Conversando com o especialista endocrinologista e neuroendocrinologista

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Seu filho pode ser pequeno para a sua idade, mas ele pode estar crescendo bem. Ele provavelmente vai começar a puberdade mais tarde do que os seus amigos, entretanto, somente a percepção acurada pode dizer mediante avaliações clínicas, laboratoriais e instrumentais, poderá ajudar na prospecção de um possível estirão ou pulso adequado, embora não saibamos o valor em crescimento que seu filho ou filha poderá apresentar.

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Conversando com o especialista endocrinologista e neuroendocrinologista

  1. 1. BAIXA ESTATURA: ENDOCRINOLOGIA E NEUROENDOCRINOLOGIA É UM RAMO DA BIOLOGIA E DA MEDICINA QUE TRATA DO SISTEMA ENDÓCRINO, DAS SUAS DOENÇAS, SUAS SECREÇÕES ESPECÍFICAS CHAMADAS HORMÔNIOS, DA INTEGRAÇÃO, DA PROLIFERAÇÃO, DO DESENVOLVIMENTO, DE EVENTOS COMO O CRESCIMENTO, A DIFERENCIAÇÃO (INCLUINDO HISTOGÊNESE E ORGANOGÊNESE), A COORDENAÇÃO DO METABOLISMO, RESPIRAÇÃO, EXCREÇÃO, MOVIMENTO, REPRODUÇÃO E PERCEPÇÃO SENSORIAL DEPENDENDO DE SINAIS QUÍMICOS, SUBSTÂNCIAS SINTETIZADAS E SECRETADAS POR CÉLULAS ESPECIALIZADAS).  Seu filho tem baixa estatura, se ele ou ela está abaixo do percentil 5 na tabela de crescimento. Isso significa que:  Seu filho é significativamente menor do que as crianças que são da mesma idade e sexo.  Em uma turma de 20 crianças, 19 das crianças serão mais altas do que o seu filho que apresenta baixa estatura.  Grave a altura e peso do seu filho em um gráfico de crescimento.  Monitore a taxa de crescimento do seu filho ao longo do tempo. Pergunte ao seu endocrinologista ou neuroendocrinologista que percentil seu filho apresenta em altura e em peso.
  2. 2.  Compare a altura e o peso do seu filho com o das outras crianças da mesma idade e sexo.  Se o seu filho tem baixa estatura, isso não significa necessariamente que haja algo de errado. Há muitas razões para que o seu filho tenha baixa estatura.  Seu filho pode ser pequeno para a sua idade, mas ele pode estar crescendo bem. Ele provavelmente vai começar a puberdade mais tarde do que os seus amigos, entretanto, somente a percepção acurada pode dizer mediante avaliações clínicas, laboratoriais e instrumentais, poderá ajudar na prospecção de um possível estirão ou pulso adequado, embora não saibamos o valor em crescimento que seu filho ou filha poderá apresentar. Seu filho provavelmente vai continuar a crescer depois que a maioria de seus pares pararem de crescer. Seu filho provavelmente será tão alto quanto os pais. Os profissionais de saúde chamam isso de Atraso Constitucional do Crescimento.
  3. 3.  Se um ou ambos os pais são baixos o filho muito provavelmente também será de baixa estatura (baixo). Esperar que o seu filho seja tão alto quanto um dos pais é uma possibilidade, entretanto, você precisa ter certeza de que esta possibilidade seja viável, peça a opinião de profissionais especializados.  Às vezes, a baixa estatura pode ser um sintoma de uma condição médica, tais como:  Doenças ósseas ou esqueléticas, tais como raquitismo ou acondroplasia,  Doenças crônicas, tais como doença cardíaca congênita, doença renal crônica, asma, anemia falciforme, talassemia, artrite reumatóide juvenil, doença inflamatória do intestino, doença celíaca, doença de Cushing, hipotireoidismo e diabetes mellitus.  Condições genéticas, como a síndrome de Down, síndrome de Turner, síndrome de Williams, síndrome de Russell-Silver e síndrome de Noonan.  Deficiência de hormônio de crescimento,  Infecções do desenvolvimento do bebê antes do nascimento,  Subnutrição,  O fraco crescimento de um bebê ainda no útero (restrição de crescimento intrauterino-RCIU) ou pequeno para a idade gestacional - PIG. Esta lista não inclui todas as causas possíveis de baixa estatura. Se o seu filho parece ser muito menor do que a maioria das crianças da sua idade e sexo ou se ele parece ter parado de crescer, procure seu endocrinologista ou neuroendocrinologista. O que esperar ao visitar o Seu Médico Endocrinologista: O médico endocrinologista irá realizar um exame físico. Ele vai medir a estatura do seu filho, o peso, o comprimento dos braços e das pernas para verificar seu comprimento, pois algumas doenças ou síndromes deixam esses segmentos desproporcionais. Para descobrir as possíveis
  4. 4. causas para a baixa estatura do seu filho, o médico endocrinologista irá perguntar sobre a história de seu filho. Ele vai querer saber:  Sobre a sua história familiar,  Qual a estatura dos pais e avós?  Qual a estatura dos irmãos ou irmãs?  Existem outros parentes abaixo da média da estatura?  Algum membro da família foi diagnosticado com uma doença que pode causar baixa estatura?  Com que idade os pais começaram a puberdade?  Com quantos cm a criança nasceu?  Com quantos Kg a criança nasceu?  Como foi a dieta da criança desde o início?  A criança começou a mostrar sinais de puberdade com quantos anos?  A criança chegou a ficar na curva média dos gráficos de crescimento?  Posteriormente a taxa de crescimento começou a diminuir?  Que outros sintomas estão presentes?  A baixa estatura da criança afetou sua autoestima ou causou quaisquer problemas na escola ou com os amigos?
  5. 5. Se a baixa estatura de seu filho parece estar relacionada a uma condição médica, o seu filho vai precisar de alguns testes de laboratório e raios-x. Raios-X de idade óssea: Os raios X de idade óssea geralmente são obtidos do pulso e da mão esquerda, mas pode haver necessidade de averiguação dos ossos longos do corpo. O médico olha para os raios X para ver se o tamanho e a forma dos ossos do seu filho têm crescido normalmente. Se os ossos não têm crescido como o esperado para a idade do seu filho, o seu prestador de cuidados de saúde irá falar mais sobre por que seu filho pode não estar crescendo normalmente ou qual o estadiamento dele. As meninas com baixa estatura podem ter que efetuar um teste genético feito para verificar a existência de certas doenças, como a síndrome de Turner. Seu filho pode ter outros testes também para serem efetuados. Alguns destes testes podem ser:  Hemograma completo,  Estimulação do hormônio de crescimento,
  6. 6.  Níveis de (IGF-1),  Os testes de sangue para verificar funções do fígado, dos rins, da tireóide e outros problemas médicos. Seu médico endocrinologista ou neuroendocrinologista mantém registros da estatura e do peso do seu filho a cada consulta. Mantenha seus próprios registros também. Trazer esses registros para a atenção do profissional, se o crescimento parecer lento ou o seu filho parecer pequeno. Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Como saber mais: 1. As diretrizes atuais afirmam que, no contexto clínico apropriado, o diagnóstico de DGH adulto deve ser feito bioquimicamente usando testes provocativos... http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com. 2. Medição do fator de crescimento semelhante à insulina-1 (IGF-1) e proteína de ligação de três níveis IGFBP-3 nem sempre podem distinguir entre indivíduos normais e deficientes em GH... http://longevidadefutura.blogspot.com 3. Em particular, a IGFBP-3 como um marcador do estado de GH é claramente menos sensível do que o IGF-1 e existe um consenso geral de
  7. 7. que a sua medição não fornece informações de diagnósticos úteis... http://imcobesidade.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Kilbride H, Castor C, Hoffman E, Fuger KL; Castor; Hoffman; Fuger (2000). "Thirty-six-month outcome of prenatal cocaine exposure for term or near-term infants: Impact of early case management". Journal of developmental and behavioral pediatrics : JDBP 21(1): 19–26. doi:10.1097/00004703-200002000-00004. PMID 10706345; Singer LT, Yamashita TS, Hawkins S, Cairns D, Baley J, Kliegman R; Yamashita; Hawkins; Cairns; Baley; Kliegman (1994). "Increased incidence of intraventricular hemorrhage and developmental delay in cocaine-exposed, very low birth weight infants".The Journal of pediatrics 124 (5 Pt 1): 765–771. doi:10.1016/S0022-3476(05)81372-1.PMC 4181569. PMID 7513757; Chasnoff IJ, Griffith DR, Freier C, Murray J; Griffith; Freier; Murray (1992). "Cocaine/polydrug use in pregnancy: Two-year follow-up". Pediatrics 89 (2): 284–289.PMID 1370867; Coles CD, Bard KA, Platzman KA, Lynch ME; Bard; Platzman; Lynch (1999). "Attentional response at eight weeks in prenatally drug-exposed and preterm infants". Neurotoxicology and teratology 21 (5): 527–537. doi:10.1016/S0892-0362(99)00023-9.PMID 10492387; Graham K, Feigenbaum A, Pastuszak A, Nulman I, Weksberg R, Einarson T, Goldberg S, Ashby S, Koren G; Feigenbaum; Pastuszak; Nulman; Weksberg; Einarson; Goldberg; Ashby; Koren (1992). "Pregnancy outcome and infant development following gestational cocaine use by social cocaine users in Toronto, Canada". Clinical and investigative medicine. Medecine clinique et experimentale 15 (4): 384–394. PMID 1516296; Fetters L, Tronick EZ; Tronick (1996). "Neuromotor development of cocaine-exposed and control infants from birth through 15 months: Poor and poorer performance". Pediatrics 98(5): 938–943. PMID 8909489; Swanson MW, Streissguth AP, Sampson PD, Olson HC; Streissguth; Sampson; Olson (1999). "Prenatal cocaine and neuromotor outcome at four months: Effect of duration of exposure". Journal of developmental and behavioral pediatrics : JDBP 20 (5): 325– 334.doi:10.1097/00004703-199910000-00007 PMID 10533991; Ivanovic DM, Leiva BP, Pérez HT, Olivares MG, Díaz NS, Urrutia MS, Almagià AF, Toro TD, Miller PT, Bosch EO, Larraín CG; Leiva; Pérez; Olivares; Díaz; Urrutia; Almagià; Toro; Miller; Bosch; Larraín (2004). "Head size and intelligence, learning, nutritional status and brain development: Head, IQ, learning, nutrition and brain". Neuropsychologia 42 (8): 1118–1131. doi:10.1016/ j.neuropsychologia. 2003.11.022. PMID 15093150; Liu J, Raine A, Venables PH, Dalais C, Mednick SA; Raine; Venables; Dalais; Mednick (2003). "Malnutrition at age 3 years and lower cognitive ability at age 11 years: independence from psychosocial adversity". Arch Pediatr Adolesc Med 157 (6): 593–600.doi:10.1001/ archpedi.157.6.593. PMC 3975917. PMID 12796242; Webb KE, Horton NJ, Katz DL; Horton; Katz (2005). "Parental IQ and cognitive development of malnourished Indonesian children". European Journal of Clinical Nutrition 59 (4): 618–620. doi:10.1038/ sj.ejcn. 1602103. PMID 15688080; Grantham-McGregor S, Ani C; Ani (2001). "A review of studies on the effect of iron deficiency on cognitive development in children". The Journal of nutrition 131 (2S– 2): 649S–666S; discussion 666S–668S. PMID 11160596; Arija V, Esparó G, Fernández-Ballart J, Murphy MM, Biarnés E, Canals J; Esparó; Fernández-Ballart; Murphy; Biarnés; Canals (2006). "Nutritional status and performance in test of verbal and non-verbal intelligence in 6 year old children". Intelligence 34 (2): 141– 149.doi:10.1016/j.intell. 2005.09.001; Halterman JS, Kaczorowski JM, Aligne CA, Auinger P, Szilagyi PG; Kaczorowski; Aligne; Auinger; Szilagyi (2001). "Iron deficiency and cognitive achievement among school-aged children and adolescents in the United States". Pediatrics 107 (6): 1381–1386.doi:10.1542/peds.107.6. 1381. PMID 11389261; Bryan J, Osendarp S, Hughes D, Calvaresi E, Baghurst K, van Klinken JW; Osendarp; Hughes; Calvaresi; Baghurst; Van Klinken (2004). "Nutrients for Cognitive Development in School‐aged Children". Nutrition Reviews 62 (8): 295–306. doi:10.1111/j.1753-4887.2004.tb00055.x. PMID 15478684.
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