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Planejamento da auditoria: aceitação ou renovação do contrato.

  • 1. ATIVIDADES PRELIMINARES - AVALIAÇÃO DE RISCOS: Empresarial, de Divulgação Financeira, de Envolvimento e de Auditoria Professora Nálbia de Araújo Santos Departamento de Administração e Contabilidade Universidade Federal deViçosa ACEITAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA 1
  • 2. Programa de CCO 330 - Auditoria  2.ACEITAÇÃO DOTRABALHO E PLANEJAMENTO DA AUDITORIA  2.1Atividades Preliminares  2.1.1Avaliação de Riscos – Empresarial, de Divulgação Financeira, de Envolvimento e deAuditoria.  2.1.2Aceitação e Continuação doTrabalho.  2.2 Planejamento da Auditoria  2.2.1Avaliação de Riscos – Modelo de risco de auditoria.  2.2.2 Risco deAuditoria e Determinação e Utilização da Materialidade (relevância).  2.3 Entendimento de Controles Internos  2.3.1 Componentes do Controle Interno  2.3.1.2Ambiente de controle.  2.3.1.3Avaliação de risco.  2.3.1.4 Sistema de Informação.  2.3.1.5Atividades de controle.  2.3.1.6 Monitoramento  2.4.Avaliação de Risco de Controle 2
  • 3. Normas sobre o Assunto  NBC PA 01, 210, 220, 300  Orientações sobre procedimentos necessários para:  identificar e avaliar fatores de risco relevantes para decidir entre aceitar ou declinar o trabalho de auditoria; e  estabelecer e documentar os termos da contratação. 3
  • 4. Sumário Padrões para avaliação de riscos 4 (CFC/IFAC, 2010).
  • 5. Processo para aceitação/continuação da auditoria 5 (CFC/IFAC, 2010).
  • 6. Visão Geral da Firma de Auditoria  Uma das decisões mais importantes que uma firma pode tomar é determinar quais trabalhos aceitar ou quais relacionamentos com cliente reter. Uma decisão mal tomada pode resultar em horas incobráveis, honorários não pagos, estresse adicional sobre sócios e equipe, perda de reputação e, pior de tudo, possíveis ações judiciais.  Antes de uma firma decidir aceitar ou reter um trabalho, o auditor deve:  estabelecer a aceitabilidade da estrutura de relatório financeiro proposta;  avaliar se a firma pode cumprir as exigências éticas relevantes; (CFC/IFAC, 2010). 6
  • 7. Visão Geral da Firma de Auditoria  obter a concordância da administração de que ela reconhece e entende sua responsabilidade:  pela elaboração das demonstrações contábeis de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável;  pelos controles internos que a administração determinar serem necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis que não apresentem distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro; e  pelo fornecimento ao auditor de todas as informações relevantes e quaisquer informações adicionais que o auditor pode solicitar, além do acesso irrestrito a pessoas dentro da entidade das quais o auditor determina ser necessário obter evidência de auditoria; e  executar procedimentos de aceitação ou continuação do trabalho. (CFC/IFAC, 2010). 7
  • 8. A firma tem recursos, tempo e competência?  Objetivo: avaliar a capacidade da firma de auditoria de executar o trabalho e os riscos envolvidos .  Os Requisitos de Controle de Qualidade da Firma  a firma pode cumprir os requisitos das NBCTAs; e  os riscos envolvidos no trabalho estão dentro da tolerância da firma por risco? (CFC/IFAC, 2010). 8
  • 9.  QualTrabalho é Necessário?  Qual é a natureza e o alcance da auditoria? Asseguração razoável (cujo nível deve ser elevado de segurança ) ou de Asseguração Limitada (cujo nível de risco do trabalho é reduzir ao um nível aceitável nas circunstâncias, porém em um nível maior de risco do que em trabalho de Asseguração razoável)  Qual estrutura contábil será usada?  Como serão usados o relatório do auditor independente e as demonstrações contábeis?  Qual o prazo (se houver) para a conclusão da auditoria? A firma tem recursos, tempo e competência? (CFC/IFAC, 2010). 9
  • 10.  A firma tem pessoal suficiente com a competência e a capacitação necessárias?  O pessoal da firma selecionada tem:  − conhecimento dos setores ou temas relevantes;  − experiência com os requisitos regulatórios e de relatório relevantes; ou  − capacidade de obter as habilidades e o conhecimento necessários de maneira efetiva? A firma tem recursos, tempo e competência? (CFC/IFAC, 2010). 10
  • 11.  Existem especialistas disponíveis, se necessário?  Quando aplicável, há pessoas qualificadas disponíveis para realizar a revisão de controle de qualidade do trabalho?  A firma e a equipe disponível (levando-se em consideração necessidades de tempo para outros clientes) conseguem concluir o trabalho dentro do prazo para apresentação do relatório? A firma tem recursos, tempo e competência? (CFC/IFAC, 2010). 11
  • 12.  A firma e a equipe de trabalho conseguem cumprir as exigências éticas e de independência?  Nos casos em que tenham sido identificados conflitos de interesse, falta de independência ou outras ameaças:  foram tomadas medidas adequadas para eliminar essas ameaças ou reduzi-las a um nível aceitável mediante a aplicação de salvaguardas adequadas; ou  foram tomadas providências para retirar-se do trabalho? A firma é Independente e Livre de Conflitos? (CFC/IFAC, 2010). 12
  • 13.  Se a entidade que está sendo auditada é um componente de um grupo maior, a equipe encarregada do trabalho do grupo pode solicitar que seja executado certo trabalho em relação às informações financeiras do componente. Nesses casos, a equipe encarregada do trabalho do grupo obteria primeiro entendimento do seguinte:  se o auditor do componente entende e cumprirá as exigências éticas (incluindo independência) que são relevantes para a auditoria de grupo;  a competência profissional do auditor do componente; A firma é Independente e Livre de Conflitos? (CFC/IFAC, 2010). 13
  • 14.  se a equipe encarregada do trabalho do grupo será capaz de estar envolvida no trabalho do auditor do componente na extensão necessária para a obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente; e  se o auditor do componente opera em um ambiente regulatório que supervisiona ativamente os auditores. A firma é Independente e Livre de Conflitos? (CFC/IFAC, 2010). 14
  • 15. Os Riscos Envolvidos são Aceitáveis? (GRAMLING, RITTENBERG, JOHNSTONE, 2012). Fatores que afetam o risco empresarial: •Clima econômico •Mudança tecnológica •Concorrência •Volatilidade dos negócios •Localização geográfica Fatores que afetam o risco de divulgação financeira: •Competência e integridade dos administradores •Incentivos para que a administração forneça demonstrações financeiras com informações incorretas •Complexidade das transações •Controles internos Risco Empresarial Risco de divulgação financeira Risco de envolvimento Risco de Auditoria 15
  • 16.  Risco Empresarial – afeta as operações e os possíveis resultados de atividades de uma organização.  Risco de Divulgação Financeira – relacionado ao registro de transações e à apresentação de dados financeiros nas demonstrações financeiras de uma organização.  Risco de Envolvimento – situação que os auditores enfrentam ao se envolverem com um cliente específico, incluindo perda de reputação, incapacidade do cliente de pagar o auditor, ou perda financeira porque a administração da empresa não é honesta e dificulta o processo de auditoria.  Risco de Auditoria – risco de que o auditor possa dar um parecer sem ressalvas para demonstrações financeiras que contêm materiais incorretos. Natureza dos Riscos (GRAMLING, RITTENBERG, JOHNSTONE, 2012, p. 109). 16
  • 17. Relação entre Risco de Envolvimento e Risco de Auditoria Risco de Envolvimento Alto Moderado Baixo Risco de Auditoria Não Aceitar cliente Fixar em nível baixo Fixar de acordo com os padrões profissionais, mas pode ser superior ao de empresas com risco de envolvimento mais alto Exemplo numérico de risco de auditoria Nenhum – cliente não é aceito (0,0) 0,01 0,05 (GRAMLING, RITTENBERG, JOHNSTONE, 2012, p. 119).
  • 18.  Risco deAuditoria – é o risco de expressar uma opinião de auditoria inadequada sobre demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes. O objetivo da auditoria é reduzir o risco de auditoria a um nível baixo aceitável.  O risco de auditoria possui dois elementos-chave que são o risco de detecção e os riscos inerentes e de Controle.  Para reduzir o risco de auditoria a um nível baixo aceitável, o auditor deve:  avaliar os riscos de distorção relevante; e  limitar o risco de detecção. Isso pode ser conseguido realizando procedimentos que respondam aos riscos avaliados de distorção relevante, em nível de demonstrações contábeis e de afirmações para classes de transações, saldos contábeis e divulgações. Risco de Auditoria – Visão da NBC (CFC/IFAC, 2010). 18
  • 19. Elementos do Risco de Auditoria – Visão da NBC (CFC/IFAC, 2010). Natureza Descrição Comentário Risco Inerente A suscetibilidade de uma afirmação sobre uma classe de transação, um saldo contábil ou uma divulgação a uma distorção que poderia ser relevante, individualmente ou com outras distorções, antes da consideração de quaisquer controles relacionados. Isso inclui eventos ou condições (internos ou externos) que poderiam resultar em distorção (erro ou fraude) nas demonstrações contábeis.As fontes de risco (frequentemente classificados como riscos de negócio ou de fraude) podem ser decorrentes dos objetivos da entidade, da natureza de suas operações/segmentos de indústria, do ambiente regulatório em que ela opera e de seu porte e sua complexidade. 19
  • 20. Elementos do Risco de Auditoria – Visão da NBC (CFC/IFAC, 2010). Natureza Descrição Comentário Risco de Controle O risco de que uma distorção que poderia ocorrer em uma afirmação sobre uma classe de transação, um saldo contábil ou uma divulgação e que poderia ser relevante, individualmente ou com outras distorções, não será evitada, ou detectada e corrigida, tempestivamente pelo controle interno da entidade. A administração desenha controles para reduzir um fator de risco inerente específico (risco de negócio ou de fraude).A entidade avalia seus riscos (avaliação de riscos) e depois desenha e implementa controles adequados para reduzir sua exposição ao risco a um nível tolerável (aceitável). Os controles podem ser: • de natureza abrangente, tais como atitude da administração em relação a controle, compromisso de contratar pessoas competentes e prevenção de fraude. Estes são geralmente denominados controles em nível de entidade; e • específicos para o início, processamento ou registro de uma transação específica. Estes são frequentemente denominados controles de processos de negócio, controles em nível de atividade ou controles de transações. 20
  • 21. Elementos do Risco de Auditoria – Visão da NBC (CFC/IFAC, 2010). Natureza Descrição Comentário Risco de Detecção O risco de que os procedimentos realizados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectarão uma distorção existente e que poderia ser relevante, individualmente ou com outras distorções. O auditor avalia os riscos de distorção relevante (risco inerente e de controle) nos níveis da demonstração contábil e da afirmação. São desenvolvidos procedimentos de auditoria para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo. Isso inclui considerar o possível risco de: • selecionar um procedimento de auditoria inadequado; • aplicar um procedimento de auditoria adequado incorretamente; ou • interpretar mal os resultados do procedimento de auditoria. 21
  • 22.  Nota: Segundo as normas de auditoria, o risco de distorção relevante em nível de afirmações consiste em dois componentes: risco inerente e risco de controle. Consequentemente, as NBC TAs geralmente não se referem ao risco inerente nem ao risco de controle separadamente, mas a uma avaliação combinada dos “riscos de distorção relevante”. Contudo, o auditor pode fazer avaliações separadas ou combinadas do risco inerente e do risco de controle, dependendo das técnicas de auditoria ou metodologias e considerações práticas. Elementos do Risco de Auditoria – Visão da NBC (CFC/IFAC, 2010). 22
  • 23. Resumo dos componentes do risco de auditoria 23 (CFC/IFAC, 2010).
  • 24. Representação do Risco de Auditoria Na avaliação do auditor o risco de controle é: Risco de Detecção Alto Médio Baixo Avaliação de risco inerente feita pelo auditor Alto Mínimo Mais Baixo Médio Médio Mais Baixo Médio Mais Alto Baixo Médio Mais Alto Máximo (BOYNTON, JOHNSON, KELL, 2002).
  • 25.  Riscos de Distorção Relevante (RDR) é uma combinação de risco inerente (RI) e risco de controle (RC), que pode ser resumido em RI x RC = RDR.  O risco de auditoria (RA) pode ser resumido em:  RA = RDR x RD  em que RD é o risco de detecção (RD) e RDR é o Risco de Distorção Relevante 25 Representação do Risco de Auditoria (CFC/IFAC, 2010, p. 102). (BOYNTON, JOHNSON, KELL, 2002). (GRAMLING, RITTENBERG, JOHNSTONE, 2012, p. 122).
  • 26.  Suponha uma firma com muitas transações complexas, controles internos fracos e, ainda, o risco de envolvimento seja alto. Neste caso, o auditor avalia que  o risco inerente (RI) e risco de controle (RC) é alto ou máximo, logo o cliente não possui controle interno eficaz, por conseguinte há o risco elevado de registro incorreto de uma transação.  Ainda, estabelece o risco de auditoria em 0,01, isto é, o profissional não quer assumir o risco muito grande de que uma informação correta passe despercebida nas demonstrações contábeis. 26 Um exemplo risco alto de informação material incorreta
  • 27.  Se o risco de auditoria é RA = RDR x RD e o Riscos de Distorção Relevante (RDR) é representado pela equação RI x RC = RDR, logo RA = RI x RC x RD. Com base no exemplo verifica-se o efeito sobre o risco de detecção, assim:  RA = RI x RC x RD  Portanto, RD = RA/(RI x RC), logo  RD = 0,01(1,00 x 1,00)= 0,01, ou de 1%  Conclusão: o risco de detecção e o de auditoria são iguais, já que o auditor não pode confiar nos controles internos para impedir ou detectar informações incorretas. 27 Um exemplo risco alto de informação material incorreta
  • 28.  Suponha uma firma com muitas transações simples, pessoal da contabilidade bem treinado, nenhum incentivo para distorcer as demonstrações contábeis e controles internos efetivos.Ainda, a experiência anterior do auditor com a firma, o conhecimento dos controles internos e os resultados de testes preliminares no período indica o risco baixo de existência de informações incorretas nos registros contábeis. Neste caso, o auditor avalia que  o risco inerente (RI) e risco de controle (RC) é baixo a 50% e 20%, respectivamente.  Ainda, estabelece o risco de auditoria em 0,05. Esse nível é compatível com um baixo risco de envolvimento. 28 Um exemplo risco baixo de informação material incorreta
  • 29.  Se O risco de auditoria é RA = RDR x RD e o Riscos de Distorção Relevante (RDR) é representado pela equação RI x RC = RDR, logo RA = RI x RC x RD. Com base no exemplo verifica-se o efeito sobre o risco de detecção, assim:  RA = RI x RC x RD  Portanto, RD = RA/(RI x RC), logo  RD = 0,05(0,50 x 0,20)= 0,50, ou de 50%  Conclusão: neste caso o auditor pode planejar testes dos registros contábeis com um risco mais baixo de detecção de 50%, porque os testes mínimos de conferência de saldos das contas são necessários para obter evidências que possam comprovar as expectativas de que as contas não possuem informações materialmente incorretas. Mas, é preciso testar se os controles internos são eficazes para confirmar se o RC é abaixo de 50%. 29 Um exemplo risco baixo de informação material incorreta
  • 30. Elementos do Risco de Auditoria – Visão da NBC (CFC/IFAC, 2010). Risco Natureza Fonte Riscos Inerentes e de Controle As demonstrações contábeis podem conter uma distorção relevante. Os objetivos/as operações da entidade e o planejamento/a implementação dos controles internos pela administração. Risco de Detecção O auditor pode não conseguir detectar uma distorção relevante nas demonstrações contábeis. Natureza e extensão dos procedimentos realizados pelo auditor. 30
  • 31.  Para novos trabalhos, a firma comunicou-se com o auditor independente antecessor (conforme exigido pela NBCTA 300.13) para determinar se existe alguma razão para não aceitar o trabalho?  A firma fez uma busca pela Internet e discutiu com o pessoal da firma e outros terceiros (como banqueiros) para identificar quaisquer razões pelas quais não deveria aceitar o trabalho?  Quais são os valores (“tom no topo”) e futuras metas da entidade? Os Riscos Envolvidos são Aceitáveis? (CFC/IFAC, 2010). 31
  • 32.  Qual o nível de competência da alta administração e da equipe da entidade?  Existem assuntos difíceis ou que demandam muito tempo para tratar (políticas contábeis, estimativas, cumprimento de legislação, etc.)?  Que mudanças ocorreram nesse período que influenciarão o trabalho (tendências e iniciativas do negócio, mudanças de pessoal, apresentação de relatórios financeiros, sistemas deTI, compra/venda de ativos, regulamentos, etc.)? Os Riscos Envolvidos são Aceitáveis? (CFC/IFAC, 2010). 32
  • 33.  Existe alto grau de escrutínio público e interesse da mídia?  A entidade goza de boa saúde financeira e tem capacidade de pagar os honorários profissionais da firma?  A entidade ajudará a firma a obter informações e preparar demonstrativos, análises de saldos, fornecer arquivos de dados, etc.? Os Riscos Envolvidos são Aceitáveis? (CFC/IFAC, 2010). 33
  • 34.  Existem limitações de alcance, tais como prazos não realistas ou incapacidade de obter a evidência de auditoria necessária?  Existe alguma razão (ou evento recente) que suscite dúvidas sobre a integridade dos principais proprietários, da alta administração e dos responsáveis pela governança da entidade? Considerar as operações da entidade, incluindo práticas de negócios, a reputação do negócio e a história de quaisquer infrações éticas ou regulamentares. Pode-se Confiar no Cliente? (CFC/IFAC, 2010). 34
  • 35.  Há indícios de que o cliente pode estar envolvido em lavagem de dinheiro ou outras atividades criminosas?  Qual é a identidade e a reputação empresarial de partes relacionadas?  A administração mostra uma atitude fraca em relação a controles internos e uma atitude agressiva em relação à interpretação de normas contábeis? Considerar a cultura corporativa, estrutura organizacional, tolerância a risco, complexidade de transações, etc. Pode-se Confiar no Cliente? (CFC/IFAC, 2010). 35
  • 36. Avaliação de Riscos  As avaliações do risco do trabalho iniciais e nos exercícios subsequentes podem ajudar a assegurar que a firma:  é independente e não existem conflitos de interesse;  é competente para executar o trabalho com os recursos necessários e com disponibilidade de tempo;  está disposta a aceitar os riscos envolvidos na execução da auditoria. Isso incluiria uma avaliação da integridade e das atitudes da administração em relação a controle interno, tendências do setor, disponibilidade de evidência de auditoria apropriada e outros fatores, tais como capacidade do cliente de pagar os honorários envolvidos; e  não tem conhecimento de nenhuma nova informação sobre um cliente existente que teria levado a firma a declinar do trabalho se fosse conhecida antes. (CFC/IFAC, 2010). 36
  • 37.  Para assegurar que as informações obtidas da entidade são precisas, considerar quais informações de terceiros poderiam ser obtidas para validar aspectos-chave da avaliação de riscos. Esse passo simples poderia evitar problemas no futuro.  Exemplos incluem informações de fontes, tais como demonstrações contábeis anteriores, declarações de imposto de renda, relatórios de crédito e possivelmente (após receber permissão do cliente em potencial) discussões com principais consultores, como banqueiros, por exemplo. Verificações de Históricos (CFC/IFAC, 2010). 37
  • 38.  PONTO A CONSIDERAR  Antes de entrar em contato com terceiros e coletar informações sobre um cliente em potencial, tomar providências para assegurar que todos os sócios e equipe estejam cientes:  das políticas da firma para proteger informações confidenciais mantidas sobre clientes;  sobre exigências da legislação de privacidade; e  dos requisitos do código de ética aplicável. Verificações de Históricos (CFC/IFAC, 2010). 38
  • 39.  Aceitar ou Continuar? Sim ou Não  Não - Quando a administração não reconhece suas responsabilidades, ou não concorda em fornecer as representações formais, o auditor não consegue obter evidência de auditoria adequada e suficiente. Nessas circunstâncias, ou quando a estrutura de relatório financeiro não é aceitável, a NBCTA 210.8 exige que o auditor decline do trabalho, a menos que exigido por lei ou regulamento. Decisão da Firma de auditoria? (CFC/IFAC, 2010). 39
  • 40. Processo para aceitação/continuação da auditoria 40 (CFC/IFAC, 2010).
  • 41.  A estrutura de relatório financeiro (como IFRSs ou uma estrutura local) a ser usada na elaboração das demonstrações contábeis é aceitável? Os fatores a serem considerados incluem:  a natureza da entidade (empresa, setor público ou sem fins lucrativos);  o objetivo das demonstrações contábeis (objetivo comum ou para usuários específicos);  a natureza das demonstrações contábeis (conjunto completo de demonstrações contábeis ou uma única demonstração contábil); e  se a lei ou o regulamento prevê a estrutura de relatório financeiro aplicável. Existem as Condições Prévias a um Trabalho de Auditoria? (CFC/IFAC, 2010). 41
  • 42.  A administração concorda e reconhece/entende sua responsabilidade:  pela elaboração das demonstrações contábeis de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável, incluindo (quando relevante) sua adequada apresentação;  pelos controles internos que ela determinar serem necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis que não apresentem distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro; e Existem as Condições Prévias a um Trabalho de Auditoria? (CFC/IFAC, 2010). 42
  • 43.  por fornecer ao auditor:  acesso a todas as informações relevantes, tais como registros, documentação e outros assuntos;  informações adicionais solicitadas pela administração para fins da auditoria (como representações formais); e  acesso irrestrito a pessoas dentro da entidade de para obter a evidência de auditoria necessária? Existem as Condições Prévias a um Trabalho de Auditoria? (CFC/IFAC, 2010). 43
  • 44.  A administração ou os responsáveis pela governança impuseram qualquer tipo de limitação sobre o alcance da auditoria?  Isso poderia incluir prazos não realistas, não aceitar determinada equipe da firma para a execução do trabalho e negar acesso a uma dependência, pessoal-chave ou documentos relevantes.  No caso de essa limitação resultar em uma abstenção de opinião, a firma declinaria o trabalho, a menos que seja exigido por lei ou regulamento que a firma prossiga com o trabalho. Existe Limitação de Alcance? (CFC/IFAC, 2010). 44
  • 45.  Para assegurar um claro entendimento entre a administração e o auditor sobre os termos do trabalho, uma carta de contratação (ou outra forma adequada de acordo por escrito) é preparada e acordada com o devido representante da alta administração. Para evitar qualquer possível mal- entendido, a carta de contratação deveria ser finalizada e assinada antes de o trabalho começar.  Mesmo em países onde o objetivo, o alcance e as obrigações da auditoria são estabelecidos por lei, uma carta de contratação ainda pode ser útil para informar os clientes sobre seus papéis e suas responsabilidades específicas.  A NBCTA 210 contêm algumas considerações adicionais para aceitação de trabalhos, tais como quando as normas de relatórios financeiros são complementadas por lei ou regulamento e quando a estrutura de relatório financeiro é prevista por lei ou regulamento. Concordância com os Termos do Trabalho (CFC/IFAC, 2010). 45
  • 46.  A carta de contratação trataria dos seguintes assuntos:  O Objetivo, a Estrutura Contábil, o Alcance e a Forma do Relatório do Auditor Independente Resultante da Auditoria das Demonstrações Contábeis.  As Responsabilidades do Auditor  As Responsabilidades da Administração  Poderiam ser incluídos na carta de contratação os seguintes assuntos:  Como a Auditoria Será Conduzida, Qualquer Resolução de Disputa, Obrigações e Acordos de Honorários Concordância com os Termos do Trabalho (CFC/IFAC, 2010). 46
  • 47.  A estrutura contábil a ser usada.  O objetivo da auditoria das demonstrações contábeis e a forma prevista do relatório do auditor independente ou de outra comunicação.Além disso, as circunstâncias em que um relatório pode ter forma e conteúdo diferentes do esperado.  O alcance da auditoria, incluindo referência à legislação, regulamentos, normas de auditoria e pronunciamentos éticos e outros pronunciamentos aplicáveis de órgãos profissionais aos quais pertence o auditor.  Outras partes para as quais deve ser preparado um relatório (por exemplo, um órgão regulador). O objetivo, a Estrutura Contábil, etc. (CFC/IFAC, 2010). 47
  • 48.  Conduzir a auditoria de acordo com as normas de auditoria (NBCTAs).  Reconhecimento de que, devido às limitações inerentes de uma auditoria com as limitações inerentes de controle interno, há um risco inevitável de que algumas distorções relevantes podem não ser detectadas, mesmo que a auditoria seja adequadamente planejada e executada de acordo com as normas de auditoria. As responsabilidades do Auditor (CFC/IFAC, 2010). 48
  • 49.  Pela elaboração das demonstrações contábeis de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável e pelo desenho e pela implementação dos controles internos que a administração determinar serem necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis que não apresentem distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro.  Por aceitar os termos do trabalho conforme descrito na carta de contratação.  Por permitir acesso irrestrito a quaisquer registros, documentação e outras informações solicitadas em relação à auditoria. As responsabilidades da Administração (CFC/IFAC, 2010). 49
  • 50.  Por permitir acesso irrestrito a pessoas dentro da entidade.  Por confirmar a expectativa do auditor de receber confirmação por escrito da administração sobre declarações feitas em relação à auditoria.  Pela concordância da administração em informar o auditor dos fatos que podem afetar as demonstrações contábeis, que a administração pode tomar conhecimento durante o período entre a data do relatório do auditor e a data em que as demonstrações contábeis são divulgadas. As responsabilidades da Administração (CFC/IFAC, 2010). 50
  • 51.  Contemplar os entendimentos sobre:  o planejamento e a execução da auditoria, incluindo a composição da equipe de auditoria e os detalhes de quais (se houver) minutas das demonstrações contábeis ou outros papéis de trabalho devem ser preparados pelo cliente, e as datas em que o auditor precisa deles;  envolvimento de outros auditores e especialistas;  envolvimento do auditor independente antecessor, se houver, em relação a saldos iniciais; e Como a Auditoria será conduzida, etc. (CFC/IFAC, 2010). 51
  • 52.  outros assuntos:  qualquer restrição de imputar responsabilidade ao auditor quando essa possibilidade existe;  a base sobre a qual são calculados os honorários e quaisquer acordos de faturamento;  quaisquer obrigações da firma de fornecer papéis de trabalho da auditoria a outras partes; e  referência a quaisquer acordos adicionais entre o auditor e a entidade, ou outras cartas e relatórios que o auditor espera emitir para o cliente.  O cliente deve confirmar os termos do trabalho apondo o seu “de acordo” na carta de contratação. Como a Auditoria será conduzida, etc. (CFC/IFAC, 2010). 52
  • 53.  No caso de não ter havido mudanças, o auditor deve avaliar se há necessidade de lembrar a entidade sobre os termos existentes do trabalho de auditoria. Os termos do trabalho podem ser reconfirmados à época da renomeação do auditor, sem a necessidade de obtenção de nova carta todo ano.  A carta de contratação deve ser revisada quando as circunstâncias mudam. Os assuntos que podem constituir uma mudança de circunstância incluem:  quaisquer termos do trabalho de auditoria revistos ou especiais;  mudança recente da alta administração;  mudança significativa no controle; Atualização da Carta de Contratação (CFC/IFAC, 2010). 53
  • 54.  mudança significativa na natureza ou no tamanho da empresa;  mudança nas exigências legais ou regulatórias;  mudança na estrutura de relatório financeiro adotada na elaboração das demonstrações contábeis;  mudança em outros requisitos em relação a relatório; e  qualquer indício de que a administração interpreta incorretamente o objetivo e o alcance da auditoria. Atualização da Carta de Contratação (CFC/IFAC, 2010). 54
  • 55. Referências  BOYNTON,William C.; JOHNSON, Raymond N.; KELL,Walter G. Auditoria.Tradução José Evaristo dos Santos.São Paulo:Atlas,2002.  GRAMLING,AudreyA.; RITTENBERG, Larry E.; JOHNSTONE, Karla M. Auditoria.TraduçãoAntônio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Cengage Learning, 2012.  CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE (CFC). INTERNATIONAL FEDERATION OF ACCOUNTANTS (IFAC). Guia de utilização de Auditoria em Auditorias de Entidades de Pequeno e Médio Portes:conceitos básicos. 2 ed.Volume 1, outubro de 2010. 55