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PLANEJAMENTO DE
AUDITORIA
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
Passos na Aceitação de um Processo de Auditoria:
Avaliação da
Integridade da
Administração
Identificação de
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(empresas em
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competência para
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Independência
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de contratação
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
 O planejamento, normalmente, é elaborado pelo
gerente responsável pelo trabalho e submetido à
aprovação do sócio responsável.
 Quando a auditoria é realizada pela primeira vez, o
planejamento tem como base as informações que
foram levantadas pelo sócio e pelo gerente quando
da elaboração da proposta de auditoria.
 No caso de clientes recorrentes, o planejamento tem
como base os trabalhos desenvolvidos em anos
anteriores.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
Um serviço de auditoria compreende:
1. a preparação de um plano de auditoria,
2. o desenvolvimento de um programa de
auditoria,
3. a compilação de uma revisão de horas de
trabalho,
4. a seleção dos auditores,
5. a distribuição dos serviços entre eles.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
• Qual trabalho deve ser feito?
• Qual a ordem que deverá ser observada na execução
do trabalho?
• Qual a necessidade de pessoal para cada fase do
trabalho?
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
1. Elaboração do Cronograma de Trabalho
2. Elaboração do Orçamento de Horas
3. Elaboração do Orçamento de Moedas
4. Elaboração da Carta Proposta.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
OBJETIVOS
Os objetivos do planejamento de auditoria podem ser
atingidos de modo mais eficiente quando este
planejamento é feito por escrito e quando a emissão desses
objetivos resulta na elaboração de programas de
auditoria, ou seja, quando as idéias ou decisões relativas
ao que fazer, como e por que fazer são convertidas em
procedimentos de auditoria evidenciados por escrito na
forma de programas.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
 RESPONSABILIDADE PELO PLANEJAMENTO
 Geralmente, o planejamento é elaborado
pelo gerente do trabalho com a
participação e aprovação do sócio
encarregado.
 As grandes firmas de auditoria dão grande
importância ao planejamento, definindo
roteiros, formulários e padrões para sua
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
 Considerações gerais sobre a empresa
auditada:
 As seguintes questões devem ser estudadas:
 Que tipo de modelo de gestão é adotado pela empresa?
 Qual sua estrutura organizacional?
 Que tipo de sistema de informações contábeis e gerenciais
é adotado?
 Há um planejamento estratégico das operações?
 Há um orçamento empresarial integrado?
 Os sistemas operacionais, administrativos e de controle
interno estão documentados em manuais?
 A que tipo de regulamentação a empresa está sujeita?
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
 Determinação do risco de auditoria
 Na fase de planejamento, deve ser levado e,
consideração o risco de ser emitido um relatório
errado ou incompleto. Esse risco pode ser
classificado em :

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 É a percepção da possibilidade de ocorrência de erros ou
irregularidades relevantes mesmo antes de se conhecer e
avaliar a eficácia do sistema de controles da empresa. Por
exemplo, se uma empresa concentra suas operações com
entidades governamentais, o risco para sua atividade e
para a realização de seus ativos pode ser considerado
alto.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
 Risco de controle:

É o risco de não haver um bom sistema de
controles internos que previna ou detecte em
tempo hábil erros ou irregularidades
relevantes.
 Risco de detecção:

Como nosso exame é efetuado em base de
testes, é o risco de não serem descobertos
eventuais erros ou irregularidades relevantes.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
 Atualização das informações básicas:
 As seguintes informações devem ser obtidas e
analisadas:

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empresa;
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ELABORAÇÃO
 Preparar um programa de auditoria exige, pelo menos, a
definição de quatro fases:
1. Que características ou circunstâncias devem ser
levadas em conta;
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA DE ÍNTERIM
É a primeira visita do auditor, com vista à aplicação de seu
programa de auditoria. Tem início após a conclusão de todas
as providências referentes ao encerramento do balanço do
exercício anterior.
Deve ocorrer entre os meses de maio e agosto.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA DE ÍNTERIM
OBJETIVO:
testar e avaliar o sistema de controles internos, com base
para determinação da extensão, profundidade e oportunidade
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA DE ÍNTERIM
Durante a visita de ínterim, o auditor executa os seguintes
procedimentos:
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2. Teste de transações – receitas, despesas, compras, custo de
vendas;
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA DE ÍNTERIM
6. Resumo das atas das assembléias de acionistas, de reuniões do
conselho de administração, da diretoria e do conselho fiscal,
contendo assuntos que possam afetar as demonstrações
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA PRELIMINAR
É a segunda visita de auditoria, também
conhecida como visita de pré-balanço, pois
se concretiza em data próxima ao
encerramento do exercício.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA PRELIMINAR
OBJETIVO:
preparar os papéis de trabalho para o exame dos saldos finais
que deverão figurar nas demonstrações contábeis do exercício
e, permitir ao auditor discutir com o pessoal do cliente certos
aspectos polêmicos ou assuntos controversos envolvendo a
aplicação de princípios fundamentais de contabilidade, bem
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espera contar na realização de certas tarefas.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA PRELIMINAR
Durante a visita preliminar o auditor executa:
• Preparação dos papéis de trabalho referente aos saldos finais de balanço;
• Circularização de contas ativas, passivas;
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exercício;
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controversas que possam ter algum efeito sobre o parecer;
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PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA FINAL
Essa é a derradeira visita de auditoria.
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contábeis, e seu principal objetivo é concluir os trabalhos de
auditoria.
Recomenda-se que ela se inicie em data próxima ao
encerramento do balanço, a fim de minimizar o risco potencial
da ocorrência de eventos subseqüentes não detectados.
PLANEJAMENTO DA
AUDITORIA
ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA
VISITA FINAL
Basicamente, o auditor realiza os seguintes procedimentos de
auditoria na VISITA FINAL:
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4 Auditoria - Planejamento

  • 2. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA Passos na Aceitação de um Processo de Auditoria: Avaliação da Integridade da Administração Identificação de circunstâncias especiais e riscos incomuns (empresas em dificuldades financeiras ou descontinuidade) Avaliação de competência para realizar a auditoria Avaliação de Independência Decisão de Aceitar ou recusar o contrato Preparação da carta de contratação
  • 3. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  O planejamento, normalmente, é elaborado pelo gerente responsável pelo trabalho e submetido à aprovação do sócio responsável.  Quando a auditoria é realizada pela primeira vez, o planejamento tem como base as informações que foram levantadas pelo sócio e pelo gerente quando da elaboração da proposta de auditoria.  No caso de clientes recorrentes, o planejamento tem como base os trabalhos desenvolvidos em anos anteriores.
  • 4. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA Um serviço de auditoria compreende: 1. a preparação de um plano de auditoria, 2. o desenvolvimento de um programa de auditoria, 3. a compilação de uma revisão de horas de trabalho, 4. a seleção dos auditores, 5. a distribuição dos serviços entre eles.
  • 5. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA • Qual trabalho deve ser feito? • Qual a ordem que deverá ser observada na execução do trabalho? • Qual a necessidade de pessoal para cada fase do trabalho? • Qual o tempo estimado para a execução do trabalho?
  • 6. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA 1. Elaboração do Cronograma de Trabalho 2. Elaboração do Orçamento de Horas 3. Elaboração do Orçamento de Moedas 4. Elaboração da Carta Proposta.
  • 7. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA OBJETIVOS Os objetivos do planejamento de auditoria podem ser atingidos de modo mais eficiente quando este planejamento é feito por escrito e quando a emissão desses objetivos resulta na elaboração de programas de auditoria, ou seja, quando as idéias ou decisões relativas ao que fazer, como e por que fazer são convertidas em procedimentos de auditoria evidenciados por escrito na forma de programas.
  • 8. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  RESPONSABILIDADE PELO PLANEJAMENTO  Geralmente, o planejamento é elaborado pelo gerente do trabalho com a participação e aprovação do sócio encarregado.  As grandes firmas de auditoria dão grande importância ao planejamento, definindo roteiros, formulários e padrões para sua
  • 9. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  Considerações gerais sobre a empresa auditada:  As seguintes questões devem ser estudadas:  Que tipo de modelo de gestão é adotado pela empresa?  Qual sua estrutura organizacional?  Que tipo de sistema de informações contábeis e gerenciais é adotado?  Há um planejamento estratégico das operações?  Há um orçamento empresarial integrado?  Os sistemas operacionais, administrativos e de controle interno estão documentados em manuais?  A que tipo de regulamentação a empresa está sujeita?
  • 10. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  Determinação do risco de auditoria  Na fase de planejamento, deve ser levado e, consideração o risco de ser emitido um relatório errado ou incompleto. Esse risco pode ser classificado em :  Risco inerente:  É a percepção da possibilidade de ocorrência de erros ou irregularidades relevantes mesmo antes de se conhecer e avaliar a eficácia do sistema de controles da empresa. Por exemplo, se uma empresa concentra suas operações com entidades governamentais, o risco para sua atividade e para a realização de seus ativos pode ser considerado alto.
  • 11. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  Risco de controle:  É o risco de não haver um bom sistema de controles internos que previna ou detecte em tempo hábil erros ou irregularidades relevantes.  Risco de detecção:  Como nosso exame é efetuado em base de testes, é o risco de não serem descobertos eventuais erros ou irregularidades relevantes.
  • 12. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  Atualização das informações básicas:  As seguintes informações devem ser obtidas e analisadas:  Natureza das atividades e ambiente interno e externo à empresa;  Sistemas contábeis e procedimentos de controle;  Mudanças nos sistemas operacionais e de controle;  Fatos relevantes relativos à operação;  Assuntos financeiros da empresa;  Estrutura organizacional.
  • 13. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ELABORAÇÃO  Preparar um programa de auditoria exige, pelo menos, a definição de quatro fases: 1. Que características ou circunstâncias devem ser levadas em conta; 2. Como apreender essas características e circunstâncias; 3. A ocasião; e 4. Por quem deve ser feita.
  • 14. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA DE ÍNTERIM É a primeira visita do auditor, com vista à aplicação de seu programa de auditoria. Tem início após a conclusão de todas as providências referentes ao encerramento do balanço do exercício anterior. Deve ocorrer entre os meses de maio e agosto.
  • 15. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA DE ÍNTERIM OBJETIVO: testar e avaliar o sistema de controles internos, com base para determinação da extensão, profundidade e oportunidade dos procedimentos de auditoria subseqüentes. Executam ações para: Detectar problemas potenciais o mais cedo possível; Evitar acúmulo de tarefas em outras visitas.
  • 16. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA DE ÍNTERIM Durante a visita de ínterim, o auditor executa os seguintes procedimentos: 1. Teste e avaliação do sistema de controles internos; 2. Teste de transações – receitas, despesas, compras, custo de vendas; 3. Teste da folha de pagamento; 4. Teste de adesão à legislação fiscal; 5. Teste das conciliações bancárias;
  • 17. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA DE ÍNTERIM 6. Resumo das atas das assembléias de acionistas, de reuniões do conselho de administração, da diretoria e do conselho fiscal, contendo assuntos que possam afetar as demonstrações contábeis; e 7. Atualização da pasta permanente.
  • 18. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA PRELIMINAR É a segunda visita de auditoria, também conhecida como visita de pré-balanço, pois se concretiza em data próxima ao encerramento do exercício.
  • 19. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA PRELIMINAR OBJETIVO: preparar os papéis de trabalho para o exame dos saldos finais que deverão figurar nas demonstrações contábeis do exercício e, permitir ao auditor discutir com o pessoal do cliente certos aspectos polêmicos ou assuntos controversos envolvendo a aplicação de princípios fundamentais de contabilidade, bem como estabelecer o nível de cooperação com que o auditor espera contar na realização de certas tarefas.
  • 20. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA PRELIMINAR Durante a visita preliminar o auditor executa: • Preparação dos papéis de trabalho referente aos saldos finais de balanço; • Circularização de contas ativas, passivas; • Acompanhamento dos inventários, com vista no encerramento do exercício; • Teste de conciliações bancárias; • Discussão, com o pessoal do cliente, sobre questões polêmicas ou controversas que possam ter algum efeito sobre o parecer; • Solicitação de análise de contas com vista nos testes substantivos.
  • 21. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA FINAL Essa é a derradeira visita de auditoria. Tem início tão logo estejam concluídas as demonstrações contábeis, e seu principal objetivo é concluir os trabalhos de auditoria. Recomenda-se que ela se inicie em data próxima ao encerramento do balanço, a fim de minimizar o risco potencial da ocorrência de eventos subseqüentes não detectados.
  • 22. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA VISITA FINAL Basicamente, o auditor realiza os seguintes procedimentos de auditoria na VISITA FINAL: 1. Reconciliação bancária para o último mês do exercício; 2. Conciliação das respostas às circularizações; 3. Testes nos resultados dos inventários; 4. Testes substantivos dos saldos finais do balanço; 5. Discussão preliminar do Relatório de Auditoria e do Parecer a ser emitido; 6. Emissão do Parecer de Auditoria.