho dos outros. ( ) publicar (2) Quando dei por mim, estava diante de sua casa. ( ) soar (3) Você viu o relógio dar oito horas? ( ) emitir (4) Os jornais ainda não deram a notícia. ( ) sentir (5) Dou-me muito bem aqui. ( ) perceber A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, está na alternativa: a) 3 – 2 – 1 – 5 – 4. b) 2 – 1 – 4 – 3 – 5. c) 1 – 3 – 5 – 4 – 2. d) 4 – 3 – 1 – 5 – 2. e) 5 – 4 – 3 – 1 – 2. 14. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.14) Nas frases ―Todos estariam junto a ele.‖ e ―Sentiu muito a falta das crianças.‖, os verbos sublinhados estão no modo _______ e nos tempos _______ / _______, respectivamente. A alternativa que preenche corretamente as lacunas é: a) indicativo – futuro do pretérito / pretérito perfeito b) subjuntivo – imperfeito / pretérito imperfeito c) imperativo – afirmativo / afirmativo d) indicativo – futuro do pretérito / pretérito imperfeito e) subjuntivo – futuro do presente / imperfeito 15. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.15) Julgue, nas frases a seguir, o emprego das palavras mal e mau. I – Luís agiu mal. II – Mal entrou na biblioteca, começou a ler em voz alta. III – Ainda bem que é um mal que tem fim. IV – Esse homem é realmente mau. Morfologicamente, em: a) I, é um adjetivo. b) II, funciona como preposição. c) III, exerce a função de advérbio. d) III e IV, são substantivos. e) I, é advérbio e, em II, conjunção. 16. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.16) Analise as particularidades léxicas e gramaticais das palavras e/ou expressões sublinhadas e assinale a alternativa que contém o par de frases com o emprego dentro das regras do nosso idioma. a) Não vou dizer as razões porque deixei de vir à aula. / Muitos estavam na passeata sem saber o por quê. b) A biblioteca municipal fica há duzentos metros de minha casa. / Chegou a tempo de fazer as malas. c) A cidade onde moramos é muito tranquila. / A cidade aonde fomos é boa para morar. d) Havia gente de mais ali. / Recebeu dinheiro demais. e) Queria sair, mais ia esperar o tempo melhorar mais. / Pode ir até o clube, mas não demore.
  • 28. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 112 Leia este poema para responder às questões 17 e 18. A LÍNGUA MÃE Não sinto o mesmo gosto nas palavras: oiseau e pássaro. Embora elas tenham o mesmo sentido. Será pelo gosto que vem de mãe? de língua mãe? Seria porque eu não tenho amor pela língua de Flaubert? Mas eu tenho. (Faço este registro porque tenho a estupefação de não sentir com a mesma riqueza as palavras oiseau e pássaro.) Penso que seja porque a palavra pássaro em mim repercute a infância E oiseau não repercute. Penso que a palavra pássaro carrega até hoje nela o menino que ia de tarde pra debaixo das árvores a ouvir os pássaros. Nas folhas daquelas árvores não tinha oiseaux Só tinha pássaros. É o que me ocorre sobre língua mãe. Manoel de Barros. O fazedor de amanhecer. Vocabulário: oiseau (pronuncia-se uasô) significa pássaro, em francês; o plural é oiseaux. Flaubert, citado no poema, é um renomado escritor francês. 17. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.17) Sobre as ideias transmitidas no poema, infere-se que o poeta: a) tem amor pelas línguas francesa e portuguesa. b) no final, não encontra a explicação para o fato de não sentir o mesmo gosto pelas palavras em francês e em português. c) considera que tanto a palavra pássaro como oiseau trazem lembranças de sua infância. d) deduz que as palavras pássaro e oiseau, na verdade, têm o mesmo sentido para ele. e) sente com a mesma riqueza as palavras em português e em francês. 18. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.18) A respeito da gramática do texto, assinale a alternativa que contém a afirmação correta. a) As palavras “oiseau” e “pássaro” podem ser consideradas sinônimas porque têm a mesma origem. b) Quanto à coesão, a conjunção “embora” indica uma concessão em relação ao que foi dito anteriormente. c) Nos versos em que aparece a palavra “porque”, não há a causa expressa. d) Ao usar os verbos “será” (4º verso) e “seria” (5º verso), no tempo futuro, o autor procura indagar sobre certezas que vão dentro dele. e) A contração “nela” (11º verso) estabelece coesão com a palavra “pássaro” (9º verso). 19. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.19) Considerando as características semânticas dos artigos, assinale a alternativa que analisa de forma INCORRETA o emprego dos artigos indefinido e definido nesta frase: ―Eu não havia encontrado um livro qualquer: aquele era o livro‖. a) O artigo definido foi usado para indicar o caráter único e singular do substantivo ―livro‖. b) O artigo indefinido atribuiu ao livro um sentido indeterminado. c) Em ―o livro”, o artigo sublinhado passou a dar notoriedade ao ser. d) A conclusão é que o livro encontrado é o melhor. e) O artigo indefinido dá ideia de especificidade e o definido indica referência genérica de realce do ser.
  • 29. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 113 20. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.20) Levando em conta que as preposições podem ter conteúdo semântico (de sentido), relacione as colunas I e II, verificando as relações expressas pela preposição de (ou pela contração da). Coluna I Coluna II (1) qualidade ( ) Viagem de longe. (2) causa ( ) Morreu de tristeza. (3) matéria ( ) Coração de pedra. (4) origem ( ) Pernas de cadeira. (5) parte ( ) Pulseira de ouro. A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: a) 2 – 4 – 5 – 1 – 3. b) 3 – 1 – 4 – 2 – 5. c) 4 – 1 – 3 – 5 – 2. d) 4 – 2 – 1 – 5 – 3. e) 5 – 3 – 2 – 1 – 4. 21. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.21) Complete as frases com o pronome pessoal oblíquo adequado. - Para _____ passar no exame, tive que estudar muito. - Já que entre _____ e _____ não há confiança, é melhor que _____ _____ prepares para viver sozinho _____. Os pronomes que preenchem as lacunas corretamente estão na alternativa: a) eu – mim – ti – tu – te – contigo. b) mim – eu – você – tu – te – consigo. c) eu – tu – eu – você – se – contigo. d) eu – mim – ti – tu – te – contigo. e) mim – você – eu – tu – te – contigo. Leia os textos a seguir para responder às questões de 22 a 25. Texto I Alfabeto AH – Interjeição. Usada para indicar espanto, admiração, medo. Curiosamente também são as inicias de Alfred Hitchcock. [...] AI – Interjeição. Denota dor, apreensão ou êxtase, como em ―Ai que bom, ai que bom‖.[...] AI, AI – Expressão sarcástica, de troça. O mesmo que ―Como nós estamos sensíveis hoje, hein, Juvenal?‖ AI, AI, AI – Expressão de mau pressentimento, de que em boa coisa isto não pode dar, de ―olhem lá o que vocês vão fazer, gente‖. AI, AI, AI, AI, AI – O mesmo que ―Ai, ai, ai‖, mas com mais dados sobre a gravidade da situação. Geralmente precede uma reprimenda ou uma fuga. [...] VERÍSSIMO, Luís Fernando. Texto II Interjeição é uma espécie de grito com que traduzimos de modo vivo nossas emoções. A mesma reação emotiva pode ser expressa por mais de uma interjeição. Inversamente, uma só interjeição pode corresponder a sentimentos variados e, até opostos. O valor de cada forma interjectiva depende fundamentalmente do contexto e da entoação. [...] CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. L. Nova Gramática do Português Contemporâneo . 22. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.22) No texto I, o autor: a) comenta sobre interjeição, embora não a defina. b) faz uma relação convencional, exatamente como aparece no dicionário, justificando o emprego do título. c) mostra que as repetições da interjeição pouco interferem na criação do humor. d) faz uma apresentação das interjeições sem associar ao alfabeto tradicional. e) define interjeição, valendo-se de enunciados ou expressões engraçadas que exemplificam cada caso.
  • 30. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 114 23. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.23) Comparando os textos I e II, é INCORRETO afirmar que: a) as três últimas definições apresentadas no texto I estão de acordo com as afirmações feitas no segundo parágrafo do texto II. b) o autor do texto I, ao repetir a interjeição, associa enunciados que conotariam diferentes sentimentos. c) o autor do texto I comprova a afirmação de que ―uma só interjeição pode corresponder a sentimentos variados e, até, opostos‖. d) a quantidade de vezes que a interjeição é repetida pouco interfere na língua oral, e mantém sua significação. e) Veríssimo confirma que ―o valor de cada forma interjectiva depende do contexto e da entoação‖. 24. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.24) Quanto à sintaxe dos textos I e II, assinale a alternativa que contém a classificação correta dos termos da oração. a) I – A segunda frase do segundo parágrafo contém sujeito indeterminado. b) II – O termo ―espécie‖ é o núcleo do predicativo do sujeito. c) I – O vocábulo “gente” é um termo acessório que exerce a função de aposto. d) II – A última frase contém predicado verbo-nominal. e) I – As palavras “espanto, admiração, medo” são termos essenciais da oração. 25. [Assist. Ativ. Educ.-(NM)-SED-MS/2013-SAD-GOV. MS].(Q.25) Nos texto I e II, os advérbios “geralmente”, “inversamente” e “fundamentalmente” podem ser substituídos, respectivamente, por: a) especificamente / contrariamente / basicamente. b) normalmente / diferentemente / comprovadamente. c) genericamente / opostamente / essencialmente. d) logicamente / oponentemente / necessariamente. e) universalmente / supostamente / firmemente.
  • 31. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 115 PROVA 8 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Administração Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo Concurso Público de Provas e Títulos para Provimento em Cargo da Carreira Fiscalização e Defesa Sanitária do Quadro Permanente de Pessoal da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO) Cargo: GESTOR ESTADUAL AGROPECUÁRIO Habilitação: Ciências Contábeis Data: 1º/12/2013 Leia o seguinte texto, para responder às questões 1 a 7. INQUILINOS Luís Fernando Veríssimo Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as caldeiras e checar se a Terra está girando em torno do seu próprio eixo na velocidade apropriada, e em torno do Sol de modo a garantir a correta sucessão das estações. Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do planeta são providenciados sem que se enxergue o síndico – e sem taxa de administração. Imagine se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se – coroando o mais delirante dos sonhos liberais – sua gerência fosse entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar dias e noites e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas, fraudes e falência. É verdade que, mesmo sob o atual regime impessoal, o mundo apresenta falhas na distribuição dos seus benefícios, favorecendo alguns andares do prédio metafórico e martirizando outros, tudo devido ao que só pode ser chamado de incompetência administrativa. Mas a responsabilidade não é nossa. A infraestrutura já estava pronta quando nós chegamos. Apesar de tentativas como a construção de grandes obras que afetam o clima e redistribuem as águas, há pouco que podemos fazer para alterar as regras do seu funcionamento. Podemos, isto sim, é colaborar na manutenção da Terra. Todos os argumentos conservacionistas e ambientalistas teriam mais força se conseguissem nos convencer de que somos inquilinos no mundo. E que temos as mesmas obrigações de qualquer inquilino, inclusive a de prestar contas por cada arranhão no fim do contrato. A escatologia cristã deveria substituir o Salvador que virá pela segunda vez para nos julgar por um Proprietário que chegará para retomar seu imóvel. E o Juízo Final, por um cuidadoso inventário em que todos os estragos que fizemos no mundo seriam contabilizados e cobrados. – Cadê a floresta que estava aqui? – perguntaria o Proprietário. – Valia uma fortuna. E: – Este rio não está como eu deixei... E, depois de uma contagem minuciosa. – Estão faltando cento e dezessete espécies. A Humanidade poderia tentar negociar. Apontar as benfeitorias – monumentos, parques, áreas férteis onde outrora existiam desertos – para compensar a devastação. O Proprietário não se impressionaria. – Para que eu quero o Taj Mahal? Sete Quedas era muito mais bonita. E a catedral de Chartres? Fomos nós que construímos. Aumentou o valor do terreno em... – Fiquei com todas as suas catedrais, represas, cidades e shoppings. Quero o mundo como eu o entreguei. Não precisamos de uma mentalidade ecológica. Precisamos de uma mentalidade de locadores. E do terror da indenização. http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com.br/2010/06/inquilinos-luis-fernando-verissimo.html. Acesso em: 10/11/2013.
  • 32. PROF. MÁRCIO SOBRINHO POLÍCIA CIVIL – MATUTINO – 2017 LÍNGUA PORTUGUESA O CURSO PERMANENTE que mais APROVA! 116 1. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.1) Leia o seguinte enunciado, correspondente ao período inicial da introdução do texto. ―Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as caldeiras e checar se a Terra está girando em torno do seu próprio eixo na velocidade apropriada, e em torno do Sol de modo a garantir a correta sucessão das estações (§1 – segmento 1). Assinale a alternativa que apreseta a classificação correta desse enunciado: a) Interrogação – questionamento. b) Declaração inicial – uma afirmação. c) Suspense – omissão de informações. d) Definição – identificação de um termo. e) Alusão histórica – referência a um fato histórico. 2. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.2) Analise o seguinte enunciado, apresentado na sequência da introdução. ―Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do planeta são providenciados sem que se enxergue o síndico – e sem taxa de administração.‖ (§ 1 – segmento 3). Considerando a estrutura e as palavras utilizadas, é correto afirmar que tal enunciado introduz uma: a) proposição – declaração de intenções a serem expostas no texto. b) provocação – proposta de um problema a ser solucionado no texto. c) comparação – apresentação de relações de semelhança entre duas situações ao longo do texto. d) divisão – organização do texto em partes ou porções a serem analisadas. e) citação – transcrição de um pensamento alheio a ser analisado no texto. 3. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.3) A seguir, verifique a parte final da introdução: ―Imagine se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se – coroando o mais delirantes dos sonhos liberais – sua gerência fosse entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar dias e noites e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas, fraudes e falência.‖. (§ 1 – segmento 3). Nesse enunciado, levando em, conta os tempos e modos verbais utilizados, é correto afirmar que o autor apresenta uma: a) hipótese – possibilidade de tratar os serviços básicos do planeta tal como os de um prédio bem administrado. b) instituição – apresentação, caracterizada especialmente pela presença do modo imperativo, de administrar os serviços básicos do planeta. c) descrição – reprodução detalhada de características do Sol. d) narração – exposição de uma série de acontecimentos sobre a órbita da Terra. e) dissertação – exposição de descobertas relevantes sobre a Terra e o Sol. 4. [Gestor Est. Agrop.-(Ciênc. Contábeis)-(NS)-IAGRO-MS/2013-SAD-SEPROTUR-GOV. MS].(Q.4) Considerando o título e a introdução (§ 1), é correto afirmar que o texto de Veríssimo possibilita: a) provocar o questionamento daquilo em que as pessoas acreditam. b) analisar o comportamento do seu humano contemporâneo por meio de sua visão irônica. c) estimular a reivindicação de direitos por meio de manifestações coletivas. d) questionar a hierarquia de poder na sociedade, que prejudica a preservação do meio ambiente. e) refletir sobre o funcionamento do mundo, comparando os seres humanos a inquilinos do planeta Terra, tal como ocorre num prédio residencial.